Trem Metropolitano de São Paulo

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Trem Metropolitano de São Paulo
CPTM (Logo).svg
ViaMobilidade SP.png
Informações
Proprietário Governo do estado de São Paulo
Local Região Metropolitana de São Paulo
Tipo de transporte Ferroviário
Número de linhas 7
Número de estações 94
Funcionamento
Início de funcionamento 1934
Operadora(s) CPTM (7, 10, 11, 12 e 13)
ViaMobilidade Linhas 8 e 9 (8 e 9)
Sigla(s) do material circulante Trem-unidade elétrico
Dados técnicos
Extensão do sistema 273 km
Bitola 1600 mm
Eletrificação Catenária 3000 VCC
Velocidade máxima 90 km/h
Mapa da Rede

Rede CPTM.jpg

O Trem Metropolitano de São Paulo é um sistema ferroviário de transporte público implantado na Região Metropolitana de São Paulo, atendendo a 23 dos seus 39 municípios. Possui 273 km de extensão, 7 linhas e 94 estações, transportando cerca de 3 milhões de passageiros por dia. Atualmente é administrado pela estatal Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, porém duas de suas linhas foram concedidas ao Grupo CCR, que assumiu a administração delas em janeiro de 2022.

História[editar | editar código-fonte]

Trem-unidade elétrico (TUE) GE-Pulmann da Sorocabana, o primeiro implantado no subúrbio de São Paulo.

A história das ferrovias no estado de São Paulo remontam ao ano de 1867 com a construção da primeira ligação entre as cidades de Santos, São Paulo e Jundiaí pela São Paulo Railway, inaugurada em 16 de fevereiro de 1867, que atravessava o planalto paulista descendo a serra do mar. Em 1946 a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (EFSJ), controlada pelo governo federal, assumiu a operação da estrada de ferro que hoje forma as linhas 7 - Rubi e 10 - Turquesa.

Na década de 1870, a Companhia São Paulo e Rio de Janeiro construiu a Estrada de Ferro do Norte, uma linha férrea que conectava São Paulo às cidades do Vale do Paraíba. Em 1890, esta ferrovia foi incorporada pela Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB), passando a ligar a capital paulista ao Rio de Janeiro. Atualmente constitui em parte a atual linha 11 - Coral e linha 12 - Safira.

No ano de 1926, foi construída pela EFCB uma variante ao tronco principal chamado de Variante de Poá, que hoje forma em sua totalidade a linha 12 - Safira da CPTM. Por outro lado, a Estrada de Ferro Sorocabana construiu, em 1875, uma ligação entre as cidades de São Paulo e Sorocaba, que corresponde parcialmente à atual linha 8 - Diamante. Em meados de 1937 a Estrada de Ferro Sorocabana construiu um ramal ligando as cidades de Mairinque a de Santos com o objetivo de derrubar o monopólio que a SPR possuía na ligação entre o planalto paulista e o litoral. Mais tarde com o objetivo de encurtar a distancia entre a capital paulista e a cidade de Santos foi construído, em 1957, o ramal de Jurubatuba que partia da estação Imperatriz Leopoldina e ia até a estação Evangelista de Souza no ramal Mairinque-Santos, formando hoje, em parte, a Linha 9 - Esmeralda da CPTM.

Em 1957 as ferrovias federais são unificadas numa única empresa estatal, a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), entre elas a EFCB e a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (EFSJ). As seções urbanas da RFFSA de todo o pais originaram, nos anos 1970, a Empresa Brasileira de Transporte Urbano (EBTU) sendo substituída, em 1984, pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Em 1971, todas as ferrovias controladas pelo governo paulista foram unificadas para formar a Ferrovia Paulista S/A (FEPASA), entre elas a Estrada de Ferro Sorocabana. A FEPASA criou então, a FEPASA DRM, que era uma divisão que administrava o transporte de passageiros dentro das regiões metropolitanas do estado de São Paulo.

