Franco da Rocha

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Disambig grey.svg Nota: Para o médico psiquiatra brasileiro, veja Francisco Franco da Rocha.
Município de Franco da Rocha
"Franco"
Vista da área urbana de Franco da Rocha

Vista da área urbana de Franco da Rocha
Bandeira de Franco da Rocha
Brasão de Franco da Rocha
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 30 de novembro
Fundação 30 de novembro de 1944 (73 anos)
Gentílico franco-rochense
CEP 07800-001 — 07899-999
Prefeito(a) Kiko Celeguim (PT)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Franco da Rocha
Localização de Franco da Rocha em São Paulo
Franco da Rocha está localizado em: Brasil
Franco da Rocha
Localização de Franco da Rocha no Brasil
23° 19' 19" S 46° 43' 37" O23° 19' 19" S 46° 43' 37" O
Unidade federativa São Paulo
Região
intermediária

São Paulo IBGE/2017 [1]

Região
imediata

São Paulo IBGE/2017

Região metropolitana São Paulo
Municípios limítrofes 7
Norte: Jundiaí, Campo Limpo Paulista, Francisco Morato e Atibaia
Leste: Mairiporã
Sul: Caieiras
Oeste: Cajamar
Distância até a capital 27 km[2]
Características geográficas
Área 133,931 km² [3]
População 149,502 hab. Censo IBGE/2017[4]
Densidade 1,12 hab./km²
Altitude 740 m
Clima Subtropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,731 elevado PNUD/2010 [5]
PIB R$ 1 766 276 000 mil IBGE/2010[6]
PIB per capita R$ 13 421 24 IBGE/2010[6]
Página oficial
Prefeitura http://www.francodarocha.sp.gov.br
Câmara http://www.camarafrancodarocha.sp.gov.br

Franco da Rocha é um município do estado de São Paulo, localizado na Região Metropolitana de São Paulo na microrregião de Franco da Rocha. Pertence a sub-região norte da grande São Paulo, em conformidade com a lei estadual nº 1.139, de 16 de junho de 2011[7] e, consequentemente, com o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo (PDUI)[8]. A população estimada em 2015 era de 145 750 habitantes e a área é de 133,9 km², o que resulta numa densidade demográfica de 931,9 hab/km².

História[editar | editar código-fonte]

A cidade de Franco da Rocha tem sua primeira documentação histórica datada em 1627, época em que o rei de Portugal oferecia sesmarias (que eram doações de terras com a obrigação de cultivo dentro de três anos, sob a pena de revogação) aos interessados em cultivar a área. Na época, o benefício foi concedido ao senhor Amador Bueno da Ribeira, para que cuidasse dos Campos do Juquery.

Franco até o século XIX, era uma região que servia de caminho para os bandeirantes ou todos aqueles que se dirigiam ao Estado de Minas Gerais. Nessa época, tratava-se de um lugarejo, que era conhecido pelos tropeiros, como Parada do Feijão, onde a topa que transportavam gados e mercadorias faziam suas refeições.

Onde hoje se encontra o município, nada mais eram que grandes fazendas. No ano de 1807, surgem as primeiras escrituras, como do sítio Borda da Mata, que em 1866 foi vendido para a Estrada de Ferro São Paulo Railway, juntamente a fazenda Belém e Cachoeira, onde anos depois a cidade começaria a mudar de ares, com a inauguração da estação de trens.

A estação do Juquery foi fundada em 1º de fevereiro de 1888. E nesse mesmo ano, chegou na cidade o italiano Filoteo Beneducci que tinha a intenção de descobrir ouro em grande escala no lugar, conhecido na época como Pedreira, atualmente a Quarta Colônia. Como no local não existia a quantidade esperada pelo imigrante que resolveu se dedicar à extração de pedras enviadas para a cidade de São Paulo pela Estrada de Ferro recém-inaugurada. Essa extração é tida como a primeira atividade industrial de Franco da Rocha.

Museu Osório César, parte integrante do patrimônio tombado do Juquery.

