Companhia Paulista de Trens Metropolitanos

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Companhia Paulista de Trens Metropolitanos
CPTM (Logo).svg
Trem Linha Coral CPTM.jpg
TUE Série 8500 operando na Linha 11-Coral, com comunicação visual da CPTM.
Informações
Local Macrometrópole de São Paulo
Tipo de transporte Trem metropolitano
Número de linhas 5
Número de estações 56
Tráfego 3,221 milhões (2018)[1]
Tráfego anual 863,3 milhões (2018)[2]
Website www.cptm.sp.gov.br
Funcionamento
Início de funcionamento 28 de maio de 1992 (29 anos)
Operadora(s) CPTM
Dados técnicos
Extensão do sistema 196 km
Bitola 1 600 mm (5 ft 3 in)
Eletrificação 3 000 V DC catenária
Velocidade média 60 km/h
Velocidade máxima 90 km/h
Mapa da Rede

Rede CPTM.jpg

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) é uma sociedade de economia mista operadora de transporte ferroviário vinculada à Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo. Criada pela lei nº 7 861[3] de 28 de maio de 1992, a partir de ferrovias já existentes na Região Metropolitana de São Paulo.

A CPTM possui atualmente 57 estações ativas em cinco linhas, que totalizam 196 km na sua malha ferroviária.[4] Este sistema faz parte do Trem Metropolitano de São Paulo. Cada uma das linhas tem uma de suas extremidades localizada no município de São Paulo. A outra extremidade (incluindo extensões operacionais) fica localizada em outro município da Região Metropolitana, exceto a Linha 7 que ultrapassa os limites territoriais da Região, atendendo a Aglomeração Urbana de Jundiaí.

História[editar | editar código-fonte]

Criação da CPTM[editar | editar código-fonte]

A CPTM teve sua criação em 28 de maio de 1992, pelo Governo do Estado de São Paulo (Lei nº 7.861), sendo que a nova Companhia deveria assumir os sistemas de trens da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) em substituição à CBTU (Superintendência de Trens Urbanos de São Paulo (STU/SP)) e à FEPASA DRM, de forma a assegurar a continuidade e melhoria dos serviços. O efetivo controle do sistema pertencente a CBTU, ocorreu somente no ano de 1994. Já as linhas da FEPASA foram incorporadas à CPTM em 1996 para que se iniciasse a privatização da malha da FEPASA e permanecesse os serviços de transporte metropolitano de passageiros sob controle do estado.

No início da gestão da CPTM, a ocorrência frequente de panes, assédio contra mulheres, comércio ambulante, greves, entre outros,[5] levaria parte dos passageiros dos trens a causarem uma série de depredações em trens e estações entre 30 de setembro e 16 de outubro de 1996, causando a interrupção dos serviços da então Linha A, por seis meses.[6] Por ter uma malha ferroviária tão extensa e degradada, a CPTM começou a modernizar seus sistemas, investindo 1,5 bilhão de dólares na rede entre 1995 e 2004.[7]

Expansão e modernização[editar | editar código-fonte]

Em 1998, foram iniciadas pela CPTM as obras civis básicas da então chamada Linha G, que havia sido planejada há anos pela Fepasa como Ramal do Campo Limpo. O trecho entre Largo Treze e Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, envolveu a aplicação de 7 km de vias elevadas, 1 km de vias superficiais e 850 metros subterrâneos, além da construção de um pátio para manutenção e manobras em Capão Redondo. Porém, o trecho foi repassado em 2001 ao Metrô em troca do Expresso Leste, construído pela Companhia do Metropolitano. O ramal da zona sul seria posteriormente renomeado para Linha 5 do Metrô de São Paulo.[8]

