Eleição presidencial no Brasil em 2022

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2018 Brasil 2026
Eleição presidencial no Brasil em 2022
2 de outubro (primeiro turno)
30 de outubro (segundo turno, se necessário)
Mapa do Brasil - Eleição presidencial (template).svg
Candidato mais votado por unidade federativa.

Titular
Jair Bolsonaro
PL

Eleito

A eleição presidencial no Brasil em 2022 será realizada no dia 2 de outubro e escolherá o presidente e o vice-presidente do Brasil. Caso nenhum candidato obtenha 50 por cento dos votos válidos, um segundo turno realizar-se-á em 30 de outubro. Será a 9ª eleição presidencial do país a ser realizada após a promulgação da Constituição brasileira de 1988 e será realizada entre as 7 às 17 horas, no horário de Brasília, totalizando 10 horas de duração.[a][2][3]

Contexto

Jair Bolsonaro, eleito na eleição presidencial de 2018 pelo PSL (atual União Brasil), candidatou-se novamente ao cargo de presidente da República (desta vez pelo PL) e, se eleito, poderá exercer o cargo por mais quatro anos, totalizando oito anos de mandato.[4][5] No quadro político atual, o presidente Jair Bolsonaro segue sem apoio da maioria da população brasileira.[6] Cerca de 54% da população avaliava sua gestão como sendo ruim ou péssima em fevereiro de 2022.[7] O pré-candidato há de enfrentar um forte desgaste em razão do alto índice de mortes no Brasil em decorrência da pandemia de Covid-19 e, também, de falas negacionistas durante seu governo.[8][9] O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes preso pela Operação Lava Jato, poderá disputar a eleição. Suas condenações na Lava Jato foram anuladas e o então juiz de primeira instância, Sergio Moro, teve suspeição declarada.[9]

Pesquisas de intenção de voto divulgadas durante o primeiro trimestre de 2022 mostram um avanço do presidente Jair Bolsonaro (PL) em intenções de voto e recuperação de popularidade, embora o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continue na liderança. Ambos são os candidatos mais relevantes.[10][11]

Enquanto as eleições presidenciais de 2018 foram marcadas por questões envolvendo o combate à corrupção, a segurança pública e a renovação política, especula-se que a principal pauta das eleições de 2022 será a economia e a gestão pós-pandemia. Com desemprego, inflação e a volta da fome no Brasil, estudos mostram que o principal interesse dos eleitores é a economia.[12] A economia do Brasil vem sofrendo sucessivas crises desde a crise econômica brasileira de 2014. A recessão causada pela pandemia de COVID-19, anos mais tarde, foi outro acontecimento que prejudicou a economia.[13]

Desinformação

Por causa da quantidade enorme de notícias falsas nas eleições de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se mobilizou para combater desinformações.[14] Há preocupação especial com desinformação sobre o sistema eleitoral brasileiro. O ministro Edson Fachin traz que os boatos falsos são propositais para fazer a população se voltar contra o processo democrático, as instituições de Estado e o estado democrático de Direito.[15] O programa original foi criado em agosto de 2019 contando com 48 parcerias, e renovado como o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral em agosto de 2021, contando atualmente com 154 parcerias.[16] Entre elas estão partidos políticos, como o Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Verde (PV), Rede Sustentabilidade (REDE), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e Partido Novo (NOVO), órgãos públicos, como o Supremo Tribunal Federal (STF), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diversas Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Senado Federal, redes sociais e aplicativos de mensagem, como WhatsApp, Telegram, Facebook, Instagram e TikTok, agências de notícias e checagem, como a agência Lupa, Globo e ABI, e outros.[17]

Entre as ações do TSE, estão o Portal da Frente de Enfrentamento à Desinformação Eleitoral, que coordena o programa de enfrentamento às fake news, e Sistema de Alerta contra a Desinformação em Relação ao Processo Eleitoral, onde pode-se denunciar desinformação e disparos em massa em redes sociais.[18]