Trens suburbanos/metropolitanos[editar | editar código-fonte]

Passageiros embarcam em trem superlotado na estação de Osasco, década de 1970.
Estação Engenheiro Sebastião Gualberto da Linha Leste-Mogi pouco tempo após ser assumida pela CPTM, 1994.

A primeira incursão do governo paulista na gestão dos transportes suburbanos ocorreu em 1934 com a criação dos trens de subúrbios pela estatal Estrada de Ferro Sorocabana, que investiu na eletrificação e aparelhamento dos subúrbios São Paulo-Mairinque e São Paulo-Jurubatuba. Após a Sorocabana ser incorporada pela Fepasa em 1971, foi criada a Unidade Regional dos Subúrbios, posteriormente renomeada Diretoria Regional Metropolitana. Entre 1975 e 1990 a Fepasa/DRM desenvolveu um grande plano de remodelação dos trens de subúrbios, transformados em trens metropolitanos (Linhas Oeste e Sul). Ainda assim, as crises econômicas prejudicaram os investimentos da Fepasa e atrasaram a implantação dos projetos.[1][2]

Ao mesmo tempo, os trens de subúrbios administrados pela Rede Ferroviária Federal-RFFSA (Linhas Santos-Jundiaí, Tronco Mogi e Variante Poá) receberam modestos investimentos. Com isso panes e tumultos eram frequentes, com os passageiros dos trens promovendo quebra-quebra de estações, vagões e demais instalações ferroviárias. Em 1972, durante as discussões do projeto da Linha Leste-Oeste, o Metrô propôs a transferência da Linha Tronco-Mogi e sua conversão para trem metropolitano, sendo a proposta rejeitada pela RFFSA.[3]

Mesmo com transferência das linhas de subúrbio da RFFSA para a recém criada Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a situação de precariedade dos trens urbanos administrados pelo governo federal alcançou o auge em 1987 com o Acidente ferroviário de Itaquera. Causado por falta de investimentos e falhas de manutenção, o acidente causou a morte de 51 passageiros. Em 30 de abril de 1987 o governo paulista e o ministério dos Transportes assinaram um protocolo de intenções para a transferência da Linha Leste-Mogi da CBTU para a administração do Metrô. O valor da transferência e transformação da linha em trem metropolitano tinha custo estimado de 350 milhões de dólares (quase 9 bilhões de cruzados) para o estado.[4] Durante todo o ano de 1987 o governo paulista negociou com o governo federal. A falta de recursos do estado e a falta de interesse da CBTU na mera transferência (A CBTU propôs ao estado a gestão compartilhada de suas linhas e da Linha Leste-Oeste do Metrô por meio de um consórcio entre CBTU, RFFSA e Metrô-SP[5]) impediu que o projeto fosse consumado, embora tenha sido o primeiro passo para a estadualização da rede anos mais tarde.[6]

Sistema[editar | editar código-fonte]

Tabela[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Nomenclatura das linhas da CPTM
Mapa da malha do Trem Metropolitano.
Linha [7] Terminais Comprimento (km) Estações Observações
7
Rubi
JundiaíBrás 62,7 19 Antiga Linha A - Marrom / Antigo Trecho da Linha Noroeste-Sudeste da CBTU.

A baldeação em Francisco Morato foi extinta oficialmente pela Companhia no dia 19/09/2020.[8] A baldeação na estação Brás foi totalmente extinta no dia 04/05/2021 com a linha operando unificada pelo Serviço 710 com a 10–Turquesa.[9]

8
Diamante
Júlio PrestesItapevi 35,283 20 Possui extensão operacional. Veja quadro abaixo.
Antiga Linha B - Cinza / Antiga Linha Oeste do Trem Metropolitano da FEPASA.
9
Esmeralda
OsascoBruno Covas/Mendes–Vila Natal 37,308

35,008 + 2,3 (*)

21

20 + 1 (*)

Antiga Linha C - Celeste / Antiga Linha Sul do Trem Metropolitano da FEPASA.
10
Turquesa
BrásRio Grande da Serra 34,960 13 Possui serviços expressos. Veja segundo quadro abaixo. Antiga Linha D - Bege / Antigo Trecho da Linha Noroeste-Sudeste da CBTU.

