Taubaté

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Município de Taubaté
"Capital Nacional da Literatura Infantil"[1]
"Capital Universitária do Vale"
Taubateskyline.JPG

Bandeira de Taubaté
Brasão de Taubaté
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 5 de dezembro de 1645 (370 anos) (elevação à vila)
Gentílico taubateano
Lema Per Aspera Pro Brasilia
(traduzido do latim, significa: "Todo sacrifício pelo Brasil")
Prefeito(a) Bernardo Ortiz Júnior (PSDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Taubaté
Localização de Taubaté em São Paulo
Taubaté está localizado em: Brasil
Taubaté
Localização de Taubaté no Brasil
23° 01' 33" S 45° 33' 31" O23° 01' 33" S 45° 33' 31" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Vale do Paraíba Paulista IBGE/2008[2]
Microrregião São José dos Campos IBGE/2008[2]
Região metropolitana Vale do Paraíba e Litoral Norte
Municípios limítrofes Monteiro Lobato, Tremembé, Pindamonhangaba, Roseira, Caçapava, Redenção da Serra, Lagoinha, São Luís do Paraitinga.
Distância até a capital 130 km[3]
Características geográficas
Área 625,003 km² [4]
População 302 331 hab. (SP: 23°) –  Estimativa IBGE/2015[4]
Densidade 483,73 hab./km²
Altitude 580 m[5]
Clima Tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,800 (SP: 22°[6] ) – muito alto PNUD/2010[7]
PIB R$ 14 988 466 mil (BR: 47º) – IBGE/2013[8]
PIB per capita R$ 50 563 09 IBGE/2013[8]
Página oficial
Prefeitura taubate.sp.gov.br
Câmara camarataubate.sp.gov.br

Taubaté é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo, localizado na região do Vale do Paraíba, a 130 km da capital do estado, São Paulo.

Tradicional município paulista, desempenhou papel importante na evolução histórica e econômica do país. No ciclo do ouro, foi núcleo irradiador de bandeirismo, descobrindo ouro em Minas Gerais, fundando diversas cidades. No Segundo Reinado, durante o surto cafeeiro do Vale do Paraíba, destacou-se como o município de maior produção na zona paulista, sediando o Convênio de Taubaté em 1906.[9] Destaca-se como cidade pioneira no Vale do Paraíba, pois foi a sua primeira vila oficial (o equivalente, hoje a município) em 1645, cabeça de comarca em 1832, cidade imperial em 1842, centro industrial em 1891 e diocese em 1906.[9]

A população de Taubaté, calculada segundo estimativa do IBGE para 1º de julho de 2015, era de 302 331 habitantes,[4] ocupando a décima posição dentre os municípios mais populosos do interior de São Paulo, sendo o 23º mais populoso município do estado. O produto interno bruto per capita do município em 2013 era de R$ 50 563,09 e PIB de 14,988 bilhões de reais.[8]

Topônimo[editar | editar código-fonte]

"Taubaté" é originário do termo tupi itáybaté, que significa "pedras altas" (itá, pedras + ybaté, altas).[10]

História[editar | editar código-fonte]

Antes de sua fundação como vila, havia no local onde hoje é parcialmente as ruas Capitão Geraldo, Coronel João Afonso, travessa São José e Largo do Chafariz,[11] uma tribo de índios guaianás denominada tabaybaté (daí o nome do município).

Até então, a colonização europeia não havia de fato chegado à região do Vale do Paraíba e havia a necessidade de demarcação de posses destes sertões pela sua donatária, a Condessa de Vimieiro, neta e herdeira de Martim Afonso de Sousa.

A partir disso, foi enviado o então bandeirante Jacques Félix e expedidas concessões oficiais a ele. No ano de 1628, recebeu concessões de terras. Em 20 de janeiro de 1636, obteve poderes de avançar pelos "Sertões do Paraíba" por meio de provisão do capitão-mor da Capitania de Itanhaém, Francisco da Rocha. Finalmente, em 13 de outubro de 1639 (provisão, capitão-mor Vasco da Mota), ordens para construção da igreja matriz, casa para o conselho, cadeia pública, arruamento, engenho de cana-de-açúcar e farinha de milho, além de concessão de terras às famílias trazidas pelo fundador.[12]

Em 5 de dezembro de 1645, por provisão do capitão-mor Antônio Barbosa de Aguiar, recebeu foral de vila (primeiro local a recebê-lo na região), com o nome de São Francisco das Chagas de Taubaté, sendo, assim, escolhido oficialmente seu padroeiro.

Foi no principal período das bandeiras, entre 1690 e 1715, que a vila alcançou relativa prosperidade com o abastecimento das bandeiras tanto vindas da Vila de São Paulo de Piratininga quanto saídas da própria Vila de Taubaté.

