Colonização de exploração

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No início do século XVI, com as grandes navegações e o descobrimento das Américas, o interesse em explorar e conquistar novas terras ganhou força, fazendo surgir dois tipos de colonização: de povoamento e de exploração.

A colonização de exploração é um método onde prevalecem os interesses mercantis, ou seja, a terra é utilizada somente para dar lucros à metrópole. Esse tipo de colonização ocorreu principalmente nas colônias espanholas e portuguesas do continente americano. Fundamentavam sua economia na extração de metais ou na produção de gêneros agrários, para suprimir a falta de matérias-primas nos mercados europeus.

As colônias obedeciam ao Pacto Colonial, o que as obrigava a comprar e vender produtos somente à metrópole. Sendo a lucratividade o interesse principal, foram desenvolvidas técnicas que caracterizaram esse sistema de colonização; técnicas hoje conhecidas como "plantation", cujas principais características são[1] :

  • Latifúndio (extensa propriedade agrícola)
  • Monocultivo (especialização em um único produto, no Brasil foi o caso da cana-de-açúcar)
  • Escravocrata (força de trabalho escrava)

Nessas colônias, o povoamento acontecia de maneira espontânea. Conforme o surgimento de uma atividade econômica, as populações vinham da Europa com a ideia de explorá-la. Quando essa atividade terminava, muitos deles mudavam para outras regiões, caracterizando um povoamento temporário.[2]

Referências

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