Partido Renovador Trabalhista Brasileiro

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Partido Renovador Trabalhista Brasileiro
Pátria e família em primeiro lugar
Prtb.jpg
Número eleitoral 28
Presidente Levy Fidelix
Fundação 27 de novembro de 1994 (23 anos)
Registro 18 de fevereiro de 1997 (21 anos)[1]
Sede Brasília, DF
São Paulo, SP
Ideologia Conservadorismo
Militarismo[2]
Janismo
Nacionalismo
Keynesianismo
Trabalhismo[3]
Populismo
Anticomunismo[4]
Antiglobalização[5]
Espectro político Extrema-direita[6]

[7]

Antecessor Partido Trabalhista Renovador Brasileiro (1993-1994)
Membros  (2018) 137 675[8]
Governadores (2018)
0 / 27
Prefeitos (2016)
80 / 5 568
Senadores (2018)
0 / 81
Deputados federais (2014)[9]
0 / 513
Deputados estaduais (2018)[10]
16 / 1 024
Vereadores (2016)
220 / 56 810
Cores      Amarelo

     Azul

     Verde

Página oficial
Página do PRTB
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) é um partido político brasileiro. Seu número eleitoral é o 28 e obteve registro definitivo em 18 de fevereiro de 1997.[11] De acordo com o programa divulgado no site do partido, a principal bandeira ideológica é o "trabalhismo participativo", no qual o capital possa interagir com o trabalho e estabelecer interesses mútuos, em vez de explorar o trabalho.

Seu presidente é Levy Fidelix, cuja ideia principal é o projeto de Aerotrem, causador de polêmicas em relação à sua viabilidade e custo de implantação. O partido abrigou, em 2000, o ex-presidente Fernando Collor de Mello em sua legenda, onde tentou se candidatar a prefeito de São Paulo nas eleições daquele ano, tendo sua candidatura impugnada às vésperas do dia da eleição, e em 2002, para governador de Alagoas, já em situação regular. Em 2004 apoiou a ex-prefeita Marta Suplicy na sua fracassada tentativa de reeleição na cidade de São Paulo.

Alagoas é o único estado em que o PRTB teve importância eleitoral, única e exclusivamente pela presença de Fernando Collor de Mello na legenda. Depois de ter recuperado seus direitos políticos, o ex-presidente tentou uma candidatura ao governo em 2002, numa coligação que garantia-lhe bastante tempo no horário eleitoral, uma vez que era composta pelo PFL, PTB, PPS e PPB - o que, no entanto, não conseguiu fazê-lo vencer o governador reeleito Ronaldo Lessa.

Em 2006, Collor concorreu ao Senado, novamente pelo PRTB, sem o apoio oficial de nenhum grande partido, tendo entrado na disputa depois do início da propaganda eleitoral, substituindo o candidato anterior, Givaldi Silva (um desconhecido motorista das Organizações Arnon de Mello). Collor venceu a eleição e tomou posse em 1 de fevereiro de 2007, mesmo dia em que deixou o PRTB e ingressou no PTB. Em 2010, o PRTB elegeu 2 deputados federais, um no estado do Rio de Janeiro, outro no Amapá - que no ano seguinte, deixaram o Partido para ingressar no novo PSD.Também em 2010, o PRTB lançou Levy Fidelix como candidato à Presidência da República sem coligações, obtendo 57.960 votos (0,06% do total) e ficando em 7º lugar. No segundo turno fez vídeos pedindo votos para Dilma Rousseff bem como anunciou publicamente seu apoio a então candidata.[12][13] Em Novembro de 2010 ,Levy Fidelix escreveu em seu site pessoal:

"O PRTB é um partido aliado ao PT, apoiando a candidata Dilma Rousseff no segundo turno".[14]

Em 2014, novamente Levy foi candidato a presidente e sem coligações, aumentando sua votação para 446.878 votos (0,43%) mas continuando em 7º lugar. Nas eleições estaduais, entretanto, o PRTB esteve em coligações fisiológicas, apoiando tanto candidatos de partidos da base do Governo Dilma, quanto que faziam oposição a ele.[15]

Já em 2018, o partido optou por abrir mão de uma candidatura própria a presidência para apoiar Jair Bolsonaro do PSL, o general da reserva Antonio Hamilton Martins Mourão foi definido como o candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro.[16]

História

Provém de membros do extinto PTR, partido que funcionou entre 1985 e 1993, que havia se fundido com o PST, originando o PP. Esse grupo, liderado por Levy Fidelix, já havia tentado organizar o PTRB, que somente disputou as eleições de 1994. o PTR reivindica o legado e ideário político de Fernando Ferrari, fundador do MTR e dissidente do PTB e do trabalhismo de Getúlio Vargas.