Tornou-se um "centro irradiador de bandeirismo". Seus filhos tiveram, como grandes feitos, a fundação de numerosas localidades, destacando-se a maioria das cidades históricas de Minas Gerais, como (Mariana, Ouro Preto, São João del-Rei, Tiradentes), além de Campinas. Deve-se também o descobrimento de ouro em Minas Gerais pelo bandeirante Antônio Rodrigues Arzão em 1693. O que proporcionou a Taubaté receber uma Casa de fundição de ouro.[13]

Passada essa época, Taubaté voltou à agropecuária de subsistência, que predominaria por aproximadamente um século, até a chegada da cultura do café, trazida do Rio de Janeiro.

A cafeicultura teve início do município na metade do século XVIII. No século XIX, mais precisamente em 1842, devido ao seu tamanho e a sua importância na região, Taubaté recebe do barão de Monte Alegre o título de cidade. A vila já havia alcançado, em 1836, a cifra de 11.833 habitantes, sendo o maior núcleo populacional do interior da província. Em 1900, a cidade alcançou a maior produção cafeeira do Vale do Paraíba.

No dia 26 de fevereiro de 1906, na gestão do presidente Rodrigues Alves, foi assinado o Convênio de Taubaté pelos presidentes dos estados (hoje, "governadores") de São Paulo (Jorge Tibiriçá Piratininga), Rio de Janeiro (Nilo Peçanha) e Minas Gerais (Francisco Antônio de Sales). O convênio tinha, como objetivo, incentivar a produção de café através do controle das plantações e dos valores das taxas para exportação e para o consumo interno.

Em 1920, a cafeicultura entrou em decadência, processo que já vinham ocorrendo desde a década de 1880. A rizicultura, beneficiada pelo Rio Paraíba do Sul, foi uma das alternativas na época.

Fatores como o fim do ciclo do café, a mão de obra barata disponível no município e a fácil comunicação com as cidades Rio de Janeiro e São Paulo levou a Taubaté a se industrializar. A Estrada de Ferro Dom Pedro II (Central do Brasil) e a Rodovia Presidente Dutra passavam pela cidade. Posteriormente, a eclosão das duas guerras mundiais e a consequente demanda de exportação do país alavancaram a produção industrial do município.

No ano de 1891, Taubaté teve uma de suas primeiras indústrias, a Companhia Taubaté Industrial, onde se fabricavam "morins" (tecidos brancos e finos de algodão), que eram vendidos para grande parte do Brasil. Até os dias atuais, alguns dos prédios que abrigaram a indústria se mantêm preservados na Praça Felix Guisard (conhecida como Praça da CTI), próxima ao Centro da cidade.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Zona rural de Taubaté

A maior parte do município (cerca de dois terços de seu território) ocupa áreas de morros e serras onde predominam rochas cristalinas (granito e gnaisses) da Idade Pré-cambriana (mais de 450 milhões de anos). Essa área se estende da Serra da Piloa para o sul e também em pequena faixa ao norte, precedendo a Serra da Mantiqueira. O restante do município, incluindo a área urbana, seus arredores e a região por onde passa o Rio Paraíba do Sul, situa-se na Bacia Sedimentar de Taubaté, com sedimentos terciários e quaternários (aluviões) da Idade Cenozoica (menos de 65 milhões de anos).[14]

  • Área Rural 534,9 km²
  • Área Urbana 91,0 km²
  • Área Total 625,9 km²
  • Densidade Demográfica 428,01 hab/km²
  • Densidade Demográfica no Perímetro Urbano 3091,60 hab/km²

Relevo[editar | editar código-fonte]

O relevo de Taubaté é relativamente plano nas direções Norte e Noroeste na Bacia Sedimentar de Taubaté, onde encontra-se seu centro urbano e acidentado nas direções Sul e Sudeste ao se aproximar da Serra do Mar, primeiramente em forma de colinas ainda em sua zona urbana e posteriormente na forma de mares de morros e serras em sua zona rural. Sendo também acidentado a extremo nordeste após a Bacia sedimentar de Taubaté já em região procedente a Serra da Mantiqueira.

Altitude: 580 metros acima do nível do mar,[5] tendo como referência seu marco zero a Catedral de São Francisco das Chagas. Atingindo em seu perímetro urbano partes baixas de 540 metros na direção noroeste proximidades do Rio Paraíba do Sul e partes altas chegando a 800 metros na direção sul. Em sua zona rural altitudes superiores a 700 metros, podendo ultrapassar na Serra de Quebra Cangalha 1200 metros no Morro do Cruzeiro e aos 1500 metros no Pico do Macuco proximidade das divisas com Roseira e Lagoinha.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Clima[editar | editar código-fonte]

Tropical de altitude, classificado como subtropical úmido (Cwa). Com verões quentes e úmidos, invernos amenos e secos.

