Parque Ibirapuera

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Parque Ibirapuera
Vista área do Parque Ibirapuera
Localização Moema, São Paulo
Tipo Público
Área 158 ha
Inauguração 21 de agosto de 1954 (64 anos)
Administração Departamento de Parques e Áreas Verdes do Município de São Paulo
Nº de visitas anuais 14 milhões (2017)
Coordenadas 23.5874° S, 46.6576° W

O Parque Ibirapuera é um parque urbano na cidade de São Paulo, Brasil. Em 2017, foi o parque mais visitado da América Latina, com aproximadamente 14 milhões de visitas,[1] além de ser um dos locais mais fotografados do mundo.[2]

Inaugurado em 1954 com uma área de 158h (390 acres), entre as avenidas Pedro Álvares Cabral, República do Líbano e IV Centenário, o Parque Ibirapuera é um parque tombado e patrimônio histórico de São Paulo. Seus jardins foram desenhados pelo paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes, após o conceito e anteprojeto do paisagista Roberto Burle Marx, a quem foram inicialmente encomendados, encontrarem resistência para sua efetiva realização[3]. Já as construções históricas como os pavilhões que abrigam museus, o auditório, marquise entre outras são de autoria de Oscar Niemeyer, tombados pelo Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.[4] O parque como um todo é tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo.

Com a ampliação da Av. Pedro Álvares Cabral e consequente separação de parte da áreas verde que passou a ser administrada separadamente do parque, sua área efetiva foi reduzida e hoje ficam dentro do parque pouco mais do que 130 hectares (322 acres) entre as avenidas que o limitam e dentro de sua certa. Desde 2003, a gestão do Parque Ibirapuera é feita pelo Conselho Gestor do Parque Ibirapuera[5] e administração pelo Departamento de Parque e Áreas Verdes da Prefeitura de São Paulo. A partir de 2014, o parque também conta com uma organização de amigos consolidada, o Parque Ibirapuera Conservação, dedicada a fomentar o engajamento dos usuários no cuidar do parque, restaurar espaços e promover a melhoria das áreas verdes e abertas[6][7].

No parque há diversos atrativos para o público desde passeios culturais e educativos como caminhadas monitoradas, atividades de birdwatching, possuindo esculturas, museus e monumentos históricos além dos jardins e paisagens repletas de flores e árvores[8][9]. Há também aparelhos de ginástica, quadras, playground, quiosques, ciclovia e planetário[10]. Por sua riqueza verde, esportiva e cultural, em 2015 foi elencado por um colunista do jornal britânico The Guardian, como um dos "melhores parques do planeta" junto a parques como o Buttes-Chaumont de Paris, o Boboli de Florença, a High Line de Nova Iorque, o Hampstead Heath de Londres e o Parque Güell de Barcelona.[11][12]

História[editar | editar código-fonte]

Projeto[editar | editar código-fonte]

José Pires do Rio era o prefeito durante a construção do parque.[13]

A região alagadiça ("Ibirapuera" provém do tupi antigo ybyrapûera, que significa "árvores velhas"; ybyrá, árvores, pûer, velho, a, sufixo)[14] havia sido parte de uma aldeia indígena na época do início da colonização de origem portuguesa. Com o tempo, tornou-se uma área de chácaras e pastagens.

Na década de 1920, o então prefeito da cidade - José Pires do Rio - idealizou a transformação daquela área em um parque semelhante aos existentes na Europa e nos Estados Unidos, como o Bois de Boulogne em Paris, o Hyde Park em Londres ou o Central Park em Nova Iorque. O obstáculo representado pelo terreno alagadiço frustrou a ideia, até que um modesto funcionário da prefeitura, Manuel Lopes de Oliveira, conhecido como Manequinho Lopes e apaixonado por plantas, iniciou, em 1927, o plantio de centenas de eucaliptos australianos, buscando drenar o solo e eliminar a umidade excessiva do local.

