João Doria Júnior

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João Doria Jr.
João Doria Jr.
Prefeito de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg
(eleito)
Período Assumirá em 1º de janeiro de 2017[1]
Vice-prefeito(a) Bruno Covas
Antecessor(a) Fernando Haddad
Presidente da Embratur Brasil
Período 19861988
Antecessor(a) Joaquim Affonso Mac Dowell Leite de Castro[2]
Sucessor(a) Pedro Grossi Junior[3]
Secretário Municipal de Turismo de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg
Período 19831986
Prefeito(a) Mário Covas
Vida
Nome completo João Agripino da Costa Doria Junior
Nascimento 16 de dezembro de 1957 (58 anos)
São Paulo, SP, Brasil
Nacionalidade Brasil brasileiro
Progenitores Mãe: Maria Sylvia Vieira de Moraes Dias
Pai: João Doria
Dados pessoais
Cônjuge Bia Doria
Partido PSDB
Religião Católico
Ocupação Empresário, jornalista, político e publicitário
Website www.grupodoria.com.br

João Agripino da Costa Doria Junior, mais conhecido como João Doria Jr. (São Paulo, 16 de dezembro de 1957) é um empresário, jornalista, publicitário e político brasileiro. Ficou conhecido como entrevistador de talk-shows, palestrante e organizador de eventos empresariais. É criador e presidente licenciado do Grupo Doria, que reúne seis organizações, dentre as quais o Lide — Grupo de Líderes Empresariais, uma associação que promove eventos pagos, tendo em sua mala-direta 1700 empresas nacionais e multinacionais cadastradas que, segundo o site do Grupo Doria, respondem por 52% do PIB privado brasileiro.[4]

Em 2012, foi eleito uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil, segundo a revista Istoé.[5] Em 2016, foi escolhido para ser o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para concorrer à Prefeitura Municipal de São Paulo nas eleições de 2016.[6] Em 2 de outubro], foi eleito prefeito da cidade de São Paulo no primeiro turno, fato inédito na história da cidade desde 1992, quando foram realizadas as primeiras eleições municipais em dois turnos no Brasil.[nota 1] [7] [8]

Biografia[editar | editar código-fonte]

João Doria Jr. nasceu em 16 de dezembro de 1957 na cidade de São Paulo, filho do publicitário e ex-deputado federal João Doria e de Maria Sylvia Vieira de Morais Dias Doria. De origem abastada, descende dos Costa Doria, uma família brasileira do período colonial, cujos membros foram grandes proprietários de terras, senhores de engenhos, militares e políticos da Bahia e Sergipe.[9]

Em meio aos incidentes políticos no Brasil dos anos 1960, Doria Jr. teve uma infância conturbada. Seu pai, publicitário e marqueteiro político,[10]que se elegera deputado federal pelo PDC da Bahia, teve o mandato cassado pelo Ato Institucional nº 1 , logo após o golpe militar de 1964,[11] tendo sido obrigado a permanecer fora do país por dez anos. Exilou-se então em Paris, com Maria Sylvia e os filhos - João e Raul. Dois anos depois, a esposa retorna ao Brasil, com os dois meninos, enquanto ele permanecia na França, onde viria a se graduar em psicologia na Universidade de Paris (1967), obtendo, em seguida, o mestrado, na mesma área, pela Universidade de Sussex, na Inglaterra (1969). [12]

De volta ao Brasil, Maria Sylvia instala uma fábrica de fraldas no bairro de Pinheiros, em São Paulo. O filho mais novo, Raul, ingressa no Colégio Rio Branco, no bairro de Higienópolis, com uma bolsa de estudos, enquanto o mais velho, João, frequenta a Escola Estadual Professora Marina Cintra, na rua da Consolação. Em 1970, aos 13 anos, começa a ajudar sua mãe na fábrica pertencente à família. Mais tarde, através das relações do pai, consegue um estágio com o publicitário Flávio Corrêa, no departamento de Rádio, TV e Cinema de uma agência de propaganda.