O desenvolvimento da cidade prosseguiu com um fato marcante, que mudaria para sempre a vida no município com a instalação do Hospital Psiquiátrico no Juquery. Sua construção, em uma área de 150 hectares começa em 1885, com o projeto do arquiteto Ramos de Azevedo, denominada Colônia Agrícola do Juquery, para suprir a demanda de pacientes mentais, já que os locais que atendiam os doentes mentais de todo Estado de São Paulo – Hospital de Alienados, na capital e em Sorocaba e a Chácara Ladeira do Tabatinguera não tinham mais condições de receber pacientes e o número aumentava a cada dia. Inaugurado com capacidade inicial de 800 leitos, o Hospital ocupava um terreno à margem da linha férrea, próximo à estação Juquery. Com o passar dos anos as terras da Quarta Colônia, as fazendas Cresciúma e Velha foram incorporadas ao patrimônio do Hospital. Na Quarta Colônia, aliás, foi instalada a usina elétrica do hospital, que durante anos forneceu energia também para a estação Juquery e todo o povoado.

Com o falecimento do sr. Frederico Alvarenga, em 1896, o Doutor Francisco Franco da Rocha, a serviço do Governo do Estado, foi designado para administrar o maior Hospital Psiquiátrico da Brasil e da América Latina.

A religiosidade também esteve sempre presente na cidade. No ano de 1908, foi iniciada a construção da Igreja Matriz, em louvor a Nossa Senhora da Conceição, que se tornou a Padroeira do Município.

A primeira escola primária de Franco da Rocha ficava em um local muito castigado pelas enchentes e em 1909, a escolinha Rural Masculina passou a funcionar onde hoje é a Rua Azevedo Soares e ficou sob a tutela do professor Ernesto Alves de Oliveira. Entre outras escolas tradicionais em Franco da Rocha estão o Grupo Escolar de Franco da Rocha, atual E.E. Professor Domingos Cambiaghi, homenagem ao diretor de mesmo nome. O Grupo Escolar Azevedo Soares foi inaugurado em 1950 e o Ginásio Estadual Benedito Fagundes, O BEFAMA, foi criado no dia 15 de maio de 1952.

Franco da Rocha foi elevado a distrito do município de Mairiporã, em 21 de setembro de 1934, e em 30 de novembro de 1944, Franco da Rocha tornou-se uma cidade autônoma.[9]

Origem do Nome[editar | editar código-fonte]

Por ocasião da inauguração do Hospital Psiquiátrico, idealizado pelo médico Psiquiatra Francisco Franco da Rocha o município e a estação homônimos, na época chamados de Juquery foram batizados com o nome do médico em homenagem a dedicação que o mesmo teve pelo hospital, e que ajudou a transformar o sanatório numa colônia agrícola, onde os alienados eram na sua maioria curados pelo contato com a natureza, e a fauna local, literalmente soltos. É sabido que o fundador do município não foi o médico psiquiatra, mas sim o italiano Fileteo Beneducci, pois o mesmo já tinha uma pedreira na atual Quarta Colônia, que gerou vários empregos no local e até teve um Tramway para transporte das pedras, e posteriormente convertido em bonde puxado á burro para acessar o Complexo Hospitalar do Juquery (CHJ).

Enchentes[editar | editar código-fonte]

Por ser um local banhado por vários rios, o município sempre foi conhecido por ser castigado pelas enchentes.

JANEIRO DE 2011:
Uma enchente que praticamente alagou toda a área central da cidade, em 11 de janeiro de 2011 foi causada pelo aumento da vazão da Represa Paiva Castro. Ela normalmente é de 1 m³/s, e chegou a 80 m³/s. Moradores do município não conseguiam trabalhar desde 11 de janeiro devido aos alagamentos que tomaram as ruas do Centro. Somente no dia 13 de janeiro a água começou a baixar, mas tanto prédios públicos, como a prefeitura, a delegacia, o Fórum e a Câmara Municipal, quanto estabelecimentos comerciais permaneciam fechados e cercados pela água. Não houve informações sobre mortos. Duas de três entradas para a cidade - de Mairiporã e Caieiras - ficaram inacessíveis. Foi determinado às secretarias municipais "providências a minimizar os efeitos decorrentes das chuvas". O serviço de energia elétrica foi interrompido em trechos de 10 bairros que registram pontos de alagamento. O trecho da Linha 7 - Rubi entre as estações Baltazar Fidélis e Caieiras foi interditado.[10][11][12].

