Partido da Social Democracia Brasileira

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Partido da Social Democracia Brasileira
tucano(a)
"Pelo Brasil"
Logomarca do Partido Social da Democracia Brasileira.png
Número eleitoral 45[1]
Presidente Bruno Araújo[2]
Secretário-geral Beto Pereira[2]
Vice-presidentes Bruna Furlan
Célio Silveira
Carlos Sampaio
Domingos Sávio
Nelson Marchezan Jr.
Roberto Pessoa[2]
Tesoureiro-geral Cesar Contijo[2]
Presidente de honra Fernando Henrique Cardoso[2]
Fundação 25 de junho de 1988 (33 anos)
Registro 24 de agosto de 1989 (32 anos)[1]
Sede Brasília, DF
Ideologia Liberalismo social[3][4][5][6]
Liberalismo econômico[4][5][6]
Social-democracia[4][5][6]
Democracia cristã[4][5]
Minoritária:
Socialismo democrático[7]
 • Terceira via
Espectro político Centro[8][9][10][11][12]
Centro-direita[13][14][15][16]

Histórico:
Centro-esquerda[17][18][19][20][21][22]

Think tank Instituto Teotônio Vilela
Ala jovem Juventude do PSDB (JPSDB)
Dividiu-se de PMDB
Membros (2021) 1.354.901 filiados[23]
Afiliação nacional União, Trabalho e Progresso (1994-2002)
Afiliação internacional Internacional Democrata Centrista
Organização Democrata Cristã da América (observador)
Governadores (2020)[24]
3 / 27
Prefeitos (2020)[25]
521 / 5 568
Senadores (2020)[26]
7 / 81
Deputados federais (2020)[27]
33 / 513
Deputados estaduais (2018)
73 / 1 024
Vereadores (2020)[28]
4 377 / 56 810
Parlamento do Mercosul
4 / 138
Cores      Azul
Símbolo eleitoral
PSDB logo (cortado).png
Página oficial
psdb.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) é um partido político brasileiro de centro-direita.[29] Fundado em 1988 e registrado definitivamente em 1989, surgiu a partir de uma cisão do PMDB que mesclava a social-democracia, a democracia cristã e o liberalismo econômico e social.[4][5][6] Seu símbolo é um tucano nas cores azul e amarela: por esta razão, seus membros são, eventualmente, chamados de "tucanos", e raramente de "peessedebistas".[30][31] Em outubro de 2021 o partido possuía 1.354.901 filiados, sendo o terceiro maior do país.[23] Além de ser o partido do ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso, ao longo da história o PSDB deu apoio aos ex-presidentes Itamar Franco e Michel Temer e fez oposição aos ex-presidentes Fernando Collor, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Desde setembro de 2021, faz oposição ao governo de Jair Bolsonaro.[32]

História

Antecedentes e fundação

Participantes da criação do PSDB em 25 de junho de 1988

O embrião do que viria ser o PSDB surgiu logo após as Eleições Gerais de 1986, com o surgimento do Movimento de Unidade Progressista (MUP) em 1987, capitaneado entre outros por Fernando Henrique Cardoso (PMDB-SP). Segundo Scott Mainwaring, tratou-se de uma resposta à estratégia política adotada pelo PMDB na ordem de maximizar o seu capital político: a ampla vitória do partido em 1986 se deu em parte ao influxo de políticos provenientes do PDS (e por extensão da ARENA) que buscavam novas oportunidades de ganho político no PMDB e no PFL. De forma ilustrativa, a bancada do PMDB aumentou de 224 parlamentares em fevereiro de 1985 para 246 em julho de 1986, ao passo que a bancada do PDS despencou de 196 para 81.[33]

Nesse contexto, a cisão no PMDB ocorre diante do convencimento de quadros importantes que o partido se tornara permanentemente viciado por essa guinada conservadora. O PMDB se tornou ideologicamente heterogêneo aglomerando facções desde a esquerda à direita.[33] Além disso, desentendimentos com a excessiva influência do Governador Orestes Quércia (PMDB-SP) na liderança do partido provocaram o afastamento de políticos que se identificavam como progressistas. Outra ruptura foi a adoção do sistema presidencialista pela Constituição Federal de 1988 que favorecia a linha quercista do PMDB, mas não o grupo dissidente.[34]

O nome "PSDB" (então "Partido Socialista Democrático Brasileiro") é pela primeira vez sugerido para um novo partido derivado do MUP em outubro de 1987, num encontro supra-partidário que reuniu o MUP, o PSB e outros políticos de esquerda e centro-esquerda, incluindo o deputado Paulo Ramos (PMDB-RJ) e Florestan Fernandes, o antigo professor de FHC.[35]

Criação do PSDB em 1988

Em 25 de junho de 1988, os dissidentes do PMDB levaram a termo sua insatisfação perante o Governo Sarney, que haveria "de se constituir no primeiro da Nova República para se fazer o último da Velha República".[36] Tal disparidade se acentuou durante a Assembleia Nacional Constituinte, onde os membros do partido votaram pelos quatro anos de mandato para o Presidente da República apesar de ter prevalecido a tese dos cinco anos, por influência do establishment peemedebista e de políticos conservadores agrupados no Centrão. Entre os fundadores do novo partido estavam Franco Montoro, José Serra, Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso, escudados por Sérgio Motta, Magalhães Teixeira e Geraldo Alckmin. Fora de São Paulo o novo partido arregimentou Pimenta da Veiga, Eduardo Azeredo, José Richa, Artur da Távola, Célio de Castro, Afonso Arinos, Chagas Rodrigues, Almir Gabriel, Teotônio Vilela Filho, Aécio Neves, Arthur Virgílio e Maria de Lourdes Abadia. Posteriormente outros políticos, como Tasso Jereissati e Ciro Gomes, também migrariam para o partido.[37]

Segundo levantamento feito pela Editora Três via enciclopédia Brasil 500 Anos, a bancada inaugural do PSDB no Congresso Nacional possuía nove senadores e trinta e nove deputados federais, representando dezesseis estados e o Distrito Federal. Destes, onze eram paulistas, porém a maior representação per capita era a de Alagoas, com quatro nomes numa bancada de onze membros contra os 63 oriundos de São Paulo. Para corroborar tais assertivas basta dizer que dois dos três senadores paulistas e três dos oito deputados federais alagoanos participaram da fundação do PSDB, inclusive Renan Calheiros.[carece de fontes?]Ao todo, foram 60 deputados que ingressaram no PSDB.[33]

Com este núcleo partidário, o PSDB foi formado pela confluência de diferentes pensamentos políticos contemporâneos: dos trabalhistas, adotou a primazia do trabalho sobre o capital; a ética, a solidariedade e a participação comunitária foram assimiladas dos pensadores católicos personalistas, e das ações políticas dos líderes europeus do pós-guerra. Não obstante, ainda que fosse um partido ideologicamente diversificado na sua fundação (mais que o Partido dos Trabalhadores, por exemplo), o PSDB era muito menos heterogêneo que o PMDB, tendo em vista que se fundou justamente para se contrapor ao ''declínio deste último em uma máquina eleitoreira clientelista.''[33]

Apesar de recém-constituído e ainda com organização provisória, o PSDB participou das eleições municipais de 1988, disputando com candidatos próprios e conseguindo vitórias importantes como em Minas Gerais, onde conquistou as prefeituras de Belo Horizonte com Pimenta da Veiga, e de Contagem, com Ademir Lucas Gomes, além de mais cinco prefeituras nesse estado. No Ceará, elegeu Ciro Gomes a prefeitura de Fortaleza. Ao todo, o PSDB elegeu dezoito prefeitos, sendo sete em Minas Gerais, cinco em São Paulo, três no Espírito Santo, um no Mato Grosso do Sul, um em Pernambuco e um no Amazonas Elegeu, nesses mesmos estados, cerca de 215 vereadores.[38]

Governo Sarney e eleições de 1989

Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) com o então deputado federal José Serra (PSDB-SP) durante a Assembleia Nacional Constituinte.

