Carpina

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Município de Carpina
"Capital da Mata Norte"
"Cidade Multicultural"
"Cada Dia Maior"
Carpina, Pernambuco.jpg

Bandeira de Carpina
Brasão de Carpina
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1909
Emancipação 11 de setembro de 1928
Gentílico carpinense
Prefeito(a) Carlos Vicente de Arruda Silva (PSB)
Localização
Localização de Carpina
Localização de Carpina em Pernambuco
Carpina está localizado em: Brasil
Carpina
Localização de Carpina no Brasil
7° 51' 03" S 35° 15' 17" O7° 51' 03" S 35° 15' 17" O
Unidade federativa  Pernambuco
Mesorregião Mata Pernambucana IBGE/2008[1]
Microrregião Mata Setentrional Pernambucana IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Tracunhaém, Nazaré da Mata e Buenos Aires (N), Lagoa de Itaenga, Lagoa do Carro (S), Paudalho (L) e Limoeiro (O).
Distância até a capital 45 km
Características geográficas
Área 146,124 km² [2]
População 81 054 hab. estatísticas IBGE/2015[3]
Densidade 554,69 hab./km²
Altitude 184 m
Clima Clima tropical com estação seca As
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,680 médio PNUD/2010 [4]
PIB R$ 1 016 401 mil IBGE/2013[5]
PIB per capita R$ 12 815 87 IBGE/2013[5]
Página oficial

Carpina é um município da Zona da Mata Norte, no estado de Pernambuco, no Brasil. Dista 45 quilômetros da capital do estado, Recife. Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2014 o município possuía uma população de 80 194 habitantes.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

"Carpina" procede do tupi antigo karapina, que era o nome de uma variedade de pica-pau. O termo passou a ser aplicado também ao ofício de carpinteiro, por ambos trabalharem a madeira.[6] O termo foi incorporado à língua portuguesa, junto com sua variante, "carpina".[7] Por volta de 1822, um carpinteiro de nome Francisco de Andrade Lima se instalou na região. Por conta desse fato, a região passou a ser chamada de "Chã (planície, planalto)[8] do Carpina".[9] De 1901 a 1938, a cidade foi chamada de Floresta dos Leões. Nesse ano, adotou o nome Carpina, em referência a seu nome original, Chã do Carpina.

História[editar | editar código-fonte]

Ocupação indígena[editar | editar código-fonte]

Por volta do ano 1000, a Zona da Mata Norte de Pernambuco foi ocupada por tupis procedentes da Amazônia, que expulsaram os antigos habitantes tapuias, falantes de línguas macro-jês, para o interior do continente. No século XVI, quando os primeiros europeus chegaram à região, a mesma era habitada pelos ramo tupi dos tabajaras.[10]

Antecedentes da ocupação territorial de origem europeia[editar | editar código-fonte]

Muito embora o atual território municipal de Carpina esteja situado principalmente na bacia hidrográfica do rio Capibaribe, admite-se que teria recebido maior influência daqueles que buscavam as matas setentrionais do atual estado de Pernambuco, na esperança de encontrar o desejado, mas nem sempre rendoso, pau-brasil. Logo que as matas litorâneas foram dizimadas e, nos vales dos rios, implantou-se a atividade canavieira, aqueles colonos que não dispunham de recursos suficientes para a implantação de engenhos dedicavam-se a atividades complementares e dependentes daquela atividade principal. Desta forma, o pastoreio, que se desenvolveu ao lado da agricultura no primeiro século de colonização europeia, viu-se obrigado a buscar outras regiões onde pudesse crescer sem prejudicar a agricultura nascente, acarretando a interiorização da pecuária e sua fixação no Agreste e no Sertão.[11]

Dentre as atividades complementares dependentes da açucareira, além da pecuária já citada, sobressaía-se a atividade madeireira, necessária à confecção de caixas para o embarque do açúcar para a coroa. Ora, as matas litorâneas continuam sendo erradicadas, tanto pela procura do "pau das tintas quanto pela expansão canavieira que, vencendo a barreira dos vales fluviais, subia pelas encostas, dominando a paisagem".[12]

