Escada (Pernambuco)

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Escada
  Município do Brasil  
Vista da Cidade de Escada - PE
Vista da Cidade de Escada - PE
Símbolos
Bandeira de Escada
Bandeira
Brasão de armas de Escada
Brasão de armas
Hino
Lema Tua história ostenta conquistas
Gentílico escadense
Localização
Localização de Escada em Pernambuco
Localização de Escada em Pernambuco
Escada está localizado em: Brasil
Escada
Localização de Escada no Brasil
Mapa de Escada
Coordenadas 8° 21' 33" S 35° 13' 25" O
País Brasil
Unidade federativa Pernambuco
História
Fundação 1873 (149 anos)
Aniversário 24 de maio
Administração
Prefeito(a) Maria Jose Fidelis Moura Gouveia (PL, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [1] 347,197 km²
População total (estimativa IBGE 2021[2]) 69 701 hab.
Densidade 200,8 hab./km²
Clima Tropical (As')
Altitude 109 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010 [3]) 0,632 médio
PIB (IBGE/2019[4]) R$ 1 061 909 mil
PIB per capita (IBGE/2019[5]) R$ 15 417 92

Escada é um município brasileiro do estado de Pernambuco. Distante a 60 km da capital pernambucana, Recife, é o município mais populoso de sua microrregião e um dos principais da Microrregião da Mata Meridional Pernambucana. Conhecida como "Princesa dos Canaviais", apelido que remete ao passado dos grandes engenhos de cana de cana-de-açúcar instalados na região.[6] Além da rica história e da beleza arquitetônica dos velhos engenhos, Escada tem atrativos naturais como Quedas d`água, nascentes de riachos, bicas, corredeiras e alguns resquícios da Mata Atlântica brasileira.

Sua população, segundo estimativas do IBGE em 2021, era de 69 701 habitantes.[7] Seu território tem uma extensão de 347.197 quilômetros quadrados e é cortado pelo Rio Ipojuca, pela BR 101, uma das mais importes do país, e, futuramente, também pela Transnordestina. Outrossim, possui uma localização estratégica por estar a apenas 40 Km do Porto de Suape e outras cidades importantes.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome "Escada" provém da capela erguida por missionários da Congregação do Oratório, vinda de Portugal para a catequese dos indígenas. Como a capela estava localizada no alto do terreno, foi construída uma escada para dar acesso a um "nicho" em louvor a Nossa Senhora da Apresentação, que ficou conhecida como Nossa Senhora da Escada.[8]

História[editar | editar código-fonte]

Pintura de Nuncyta Almeida, feita em 1993. Retrata a origem do município.

O povoamento da região, que viria a ser futuramente o município de Escada, partiu de uma aldeia de indígenas das tribos Potiguaras, Tabujarés e Mariquitos.[8] Teoriza-se que, durante as Invasões Holandesas no século XVII, essa população nativa fugiu para o interior do estado, incluindo o território escadense. Não se sabe ao certo a data de sua fundação, porém é por volta de 1680 que os padres da Congregação do Oratório, que habitavam o Convento da Madre de Deus, receberam a missão de catequizar os indígenas. Assim, em 1685 o território foi intitulado de Aldeia de Nossa Senhora da Escada de Ipojuca.[8]

Os padres da Madre de Deus tinham a incumbência de fornecer a direção espiritual e moral para nativos, que logo foram levados a erguer um oratório no alto da colina ao redor da qual estendia-se o aldeamento.[8] Todavia, em decorrência do relevo acentuado, foi necessária a construção de uma escada em degraus, cavada na argila. Dessa forma, pelo apelo monumental que a escada possuía, decorre a possível origem da nomenclatura de Nossa Senhora da Escada, dada à Padroeira do Oratório, e do município.[9]

Por vários documentos escritos e segundo relata o historiador Sebastião Galvão,[10] verifica-se que em 1757 já era povoação e que fazia parte da freguesia de Ipojuca. Sua população crescia de forma acelerada de dia após dia — não apenas de índios, mas também de colonos que eram atraídos pelas terras férteis. Extinto o aldeamento em 1773, os índios foram mandados, por ordem do Governador João da Costa Souto Maior,[11] para a então colônia de Riacho de Matos.