Os partidos da base de Governo Sarney, o PFL e o PMDB, tentaram omitir os verdadeiros resultados do Plano Cruzado até o pleito de 1986, o que lhes proporcionou grande sucesso diante da penumbra dos efeitos de curto prazo que aparentavam resolver a calamidade monetária. Contudo, pouco após a eleição, o clima de deterioração econômica e a hiperinflação ficam evidentes para o eleitorado e a opinião pública rapidamente se estrutura em veemente descrédito dos políticos tradicionais. Todavia, a cisão no PMDB provocou o deslocamento dos líderes dissidentes à Oposição durante o Governo Sarney.[33][34] Assim, a primeira eleição que o PSDB concorre é Eleição Presidencial de 1989, animada por um sentimento antagônico às elites políticas. O PMDB lançou a candidatura de Ulysses Guimarães (PMDB-SP), o PFL lançou Aureliano Chaves (PFL-MG) e o PSDB lançou Mário Covas (PSDB-SP) sendo que nenhum dos três consegue capitalizar muito sucesso político: o PFL e o PMDB devido ao seu papel no Governo Sarney, e o PSDB diante da carisma populista de Fernando Collor de Mello (PRN-AL). Collor era desconhecido do eleitorado fora de seu estado e fora lançado por um partido igualmente obscuro (o Partido da Reconstrução Nacional), que conduziu uma campanha demagógica explorando as animosidades da população brasileira à corrupção e à inflação, de forma a projetar sua imagem como a de um outsider político.[33] Em 4º lugar na disputa, recolhendo 11,52% dos sufrágios, o PSDB foi inicialmente descartado como um partido promissor,[34] ainda mais depois da dramática redução da bancada tucana que contava precipuamente com 60 deputados e passou a 37.[33] Além disso, nas Eleições Gerais de 1990, o PSDB conseguiu eleger apenas um Governador e um Senador, ambos no Ceará.[34] O partido consegue reverter essa trajetória em parte nas Eleições Municipais de 1992 quando elege 332 prefeitos, dos quais 5 em capitais. A capilaridade do PSDB se restringe portanto - durante os seus primeiros anos - à região Sudeste, com um notório exclave no estado do Ceará devido à influência de Tasso Jereissati (PSDB-CE).[34]

Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), Mario Covas (PSDB-SP) e José Roberto Magalhães Teixeira (PSDB-SP)

Apesar de ter apoiado a candidatura de Luís Inácio Lula da Silva do PT no segundo turno da majoritária de 1989, o PSDB se aproximou do Governo Collor no seu programa econômico de privatização, modernização e abertura para o exterior, mas não integrou a base do Governo.[39] O Presidente Collor tentou seduzir o apoio do PSDB em diversos momentos, ao que algumas correntes do partido, notadamente lideradas pelo deputado José Serra e pelo Senador Fernando Henrique, eram simpáticas; no entanto, o protesto de Mário Covas fizera ruir a hipótese.[39]

Sem embargo, diante dos incontáveis escândalos do Governo Collor, o PSDB se afastou integralmente do Palácio do Planalto. Após a célebre entrevista de Pedro Collor de Mello, o irmão do Presidente, à revista VEJA em que este acusa Fernando Collor e seu tesoureiro de campanha, Paulo César Farias, de comandar um esquema de corrupção, os desdobramentos do impeachment do Presidente começam a deslanchar. O Partido dos Trabalhadores foi o primeiro a apoiar formalmente a abertura de processo de impedimento ao Presidente. Inicialmente, o PSDB denunciava os escândalos e se opunha ao Governo sem abraçar a causa do impeachment, mas com a evolução dos fatos, tornou-se inevitável apoiar a queda de Collor.[39]

O PSDB no Governo Itamar Franco

Ver artigo principal: Plano Real

Com o afastamento de Fernando Collor de Mello e o início do Governo Itamar Franco, o PSDB integra a base governista. Quando Itamar Franco assumiu a presidência da república, houve uma coalizão de união nacional no congresso para dar sustentação ao novo presidente: PMDB, PT, PFL e PSDB, os maiores partidos, acenaram apoio. Posteriormente, o PT desistiu, sendo esse conflito o motivo do desligamento de Luiza Erundina do partido, pois ela havia sido nomeada ministra. Das indicações do PSDB, Fernando Henrique Cardoso assumiu o Itamaraty; Paulino Cícero (PSDB-MG), a pasta de Minas e Energia; Jutahy Magalhães (PSDB-BA), o Ministério do Bem-Estar Social; e outros tucanos serviram ao longo do Governo Franco, como Yeda Crusius (PSDB-RS) que assumiu posteriormente o Ministério do Planejamento.[40]

Quando do plebiscito de 21 de abril de 1993 acerca da forma de governo, o PSDB integrou a Frente Parlamentarista - inclusive esta fora liderada pelo Senador José Richa (PSDB-PR).[41] A campanha foi palanque da batalha que uniu presidencialistas ao grupo de Lula (PT-SP) e parlamentaristas ao grupo tucano.[42]

Após oito meses da gestão de Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso assumiu o Ministério da Fazenda, montou uma equipe composta por, entre outros, Edmar Bacha, Pérsio Arida e André Lara Resende, e deu início ao Plano Real.[40][39] O Plano Real, elaborado principalmente por Edmar Bacha, começou a tomar feições nítidas com a aprovação pelo Congresso Nacional do "fundo social de emergência", que daria, ao governo, liberdade para dispor de 15% a 20% de todo o orçamento da União, às custas da previdência social e de um aumento do imposto de renda sobre a classe média e as empresas. A equipe da Fazenda teria, então, possibilidade de manejar melhor o plano. O fundo de emergência também foi o estopim da aliança PSDB–PFL. Para obter a aprovação do fundo, o PSDB precisou do apoio maciço do PFL, que aquiesceu.[43] A maior faceta do plano Real foi a Unidade Real de Valor (URV) que atuava como indexador monetário, convertendo os preços em uma nova unidade que substituiria a moeda então vigente, o Cruzeiro Real, por uma nova moeda logo depois, o Real. Era a senha para acostumar o povo a um novo mundo, antes de chegar a moeda de fato e vencer, após mais de vinte anos, a cultura inflacionária do brasileiro.[39] Além disso, o programa de privatizações se fez presente na agenda do Ministro FHC. O governo buscou acelerar o Programa Nacional de Desestatização e privatizou subsidiárias da Petrobras e siderúrgicas — a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa) e a Aço Minas Gerais (Açominas). Todas essas medidas recrudesceram a oposição de esquerda.[40] Forjou-se a aliança definitiva entre PSDB e PFL, apesar do estranhamento inicial. O PSDB baiano, inimigo à época do PFL do mesmo estado, recusou-se a integrar a união, como também ocorreu no Maranhão. Outras rusgas surgiram, mas a aliança manteve-se coesa, apesar de tudo. Inicialmente, o PSDB tentou camuflar a aliança, dando o tom de liderança na chapa, mas a ajuda do PFL foi indispensável para a vitória nas eleições. O PFL detinha um imenso curral eleitoral no Nordeste, o que impulsionou a vitória.

