Eleição presidencial no Brasil em 1998
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| Registrado | 94.782.803 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| Participação | 67.722.303 (Turno único) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Candidato mais votado no 1.º turno por unidade federativa, municípios e zonas eleitorais das principais regiões metropolitanas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Titular Eleito | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A eleição presidencial de 1998 no Brasil foi realizada em um domingo, 4 de outubro de 1998. Foi a terceira eleição presidencial do país após a promulgação Constituição Federal de 1988. Pouco antes desse pleito foi aprovado um projeto de emenda constitucional permitindo a reeleição aos ocupantes de cargos no Poder Executivo. Muito se discutiu sobre a constitucionalidade deste projeto[1] e, posteriormente, dois parlamentares da base aliada do governo, ambos do Acre, admitiram ter vendido seus votos pela aprovação da emenda.[2][3]
Controvérsias a parte, o presidente Fernando Henrique Cardoso, amparado por uma coligação que incluía os três maiores partidos da época – o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o Partido da Frente Liberal (PFL, atual União Brasil) e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB, atual MDB), que ofereceu seu apoio informal ao PSDB – foi reeleito em primeiro turno com cerca de 53% dos votos válidos. Em segundo lugar ficou Luiz Inácio Lula da Silva do Partido dos Trabalhadores (PT) com quase 32% dos votos. Ciro Gomes, então membro do Partido Popular Socialista (PPS, atual Cidadania), veio em terceiro lugar, com mais de 7 milhões de votos (quase 11% do total). Esta eleição trouxe o uso das urnas eletrônicas, que seriam utilizadas em todos os municípios no pleito seguinte.
A disputa pela presidência em 1998 contou com doze candidatos, o maior número da história do país desde a eleição de 1989, quando mais do que o dobro de candidaturas foram lançadas. O número de concorrentes poderia subir para quinze, caso a candidatura do ex-presidente cassado Fernando Collor de Mello (PRN, atual Agir)[4] não fosse revogada pela Justiça Eleitoral e se Oswaldo Souza Oliveira (PRP)[5] e João Olivar Farias (PAN)[carece de fontes] não tivessem desistido. Com a desistência deste último, o PAN decidiu apoiar Ciro Gomes. Esta eleição também ficou marcada por trazer a segunda mulher candidata ao cargo máximo da República que não teve sua candidatura indeferida: Thereza Ruiz, do Partido Trabalhista Nacional (PTN, atual Podemos), que substituiu Dorival Masci de Abreu.[6]
Até a última eleição presidencial, em 2022, o feito de ganhar uma eleição presidencial em primeiro turno não foi repetido.[7]
Antecedentes
[editar | editar código]Fernando Henrique Cardoso havia assumido a presidência da República em 1 de janeiro de 1995, após derrotar Luiz Inácio Lula da Silva, seu principal concorrente, no primeiro turno com mais de 30 milhões de votos.[8] FHC havia fundamentado sua primeira campanha presidencial no então recém-lançado Plano Real e na promessa de estabilizar a economia do país. De fato, o plano surtiu efeito, conseguindo debelar os exorbitantes índices de inflação, estabilizando o câmbio e aumentando o poder aquisitivo da população, sem choques nem congelamento de preços.[8]
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34.º Presidente do Brasil Legado Eleições |
