CDT da Anhanguera

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade (desde janeiro de 2012).
Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto. Material sem fontes poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
CDT da Anhanguera - Centro de Televisão do SBT
Antiga entrada do CDT da Anhanguera.
Rodovia Anhanguera, Km 18, Industrial Anhanguera
Av. das Comunicações, 4
BandeiraOsasco.svg Osasco - SP.
Inauguração 19 de agosto de 1996 (21 anos) - presente[1](Inicialmente para as novelas, o jornalismo e o esporte. Somente no início de 1998 é que o restante das operações da emissora foram transferidos).
Período de construção 1994 - 1995
Uso Produções de vários gêneros do SBT
Área 231.000 m² (antes da ampliação)
290.000 m² (após a reforma de 2011)
Construção
Proprietário Silvio Santos (SBT) / Grupo Silvio Santos

O Centro de Televisão da Anhanguera (popularmente conhecido como CDT da Anhanguera, Complexo Anhanguera, Cidade da Televisão ou Centro de Televisão do SBT) é o núcleo de centro de produções do SBT em São Paulo. Está localizado na cidade de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, às margens da Rodovia Anhanguera. É o terceiro maior complexo televisivo da América Latina e o segundo maior do Brasil atrás somente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. O CDT da Anhanguera concentra todas da as atividades da emissora, que antes eram dispersas por cinco pontos da cidade de São Paulo. Começou a ser construído para concentrar as atividades do SBT em 1994 e foi inaugurado em 1996 por Silvio Santos. Porém, antes da inauguração oficial já vinha sendo usado como abrigo para as cidades cenográficas.

Infraestrutura e Construção[editar | editar código-fonte]

O CDT da Anhanguera conta com 9 estúdios sendo que oito estão em uso para as produções do canal e um é usado ocasionalmente em gravações de comerciais da Tele Sena e da Jequiti. Possui também dois depósitos para os cenários e equipamentos antigos. Os estúdios contam com aproximadamente 800 m² e alta tecnologia de iluminação, captação de som e de imagem digital. O CDT da Anhanguera conta ainda com uma estação de tratamento de esgoto e cinco poços artesianos para o fornecimento de água. A energia elétrica é fornecida com cinco subestações e quatro geradores, que são acionados em caso de queda de energia.

Para o uso dos funcionários e artistas do SBT, o CDT da Anhanguera conta com restaurante, lanchonete, farmácia, agência bancária, caixas eletrônicos, loja de conveniência, academia de ginástica, transporte interno, ambulatório médico e odontológico, além de recintos esportivos e parque aquático das gincanas do SBT, ainda contam com um museu contando a história e relembrando o passado do SBT. O complexo também possui um grande prédio administrativo e para quem vem de carro ou algum transporte conta com muitos estacionamentos com mais de 500 vagas ao todo para os artistas, visitantes e funcionários, separadamente, com uma gigante fábrica de cenários e galpão, para programas e novelas, que contém uma cidade cenográfica de 10.000 m² . Muitos funcionários afirmam que o local é quase uma cidade dentro de Osasco. Todo o funcionamento do CDT da Anhanguera é garantido pelo Sistema de Administração Predial, que controla ponto-a-ponto toda a estrutura dos edifícios, inclusive controlando a umidade e temperatura do ambiente.

"A centralização das operações foi favorável tanto do ponto de vista logístico quanto econômico, simplificando as operações e permitindo a construção de estúdios de excelente qualidade", diz Juvenal João Diniz, gerente de administração do CDT (Centro de Televisão). O conjunto foi concebido pelo arquiteto Joel Abrão, sob orientação técnica de Alfonso Aurin e com a participação intensiva da construtora Zappi e dos projetistas de instalações, de maneira a compatibilizar os vários projetos, minimizar erros e interferências.

Divisão dos Estúdios do SBT[editar | editar código-fonte]

CDT Anhanguera[editar | editar código-fonte]

Estúdios Externos

  • Estúdio S - Sumaré
    • Estúdio e base operacional de transporte, retransmissão e transmissão de sinais do SBT, no bairro do Sumaré, São Paulo - SP.

No Estúdio S eram gravados o programa Jô Soares Onze e Meia e novelas. Atualmente, o SBT utiliza esta estrutura para retransmissão e transmissão de sinais do SBT para base operacional de transporte. O SBT também aluga o Estúdio S para a ESPN Brasil, que têm sua sede ao lado. Toda essa estrutura do SBT, inclusive o edifício sede da antiga MTV Brasil, hoje TV Abril e o imóvel sede dos canal ESPN, foi construída e utilizada pela TV Tupi e pertence ao Grupo Silvio Santos.

Fatos sobre o CDT[editar | editar código-fonte]

  • A princípio o local seria usado para um depósito dos produtos do Baú da Felicidade, mas com base em minuciosos estudos de engenharia, o prédio foi transformado para atender à atual função.
  • Em 2011 os executivos do SBT pretendem fazer novas construções no complexo, sendo a construção de um novo estúdio com o pé-direito mais alto, já que os outros estúdios possuem a altura de 11 metros, entretanto só 9 são disponíveis, já que o restante são usados pela rede de tubulação e condicionamento de ar.
  • O projeto do CDT da Anhanguera foi inteiramente baseado nos estúdios da Televisa, bem diferente dos estúdios da Globo e da RecordTV que são embasados em estúdios europeus, com pé-direito de mais de 10 metros e sem mezanino. Os estúdios do CDT são maiores em largura porém bem mais baixos que o antigo Teatro Silvio Santos por exemplo.
  • Silvio Santos inaugurou o CDT em 19 de agosto de 1996 com presenças de autoridades dentre elas o então presidente Fernando Henrique Cardoso e inicialmente abrigava as novelas e os departamentos de jornalismo e de esportes. Somente em fevereiro de 1998 é que Silvio Santos transferiu o restante das operações para o novo complexo.

Referências

  1. XAVIER, Ricardo (Rixa); SACCHI, Rogério. Almanaque da TV. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000. pág. 250 ISBN 85-7302-327-9

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]