Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

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PUC-SP
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
PUC-logo.jpg
Lema Sapientia et Avgebitur Scientia
(Sabedoria e conhecimento aprimorado)
Fundação 1908 (107 anos) (como Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento).
22 de agosto de 1946 (69 anos) (como Universidade Católica)
20 de janeiro de 1947 (título de Pontifícia, pelo papa Pio XII).
Tipo de instituição Privada, filantrópica e confessional
Docentes 1.700
Graduação 14,7 mil
Pós-graduação 3,6 mil (Stricto Sensu)
7,6 mil (Lato Sensu)
Reitor(a) Anna Maria Marques Cintra[nota 1]
Vice-reitor(a) José Eduardo Martinez
Campi São Paulo e Sorocaba
Estado Brasão do estado de São Paulo.svg São Paulo
Afiliações CRUB, Igreja Católica
Página oficial www.pucsp.br
Instituições de ensino superior do Brasil Brasil

A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) é uma instituição de ensino superior privada e católica brasileira. É mantida pela Fundação São Paulo (FUNDASP), vinculada à Mitra Arquidiocesana da cidade de São Paulo. Possui reconhecimento nacional e internacional pelo seu ensino e tradição, aparecendo em rankings nacionais e internacionais de universidades (com as devidas observações aos critérios e metodologias empregadas), figurando no "2013 QS World University Rankings", com a classificação na faixa 551-600 e segundo o mesmo ranking em 2014 foi considerada a melhor universidade privada do Brasil, 8° melhor universidade do Brasil e 43° melhor universidade dos países do BRICS. No Ranking Universitário Folha 2013, que é realizado pelo jornal Folha de S.Paulo, figura na quarta posição entre as universidades brasileiras com relação ao mercado de trabalho, entre outros. Segundo o Ranking Universitário Folha 2014, o curso de filosofia da PUC é considerado o melhor do Brasil.[1] O curso de filosofia, o mais antigo do país, recebeu 5 estrelas do Guia do Estudante da Editora Abril em 2014.[2]

A PUC-SP constitui uma instituição privada, mantida pelas mensalidades pagas pelos alunos, cujo ingresso é dado por meio do vestibular, que é de responsabilidade da Coordenadoria de Vestibulares e Concursos da PUC-SP, que também seleciona alunos para outras instituições além da PUC-SP, entre elas a FAMEMA - Faculdade de Medicina de Marília (instituição pública), a FDSBC - Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo e a FMABC - Faculdade de Medicina do ABC.

Suas unidades de ensino estão distribuídas em cinco campi universitários, sendo quatro localizados na capital do Estado de São Paulo: Monte Alegre, Marquês de Paranaguá, Ipiranga e Santana, e um em Sorocaba, no interior do estado.

A maior parte da produção científica da PUC-SP está voltada para as ciências humanas, em especial as áreas de direito, sociologia, educação e comunicação. Em 2013, a universidade tinha 243 grupos de pesquisa certificados no CNPq[3] . Possui 21 cursos de residência médica, 28 cursos de mestrado acadêmico, 4 cursos de mestrado profissional e 21 cursos de doutorado[4] . Mais de 20 mil dissertações e teses foram defendidas desde 1969.[5] Entre os docentes, quase 90% são mestres ou doutores: 56% são doutores, 29% são mestres, 6% livre-docentes e 9% especialistas[6] . Tal qualificação superior é maior não só em relação ao quadro de docentes das instituições privadas, mas também das universidades públicas do país, com exceção da Universidade Federal do ABC (UFABC)[7] .

História[editar | editar código-fonte]

Fundada no dia 13 de agosto de 1946[8] pelo cardeal da cúria metropolitana de São Paulo, dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, nasceu a partir da fusão da Faculdade Paulista de Direito com a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento, esta fundada em 1908. Foi reconhecida pelo Decreto-Lei nº 9.632, de 22 de agosto de 1946 – recebendo o título de Pontifícia em janeiro de 1947 pelo Papa Pio XII.[9]

