Olinda

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Município de Olinda
"Primeira Capital Brasileira da Cultura"
"Capital Simbólica do Brasil"
Montagem Olinda.jpg

Bandeira de Olinda
Brasão de Olinda
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 12 de março
Fundação 12 de março de 1535 (482 anos)
Gentílico olindense
Prefeito(a) Lupércio Carlos do Nascimento (SD)
(2017–2020)
Localização
Localização de Olinda
Localização de Olinda em Pernambuco
Olinda está localizado em: Brasil
Olinda
Localização de Olinda no Brasil
08° 00' 32" S 34° 51' 18" O08° 00' 32" S 34° 51' 18" O
Unidade federativa  Pernambuco
Mesorregião Metropolitana do Recife IBGE/2008 [1]
Microrregião Recife IBGE/2008 [1]
Região metropolitana Recife
Municípios limítrofes Recife e Paulista
Distância até a capital km
Características geográficas
Área 41,681 km² [2]
População 389 494 hab. estatísticas IBGE/2015[3]
Densidade 9 344,64 hab./km²
Altitude 16 m
Clima Tropical As'
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,735 alto PNUD/2010[4]
PIB R$ 3 687 724 mil (PE: 7°) (BR: 180°) – IBGE/2013[5]
PIB per capita R$ 12 409 57 IBGE/2013[5]
Página oficial
Prefeitura www.olinda.pe.gov.br
Câmara www.camaraolinda.pe.gov.br

Olinda é um município brasileiro do estado de Pernambuco, situado na mesorregião Metropolitana do Recife e na Microrregião do Recife, Região Nordeste do país. Pertence à Região Metropolitana do Recife, distando sete quilômetros da capital pernambucana.

Olinda foi a urbe mais rica do Brasil Colônia entre o século XVI e as primeiras décadas do século XVII de acordo com escritores da época como Pero de Magalhães Gândavo, chegando a ser referida como uma "Lisboa pequena", dada a opulência só comparável à da Corte portuguesa. Foi sede do Brasil colonial entre 1624 e 1625 por ocasião da primeira das invasões neerlandesas: Matias de Albuquerque foi nomeado Governador-Geral, administrando a colônia a partir de Olinda. A vila manteve-se próspera até a invasão holandesa à Capitania de Pernambuco, quando os neerlandeses, após retirar os materiais nobres das edificações para construir suas casas na capital da Nova Holanda (Recife), incendiaram Olinda. Com o término da Insurreição Pernambucana, Olinda voltou a ser a sede da capitania, porém sem a influência de outrora, o que ocasionou conflitos como a Guerra dos Mascates. Em meados do século XIX, a cidade deixou de ser a capital de Pernambuco.[6][7][8][9]

Fundada em 1535, Olinda é a mais antiga entre as cidades brasileiras declaradas Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, e foi o segundo centro histórico do país a receber tal título, em 1982, após Ouro Preto. Em que pesem a descaracterização de parte do seu casario histórico e a perda de diversos exemplares da arquitetura quinhentista com o ataque holandês, Olinda abriga dezenas de igrejas e conventos barrocos de inestimável valor histórico, e mantém o seu traçado urbano colonial. É uma localidade de grande relevo na história do Brasil.[6][7][8][9]

Olinda foi eleita a primeira Capital Brasileira da Cultura, após concorrer com as cidades de Salvador e João Pessoa.[10][11]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Um mito popular diz que o nome "Olinda" teria a sua origem numa suposta exclamação do fidalgo português Duarte Coelho, primeiro donatário da Capitania de Pernambuco (ou de um de seus colonos) – "Oh, linda situação para se construir uma vila!". O historiador Francisco Adolfo de Varnhagen, porém, considerava "ridícula" essa etimologia, preferindo a hipótese de uma referência a alguma localidade de Portugal (como Linda-a-Velha ou Linda-a-Pastora), ou a Olinda, personagem feminina do romance de cavalaria Amadis de Gaula, romance este muito lido na época da fundação da cidade.[12]

História[editar | editar código-fonte]

Mapa de Olinda e Recife (c. 1582-1585), por Luís Teixeira.
Convento de São Francisco, convento franciscano mais antigo do Brasil.
Prefeitura de Olinda, antigo Paço dos Governadores Gerais do Brasil, com decoração carnavalesca em 2015.