Logomarca do PSDB utilizada até 2019

Em dia 1º de março de 1994, a URV entrou em vigor, sucedendo uma das piores crises inflacionárias do história. Na oposição, o PT e a CUT protestavam, alegando que haveria arrocho salarial. Sem embargo, a recepção geral das medidas econômicas foram positivas e o Plano Real foi considerado um sucesso.[39]

Visando a Eleição de 1994, o PSDB se aproximou do PFL, procurando dividir o campo da direita. Ademais, o PFL tinha uma grande base eleitoral no Nordeste, região onde o PSDB não possuía muita força. Dentro do PFL não houve muita resistência e o nome de Guilherme Palmeira (PFL-AL) foi rapidamente selecionado como vice numa chapa capitaneada pelo popular Ministro da Fazenda, FHC. No entanto, importantes quadros tucanos resistiram a essa aproximação com a direita, sustentando incompatibilidade do PSDB com o conservadorismo e as práticas clientelísticas. Mesmo depois da substituição de Palmeira por Marco Maciel (PFL-PE) para compor a candidatura, a oposição explorou intensamente a alegada incoerência de Fernando Henrique durante a campanha. Ao que este retrucou “Eu sou social-democrata. Estou fazendo uma aliança com o setor liberal, porém com um setor liberal que tem sensibilidade social. Eu não quero fisiologia, não quero clientelismo”.[39]

Após uma campanha marcada pelo sucesso do Plano Real,[39] a coalizão PSDB-PFL-PTB logrou 54,27% dos sufrágios e conseguiu eleger o Presidente da República em primeiro turno.[34]

Governo Fernando Henrique Cardoso

Ver artigo principal: Governo Fernando Henrique Cardoso
Posse do Presidente Fernando Henrique Cardoso em 1995

Na Câmara dos Deputados o PSDB pois passou de 38 deputados para 62 em 1994; no Senado, o seu único parlamentar foi acompanhado de mais nove senadores. A geografia do crescimento do partido foi também extremamente relevante, pois ela ocorreu sobretudo nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, indicando que o PSDB não só cresceu, mas também se nacionalizou.[34]

Fernando Henrique Cardoso conquistou a Presidência da República, e foi presidente por dois mandatos (de 1995 a 1999 e de 1999 a 2003), havendo, no meio de seu primeiro mandato, apoiado a mudança constitucional que permitia a reeleição para ocupantes de cargos executivos, inclusive ele próprio e todos os governadores em exercício. Nesse período, alguns parlamentares que haviam se mantido no PMDB, ou mesmo em outros partidos, mas que haviam sido do antigo MDB ou se encaixavam no perfil social-democrata entraram no partido, como os deputados Alberto Goldman e Aloysio Nunes Ferreira Filho.[carece de fontes?]

Fernando Henrique Cardoso ao lado de Nelson Mandela em maio de 1998.

Ao longo do mandato presidencial tucano, o crescimento da economia brasileira foi de 2,3% ao ano.[44] Ocorreram inúmeras privatizações[45] que precederam a modernização de diversos setores antes controlados pelo Estado, como as telecomunicações.[46] No governo FHC foi atingido o fim da hiperinflação (que, antes de seu governo, chegou a ter períodos com 6 000% ao ano), obtendo-se assim a estabilidade monetária.[47] Houve a criação de programas sociais pioneiros, como o Bolsa-escola, o Auxílio-gás e o Bolsa-alimentação (posteriormente juntados em um só programa, o Bolsa Família, pelo Governo Lula),[48] além do início da reforma do Estado, com a implantação, por exemplo, do Ministério da Defesa, da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria Geral da União (CGU). A implantação da Lei de Responsabilidade Fiscal foi um marco na regulação do uso de verbas públicas em todos os níveis administrativos do país.[49]

Eleições de 2002 e retorno à oposição

Nas eleições presidenciais de 2002, o candidato do partido, José Serra, perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores. Lula teve 61,27% dos votos e Serra, 38,73%.[50]

Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e José Jorge (PFL-PE) durante a campanha presidencial de 2006

Nas eleições presidenciais de 2006, o candidato do partido, Geraldo Alckmin, obteve 41,5% dos votos válidos no primeiro turno e foi para o segundo turno com o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, quando este obteve 61% dos votos válidos, sendo reeleito.[51] O ex-prefeito de São Paulo José Serra foi vencedor na disputa do governo do estado pelo partido já no primeiro turno, consolidando um domínio da legenda em São Paulo que completaria, ao fim de seu mandato, dezesseis anos de poder.[52]

O candidato do PSDB na eleição presidencial de 2010 foi novamente José Serra. Ele perdeu no segundo turno para a candidata do PT Dilma Rousseff, Serra obteve quase 44% dos votos, enquanto Dilma obteve pouco mais de 56%.[53]

Ainda em 2010, o partido teve cinco indicados pela Revista Época entre os cem brasileiros mais influentes do ano: Fernando Henrique Cardoso (ex-presidente da república), José Serra (ex-governador de São Paulo), Aécio Neves (ex-governador e senador eleito por Minas Gerais), Geraldo Alckmin (governador eleito de São Paulo) e Antonio Anastasia (governador de Minas Gerais).[54]

O partido formou, em 2011, a terceira maior bancada na Câmara, com 53 deputados federais, e a terceira maior no Senado, com onze eleitos, sendo o candidato Aloysio Nunes eleito Senador por São Paulo com onze milhões de votos, a maior votação da história para o senado.[55][56][57]

Após a derrota do tucano José Serra na disputa para a prefeitura de São Paulo de 2012, o ex-presidente FHC defendeu que PSDB precisa de "um discurso convincente, afim com os problemas atuais do país"[58] e de renovar os seus quadros. Ao lado do ex-senador Tasso Jereissati, o ex-presidente lançou a pré-candidatura do senador mineiro Aécio Neves à presidência.[59]

João Doria Júnior ao lado de Aécio Neves. Em 2001, Doria se filiou ao PSDB.