A baldeação na estação Brás foi totalmente extinta no dia 04/05/2021 com a linha operando unificada pelo Serviço 710 com a 7–Rubi.[9]

11
Coral
LuzEstudantes 54,327

50,641 + 3,686 (*)

17

16 + 1 (*)

Antiga Linha E - Laranja / Antiga Linha Tronco da CBTU.
A baldeação em Guaianases foi extinta oficialmente pela Companhia no dia 09/04/2019.[10]
12
Safira
BrásCalmon Viana 38,822 13 Antiga Linha F - Violeta / Antiga Linha Variante da CBTU.
13
Jade
Engenheiro GoulartAeroporto–Guarulhos 12,200 3 Possui serviços expressos. Veja segundo quadro abaixo.
  1. Os números seguidos pela indicação (*) demonstram valores após a expansão previstas nas linhas 9–Esmeralda e 11–Coral.

(*) em construção

Extensão Operacional
Linha Terminais Comprimento (km) Estações
8
Diamante
ItapeviAmador Bueno 6,3 3
Serviços Expressos e Auxiliares
Linha Terminais Comprimento (km) Estações
710 [11] JundiaíRio Grande da Serra 101,712 32
10
Turquesa
(Expresso Linha 10/
Expresso Educação Linha 10)
TamanduateíPrefeito Celso Daniel–Santo André 9,278 3
10
Turquesa
(Expresso Linha 10+)
LuzPrefeito Celso Daniel–Santo André 17,704 5
13
Jade
(Expresso Aeroporto)
LuzAeroporto–Guarulhos 27,449 5

Expansão da rede[editar | editar código-fonte]

Atualmente, duas linhas estão em expensão, totalizando cerca de 5 quilômetros em novos trilhos:

Linha Terminais Estações Início das
obras
Término
(previsão)
Situação atual
9
Esmeralda
Bruno Covas/Mendes–Vila NatalVarginha 1 2014 outubro de 2022[12] Em construção
(2,3 km)
11
Coral
LuzPalmeiras - Barra Funda 1 2022[13][14] 2024[15] Em construção
(3,6 km)

Linhas em fase de projeto ou desapropriações[editar | editar código-fonte]

Linha Terminais Situação atual
12
Safira
Calmon VianaSuzano Em projeto[16]

Frota[editar | editar código-fonte]

A frota da CPTM conta com trens de 19 séries diferentes, algumas desativadas por serem mais antigas,[17][18] e outras recém entregues.[19][20][21]

Passageiros transportados[editar | editar código-fonte]

Entre 1971-1995[editar | editar código-fonte]

Passageiros transportados nos trens de subúrbio por empresa (1971-1995)
Ano Fepasa RFFSA Total Ano Fepasa CBTU Total
1971 27 822 000 50 938 000 (a) 78 760 000 1984 79 040 638 192 800 000 271 840 638
1972 30 378 000 54 493 000 (a) 84 871 000 1985 86 731 479 213 933 000 300 664 479
1973 32 415 000 55 516 000 (a) 87 931 000 1986 94 529 071 213 536 000 308 065 071
1974 32 204 000 58 187 000 (a) 90 391 000 1987 101 932 168 217 508 000 319 440 168
1975 32 522 000 91 853 000 124 375 000 1988 92 375 968 205 502 000 297 877 968
1976 32 612 000 99 200 000 131 812 000 1989 111 938 629 216 793 000 328 731 629
1977 30 841 407 110 400 000 141 241 407 1990 111 242 209 212 014 000 323 256 209
1978 24 644 490 141 300 000 165 944 490 1991 112 697 791 230 040 000 342 737 791
1979 43 740 490 146 100 000 18 984 049 1992 109 440 803 168 155 000 277 595 803
1980 56 413 137 157 200 000 213 613 137 1993 104 899 689 154 874 000 259 773 689
1981 57 511 057 155 400 000 212 911 057 1994 101 570 558 64 500 000 (b) 166 070 558
1982 56 166 581 168 300 000 224 466 581 1995 105 912 281 149 095 719 (c) 255 008 000
1983 64 966 200 190 000 000 254 966 200 Total 1 734 547 646 3 717 637 719 5 452 185 365
Notas:
  • a - Apenas E.F. Santos a Jundiaí
  • b - CBTU (jan-mai)
  • c - CPTM