Por volta do ano 1000, os índios tapuias que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente pela chegada de povos tupis procedentes da Amazônia. No século XVI, quando chegaram os primeiros europeus à região, ela era ocupada pela tribo tupi dos caetés. [13]Localizada no atual estado de Pernambuco, é uma das mais antigas cidades brasileiras, tendo sido fundada (ainda como um povoado) em 1535 pelo primeiro donatário da Capitania de Pernambuco, o português Duarte Coelho. Duarte fez tudo pelo desenvolvimento da terra: fundou o primeiro engenho de açúcar, desenvolveu a agricultura e estabeleceu um livro de tombo.

O povoado foi elevado a vila em 12 de março de 1537. Duarte Coelho ordenou a construção de um edifício destinado ao funcionamento da Câmara do Senado de Olinda, prédio este doado, em 1676, ao primeiro bispo de Olinda, Dom Estevam Brioso de Oliveira, que o converteu em um palácio episcopal, até hoje bem conservado. Olinda era sede da capitania de Pernambuco, mas foi incendiada pelos holandeses devido à sua localização. Segundo a concepção holandesa de fortificação, Olinda detinha um perfil de difícil defesa. Diante disso, a sede foi transferida para o Recife.

Em 1630, Olinda foi tomada pelos holandeses, que a incendiaram no ano seguinte; em 1654 os portugueses retomaram o poder e expulsaram os holandeses. Olinda voltou a ser capital de Pernambuco, muito embora os governadores residissem em Recife. Por volta de 1800, com a fundação do Seminário Diocesano e, em 1828, do Curso Jurídico, transformou-se num burgo de estudantes.

Sob certos aspectos, Olinda rivalizava com a metrópole portuguesa. Seus velhos sobrados tinham dobradiças de bronze, enquanto as igrejas, principalmente a Sé, ostentavam, em suas portas principais, dobradiças de prata e chaves fundidas em ouro.

Foi no Senado da Câmara de Olinda que, a 10 de novembro de 1710, o sargento-mor Bernardo Vieira de Melo deu o primeiro grito em prol da independência nacional.

Os primeiros cursos jurídicos do Brasil, criados pelo Decreto Imperial de 11 de agosto de 1827, foram inaugurados solenemente no Mosteiro de São Bento, a 15 de maio de 1828. Antes de sua transferência para Recife, os cursos jurídicos funcionaram no prédio em que atualmente se encontra a prefeitura. Em 1837, com a transferência do governo provincial para o Recife, Olinda deixou de ser a capital de Pernambuco.

Em 1860, o astrônomo francês Emmanuel Liais descobriu, no Observatório do Alto da Sé, o primeiro cometa relatado a partir de observações na América Latina e o único descoberto no Brasil, que recebeu a denominação de Cometa Olinda.[14]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Olinda com Recife ao fundo.

Olinda está localizado no litoral do estado de Pernambuco, na mesorregião Metropolitana do Recife e microrregião do Recife,[1] distando seis quilômetros da capital pernambucana.[15] Situa-se na Região Metropolitana do Recife, limitando-se com o Oceano Atlântico a leste e os municípios de Paulista (norte) e Recife (sul e oeste),[15] detendo uma área territorial de aproximadamente 42 km².[2]

A altitude média do município é de dezesseis metros acima do nível do mar. O relevo é, em geral, formado por planícies e colinas, alguns delas íngremes. Olinda possui a maior parte de seu território na bacia hidrográfica do rio Paratibe (55,13%), e o restante na bacia do rio Capibaribe (44,87%). A vegetação é formada por Mata Atlântica, com espécies de grande porte.[15][16]

Clima[editar | editar código-fonte]

Dia nublado e com chuva em Olinda. Os meses mais chuvosos são entre abril e julho.[17]