Temperatura média compensada anual em torno 21 °C, sendo o mês mais frio, julho com temperatura média de 16 °C e o mais quente, fevereiro, com temperatura média de 24 °C. São normais as tardes abaixo de 15 °C com a entrada de massas polares no inverno e estações de transição. No dia 16 de agosto de 1999 a temperatura não passou de 13 °C durante o dia e no dia 26 de setembro de 2012 a temperatura variou entre 13 °C e 21 °C.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1977 e de 1992 a 2014, a menor temperatura registrada em Taubaté foi de 0,9 °C em 10 de julho de 1994,[15] e a maior atingiu 40,1 °C em 9 de fevereiro de 2014.[16] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 121,2 mm em 24 de novembro de 2002. Outros grandes acumulados foram 117 mm em 10 de janeiro de 1970 e 108 mm em 13 de dezembro de 1975.[17] O menor índice umidade relativa do ar foi registrado na tarde de 9 de setembro de 1997, de apenas 13%.[18]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Taubaté Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 36,7 40,1 36,2 34,2 32,6 31 32,1 35,6 37,8 38 37,4 37,5 40,1
Temperatura máxima média (°C) 30,2 30,5 29,9 27,8 25,4 24,6 24,4 26,4 27,6 27,5 28,7 29,1 27,7
Temperatura média compensada (°C) 23,3 23,5 22,9 20,8 18,1 16,7 16,4 18,2 20 20,7 21,7 22,7 20,4
Temperatura mínima média (°C) 17,7 17,8 17,8 16,1 14,2 12,9 12,6 14 15,7 16,4 16,9 17,1 15,8
Temperatura mínima absoluta (°C) 10,9 12,6 11,6 5,4 4,2 1,1 0,9 2,6 3,8 7,8 8,6 11 0,9
Precipitação (mm) 233,5 192,1 173,5 67,1 40,9 29,3 31,1 41,7 64 132,8 146,2 244,6 1 396,8
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 17 14 12 7 4 4 4 4 6 11 12 16 111
Umidade relativa compensada (%) 76,8 76,7 76,8 75,9 76,2 75,7 72,5 69,1 69,2 74 73,8 76,8 74,5
Horas de sol 170 168,2 179,5 177,3 176,1 175,6 188,9 186,2 158,8 148,8 161,5 155 2 045,9
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (normal climatológica de 1961-1990;[19] [20] [21] [22] [23] [24] [25] recordes de temperatura: 1961 a 1977 e 1992 a 2014).[15] [16]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Os dados da estimativa populacional do IBGE em 2015 afirmam que o município possuía em 1º de julho 302 331 habitantes.[4]

Histórico populacional
ano População

1836 11 833
1872 20 847
1886 19 501
1900 36 723
1920 45 445
1934 36 564
1940 40 970
1950 52 997
1960 78 744
1970 110 706
1980 169 265
1991 206 965
2000 244 165
2010 278 686
Fonte: IBGE - Censos nacionais de 1872 a 2010[26] [27]

[28] e censos provinciais de 1836 e 1886[29]

Taubaté possui em sua maioria bairros de classe média.[30] A renda populacional é de 5 a 10 salários mínimos.

O último censo do IBGE, realizado em 2010, fornece os seguintes dados sobre Taubaté:

  • População Urbana: 272 712
  • População Rural: 6 012
População por sexo
Eleitorado

No mês de julho de 2012, o Tribunal Superior Eleitoral registrava 215 151 eleitores na cidade.[32]

Etnias[editar | editar código-fonte]

O censo do ano 2010 do IBGE apresenta a seguinte composição etnográfica no município de Taubaté:

Cor/Raça Porcentagem
Branca 77,19%
Parda 18,58%
Negra 3,44%
Amarela 0,70%
Indígena 0,09%

Fonte: Censo 2010 - IBGE[33]

Religião[editar | editar código-fonte]

Igreja Santa Terezinha

Quanto à religião, a maioria da população do município é adepta do catolicismo, declarando-se católicos apostólicos romanos. Logo em seguida, em número, vêm os evangélicos de diversas orientações (pentecostais, batistas etc.). Segue o quadro com as principais denominações religiosas encontradas em Taubaté, segundo dados do censo 2010 do IBGE:

Religião Porcentagem Número
Católicos 67,04% 186.828
Evangélicos 21,67% 30.404
Sem religião 5,31% 14.787
Espíritas 2,72% 7.594
Budistas 0,23% 652
Judeus 0,05% 128
Muçulmanos 0,04% 107

Fonte: IBGE 2010 (dados obtidos por meio de pesquisa de autodeclaração).[34]

Qualidade de Vida[editar | editar código-fonte]

Taubaté foi classificado pela PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) como 21º de 645 municípios no Estado de São Paulo em termos de qualidade de vida (segurança, educação, saúde e atendimento odontológico, meios de transporte, baixo nível de poluição, esgoto canalizado e água encanada atingindo todas as casas, etc.)