Nas décadas de 50 e 60 do século passado, a instituição aproveitou-se da infra-estrutura recebida das faculdades incorporadas, caso do acervo de bibliotecas e a admissão irrestrita de professores renomados. O maior exemplo foram os professores de filosofia advindos da Faculdade de São Bento, instituição que havia recebido o que foi chamado na época de "missão belga"[10] . Isto é, devido há um convênio com “Institut supérieur de philosophie” da tradicional Universidade de Louvain, a instituição herdou professores como Charles Sentroul, Michel Schooyans, Joseph Comblin, Leonardo Van Acker, entre outros[11] [12] . A Faculdade Paulista de Direito teve nessa época professores que, além de terem cursado direito, fizeram o curso de filosofia da Faculdade São Bento, como o professor e diretor da faculdade Agostinho Neves de Arruda Alvim (1897-1976), o eminente professor e primeiro diretor Alexandre Correia (1890-1984)[13] [14] , o professor André Franco Montoro (1916-1999), entre outros.

Durante a época da ditadura militar, vários estudantes e professores da PUC-SP participaram de várias manifestações contra o regime, e o então grão-chanceler, Dom Paulo Evaristo Arns, admitiu professores de universidades públicas que tinham sido cassados pela ditadura. Nomes como Florestan Fernandes, Octávio Ianni, Bento Prado Jr., José Arthur Giannotti e Paulo Freire, perseguidos pela ditadura militar, passaram a fazer parte do quadro de docentes da universidade.[9] Em meados da década de 70 do século passado, o curso de filosofia é ameaçado de extinção, sendo que em 1974, a reitoria chegou a anunciar o fechamento do curso[15] [16] . O departamento de filosofia, através de elaboração de relatórios e reorganização administrativa, reage e consegue sustentar a existência do mesmo[17] . Foi no campus da PUC-SP, em 22 de setembro de 1977, que teve local a reunião de retomada da UNE - União Nacional dos Estudantes, outrora fechada pelo regime militar. Nesta mesma reunião com estudantes de diversas universidades brasileiras, a PUC-SP foi invadida por tropas militares comandadas pelo coronel Erasmo Dias[9] , onde mais de 900 estudantes foram presos. O episódio ficou conhecido como a invasão da PUC e foi descrito pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) no Jornal Folha de Sâo Paulo. Na manhã seguinte ao fato, o então bispo e grão chanceler da PUC-SP Dom Paulo Evaristo Arns, ao saber do ocorrido e voltando com urgência de Roma, manifestou a frase mais marcante do período:

Cquote1.svg "na PUC só se entra prestando exame vestibular, e só se entra na PUC para ajudar o povo e não para destruir as coisas".[18] Cquote2.svg

No começo dos anos 80, a PUC-SP tornou-se a primeira universidade brasileira a eleger o reitor e outros cargos administrativos via voto direto dos professores, funcionários e alunos.[9] Em 1984, dois incêndios (um em setembro e outro em dezembro, sendo o último supostamente criminoso[9] ) danificaram o teatro da universidade.

No começo dos anos 2000, dois novos campi, um em Santana e outro em Barueri, foram inaugurados.

Crise da PUC-SP[editar | editar código-fonte]

Em 2001, a universidade teve um déficit de 4 milhões de reais, déficit esse que cresceu no decorrer dos anos, forçando a universidade a realizar um empréstimo de bancos, dando origem a uma dívida de 82 milhões de reais em 2005.[19] Os resultados puderam ser observados no resto do ano e também na maior parte do ano seguinte: alguns cursos foram fechados por baixa demanda[20] e vários professores foram demitidos[21] (embora alguns deles tenham aceitado sofrer um corte parcial nos seus salários para evitar serem demitidos[22] ), gerando protestos de alunos e professores[23] . No final de 2006, a PUC-SP teve seus primeiros meses não-deficitários.[24]

Em função da crise, o cardeal Dom Cláudio Hummes, o então grão-chanceler da universidade, nomeou dois sacerdotes como secretários executivos da Fundação São Paulo, o Padre João Julio Farias Junior e o Padre José Rodolpho Perazzolo, que já exerciam a função de procuradores da Arquidiocese de São Paulo. Eles foram os responsáveis pela segunda leva de demissões ocorridas entre 2006 e 2007, que resultaram num corte de 30% de professores e funcionários da universidade[25] .