Fontes:

CPTM (1995-2021)[editar | editar código-fonte]

A CPTM assumiu as linhas metropolitanas da CBTU em São Paulo no dia 1 de junho de 1994 e as da Fepasa em fevereiro de 1996.[31][24] Entre 1994 e 2021 foram transportados:[32][33][34]

Ano Passageiros Ano Passageiros
1994 84 570 442
(jun-dez)
2008 541 100 000
1995 149 095 719 2009 586 300 000
1996 253 831 000 2010 642 000 000
1997 272 232 000 2011 700 200 000
1998 219 081 000 2012 764 200 000
1999 204 562 000 2013 795 400 000
2000 207 708 000 2014 832 900 000
2001 262 496 000 2015 831 400 000
2002 271 709 000 2016 819 500 000
2003 277 905 000 2017 827 700 000
2004 368 800 000 2018 863 300 000
2005 389 600 000 2019 867 700 000
2006 430 200 000 2020 414 557 930[35]
2007 465 700 000 2021 447 945 853[36]
Total 13 791 693 944

Referências

  1. «Vinte anos sem renovações». Folha de S.Paulo (17 924). São Paulo: Empresa Folha da Manhã S.A. 30 de abril de 1978. 18 páginas. ISSN 1414-5723 
  2. «Subúrbios: um metrô de 200 km para São Paulo». Folha de S. Paulo, Ano LV, edição 17060, seção Transportes, página 30. 26 de novembro de 1975. Consultado em 2 de junho de 2020 
  3. PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO (1979). Leste-Oeste: em busca de uma solução integrada. [S.l.]: Companhia do Metropolitano de São Paulo. 203 páginas 
  4. «Linha Leste deve custar Cz$ 9 bilhões». Folha de S.Paulo, ano 67, edição 21212, página 11. 1 de maio de 1987. Consultado em 2 de junho de 2020 
  5. Companhia Brasileira de Trens Urbanos (1988). «8-Desenvolvimento Institucional» (PDF). Relatporio Anual de 1987, página C-18. Consultado em 2 de junho de 2020 
  6. COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO (1988). Relatório da Administração, 1987. [S.l.]: Metrô-SP. p. 16 
  7. «Linhas CPTM». Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Consultado em 8 de maio de 2021 
  8. CPTM elimina baldeação em Francisco Morato - G1 São Paulo - Vídeos - Catálogo de Vídeos, consultado em 18 de setembro de 2020 
  9. a b «CPTM lança "Serviço 710" com trens indo de Jundiaí a Rio Grande da Serra». p. Metrô CPTM. Consultado em 30 de abril de 2021 
  10. «Expresso Leste-Mogi completa 1 mês nesta quinta | CPTM». www.cptm.sp.gov.br. Consultado em 19 de novembro de 2019 
  11. «Serviço 710» (PDF). Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Consultado em 8 de maio de 2021 
  12. Ricardo Meier (31 de março de 2022). «Estação Varginha deverá ser entregue entre setembro e outubro, prevê governo». MetrôCPTM. Consultado em 1 de junho de 2022 
  13. «Confira o avanço das obras de expansão das Linhas 11 e 13 até Barra Funda». udop. 23 de março de 2022. Consultado em 1 de junho de 2022 
  14. Lucas Lima (16 de abril de 2022). «CPTM confirma extensão da Linha 11-Coral até Palmeiras-Barra Funda». Diário de Suzano. Consultado em 1 de junho de 2022 
  15. Igor Roberto (24 de março de 2022). «Linhas 11-Coral e 13-Jade devem chegar na Barra Funda em 2024». Mobilidade Sampa. Consultado em 1 de junho de 2022 
  16. Matheus Cruz (10 de outubro de 2021). «Estudo de ampliação da Linha 12 do Brás até Suzano é mantido». Diário de Suzano. Consultado em 1 de junho de 2022 