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No primeiro dia de seu governo entrou em vigor o Tratado de Assunção, assinado ainda no governo Collor, que visava à implementação do Mercosul, uma área de livre comércio entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.[8] Além disso, o primeiro governo FHC foi marcado por reformas políticas e econômicas, como a quebra dos monopólios estatais do petróleo e das telecomunicações, a reforma da Previdência Social e a alteração no conceito de empresa nacional.[8] Embora aprovadas, as reformas governistas encontraram grande resistência por parte da oposição, que criticou ferozmente a privatização de empresas como a Vale do Rio Doce e a emenda constitucional que possibilitou a reeleição dos ocupantes de cargos no Poder Executivo.[8]
Apesar das vitórias políticas, o governo precisou impor medidas para desaquecer a demanda interna e equilibrar a balança comercial, o que acabou por fazer o desemprego crescer e a economia dar sinais de recessão.[8] As áreas da saúde, educação e reforma agrária também sofreram grandes crises.[8] Com isso, a campanha de reeleição de FHC baseou-se na ideia de que a continuidade do governo era fundamental para que a estabilização atingisse outros setores, estabelecendo metas para as áreas de saúde, agricultura, emprego, educação e segurança.[8]
Campanha
[editar | editar código]A candidatura de Fernando Henrique foi apoiada por uma coligação de partidos de centro-direita. Além do PSDB, PFL (atual União Brasil), PPB (antiga ARENA e atual Progressistas) e PTB (atual PRD) contou com o apoio informal da maior parte dos membros do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB, atual MDB).[9] Desta forma, a coligação foi formada pelos principais partidos surgidos da Aliança Renovadora Nacional (PFL e PPB), bem como os grupos mais fortes saídos do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB e PSDB), formando a maior coligação eleitoral da história moderna brasileira.[9]
FHC recusou-se a participar dos debates televisionados com os demais candidatos, alegando que sua atenção estava voltada para a crise internacional.[10] A eleição acabou não tendo nenhum debate entre os candidatos.[11]
Candidatos a presidente
[editar | editar código]| Nº | Presidente | Vice-presidente | Coligação
Partido(s) |
Ref. | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Candidato (a) | Partido | Cargos relevantes | Candidato (a) | Partido | Cargos relevantes | ||||||
| 13 | Lula da Silva Luiz Inácio Lula da Silva (Campanha) |
PT |
|
Leonel Brizola Leonel de Moura Brizola |
PDT |
|
(PT, PDT, PSB, PCdoB e PCB) |
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| 16 | Zé Maria
José "Zé" Maria de Almeida |
PSTU | Sem cargo político anterior | José Galvão de Lima José Galvão de Lima |
PSTU | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | ||||
| 19 | Thereza Ruiz Thereza Tinajero Ruiz (Campanha) |
PTN | Sem cargo político anterior | Eduardo Gomes Eduardo Gomes |
PTN | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | ||||
| 20 | Sérgio Bueno Sérgio Bueno (Campanha) |
PSC | Sem cargo político anterior | Ronald Azaro Ronald Azaro |
PSC | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | ||||
| 23 | Ciro Gomes Ciro Ferreira Gomes (Campanha) |
PPS |
|
Roberto Freire Roberto João Pereira Freire |
PPS |
|
(PPS, PL e PAN) |
||||
| 27 | Eymael José Maria Eymael (Campanha) |
PSDC |
|
Josmar Alderete Josmar Oliveira Alderete |
PSDC | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | ||||
| 31 | Vasco Neto Vasco Azevedo Neto (Campanha) |
PSN |
|
Alexandre Santos Alexandre José Ferreira dos Santos |
PSN | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | ||||
| 33 | Ivan Frota Ivan Moacyr da Frota (Campanha) |
PMN | João Ferreira da Silva João Ferreira da Silva |
PMN | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | |||||
| 43 | Alfredo Sirkis Alfredo Hélio Syrkis (Campanha) |
PV |
|
Carla Piranda Rabello Carla Piranda Rabello |