Em 2012, pela primeira vez desde que o sistema de eleição foi implementado na universidade, o candidato à reitoria mais votado (Dirceu de Mello, que já havia sido eleito em 2008) não foi nomeado quando a lista tríplice (contando com mais dois candidatos) seguiu para a ratificação do cardeal-arcebispo Dom Odilo Scherer, que indicou Anna Cintra, a terceira e última colocada nas eleições[26] . Ela assumiu o cargo, mesmo tendo assinado um termo se comprometendo a só assumir se fosse a mais votada.[27] As decisões do cardeal e de Anna Cintra foram recebidas com insatisfação por grande parte dos alunos, professores e funcionários, que entraram em greve por tempo indeterminado e realizaram manifestações em resposta à nomeação de Anna Cintra[26] Dentre as manifestações, realizou-se um ato teatral, organizado pelo teatrólogo José Celso Martinez Corrêa[28] , no qual um boneco representando o Papa Bento XVI foi torturado, assassinado e esquartejado[28] . Em disputa judicial, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve, em setembro de 2013, Anna Cintra no cargo de reitora da universidade[29] . A decisão não é definitiva e o caso segue em tramitação na Justiça.

Em 2015, a universidade entra num processo de reestruturação, tendo já demitido 50 professores em dezembro de 2014 e criando contratos emergenciais visando compensar uma ação trabalhista de cerca de R$ 30 milhões, por causa de um dissídio não pago em 2005[30] . As transformações na gestão não são apenas contrárias aos direitos trabalhistas dos professores. Como muitos defendem, são contrárias aos valores confessionais daqueles que administram a própria instituição (Fundação São Paulo), posto que se opõem à encíclica Rerum Novarum, do Papa Leão XIII (aliás, que dá nome a um dos Centros Acadêmicos da PUC-SP). A encíclica defende, acima de tudo, um salário justo ao trabalhador[31] . O professor emérito da PUC-SP Celso Antônio Bandeira de Mello, titular desde 1974, discorda das transformações recentes e a precarização trabalhista da instituição. Em suas palavras:

Cquote1.svg "Resolvi ir embora porque aquela não era mais a PUC da qual eu havia feito parte. Colocaram professores da melhor qualidade para fora. Mudou o respeito ao corpo docente."[30] Cquote2.svg

Toda situação de precarização dos contratos de professores e demissões, expõe a atuação tanto da nova reitora quanto da administração da Fundação São Paulo. O último anúncio da imprensa em 2015 foi a desativação do campus em Barueri, extinção de 23 cursos e fechamento de 1,3 mil vagas no vestibular.[30]

Graduação[editar | editar código-fonte]

A PUC oferece atualmente 45 cursos de graduação entre os Bacharelados, Licenciaturas e Tecnológicos.

Humanidades


Ciências Exatas


Ciências Biológicas


Campi[editar | editar código-fonte]

Perdizes[editar | editar código-fonte]

O Campus de Perdizes, situado na rua Monte Alegre, é o maior da PUC-SP. Nele estão a Reitoria e os principais serviços administrativos da Universidade. Ao lado da entrada principal do Prédio Sede (antigo convento Carmelita) está o histórico Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, também chamado de TUCA.

Situa-se em Perdizes, na zona oeste da cidade de São Paulo.

Consolação[editar | editar código-fonte]

O Campus da Consolação, na rua Marquês de Paranaguá, ocupa a área da antiga sede do Instituto Sedes Sapientae próximo a ao campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e abriga os cursos de ciências exatas e tecnologia, além de alguns programas de pós-graduação.

Santana[editar | editar código-fonte]

Localizado na rua Voluntários da Pátria, a principal via do bairro paulistano de Santana, marca a nova expansão da PUC-SP para a zona norte da cidade. A Reitoria da PUC-SP, em parceria com a Cúria Metropolitana de São Paulo, estabeleceu em 2005 a Faculdade de Teologia Nossa Senhora de Assunção da Arquidiocese de São Paulo, onde situa-se o tradicional Colégio Luiza de Marillac, nela são ministrados os cursos da PUC-SP tanto em nível de graduação quanto de pós-graduação lato sensu e de extensão.

