Avenida Cruzeiro do Sul

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Avenida Cruzeiro do Sul
Metrô elevado na avenida Cruzeiro do Sul. Ao fundo o centro expandido.
Inauguração 1969
Extensão aprox. 3.500
Início Avenida do Estado
Subprefeitura(s) Mooca
Santana/Tucuruvi
Distrito(s) Pari e Santana
Bairro(s) Canindé e Santana
Fim Rua Conselheiro Saraiva

A avenida Cruzeiro do Sul é uma importante via da cidade de São Paulo, SP, Brasil.

Características[editar | editar código-fonte]

Possui aproximadamente 3,5 km de comprimento, com canteiro central ao longo de toda sua extensão.

Inicia-se no bairro do Canindé (que pertence ao distrito do Pari), próximo ao centro da capital. Após a Ponte Cruzeiro do Sul, chega à zona norte, no bairro de Santana, distrito homônimo. Termina na rua Conselheiro Saraiva, próximo à rua Voluntários da Pátria, na região conhecida como o centro de Santana.

Trata-se de uma via importante e movimentada. Ao longo de sua extensão encontram-se três estações elevadas da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo: Portuguesa-Tietê, Carandiru e Santana.

Pontos de interesse[editar | editar código-fonte]

Na avenida Cruzeiro do Sul encontram-se:

  • Hospital CEMA
  • Metrô Tietê Hotel (Best Western)
  • Shopping D
Cultura e educação
Transporte
Utilidade pública

Projeto de extensão[editar | editar código-fonte]

Current event marker.png
Este artigo ou seção é sobre uma construção futura.
A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis.
Tower crane colorize.png

A avenida Cruzeiro do Sul, bastante movimentada, termina na rua Conselheiro Saraiva, via de pista única e relativamente estreita, o que dificulta o fluxo de veículos na região, causando engarrafamento. Este é o principal motivo para um projeto de extensão da avenida Cruzeiro do Sul, que seria continuada até o Alto de Santana, sendo ligada, por fim, à Avenida Engenheiro Caetano Álvares, no Mandaqui.[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Estadão.com.br». 4 de junho de 2009. Consultado em 10 de julho de 2009