Construção[editar | editar código-fonte]

Finalmente, em 1951, o então governador Lucas Nogueira Garcez instituiu uma comissão mista - composta por representantes dos poderes públicos e da iniciativa privada - para que o Parque Ibirapuera se tornasse o marco das comemorações do IV centenário da cidade. Coube, ao arquiteto Oscar Niemeyer, a responsabilidade pelo projeto arquitetônico e, a Roberto Burle Marx, o projeto paisagístico. O projeto de Burle Marx, no entanto, acabou sendo substituído pelo projeto do engenheiro agrônomo Otávio Augusto Teixeira Mendes[3].

Parque Ibirapuera com Vila Nova Conceição ao fundo.
Vista geral do parque.

Três anos depois, no entanto, o aniversário da cidade, em 25 de janeiro de 1954, não pôde contar com o parque inaugurado, pois este só ficaria concluído sete meses depois. A inauguração em agosto contou com 640 estandes montados por treze estados e dezenove países. No mesmo ano, em comemoração ao Quarto Centenário da cidade de São Paulo, foi erguido no parque o Pavilhão Japonês. A edificação, inspirada no Palácio de Katsura, foi construída no Japão e trazida de navio para o Brasil, e celebra a amizade entre as duas culturas.[carece de fontes?] Desde 2000, a Sabesp - empresa de saneamento paulista - instalou uma estação de flotação, para tratar a águas vinda do Côrrego Sapateiro e um dos afluentes dos lagos do parque.[15]

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Em 2012 foi apontado pela rede social Facebook como o local mais popular em todo o Brasil para se fazer check-in (assinalar, para os amigos, onde se encontra num determinado momento).[16] Em 2013, foi eleito o melhor parque da América do Sul pelos usuários do site TripAdvisor.[17]

Em 2017 no começo de seu mandato, João Doria Júnior anunciou um projeto de parceira com empresas privadas, anunciando que a empresa Cyrela ficaria responsável pelas reformas de oito conjuntos de banheiros do parque, enquanto a Unilever seria a responsável pela limpeza, com a afirmação de que tal parceria teria custo zero para a prefeitura.[18]

Porém em menos de uma semana da inauguração, os novos banheiros foram vandalizados, tendo suas cubas, pias e saboneteiras quebradas e arrancadas. Após a publicação, assessores do prefeito de São Paulo foram até o local do ocorrido e já deram início aos consertos. Questões sobre o custo adicional e sobre a penalização aos vândalos não foram respondidas.[19] O prefeito João Doria mandou instalar câmeras de monitoramento na área externa dos banheiros.[20][21]

Panorama de um dos lagos do Parque Ibirapuera com o Obelisco e a cidade ao fundo.

Localização e horário de funcionamento[editar | editar código-fonte]

Vista aérea do parque em 2011.

O Parque Ibirapuera fica na sub-prefeitura de Vila Mariana, bairro Ibirapuera, na cidade de São Paulo.

O parque é um quadrilátero formado pelas seguintes avenidas: Quarto Centenário (portões 6 e 7A), República do Líbano (portão 7) e Pedro Álvares Cabral (portões 2,9 e 10).[carece de fontes?] A entrada para a enorme área verde, que fica aberta diariamente das 5h da manhã até á meia-noite é gratuita desde a inauguração do parque. Por ser de extensão muito grande, conta com diversos portões que dão acesso à parte interna, variando entre os que são só para veículos, ou só para pedestres.

Eventos[editar | editar código-fonte]

Além de suas visitas diárias, o Ibirapuera também recebe muitos eventos dos mais diversificados possíveis, que vão de trios elétricos a convenções da NBA (Liga Norte Americana de Basquete). Em 2014, o Ibirapuera recebeu o famoso festival de cores da Índia, o Holli, o qual celebra a chegada da primavera.[22] Recebe também muitos shows na Arena de Shows do Parque Ibirapuera com capacidade para cerca de 10 mil pessoas. A grande maioria desses eventos são gratuitos e aberto a todos os públicos, dando uma ideia de integração entre as classes, e promovendo muita diversão.[23]

Natal[editar | editar código-fonte]

Ibirapuera em época natalina.