O presidente Jair Bolsonaro espalha constantemente desinformação sobre as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral,[19][20][21][22][23][24][25] e apenas em reunião que teve com embaixadores estrangeiros, foi denunciado quinze vezes ao TSE.[26] Outra preocupação são as redes sociais e aplicativos de mensagem. Faltando dois meses para as eleições, plataformas como o Facebook, Instagram, WhatsApp, YouTube, TikTok, Kwai, Twitter e Telegram ainda não liberaram dados concretos sobre a equipe de moderação de conteúdo no Brasil, mesmo com pressão da jornais e do Ministério Público Federal. Em 2021, Frances Haugen, ex-funcionária do Facebook responsável pela integridade cívica, revelou documentos conhecidos como Facebook Papers que provam que a empresa concentra a maior parte do financiamento para moderação em países em que teme ser regulamentada, com 87% concentrado nos Estados Unidos.[27] Já o Telegram ignorava ordens jurídicas do Brasil, mas passou a cooperar com a Justiça e entrou no programa de efrentamento às fake news apenas após o ministro Alexandre de Moraes ordenar o bloqueio do aplicativo no país.[28] Ainda assim, a Polícia Federal relata que o aplicativo de mensagens não colabora tanto quanto gostariam.[29] O Whatsapp também estava para lançar a função de supergrupos no Brasil, que poderia reunir até 2.560 pessoas, mas foi adiado por pedido do TSE.[30]

Reações internacionais

 Estados Unidos: No dia 9 de julho, Jair Bolsonaro e o presidente Joe Biden tiveram encontro bilateral na Cúpula das Américas, em Los Angeles. Fontes anônimas relataram ao jornal Bloomberg que Bolsonaro pediu ajuda a Biden com as eleições, alegando que um possível governo do ex-presidente Lula iria contra os interesses americanos. Biden mudou de assunto quando abordado, mas enfatizou a importância de manter a integridade das eleições brasileiras.[31] Bolsonaro respondeu dizendo que respeita a democracia e irá respeitar o resultado das eleições. A resposta de Biden vai de acordo com os comentários feitos recentemente por Elizabeth Bagley, embaixatriz americana no Brasil indicada por Biden. Kristina Rosales, porta-voz do estado americano, defendeu que as eleições precisam ser transparentes e acompanhadas por observadores internacionais. Porém, o ministro da Justiça brasileiro, Anderson Torres, afirmou que os observadores internacionais não ajudam em quase nada e defendeu a participação da Polícia Federal, do Exército e da sociedade civil nas eleições.[32]

No dia 20, Ned Price, porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, afirmou que conversaram com altos funcionários brasileiros e que a visão americana é de que as eleições brasileiras foram testadas por muitos anos e são um modelo para as outras nações, e que os Estados Unidos acompanhará as eleições com grande interesse. A fala veio após reunião convocada por Bolsonaro para embaixadores estrangeiros no dia 18, onde mentiu sobre o sistema eleitoral brasileiro.[33]

 Hungria: Na Conferência Ministerial Internacional sobre Liberdade de Religião ou Crença, que aconteceu em julho de 2022 em Londres, Péter Szijjártó, ministro dos Negócios Estrangeiros e Comércio da Hungria, solicitou encontro bilateral com a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Cristiane Britto, para saber mais sobre o cenário eleitoral brasileiro. Cristiane Britto explicou sobre o cenário de polarização, e ambos conversaram sobre a convergência de pensamentos de ambos países em pautas identitárias. Szijjártó perguntou se havia algo que a Hungria pudesse fazer para ajudar na reeleição de Bolsonaro, e pontuou ainda que o Brasil possui a maior comunidade húngara na América Latina, que em sua maioria apoia o atual presidente.[34]

Flag of the United Nations.svg Organização das Nações Unidas: Em junho de 2022, Alta Comissária de Direitos Humanos da organização, Michelle Bachelet, inseriu o Brasil em uma lista de países em situação preocupante em violações de direitos humanos. Ela teceu diversas críticas ao Brasil, como as ameaças aos povos indígenas e defensores do meio-ambiente, violência policial e retrocesso da pauta do aborto e da participação civil na política. Também, em um gesto raro, pediu às instituições brasileiras que mantenham sua independência e garantam o respeito aos direitos humanos. Ainda, fez um apelo para que as eleições sejam democráticas e sem interferência, e alertou sobre a violência que pode ocorrer contra mulheres, negros e LGBTQIA+ que concorram ao pleito.[35]

Candidatos

As convenções partidárias iniciaram-se no dia 20 de julho, encerrando-se em 5 de agosto. Os seguintes partidos políticos anunciaram candidaturas.

Nota: a tabela a seguir está organizada por ordem alfabética de candidatos.