Em virtude da Carta Régia de 27 de abril de 1786, teve Escada o procedimento de freguesia, sendo o seu território desmembrado da paróquia de Ipojuca a que pertencia.[8] O distrito de Escada foi criado pela Carta Régia de 27 de abril de 1786 e por Lei Municipal em 6 de março de 1893.[12] A Lei Provincial nº 326, de 19 de abril de 1854,[12] criou o município de Escada, com território desmembrado do município do Cabo de Santo Agostinho. A sede municipal foi elevada à cidade pela Lei Provincial nº 1.093, de 24 de maio de 1873.[12]

O seu primeiro pároco foi o padre Francisco Cavalcanti de Albuquerque Lacerda. Em virtude do Alvará de 7 de dezembro de 1813, foram os seus limites primitivos aumentados com a incorporação de alguns engenhos das freguesias do Cabo, da Vitória de Santo Antão e de Sirinhaém.[13]

Pintura da Companhia Industrial Pirapama. A fábrica de tecelagem tornou-se um ícone para o município.

Durante as décadas seguintes a cidade alcançou grande desenvolvimento econômico. Sua economia durante os séculos XIX e XX girava entorno do comércio e da agricultura — principalmente por causa das plantações de cana-de-açúcar. Seu apogeu tecnológico foi nas décadas de 1930 a 1970, quando Escada tornou-se uma das maiores e principais cidades de Pernambuco. Durante esse período os escadenses pr esenciaram a construção de ícones arquitetônicos, a fundação da[14]Companhia Industrial Pirapama, da Vila Operária, da estação de trens, dos carros e dos cinemas.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Limites Geográficos[editar | editar código-fonte]

Municípios limítrofes e orientações:

Noroeste: Primavera e Vitória de Santo Antão Norte: Vitória de Santo Antão e Cabo de Santo Agostinho Nordeste: Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca
Oeste: Primavera Reinel compass rose.svg Este: Ipojuca
Sudoeste: Ribeirão Sul: Sirinhaém e Ribeirão Sudeste: Sirinhaém e Ipojuca

Fonte: FIDEM, Perfil Municipal e Tribunal Regional Eleitoral - TRE-PE.

Resquício da Mata Atlântica em Escada - PE

Inserido na Microrregião da Mata Meridional Pernambucana (Mata Sul), o município possui uma área territorial de 347,197 quilômetros quadrados,[15] cortada pela rodovia BR-101, uma das mais importantes do Brasil, pelas estaduais PE 45, 51 e 63,[16] pelo Rio Ipojuca e, futuramente, pela Transnordestina.[17] Possui as seguintes coordenadas: 8° 21' 33" latitude sul e 35° 13' 25" longitude oeste 35° 13' 25"[18] A distância até sua capital, Recife, é de 60 km; para o Porto de Suape o percurso é de 40 Km[7] Seus municípios limítrofes são: Cabo de Santo Agostinho, Vitória de Santo Antão, Ribeirã o, Sirinhaém, Primavera e Ipojuca.[19]

Relevo e solo[editar | editar código-fonte]

Segundo estudos realizados pelo professor Jurandyr Ross, divulgados em 1995, através de dados obtidos pelo sistema de radares do projeto Radambrasil, do Ministério de Minas e Energia, o relevo escadense está na classificação de Planícies e tabuleiros litorâneos.[20] Na cadeia de estruturas geológicas da Terra, o município encontra-se em uma região de bacia sedimentar[21] — formações rochosas decorrentes da estratificação de sedimentos. Ademais, o solo é caracterizado como sendo Argissolo, ou seja, apresenta baixa atividade de argila e taxas de acidez elevadas. Por tratar-se de uma área de planície, o terreno como um todo não apresenta picos muito elevados; o ponto mais alto é o da Pedra Americana, localizado a mais de 400 metros acima do nível do mar, de onde é possível ter uma vista panorâmica da paisagem.[22]

Clima[editar | editar código-fonte]

Característico da sua região, a Zona da Mata, o clima escadense possui elevadas taxas de pluviosidade e precipitação entre os meses de março e agosto, sendo classificado como tropical húmido.[23][24] Não há variação extrema da temperatura e o verão costuma ser quente e seco, com poucas nuvens.[25] Segundo o site Weather Spark, levando em conta o índice de praia/piscina, a melhor época do ano para visitar Escada e realizar atividades de clima quente é do fim de julho ao fim de outubro.[24]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Ponte Atalaia sobre o Rio Ipojuca.