Sorocaba[editar | editar código-fonte]

No Campus Sorocaba localiza-se a Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde, que reúne os cursos de Medicina, Biologia e Enfermagem. A PUC-SP participa da administração do complexo hospitalar da região, e mantém o Hospital Santa Lucinda.

Barueri[editar | editar código-fonte]

Localizado na cidade de Barueri, o Campus marca a nova expansão da PUC-SP para outras cidades de São Paulo. A instalação do novo Campus se deu em julho de 2007, com a abertura de turmas da graduação para os cursos de Administração, Psicologia e Economia com ênfase em comércio internacional. Além desses cursos a PUC-SP oferecerá vagas para o Vestibular 2010 no curso de Fisioterapia, neste Campus. Em 2015, a prefeitura de Barueri comunicou o fim das operações da PUC-SP no campus já no próximo ano.[32]

Ipiranga[editar | editar código-fonte]

A Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção foi criada em 1949 por decreto da Congregação para a Educação Católica. Na época de sua criação, a Instituição pertencia à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, da qual foi separada na prática no início dos anos 70. Contudo, em 2009, foi reintegrada à Universidade. Oferece cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão em Teologia.

Unidades[editar | editar código-fonte]

Outros órgãos especiais[editar | editar código-fonte]

CEDIC: Centro de Documentação e Informação Científica[editar | editar código-fonte]

Criado em 1980, a partir de iniciativas de grupos de professores, num contexto de grande vitalidade da reflexão na área das ciências humanas e de afirmação da Pós-Graduação na Universidade, o CEDIC se estruturou como centro de documentação da PUC-SP, tendo por objetivo dar suporte à pesquisa acadêmica, às atividades de ensino e de extensão. A partir de 1986 passou a reunir, tratar e disponibilizar conjuntos documentais de movimentos sociais ligados à Igreja e movimentos de educação, constituindo-se num espaço de preservação da memória social brasileira. O acervo do CEDIC é constituído por uma vasta documentação produzida, sobretudo, nos anos 1960, 1970 e 1980, sobre a história e a organização da sociedade brasileira, bem como suas relações com a América Latina e Central, além de fornecer dados significativos para a construção da história da própria PUC-SP.

Acervo[editar | editar código-fonte]

O Centro custodia coleções e fundos de arquivo originados pela PUC-SP e por movimentos sociais ligados à Igreja, movimentos estudantis, culturais, urbanos e rurais, de educação e por direitos humanos. Dentre os títulos de fundos, destacamos:

  • Fundo Ação Católica Brasileira - ACB [2]
  • Fundo Associação Pró-Ensino Vocacional - APROEV
  • Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul - CLAMOR
  • Fundo Grupo Solidário São Domingos - GSSD
  • Fundo Juventude Agrária Católica do Brasil - JACB
  • Fundo Juventude Estudantil Católica do Brasil - JECB
  • Fundo Juventude Independente Católica do Brasil - JICB
  • Fundo Juventude Operária Católica do Brasil - JOCB
  • Fundo Juventude Universitária Católica do Brasil - JUCB [3]
  • Fundo Movimento de Educação de Base - MEB
  • Fundo Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP
  • Fundo Relações Educacionais e do Trabalho - RENOV
  • Fundo Serviço de Ensino Público Vocacional do Estado de São Paulo - SEV [4]

Possui também periódicos, como jornais, revistas e boletins oriundos da imprensa alternativa, de movimentos sociais, da igreja, de cultura e variedades, e títulos científicos das áreas de Ciências Sociais, História e Arquivologia.

Pessoas notáveis[editar | editar código-fonte]

Professores[editar | editar código-fonte]

Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Comunicação e Filosofia
Faculdade de Psicologia
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Direito
  • André Franco Montoro: ex-governador do Estado de São Paulo e ex-presidente nacional do PSDB.
  • Alexandre Correia: professor titular de Direito Romano na PUC-SP e na USP, professor de Filosofia da Faculdade São Bento de São Paulo, Diretor da Faculdade de Direito da PUC-SP e, posteriormente, Diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP[13] .
  • Carlos Alberto Alves de Carvalho Pinto: ex-professor de Ciências das Finanças, ex-secretário de Finanças do município de São Paulo e ex-governador do Estado de São Paulo.
  • Celso Antônio Bandeira de Mello: professor titular de Direito Administrativo; professor Honorário da Faculdade de Direito na Argentina; da Faculdade de Direito do Colégio Mayor de Rosário, em Bogotá; fundador do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo e do IDAP; membro do Instituto Internacional de Derecho Administrativo Latino-americano.
  • Dirceu de Mello: professor titular de Direito Penal, ex-reitor da PUC-SP e ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
  • Gabriel Chalita: professor titular de Filosofia do Direito, é atual Secretário Municipal de Educação de São Paulo.[33]
  • Geraldo Ataliba: professor titular da Faculdade de Direito da PUC-SP e da USP, ex-reitor da PUC-SP.
  • José Eduardo Cardozo: professor titular da Faculdade de Direito Administrativo da PUC-SP, é o atual Ministro da Justiça do Brasil
  • José Frederico Marques: professor titular da Faculdade de Direito da PUC-SP, ex-desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo
  • Maria Helena Diniz: professora titular de Direito Civil, autora de mais de quarenta livros e artigos na área jurídica.
  • Marilia Marques: renomada advogada do Vale do Paraíba.
  • Michel Temer: professor de Direito Constitucional, presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, presidente do PMDB, ex-procurador do Estado de São Paulo e ex-secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, é o atual vice-presidente da República.
  • Oswaldo Aranha Bandeira de Mello: professor titular de Direito Administrativo, ex-desembargador, ex-diretor do departamento jurídico da Prefeitura de São Paulo e ex-reitor da PUC-SP.
  • Roque Antônio Carrazza: professor titular de Direito Tributário e chefe do Departamento das Relações Tributárias, Econômicas, e Comerciais da Faculdade de Direito.
  • Silvia Pimentel: professora de Introdução ao Estudo do Direito e de Filosofia do Direito, coordenadora do Cladem, representante do CEDAW (ONU) e autora de vários livros e artigos sobre diversos aspectos relativos à condição feminina e aos direitos das mulheres.
  • Paulo de Barros Carvalho, professor titular de Direito Tributário e professor emérito pela PUC-SP e USP.
Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária
  • Aloizio Mercadante: professor licenciado do departamento de Economia da PUC-SP[34] , ex-deputado federal e senador, ex-vice-presidente nacional do PT e é o atual ministro-chefe da Casa Civil do Brasil.[35]
  • Celso Daniel: ex-prefeito de Santo André.
  • Celso Furtado
  • Guido Mantega: ex-professor de Economia nos cursos de mestrado e doutorado, ex-ministro de estado da Fazenda.
  • Ladislau Dowbor: professor de Economia nos cursos de mestrado e doutorado em administração e economia, Ex-Secretário de Negócios Extraordinários da Prefeitura de São Paulo.[36]
  • Paul Singer
  • Paulo Sandroni
  • Plínio de Arruda Sampaio: presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA).
Faculdade de Educação

Ex-alunos notáveis[editar | editar código-fonte]

Reitores[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. a b Em discussão no Tribunal de Justiça de São Paulo e no Conselho Universitário (CONSUN)