Região Metropolitana[editar | editar código-fonte]

A Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVale) foi criada pela Lei Complementar 66/2011, de 9 de janeiro de 2012 e é constituída por 39 municípios divididos em 5 sub-regiões, sendo as regiões de Cruzeiro (Arapeí, Areias, Bananal, Cruzeiro, Lavrinhas, Queluz, São José do Barreiro, Silveiras), Guaratinguetá (Aparecida, Cachoeira Paulista, Canas, Cunha, Guaratinguetá, Lorena, Piquete, Potim, Roseira), São José dos Campos (Caçapava, Igaratá, Jacareí, Jambeiro, Monteiro Lobato, Paraibuna, Santa Branca, São José dos Campos), Taubaté (Campos do Jordão, Lagoinha, Natividade da Serra, Pindamonhangaba, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São Luiz do Paraitinga, Taubaté, Tremembé, Redenção da Serra), e Litoral Norte (Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Ubatuba).

Política[editar | editar código-fonte]

Executivo[editar | editar código-fonte]

Legislativo[editar | editar código-fonte]

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Com objetivo de criar relações e mecanismos protocolares, essencialmente econômicos e culturais, cidades de áreas geográficas ou políticas distintas estabelecem laços de cooperação.

Taubaté possui oficialmente a seguinte cidade-irmã:

Subdivisão[editar | editar código-fonte]

O município de Taubaté possui um único distrito: Quiririm, que é conhecida por ser colônia agrícola de imigração italiana.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Wikisource
O Wikisource contém fontes primárias relacionadas com Letra do hino de Taubaté

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino de Taubaté foi escolhido por membros da Academia Paulista de Letras, em concurso realizado em 1975. A letra é de composição de Péricles Nogueira Santos. A música é de autoria de José Bráulio de Sousa. A partitura do hino foi aprovada pela Comissão Municipal de Música em 1985.

Bandeira[editar | editar código-fonte]

A Bandeira de Taubaté foi instituída por meio da Lei Municipal nº 1.358[36] , de 14 de julho de 1972. De autoria do Sr. Emílio Amadei Beringhs, foi selecionada por uma comissão e "compõe-se de um retângulo de azul cobalto, ao qual se aplica um losango branco, cujas proporções obedecem fielmente as da Bandeira Nacional; no centro do losango, aplica-se, em suas cores naturais, o Brasão de Armas de Taubaté, criado pela Lei Municipal nº 2, de 21 de março de 1950; no campo azul, à esquerda e ao alto, uma estrela branca representa o Distrito de Quiririm".[37]

Brasão de armas[editar | editar código-fonte]

O Brasão de Taubaté traz a frase em latim: Per Aspera pro Brasilia (Todo sacrifício pelo Brasil).

Economia[editar | editar código-fonte]

  • Orçamento do município para 2013: R$ 968,16 milhões.[38]
  • IDHM: 0,800 - Brasil 40º[39]
Composição da economia (2006)[40]
Comércio e Serviços
52,75%
Indústria
46,58%
Agropecuária
0,67%

Indústria[editar | editar código-fonte]

Taubaté foi uma das primeiras cidades do país a se industrializar, o que ocorreu com a fundação da Companhia Taubaté Industrial no município, em 1891, que viria a se tornar uma das principais indústrias do ramo da tecelagem no mundo, atingindo seu ápice na década de 1950. Em 1927, instala-se no município a Companhia Fabril de Juta, que passa, em pouco tempo, a ocupar a posição de segunda indústria em geração de empregos na cidade.[41]

A partir da década de 1970, a cidade passa a atrair um grande número de indústrias, com destaque para as empresas do ramo automobilístico. As marcas Volkswagen e Ford instalam unidades de produção na cidade, bem como diversas empresas de auto peças.

É o segundo maior polo industrial e comercial de sua mesorregião, abrigando empresas como Volkswagen, Ford, LG, Alstom, Usiminas, Cameron, Embraer, (Centro de distribuição e o Centro de Serviços Integrados - CSI), entre outras. O município também abriga o Comando de Aviação do Exército.

Comércio[editar | editar código-fonte]

Taubaté é também o segundo maior polo comercial da região do Vale do Paraíba. A região central reúne boa parte dos estabelecimentos comerciais do município. Há instalados dois shopping centers, o Taubaté Shopping, inaugurado em 1989, atualmente tem 150 lojas, 4 salas de cinema, um supermercado e o Via Vale Garden Shopping inaugurado em 2012, localizado às margens da Rodovia Presidente Dutra e na confluência com a Rodovia Carvalho Pinto, que conta com 211 lojas, 6 salas de cinema e um hipermercado. Há também diversos mini-shoppings e galerias:

Lista dos centros comerciais de Taubaté:

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Taubaté é abastecida pela rede de gás natural proveniente do gasoduto Bolívia-Brasil e será a primeira do Estado e a segunda do país a implantar o projeto de distribuição de GNC (Gás Natural Comprimido) por meio de caminhões especiais, visando atender às indústrias instaladas nos distritos, distantes da atual rede de dutos. O município também está integrado à rede de fibra ótica que liga à capital.