O clima do município de Olinda é tropical úmido, do tipo Am na classificação climática de Köppen-Geiger, típico do litoral leste nordestino, com temperaturas médias mensais sempre superiores a 18 °C, baixas amplitudes térmicas, precipitações abundantes na maior parte do ano e alta umidade relativa do ar.[18] A temperatura média anual é de 26 °C, chegando a 30 °C no verão. O índice pluviométrico é superior a 1 700 milímetros (mm) anuais, concentrados entre os meses de abril e julho.[17]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1966 (até 30 de junho), a menor temperatura registrada em Olinda foi de 19 °C em 2 de setembro de 1965,[19] e a maior de 32,3 °C em 8 de abril de 1966.[20] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 184,3 mm em 20 de janeiro de 1961. Outros grandes acumulados foram 183,7 mm em 6 de junho de 1962, 122,3 mm em 29 de abril de 1963, 114,4 mm em 14 de julho de 1961, 113,5 mm em 29 de março de 1961, 108 mm em 3 de março de 1964 e 105 mm em 4 de maio de 1964.[21] O menor índice de umidade relativa do ar foi de 53%, em 15 de setembro de 1961.[22]

Dados climatológicos para Olinda
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 31,8 31,8 32,2 32,3 30,5 29,8 29,1 29 29,6 31,2 31,2 31,2 32,3
Temperatura máxima média (°C) 30,4 30,3 30,2 29,6 28,8 27,8 27,3 27,6 28,4 29,4 29,8 29,9 29,1
Temperatura média (°C) 27,2 27,1 27 26,3 25,7 24,9 24,3 24,4 25,3 26,2 26,6 26,7 26
Temperatura mínima média (°C) 24 24 23,8 23,1 22,6 22 21,3 21,2 22,2 23,1 23,5 23,6 22,9
Temperatura mínima absoluta (°C) 21,6 21,8 21 21,8 19,9 20,1 19,1 19,2 19 21,1 20,9 21,4 19
Precipitação (mm) 59 92 192 235 286 282 246 150 67 39 33 42 1 723
Fonte: Climate-Data.org (médias de temperatura e precipitação).[17]
Fonte #2: Instituto Nacional de Meteorologia (recordes de temperatura de 01/01/1961 a 30/06/1966).[19][20]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Segundo o IBGE, Olinda tinha em 2016 uma população estimada em 390.144 habitantes numa área de 37,9 km²[23]. A cidade faz parte da Região Metropolitana do Recife, e localiza-se a uma distância de 10 km da capital pernambucana[24]. Faz limite ao norte com Paulista, ao sul e oeste com o Recife, a leste com o Oceano Atlântico[23].

Olinda é um município essencialmente habitacional, comercial e turístico. Pode-se dizer que é uma cidade dormitório em relação à vizinha capital pernambucana, Recife[25].

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Faculdade Olindense de Ciências Contábeis e Administrativas (FOCCA).

Educação[editar | editar código-fonte]

Instituições de ensino superior

Transporte[editar | editar código-fonte]

Olinda é município integrante do Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano, empresa que fiscaliza o transporte público por ônibus na Região Metropolitana do Recife[34]. O município possui, em operação, 3 terminais de ônibus integrados. Eles possuem área coberta, lanchonete e sanitários. Nos terminais, os passageiros têm a possibilidade de trocar de linha sem pagamento de nova tarifa[35].

Vista aérea de Olinda.
Vista panorâmica do Alto da Sé, a partir do mirante do Elevador de Olinda.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Mais informações: Centro Histórico de Olinda
Pix.gif Centro Histórico de Olinda *
Welterbe.svg
Património Mundial da UNESCO

Sitio Historico de Olinda.jpg
Vista do Sítio Histórico de Olinda.
País  Brasil
Tipo Cultural
Critérios iii, iv
Referência 189
Região** Brasil
Coordenadas 8°0'48" S 34°50'42" W
Histórico de inscrição
Inscrição 1982  (6ª sessão)
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.
** Região, segundo a classificação pela UNESCO.
Olinda foi eleita a 1ª Capital Brasileira da Cultura, após concorrer com as cidades de Salvador e João Pessoa.
Maracatu Nação em Olinda.

Além de sua beleza natural, Olinda é também um dos mais importantes centros culturais do Brasil. Foi declarada, em 1982, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura[36].