Referências

  1. Folha de Sao Paulo (10 Janeiro 2014). Ranking Folha de Sao Paulo 2014 Jornal Folha de Sao Paulo. Visitado em 10 Janeiro 2014.
  2. Guia do Estudante Abril (2014). Filosofia - As melhores escolas Editora Abril S.A.. Visitado em 02.02.2015.
  3. Relatório da Administração PUC-SP (26/3/2014). Visitado em 1/4/2015.
  4. Sobre a Universidade PUC-SP. Visitado em 1/4/2015.
  5. http://www4.pucsp.br/calouros/conheca_puc/index.html
  6. Página Oficial da PUC-SP - "PUC-SP é a melhor universidade privada do Estado de São Paulo", 08/09/2008
  7. Página Oficial da ACP PUC-SP (Comissão Própria de Auto Avaliação) - Boletim nº 45, 2008
  8. http://www.tudoeste.com.br/?DS=ttl_academia-comemora%7CPub_3%7Csmfr_3%7CCodArt_15409%7Corgn_1
  9. a b c d e Uma história da PUC-SP Site oficial da universidade. Visitado em 22/02/2010.
  10. José Carlos Estevão. Sobre os católicos e o ensino de Filosofia em São Paulo. In: Um Passado Revisitado. 80 Anos do curso de filosofia da PUC-SP.. [S.l.: s.n.], 1992. ISBN 85-283-0032-3
  11. Salma Tannus Muchail. Um passado revisitado - O curso de Filosofia da PUC-SP: 80 anos.. [S.l.: s.n.], 1992. ISBN 85-283-0032-3
  12. Francisco Viana. Um século de Filosofia na PUC-SP Terra Magazine. Visitado em 03.02.2015.
  13. a b Ruy Barbosa Nogueira. Revista da USP Revista da USP. Visitado em 03.02.2015.
  14. Alessandro Hirata. Alexandre Correia e o direito romano no Brasil Carta Forense. Visitado em 03.02.2015.
  15. Salma Tannus Muchail. Um passado revisitado - O curso de Filosofia da PUC-SP: 80 anos. [S.l.]: EDUC, 1992. ISBN 85-283-0032-3
  16. José Carlos Estevão. Sobre os católicos e o ensino de Filosofia em São Paulo. In: Um passado revisitado: 80 anos do curso de Filosofia da PUC-SP.. São Paulo: EDUC, 1992. ISBN 85-283-0032-3
  17. Salma Tannus Muchail. Um passado revisitado - O curso de Filosofia da PUC-SP: 80 anos. [S.l.: s.n.], 1992. ISBN 85-283-0032-3
  18. Celso Lungaretti. D. Paulo Evaristo Arns, um imprescindível Congresso em Foco. Visitado em 10.02.2015.
  19. "Entenda a crise na PUC-SP", Folha Online. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  20. "PUC-SP cancela 7 de seus 10 cursos novos", Folha Online, 26 de julho de 2006. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  21. Takahashi, Fábio (30 de dezembro de 2005). PUC-SP continuará a demitir docentes Folha Online. Visitado em 22 de fevereiro de 2010.
  22. Takahashi, Fábio. "Professores da PUC aceitam cortar salário para evitar demissões", Folha Online, 28 de dezembro de 2005. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  23. Klinger, Karina. "PUC anuncia mais demissões; alunos e professores protestam", Folha Online, 17 de fevereiro de 2006. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  24. Takahashi, Fábio (29 de outubro de 2006). PUC acaba com déficit após seis anos Folha Online. Visitado em 22 de fevereiro de 2010.
  25. "Ministério Público cobra cortes na PUC", Folha Online. Página visitada em 13 de maio de 2014.
  26. a b 3ª mais votada em eleição, Anna Cintra é nomeada reitora da PUC-SP. Lordelo, Carlos; Nascimento, Cristiane; Dolzan, Marcio; Vieira, Luiza. O Estado de S. Paulo. 13 de novembro de 2012. Acessado em 13 de novembro de 2012.
  27. Nova reitora da PUC-SP descumpre promessa e assume cargo mesmo tendo sido a menos votada. Nascimento, Cristiane; Vieira, Luiza. O Estado de S. Paulo. 13 de novembro de 2012. Acessado em 13 de novembro de 2012.
  28. a b [1]. Florência, Olívia. Acessado em 10 de Março de 2013.
  29. http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2013/09/1337123-justica-de-sao-paulo-decide-manter-anna-cintra-como-reitora-da-puc.shtml
  30. a b c PUC-SP perde 361 alunos por ano e terá reestruturação. In: O Estado de S. Paulo, Caderno Metrópole, p. A24, Domingo, 29 de março de 2015.
  31. http://w2.vatican.va/content/leo-xiii/pt/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_15051891_rerum-novarum.html Encíclica "Rerum Novarum" do Papa Leão XIII no site do Vaticano.
  32. Campus da PUC em Barueri, Grande SP, será fechado. G1 São Paulo (25/03/2015). Visitado em 01/04/2015.
  33. Currículo Lattes: Gabriel Chalita (18/09/2014). Visitado em 01/04/2015.
  34. http://www.apropucsp.org.br/apropuc/index.php/galeria?func=detail&id=82
  35. Currículo Lattes: Aloizio Mercadante (23/03/2015). Visitado em 01/04/2015.
  36. http://dowbor.org/ladislau-dowbor/

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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