Em 1974, João Doria (pai) finalmente retorna ao Brasil, como diretor comercial de uma empresa argentina exportadora de vinhos. [12][13]Três meses após sua chegada, Maria Sylvia morre de pneumonia.[14]

Trajetória profissional[editar | editar código-fonte]

Ainda adolescente, estudante de graduação em comunicação social, assumiu uma diretoria na antiga TV Tupi [carece de fontes?] iniciando sua jornada no mundo jornalístico televisivo. Em pouco tempo assumiu o mesmo cargo na Rede Bandeirantes, voltou à Tupi, retornou à Band [carece de fontes?] e, poucos anos depois, com toda a bagagem adquirida à frente das emissoras de televisão, tornou-se diretor na reconhecida MPM, nesse tempo a maior agência de propaganda do país. Por essa mesma época, formou-se na FAAP e fez vários cursos de gestão empresarial.

Pouco depois de formado em jornalismo e publicidade, aos 21 anos, tornou-se diretor de comunicação da FAAP (1981–1983) e da Rede Bandeirantes de Televisão (1979–1982).

Logo em seguida, ingressaria na vida pública como Secretário de Turismo de São Paulo e presidente da Paulistur (1983–1986), no governo Mario Covas,[15] e presidente da Embratur, no governo José Sarney, ambas empresas estatais da área do turismo.[16][17]

Em 1983, por indicação de Franco Montoro, antigo companheiro de seu pai no PDC e então governador de São Paulo, Doria se tornou Secretário Municipal de Turismo e Presidente da Paulistur, na gestão de Mário Covas como prefeito da cidade de São Paulo (1983 - 1986). Em sua gestão, criou eventos como a Praça Doce e a Rua do Choro. Também oficializou as ruas de lazer na cidade e lançou o Passaporte São Paulo, um programa para ocupar a rede hoteleira da cidade nos fins de semana. Na mesma época, também a pedido de Montoro, teve participação ativa na organização da campanha pelas Diretas Já.[18]

Entre 1986 e 1988, durante o governo Sarney, tornou-se Presidente da EMBRATUR e do Conselho Nacional de Turismo. Em sua gestão criou inúmeras campanhas como "Respeite o Turista" e “O Rio continua lindo”, depois que uma enchente assolou a cidade, principal portão de entrada de estrangeiros no país. Nomeou Pelé como “Embaixador do Turismo Brasileiro", percorrendo diversos países junto ao atleta com o objetivo de promover o Brasil e suas atrações turísticas e culturais. Os críticos, porém, acusam as campanhas publicitárias da EMBRATUR de promover o turismo sexual no Brasil, mediante a intensificação da exposição do corpo feminino, durante a passagem de Doria pela presidência da empresa.[19]

Nos anos 1990 montou a produtora Videomax e dedicou-se a produzir programas de televisão, como Sucesso na Rede Bandeirantes, Business, na Rede Manchete, e Show Business, na RedeTV! e, a partir de 2008, na Rede Bandeirantes.

Doria foi também chairman da Casa Cor (2007–2011), colunista da Revista ISTOÉ Dinheiro (2008–2011), apresentador do reality show Aprendiz Universitário[20] (2010) e editor de quase 20 títulos, como as revistas Mulheres Líderes e Meeting & Negócios, entre outras atividades.

Durante alguns anos, Doria Jr. seguiu os passos profissionais do pai e, enquanto publicitário, transitou e esteve presente em algumas das grandes agências de publicidade da época. No final dos anos 80, foi sócio de Luiz Lara e Stalimir Vieira na agência DLS — Doria, Lara, Stalimir. Algum tempo depois, tornou-se sócio da Voice, bem sucedida empresa de Relações públicas da qual se desligou posteriormente para dar sequência ao seu trabalho como empreendedor.