Olinda foi eleita a primeira Capital Brasileira da Cultura no ano de 2006. Foi a primeira vez que o Brasil elegeu uma capital cultural[36]. O projeto é uma iniciativa da organização Capital Brasileira da Cultura, com o apoio dos Ministérios da Cultura e do Turismo e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.[10]

Olinda revive o esplendor de seu passado todos os anos durante o Carnaval de Recife e Olinda, ao som do frevo, do maracatu e outros ritmos originais de Pernambuco[37]. Há "bonecos gigantes", nos quais cabe um homem utilizando apenas suas pernas para ampará-lo; e blocos carnavalescos (com temáticas variadas, de grupos variados, geralmente acompanhados de orquestras de frevo, e/ou grupos de maracatus)[38]. É costume dos jovens molhar os transeuntes com pistolas d'água. Vários grupos também se fantasiam, seja em qual for o personagem, em geral com a intenção de chamar a atenção para si, fazer uma crítica social, animar com brincadeiras ou atrair parceiros para namoros[39].

Durante todo o ano, em especial no sítio histórico de Olinda, há eventos culturais, como feirinhas de artesanato, reggaes, sambas, maracatus e afoxés[40]. Também há ambientes mais intimistas, como casas de festas, bares e restaurantes culturais - com noites literárias, gastronomia, música ao vivo etc. Circulam, no meio dessas atividades, crianças, jovens e adultos dos mais variados estilos. Também há outras localidades, à beira-mar, frequentados à noite por diversas pessoas[40].

Também são símbolos culturais da cidade a tapioca, comida típica, e o farol de Olinda[40].

Semana Santa[editar | editar código-fonte]

A Procissão dos Passos de Olinda é um cortejo religioso que representa o caminho do Jesus até o calvário. Durante o cortejo, os fiéis visitam pequenas capelas, chamadas de passos que foram construídas entre 1773 e 1809 no Sítio Histórico da cidade, as quais só são abertas durante a procissão [41].

Ao todo, são cinco passos assim nomeados: Passo da Sé, Passo do Amparo , Passo dos 4 Cantos, Passo da Ribeira, Passo do Senhor Apresentado ao Povo[42].

Esporte[editar | editar código-fonte]

A cidade de Olinda possui um clube no Campeonato Pernambucano de Futebol, o Olinda Futebol Clube, que joga de mandante no Estádio Municipal Eugênio de Araújo. [43]