Nas eleições municipais de 2012, o PSDB se manteve como o segundo maior partido municipal do Brasil, após o PMDB, com 701 prefeitos e 5146 vereadores.[60] O partido elege prefeitos de quatro capitais (Teresina, Maceió, Manaus e Belém).[61]

Como presidente do partido, Aécio Neves idealizou dois portais eletrônicos de interação e divulgação do partido com a sociedade. O "Conversa com brasileiros" foi lançado em Maio de 2013 como um portal de comunicação do PSDB que reúne depoimentos e opiniões de lideranças e filiados do partido sobre temas como custo de vida, educação, inflação, entre outros. Através do portal, a população também pode entrar em contato com os políticos do PSDB por meio de suas redes sociais ou por mensagens.[62][63]

Já o Portal Social do Brasil foi lançado no dia 4 de Setembro de 2013. O site visa a construir uma nova agenda para o PSDB, com foco no debate das políticas sociais.[64]

Eleições de 2014 e o Impeachment de Dilma Rousseff

Para as eleições de 2014, Aécio Neves foi escolhido como candidato à presidência pelo PSDB, em uma coligação com mais oito partidos. No dia 14 de junho de 2014, o PSDB oficializou Aécio Neves como candidato a presidente do Brasil e, no dia 30 de junho de 2014, anunciou o senador Aloysio Nunes como candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves.[65] O senador de Minas Gerais foi ao segundo turno com a ex-presidente, Dilma Rousseff, sendo a sexta vez seguida que o PSDB e o PT se enfrentam no segundo turno presidencial. Porém, Aécio ficou em segundo lugar, e Rousseff foi reeleita.[66] No final de 2014, o PSDB entrou com um processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedido de cassação da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer por supostas irregularidades na campanha eleitoral daquele ano.[67] O PSDB protocolou o processo por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, que teria recebido recursos do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato. Segundo entendimento do TSE, a prestação contábil da presidente e do vice-presidente é julgada em conjunto.[68]

Desempenho do partido nas campanhas presidenciais representado pela cor azul no mapa. Entre 1994 e 2018, vigorou um sistema partidário entre PSDB e PT

Após a consumação do impeachment de Dilma, o PSDB passa a integrar o novo governo de Michel Temer, ocupando importantes ministérios. Nas eleições de 2018, Geraldo Alckmin foi novamente o candidato tucano à presidência, tendo como vice a senadora Ana Amélia Lemos, e amparado pela maior coligação de partidos do pleito, que reuniu nove legendas e lhe garantiu cerca de metade do tempo de TV destinado ao horário eleitoral.[69] Devido a alta impopularidade de Temer, Alckmin tentou descolar a sua imagem do governo, e durante toda a campanha, evitou o rótulo de candidato governista. O presidente reagiu, e pelas redes sociais, divulgou vídeos listando os apoiadores de Alckmin que ocupavam cargos no governo.[70] Apesar dos esforços, Alckmin acabou em 4º lugar na disputa, com cerca de 5 milhões de votos, a pior votação do PSDB desde a redemocratização do país.[71]

Eleição presidencial de 2018

A campanha de Geraldo Alckmin para a Eleição presidencial no Brasil em 2018 foi anunciada em 9 de dezembro de 2017, em uma convenção nacional do PSDB.[72] Foi oficialmente nomeado em 4 de agosto de 2018, tendo a senadora Ana Amélia Lemos como vice.[73] A campanha de Alckmin garantiu a coligação de oito partidos: DEM, PP, PR, PRB, SDD, PTB, PSD e PPS[74] O programa de governo de Alckmin foi intitulado como "Diretrizes Gerais", este possui 43 propostas, sendo três com prazos determinados, como a de crescer 50 pontos em oito anos no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). As outras duas são "garantir que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas até 2027" e "eliminar o déficit público em dois anos".[75]

Nas eleições municipais de 2020, o partido reelegeu 4 prefeitos nas capitais entre eles Álvaro Dias em Natal, Cinthia Ribeiro em Palmas, Hildon Chaves em Porto Velho e Bruno Covas em São Paulo.

Durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, o PSDB apresentou alinhamento de 87% com o mesmo nas votações da câmara (até abril de 2021).[76]

Eleição presidencial de 2022

Em 2021, o PSDB anunciou que faria uma prévia presidencial para anunciar o candidato presidencial do partido.[77] Os candidatos principais são João Doria, governador de São Paulo, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul.[78]

Presidentes

N.º Presidente Período Estado
- Comissão provisória (Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas, José Richa e Pimenta da Veiga) 1988-1989 -
1 Franco Montoro 1989-1991 São Paulo
2 Tasso Jereissati 1991-1994 Ceará
3 Pimenta da Veiga 1994-1995 Minas Gerais
4 Artur da Távola 1995-1996 Rio de Janeiro
5 Teotônio Vilela Filho 1996-2001 Alagoas
6 José Aníbal 2001-2003 São Paulo
7 José Serra 2003-2005 São Paulo
8 Eduardo Azeredo 2005 Minas Gerais
9 José Serra 2005 São Paulo
10 Tasso Jereissati 2005-2007 Ceará
11 Sérgio Guerra 2007-2013 Pernambuco
12 Aécio Neves 2013-2017 Minas Gerais
13 Geraldo Alckmin 2017-2019 São Paulo
14 Bruno Araújo 2019-atual Pernambuco

Ideologia

Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Mario Covas durante evento do PSDB

Diversos críticos e intelectuais de esquerda,[79] por considerarem que o partido em relação a determinados pontos adota posturas liberais, citam-no como sendo centrista,[80] ou até mesmo de centro-direita.[13][14][15] A terceira via de Anthony Giddens é também uma das ideologias assumidas pelo partido.[6]

Alterações políticas significativas no cenário mundial, como por exemplo a Queda do Muro de Berlim, tornaram a distinção entre esquerda e direita mais complicada. No Brasil, a dificuldade de se distinguir a posição do partido no espectro ideológico ficou maior no passado recente do país. As controvérsias em torno do uso dos termos "esquerda" e "direita" aumentaram, especialmente após um dos então principais partidos de esquerda do Brasil, o Partido dos Trabalhadores (PT), ter passado a adotar algumas políticas mais neoliberais. Dentro desse contexto, em 2003, entrevistado pelo jornal do PSDB, Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do partido, afirmou que, independentemente da posição assumida pelo PT, a posição do PSDB deveria permanecer a mesma. FHC afirmou que, do ponto de vista ideológico, o partido não poderia ceder, permanecendo onde estava, continuando com a sua linha "de centro-esquerda ou centro olhando para a esquerda".[carece de fontes?]

Programa partidário

O PSDB foi criado originalmente com o objetivo de representar a social democracia no Brasil. Entre as principais propostas originais do partido, encontram-se o enxugamento da máquina pública, a instituição do parlamentarismo no plano político e uma economia de mercado regulada pelo Estado, com participação mais livre das empresas privadas e de investidores internacionais. Tem status de observador na Organização Democrata Cristã da América (ODCA).[81]

Em documento elaborado em 1990, o presidente de honra do partido discorre sobre a social democracia.[82] Os pontos principais do programa do PSDB são:[82]

  1. Defesa intransigente da democracia
  2. Descentralização política e administrativa
  3. Estado a serviço do povo e não de grupos privilegiados
  4. Crescimento econômico sustentável com distribuição de renda e educação de qualidade para todos
  5. Reforma política que fortaleça os partidos e aproxime o parlamentar de seus eleitores.