Em novembro de 2006, foi inaugurado em uma área contígua à Estação Brás, o prédio do CCO (Centro de Controle Operacional) da CPTM, que além dos trens metropolitanos, também gerencia a circulação dos trens de carga nos trechos em que compartilham as vias com os de passageiros. O CCO passou a ser responsável pela operação das então seis linhas da CPTM (7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira), que anteriormente eram comandadas de pontos distintos. Os painéis na Estação Brás continham somente o controle das linhas 11-Coral e 12-Safira. Já os controles das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa eram feitos no CTC (Centro de Tráfego e Controle), na Luz. E por fim, as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda que eram controladas pelo CCO de Presidente Altino, em Osasco.[9]

Desde o ano de 2007, a companhia vem passando por um profundo processo de modernização que visa retirar de circulação todas as frotas antigas, afim de oferecer frotas novas capazes de rodar em qualquer linha conforme a necessidade e com o que há de mais moderno em tecnologia ferroviária, aumentando também sua quantidade de trens e diminuindo intervalos.[10]

Para promover "a uniformização da comunicação visual dos dois sistemas e para facilitar a locomoção e a localização dos usuários e de turistas" o Governo do Estado alterou, em março de 2008, a nomenclatura das linhas pertencentes à CPTM, integrando-as à nomenclatura utilizada pelo Metrô de São Paulo. Foi atribuído a cada linha um número (a começar do número 7, somando-se às linhas outras seis linhas do Metrô já em operação, em construção ou em projeto) e o nome de uma pedra preciosa.[11]

Em dezembro de 2013, a CPTM iniciou as obras do projeto do Trem de Guarulhos, renomeado para Linha 13–Jade. A fase I foi definida com 12,2 quilômetros de extensão e três estações (Engenheiro Goulart, Guarulhos CECAP e Aeroporto–Guarulhos), sendo parte do trajeto feita em superfície (4,3 km) e outra em elevado (7,9 km).[12] Em 31 de março de 2018, após pouco mais de quatro anos de construção, a primeira fase da linha foi inaugurada, sendo a primeira linha totalmente construída e operada pela CPTM.[13]

Atualmente são transportados pelas suas 7 linhas, que cortam 23 municípios, cerca de 2,7 milhão de usuários por dia, atingindo um recorde de mais de 3 milhões de passageiros em novembro de 2013.[14]

Concessão de linhas[editar | editar código-fonte]

Movimento anual de passageiros (em milhões)
Fontes: CBTU[15] CPTM[16][17][18][19]

(a) CBTU+FEPASA

(b) Recorde de pass. transportados


A primeira tentativa oficial de concessão das linhas da CPTM para a iniciativa privada ocorreu em 1999 ainda no governo Covas, quando foi anunciada a intenção de privatização das linhas da CPTM até 2001, com a estatal mantendo apenas o trecho Barra Funda-Brás.[20]

Em abril de 2001 o governo Alckmin previu a concessão de quatro das seis linhas (Linhas A, B, D e F) e a fusão da CPTM com a Cia do Metropolitano, que passaria a operar as linhas C e E.[21] Apesar da proposta de concessão, o governo do estado garantia o aporte de investimentos na recuperação da malha ferroviária concedida.[22]

O projeto acabou arquivado. A próxima proposta de concessão das linhas partiu da empresa Triunfo Participações e Investimentos S/A. que publicou uma Manifestação de Interesse Privado (MIP) na concessão das Linhas 8 e 9 da CPTM.[23]

A proposta da Triunfo serviu de base para a elaboração do edital de concessão das Linhas 8 e 9 promovido pelo governo Dória. Apesar das expectativas de participação de várias empresas nacionais e estrangeiras (a Triunfo, autora da MIP entrou em recuperação judicial-alegando ser um dos efeitos da Operação Lava Jato e desistiu de participar[24]), foram apresentadas as seguintes propostas:[25]

  • ViaMobilidade Linhas 8 e 9 (CCR e RuasInvest) – outorga de R$ 980.000.000,00
  • Mobitrens (Comporte, Líder Consben e CAF) – outorga de R$ 787.737.800,00
  • Integração (Iberica Holding e Metra Sistemas de Transportes) – outorga de R$ 519.500.000,00
  • Itapemirim e Encalso Mobility Rail (Itapemirim e Encalso Construções) – outorga de R$ 400.000.000,00