Presidente Cargo político anterior Vice-presidente Coligação Número eleitoral Tempo de horário eleitoral
Candidato Partido Candidato Partido
Ciro Gomes[36]
(Campanha)
  PDT Deputado federal pelo Ceará
(2007–2011)
Ana Paula Matos[37]   PDT Sem coligação 12 50s
Constituinte Eymael[38]
(Campanha)
  DC Deputado federal por São Paulo
(1986–1995)
Professor Bravo   DC Sem coligação 27 0s
Felipe d'Avila[39]
(Campanha)
NOVO Sem cargo político anterior Tiago Mitraud NOVO Sem coligação 30 21s
Jair Bolsonaro[40]
(Campanha)
  PL Presidente do Brasil
(2019–atualmente)
Braga Netto   PL Pelo Bem do Brasil[41]
(PL, Republicanos[42] e PP)
22 2min40s
Léo Péricles[43]
(Campanha)
  UP Sem cargo político anterior Samara Martins   UP Sem coligação[44] 80 0s
Lula[45]
(Campanha)
  PT Presidente do Brasil
(2003–2011)
Geraldo Alckmin   PSB Brasil da Esperança[46]
(FE Brasil (PT, PCdoB e PV), Fed. PSOL REDE, PSB, Solidariedade, Avante e Agir)[a]
13 3min16s
Pablo Marçal[47]
(Campanha)
  PROS Sem cargo político anterior Fátima Pérola Neggra   PROS Sem coligação 90 21s
Roberto Jefferson[48]
(Campanha)
  PTB Deputado federal pelo Rio de Janeiro
(1983–2005)
Padre Kelmon   PTB Sem coligação 14 24s
Simone Tebet[49]
(Campanha)
  MDB Senadora pelo Mato Grosso do Sul
(2015–atualmente)
Mara Gabrilli[50] PSDB Brasil para Todos
(MDB, Fed. Sempre pra Frente (PSDB e Cidadania) e PODE)[51][52][53]
15 2min16s
Sofia Manzano[54]
(Campanha)
PCB Sem cargo político anterior Antonio Alves[55] PCB Sem coligação 21 0s
Soraya Thronicke[56]
(Campanha)
UNIÃO Senadora pelo Mato Grosso do Sul
(2019–atualmente)
Marcos Cintra UNIÃO Sem coligação 44 2min7s
Vera[57]
(Campanha)
PSTU Sem cargo político anterior Raquel Tremembé PSTU Sem coligação[58] 16 0s
.
Nota
[a] ^ O Partido da Causa Operária (PCO) apoiou informalmente a candidatura de Lula.[59]

Desistências

Nome Partido Função pública mais relevante Data de desistência Cargo que disputará Ref.
Alessandro Vieira[b] PSDB Senador por Sergipe (2019–atualmente) 12/03/2022 Governador de Sergipe [60]
Alvaro Dias Podemos Senador pelo Paraná (1999–atualmente) 03/08/2022 Senador pelo Paraná [61]
André Janones Avante Deputado federal por Minas Gerais
(2019–atualmente)
04/08/2022 Deputado federal por Minas Gerais [62]
Cabo Daciolo[c] PDT Deputado Federal pelo Rio de Janeiro (2015–2019) 16/12/2021 Senador pelo Rio de Janeiro [63]
Eduardo Leite[d] PSDB Governador do Rio Grande do Sul (2019–2022) 22/04/2022 Governador do Rio Grande do Sul [64]
João Amoêdo NOVO Sem cargo público prévio 10/06/2021 Nenhum [65]
João Doria PSDB Governador de São Paulo (2019–2022) 23/05/2022 Nenhum [66]
Luciano Bivar União Brasil Deputado Federal por Pernambuco (2019–atualmente) 31/07/2022 Deputado Federal por Pernambuco [67]
Luciano Huck Nenhum Sem cargo público prévio 16/06/2021 Nenhum [68]
Luiz Henrique Mandetta União Brasil Ministro da Saúde (2019–2020) 25/11/2021 Senador por Mato Grosso do Sul [69]
Rodrigo Pacheco PSD Senador por Minas Gerais (2019–atualmente)
Presidente do Senado (2021–atualmente)
09/03/2022 Nenhum [70]
Sergio Moro[e] União Brasil Ministro da Justiça e Segurança Pública (2019–2020) 31/03/2022 Senador pelo Paraná [71]
Notas
[b] ^ Sua candidatura à presidência seria pelo Cidadania.[72]
[c] ^ Chegou a se filiar ao Partido da Mulher Brasileira (PMB) para concorrer à presidência.[73]
[d] ^ Cogitou se filiar ao Partido Social Democrático (PSD) para concorrer à presidência, após perder às prévias do PSDB.[74]
[e] ^ Sua candidatura à presidência seria pelo Podemos (PODE).[75]

Convenções

As convenções nacionais tem como objetivo confirmar as candidaturas presidenciais e apoios partidários. Elas podem ocorrer no período de 20 de julho até o dia 5 de agosto de 2022.