Atuou no mercado editorial pela Doria Editora, publicando diversos títulos segmentados para empresários e público classe A: CaviarEmpresarial, Arena, Fórum & Negócios, Gabriel, Jorge, Mulheres Líderes, Meeting & Negócios, Lide, Lide Varejo, Lide Agronegócios, Lide Sustentabilidade, Líderes do Brasil, Robb Report, Líderes Empreendedores, Marketing Empresarial, Oscar, Saúde e Bem Estar, e Trancoso.

Foi fundador e vice-presidente do São Paulo Convention & Visitors Bureau e também foi a cabeça à frente do Market Plaza[21], bem sucedido shopping sazonal de inverno de Campos do Jordão. Realizou diversos eventos empresariais de grande porte, no Brasil e no exterior, como o Meeting Internacional, Fórum de Comandatuba, CEO’s Family Workshop, Fórum Nacional do Varejo, Fórum Brasileiro da Indústria de Alimentos, Fórum de Infraestrutura e Logística, Fórum Nacional do Esporte, Fórum de Marketing Empresarial e Fórum de Empreendedores, encontros que reúnem dirigentes de empresas de todo o país.

Em 2012, Doria foi incluído entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil,[5] pelo quarto ano consecutivo, segundo a revista IstoÉ. [22] Dois anos depois, em pesquisa feita pela empresa europeia Merco, publicada no país pela Exame.com[23], aparece como um dos 100 líderes de melhor reputação no Brasil.[24].

Doria é também autor de livros de autoajuda - Sucesso com EstiloLições para Vencer" - e assinou uma coluna mensal de negócios na revista Forbes Brasil. Foi também membro do Conselho Deliberativo do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo e conselheiro do MASP — Museu de Arte de São Paulo.

Grupo Doria[editar | editar código-fonte]

O Grupo Doria, do qual João Doria Jr. é fundador e presidente licenciado, é um grupo de comunicação e marketing composto por seis organizações:

  • Lide — Grupo de Líderes Empresariais
  • Doria Administração de Bens
  • Doria Internacional
  • Doria Editora
  • Doria Eventos
  • Doria Marketing & Imagem

Dentre essas, destaca-se a Lide — Grupo de Líderes Empresariais, associação da qual Doria Júnior é fundador e presidente licenciado do Comitê Executivo.[4]Segundo informa o site do grupo Doria, a Lide reúne mais de 1600 empresas nacionais e multinacionais, as quais representam 52% do PIB privado brasileiro. O objetivo declarado da organização é "promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas sociais". Basicamente, a Lide organiza debates, seminários e fóruns de negócios com a participação de organizações privadas e autoridades. Em 2015, a inscrição nesses encontros podia chegar a 140 mil reais. Também são cobradas taxas para quem quiser anunciar no evento. A Lide também organiza viagens internacionais orientadas para eventos tais como o Monaco Yacht Show. Enviar um executivo a uma viagem como essa pode custar até 200 mil reais .[14] Para participar desse clube seleto, as empresas desembolsam a quantia simbólica de 10 mil reais ao ano, além dos pagamentos extras. Já a compra de uma cota da Lide pode custar mais de 2 milhões de reais. [25]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Nos anos 1990 montou a produtora Videomax e começou a produzir o programa “Sucesso” na Rede Bandeirantes, a primeira de uma série de vivências que ele teria dentro do formato de entrevistas e talk shows com personalidades dos setores empresarial, social e cultural do país. No ano de 1992 apresentou o programa “Business” na Rede Manchete, que em 1999 seguiu para a RedeTV! com o nome “Show Business”. O programa migrou para a Rede Bandeirantes em 2008, onde permaneceu, construindo um histórico de cerca de 5.000 edições.

Ainda na TV Bandeirantes, Doria também comandou outro programa de entrevistas, o “Face a Face”, mais intimista e também com personalidades de fora do mundo empresarial. Além disso, foi host de um reality show na Rede Record, “O Aprendiz”, que comandou entre 2010 e 2011.