Escada possui o em seu território os rios Jaguaribe e Sapucaji, afluentes do Rio Ipojuca.[27] No âmbito nacional, o território escadense está inserido na região hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental. No âmbito estadual, também faz parte das bacias hidrográficas Ipojuca e Sirinhaém.[28] O Rio Ipojuca, que corta a cidade em dois grandes blocos, tornou-se um ícone para cidade, principalmente por causa da Ponte Atalaia. Todavia, em decorrência da falta de planejamento urbano, há ocorrências de enchentes[29] e a poluição é presente.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Pedra Americana, ponto mais alto do município.

Segundo estimativas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Escada detinha 69 701 habitantes em 2021, tornando-se a cidade mais populosa da Microrregião da Mata Meridional Pernambucana (Mata Sul). No Censo Demográfico realizado pelo IBGE em 2010 — quando a população era de 63 535 habitantes — sua densidade populacional era de 183,07 hab/km² — atualmente esse número gira em torno de 200,08 hab/km²; havia 31.151 homens e 32.366 mulheres; a população urbana era de 53.964 pessoas (84,9%) e a rural contava com 9.553 pessoas (15,1%). A população parda representava 46,9% (29.806); a branca, 20,9% (13.311); a preta, 3,4% (2.205); a amarela, 0,43% (275); a indígena, apenas 0,01% (9).[7][30][31]

Crescimento Populacional[7][13][32][33]

Religião[editar | editar código-fonte]

O Censo Demográfico de 2010 também revelou que 77,5% (49 243) da população considerava-se cristã. Desses 49 243 cristãos, 47,6% (30 272) eram católicos e 29,8% (18 971) eram evangélicos. Os espíritas representavam 0,34% (218); a Umbanda e Candomblé possuíam 0,10% (63); outras religiões 0,98% (622). Aqueles que se declararam sem religião representaram 18,79% (11 934), já os que não souberam tiveram um número de 0,11% (69).[31][7][34] Durante todo ano há eventos realizados pelas entidades religiosas, a festa da Nossa Senhora da Escada e os congressos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus são os principais.

Economia[editar | editar código-fonte]

Escada registrou um PIB nominal de 1,061 bilhão de reais e um PIB nominal per capta de 15.417,92 reais em 2019.[35] Em relação ao PIB nominal, o município ocupou a 25º posição em Pernambuco, já em per capta ficou na posição 31.[35] O salário médio mensal foi verificado como sendo de 1,8 salário mínimo, estando na posição 29 a nível estadual.[35] A porcentagem de pessoal ocupado em 2019 era de 10,5% ou 7 230 pessoas, em números absolutos. Além disso, segundo o PNUD, o seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) era de 0,632 em 2010, sendo considerado médio e estando entre um dos melhores da região.[7] No Índice de Gine a pontuação foi de 0,46 em 2010.

Renda, pobreza e desigualdade - Escada/PE[36]
1991 2000 2010
Renda per capta (em R$) 130,14 193,83 322,46
% de pobres 73,21 55,57 25,31
% de extremamente pobres 43.02 23,66 9,35
Índice de Gine 0,51 0,51 0,46

Fonte: PNUD, Ipea e FJP.

Fábrica da GhelPlus no Distrito Industrial de Escada.

