Linha 15 do Metrô de São Paulo

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A Linha 15 - Prata do Metropolitano de São Paulo é uma linha de monotrilho em construção. Será a 6ª Linha do Metrô de São Paulo com 24,6 km de extensão e 17 estações, ligará os distritos de Vila Prudente e Cidade Tiradentes, através dos bairros de Parque São Lucas, Sapopemba,São Mateus, Iguatemi, entre outros. Com custo total de R$ 2,46 bilhões[1] , atenderá uma demanda estimada em 550 mil passageiros por dia e integrará os Terminais de ônibus de Vila Prudente, Sapopemba, São Mateus e Cidade Tiradentes.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Vista área da Cidade Tiradentes, com destaque para os conjuntos habitacionais implantados pela Cohab, BNH e CDHU. Com cerca de 40 mil unidades, abriga o maior complexo de conjuntos habitacionais da América Latina.[3]
Estação Corinthians-Itaquera da Linha 3 – Vermelha. A superlotação da Linha 3 Vermelha é tão grande que o número de passageiros que embarcam diáriamente nas estações da Zona Leste é equivalente ao da população de Ribeirão Preto.[4]

Essa região começou a ser povoada no final do século XIX e início do século XX, tendo sido a antiga Estrada de Sapopemba criada para ligar a Fazenda homônima à cidade de São Paulo. Às margens da Estrada, foram surgindo algumas fazendas e sítios, porém a ocupação maciça dessa região se daria apenas na metade do século XX. Na década de 1920, começaria a povoação do atual parque São Lucas. Vinte anos depois, e os primeiros núcleos urbanos seriam criados em Sapopemba. Nas décadas de 1950 e 1960, ocorre a progressiva ocupação da região de São Mateus. Conforme essa região foi sendo povoada, loteamentos são implantados, porém o sistema viário era implantado de forma lenta e irregular, e a distância entre o centro da capital e essa região dificultava seu povoamento.

A migração de nordestinos para São Paulo atingiu seu auge no início da década de 1970 e forçou a ocupação dessas áreas distantes do centro de São Paulo. Nos anos 1970 e 1980, a região do Iguatemi e Cidade Tiradentes eram ocupadas. Na década de 1980, a prefeitura de São Paulo investiu na construção de dezenas de conjuntos habitacionais na Cidade Tiradentes, ocupando cada vez mais essa região localizada a 32 km da Praça da Sé. O povoamento desordenado dessa região aliado ao baixo desenvolvimento econômico tornaria grande parte da Zona Leste região dormitório e diversos problemas de infraestrutura começam a surgir, sendo o transporte o mais grave de todos. Por conta da grande distância dessa região do restante da cidade (onde se concentram os empregos), seus moradores perdem mais de 3 horas em longas viagens de ônibus, seja para trabalhar e ou estudar.

O crescimento da Zona Leste de São Paulo também traria complicações à Linha 3 do Metrô. Sendo a única linha de metrô da região, ela acabaria por receber a maior parte da demanda de passageiros da Zona Leste, o que contribuiu para que essa linha se tornasse superlotada, recebendo o título de linha mais cheia do mundo.[5] Para atender a demanda dessa região, em 2005 seria revisado o projeto do Fura Fila. Transformado em Expresso Tiradentes, seria um corredor de ônibus que ligaria a Cidade Tiradentes até o Parque Dom Pedro II, através das avenidas do Estado, Luís Inácio de Anhaia Melo, Sapopemba, Ragueb Chofi, Estrada do Iguatemi e Avenida dos Metalúrgicos.[6] Após ter seu primeiro trecho concluído entre o Parque Dom Pedro II e a Vila Prudente[7] , a prefeitura decidiu, em 2009, substituir o projeto do corredor no trecho seguinte por um projeto de sistema monotrilho à ser implantado pelo estado. Essa substituição foi motivada por conta da grande demanda de passageiros existente no eixo de implantação do sistema (estimado em cerca de 500 mil passageiros /dia), que não conseguiria ser atendida com o corredor de ônibus proposto. [8]