MARÇO DE 2016:

No dia 11 de março de 2016, depois de uma forte chuva que caiu sobre a Região Metropolitana de São Paulo, o centro da cidade ficou alagado. A maior parte da água que alagou a cidade, veio da Represa Paiva Castro, que estava com pouco mais de 30% da capacidade no dia 10 de março, e foi para para 100% as 2:00 da manhã.[13] As 6:00 da manhã, a SABESP abriu as comportas da represa, para não se romper e causar mais danos ou mortes pela região. A circulação dos trens foi interrompida entre Perus e Jundiaí às 23h40 do dia 11 de Março, foi normalizada alguns dias depois, apenas entre Luz e Caieiras, houve restrições de tráfego entre Fco. da Rocha e Francisco Morato, devido á várias quedas de bairreira. O tráfego entre Fco. Morato e Botujuru foi seriamente prejudicado, com operação PAESE entre Morato e Campo Limpo Paulista.[14]

Subdivisão[editar | editar código-fonte]

Bairro típico no centro de Franco da Rocha (Próximo a antiga Francovel).
Bairros

  • Alameda das Araucárias
  • Aldeia Ivoturucaia
  • Alto dos Guaianases
  • Alto da Serra
  • Bairro Areias
  • Bairro Centro
  • Bairro dos Penhas (Ponto final do Lago Azul-Ortiz)
  • Bairro dos Ortiz
  • Chácaras Bom Tempo (CDHU)
  • Chácaras das Colinas
  • Chácaras do Rosário
  • Chácaras Maristela (Ibratim)
  • Chácaras Rutina Strauss
  • Chácaras São José
  • Chácaras São Luiz
  • Condomínio Villa Verde I
  • Condomínio Jardim dos Lagos I
  • Condomínio Jardim dos Lagos II
  • Companhia Fazenda Belém I
  • Companhia Fazenda Belém II
  • Complexo Hospitalar Juqueri
  • Cristal Park
  • Distrito Parque Industrial I
  • Distrito Parque Industrial II
  • Estância Green Valley (Monte Verde)
  • Estância Lago Azul I (Tonico Lenci)
  • Estância Lago Azul II (Arco-Íris)
  • Estância Paineira
  • Estância Pouso Alegre (Vila Ramos)
  • Estância Santa Cruz dos Valos
  • Estância Vargem Grande
  • Fazendas Reunidas Mato Dentro
  • Fazendas Reunidas São Roque
  • Glebas (Trevo Campo Limpo Pta.)
  • Jardim Alice
  • Jardim Alpino (Alice)
  • Jardim Benintendi
  • Jardim Cedro do Líbano
  • Jardim Cruzeiro
  • Jardim das Colinas
  • Jardim das Jabuticabeiras
  • Jardim dos Bandeirantes (Trevo Francisco Morato)
  • Jardim dos Reis (Paradinha)
  • Jardim Elba
  • Jardim Luciana
  • Jardim Luíza
  • Jardim Pinho
  • Jardim Primavera
  • Jardim Santa Filomena (Josefina)
  • Jardim Sinki
  • Jardim Progresso I ou A (Tardelli Marino)
  • Jardim Progresso II ou B (Baixo)
  • Jardim Progresso III ou C (Alto)
  • Jardim União
  • Jardim Vera Cruz (Terminal oeste/Útil Arte)
  • Olaria (Residencial interno do Complexo Juqueri)
  • Parque dos Eucaliptos
  • Parque Industrial
  • Parque Lanel
  • Parque Monte Verde
  • Parque Montreal I (Antigo/Alto)
  • Parque Montreal II (Novo/Baixo - Ponto final do 160)
  • Parque Munhoz
  • Parque Paulista
  • Parque Santa Delfa
  • Parque São Luís
  • Parque Vitória I (Estrada da divisa)
  • Parque Vitória II (Cemitério e Av. Giovanni Rinaldi)
  • Parque Vitória III (Ponto final)
  • Parque Vitória IV (Pretória)
  • Pólo Industrial
  • Portal das Alamedas
  • Pouso Alegre
  • Quarta Colônia (Estância Vargem Grande "de baixo" - Divisa SP-23)
  • Recanto da Lapa
  • Residencial Flamboyant
  • Residencial Pedro II
  • Residencial Santo Antônio (Paradinha)
  • Sítio Atibainha ou Sítio Divisa
  • Sítio Borda da Mata
  • Sítio Marilene
  • Sítio Rosemeire
  • Vila Alves
  • Vila Amália
  • Vila Aparecida
  • Vila Artur Sestini
  • Vila Barbosa
  • Vila Bazú
  • Vila Bela (Estação Baltazar Fidélis)
  • Vila Belmiro
  • Vila Cariri
  • Vila Carmela de Tulio
  • Vila dos Comerciários (Vl Elisa)
  • Vila dos Ortiz (Lago Azul)
  • Vila Elisa
  • Vila Francisco de Tulio
  • Vila Guarani
  • Vila Humbelina
  • Vila Ida (Paradinha)
  • Vila Irma
  • Vila José Palma
  • Vila Josefina
  • Vila João De Tullio
  • Vila Lanfranchi
  • Vila Lemar
  • Vila Leópolis
  • Vila Machado
  • Vila Maggi
  • Vila Margarida
  • Vila Martinho
  • Vila Nita
  • Vila Olinda
  • Vila Palmares
  • Vila Pariz
  • Vila Ramos
  • Vila Rodrigues
  • Vila Rosa
  • Vila Rosalina
  • Vila Santa Rosa
  • Vila Santista
  • Vila São Benedito
  • Vila Sônia
  • Vila Zanela
Fonte: CRECI-SP.