Dados da Agência Condepe/Fidem confirmam o setor industrial como a principal atividade econômica dessa cidade, representando 37% do PIB, seguido pelos setores de agropecuária e serviços.[37] O Distrito Industrial João Gouveia da Silva conta com várias empresas como a Tigre e a GhelPlus, estando em constante expansão, recebendo outras grandes empresas como a Umaflex.[37] Outrossim, em 2017 o IBGE criou uma nova forma de organizar os municípios e regiões brasileiras em regiões geográficas intermediárias e imediatas. Dentro desse arranjo Escada ficou localizada na Região Geográfica Intermediária do Recife, a maior do Norte-Nordeste, contendo uma população de 5 713 883 habitantes e um PIB nominal de 135,014 bilhões de reais em 2018. Em 11 de setembro de 2018 houve uma atualização para o incremento da Região Geográfica Imediata de Escada-Ribeirão. Assim, é possível vislumbrar a localização privilegiada da cidade, levando em conta a sua região e seus acessos.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Construções Históricas[editar | editar código-fonte]

Casarões, engenhos e usinas[editar | editar código-fonte]

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Engenho Limoeiro Velho de 1875.Casarão do Engenho Sapucaji.jpgCasarão do Engenho Sapucaji de1852.

Escada conta com dezenas de construções históricas e as casas-grandes dos engenhos chamam a atenção por sua imponência, o que leva a cidade a carregar o apelido de "terra dos barões".[38] Entretanto, as surpresas não se limitam apenas a estética, levando em conta os ric moradores desses locais: a elite pernambucana.[39] Diversas personalidades nacionais e internacionais importantes viveram, hospedaram-se ou até nasceram nesses engenhos. Dentre dos vários casarões do século XIX, merecem destaque a casa grande do Engenho Limoeiro Velho (local em que foi gravado o filme Riacho do Sangue), a Casa-Grande de Jundiá (local onde nasceu e viveu o pintor escadense Cícero Dias) Casa Grande de Canto Escuro, Casa-Grande de Sapucaji, Casarão de Frexeiras e Engenho Conceição de Cima.[40][41]

Igreja Matriz da Escada de

Igrejas e capelas[editar | editar código-fonte]

Casa-grande do Engenho Canto Escuro.

As igrejas e capelas da igreja católica em Escada também possuem imenso valor histórico e arquitetônico. Datada do ano de 1874, a Igreja Matriz é o cartão postal da cidade, é principal ícone e surpreende por sua beleza, tanto que em 27 de dezembro de 2021 a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Escada foi elevada pela Arquidiocese de Olinda e Recife à condição de Santuário.[42] Outrossim, no distrito de Massauassu é possível encontrar a belíssima Capela Nossa Senhora do Carmo, além de tantas outras nos engenhos.[41]

Cachoeira Pirapama.
Vista da Usina de Timboassu
Vista da Usina de Timboassu.

Trilhas, banhos e cachoeiras[editar | editar código-fonte]

Por estar em uma área de Mata Atlântica, o município ainda preserva alguns tesouros naturais.[41] É possível conectar-se com a natureza fazendo trilhas ecológicas e caminhadas na zona rural. Ainda vale ressaltar as lindas cachoeiras, muitas apropriadas para o banho, que são encontras nas matas. Também há diversos banhos e piscinas que estão a disposição para o lazer dos visitantes.[38]

Festas e eventos[editar | editar código-fonte]

Durante todo ano são realizados vários eventos e festividades na cidade. Em fevereiro o período de carnaval é bem agitado e blocos tradicionais saem para as ruas, é considerado o maior carnaval da Mata Sul de Pernambuco.[43] Em maio comemora-se a data de Emancipação Política do município, contando com shows de grandes artistas. Em junho as festas juninas são festejadas pela população. Em novembro a festa de Nossa Senhora da Escada é comemorada pela Igreja Católica, onde há a montagem de um parque de diversões no centro da cidade. Também tem congressos realizados pelas igrejas evangélicas e cavalgadas

Museus[editar | editar código-fonte]

Espaço Cultural Museu Cícero Dias e o Museu do Turismo Rural de Escada

Referências

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  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 9 de setembro de 2013 
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  5. [2]
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  11. Wkiwant (2003). «Cunha_Souto_Maior». Consultado em 2 de junho de 2022 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Legislação Municipal[editar | editar código-fonte]

Lei Orgânica do Município

Plano Diretor

Plano Municipal de Cultura

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