Diagrama da origem histórica do partido
Partido Trabalhista Brasileiro
(PTB) 1945–1965
1981–presente
Movimento Trabalhista Renovador
(MTR) 1959–1965
Partido Trabalhista Renovador
(PTR) 1985–1993
Partido Trabalhista Renovador Brasileiro
(PTRB) 1993–1994
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro
(PRTB) 1994–presente
Fonte: TSE,[17] CPDOC-FGV,[18] PRTB,[19] Revista Época[20] e Faces de Clio[21]


Organização

Programa partidário e ideológico

O partido defende o trabalhismo, ideologia históricamente associada à esquerda política e a Getúlio Vargas, porém no caso do PRTB, o partido segue a linha janista do trabalhismo, que é conservadora em sua essência.[22]

O partido se define como conservador e nacionalista, tanto cultural quanto economicamente, sendo contra o que eles chamam de “intervenção estrangeira na economia”. O partido também se posiciona abertamente contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o aborto, o ensino da identidade de gênero nas escolas e a legalização recreativa da cânabis; e defende a maior participação das Forças Armadas no governo, a união entre religião e Estado e a substituição da Constituição de 1988 por uma nova.[23]

Controvérsias

Além de Levy Fidelix, o PRTB já teve membros polêmicos, involtos em controvérsias, como o ex-presidente da república Fernando Collor de Mello, que foi candidato a prefeito de São Paulo pelo partido em 2000.

O partido também é acusado de promover teorias da conspiração nas redes sociais, como teorias sobre os Illuminati, e noticias falsas. Em 2017, foi descoberto que o PRTB teria financiado o site de notícias com alinhamento político de direita Folha Política, considerado por alguns como produtor de notícias falsas, além das páginas do Facebook Movimento Contra Corrupção e TV Revolta. Segundo o partido, o que houve foi uma contratação de serviços da empresa que os administra.[24]

O partido também é acusado de ter ligações com grupos de extrema-direita neonazistas, tendo quase chegado a participar de um evento organizado por estes grupos, que posteriormente foi cancelado.[25][26]

Bancada na Câmara dos Deputados

Composição atual

Deputados AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

Bancada eleita para a legislatura

Legislatura Eleitos % AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO Diferença
54ª (2011-2015)
2 0,39 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 +2
53ª (2007-2011)
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ±0
52ª (2003-2007)
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ±0
51ª (1999-2003)
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

O único deputado eleito pelo partido em 2010, Áureo (RJ), saiu para se filiar ao SD na sua criação Fonte: Portal da Câmara dos Deputados - Bancada na Eleição.

Receitas

Ano Fundo partidário (R$) Total (R$)
Duodécimos Multas
2011 1.365.411,49[27] 217.763,17[28] 1.583.174,66
2012 1.398.405,88[29] 308.589,39[30] 1.706.995,27
2013 1.361.924,12[31] 310.249,78[32] 1.672.173,90

Participação do partido nas eleições

Eleições estaduais de 2014

Candidatos majoritários apoiados pelo PRTB em 2014[15]
Legenda: em verde estão os candidatos eleitos.

Obs: Em Tocantins, o PRTB lançou-se a princípio sozinho, porém seus candidatos a governador
e a senador foram indeferidos. O partido então entrou na coligação de Sandoval Cardoso (SD).
Em Alagoas, coligado ao PPL e ao PMN, o PRTB também teria candidato da própria sigla para
os cargos de governador, vice e senador, porém os candidatos dessa coligação também
foram indeferidos. No Acre e no Piauí o partido não apoiou candidatos a governador nem a senador.