Em 28 de abril de 2009, o prefeito Gilberto Kassab e o governador José Serra anunciaram convênio para alterar o projeto do corredor de ônibus Expresso Tiradentes, passando então a chamar-se Metrô Leve Expresso Tiradentes. No mês seguinte, uma comitiva conjunta da prefeitura de São Paulo e do governo paulista viajou para a Ásia e conheceu o monotrilho da cidade de Osaka.[9]

Implantação do sistema[editar | editar código-fonte]

Para acelerar o processo de implantação do sistema monotrilho, o governo paulista utilizou-se de uma licitação antiga (datada de 1992) de construção da Linha 2 do Metrô entre a Vila Prudente e o Oratório. Esse plano foi contestado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, que tentou, sem sucesso, suspender as obras.[10] Por conta do uso de licitação da Linha 2- Verde, o governo anunciou para a imprensa que a construção dessa linha era a expansão da Linha 2 Verde. Já o real projeto de expansão da Linha 2 (entre Vila Prudente e a rodovia Dutra) passaria a ser chamado de Linha 15 – Branca. Nos mapas mais recentes sobre a expansão do metrô, essa nomenclatura não está sendo utilizada, sendo a linha de monotrilho representada de forma independente à Linha 2 - Verde. Na segunda semana de setembro de 2012, o atual presidente da Companhia do Metropolitano, Peter Walker, conferiu nova denominação à linha, que agora é oficialmente conhecida como Linha 15 - Prata.[11]

O processo de implantação do sistema monotrilho foi dividido em três fases:

Trecho Extensão (km) Estações Integrações Inauguração Observações
Vila Prudente ↔ Oratório 2,9 2 Linha 2-Verde do Metrô / Expresso Tiradentes 26 de julho de 2014 Trecho em obras desde 23 de novembro de 2009
Oratório ↔ São Mateus 10,1 8 Corredor Metropolitano EMTU 2015 Trecho em obras desde 11 de junho de 2012[12]
São Mateus ↔ Hospital Cidade Tiradentes 11,5 7 Corredor Metropolitano EMTU 2016 Trecho em desapropriação.
Ipiranga ↔ Vila Prudente 2,1 1 Linha 10-Turquesa da CPTM Trecho em projeto.

Demanda[editar | editar código-fonte]

Alguns especialistas criticariam a decisão de se utilizar o sistema monotrilho, por conta do seu uso em regiões menos povoadas, da degradação visual do sistema (sendo comparado ao Elevado Costa e Silva) e da baixa capacidade de transporte se comparados aos sistemas de metrô convencionais[13] . Além disso, alguns sistemas de monotrilho como os de Las Vegas, Dubai, Joanesburgo e Moscou se reveriam deficitários, levando as empresas que os operavam a falir ou contrair grandes prejuízos.[14] O estado rebateria essas críticas apresentado um projeto suficiente para atender a demanda da região, alegando ter um nível de degradação menor que o provocado pelo Minhocão e com implantação mais rápida, se comparado a um sistema de metrô convencional[15] . Também seriam apresentados modelos de sucesso do monotrilho, como o Tóquio (existente desde 1964) e o de Chonqqing, cidade chinesa com a maior rede de monotrilhos do mundo.

Embora atenda a demanda da região, o monotrilho terá uma demanda acima da já atendida pelos demais sistemas de monotrilhos no mundo, colocando o futuro sistema paulistano como o maior do mundo em número de passageiros transportados[16] . O grande número de passageiros à ser transportado diariamente pelo monotrilho também supera a demanda de outros sistemas de metrô, trem urbano, BRT e VLT