A inauguração da árvore de natal do parque, se deu o ano de 2002, com 50 metros de altura e foi crescendo ao longo dos anos, tendo assim em 2008 e 2009 a árvore com seu maior tamanho (70 metros de altura). A partir de 2010 a árvore passa a diminuir, tenho neste ano 68 metros, nos anos de 2011 a 2013 - 58 metros, 2014 - 54 metros e 2015 e 2016 - apenas 35 metros.[24]

No ano de 2016, a árvore teve sua decoração feita de enfeites doados pelos moradores da cidade de São Paulo e que, depois, foram reciclados. Além disso a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) para ajudar na segurança, monitorou e orientou o trafego de automóveis e pedestres, devido ao trânsito que se dá nessa época do ano.[25]

Nesta época há um espetáculo especial com águas na fonte multimídia do parque, com projeções natalinas, além da iluminação das 200 árvores do entorno e da apresentação de um coral natalino, composto por 24 vozes femininas, em um palco montado na parte interna do lago.[26]

Caminhada monitorada[editar | editar código-fonte]

Entardecer em uma das pontes do parque.

A caminhada monitorada é feita em grupo e mostra desde aspectos históricos e algumas curiosidades sobre o parque, como fauna e flora. São mais de quarenta pontos a serem visitados para ampliar o conhecimento do visitante e facilitar futuras visitas ao local. A duração dos passeios vária segundo propósito, mas tem em média duas horas. Ela é gratuita para amigos da organização Parque Ibirapuera Conservação, ou cobrada uma doação mínima de 10 reais por pessoa. As visitas são agendadas no próprio site da organização de amigos dedicada ao parque.[8]

Mutirão de limpeza[editar | editar código-fonte]

Desde agosto de 2014, eventualmente o Parque Ibirapuera Conservação, organização da sociedade dedicada a cuidar do parque realiza o Mutirão de Limpeza, onde é feita a conscientização das pessoas que frequentam o local, sobre como devem cuidar do parque, que é patrimônio histórico e da cidade[27]. Grupos de pessoas seguem realizando uma caminhada pelo parque carregando sacos plásticos, onde sempre que encontram sujeira no chão, as juntam nos sacos. Essa foi a maneira, que os amigos do parque encontraram para fazer com que os frequentadores do Parque Ibirapuera pudessem entender a importância do cuidado com o meio ambiente.[28]

Vista panorâmica de um dos lagos do parque.

Conjunto arquitetônico[editar | editar código-fonte]

Marquise do Parque do Ibirapuera.

Fazem parte das construções da época da inauguração do conjunto arquitetônico do Parque Ibirapuera:

das Além do Pavilhão Japonês, outras

De construções mais recentes, podem ser citados: Planetário, Escola Municipal de Astrofísica, Escola Municipal de Jardinagem, Universidade Aberta de Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), Divisão de Fauna e Cecco.[32] A última construção concluída no parque foi o Auditório Ibirapuera (inaugurado em 2005), edificação que constava nos planos iniciais do arquiteto, mas que não havia sido executada.[32]

Antes do auditório, concluiu-se o Monumento a Pedro Álvares Cabral, projetado por Agostinho Vidal da Rocha e esculpido por Luís Morrone, por ocasião dos 500 anos do Descobrimento do Brasil. A peça possui 5 metros em bronze, e seu pedestal em mármore mede 2 metros x 1,80 metro x 1,84 metro. Foi inaugurado em 10 de junho de 1988.[33]

O Viveiro Manequinho Lopes, Herbário Municipal e Bosque da Leitura estão no parque desde antes da sua criação, porém em formatos distintos. Na o último projeto de revitalização do Viveiro, a maior intervenção de Burle Marx no Parque Ibirapuera[34], o mesmo foi ampliado e hoje se estende até a Serraria. Infelizmente, em 2016, a prefeitura resolveu colocar um alambrado dividindo a Viveiro ao meio para proteger a produção de mudas e passou também a fechar o espaço para visitação e contemplação nos finais de semana.

Monumento às Bandeiras com o parque ao fundo.

Administração[editar | editar código-fonte]

O Parque Ibirapuera é administrado pela Prefeitura de São Paulo através do Departamento de Parque e Áreas Verdes do Município[35]. Há uma divisão especifica responsável pelo dia-a-dia do parque que fica aberta diariamente junto a Escola de Astrofísica, atrás do Planetário. A divisão supervisiona os dois contratos de mão de obra terceirizado, um responsável pela manutenção do verde e outro pela segurança. Há também no parque uma inspetoria da Guarda Civil Metropolitana com quase 200 efetivos, exclusivamente para o parque[36].