UF Governador e vice Senador Coligação
AM José Melo (PROS) Omar Aziz (PSD) PRTB / PV / PROS / PSL / PTN
PRP / PSDB / PHS / PEN / PTC
DEM / PR / PSC / PSD / SD / PTdoB
Henrique Oliveira (SD)
AP Jorge Amanajás (PPS) Marquinho Abreu (PRTB)
candidato sem apoio
dos outros partidos.
PRTB / PPS / PSC / PMN
PTC / PRP / PPL / PTB
Daiana Ramos (PMN)
BA Tadeu da Luz (PRTB) Marcelo Evangelista (PEN) PRTB / PEN
Antônio Neto (PRTB)
CE Camilo Santana (PT) Mauro Filho (PROS) PRTB / PV / PP / PDT / PT / PTC / SD
PTB / PRB / PSL / PEN / PMN / PSD
PCdoB / PROS / PHS / PPL / PTdoB
Izolda Cela (PROS)
DF Jofran Frejat (PR) Gim Argello (PTB) PRTB / PR / PTB / DEM / PMN
Flávia Arruda (PR)
ES Renato Casagrande (PSB) Neucimar Fraga (PV) PRTB / PSB / PSDC / PSL / PP / PTB
PTdoB / PPS / PR / PSC / PSD
PCdoB / PTC / PEN / PTN / PPL
PMN / PRB / PHS
Fabrício Gandini (PPS)
GO Iris Rezende (PMDB) Ronaldo Caiado (DEM) PRTB / PMDB / DEM
PCdoB / SD / PTN / PPL
Armando Vergílio (SD)
MA Lobão Filho (PMDB) Gastão Vieira (PMDB) PRTB / PSC / PMDB / PSL / PSDC
PRP / PTN / PMN / PV / PEN
PHS / PR / PRB / DEM
PSD / PT / PTB / PTdoB
Arnaldo Melo (PMDB)
MG Tarcísio Delgado (PSB) Margarida Vieira (PSB) PRTB / PSB / PPL
Sílvia Reis (PRTB)
MS Nelsinho Trad (PMDB) Simone Tebet (PMDB) PRTB / PMDB / PSB / PTdoB
PEN / PRB / PHS / PTN / PSC
Pra. Janete Morais (PSB)
MT Janete Riva (PSD) Rui Prado (PSD) PRTB / PEN / PSD / PTC / PTN / SD
Dr. Aray da Fonseca (PSD)
PA Elton Braga (PRTB) Eliezer Barros (PRTB)
candidato inapto
PRTB
Josenildo Silva (PRTB)
PB Ricardo Coutinho (PSB) Lucélio Cartaxo (PT) PRTB / PSB / PT / DEM
PEN / PDT / PRP / PSL
PCdoB / PHS / PPL
Lígia Feliciano (PDT)
PE Paulo Câmara (PSB) Fernando Coelho (PSB) PRTB / PV / PMDB / PCdoB / PTC
PRP / PTN / PR / SD / PPS / PHS
PSDB / PSD / PPL / DEM / PEN
PSDC / PROS / PP / PSB / PSL
Raul Henry (PMDB)
PR Geonísio Marinho (PRTB) Adilson, Senador
da Família (PRTB)
PRTB
Rosângela Balduíno (PRTB)
RJ Luiz Fernando Pezão (PMDB) César Maia (DEM) PRTB / PMDB / PP / PTB / PSL
PPS / PTN / DEM / PSDC / PHS
PEN / PMN / PTC / PRP
PSDB / PSC / PSD / SD
Francisco Dornelles (PP)
RN Robinson Faria (PSD) Fátima Bezerra (PT) PRTB / PSD / PT / PCdoB
PTdoB / PP / PEN / PTC
Fábio Dantas (PCdoB)
RO Confúcio Moura (PMDB) Acir Gurgacz (PDT) PRTB / PMDB / PDT / PSB / PCdoB
PTN / PTB / PSL / PRP
Daniel Pereira (PSB)
RR Chico Rodrigues (PSB) sem consenso pra
senador na coligação
e sem apoio do PRTB
PRTB / PSB / PMDB / PSDB / PR
PRB / PSD / SD / PROS / PPS
PMN / PSDC / PTdoB / PHS / PEN
PSL / PPL / PTN / PSC / PRP
Rodrigo Jucá (PMDB)
RS Edson Estivalete (PRTB) - PRTB
Hermes Souza (PRTB)
SC Paulo Bauer (PSDB) Paulo Bornhausen (PSB) PRTB / PSDB / PP / PSB / PSL
SD / PTN / PPS / PEN
PTC / PHS / PTdoB
Joares Ponticelli (PP)
SE Jackson Barreto (PMDB) Rogério Santos (PT) PRTB / PMDB / PT / PSB / PCdoB / PSD
PDT / PRP / PROS / PSDC / PRB
Belivaldo Chagas (PSB)
SP Walter Ciglioni (PRTB) Ricardo Fláquer PRTB
Marcelo Duarte (PRTB)
TO Sandoval Cardoso (SD) Ângelo Agnolin (PDT) PRTB / PRB / PP / PDT / PTB / PSC
PSL / PR / PPS / DEM / PHS / SD
PEN / PTC / PSB / PRP / PSDB
Eduardo Gomes (SD)

Eleições presidenciais

Ano Imagem Candidato a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos % Posição
2010
Levy Fidelix.jpg
Levy Fidélix Luiz Eduardo Ayres Duarte sem coligação 57.960 0,06
2014
Levy Fidelix.jpg
Levy Fidélix José Alves de Oliveira sem coligação 446.878 0,43
2018 Jair Messias Bolsonaro (cropped).jpg Jair Bolsonaro (PSL) General Hamilton Mourão (PRTB) PSL e PRTB 57.797.121 55,13