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. a b IBGE (22 dez. 2014). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE Nº PR-04. Consultado em 22 abr. 2015 
  3. «Estimativa da população 2015 » População estimada » Comparação entre os municípios: Pernambuco». Estimativa Populacional - 2015. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Agosto de 2015. Consultado em 11 de dezembro de 2015 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 4 de setembro de 2013 
  5. a b «Pernambuco » Olinda » Produto Interno Bruto dos municípios - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. de 2015 
  6. a b Pêro de Magalhães Gândavo. «Tratado da Terra do Brasil» (PDF). PSB40. Consultado em 28 de junho de 2014 
  7. a b Luiz Geraldo Silva. «A Faina, a Festa e o Rito. Uma etnografia histórica sobre as gentes do mar (sécs XVII ao XIX)». Google Books. p. 122. Consultado em 28 de junho de 2016 
  8. a b Carlos Eugênio Marcondes de Moura, John Hemming. «Ouro Vermelho:A Conquista dos Índios Brasileiros». Google Books. p. 135. Consultado em 28 de junho de 2014 
  9. a b «Fragmentos de um Recife Setecentista: Configurações Urbanas e Realizações Culturais». História e-história. Consultado em 28 de junho de 2014 
  10. a b «Olinda eleita Capital Brasileira da Cultura 2006». Ministério da Cultura. Consultado em 21 de junho de 2014 
  11. Capitais brasileiras que você nem sabia da existência - Capital simbólica do Brasil Portal BOL
  12. BUENO, E. Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores. Rio de Janeiro. Objetiva. 1999. p. 201.
  13. BUENO, E. Brasil: uma história. Segunda edição revista. São Paulo. Ática. 2003. p. 18,19.
  14. /http://www.grandebrasil.com.br/Brasil/PE_Pernambuco/?Cidade_Olinda+5362
  15. a b c «Olinda em Dados». Prefeitura de Olinda. Consultado em 9 de março de 2015. Cópia arquivada em 9 de março de 2015 
  16. «Manual de apoio para o trade turístico» (PDF). Prefeitura de Olinda. 2013. Consultado em 9 de março de 2015. Cópia arquivada em 9 de março de 2014 
  17. a b c «Clima: Olinda». Climate Data. Consultado em 9 de março de 2015. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2014 
  18. «OS MORROS DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE». Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (CONDEPE/FIDEM). Consultado em 1º de maio de 2014. Cópia arquivada em 8 de março de 2014 
  19. a b «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (°C) - Olinda». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2015 
  20. a b «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (°C) - Olinda». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2015 
  21. «Série Histórica - Dados Mensais - Precipitação Total (mm) - Olinda». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2015 
  22. «Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - Olinda». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2015 
  23. a b «IBGE | Cidades | Pernambuco | Olinda». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 20 de maio de 2017 
  24. «Olinda | Viagem e Turismo». Viagem e Turismo. 9 de setembro de 2011 
  25. «Recife e Olinda: marcadas pela desigualdade - Política - Política - Política». Folha - PE. Consultado em 20 de maio de 2017 
  26. «IFPE Campus Olinda abre inscrições para primeira Semana Criativa». Educação em Pernambuco. 5 de outubro de 2016 
  27. Pernambuco, Diario de (9 de março de 2017). «Estudantes de faculdade em Olinda protestam contra onda de assaltos». Diario de Pernambuco 
  28. «Aeso Barros Melo abre inscrições do vestibular 2017 para 18 cursos». Educação em Pernambuco. 27 de novembro de 2016 
  29. gmail.com, Núcleo de Comunicação Digital | Prefeitura de Olinda | ncd.olinda AT. «Ambulatório para atendimento de gestantes e crianças será inaugurado na FACHO | Prefeitura de Olinda». www.olinda.pe.gov.br. Consultado em 20 de maio de 2017 
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  32. Pernambuco, Diario de (28 de dezembro de 2016). «Uninassau e Joaquim Nabuco oferecem 13 mil vagas em cursos profissionalizantes gratuitos». Diario de Pernambuco 
  33. Pernambuco, Diario de (23 de outubro de 2015). «Primeiro vestibular da Faculdade de Medicina de Olinda já com data marcada». Diario de Pernambuco 
  34. «Grande Recife - Histórico». www.granderecife.pe.gov.br. Consultado em 20 de maio de 2017 
  35. «Superlotação faz usuário procurar transporte clandestino - Notícias - Notícias - Cotidiano». Folha - PE. Consultado em 20 de maio de 2017 
  36. a b gmail.com, Núcleo de Comunicação Digital | Prefeitura de Olinda | ncd.olinda AT. «Títulos | Prefeitura de Olinda». www.olinda.pe.gov.br. Consultado em 20 de maio de 2017 
  37. «Terra do frevo e maracatu, Pernambuco tem festa o ano todo». Pernambuco Coração do Nordeste 
  38. «Bonecos Gigantes percorrem ladeiras de Olinda na terça de carnaval». Agência Brasil - Últimas notícias do Brasil e do mundo 
  39. «Fantasias em Olinda vão de Beyoncé grávida a atrasado do Enem». G1 
  40. a b c «24h no Recife | Passeios turísticos em Recife, Olinda, Porto de Galinhas e Fernando de Noronha». www.pernambuco.com. Consultado em 20 de maio de 2017 
  41. «Procissões do Encerro e dos Passos percorrem as históricas ruas de Olinda». Arquidiocese de Olinda e Recife. 10 de abril de 2014 
  42. gmail.com, Núcleo de Comunicação Digital | Prefeitura de Olinda | ncd.olinda AT. «Procissão dos Passos ocorre hoje em Olinda | Prefeitura de Olinda». www.olinda.pe.gov.br. Consultado em 20 de maio de 2017 
  43. http://www.rsssfbrasil.com/tablesfq/pe2010l2.htm
  44. «Olinda e Colônia de Sacramento são agora oficialmente cidades irmãs». Consultado em 18 de abril de 2014 
  45. «CM Vila do Conde / Geminações». cm-viladoconde.pt. Consultado em 20 de outubro de 2016 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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