Sistema Demanda diária (x 1000) / Ano Meio de transporte
Brasil Monotrilho Vila Prudente – Cidade Tiradentes 550 (2016) [17] [18] Monotrilho
Brasil Linha 2 do Metrô de São Paulo 537 (2011)[19] Metrô
Brasil Linha 8 da CPTM 430 (2011)[20] Trem urbano
Brasil Linha 17 do Metrô de São Paulo 417 (2015)[21] Monotrilho
Flag of the People's Republic of China.svg Monotrilho de Chongqing (Linha 2) 383 (2009) Monotrilho
Estados Unidos BART (San Francisco) 379 (2012)[22] Metrô
Japão Monotrilho de Tóquio (Haneda) 311 (2010) Monotrilho
Brasil Corredor ABD (EMTU) 300 (2012)[23] BRT
Estados Unidos Monotrilho Walt Disney World (Orlando) 250 Monotrilho
Brasil Metrô de Belo Horizonte 215 (2012)[24] Metrô
Índia Monotrilho de Mumbai 125 (2016)[25] Monotrilho
Japão Monotrilho de Tóquio (Tama) 120 Monotrilho
Japão Monotrilho de Osaka 100 (2011)[26] Monotrilho
Alemanha Monotrilho de Wuppertal 87[27] Monotrilho
Brasil Expresso Tiradentes 82 (2012)[28] BRT
Flag of Malaysia.svg Monotrilho de Kuala Lampur 57 (2011)[29] [30] Monotrilho
  • Nota: sistemas em construção estão grifados em itálico.

Demanda por trecho[editar | editar código-fonte]

Trecho Demanda diária (x 1000)
Vila Prudente ↔ São Mateus 340
São Mateus ↔ Hospital Cidade Tiradentes 210
Vila Prudente ↔ Hospital Cidade Tiradentes 550 (Total)

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Todas as estações do monotrilho serão elevadas, com alturas variando entre 12 e 15 metros, tendo estruturas pré-moldadas de concreto e cobertura metálica.

A implantação de vias elevadas na cidade gerou polêmica entre arquitetos. Alguns chegaram a comparar a estrutura elevada do monotrilho com as vias do Elevado Presidente Costa e Silva (Minhocão) e temem que a implantação do monotrilho causasse degradação similar. Dezenas de árvores estão sendo cortadas e ou transplantadas para outras áreas por conta das obras do monotrilho, o que desagradaria aos moradores do entorno da futura linha [31] ,embora o Metrô tenha assinado termo de compensação ambiental composto pelo plantio de 12 mil mudas na área lindeira ao monotrilho, a implantação de um parque linear de 20 mil m2 entre as estações Vila Prudente e Tamanduateí e a implantação de uma ciclovia no canteiro central das avenidas e sob as vias do monotrilho. [32] Para diminuir o impacto da implantação do monotrilho, o metrô projetaria a implantação de arborização e de uma ciclovia sob a linha.

Especulação imobiliária[editar | editar código-fonte]

A expansão da rede de metrô/monotrilho despertou uma especulação imobiliária nos distritos de Vila Prudente e XXX, que se revela nos diversos empreendimentos recém lançados antes e durante as obras do sistema, sobretudo nas margens da Avenida Professor Luis Inácio Anhaia Melo.

Segundo a Embraesp, o monotrilho pode valorizar em até 30% os imóveis lolcaizados até 1km de distância das estações, por conta da falta de transporte coletivo nessa região populosa, ao contrário da Linha 17 Ouro, onde o futuro sistema estaria causando desvalorização de imóveis na região do Morumbi.[33]

Tabela[editar | editar código-fonte]

O monotrilho Vila Prudente - Cidade Tiradentes terá 17 estações, sendo todas elevadas. Cada plataforma terá 90 m de comprimento e portas de plataforma.[34] Por conta da pequena demanda (cerca de 5 mil passageiros por dia) que será atendida pelas estações Camilo Haddad, Iguatemi e Jequiriçá, elas seriam batizadas pela imprensa de mini estações.[35]

Estação Inauguração Integração Distrito
Ipiranga Em projeto CPTM red symbol.gif Linha 10 da CPTM Ipiranga
Vila Prudente 2014 São Paulo Metro logo.pngLinha 2 do Metrô de São Paulo