Organização

Composição

O partido a nível nacional, é composto por uma executiva, formada pelo presidente, secretário-geral, vices-presidentes e secretários, e um diretório nacional de 227 membros.[83] A nível estadual, é formado por diretórios estaduais, que possuem presidente e secretário-geral.

Plataforma de projetos

O Portal Social do Brasil é um portal com os projetos e práticas sociais desenvolvidos pelo PSDB. O Portal foi lançado em setembro de 2013.[84][85][86] O projeto foi idealizado pelo senador Aécio Neves, presidente do PSDB e pelo Instituto Teotônio Vilela, organização de estudos e formação política do partido.[87][88][89]

O Portal contém informações de 81 projetos sociais nas áreas de juventude, infância, educação, saúde, pobreza, assistência social, emprego, habitação, segurança alimentar, prevenção e combate às drogas, mulheres, idosos e pessoas com deficiência implantados pelos governos estaduais e prefeituras administrados pelo PSDB.[84][90][91]

O Portal permite que profissionais da área social, prefeitos e a população façam consultas sobre a execução e andamento dos projetos. Através do Portal é possível agendar uma visita para conhecer os projetos e enviar comentários, dúvidas ou sugestões.[84][90][92][93]

Identidade visual

Os filiados ao PSDB são conhecidos como "tucanos",[94] pois o partido adotou essa ave como símbolo. Isto se deu em uma das reuniões preparatórias da formação do PSDB, em Brasília, em abril de 1988, quando a representação de Minas Gerais propôs que houvesse um símbolo para simplificar a identificação do partido e para facilitar sua comunicação com a população, sugerindo, então, um tucano. Após acalorada discussão, a proposta foi aprovada, pela evidência das razões apresentadas. A figura do tucano tem três importantes significações:[94]

  1. O tucano de peito amarelo lembra a cor da campanha Diretas Já, movimento de que participaram vários de seus fundadores;
  2. O tucano é um dos símbolos do movimento ecológico e da defesa do meio ambiente, em voga nas décadas de 1980 e 1990, o que renderia, ao partido, uma boa imagem (de modernidade e ligação com temas importantes contemporâneos) frente à opinião pública;
  3. Trata-se de uma ave "brasileira", característica importante para indicar a preocupação do partido com a realidade nacional, ou seja, a de que o partido não entende a social-democracia como uma "fórmula" pronta para ser aplicada no Brasil, um país com realidades distintas dos países da Europa, o berço da ideologia social-democrata. Neste sentido, o tucano procuraria representar o entendimento de que é preciso formar um programa social-democrático que se encaixe e atenda às realidades do Brasil.

Após a derrota do PSDB em 2018, esforços para o rebranding do partido foram feitos, esforços que atingiram inclusive a tradicional logomarca do tucano. O novo símbolo do PSDB não apresenta mais um tucano, e sim a bandeira nacional além do slogan ''Pelo Brasil''. Foi também suscitada a possibilidade de mudança de nome do partido.[95]

Juventude PSDB (JPSDB)

Jovens paulistas da Juventude do PSDB

A JPSDB é um movimento político interno do Partido da Social Democracia Brasileira, que surgiu junto o próprio PSDB, em 25 de junho de 1988.[96] O movimento cresceu com a campanha de Mário Covas para Presidente do Brasil, em 1989.[96] A JPSDB é o secretariado da juventude do PSDB. Está organizado em todos os estados brasileiros e em mais de 1.000 municípios do país.

Em 2013, o Presidente do PSDB, Senador Aécio Neves, reconfigurou o formato de atuação da JPSDB e definiu uma comissão provisória para organizar o secretariado, que passa a ser uma Rede Temática do PSDB. Na época, esse secretariado era composto por 3 presidentes estaduais: Caio Narcio (Minas Gerais), Michelí Petry (Rio Grande do Sul) e Mariana Carvalho (Rondônia), esta comissão convocou eleições democráticas, em que membros dos 27 estados escolheram Olyntho Neto, do Tocantins, o novo Presidente Nacional da JPSDB.[97] O processo de iniciou com a Executiva Nacional do PSDB, que decidiu formar uma comissão eleitoral para definir como seria as eleições para Presidente da Juventude Tucana. Foi decidido então, que quem iria votar seria somente os 27 presidentes estaduais. Os principais candidatos naquela ocasião eram Raffie Dellon da JPSDB-PE, que dizia ser o preferido de Aécio Neves e tinha o apoio da JPSDB-MG; Mariana Carvalho da JPSDB-RO; Pedro Pimenta da Veiga da JPSDB-DF; e Olyntho Neto da JPSDB-TO. Mariana e Pedro Pimenta declinaram da candidatura para apoiar Olyntho, que foi eleito com 1 voto de diferença.

Em 2019, Júlia Jereissati, sobrinha do senador Tasso Jereissati, se tornou presidente da Juventude do PSDB.[98]

Os presidentes do JPSDB foram:

  • 2005–2007: Kamyla Castro (JPSDB-CE)[99]
  • 2007–2011: Bruno Covas (JPSDB-SP)[99]
  • 2011–2013: Marcelo Richa (JPSDB-PR)[100]
  • 2013–2016: Olyntho Neto (JPSDB-TO)[101]
  • 2016–2019: Henrique Palermo do Vale (JPSDB-PR)[102]
  • 2019-presente: Julia Jereissati (JPSDB-CE)[98]

No XI Congresso foi eleito como presidente o Deputado Estadual (PSDB/SP) Bruno Covas, tendo como Vice Presidente o jovem Leonardo Felipe (JPSDB-GO).[99]

No XII Congresso a JPSDB elegeu para a presidência da JPSDB o jovem Marcello Richa (PSDB-PR) e Wesley Goggi (PSDB-ES) como representante da Juventude na Executiva Nacional do PSDB.[99]

Em 2012, o secretário da entidade foi criticado por Luís Nassif por recomendar o suicídio do senador Demóstenes Torres.[103]

TucanAFRO

Logomarca TucanAFRO

Além da juventude partidária, o PSDB possui o secretariado Tucanafro, que representa a causa negra do partido, presidido por Juvenal Araújo. Foi fundado em 2013. Tem por objetivo, debater sobre questões de povos afro-descendentes no Brasil dentro do partido.