Após a análise do estado, a proposta da CCR foi declarada vencedora em 20 de abril de 2021, com outorga de 890 milhões de reais. O contrato de concessão das Linhas 8 e 9 foi assinado em 30 de junho de 2021, com previsão da concessionária assumir as linhas em janeiro de 2022.[26]

O consórcio ViaMobilidade Linhas 8 e 9 assumiu a operação das linhas 8 e 9 no dia 27 de janeiro de 2022.[27]

Sistema[editar | editar código-fonte]

Tabela[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Nomenclatura das linhas da CPTM
Mapa da rede da CPTM.
Linha [28] Terminais Comprimento (km) Estações Observações
7
Rubi
JundiaíBrás 41,212 15 Antiga Linha A - Marrom / Antigo Trecho da Linha Noroeste-Sudeste da CBTU.

A baldeação em Francisco Morato foi extinta oficialmente pela Companhia no dia 19/09/2020.[29] A baldeação na estação Brás foi totalmente extinta no dia 04/05/2021 com a linha operando unificada pelo Serviço 710 com a 10–Turquesa.[30]

10
Turquesa
BrásRio Grande da Serra 34,960 13 Possui serviços expressos. Veja segundo quadro abaixo. Antiga Linha D - Bege / Antigo Trecho da Linha Noroeste-Sudeste da CBTU.

A baldeação na estação Brás foi totalmente extinta no dia 04/05/2021 com a linha operando unificada pelo Serviço 710 com a 7–Rubi.[30]

11
Coral
LuzEstudantes 50,641 16 Antiga Linha E - Laranja / Antiga Linha Tronco da CBTU.
A baldeação em Guaianases foi extinta oficialmente pela Companhia no dia 09/04/2019.[31]
12
Safira
BrásCalmon Viana 38,822 13 Antiga Linha F - Violeta / Antiga Linha Variante da CBTU.
13
Jade
Engenheiro GoulartAeroporto–Guarulhos 12,200 3 Possui serviços expressos. Veja segundo quadro abaixo.
Serviços Expressos e Auxiliares
Linha Terminais Comprimento (km) Estações
710 [32] JundiaíRio Grande da Serra 101,712 32
10
Turquesa
(Expresso Linha 10/
Expresso Educação Linha 10)
TamanduateíPrefeito Celso Daniel–Santo André 9,278 3
10
Turquesa
(Expresso Linha 10+)
LuzPrefeito Celso Daniel–Santo André 17,704 5
13
Jade
(Expresso Aeroporto)
LuzAeroporto–Guarulhos 27,449 5

Municípios abrangidos[editar | editar código-fonte]

Interior de uma composição da CPTM

A rede da CPTM passa por 18 municípios. Todas as 5 linhas passam pelo município de São Paulo; Poá é servido por duas linhas e os outros 16 municípios são servidos por apenas uma linha cada.

Trem Intra Metropolitano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Trem Intra Metropolitano

A CPTM operou um trem urbano na Baixada Santista chamado Trem Intra-Metropolitano (TIM) entre os anos de 1996 e 1999, que ligava os municípios de São Vicente e Santos. Em 2017 foi inaugurado o sistema VLT da Baixada Santista pela EMTU que substituiu o TIM, fazendo um trajeto similar ao anterior.[33]

Frota[editar | editar código-fonte]

A frota da CPTM conta com trens de nove séries diferentes.[34][35] e outras recém entregues.[36][37][38]

Obras e projetos[editar | editar código-fonte]

Evolução dos investimentos anuais (em milhões)
Fontes:CPTM[19]

(a) Recorde de investimentos


A CPTM herdou linhas que no passado foram fundamentais para o desenvolvimento social e econômico do Estado de São Paulo, e que hoje são essenciais para a mobilidade na Grande São Paulo. Estações construídas no século XIX e que nunca foram reformadas, trens antigos e deteriorados, atrasos e falta de segurança nas estações e outros problemas como as invasões da faixa de domínio da empresa, foram alguns dos principais problemas encontrados depois da transferência feita entre o Governo Federal (CBTU) e o Governo do Estado de São Paulo (FEPASA DRM).