Nome e sigla do partido ou federação Bancada na

Câmara dos Deputados[a]

Data da convenção Posicionamento oficial
Partido Democrático Trabalhista (PDT) 19 20 de julho Candidatura de Ciro Gomes à presidência da República.[76]
Federação Brasil da Esperança - FE Brasil (PT, PCdoB e PV) 68 21 de julho Candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República e Geraldo Alckmin (PSB) a vice-presidente.[77]
Partido da Mobilização Nacional (PMN) Neutralidade.[78]
Partido Social Democrático (PSD) 47 22 de julho Neutralidade.[79]
Avante 6 23 de julho Anunciou candidatura de André Janones à presidência da República,[80] em 4 de agosto André Janones anunciou desistência,[81] posteriormente Avante anunciou apoio formal à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).[82]
Partido Liberal (PL) 77 24 de julho Candidatura de Jair Bolsonaro à presidência da República e Walter Braga Netto a vice-presidente.[83]
Partido da Causa Operária (PCO) Apoio informal a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e rejeição a candidatura de Geraldo Alckmin (PSB), com esse impasse PCO decidiu não se coligar e fazer programa próprio com campanha crítica.[84]
Unidade Popular (UP) 25 de julho Candidatura de Léo Péricles à presidência da República e Samara Martins a vice-presidente.[85]
Solidariedade 8 26 de julho Apoio formal à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).[86]
Federação Sempre pra Frente (PSDB e Cidadania) 28 27 de julho Apoio formal à candidatura de Simone Tebet (MDB) à presidência da República.[87]
Movimento Democrático Brasileiro (MDB) 37 Candidatura de Simone Tebet à presidência da República.[49]
Progressistas (PP) 57 28 de julho Apoio formal à candidatura de Jair Bolsonaro (PL).[88]
Partido Socialista Brasileiro (PSB) 24 29 de julho Apoio formal à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e indicação de Geraldo Alckmin a vice-presidente.[89]
Federação PSOL REDE 10 30 de julho Apoio formal à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).[90]
Republicanos 43 Apoio formal à candidatura de Jair Bolsonaro (PL).[91]
Partido Novo (NOVO) 10 Candidatura de Luiz Felipe d'Avila à presidência da República e Tiago Mitraud a vice-presidente.[92]
Partido Comunista Brasileiro (PCB) Candidatura de Sofia Manzano à presidência da República e Antônio Alves a vice-presidente.[93]
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) 31 de julho Candidatura de Vera Lúcia Salgado à presidência da República e Raquel Tremembé a vice-presidente.[94]
Partido Republicano da Ordem Social (PROS) 4 Candidatura de Pablo Marçal à presidência da República e Fátima Pérola Neggra a vice-presidente.[95]
Podemos (PODE) 8 Convite à Alvaro Dias para concorrer à presidência da República,[96] em 3 de agosto Alvaro Dias anunciou que não iria concorrer[97] e posteriormente Podemos anunciou apoio formal à candidatura de Simone Tebet.[98]
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) 3 1 de agosto Candidatura de Roberto Jefferson à presidência da República.[99]
Democracia Cristã (DC) 2 de agosto Candidatura de José Maria Eymael à presidência da República.[100]
Patriota 5 Neutralidade.[101]
Partido Social Cristão (PSC) 8 3 de agosto Neutralidade.[102]
Agir 5 de agosto Apoio formal à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).[103]
União Brasil (UNIÃO) 51 Candidatura de Soraya Thronicke à presidência da República e Marcos Cintra a vice-presidente.[104]
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) Neutralidade com apoio informal à candidatura de Jair Bolsonaro (PL).[105]
Partido da Mulher Brasileira (PMB) Neutralidade.[106]

A tabela indica o número de deputados federais filiados a cada partido em 13 de abril de 2022, após o término da "janela partidária". A quantidade de deputados em uma coligação era usada em dois cálculos: I) no horário eleitoral, o número que conta era o de deputados federais eleitos em 2018; II) na distribuição do fundo eleitoral, 48 por cento divididos entre os partidos na proporção do número de representantes na Câmara dos Deputados na última eleição geral, 35 por cento entre os partidos na proporção do percentual de votos válidos obtidos pelas siglas que tenham pelo menos um representante na Câmara, 15 por cento entre as agremiações na proporção do número de representantes no Senado Federal e 2 por cento repartidos igualmente entre todos as siglas registradas no TSE.