Sobre esse plano de fundo, os madeireiros, que desenvolviam sua atividade naqueles locais onde a matéria-prima ocorresse em abundância, viam-se forçados a procurar melhores sítios ainda não cobiçados pelos "nobres do açúcar".[13]

Os colonizadores da capitania de Itamaracá, notadamente aqueles que se fixaram no vale do rio Goiana, foram os primeiros descendentes de europeus a desbravarem aquelas áreas, onde o rio Tracunhaém cortava a terra coberta de matas, em busca de terras para a agricultura de subsistência. Lado a lado com esses pioneiros, os madeireiros seguiam a mesma trilha, alcançando as cabeceiras daquele rio.[14]

Por outro lado, os pecuaristas se viam na contingência de buscarem rotas para suas boiadas capazes de fornecerem condições de sobrevivência não só para os boiadeiros e tangerinos, como para o próprio gado. Com efeito, essa necessidade levou ao traçado das rotas seguindo os cursos dos rios que desemborcavam no litoral. Dentre esses, se situa o rio Capibaribe, em cuja bacia hidrográfica localizam-se dois terços do território municipal.[15]

Pelo anteriormente exposto, podemos concluir que o território, onde se localiza o atual município de Carpina, teve sua ocupação determinada por duas vias de acesso: uma pelo norte, partindo de Goiana e seguindo o rio Tracunhaém e ultrapassando suas nascentes; outra pelo sul, uma das rotas oficiais dos caminhos das boiadas, a que partia do litoral e acompanhava o rio Capibaribe.[16]

Ocupação de origem europeia[editar | editar código-fonte]

A ocupação do território onde se localiza o município de Carpina foi determinada por duas vias de acesso: uma pelo norte, a partir de Goiana, seguindo o rio Tracunhaém; outra mais ao sul, partindo do litoral e acompanhando o rio Capibaribe, uma das rotas oficiais dos "caminhos das boiadas". Os primeiros desbravadores a chegar, a partir da segunda metade do século XVII, foram os exploradores do pau-brasil e os criadores de gado; em seguida, surgiram os engenhos de cana-de-açúcar. A atividade madeireira sobressaía-se como complementar e dependente da açucareira, pela necessidade de confecção de caixotes para o acondicionamento do açúcar a ser embarcado para a Coroa.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Com a abertura da estrada de ferro para Limoeiro, em 1881, a chã do Carpina passou a ser uma estação intermediária. O movimento ferroviário incrementava o comércio da estação, embora incipiente, porém promissor. Logo a seguir, fazendo entroncamento na Chã do Carpina, abriu-se o ramal para Nazaré. Os dois eventos tiveram marcante contribuição no desenvolvimento inicial: quer pela estação da linha tronco com destino a Limoeiro, quer pela implantação do ramal.[17]

A atividade comercial que se iniciou e se desenvolveu no local provocou a construção de moradias, no início, de taipa, cercadas pelas roças e cultura de subsistência. Conta-se que, por volta de 1888, um dos moradores, João Batista de Carvalho, teve a iniciativa de desapropriar uma área, coberta de mocambos e roçados, para, aí, abrir a primeira praça de Chã de Carpina. Essa iniciativa foi combatida na época especialmente por aqueles que tiveram seus bens desapropriados, o que não é difícil de entender. Hoje, o local é a principal praça da cidade.[18]

Crescimento e consolidação[editar | editar código-fonte]

Esse distrito do Chã do Carpina consta dos quadros de apuração do recenseamento geral de 1º de setembro de 1920 como integrante do município de Nazaré. A denominação de Floresta dos Leões foi dada ao distrito pela lei municipal (Paudalho) de nº 12, datada de 15 de dezembro de 1901, numa homenagem a João Souto Maior, líder da Revolta Pernambucana de 1817, apelidado de Leão de Tejucupapo, e a seus seguidores, os leões, que se haviam refugiado na chã do Carpina, depois de um combate com as tropas governistas.[19]

A localidade foi elevada à categoria de vila pela lei estadual de nº 991, de 1º de julho de 1909. Lá, em pleno centro da cidade, existe um monumento com a caricatura de um leão. A lei nº 1 931, de setembro de 1928, criou o município, com a denominação de Floresta dos Leões, que permaneceu até 1938, quando foi substituída pela de Carpina, em face do decreto-lei estadual de nº 235, de 9 de dezembro de 1938. Sua instalação ocorreu em 1 de janeiro de 1929.[20]

Administrativamente, o município é formado pelos distritos de: Carpina (sede) e dos povoados de Caramuru e Caraúba Torta.[21] O município comemora sua emancipação política anualmente no dia 11 de setembro (FIDEP,1982).