Trajetória política[editar | editar código-fonte]

João Doria Júnior ao lado de Aécio Neves. Em 2001, Doria se filiou ao PSDB.

Em 2001 Doria filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), partido fundado em 1988 e com o qual afirma sempre ter tido identificação ideológica e política. Costuma citar o cargo de presidente da Paulistur, na prefeitura de Mario Covas, ainda nos anos 1980, como prova de que seria um tucano de raiz, embora só tenha se filiado ao partido em 2001. Entretanto, seus rivais dentro do partido descobriram que ele votou em Fernando Collor em 1989, quando Covas também era candidato a presidente. Covas teria flagrado Doria usando uma camiseta "colorida" ainda no primeiro turno das eleições.[14]Também presidiu o Conselho Nacional de Turismo (1986–1988).

Em 2007, juntamente com alguns outros empresários e personalidades, liderou o “Cansei”, um efêmero movimento criado por setores da elite brasileira de oposição ao então Governo Lula.[26][27]

Candidatura à prefeitura de São Paulo em 2016[editar | editar código-fonte]

Após uma acirrada disputa nas prévias do PSDB[28], João Doria Jr., considerado um arrivista pelos fundadores do partido, derrotou os concorrentes Andrea Matarazzo e Ricardo Tripoli, sendo eleito como pré-candidato tucano à Prefeitura de São Paulo em 20 de março de 2016, com o apoio fundamental do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Inconformado, Matarazzo deixou o PSDB, fazendo duras críticas ao governador e seu protegido.[29][30] Segundo seus oponentes, Alckmin, para ajudar seu candidato, "abriu a temporada de loteamento, dando secretarias aos partidos que se juntaram a Doria". Assim teria conseguido amarrar doze partidos no apoio à campanha, de modo a garantir ao pupilo o maior tempo de exposição na mídia. "O Geraldo [Alckmin] mudou muito de comportamento nos últimos anos no sentido de aceitar más companhias", observou o ex-deputado Arnaldo Madeira, um dos fundadores do PSDB. [14] Teve sua candidatura homologada na convenção partidária, em 24 de julho. [31]

Durante as prévias do PSDB, Doria foi acusado, por adversários de dentro do próprio partido, de abuso do poder econômico, com suposta compra de votos de filiados [30] e intimidação da militância favorável aos seus adversários nas prévias.[14] O advogado de Doria, no entanto, afirmou que o PSDB "foi o único pagador de todas as despesas relacionadas às prévias partidárias."[32][33][34]

João Dória Jr. é o candidato à prefeitura de São Paulo com maior patrimônio. De acordo com declarações enviadas ao TSE pelo candidato, o seu patrimônio é de 179,7 milhões de reais.

Em 3 de setembro, Doria começou a atacar o Partido dos Trabalhadores (PT) em sua propaganda eleitoral, com anúncios parodiando o bordão "Pergunta lá", da rede de postos Ipiranga.[35] Quatro dias depois, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo determinou a suspensão dos anúncios, acatando os pedidos do PT, que alegou escárnio, e da Ipiranga, que alegou "uso indevido do conceito" veiculado em sua campanha publicitária.[36]

Além de novos 32 poupatempos integrando as subprefeituras, Doria propôs uma novidade que passaria a integrar o leque de serviços disponíveis nos postos: o Poupatempo Empreendedor. "Para exatamente valorizar e agilizar os processos de aprovação das empresas. O objetivo do serviço seria entregar um certificado digital em 72 horas, em três dias úteis, para que os novos empreendedores, as novas empresas, possam, certificadas pela Prefeitura, iniciar imediatamente os seus trabalhos". [37]