Conselho Gestor do Parque Ibirapuera[editar | editar código-fonte]

Deste 2003 a gestão do parque passou a ser feita conjuntamente pela prefeitura com os usuários e sociedade civil, após aprovação da lei municipal 13.539/03, substituída pela lei 15.910/13, que além da gestão incumbe ao conselho a função fiscalizadora e deliberativa. O conselho tem representantes de inúmeras secretárias municipais, indicados pelo município, e usuários e organizações da sociedade civil eleitos a cada dois anos[37]. O órgão se reúne mensalmente no parque e analisa desde regulamento do parque até políticas de eventos e cuidado[38]. Porém, historicamente com a alta rotatividade da gestão da Secretária do Verde e Meio Ambiente e subsequente Departamento de Parque e Áreas Verdes, o conselho questiona público e recorrentemente a falta de transparência do município em envolvê-lo fomentando a governança que pede a lei[39][40][41].

Parque Ibirapuera Conservação[editar | editar código-fonte]

Em 2014, conselheiros e amigos do parque fundaram a associação de amigos Parque Ibirapuera Conservação, que desde então vem engajando as pessoas no cuidar do parque[42]. A associação de suporte ao parque assinou contrato com a Prefeitura para restaurar e cogerir o Bosque da Leitura dentro do Ibirapuera[43] e já investiu mais de 1 milhão de reais de dos amigos do parque desde programas educacionais até inúmeros projetos de restauração[44], como o da restauração da fonte e espelho d'água[45] e outros que seguem em trâmite no município[46].