Política Municipal[editar | editar código-fonte]

Câmara Municipal
Nome início do mandato fim do mandato Observações
1 Benedito Fagundes Marques 1 de janeiro de 1945 22 de novembro de 1945 primeiro mandato
2 Cevero Oliveira Morais 23 de novembro de 1945 15 de dezembro de 1945 primeiro mandato
Cevero Oliveira Morais 24 de março de 1947 15 de abril de 1947 segundo mandato
3 João Victor Júnior 1 de janeiro de 1948 31 de dezembro de 1951 primeiro prefeito eleito
4 Bernardino Pereira Mauro 1 de janeiro de 1952 31 de dezembro de 1955 único mandato
5 José Alves Ferreira Filho 1 de janeiro de 1956 31 de dezembro de 1959 primeiro mandato
6 Pedro Lélis de Sousa 1 de janeiro de 1960 31 de dezembro de 1963 único mandato
José Alves Ferreira Filho 1 de janeiro de 1964 26 de março de 1965 segundo mandato
7 Emílio Hernandez Aguilar 26 de março de 1965 31 de janeiro de 1969 primeiro mandato
8 Donald Savazoni 1 de fevereiro de 1969 31 de janeiro de 1973 primeiro mandato
9 Ângelo Celeguim 1 de fevereiro de 1973 31 de janeiro de 1977 único mandato
Donald Savazoni 1 de fevereiro de 1977 25 de abril de 1980 segundo mandato
10 Oscar de Almeida Nunes 26 de abril de 1980 31 de janeiro de 1983 primeiro mandato
Emílio Hernandez Aguilar 1 de fevereiro de 1983 31 de dezembro de 1988 segundo mandato
Oscar de Almeida Nunes 1 de janeiro de 1989 31 de dezembro de 1992 segundo mandato
11 Mário Maurici de Lima Morais (PT) 1 de janeiro de 1993 31 de dezembro de 1996 único mandato
12 José Benedito Hernandez (PTB) 1 de janeiro de 1997 29 de fevereiro de 2000 único mandato
13 Roberto Seixas (PTB) 29 de fevereiro de 2000 31 de dezembro de 2000 vice-prefeito nomeado a prefeito
Roberto Seixas (PTB) 1 de janeiro de 2001 31 de dezembro de 2004 reeleito com: 20.295 votos
14 Marcio Cecchettini (PSDB) 1 de janeiro de 2005 31 de dezembro de 2008 eleito com: 22.398 votos
Marcio Cecchettini (PSDB) 1 de janeiro de 2009 31 de dezembro de 2012 reeleito com: 42.448 votos
15 Kiko Celeguim (PT) 1 de janeiro de 2013 31 de dezembro de 2016 eleito com: 33.598 votos
Kiko Celeguim (PT) 1 de janeiro de 2017 reeleito com: 46.652 votos, maior votação da história da cidade

Geografia[editar | editar código-fonte]

Vista da área urbana de Franco da Rocha em região bem próxima a área central.
Reservatório Paulo de Paiva Castro, entre Mairiporã e Franco da Rocha.