Hoje os problemas citados estão sendo contornados, com os investimentos feitos desde 1994. Contudo ainda restam muitos problemas no campo estrutural da empresa compreendendo estações e o headway.

Linha Terminais Comprimento (km) Estações Funcionamento Observações
9
Esmeralda
Bruno Covas/Mendes–Vila Natal ↔ Varginha[39] 2,3 1 --- Em construção[40]
12
Safira
Calmon VianaSuzano 2,6 1 --- Em projeto[41]

Expresso Turístico[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Expresso Turístico

O Expresso Turístico é um serviço ferroviário inaugurado pela CPTM em 18 de abril de 2009, com o objetivo de integrar pontos de interesse turístico localizados ao longo da malha ferroviária paulista, criando uma nova opção de turismo para a Região Metropolitana de São Paulo.[42] Atualmente, presta serviços aos finais de semana variando entre os destinos: Jundiaí, Mogi das Cruzes e Paranapiacaba,[43] sendo o único trem de passageiros a chegar a essa última vila de Santo André.[44]

Trem Intercidades[editar | editar código-fonte]

O Trem Intercidades é um projeto da CPTM que prevê novas linhas de trens regionais ligando a cidade de São Paulo a Jundiaí, Campinas, Piracicaba, Americana, Sorocaba, São José dos Campos e Santos.[45][46]

Passageiros transportados[editar | editar código-fonte]

A CPTM assumiu as linhas metropolitanas da CBTU em São Paulo no dia 1 de junho de 1994 e as da Fepasa em fevereiro de 1996.[47][48] Entre 1994 e 2020 foram transportados:[49][50][51]

Ano Passageiros Ano Passageiros
1994 84 570 442
(jun-dez)
2008 541 100 000
1995 149 095 719 2009 586 300 000
1996 253 831 000 2010 642 000 000
1997 272 232 000 2011 700 200 000
1998 219 081 000 2012 764 200 000
1999 204 562 000 2013 795 400 000
2000 207 708 000 2014 832 900 000
2001 262 496 000 2015 831 400 000
2002 271 709 000 2016 819 500 000
2003 277 905 000 2017 827 700 000
2004 368 800 000 2018 863 300 000
2005 389 600 000 2019 867 700 000
2006 430 200 000 2020 414 557 930[52]
2007 465 700 000 Total 13 343 748 091

Diretores presidentes[editar | editar código-fonte]

Nome Data Início Data Término Secretário de Transportes Governador
Oliver Hossepian Sales de Lima 1992 1994 Aloysio Nunes/Fernando Augusto Cunha Luiz Antônio Fleury Filho
Frederico Bussinger[53] 1994 1994 Jorge Fagalli Neto
José Roberto Medeiros da Rosa[54] 1995 1998 Claudio de Senna Frederico Mário Covas/

Geraldo Alckmin

Oliver Hossepian Sales de Lima[55] 1998 2002 Claudio de Senna Frederico (até 2001)/

Jurandir Fernando Ribeiro Fernandes

Mário Manoel Rodrigues Seabra Bandeira 2003 2006 Jurandir Fernando Ribeiro Fernandes Geraldo Alckmin/

Cláudio Lembo

Álvaro Armond[56] 2007 2008 José Luiz Portella Pereira José Serra/

Alberto Goldman[57]

Sérgio Henrique Passos Avelleda[58] 2009 2010
Mário Manuel Rodrigues Seabra Bandeira[59] 2010 2014 Jurandir Fernando Ribeiro Fernandes Geraldo Alckmin/