Dória também teve como proposta a venda do complexo do Anhembi à iniciativa privada e conceder a administração dos museus à iniciativa privada caso seja eleito prefeito da capital. O autódromo continuará sendo autódromo e kartódromo, mas com administração privada o que evitaria gastos excessivos com firmas de segurança e limpeza que vinham ocorrendo no governo de esquerda de Fernando Haddad [38] Segundo o Prefeito, eles custam R$ 400 milhões a cada quatro anos. Esse custo deixará de existir. As arrecadações serão de R$ 4 a R$ 5 bilhões de reais, que serão investidos integralmente em saúde e educação. [39]

Prefeito de São Paulo[editar | editar código-fonte]

Doria foi eleito prefeito de São Paulo no primeiro turno em eleição histórica - pela primeira vez não houve segundo turno na cidade de São Paulo, Doria venceu em quase todas as zonas eleitorais da capital. As exceções foram em Cidade Dutra e Parelheiros, nas quais Marta Suplicy venceu.[7] Como prefeito eleito, participou da seção "Conversa com a Fonte" do III Festival piauí GloboNews em 8 de outubro de 2016, no Colégio Dante Alighieri, em São Paulo[40].

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão
Ano Título Personagem Nota
1990–92 Sucesso[41] Apresentador
1992–2016 Show Business Apresentador
2010–11 O Aprendiz Apresentador Temporada 78
2015–16 Face a Face Apresentador

Nota[editar | editar código-fonte]

  1. Embora a Constituição Brasileira de 1988 previsse, em seu artigo 77 § 3º, a realização de um segundo turno entre os candidatos mais votados, tal regra não foi aplicada ao pleito de 1988 porque este foi deflagrado antes de promulgada a nova Carta - cujo artigo 16 determina que "a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência."