PSDB Diversidade

Logomarca Diversidade Tucana

Fundado em 24 de Junho de 2006, esse secretariado discute sobre as causas LGBT no Brasil. Seu presidente, é Marcos Antonio Fernandes. Oficialmente, o PSDB tem os seguintes objetivos a respeito da comunidade LGBT:

  • Reconhecer que a diversidade sexual é inerente à condição humana e, portanto, os direitos devem ser garantidos independentemente da orientação sexual ou da identidade de gênero.
  • Reconhecer que a diversidade sexual é compreendida de maneiras diferentes, no atual contexto brasileiro e mundial, e que, por conta disso, o Estado deve atuar em prol da defesa e garantia desses direitos nos trêspoderes (Executivo, Legislativo e Judiciário).
  • Cabe ao Estado salvaguardar as condições necessárias para que a diversidade esteja contemplada e seja respeitada em todas suas esferas e áreas de atuação.
  • A diversidade deve estar no DNA do poder público (em seus equipamentos, instituições, no quadro funcional, na política de recursos humanos, etc), através da institucionalização, permanência e legalização de espaços voltados à construção das políticas públicas para essa população.
  • As manifestações da sociedade civil organizada são importantes para a consolidação da democracia. Nesse sentido, é fundamental que o Estad garanta e promova espaços de interlocução com a sociedade civil e incentive a autonomia das organizações de luta pelos direitos.
  • Fiel a seu compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e solidária, o partido deve pautar e inserir nos planos de governo doscandidatos majoritários propostas para a diversidade sexual.
  • É compromisso do PSDB buscar, no Legislativo, o empenho de seus representantes na luta pela igualdade e equidade de direitos para a diversidade sexual.
  • Ampliar a discussão e difundir o conhecimento acerca da diversidade sexual através de seminários, encontros, palestras com lideranças e militantes do partido.
  • Incentivar e garantir representantes dessa comunidade ou aliados nos pleitos eleitorais.[104]

PSDB Mulher

Logomarca do PSDB Mulher

É um dos mais antigos segmentos do partido, fundado em 1999, na V Convenção Nacional. Tem como objetivo, debater as causas de pessoas do sexo feminino dentro do partido. Sua presidente de honra, é Solange Jurema (PSDB-AL), mas a oficial presidente, é Yeda Crusius.

PSDB Sindical

Fundado em 20 de Agosto de 2011, em Minas Gerais, esse segmento tem como objetivo, trazer representação sindical pro partido. Ele hoje é presidido pelo partidário paulista, Ramalho da Construção. Hoje, conta com representatividade em 21 estados.[104]

Presidentes Nacionais

O presidente é eleito para um mandato de 2 anos. Fernando Henrique Cardoso, recebeu o título de "presidente de honra" simbolicamente.[105] A primeira Comissão Provisória consistiu em um revesamento entre Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas, José Richa e Pimenta da Veiga. Em 18 de maio de 2017, Aécio Neves foi afastado da presidência, enquanto Carlos Sampaio assumiu interinamente. Em dezembro de 2017 Geraldo Alckmin foi eleito por 470 votos a 3.[72]

Foto Nome Mandato
Início Fim
PSDB logo (cortado).png Comissão Provisória 1988 1989
FrancoMontoro perfil.png Franco Montoro 1989 1991
Senador Tasso Jereissati (Foto Oficial).jpg Tasso Jereissati 1991 1994
Pimenta da Veiga, 2014.jpg Pimenta da Veiga 1994 1995
Arthur da Távola.jpg Artur da Távola 1995 1996
Teotônio Vilela Filho em 2015 (3).jpg Teotônio Vilela Filho 1996 2001
Foto oficial de José Aníbal.jpg José Aníbal 2001 2003
Senador José Serra (Foto Oficial 2015).jpg José Serra 2003 2005
Eduardo azeredo.jpg Eduardo Azeredo Janeiro de 2005 Outubro de 2005
Senador José Serra (Foto Oficial 2015).jpg José Serra Outubro de 2005 Novembro de 2005
Senador Tasso Jereissati (Foto Oficial).jpg Tasso Jereissati Novembro de 2005 2007
Sergio guerra.jpg Sérgio Guerra 23 de Novembro de 2007 18 de Maio de 2013
Senador Aécio Neves-2.jpg Aécio Neves 18 de Maio de 2013 9 de Dezembro de 2017
Geraldo Alckmin em agosto de 2017.jpg Geraldo Alckmin 9 de Dezembro de 2017 31 de Maio de 2019
Bruno Araujo ministro das cidades.jpg Bruno Araújo 31 de Maio de 2019 Incumbente[106]