TUSSAM.pngTerminal Vila Prudente(SPTrans)/Expresso Tiradentes

Vila Prudente
Oratório 2014 Vila Prudente
São Lucas 2015 São Lucas
Camilo Haddad 2015 São Lucas
Vila Tolstói 2015 São Lucas/Sapopemba
Vila União 2015 Sapopemba
Jardim Planalto 2015 Sapopemba
Sapopemba 2015 TUSSAM.png Terminal Sapopemba/Teotônio Vilela (SPTrans) Sapopemba
Fazenda da Juta 2015 Sapopemba
São Mateus 2015 Aiga bus.svg Corredor São Mateus - Jabaquara (EMTU)/

TUSSAM.png Terminal São Mateus (SPTrans)

Aiga bus.svg BRT Metropolitano Perimetral Leste Jacu-Pêssego[36]

São Mateus
Iguatemi 2015 São Mateus
Jequiriçá 2015 Iguatemi
Jacú-Pêssego 2015 Iguatemi
Érico Semer 2016 Iguatemi
Márcio Beck 2016 Cidade Tiradentes
Cidade Tiradentes 2016 TUSSAM.pngTerminal Cidade Tiradentes (SPTrans) Cidade Tiradentes
Hospital Cidade Tiradentes 2016 Aiga firstaid inv.svg Hospital Cidade Tiradentes Cidade Tiradentes

Dados técnicos[editar | editar código-fonte]

Innovia 300
LasVegasMonorail.2.jpg
Innovia 200, similar ao modelo que será utilizado em São Paulo
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Fabricante Bombardier
Fábrica Canadá Kingston (Ontário)[37] /

Brasil Hortolândia[38]

Família Innovia
Período de construção 2011-2014
Entrada em serviço 2013 (previsto)
Total construídos 54 (previsto)
Formação 7 carros
Capacidade 1000 passageiros
Operador Metrô de São Paulo
Depósitos Oratório e Ragueb Chofi
Linhas Linha 15-Prata
Especificações
Corpo alumínio
Comprimento Total 85 m
Largura 3,14 m
Altura 4,04 m
Portas 4 por carro (2 de cada lado)
Velocidade máxima 80 km/h
Peso 14,400 kg (cada carro vazio)
Aceleração 1,0 m s²
Desaceleração 1,0 m s²
Tipo de tração elétrica
Tipo de climatização HVAC
Alimentação 750 VCC
Captação de energia trilho
Freios regenerativo/fricção

Via[editar | editar código-fonte]

As vias do monotrilho são constituídas de vigas guia de concreto de 30 m de comprimento e 70 cm de largura, sendo sustentadas por colunas de concreto com altura entre 12 e 15 e diâmetro de 1m. A via terá rampa máxima de 6%.[39]

Pátios[editar | editar código-fonte]

A Linha 15 - Prata terá dois pátios para abrigar seus 54 trens de 7 carro:

  • Pátio Oratório – Localizado na Avenida do Orátorio, 1053, era uma planta industrial da empresa têxtil Coats Corrente, desativada em 1997 e vendida ao Grupo Zafari, que iniciaria obras de construção de um supermercado até as mesmas serem embargadas pela prefeitura, obrigando o grupo gaúcho a investir em outra área na Pompéia. Posteriormente a área seria desapropriada para a implantação do Pátio Oratório do Monotrilho. O pátio Oratório será o principal pátio da Linha 15 e terá capacidade para abrigar 54 trens em 5600 m de vias.[40] [41]
  • Pátio Ragueb Chofi –Com uma área de 55 mil m2, o pátio Ragueb Chofi servirá como pátio auxiliar.[42]

Trens[editar | editar código-fonte]

O Metrô de São Paulo realizaria uma licitação internacional para a construção do sistema monotrilho, que necessitará de 54 trens para atender a demanda de 550 mil passageiros por dia. Quatro consórcios se apresentariam para a disputa. Quatro empresas fabricantes de monotrilho integrariam esses consórcios: Hitachi, Intamin, Scomi e Bombardier, sendo esta última a vencedora do certame.