A emancipação política[editar | editar código-fonte]

O funcionário público e jornalista Francisco José Chateaubriand Bandeira de Melo pediu permissão para mudar o nome de "Chã do Carpina" para "Floresta dos Leões" ao então presidente da república, Afonso Pena, que excursionava pelo Nordeste do Brasil. Aceito o pedido, o presidente doou um conto de réis para ajudar na compra do leão de bronze que se vê no monumento erguido na Praça de São José, inaugurado em setembro de 1909. Em 1923, o deputado Armando Gayoso apresentou, à câmara de vereadores, o projeto de lei 1 372, que sugeria a emancipação do município. O projeto não foi aprovado pelo governador Sérgio Loreto para não desagradar políticos de Paudalho e Nazaré. Foram muitos embates, muitas reuniões no Engenho Limeira Grande, até chegar-se à condição de município. Os emancipadores, como Odair Santana, homens valorosos que protagonizaram a independência de Carpina, entraram para a história pela maneira incansável com que lutaram para alcançar a liberdade tão desejada. A luta incessante desses homens só conseguiu atingir os seus objetivos no ano de 1928. Em justa homenagem, seus nomes ficaram perpetuados em praças, ruas e avenidas da cidade.[22]

A Vila da Floresta dos Leões foi levada à categoria de cidade pela Lei Estadual nº 1 931, de 11 de setembro de 1928, e instalada em 1º de janeiro de 1929. Desmembrada dos municípios de Paudalho e Nazaré da Mata, passou a chamar-se Floresta dos Leões. Em 1938, a localidade voltou ao nome de origem - Carpina, durante o Estado Novo, Governo de Getúlio Vargas, por sugestão do jornalista Mário Melo. A mudança de nome não agradou aos leo-florestanos.[23]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • A Lei Estadual nº 991, de 1º de julho de 1909, caracteriza as povoações que terão a categoria de cidade e a de vila, ficando, nessa última categoria, a vila de Floresta dos Leões.[24]
  • A Lei Estadual nº 1 572 de 16 de maio de 1923 constitui o município de Carpina no território conhecido como Floresta dos Leões, entre os municípios de Nazaré e Paudalho. Sua sede continuará sendo denominada Floresta dos Leões.[24]
  • Em 11 de setembro de 1928, a Lei Estadual 1 931 constitui, mais uma vez, o município, com o nome de Floresta dos Leões, formado pelos distritos de Carpina e Lagoa do Carro, cujo funcionamento iniciaria em 1º de janeiro de 1930.[24]
  • Decreto-lei estadual nº 235, de 9 de dezembro de 1938, muda a denominação do município de Floresta dos Leões para Carpina.[24]

Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Primeiro prefeito da história[editar | editar código-fonte]

O primeiro Prefeito de Carpina foi o coronel Ernesto Pompílio do Rego, do Engenho Serraria, que tomou posse no dia 15 de novembro de 1928, com o apoio do subprefeito José de Petribu.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se a uma latitude 07º51'03" sul e a uma longitude 35º15'17" oeste, estando a uma altitude de 184 metros e distante 45 km do Recife.

Possui uma área de 146,00 km². Segundo dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano 2014, Carpina tem 80 194 habitantes. Sua taxa de urbanização é de 95,60%. Tem, como densidade demográfica, 516,51 habitantes por quilômetro quadrado.

Limites[editar | editar código-fonte]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

O município de Carpina encontra-se inserido nos domínios das bacias hidrográficas dos rios Goiana e Capibaribe. Seus principais tributários são os rios Tracunhaém, Capibaribe e Itapinassu além dos riachos: Bonito, das Bestas e Flores. Os principais corpos de acumulação são os açudes Carpina (270 000 000 metros cúbicos) e Curtume. Os principais cursos d'água no município têm regime de escoamento perenizado e o padrão de drenagem é o dendrítico.