Com uma baixa taxa de mortalidade infantil, se apresenta como umas das melhores cidades para se viver no Brasil.[42]

Metrópole do Futuro[editar | editar código-fonte]

O município de Taubaté foi apontado pela revista Veja como um dos 20 municípios brasileiros de porte médio que estão preparados para se transformarem em “metrópoles do futuro”.

A matéria foi veiculada na edição da semana no dia 30/08/2010 e é resultado da análise da situação econômica de todos os 233 municípios médios do Brasil (aqueles que possuem mais de 100 mil e menos de 500 mil habitantes).

De acordo com Veja, Taubaté “é uma prova de que pode não haver perdedores” no “conflito” entre industrialização e qualidade de vida. A revista destaca que o município possui “uma economia que se expande aceleradamente” e que, nos últimos cinco anos, “o comércio de Taubaté cresceu 75% e o setor de serviços como um todo engordou 31%”.

A Veja também destacou outros aspectos do município, como a ampliação do Taubaté Shopping, a construção de um novo shopping (Via Vale) e a rede de ensino que possui um grande número de cursos de nível superior, além de diversas escolas técnicas e particulares.[44]

Saúde[editar | editar código-fonte]

A cidade conta com vários hospitais em vários pontos da cidade. Destaque para o Hospital Regional do Vale do Paraíba (HR) e o Hospital Universitário de Taubaté.

Parque Industrial[editar | editar código-fonte]

Localizado estrategicamente às margens da Rodovia Presidente Dutra com acesso direto a Rodovia Carvalho Pinto e com fácil acesso a Rodovia Fernão Dias, o parque industrial de Taubaté está próxima de grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com os portos de São Sebastião e de Santos e com uma ampla estrutura interna.

Taubaté é considerado como o segundo maior polo industrial da Região do Vale do Paraíba e possui grandes e importantes empresas instaladas na cidade que ajudam no desenvolvimento brasileiro. Tais como Alstom, Araya, Autocom, Autoliv do Brasil, Caldsteel, Cooper Cameron do Brasil, Daruma, Feeling Structures, Villarta, Ford, LG Electronics, Mubea do Brasil, Pelzer, Plastic Omnium, Rápido Taubaté, Usiminas, Volkswagen do Brasil dentre muitas outras.

Transporte[editar | editar código-fonte]

Taubaté, no vale médio do Rio Paraíba do Sul, estado de São Paulo, tem posição geográfica excepcional, estando no eixo de circulação entre São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, centros de maior produtividade e de maior concentração populacional do país. Liga-se diretamente a Ubatuba e suas afamadas praias, a Campos do Jordão com suas decantadas montanhas e também ao sul do Estado de Minas Gerais por modernas estradas de rodagem.

A cidade possui várias linhas de ônibus interurbano que liga a cidade vizinhas como Tremembé, Pindamonhangaba, Caçapava, Redenção da Serra, Lagoinha, São Luís do Paraitinga, Monteiro Lobato, Campos do Jordão, São José dos Campos, Aparecida, Caraguatatuba e até Ubatuba. E além de interligar para vários municípios do Brasil como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador dentre muitas outras. Taubaté possui duas Rodoviárias chamadas de Rodoviária Nova e Rodoviária Velha nas quais a primeira faz o papel interurbano e enquanto a segunda é responsável pelo embarque e desembarque de ônibus destinados aos 178 bairros de Taubaté.

Atualmente, a concessão do transporte público do município está para a empresa ABC Transportes, que faz a operação de ônibus urbano levando os passageiros aos bairros do município e algumas cidades vizinhas. O município possui também o TCTAU (Transporte Complementar de Taubaté), que realiza os mesmos serviços da empresa ABC, porém com Micro-Ônibus e Ônibus menores. A cidade também possui uma rede de táxis, mototáxis e veículos de fretamento e escolares.

Frota[editar | editar código-fonte]

Em 2009, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) divulgou informações que apontam um crescimento de 62,35% da frota de veículos em circulação no município em dez anos, o que representa 131.878 veículos em circulação no período entre 1999 e o final de 2008.[45] [46] No ano de 2012 o DENATRAN aponta 167.614 veículos registrados na cidade.

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Parte do centro e Rodovia Presidente Dutra

Aeroportos[editar | editar código-fonte]

  • Aeroporto Local: Pista de 1500m. Distante 3,0 km do centro
  • Aeroclube Taubaté: Desenvolve cursos de comissário, piloto de avião, helicóptero e ultraleve, além de passeios panorâmicos pela cidade.