Márcio França

Paulo de Magalhães Bento Gonçalves[60] 2015 2018 Clodoaldo Pelissioni
Pedro Tegon Moro[61] 2019 Atualmente Alexandre Baldy/Paulo Galli[62] João Doria/

Rodrigo Garcia

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Agressão de jornalistas[editar | editar código-fonte]

Em 6 de novembro de 2018, os repórteres da TV Globo Cinthia Toledo e o repórter cinematográfico Luiz Fernando Castiglioni colhiam depoimentos de usuários dos transportes da CPTM que se sentia prejudicados pela falha em um dos trens da Linha 7-Rubi, quando agentes de segurança entraram em ação para impedir seu trabalho.[63][64]

Foram três seguranças, além do chefe da estação Perus, zona norte da capital paulista. Eles alegaram que equipe não estava autorizada a gravar no local. Com violência, os seguranças recolheram os equipamentos e ameaçaram quebrar a câmera, quando perceberam que ainda estavam sendo gravados. A devolução do equipamento só foi feita após a assessoria de imprensa da CPTM contatar o funcionário responsável pelas agressões.[63]

Informando a TV Globo, o gerente responsável da CPTM, Sérgio de Carvalho disse que os seguranças e o servidores envolvidos haviam sido afastados.

"Não há nenhuma orientação da CPTM para restringir o acesso de qualquer veículo que queira fazer uma matéria dentro da CPTM"[63]

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) divulgou uma nota:

"A Abraji repudia a agressão e a ameaça a Cinthia Toledo e a Luiz Fernando Castiglioni. A violência contra jornalistas em função do exercício da profissão atenta contra o direito à informação. A Abraji espera que de fato os autores sejam responsabilizados, e que a CPTM se encarregue de orientar a eles e aos demais funcionários quanto ao tratamento dispensado a jornalistas."[63]
— Abraji