Clima[editar | editar código-fonte]

  • Tipo de clima: Tropical
  • Precipitação pluviométrica: 1 111,8 mm
  • Temperatura média anual: 24,6°C
  • Meses chuvosos: maio a agosto

Turismo[editar | editar código-fonte]

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

A Festa de Reis é a primeira grande festa do ano em Carpina, na primeira semana. Logo depois das festas de final de ano, acontecem apresentações de pastoril e bumba meu boi e feira de produtos e comidas típicas.
  • 19 de Março - São José (padroeiro da cidade). Para essa comemoração religiosa, que, geralmente, tem a duração de 9 a 13 dias, todos os dias tem-se adoração e reza-se o terço de forma reflexiva. Tem-se, também, procissões e celebrações eucarísticas, geralmente com a presença de padres das cidades circunvizinhas, do Bispo da Diocese da Cidade de Nazaré da Mata, além dos padres da Escola Salesiana Padre Rinaldi e do Pároco da Matriz de São José, onde é realizado todas as atividades religiosas em Homenagem ao Padroeiro da cidade do Carpina, São José.
Neste dia, realiza-se um desfile cívico em comemoração à emancipação da cidade, com participação de igrejas, militares e dezenas de escolas da região e mesmo de estados vizinhos, como a Paraíba.

Crescimento populacional[editar | editar código-fonte]

Segundo estimativas do IBGE, em 2010 Carpina possuía uma população de 74 858 habitantes, passando para 80 194 habitantes em 2014. Um aumento de 7,12% de pessoas em quatro anos.

Esportes[editar | editar código-fonte]

A cidade de Carpina possui um clube no Campeonato Pernambucano de Futebol, o Clube Atlético Pernambucano, que joga de mandante no Estádio Municipal de Carpina.[25] Outros clubes da cidade sãoː o Santa Cruz Futebol Clube do Carpina,[26] o Carpina Sport Club,[27] o Carpinense Esporte Clube, [28] o Korujão Clube de Carpina [29] e o GE Petribu.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010. 
  3. «Estimativa da população 2015 » População estimada » Comparação entre os municípios: Pernambuco». Estimativa Populacional - 2015. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). agosto de 2015. Consultado em 11 de dezembro de 2015. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 09 de setembro de 2013. 
  5. a b «Pernambuco » Carpina » Produto Interno Bruto dos municípios - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. de 2015.  Texto "carpina" ignorado (Ajuda); Texto "produto-interno-bruto-dos-municipios-2013 " ignorado (Ajuda)
  6. NAVARRO, E. A. Dicionário de Tupi Antigoː a Língua Indígena Clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 555, 221.
  7. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 349.
  8. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 387.
  9. Carpina. Disponível em http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/pernambuco/carpina.pdf. Acesso em 11 de junho de 2016.
  10. BUENO, Eduardo (2003). Brasil: uma história – 2ª edição Ática [S.l.] p. 447. ISBN: 9788508082131. 
  11. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  12. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  13. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  14. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  15. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  16. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  17. AMUPE. Anuário dos Municípios Pernambucanos – 2011. Recife, 2011.
  18. AMUPE. Anuário dos Municípios Pernambucanos – 2011. Recife, 2011.
  19. FIDEPE. Carpina. Recife, 1982. Monografias Municipais, 20.
  20. FIDEPE. Carpina. Recife, 1982. Monografias Municipais, 20.
  21. Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco - Carpina
  22. GALVÃO, Sebastião de V. Dicionário Corográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco. Recife: CEPE, 2006. v. 1
  23. GALVÃO, Sebastião de V. Dicionário Corográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco. Recife: CEPE, 2006. v. 1
  24. a b c d CEHM - FIAM. Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios do Interior de Pernambuco. Recife: Centro de Estudos de História Municipal, 1994.
  25. http://www.rsssfbrasil.com/tablesfq/pe2014.htm
  26. http://www.rsssfbrasil.com/tablesfq/pe1995l2.htm
  27. http://www.rsssfbrasil.com/tablesfq/pe2006l2.htm
  28. http://www.rsssfbrasil.com/tablesfq/pe2010l2.htm
  29. http://www.rsssfbrasil.com/tablesfq/pe1999l3.htm
Commons
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