Presidentes Nacionais

Foto Nome Mandato Referências
Início Fim
Levy Fidelix.jpg Levy Fidelix 27 de Dezembro de 1994 Atualmente


Referências

  1. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015. 
  2. https://veja.abril.com.br/politica/com-discurso-militarista-psl-de-bolsonaro-lanca-major-olimpio-ao-senado/
  3. http://radames.manosso.nom.br/palavras/politica/qual-e-a-ideologia-de-cada-partido-brasileiro/
  4. http://prtb.org.br/#
  5. http://prtb.org.br/#
  6. https://m.huffpostbrasil.com/2016/01/10/alinhada-a-mussolini-e-a-levy-fidelix-frente-nacionalista-e-alv_a_21692298/
  7. https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,eymael-e-levy-fidelix-querem-ser-o-novo-em-mais-uma-eleicao-para-presidente,70002115439
  8. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleitores filiados». Consultado em 30 de outubro de 2018. 
  9. «Bancada da Eleição de 2014 para Deputado Federal (Titulares)». Câmara dos Deputados. Consultado em 3 de fevereiro de 2015. 
  10. «Deputados Estaduais Eleitos no País em 2018». G1 
  11. Tribunal Superior Eleitoral: Partidos políticos registrados no TSE, acessado em 25 de julho de 2007
  12. «Levy Fidelix». 27 de outubro de 2010. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  13. Fidelix, Levy (sexta-feira, 29 de outubro de 2010). «PRTB com Dilma rumo a vitória». Levy Fidelix. Consultado em 5 de agosto de 2018.  Verifique data em: |data= (ajuda)
  14. «Levy Fidelix». 3 de novembro de 2010. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  15. a b TSE 2014 - Estatísticas de candidaturas - Cargo/partido/coligação/sexo
  16. «Bolsonaro anuncia general Mourão como vice». G1 
  17. TSE. «Histórico de partidos». Consultado em 26 de outubro de 2016. 
  18. «PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO (PRTB)». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 26 de outubro de 2016. 
  19. «Histórico». PRTB - Partido Renovador Trabalhista Brasileiro. 8 de janeiro de 2013. Consultado em 26 de outubro de 2016. 
  20. «Levy Fidelix». revistaepoca.globo.com 
  21. Caldeira Neto, Odilon (2016). «FRENTE NACIONALISTA, NEOFASCISMO E "NOVAS DIREITAS" NO BRASIL» (PDF). Faces de Clio - Revista Discente do Programa de Pós-graduação em História - UFJF. v. 2 (n. 4). ISSN 2359-4489. Consultado em 26 de outubro de 2016. 
  22. «Programa». Partido Renovador Trabalhista Brasileiro. 30 de outubro de 2016. Consultado em 2 de novembro de 2018. 
  23. Baran, Katna (13 de setembro de 2018). «'Uma Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo', diz Mourão». Estadão. Curitiba. Consultado em 2 de novembro de 2018.. (pede subscrição (ajuda)) 
  24. Locatelli, Piero (11 de julho de 2018). «Partido do pré-candidato general Mourão financiou empresa que mantém site de fake news Folha Política». The Intercept Brasil. Consultado em 1 de novembro de 2018. 
  25. Araújo, Thiago de (10 de janeiro de 2016). «Alinhada a Mussolini e a Levy Fidelix, Frente Nacionalista é alvo de investigação pelo MP-PR». HuffPost Brasil. Consultado em 1 de novembro de 2018. 
  26. Brembatti, Katia; Antonelli, Diego (11 de dezembro de 2015). «Grupo fascista cancela congresso na região de Curitiba». Gazeta do Povo. Consultado em 1 de novembro de 2018.. (pede subscrição (ajuda)) 
  27. «Distribuição do Fundo Partidário 2011 - Duodécimos». TSE. 24 de dezembro de 2011. Consultado em 30 de novembro de 2014. 
  28. «Distribuição do Fundo Partidário 2011 - Multas». TSE. 17 de julho de 2012. Consultado em 30 de novembro de 2014. 
  29. «Distribuição do Fundo Partidário 2012 - Duodécimos». TSE. 27 de dezembro de 2012. Consultado em 22 de novembro de 2014. 
  30. «Distribuição do Fundo Partidário 2012 - Multas». TSE. 29 de janeiro de 2013. Consultado em 22 de novembro de 2014. 
  31. «Distribuição do Fundo Partidário 2013 - Duodécimos». TSE. 27 de dezembro de 2013. Consultado em 21 de novembro de 2014. 
  32. «Distribuição do Fundo Partidário 2013 - Multas». TSE. 19 de maio de 2014. Consultado em 21 de novembro de 2014. 

Ligações externas