O clima é temperado e inverno seco. O solo é ácido, erodido em sua maior parte, exceto região de aluviações no Rio-Abaixo e Mato Dentro.

Hidrografia
  • Rio Juquery
  • Reservatório Juquery
  • Ribeirão Euzébio
  • Ribeirão Borda da Mata
  • Ribeirão Itaim
  • Tanque Velho
  • Cristais
  • Santa Inês
  • Córrego da 3º Colônia

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Escola Superior de Bombeiros, a maior da América Latina.
Biblioteca Municipal

Existe pelo menos um escola técnica em Franco da Rocha: Escola Técnica Estadual Doutor Emílio Hernadez Aguilar.

Transportes[editar | editar código-fonte]

Viaduto Pref. Donald Savazoni (conhecido como pontilhão) que serve de conexão viária entre os dois lados da cidade separados pela linha férrea e liga a SP-023 com a SP-332.
Movimentação no centro da cidade.

Franco da Rocha é servida por trens da CPTM com as estações Franco da Rocha e Baltazar Fidélis, ambas na Linha 7 - Rubi da CPTM. Franco da Rocha é atendida pela viação Cidade de Caieiras, sob o nome fantasia de "Nossa Cidade" com linhas urbanas e rurais atendendo vários bairros. e pelo Consórcio Anhanguera através de linhas intermunicipais para seis municípios da Região Metropolitana de São Paulo, Caieiras, Cajamar - inclui-se o Distrito de Jordanésia, Francisco Morato, Mairiporã e São Paulo) fiscalizadas pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) e linhas com destinos para três municípios fora da RMSP por linhas intermunicipais fiscalizadas pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP).

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

Esporte[editar | editar código-fonte]

Centros poliesportivos
  • Paulo Rogerio Seixas
  • CSU (Centro Social Urbano)
  • CIE - Centro de Iniciação ao Esporte
  • Quadra do Cruzeiro
  • Parque Municipal Benedito Bueno de Morais (Pista de Atletismo, Ciclovia, Skate, Quadra Poliesportiva)
Futebol
  • Sport Club Corinthians de Franco da Rocha
  • Clube Atlético Expedicionários
  • Esporte Clube Flamengo
  • Campo de futebol do Parque Municipal
  • Grêmio Desportivo Garoa (Futsal)
Skate
  • PV Plaza
  • Pista d Skate do Parque Municipal
Áreas de Lazer
  • Parque Municipal Benedito Bueno de Morais

Municípios limítrofes[editar | editar código-fonte]

Seus limites são Jundiaí, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista (minimamente) a noroeste, Francisco Morato a norte, Atibaia (minimamente) a nordeste, Mairiporã a leste, Caieiras a sul, e Cajamar a oeste.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «O recorte das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias de 2017» (PDF). Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2017. p. 20–34. Consultado em 10 de agosto de 2017. 
  2. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 28 de janeiro de 2011. 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  4. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013. 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  7. «Lei Complementar nº 1.139, de 16 de junho de 2011». Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  8. «Região Metropolitana de São Paulo». Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo. Consultado em 1 de fevereiro de 2017.. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2017 
  9. TI, Diretoria de Gestão em. «Prefeitura Municipal de Franco da Rocha». www.francodarocha.sp.gov.br. Consultado em 24 de fevereiro de 2018. 
  10. Priscila Trindade (12 de janeiro de 2011). «Chuva isola Franco da Rocha, na Grande São Paulo». São Paulo: O Estadão 
  11. «Trecho da CPTM em Franco da Rocha continua interditado pelas chuvas» 
  12. «Com Franco da Rocha alagada, moradores não conseguem trabalhar». G1. 13 de janeiro de 2011 
  13. Gomes, Rodrigo (15 de março de 2016). «MP apura responsabilidade da Sabesp por danos de enchentes em Franco da Rocha». RBA - Rede Brasil Atual 
  14. «Após chuvas, trens circulam com velocidade reduzida na Linha 7-Rubi». G1. 14 de março de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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