  17. Igor Roberto (25 de maio de 2018). «Trem Mais Antigo Da CPTM Fará Sua Despedida Neste Sábado, Dia 26». Rede Noticiando. Consultado em 3 de julho de 2018 
  18. Ricardo Meier (5 de junho de 2017). «Novo trem coreano da CPTM está prestes a estrear na Linha 7». Metrô CPTM. Consultado em 11 de março de 2018 
  19. Renato Lobo (18 de julho de 2018). «CPTM recebe novos trens e companhia realoca unidades entre linhas». Via Trólebus. Consultado em 20 de julho de 2018 
  20. «Entrega e Operação dos Trens» (PDF). CPTM. Consultado em 26 de julho de 2018. Arquivado do original (PDF) em 2 de julho de 2018 
  21. «Frota de Trens - CPTM». Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Consultado em 28 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 12 de junho de 2018 
  22. Geipot (1973). «3.5. Transporte de Passageiros: 3.5.1. Passageiros transportados- 3.5.1.3. Subúrbios, segundo as estradas». Anuário Estatístico dos Transportes 1973, página 135/republicado pela Memória Estatística do Brasil-Biblioteca do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro no Internet Archive. Consultado em 17 de abril de 2022 
  23. Geipot (1977). «3.4. Transporte de Passageiros: 3.4.1. Passageiros transportados- 3.4.1.3. Subúrbios, segundo as estradas». Anuário Estatístico dos Transportes 1977, página 134/republicado pela Memória Estatística do Brasil-Biblioteca do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro no Internet Archive. Consultado em 17 de abril de 2022 
  24. a b FAGUNDES, Homero Gottberg (1998). «A remodelação das linhas B e C da CPTM» (PDF). Revista dos Transportes Públicos - ANTP - Ano 20, páginas 91-98. Consultado em 31 de maio de 2020 
  25. CBTU (1985). «Variáveis associadas ao balanço operacional» (PDF). Relatório Anual 1984, página 96. Consultado em 17 de abril de 2022 
  26. CBTU (1987). «Passageiros transportados-STU SP» (PDF). Relatório 1986, página C41. Consultado em 17 de abril de 2022 
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  28. CBTU (1991). «Dados estatísticos» (PDF). Relatório 1990, página 77. Consultado em 17 de abril de 2022 
  29. CBTU (1993). «Dados estatísticos:São Paulo» (PDF). Relatório anual 1992, página 38. Consultado em 17 de abril de 2022 
  30. CBTU (1995). «Desempenho Operacional-SP» (PDF). Relatório anual 1994, página 40. Consultado em 17 de abril de 2022 
  31. Companhia Brasileira de Trens Urbanos (1995). «STU-SP» (PDF). Relatório Anual de 1994, página 40. Consultado em 31 de maio de 2020 
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  33. Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (2018). «Desempenho Operacional - Passageiros transportados (2004-2017)» (PDF). Relatório Anual 2017, página 10. Consultado em 31 de maio de 2020 
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  35. Ricardo Méier (20 de janeiro de 2021). «Linhas de metrô e trens perderam 1 bilhão de passageiros em 2020». Metrô-CPTM. Consultado em 23 de fevereiro de 2021 
  36. Ricardo Meier (19 de janeiro de 2022). «Linhas da CPTM transportaram 8% mais passageiros em 2021». Metrô CPTM. Consultado em 17 de abril de 2022