Calendário eleitoral

Nota: Esta seção apresenta apenas as principais datas do calendário eleitoral de 2022, confira o site oficial do TSE e outras fontes oficiais para informações detalhadas.
Calendário eleitoral
15 de maio Início do financiamento coletivo dos pré-candidatos
20 de julho a 5 de agosto Convenções partidárias para a escolha dos candidatos e das coligações
2 de outubro Primeiro turno das eleições
7 a 28 de outubro Propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão relativa a um eventual segundo turno
30 de outubro Eventual segundo turno das eleições
até 19 de dezembro Diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral

Debates

Os debates de emissoras de televisão estão previstos para serem exibidos de 28 de agosto a 29 de setembro de 2022. Inicialmente, CNN Brasil, TV Jovem Pan News, Rede Bandeirantes, RedeTV!, TV Aparecida, SBT, TV Cultura e TV Globo haviam definido as datas dos debates dos primeiro e eventual segundo turnos, bem como as regras para a participação dos candidatos, obedecendo à cláusula de barreira.[107] Porém, em 26 de julho, a CNN Brasil, que organizaria o primeiro debate entre presidenciáveis para 6 de agosto, anunciou a sua suspensão por não ter a confirmação da presença dos líderes nas pesquisas eleitorais, Jair Bolsonaro e Lula.[108] A TV Jovem Pan News também suspendeu seu debate pelo mesmo motivo.[109] O debate da Rede Bandeirantes, adiado do dia 14 para 28 de agosto, tornou-se o primeiro a ser exibido.[110] Seguindo na contramão das demais emissoras, a TV Globo manteve a data de seu debate, mesmo que Lula e Bolsonaro não participassem.[111]

Anteriormente, em junho, a pré-campanha de Lula sugeriu à Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão e à Associação Nacional de Jornais a realização de debates em pool.[112] As primeiras emissoras a anunciarem um debate em conjunto foram a Rede Bandeirantes e a TV Cultura;[113] em seguida, o SBT e a CNN Brasil confirmaram a formação de um pool.[114] A TV Aparecida, por sua vez, sugeriu uma integração entre emissoras católicas para realizar o debate.[115] Em 3 de agosto, o Consórcio de Veículos de Imprensa definiu a data do seu debate presidencial, dando o prazo limite de até 10 de agosto para confirmar a presença dos candidatos. Em reunião, ficou decidido que só participaria do encontro os postulantes que estivessem colocados nas quatro primeiras posições das pesquisas do Datafolha e do Ipec na semana que antecederia o debate. Caso houvesse empate, seria convocado aquele que estivesse na coligação com mais representantes no Congresso Nacional.[116] Porém, no dia 11, o consórcio suspendeu o debate, que ocorreria em 14 de setembro, devido aos dois candidatos que lideravam as pesquisas não confirmarem presença.[117]

Debates com realização confirmada
Data Organizadores Mediador(es) Local Participantes Ref.
28 de agosto Rede Bandeirantes
BandNews TV
BandNews FM
Rádio Bandeirantes
TV Terra Viva
AgroMais
TV Cultura
Folha de S. Paulo
Metro Jornal
UOL
Adriana Araújo
Eduardo Oinegue
Auditório João Jorge Saad
São Paulo, SP
[113][118]
2 de setembro RedeTV!
Metrópoles
O Antagonista
Luís Ernesto Lacombe
Amanda Klein
CTD de Osasco
Osasco, SP
[119][120]
13 de setembro TV Aparecida
A12
Eduardo Miranda
Camila Morais
Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida
Aparecida, SP
[121]
24 de setembro SBT
CNN Brasil
O Estado de S. Paulo
Veja
NovaBrasil FM
Terra
Carlos Nascimento CDT da Anhanguera
Osasco, SP
[122]
29 de setembro TV Globo
GloboNews
G1
Valor Econômico
William Bonner Direção Geral de Jornalismo da TV Globo
Rio de Janeiro, RJ
[123][124]

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. Conforme divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 12 de dezembro de 2021, o horário de início de votação será uniformizado pelo horário de Brasília em todos os estados e no Distrito Federal.[1]