A Bombardier utilizaria a plataforma Innovia, já utilizada no monotrilho de Las Vegas, e desenvolveria o maior trem para monotrilho do mundo, com 85 m de comprimento, divididos em 7 vagões, tendo a composição a capacidade de transportar mais de 1 mil passageiros.

Esses trens estão sendo construídos na planta da Bombardier em Kingston (Ontário) e na nova planta da empresa localizada em Hortolândia. Em agosto de 2012 foi feita uma exposição de um mock-up em tamanho real do monotrilho.

Sistemas de sinalização[editar | editar código-fonte]

O monotrilho terá o sistema de sinalização CBTC, que proporcionará um intervalo entre trens mínimo de 75 segundos, embora o intervalo de operação seja de 90 segundos. O sistema de operação do trem é baseado no sistema driverless, isto é sem operador humano à bordo, similar ao existente na Linha 4 Amarela. Esse sistema causaria grande polêmica por conta de dispensar o operador humano, alimentada pela recente colisão entre trens ocorrida na Linha 3 –Vermelha ,(causada por falha no sistema automático ATO) minimizada pela presença do operador de trens. O Sindicato dos Metroviários é contrário ao sistema por acreditar que o mesmo é inseguro e principalmente por conta da extinção da função de operador de trem[43] . Alguns especialistas em transporte rebateriam o argumento, afirmando que o CBTC/Driverless é utilizado em diversos sistemas do mundo, com altos índices de segurança operacional.[44]