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «SP: passado e presente: Aos 63, Ibirapuera é o parque mais visitado da América Latina». Folha de S.Paulo 
  2. «Parque Ibirapuera entra para lista de locais mais fotografados no Instagram». Tecnologia e Games. 2 de dezembro de 2015 
  3. a b Curi, Fernanda Araujo. «Burle Marx e o Parque Ibirapuera: quatro décadas de descompasso (1953 - 1993)». Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material. 25 (3): 103–138. ISSN 0101-4714. doi:10.1590/1982-02672017v25n0304 
  4. «Notícia: Mais três monumentos projetados por Niemeyer são tombados pelo Iphan - IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional». portal.iphan.gov.br. Consultado em 10 de abril de 2018 
  5. «Prefeitura da Cidade de São Paulo». www3.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 10 de abril de 2018 
  6. Juste Lores, Raul. «Vizinhos temem plano de Doria e propõem assumir parque Ibirapuera». Folha de S.Paulo 
  7. «História - Parque Ibirapuera Conservação». Parque Ibirapuera Conservação 
  8. a b «Ibirapuera: coração de São Paulo - Diário do Grande ABC». Jornal Diário do Grande ABC 
  9. «Mexa-se: passeio de bicicleta com apresentações musicais e caminhada no Ibirapuera estão entre as dicas da semana». Divirta-se 
  10. «Ibirapuera | Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente | Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 2 de outubro de 2018 
  11. «Jornal britânico inclui Ibirapuera na lista dos melhores parques do mundo». G1. 7 de agosto de 2015. Consultado em 26 de abril de 2017 
  12. Moore, Rowan (7 de agosto de 2015). «The 10 best parks». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077 
  13. «Sobre o Parque». Parque do Ibirapuera. Consultado em 11 de maio de 2014 
  14. NAVARRO, E. A. Dicionário de Tupi Antigoː a Língua Indígena Clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 566.
  15. «Sabesp». site.sabesp.com.br. Consultado em 10 de abril de 2018 
  16. «The 25 most popular destinations for Facebook check-ins in 2013». CNN.com. 10 de dezembro de 2013. Consultado em 26 de abril de 2017 
  17. Edison Veiga (30 de agosto de 2014). O Estado de S. Paulo, ed. «O sessentão que não sai de moda» 
  18. «SP inaugura primeira bateria de banheiros reformados no Parque Ibirapuera». Jornal do Brasil. Consultado em 26 de abril de 2017 
  19. Adriana Farias (3 de abril de 2017). «Após inauguração, banheiros do Ibirapuera são alvos de vandalismo». Veja São Paulo. Consultado em 26 de abril de 2017 
  20. Vivian Reis (4 de abril de 2017). «Doria culpa 'rolezinho' por depredação e promete câmera na entrada de banheiros do Ibirapuera». G1. Consultado em 26 de abril de 2017 
  21. «Doria quer privatizar o Parque Ibirapuera e outras áreas verdes». G1. 6 de outubro de 2016. Consultado em 26 de abril de 2017 
  22. «São Paulo recebe mais uma edição do Holi – Festival das Cores». Hypeness. 16 de outubro de 2014. Consultado em 26 de abril de 2017 
  23. «Acontece…». Parque do Ibirapuera. Consultado em 26 de abril de 2017 
  24. «Inauguração da Árvore de Natal do Ibirapuera atrai centenas de fãs». G1. Consultado em 26 de abril de 2017 
  25. «Árvore de Natal do Ibirapuera será inaugurada neste sábado após doações». Folha de S.Paulo. Consultado em 26 de abril de 2017 
  26. Da Redação (1 de dezembro de 2012). «Natal – Fonte do Ibirapuera». Veja São Paulo. Consultado em 26 de abril de 2017 
  27. Gama, Mara. «Mara Gama: Lixo: Ibira Amo e Cuido faz mutirão de limpeza no Ibirapuera». Folha de S.Paulo 
  28. «CBN - CBN São Paulo - ONG promove mutirão de limpeza no Parque do Ibirapuera no aniversário de SP». cbn.globoradio.globo.com. Consultado em 2 de outubro de 2018 
  29. «História». Museu Afro Brasil. Consultado em 26 de abril de 2017 
  30. «Pavilhão das Culturas». Cidade de São Paulo. Consultado em 26 de abril de 2017 
  31. «Institucional». Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Consultado em 26 de abril de 2017 
  32. a b «Ibirapuera». Prefeitura de São Paulo. Consultado em 26 de abril de 2017 
  33. Monumento a Pedro Álvares Cabral. Cidade de São Paulo. Acessado em 26 de abril de 2017.
  34. Curi, Fernanda Araujo; Curi, Fernanda Araujo (September 2017). «Burle Marx and Ibirapuera Park: Four Decades Out of Sync (1953-1993)». Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material. 25 (3): 103–138. ISSN 0101-4714. doi:10.1590/1982-02672017v25n0304  Verifique data em: |data= (ajuda)
  35. «SVMA | Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente | Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 15 de abril de 2018 
  36. «Comando Operacional Oeste Centro | Secretaria Municipal de Segurança Urbana | Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 15 de abril de 2018 
  37. «Leis Municipais». leismunicipais.com.br. Consultado em 15 de abril de 2018 
  38. «Conselho estuda fim de carro e show no Parque do Ibirapuera - São Paulo - Estadão». Estadão 
  39. «Folha de S.Paulo - Ibirapuera: Conselho ameaça embargar garagens - 29/07/2004». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 15 de abril de 2018 
  40. «'Menos no Ibirapuera é mais para o parque Augusta', diz membro do conselho gestor - 16/03/2014 - sãopaulo - Folha de S.Paulo». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 15 de abril de 2018 
  41. «Órgão gestor quer vetar shows no parque Ibirapuera». Folha de S.Paulo 
  42. Juste Lores, Raul. «Vizinhos temem plano de Doria e propõem assumir parque Ibirapuera». Folha de S.Paulo 
  43. «DOSP 7/08/2014 - Pg. 15 - Cidade | Diário Oficial do Estado de São Paulo | Diários Jusbrasil». Jusbrasil. Consultado em 15 de abril de 2018 
  44. «Relatórios e Balanços - Parque Ibirapuera Conservação». Parque Ibirapuera Conservação 
  45. «DOSP 19/04/2017 - Pg. 70 - Cidade | Diário Oficial do Estado de São Paulo | Diários Jusbrasil». Jusbrasil. Consultado em 15 de abril de 2018 
  46. «Ação popular pede suspensão imediata do cinza da Prefeitura». Direto da Fonte 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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