Desempenho eleitoral

Eleições estaduais

Participação e desempenho do PSDB nas eleições estaduais de 2018[109]
  Candidatos majoritários eleitos (5 governadores e 16 senadores).
Em negrito estão os candidatos filiados ao PSDB durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PSDB compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.
UF Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) — 108 Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 182
AC Gladson Cameli (PP) Márcio Bittar (MDB) PSDB / PP / MDB / PSD / DEM / SD / PR / PTB / PMN / PTC / PPS Mara Rocha (PSDB)
+ 2 MDB, 1 DEM, 1 SD
Cadmiel Bomfim (PSDB),
Luiz Gonzaga (PSDB)
+ 1 DEM
Major Rocha (PSDB) Sérgio Petecão (PSD)
AL Pinto de Luna (PROS) Rodrigo Cunha (PSDB) PSDB / PROS / PRB / PTC / PP / PSB / REDE / DEM / PSC Tereza Nelma (PSDB)
+ 1 PSB, 1 PP, 1 PRB
Cibele Moura (PSDB)
Dudu Ronalsa (PSDB)
+ 4 PP, 1 DEM, 1 PROS
Jorge VI (PSDB) Benedito de Lira (PP)
AM Omar Aziz (PSD) Plínio Valério (PSDB) PSDB / PSD / DEM / PRB / PTC / Patriota 2 PRB, 1 PSD Therezinha Ruiz (PSDB)
Arthur Bisneto (PSDB)
AP Davi Alcolumbre (DEM) Randolfe Rodrigues (REDE) PSDB / DEM / PP / REDE / PSC / PSD / PODE / PPL / SD / Avante / Patriota Luiz Carlos (PSDB)
+ 1 PP
Telma Nery (PSDB)
+ 2 DEM
Silvana Vedovelli (PP) Sebastião Bala Rocha (PSDB)
BA José Ronaldo (DEM) Jutahy Magalhães Júnior (PSDB) PSDB / DEM / PRB / PSC / PV / PTB / SD / PPL / Patriota Adolfo Viana (PSDB) David Rios (PSDB),
Marcell Moraes (PSDB),
Paulo Câmara (PSDB)
+ 7 DEM, 2 PRB
Mônica Bahia (PSDB) Irmão Lázaro (PSC)
CE General Theophilo (PSDB) Eduardo Girão (PROS) PSDB / PROS Roberto Pessoa (PSDB) Fernanda Pessoa (PSDB),
Nelinho (PSDB)
Emília Pessoa (PSDB) Dra. Mayra (PSDB)
DF Alberto Fraga (DEM) Izalci Lucas (PSDB) PSDB / DEM / PR / DC 1 PR, 1 DEM ninguém
Alexandre Bispo (PR) Professora Amábile (PR)
ES Renato Casagrande (PSB) Marcos do Val (PPS) PSDB / PSB / PSC / DEM / PPS / PCdoB / PV / DC / SD / PP / PTC / PDT / PPL / PRP / PSD / PHS / PROS / Avante 1 PDT, 1 DEM Emilio Mameri (PSDB),
Marcos Mansur (PSDB),
Vandinho Leite (PSDB)
Jacqueline Moraes (PSB) Ricardo Ferraço (PSDB)
GO José Eliton (PSDB) Vanderlan Cardoso (PP) PSDB / PPS / PSB / PTB / PSD / SD / PV / NOVO / REDE / Avante / Patriota Célio Silveira (PSDB)
+ 1 PSD, 1 PR, 1 SD, 1 PSB
Diego Sorgatto (PSDB),
Gustavo Sebba (PSDB),
Hélio de Souza (PSDB),
Lêda Borges (PSDB),
Talles Barreto (PSDB),
Tião Caroço (PSDB)
+1 PSB, 1 PPS
Raquel Teixeira (PSDB) Marconi Perillo (PSDB)
MA Roberto Rocha (PSDB) Zé Reinaldo (PSDB) PSDB / PHS / PODE / PMN / REDE / DC 1 PODE Wellington do Curso (PSDB)
Graça Paz (PSDB) Alexandre Almeida (PSDB)
MG Antonio Anastasia (PSDB) Rodrigo Pacheco (DEM) PSDB / PSD / DEM / SD / PPS / PSC / PMN / PTB / PP / PTC / PMB / Patriota Aécio Neves (PSDB),
Domingos Savio (PSDB),
Eduardo Barbosa (PSDB),
Paulo Abi-Ackel (PSDB),
Rodrigo de Castro (PSDB)
+ 3 PSD, 2 PP, 1 SD, 1 DEM
Antônio Carlos Arantes (PSDB),
Dalmo Ribeiro (PSDB),
Gustavo Valadares (PSDB),
João Leite (PSDB),
João Vítor Xavier (PSDB),
Luiz Humberto Carneiro (PSDB),
Tito Torres (PSDB)
+ 4 PSD, 1 PPS, 1 DEM, 1 PP
Marcos Montes (PSD) Dinis Pinheiro (SD)
MS Reinaldo Azambuja (PSDB) Nelsinho Trad (PTB) PSDB / DEM / PPS / PP / PMB / PSB / PSD / PTB / PSL / PROS / PMN / SD / Avante / Patriota Beto Pereira (PSDB),
Rose Modesto (PSDB)
+ 1 PSD, 1 DEM
Felipe Orro (PSDB),
Marçal Filho (PSDB),
Onevan de Matos (PSDB),
Paulo Corrêa (PSDB),
Professor Rinaldo (PSDB)
+ 2 DEM
Murilo Zauith (DEM) Marcelo Miglioli (PSDB)
MT Pedro Taques (PSDB) Nilson Leitão (PSDB) PSDB / PRTB / PSL / PPS / DC / PSB / Avante / Patriota / SD 1 SD Guilherme Maluf (PSDB),
Wilson Santos (PSDB)
Rui Prado (PSDB)
PA Márcio Miranda (DEM) Flexa Ribeiro (PSDB) PSDB / DEM / PSB / PDT / SD / PMN / PRTB / PPS / PRP Celso Sabino (PSDB),
Nilson Pinto (PSDB)
+ 2 DEM, 1 PSB
Anna Cunha (PSDB),
Cilene Couto (PSDB),
Daniel Santos (PSDB),
Luth Rebelo (PSDB),
Victor Dias (PSDB)
+ 3 DEM, 2 PDT
José Megale (PSDB) Sidney Rosa (PSB)
PB Lucélio Cartaxo (PV) Daniella Ribeiro (PP) PSDB / PV / PP / PSD / SD / DC / PSC / PRTB / PHS / PTC / PSL / PPL Edna Henrique (PSDB),
Pedro Cunha Lima (PSDB),
Ruy Carneiro (PSDB)
Camila Toscano (PSDB),
João Henrique (PSDB),
Tovar Lima (PSDB)
+ 3 PSDB, 2 PP, 1 PSD, 1 PSC
Michele Rodrigues (PSDB) Cássio Cunha Lima (PSDB)
PE Armando Monteiro (PTB) Mendonça Filho (DEM) PSDB / PTB / PODE / DEM / PSC / PR / PRB / PPS / PSD / PSL / PHS / DC / PMB 2 PRB, 1 PPS, 1 DEM, 1 PODE, 1 PSC Alessandra Vieira (PSDB),
+ 3 DEM, 2 PTB, 1 PRB
Fred Ferreira (PSC) Bruno Araújo (PSDB)
PI Luciano Nunes (PSDB) Wilson Martins (PSB) PSDB / PSB / DEM 1 PSB Marden Menezes (PSDB)
+ 1 PSB
Cassandra Souza (DEM) Robert Rios (PSB)
PR Cida Borghetti (PP) Alex Canziani (PTB) PSDB / PP / PTB / PSB / PMN / DEM / PROS / PMB 2 PP, 2 PSB, 2 PROS, 1 DEM, 1 PTB Ademar Traiano (PSDB),
Michele Caputo (PSDB),
Paulo Litro (PSDB)
5 PSB, 3 PP, 2 DEM, 1 PTB
Coronel Malucelli (PMN) Beto Richa (PSDB)
RJ Eduardo Paes (DEM) Cesar Maia (DEM) PSDB / DEM / PTB / PP / PPS / MDB / SD / PV / DC / PHS / PMN / Avante 1 SD, 1 PPS Lucinha (PSDB),
Luiz Paulo (PSDB)
+ 1 PPS
Comte Bittencourt (PPS) Aspásia Camargo (PSDB)
RN Robinson Faria (PSD) Geraldo Melo (PSDB) PSDB / PSD / PRB / PTB / PR / PPS / PMB / PTC / PSB / PRP / PROS / Avante 1 PTC, 1 PR, 1 PSB, 1 PSD Ezequiel Ferreira (PSDB),
Gustavo Carvalho (PSDB),
José Dias (PSDB),
Raimundo Fernandes (PSDB),
Tomba Farias (PSDB)
+ 2 PSD, 1 PR, 1 PROS
Tião Couto (PRB)
RO Expedito Júnior (PSDB) Marcos Rogério (DEM) PSDB / DEM / PSD / PRB / PR / Patriota Mariana Carvalho (PSDB)
+ 1 PSD
Laerte Gomes (PSDB)
+ 1 DEM, 1 PSD
Maurício de Moraes (PSDB) Edésio Fernandes (PRB)
RR Anchieta Júnior (PSDB) Chico Rodrigues (DEM) PSDB / DEM / MDB / PSD / SD / PPS / DC Shéridan Oliveira (PSDB) 1 PPS
Abel Galinha (DEM) Romero Jucá (MDB)
RS Eduardo Leite (PSDB) Luis Carlos Heinze (PP) PSDB / PPS / PP / PTB / PHS / PRB / REDE Daniel Trzeciak (PSDB),
Lucas Redecker (PSDB)
+ 4 PP, 2 PTB, 1 PRB
Luiz Viana (PSDB),
Mateus Wesp (PSDB),
Pedro Pereira (PSDB),
Zilá Breitenbach (PSDB)
+ 1 PPS
Ranolfo Vieira Júnior (PTB) Mário Bernd (PPS)
SC Mauro Mariani (MDB) Jorginho Mello (PR) PSDB / MDB / PTB / PR / DC / PPS / PRTB / PTC / Avante Geovania de Sá (PSDB)
+ 1 PPS
Marcos Vieira (PSDB),
Vicente Caropreso (PSDB)
+ 9 MDB
Napoleão Bernardes (PSDB) Paulo Bauer (PSDB)
SE Eduardo Amorim (PSDB) André Moura (PSC) PSDB / PSC / PRB / PPS / PR / SD / PTC 1 SD, 1 PR, 1 PSC Maria Mendonça (PSDB)
+ 4 PSC, 2 PR
Ivan Leite (PRB) Pastor Heleno (PRB)
SP João Dória (PSDB) Mara Gabrilli (PSDB) PSDB / DEM / PRB / PSD / PP / PTC Bruna Furlan (PSDB),
Carlos Sampaio (PSDB),
Eduardo Cury (PSDB),
Samuel Moreira (PSDB),
Vanderlei Macris (PSDB),
Vítor Lippi (PSDB)
+ 5 DEM, 4 PP, 1 PSD
Analice Fernandes (PSDB),
Carla Morando (PSDB),
Carlão Pignatari (PSDB),
Cauê Macris (PSDB),
Marcos Zerbini (PSDB),
Maria Lúcia Amary (PSDB),
Marmo Cezar (PSDB),
Mauro Bragato (PSDB)
+ 7 DEM, 6 PRB, 4 PP, 2 PSD
Rodrigo Garcia (DEM) Ricardo Tripoli (PSDB)
TO Carlos Amastha (PSB) Vicentinho Alves (PR) PSDB / PSB / PSC / PR / MDB / PODE 1 PSC, 1 PR, 1 MDB Luana Ribeiro (PSDB),
Olyntho Neto (PSDB)
+ 5 MDB, 1 PSB, 1 PR
Oswaldo Stival Jr (PSDB) Ataídes Oliveira (PSDB)