Referências

  1. Aposta de Alckmin, João Doria é eleito prefeito de São Paulo no 1º turno. Por Daniela Lima e Thais Bilenky. Uol, 2 de outubro de 2016.
  2. PORTAL eventos. «Falece ex-presidente da Embratur». 
  3. EcoViagem. «Embratur completa 40 anos resgatando a história do turismo». 
  4. a b «Grupo Doria - LIDE». www.grupodoria.com.br. Consultado em 2016-07-28. 
  5. a b «BRASIL: As 100 personalidades mais influentes de 2012 – OUSADOS». ISTOÉ. 2011-01-08. Consultado em 2016-07-28. 
  6. «João Dória vence prévias do PSDB para candidatura à prefeitura de São Paulo». Consultado em 2016-07-28. 
  7. a b «Doria é eleito prefeito de São Paulo no primeiro turno em eleição histórica». Consultado em 2016-10-03. 
  8. «Apuração da eleições». Gazeta do Povo. 02 de outubro 2016. Consultado em 02 de outubro 2016. 
  9. DORIA, Francisco Antonio, De Gênova ao Brasil, I - Costa Doria, Rocha Doria, Lucatelli Doria. Bingen, 2002.
  10. «O PRIMEIRO JOÃO DÓRIA». 2016-04-02. Consultado em 2016-07-28. 
  11. «Deputados cassados pela ditadura são homenageados na Câmara». www2.camara.leg.br. Consultado em 2016-07-28. 
  12. a b CPDOC-FGV. DÓRIA, João (biografia).
  13. Abreu, Alzira Alves de; Paula' Christiane Jalles de. Dicionário histórico-biográfico da propaganda no Brasil. FGV Editora, 2007.
  14. a b c d e A guerra do cashmere - Como João Doria Júnior se tornou candidato a prefeito e implodiu o PSDB de São Paulo. Por Julia Duailibi. Piauí, ed. nº 119, agosto de 2016.
  15. João Dória Jr: Maior ativo do turismo brasileiro é o povo. Hotel News, 22 de dezembro de 2014.
  16. «O mundo perfeito de João Doria Jr. - EXAME.com». Consultado em 2016-07-28. 
  17. «Presidente Marco Polo Del Nero convida João Dória Jr. para chefiar delegação na Copa América - Seleção Brasileira». Consultado em 2016-07-28. 
  18. Doria rebate Aníbal sobre participação nas Diretas: ‘Tem problema de memória’. Ex-deputado disse que o empresário, pré-candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSDB, havia "falsificado" a história ao dizer que organizou comícios da campanha nos anos 1980. Veja, 16 de fevereiro de 2016.
  19. Análise de conteúdo da imagem do Brasil obtida através da divulgação oficial da EMBRATUR. Por Cleber Roberval Salvador Oliveira e Ana Cristina Salviato-Silva. VIII Convibra Administração – Congresso Virtual Brasileiro de Administração
  20. «Aprendiz Universitário - João Doria Jr. comanda Aprendiz 2010 - Rede Record». entretenimento.r7.com. Consultado em 2016-07-28. 
  21. «Market Plaza esquenta vendas em Campos do Jordão - propmark». Consultado em 2016-07-28. 
  22. Os 100 mais influentes de 2011
  23. «Os 100 líderes de melhor reputação no Brasil em 2014 - EXAME.com». Consultado em 2016-07-28. 
  24. 100 líderes de melhor reputação no Brasil
  25. Coxão duro lifestyle : João Doria Junior visita a periferia. Por Julia Duailibi. Piauí, ed. nº 109, outubro de 2015.
  26. Andrea Dip (28 de junho de 2011). «WIKILEAKS: Cônsul e FHC ironizam movimento “Cansei”». A Pública. Consultado em 18 março de 2015. 
  27. «OAB do Rio diz que movimento Cansei é golpismo paulista». Conjur. 31 de julho de 2007. Consultado em 18 março de 2015. 
  28. «Prévias do PSDB têm Doria e Matarazzo na disputa de 2º turno para prefeito de SP». Consultado em 2016-07-28. 
  29. Matarazzo deixa PSDB e denuncia compra de votos nas prévias. Vereador também afirmou que João Dória é "uma piada pronta" e acusou o governador de SP de usar a máquina pública para eleger o empresário. Terra, 18 de março de 2016.
  30. a b Doria minimiza denúncia de compra de votos em prévias do PSDB. Por Estevão Taiar. Valor Econômico, 11 de julho de 2016.
  31. «João Dória é o pré-candidato do PSDB à Prefeitura de SP». 2016-03-20. Consultado em 2016-07-28. 
  32. João Dória é o pré-candidato do PSDB à Prefeitura de SP. G1, 20 de março de 2016.
  33. Promotor diz ver abuso de poder econômico de Dória na prévia tucana G1, 6 de junho de 2016
  34. Empresa bancou evento de Doria, diz Ministério Público. Por Thais Bilenki. Uol, 14 de julho de 2016
  35. Arbex, Thais (03/09/2016). «João Doria começará ataques a Haddad na propaganda eleitoral da televisão». Folha de S. Paulo [S.l.: s.n.] Consultado em 07/09/2016. 
  36. Bergamo, Mônica (07/09/2016). «Justiça manda suspender anúncios de João Doria que usam conceito da campanha dos postos Ipiranga». Folha de S. Paulo [S.l.: s.n.] Consultado em 07/09/2016. 
  37. «Doria diz que vai criar Poupatempo municipal nas 32 subprefeituras de SP». Consultado em 2016-10-03. 
  38. http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/10/1821200-elitizacao-e-risco-com-parque-privado-planejado-por-doria.shtml
  39. «Doria diz que vai vender Anhembi e terceirizar gestão de museus». Consultado em 2016-10-03. 
  40. «'Algum dia, quem sabe, todos os brasileiros poderão usar Polo Ralph Lauren', diz Doria - 08/10/2016 - Poder - Folha de S.Paulo». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 2016-10-09. 
  41. «BATE-PAPO COM João Dória Jr. - 03/08/2001 às 17h00». UOL. 2016-03-20. Consultado em 2016-07-28. 

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