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. imprensaoficial.com.br. «RELATÓRIO INTEGRADO DA ADMINISTRAÇÃO 2018» (PDF). 8 de março de 2019. Consultado em 18 de novembro de 2019 
  2. imprensaoficial.com.br. «RELATÓRIO INTEGRADO DA ADMINISTRAÇÃO 2018» (PDF). 8 de março de 2019. Consultado em 18 de novembro de 2019 
  3. «Lei Nº 7.861». Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 2 de junho de 2011. Arquivado do original em 1 de novembro de 2011 
  4. «A Companhia». CPTM. Consultado em 30 de janeiro de 2022 
  5. Suzy Gasparini (7 de maio de 1995). «Superlotação ameaça vida de usuário do trem urbano». Folha de S. Paulo, Ano, Edição nº Caderno Folha ABCD, páginas 1 e 
  6. Fabio Schivartche/Otavio Cabral (15 de outubro de 1996). «Depredação suspende trens por 4 meses». Folha de S. Paulo, ano 76, edição nº 24667 Caderno São Paulo , página 1. Consultado em 10 de fevereiro de 2013 
  7. [ligação inativa] «Sobre a CPTM». CPTM. Arquivado do original em 2 de outubro de 2007 
  8. «Trem da Frota F da Linha 5 aparece com pintura da ViaMobilidade». Metrô CPTM. 29 de janeiro de 2019. Consultado em 22 de julho de 2021 
  9. «Governador inaugura novo Centro de Controle Operacional da CPTM». Governo do Estado de São Paulo. 27 de novembro de 2006. Consultado em 22 de julho de 2021 
  10. Eurico Baptista Ribeiro Filho e Márcio Machado (2013). «Renovação da frota de trens eleva padrão de conforto» (PDF) 613 ed. Brasil Engenharia: 87. Consultado em 13 de julho de 2014 
  11. «Linhas da CPTM ganham novos nomes». Governo do Estado de São Paulo. 3 de abril de 2008. Consultado em 26 de junho de 2018 
  12. «Apresentação de audiência pública para linha 13 Jade» (PDF). cptm.sp.gov.br. Consultado em 3 de agosto de 2013. Arquivado do original (PDF) em 12 de maio de 2013 
  13. «CPTM completa 25 anos: Um trem rumo à Cumbica». Revista Engenharia, Ano 74, nº 634. Julho–agosto de 2017 
  14. «CPTM bate recorde de passageiros transportados». UOL. Consultado em 31 de dezembro de 2013 
  15. CBTU (1993). «Superintendência de Trens Urbanos de São Paulo» (PDF). Relatório Anual 1992, página 24. Consultado em 3 de março de 2019 
  16. FAGUNDES, Homero Gottberg (1998). «A remodelação das linhas B e C da CPTM» (PDF). Revista dos Transportes Públicos - ANTP - Ano 20, página 93. Consultado em 3 de março de 2019 
  17. CPTM (11 de abril de 2003). «RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO 2002» (PDF). Diário Oficial do estado de São Paulo, Ano edição, página 3. Consultado em 3 de março de 2019 
  18. CPTM (2018). «RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO 2017» (PDF). Portal CPTM. Consultado em 3 de março de 2019 
  19. a b Companhia do Metropolitano de São Paulo (23 de março de 2019). «RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2018» (PDF). Diário Oficial do estado de São Paulo, Volume 129, Número 55, Caderno Empresarial, Página 2. Consultado em 24 de março de 2019 
  20. «Governo de SP anuncia privatização da CPTM». Diário do Grande ABC. 21 de outubro de 1999. Consultado em 1 de agosto de 2021 
  21. Alencar Izidoro (20 de abril de 2001). «Estado vai fundir Metrô e CPTM em 2002». Folha de S.Paulo, ano 81, edição 26315, Caderno Cotidiano, página C7. Consultado em 1 de agosto de 2021 
  22. Alencar Izidoro (23 de abril de 2001). «Governo de SP garante investier mesmo após concessão». Folha de S.Paulo, ano 81, edição 26318, Caderno Cotidiano, página C10. Consultado em 1 de agosto de 2021 
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  24. Lucas Amorim e Natália Flach (26 de junho de 2019). «Construtora Triunfo entra com pedido de recuperação judicial». Exame. Consultado em 1 de agosto de 2021 
  25. Ricardo Méier (20 de abril de 2021). «Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda são arrematadas pela CCR e RuasInvest, do consórcio ViaMobilidade». Metrô CPTM. Consultado em 1 de agosto de 2021 
  26. Ricardo Méier (1 de julho de 2021). «Concessão das linhas 8 e 9 da CPTM teve contrato assinado nesta quarta-feira, 30». Metrô CPTM. Consultado em 1 de agosto de 2021 
  27. Phelipe Guedes (26 de janeiro de 2022). «Após concessão, ViaMobilidade assume nesta quinta-feira gestão das linhas 8 e 9 da CPTM». G1. Consultado em 30 de janeiro de 2022 
  28. «Linhas CPTM». Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Consultado em 8 de maio de 2021 
  29. CPTM elimina baldeação em Francisco Morato - G1 São Paulo - Vídeos - Catálogo de Vídeos, consultado em 18 de setembro de 2020 
  30. a b «CPTM lança "Serviço 710" com trens indo de Jundiaí a Rio Grande da Serra». p. Metrô CPTM. Consultado em 30 de abril de 2021 
  31. «Expresso Leste-Mogi completa 1 mês nesta quinta | CPTM». www.cptm.sp.gov.br. Consultado em 19 de novembro de 2019 
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  35. Ricardo Meier (5 de junho de 2017). «Novo trem coreano da CPTM está prestes a estrear na Linha 7». Metrô CPTM. Consultado em 11 de março de 2018 
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  37. «Entrega e Operação dos Trens» (PDF). CPTM. Consultado em 26 de julho de 2018. Arquivado do original (PDF) em 2 de julho de 2018 
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