Eleições presidenciais

Ano Imagem Candidato(a) a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos Posição
1989
Mário Covas.jpg
Mário Covas
(PSDB)
Almir Gabriel
(PSDB)
sem coligação 7.790.392 (10,78%)
Segundo turno: apoio ao candidato derrotado Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
1994
Fernando Henrique Cardoso (1999).jpg
Fernando Henrique Cardoso
(PSDB)
Marco Maciel
(PFL)
União, Trabalho e Progresso
(PSDB, PFL e PTB)
34.364.961 (54,27%)
1998
Fernando Henrique Cardoso (1999).jpg
Fernando Henrique Cardoso
(PSDB)
Marco Maciel
(PFL)
União, Trabalho e Progresso
(PSDB, PFL, PPB, PTB e PSD)
35.936.540 (53,06%)
2002
Foto oficial do senador José Serra.jpg
José Serra
(PSDB)
Rita Camata
(PMDB)
Grande Aliança
(PSDB e PMDB)
33.370.739 (38,72%)
2006
Alckmingeraldo2006.jpg
Geraldo Alckmin
(PSDB)
José Jorge
(PFL)
Por Um Brasil Decente
(PSDB e PFL)
37.543.178 (39,17%)
2010
José Serra no Rio.jpg
José Serra
(PSDB)
Indio da Costa
(DEM)
O Brasil Pode Mais
(PSDB, DEM, PPS, PMN, PTdoB e PTB)
43.711.388 (43,95%)
2014
Aécio Neves em 16 de julho de 2014-3.jpg
Aécio Neves
(PSDB)
Aloysio Nunes
(PSDB)
Muda Brasil
(PSDB, PMN, SD, DEM, PEN, PTN, PTB, PTC e PTdoB)
51.036.040 (48,36%)
2018
Geraldo Alckmin em agosto de 2017.jpg
Geraldo Alckmin
(PSDB)
Ana Amélia
(PP)
Para Unir o Brasil
(PSDB, PP, PR, PRB, PSD, SD, DEM, PTB e PPS)
5.096.349 (4,76%)
Segundo turno: neutralidade e liberação de diretórios e filiados.

Controvérsias

Corrupção

Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou um balanço, em 4 de outubro de 2007, com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção eleitoral desde o ano 2000. O PSDB apareceu em terceiro lugar na lista, com 58 cassações, atrás apenas do DEM e do PMDB.[110]

Referências

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  8. «Centro-direita não tem a ver com PSDB, diz FHC». Estadão 
  9. Martins, Fernando (28 de novembro de 2017). «PSDB no divã: afinal, os tucanos são de direita ou de esquerda?» (Jornalismo online). Gazeta do Povo. Consultado em 28 de maio de 2019. Os tucanos querem mesmo ser de centro. (...) Após anos de radicalização e polarização política, o país está carente de lideranças mais moderadas. E as eleições presidenciais costumam ser vencidas por candidatos com plataforma mais ao centro – posição que tende a espantar um número menor de eleitores do que as demais. (...) Nessa guerra de ocupação de espaços, o PSDB quer fincar pé desde já nessa posição privilegiada, o centro. 
  10. Frias, Maria Cristina; Coelho, Luciana (22 de janeiro de 2019). «O PSDB vai mudar, será de centro e respeitará direita e esquerda, afirma Doria» (Jornalismo online). Folha de S.Paulo. Consultado em 28 de maio de 2019. O governador João Doria quer transformar o PSDB em um partido “de centro, com posições claras, que terá relações respeitosas com a esquerda e com a direita”. É esse o partido para chamar de “seu”, como já fez ao tomar posse no governo de São Paulo. 
  11. Delgado, Malu; Agostine, Cristiane (17 de janeiro de 2019). «Com aval de Doria, PSDB quer se reconstruir como sigla de centro» (Jornalismo online). Valor Econômico. Consultado em 28 de maio de 2019 
  12. Oliveira, Germano; Lima, Wilson (3 de maio de 2019). «O centro se articula» (Jornalismo online). IstoÉ. Consultado em 28 de maio de 2019. Há uma avenida entre os radicalismos de esquerda e direita. Para ocupar esse vácuo, partidos ensaiam fusão. Pesquisa será contratada e PSDB pode até mudar de nome. A procura por caminhos alternativos à polarização política não se encerrou nas eleições. 
  13. a b «Por que o PSDB apoiou em peso a redução da maioridade penal na Câmara?». BBC. 3 de julho de 2015 
  14. a b «PSDB: de progressista a conservador». Jornal do Brasil. 28 de julho de 2015 
  15. a b «O PT ocupou o centro, empurrando o PSDB para a direita». O Globo. 31 de outubro de 2014 
  16. «Brazil Supreme Court Approves Trial for Prominent Center-Right Politician». The Wall Street Journal. 18 de abril de 2018 
  17. «Brazil opposition leader will seek economic reforms». Reuters 
  18. «Cópia arquivada». Consultado em 2 de novembro de 2010. Arquivado do original em 28 de novembro de 2010 
  19. «Has Brazil voted for continuity?». BBC News. 31 de Outubro de 2010 
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  21. Foley, Conor (4 de Fevereiro de 2009). «Looking for Lula's successor» (em inglês). The Guardian 
  22. Philips, Tom (5 de Março de 2010). «Working class hero» (em inglês). The Guardian [ligação inativa] 
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