Referências

  1. «Horário de início de votação em todo o país será uniformizado pelo horário de Brasília, decide TSE». TSE. 10 de maio de 2022. Consultado em 10 de fevereiro de 2022 
  2. «Calendário eleitoral». TSE. 20 de dezembro de 2021. Consultado em 10 de fevereiro de 2022 
  3. «Eleições 2022». Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de fevereiro de 2022 
  4. «Eleições 2022 - Notícias e tudo sobre». CNN Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2022 
  5. «Calendário Eleitoral - 2022» (PDF) 
  6. Uol (2 de fevereiro de 2022). «Paraná Pesquisas: Lula cresce na liderança e adversários ficam estagnados». UOL. Consultado em 2 de fevereiro de 2022 
  7. Estadão. «Eleições 2022: 54% consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo, diz Ipespe» 
  8. Oliveira, Joana (29 de novembro de 2021). «Aprovação ao Governo Bolsonaro cai para 19%, nível mais baixo desde que chegou ao Planalto». El País Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2022 
  9. a b «Os possíveis cenários para as eleições 2022». Câmara de Comércio França-Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2022 
  10. «O que explica crescimento de Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto». BBC News Brasil. Consultado em 4 de maio de 2022 
  11. «PoderData: rejeição a Lula sobe para 43%, mas ainda é a menor». Poder360. Consultado em 4 de maio de 2022 
  12. Cardim', 'Maria Eduarda (7 de fevereiro de 2022). «Pauta econômica ditará o tom dos debates eleitorais em 2022». Economia. Consultado em 12 de fevereiro de 2022 
  13. «Eleições 2022: Crise econômica e social se impõe e molda discurso dos presidenciáveis - Política». Estadão. Consultado em 12 de fevereiro de 2022 
  14. Vanessa Lippelt (19 de julho de 2022). «Contra desinformação nas eleições TSE assina termo de cooperação». Congresso em Foco. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
  15. «Em evento, Fachin rebate afirmações falsas contra o sistema eletrônico de voto». tse.jus.br. 19 de julho de 2022. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
  16. «Programa de Enfrentamento à Desinformação do TSE tem mais de 150 parcerias». tse.jus.br. 20 de julho de 2022. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
  17. «PARCEIROS DO PROGRAMA PERMANENTE DE ENFRENTAMENTO À DESINFORMAÇÃO NO ÂMBITO DA JUSTIÇA ELEITORAL EPROGRAMA DE FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL A PARTIR DA GESTÃO DA IMAGEM DA JUSTIÇA ELEITORAL» (PDF). 23 de maio de 2022. Consultado em 30 de julho de 2022 
  18. «Ações de combate à desinformação». 7 de julho de 2022. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
  19. Gabriel Hirabahasi (16 de dezembro de 2021). «PF diz que Bolsonaro teve atuação direta em fake news sobre urnas eletrônicas». CNN Brasil. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
  20. «Youtube derruba live de Bolsonaro com mentiras sobre urnas eletrônicas - CartaCapital». CartaCapital. 19 de julho de 2022. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
  21. Viscardi, Janaisa Martins (16 de setembro de 2020). «FAKE NEWS, VERDADE E MENTIRA SOB A ÓTICA DE JAIR BOLSONARO NO TWITTER». Trabalhos em Linguística Aplicada: 1134–1157. ISSN 2175-764X. doi:10.1590/01031813715891620200520. Consultado em 30 de julho de 2022 
  22. Márcio Falcão e Fernanda Vivas (4 de agosto de 2021). «Moraes inclui Bolsonaro em inquérito das fake news por ataques às urnas eletrônicas». TV Globo. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
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  24. «Após novo ataque de Bolsonaro, STF defende urnas: 'Não caia em fake news'». Estado de Minas. 18 de julho de 2022. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
  25. Lucas Neiva (18 de julho de 2022). «Bolsonaro ataca urnas eletrônicas com inquérito desmentido pelo TSE». Congresso em Foco. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
  26. Fabiana Novello (27 de julho de 2022). «Sistema do TSE sobre desinformação recebeu 15 denúncias sobre reunião de Bolsonaro com embaixadores; veja como funciona». Valor Econômico. Consultado em 30 de julho de 2022. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022 
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  29. Mateus Vargas (14 de junho de 2022). «Telegram segue sem colaborar com investigações, diz Polícia Federal». Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de junho de 2022. Cópia arquivada em 24 de junho de 2022 
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