Ferroviário[editar | editar código-fonte]

A Estrada de Ferro Central do Brasil – Estação Taubaté, situada próxima a Rodoviária Velha, é um importante patrimônio histórico da cidade, pois é memória viva do transporte ferroviário que veio enriquecer e favorecer a região, no auge do "Ciclo do Café", bem como no "Advento Industrial" da cidade e região.

É um importante conjunto arquitetônico por suas características estruturais: mãos francesas em ferro fundido que seguram o telhado frontal da Estação e toda a caixilharia (janelas) que tem o desenho marcante da época colonial. Na época de sua construção, ainda não havia ferro no Brasil, portanto, registra uma tecnologia de ponta para a época, importada para o Brasil e, no caso especificamente para Taubaté.

A estação não era só de carga e descarga de produtos, mercadorias e matéria-prima, mas também de transporte de passageiros, que foi de grande importância para a população taubateana e para o desenvolvimento da cidade.

Educação e ciência[editar | editar código-fonte]

Reitoria da Universidade de Taubaté

Taubaté é a Capital Universitária na região do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. Tem, por excelência, um dos melhores sistemas de educação da região. Assim como os milhares de alunos que se graduam na cidade, para depois atingir patamares cada vez mais altos, como mestres e doutores, a cidade avança como polo educacional e muitos especialistas já a classificam também como a Capital da Pós-Graduação na região. Este título é resultado do grande investimento feito nesta área nos últimos anos, com novos cursos, novas instituições e, principalmente, novos alunos que chegam todos os dias de outras cidades.

A rede educacional da cidade é composta por 101 estabelecimentos de ensino fundamental, 113 unidades pré-escolares, 39 escolas de nível médio e quatro instituições de nível superior.[47] Ao total, são 72.092 matrículas e 4.052 docentes registrados.[47]

A cidade apresenta a seguinte composição em sua rede educacional:

Educação de Taubaté em números[48]
Nível Matrículas Estudantes da rede pública (%) Docentes Escolas (total) Unidades de ensino da rede pública (%) Ano de referência
Ensino pré-escolar 4.145 69,57 268 113 61,94 2008
Ensino fundamental 42.053 83,42 2.000 101 68,31 2008
Ensino médio 11.056 73,21 880 39 61,53 2008
Ensino superior (apenas matrículas em cursos de graduação presenciais) 14.838 76,28 904 4 25 2007

Foi apelidada pela comunidade local de a "Capital Universitária do Vale"[carece de fontes?], considerando-se que comporta várias instituições de ensino superior.

Dentre as instituições de ensino superior do município, a mais tradicional e maior quanto ao número de cursos e alunos é a Universidade de Taubaté, instituição pública na forma de autarquia municipal. Em suma, as IES presentes no município são:

Instituições de ensino superior[editar | editar código-fonte]

Presenciais

A Distância

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Unidades militares[editar | editar código-fonte]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Rádios[editar | editar código-fonte]

AM[editar | editar código-fonte]
FM[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

TV aberta com destaque para TV Vanguarda Taubaté localizada no bairro Alto do Cristo e TV BandVale localizada dentro do Taubaté Shopping.


TV Comunitária: TV Cidade de Taubaté

Cultura[editar | editar código-fonte]

Monteiro Lobato

Taubaté é uma das cidades mais tradicionais do interior de São Paulo, e, por ter sido durante muito tempo um centro de referência na região do Vale do Paraíba, sempre foi considerada a cidade que mais investiu em cultura na região. O fato de atualmente o município ser conhecido como a Capital Universitária do Vale é relevante para que a cidade continue tendo uma considerável produção cultural.

Terra de Monteiro Lobato[editar | editar código-fonte]

É a terra natal do escritor Monteiro Lobato, tendo recebido em 3 de março de 2011, o título de "Capital Nacional da Literatura Infantil" (Lei nº 12.388 do Congresso Nacional).[57]

Carnaval[editar | editar código-fonte]

Fazem parte do Carnaval de Taubaté as escolas de samba Boêmios da Estiva,Mocidade Alegre da Vila das Graças e Acadêmicos do Chafariz, entre outras.[58]

Museus[editar | editar código-fonte]

Museu da Imigração Italiana

A cidade abriga diversos museus destinados, principalmente, a registrar, por meio de recortes, aspectos da cultura regional e brasileira. A maioria dos museus é mantida pela Prefeitura de Taubaté, mais especificamente pela Divisão de Museus.

No total, Taubaté reúne doze museus. São Eles:[59] [60] [61]

A Divisão de Museus de Taubaté abriga também a Pinacoteca "Anderson Fabiano", a Hemeroteca Antonio Mello Júnior e a biblioteca central do município.