Referências

  1. Um trem lotado de investimentos. Revista Metropolis. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  2. Prefeitura do Município de São Paulo,Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente,Departamento de Participação e Fomento a Políticas Públicas e Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES (24 de fevereiro de 2011). Procedimento da Audiência Pública com o objetivo de discutir questões relacionadas ao licenciamento ambiental da Linha 2 – Verde – Trecho Oratório – Cidade Tiradentes.. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  3. Subprefeitura de Cidade Tiradentes. Histórico - Cidade Tiradentes: O bairro que mais parece uma cidade. Prefeitura de S. Paulo. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  4. Cia do Metropolitano de São Paulo. Informações sobre a demanda. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  5. Guilherme Balza (17 de maio de 2012). Passageiros aumentam, mas governo reduz em 20% investimentos na linha 3 do metrô de SP. UOL. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  6. E o Fura Fila virou Expresso Tiradentes. Ipiranga News (stembro de 2007). Página visitada em 15 de julho de 2012.
  7. Expresso Tiradentes completa cinco anos. Prefeitura de São Paulo (8 de março de 2012). Página visitada em 15 de julho de 2012.
  8. Agência Estado (28 de abril de 2009). Expresso Tiradentes em SP terá trecho de metrô leve. UOL. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  9. Daniel Gonzales (13 de maio de 2009). Antigo Fura-Fila funcionará como um monotrilho japonês. O Estado de S. Paulo. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  10. José Ernesto Credendio (23 de dezembro de 2009). TCE manda suspender licitação de monotrilho em São Paulo. Folha de São Paulo. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  11. Caio do Valle (10 de setembro de 2012). Monotrilho da zona leste vira Linha 15-Prata. Jornal da Tarde. Página visitada em 16 de setembro de 2012.
  12. Obras de prolongamento da Linha 2- Verde interditarão cruzamento da Av. Anhaia Mello com a Rua Francisco Fett hoje. Companhia do Metropolitano de S. Paulo (11 de julho de 2012). Página visitada em 15 de julho de 2012.
  13. Érica Saboya (30 de março de 2012). Monotrilho é "tapa-buraco" para demanda de passageiros em São Paulo, dizem especialistas. Portal R7. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  14. João Sandrini (29 de outubro de 2010). Monotrilho fracassou em Dubai, Las Vegas e Johannesburgo. Exame. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  15. Companhia do Metropolitano de S. Paulo/Prime Engenharia. EIA - RIMA - Linha 2 - Verde. Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  16. Luciana Sarmento (15 de setembro de 2011). [http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/monotrilho-de-sp-sera-o-de-maior-capacidade-do-mundo-com-40-mil-passageiros-por-hora-20110915.html Monotrilho de SP será o de maior capacidade do mundo, com 40 mil passageiros por hora]. Portal R7. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  17. Companhia do Metropolitano de S. Paulo. Audiência pública Linha 4. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  18. Infográfico Metrô. Governo do estado de S. Paulo - Página oficial. Página visitada em 31 de julho de 2012.
  19. GOP/OPC/CTE. Demanda máxima diária - Informações sobre a demanda. Companhia do Metropolitano de S. Paulo. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  20. Companhioa Paulista de Trens Metropolitanos (Dezembro de 2011). Dados Gerais. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  21. Infográfico Metrô. Governo do estado de S. Paulo - Página oficial. Página visitada em 31 de julho de 2012.
  22. American Public Transportation Association (12 de março de 2012). Public Transportation Ridership Report Fourth Quarter 2011. Página visitada em 31 de julho de 2012.
  23. Secretaria de Transportes Metropolitanos (5 de janeiro de 2012). Mais de 10 mil Cartões BOM já foram utilizados no Corredor Metropolitano ABD. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  24. G1.com (15 de julho de 2012). Cai número de usuários do metrô de BH, mas vagões continuam cheios.
  25. Mumbai Monorail India’s first monorail corridor. ECC Concord -In-house Journal of L&T Construction (Janeiro de 2012). Página visitada em 14 de julho de 2012.
  26. Osaka Monorail Co., Ltd.. Annual report. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  27. Schwebebahn Wuppertal. Zahlen und Daten. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  28. Prefeitura faz balanço e apresenta avanços em áreas essenciais à população. Prefeitura de S. Paulo (5 de Julho de 2012). Página visitada em 15 de julho de 2012.
  29. Suruhanjaya Pengangkutan Awam Darat (stembro de 2011). Great Kuala Lampur Klang Valley/Public Transport Master Plan. Página visitada em 14 de julho de 2012.
  30. Valmir Lima (10 de abril de 2011). Valor médio do monotrilho é de R$ 0,80 na Malásia e não tem subsídio do governo. Portal D24am. Página visitada em 14 de julho de 2012.
  31. Virginia Toledo (2 deagosto de 2012). Obra na zona leste de São Paulo facilita transporte, mas o pouco verde é perdido. Rede Brasil Atual. Página visitada em 16 de setembro de 2012.
  32. André de Almeida (26 de fevereiro de 2012). Monotrilho 'verde' para a zona leste. Diário do Comércio. Página visitada em 16 de setembro de 2012.
  33. Caio do Valle (20 de julho de 2011). Monotrilho anima comércio e valoriza Vila Prudente. Jornal da Tarde. Página visitada em 2 de novembro de 2011.
  34. Características. COmpanhia do Metropolitano de S. Paulo. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  35. Bruno Ribeiro (9 de julho de 2012). Expansão do metrô prevê nove miniestações. O Estado de S. Paulo. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  36. EMTU. Audiência pública do BRT Metropolitano Perimetral Leste Jacu-Pêssego. Página visitada em 31 de julho de 2012.
  37. Título não preenchido, favor adicionar. Bombardier. Página visitada em 15 de julho de 2012.
  38. Bombardier inaugura em Hortolândia fábrica de trens. Comercial Hortolândia (13 de abril de 2012). Página visitada em 15 de julho de 2012.
  39. Companhia do Metropolitano de S. Paulo/Prime Engenharia. EIA - RIMA - Linha 2 - Verde. Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  40. Gilberto Kassab. DECRETO Nº 51.097, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  41. Assim nasce um pátio. Revista Metropolis. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  42. Companhia do Metropolitano de S. Paulo/Prime Engenharia. EIA - RIMA - Linha 2 - Verde. Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  43. Linha 4 privatizada prejudica população novamente. Sindicato dos Metroviários de S. Paulo. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
  44. Felipe Sansone/Fernando Granato (maio de 2012). Metrô: o que é mais seguro, homem ou computador?. Diário de S. Paulo. Página visitada em 2 de novembro de 2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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