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Por ser uma das mais tradicionais cidades do interior de São Paulo, Taubaté possui tanto em seu centro histórico quanto no restante de seu território quantidade considerável de prédios coloniais e neo-coloniais. Destas diversas construções são tombadas, destacam-se:

  • A Capela de Nossa Senhora do Pilar, que remonta ao século XVIII e é a sede do museu de Arte Sacra; (IPHAN) e (CONDEPHAAT)
  • O Convento de Santa Clara, edificado no século XVII (1673), pertencente a Ordem Terceira de São Francisco; (CONDEPHAAT)
  • A Catedral de São Francisco das Chagas;
  • A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos homens pretos;
  • O Santuário de Santa Teresinha, estilo neogótico;
  • O Solar dos Oliveira Costa, construída em 1854; (CONDEPHAAT)
  • O Solar da Viscondessa de Tremembé, construído em meados do século XIX, que está sendo restaurado pela Universidade de Taubaté.
  • O Solar denominado Vila Santo Aleixo;
  • O edifício Félix Guisard, o prédio do relógio da Companhia Taubaté Industrial;
  • O Casarão da Família Indiani, no distrito de Quiririm;
  • A Capela de nossa Senhora Aparecida, no distrito de Quiririm;

Destacam-se também casarões sede de antigas fazendas do período áureo do café, tais como:

  • A Chácara do Visconde, construída no século XIX, foi o local de nascimento e residência de Monteiro Lobato em sua Infância e adolescência. Abriga hoje o Sítio do Pica-pau Amarelo; (IPHAN) e (CONDEPHAAT)
  • A sede da fazenda do Bomfim;
  • A sede da Fazenda Fortaleza;
  • A sede da Fazenda Cataguá;
  • A sede da Fazenda Nossa Senhora Conceição do Itaim;
  • A sede da Fazenda do Barreiro;
  • A sede da Fazenda Santa Maria;
  • A sede da Fazenda Pasto Grande; erguida provavelmente no século XVIII por Pedro Pereira de Barros, remonta ao Ciclo da Cana de açúcar e do Café; (CONDEPHAAT)
  • A sede da Fazenda do Quilombo;

Esportes[editar | editar código-fonte]

Clubes esportivos

O município de Taubaté possui agremiações esportivas que disputam competições adultas no âmbito estadual, nacional e internacional:

Competições esportivas

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. capitais brasileiras que você nem sabia da existência - Capital Nacional da Literatura Infantil Portal BOL
  2. a b "Divisão Territorial do Brasil". Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consult. 11 de outubro de 2008. 
  3. "Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista". Consult. 27 de janeiro de 2011. 
  4. a b c d "IBGE Cidades_Taubaté". IBGE. Consult. 8 de setembro de 2015. 
  5. a b "Taubaté". Cepagri_Unicamp. Consult. 16 de agosto de 2014. 
  6. http://apps.fiesp.com.br/regional/DadosSocioEconomicos/RankingIDH.aspx
  7. "Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil" (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consult. 03 de agosto de 2013. 
  8. a b c "Taubaté_Produto Interno Bruto dos Municípios 2013". IBGE. Consult. 3 de agosto de 2013.  Texto "taubate" ignorado (Ajuda); Texto "produto-interno-bruto-dos-municipios-2013" ignorado (Ajuda)
  9. a b ABREU, Maria Morgado de. Taubaté: de núcleo irradiador de bandeirismo a centro industrial e universitário do Vale do Paraíba.,2.ª edição. Aparecida: Santuário, 1991
  10. NAVARRO, E. A. Dicionário de Tupi Antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 602
  11. ABREU, Maria Morgado de; ANDRADE, Antônio de Argollo. História de Taubaté através de textos, 1.ª edição. Editora e gráfica Minerva, pag 39, Taubaté, 1996.
  12. http://www.taubate.sp.gov.br/estage/historia.html.  Falta o |titulo= (Ajuda)
  13. ABREU, Maria Morgado de; ANDRADE, Antônio de Argollo. História de Taubaté através de textos, 1.ª edição. Editora e gráfica Minerva, pag 85,86, Taubaté, 1996.
  14. ihttp://www.anuario.igeo.ufrj.br/anuario_2006_2/anuario_2006_v29_2_87_100.pdf
  15. a b "BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (°C) - Taubaté". Instituto Nacional de Meteorologia. Consult. 16 de agosto de 2014. 
  16. a b "BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (°C) - Taubaté". Instituto Nacional de Meteorologia. Consult. 16 de agosto de 2014. 
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  18. "BDMEP - Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - Taubaté". Instituto Nacional de Meteorologia. Consult. 16 de agosto de 2014. 
  19. "Temperatura Média Compensada (°C)". Instituto Nacional de Meteorologia. 1961-1990. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consult. 16 de agosto de 2014. 
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  21. "Temperatura Mínima (°C)". Instituto Nacional de Meteorologia. 1961-1990. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consult. 16 de agosto de 2014. 
  22. "Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm)". Instituto Nacional de Meteorologia. 1961-1990. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consult. 16 de agosto de 2014. 
  23. "Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias)". Instituto Nacional de Meteorologia. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consult. 16 de agosto de 2014. 
  24. "Insolação Total (horas)". Instituto Nacional de Meteorologia. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consult. 16 de agosto de 2014. 
  25. "Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%)". Instituto Nacional de Meteorologia. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consult. 16 de agosto de 2014. 
  26. "Vilas operárias de Taubaté" (PDF). 
  27. Censo IBGE 2010
  28. "IBGE - Dados gerais do município" (PDF). 
  29. Dados demográficos
  30. http://www.ibge.gov.br/munic2008/ver_tema.php?tema=t3_4&munic=355410&uf=35&nome=tauba.  Falta o |titulo= (Ajuda)
  31. a b c d e f IPEA IDHM 2010
  32. http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/regi_uf_blank.htm.  Falta o |titulo= (Ajuda)
  33. http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=3175&i=P&nome=on&qtu8=137&digt102=&qtu14=3&notarodape=on&tab=3175&sec287=0&opn8=0&opn14=0&unit=0&pov=1&opc1=1&poc2=1&OpcTipoNivt=1&opn1=0&qtu11=658&nivt=0&orc86=3&poc1=1&orp=7&qtu3=27&qtu13=47&opv=1&poc86=2&sec1=0&opc2=1&pop=1&opn2=0&opn15=0&orv=2&orc2=5&qtu2=5&opn10=0&qtu15=3&sev=1000093&opc86=1&sec2=0&opp=1&opn3=0&qtu6=5565&qtu102=14213&opn13=0&sec86=2776&sec86=2777&sec86=2778&sec86=2779&sec86=2780&orc287=6&sep=24922&orn=1&digt10=&opn11=0&qtu7=36&orc1=4&qtu1=1&opn9=0&cabec=on&opc287=1&qtu10=10282&digt11=&opn7=0&decm=99&poc287=1&pon=1&qtu9=558&opn6=3&digt6=Taubat%C3%A9&opn102=0&OpcCara=44&proc=1
  34. http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=2103&i=P&nome=on&qtu8=137&qtu14=3&notarodape=on&tab=2103&opn8=0&opn14=0&unit=0&pov=3&opc1=1&poc2=1&poc133=2&OpcTipoNivt=1&opn1=0&nivt=0&poc1=1&sec58=0&orp=7&qtu3=27&qtu13=47&opv=2&sec1=0&opc2=1&opc133=2&pop=1&opn2=0&opn15=0&orv=2&orc2=4&opc58=1&orc133=6&qtu2=5&qtu15=4&sev=1000093&sec2=0&sec133=0&opp=1&opn3=0&qtu6=5565&opn13=0&orc1=3&poc58=1&qtu1=1&opn9=0&cabec=on&orc58=5&opn7=0&decm=99&ascendente=on&sep=38558&orn=1&qtu7=36&pon=1&qtu9=558&opn6=3&digt6=Taubat%E9&OpcCara=44&proc=1
  35. http://www.yonezawa-kankou-navi.com/yonezawa-kankou-en.pdf
  36. Câmara Municipal de Taubaté (11/09/2014). "Lei nº 1358, de 14 de julho de 1972". Câmara Municipal de Taubaté. Consult. 11/09/2014. 
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  38. "Câmara de Taubaté aprova orçamento municipal de 2013". 14 de dezembro de 2012. 
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  44. "Revista Veja destaca Taubaté como “Metrópole do futuro”". site do Diário de Taubaté. Consult. 31 de julho de 2010. 
  45. Guia Taubaté (16 de maio de 2009). "Taubaté recebe aumento de veículos". 
  46. Diário de Taubaté (16 de maio de 2009). "Frota de veículos da cidade cresce mais de 62% em dez anos". Consult. 10 de maio de 2010. 
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  48. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1
  49. http://www.ites.edu.br/.  Falta o |titulo= (Ajuda)
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  52. a b http://www.fatectaubate.com.br.  Falta o |titulo= (Ajuda)
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  55. {{citar web|url=http://osite.info/facinter.br/}}
  56. Defesa aérea e naval
  57. "Lei nº 12.388, de 3 de Março de 2011". 
  58. O Vale (20 de fevereiro de 2012). "'Boêmios da Estiva' é a grande campeã do Carnaval de Taubaté". Consult. 19 de abril de 2012. 
  59. "MUSEUS". Lista dos museus do município de Taubaté. Guia Taubaté. Consult. 13 de julho de 2009. 
  60. "MUSEUS DA CIDADE DE TAUBATÉ". Prefeitura Municipal de Taubaté (PMT). 1. Consult. 13 de julho de 2009. 
  61. "Museus". Portal Visite Taubaté, da Prefeitura. Consult. 13 de julho de 2009. 
  62. "Centro de Documentação e Pesquisa Histórica - CDPH". site da Universidade de Taubaté (UNITAU). Consult. 13 de julho de 2009. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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