PV | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | ||||
| 45 | Fernando Henrique (FHC) Fernando Henrique Cardoso (Campanha) |
PSDB |
|
Marco Maciel Marco Antônio de Oliveira Maciel |
PFL |
|
(PSDB, PFL, PPB, PTB e PSD) |
||||
| 56 | Enéas Carneiro Enéas Ferreira Carneiro (Campanha) |
PRONA | Sem cargo político anterior | Professor Irapuan Teixeira Irapuan Teixeira |
PRONA | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | ||||
| 70 | João de Deus João de Deus Barbosa de Jesus (Campanha) |
PTdoB | Sem cargo político anterior | Nanci Pillar Nanci Pillar |
PTdoB | Sem cargo político anterior | Partido Isolado | ||||
Candidaturas indeferidas
[editar | editar código]| Nº | Presidente | Vice-presidente | Coligação
Partido(s) |
Ref. | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Candidato (a) | Partido | Cargos relevantes | Candidato (a) | Partido | Cargos relevantes | ||||||
| 36 | Fernando Collor Fernando Affonso Collor de Mello (Campanha) |
PRN |
|
Indefinido | (PRN, PST e PRTB) |
[12][13][14] | |||||
| 44 | Oswaldo Souza Oliveira Oswaldo Souza Oliveira (Campanha) |
PRP | Sem cargo político anterior | Indefinido | Partido Isolado | [15] | |||||
Desistências
[editar | editar código]| Nº | Presidente | Vice-presidente | Coligação
Partido(s) |
Ref. | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Candidato (a) | Partido | Cargos relevantes | Candidato (a) | Partido | Cargos relevantes | ||||||
| 26 | João Olivar Farias João Olivar Farias (Campanha) |
PAN | Sem cargo político anterior | Indefinido | Partido Isolado | [16] | |||||
Tempo de rádio e TV
[editar | editar código]| Candidato | Tempo de Horário Eleitoral | Ref. |
|---|---|---|
| FHC | 11m42s | [17] |
| Lula | 5m1s | |
| Ciro | 1m12s | [18] |
| Frota | 45s | |
| Bueno | 43s | |
| Sirkis | 38s | |
| João de Deus | 36s | |
| Eymael | 36s | |
| Thereza | 36s | |
| Vasco | 36s | |
| Zé Maria | 36s | |
| Enéas | 35s | [18] |
Resultados
[editar | editar código]| Candidato (a) | Vice | 1.º turno | |
|---|---|---|---|
| Votação | |||
| Total | % | ||
| Fernando Henrique (PSDB) | Marco Maciel (PFL) | 35.936.382 | 53,06% |
| Lula da Silva (PT) | Leonel Brizola (PDT) | 21.475.211 | 31,71% |
| Ciro Gomes (PPS) | Roberto Freire (PPS) | 7.426.187 | 10,97% |
| Enéas Carneiro (PRONA) | Irapuan Teixeira (PRONA) | 1.447.089 | 2,14% |
| Ivan Frota (PMN) | João Ferreira da Silva (PMN) | 251.336 | 0,37% |
| Alfredo Sirkis (PV) | Carla Piranda Rabello (PV) | 212.983 | 0,31% |
| Zé Maria (PSTU) | José Galvão de Lima (PSTU) | 202.659 | 0,30% |
| João de Deus (PTdoB) | Nanci Pilar (PTdoB) | 198.915 | 0,29% |
| José Maria Eymael (PSDC) | Jormar Oliveira Alderete (PSDC) | 171.831 | 0,25% |
| Thereza Ruiz (PTN) | Eduardo Gomes (PTN) | 166.053 | 0,25% |
| Sérgio Bueno (PSC) | Ronald Abrahão Azaro (PSC) | 124.569 | 0,18% |
| Vasco Azevedo Neto (PSN) | Alexandre José dos Santos (PSN) | 109.003 | 0,16% |
| → Total de votos válidos | 67.722.303 | 81,30% | |
| Votos apurados | |||
| Votos válidos | 67.722.303 | 81,30% | |
| Votos em branco | 6.688.379 | 8,03% | |
| Votos nulos | 8.887.091 | 10,67% | |
| Total de votos apurados | 83.297.773 | 78,51% | |
| Eleitores | |||
| Comparecimento | 83.297.773 | 78,51% | |
| Abstenções | 22.802.802 | 21,49% | |
| Total de inscritos | 106.100.575 | 100% | |


Resultados por estados
[editar | editar código]| Estados/distritos vencidos por Fernando Henrique Cardoso |
| Estados/distritos vencidos por Luiz Inácio Lula da Silva |
| Estados/distritos vencidos por Ciro Gomes |
| Fernando Henrique Cardoso PSDB |
Luiz Inácio Lula da Silva PT |
Ciro Gomes PPS |
Outros vários |
Margem | Total | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| State | # | % | # | % | # | % | # | % | # | % | # |
| Acre | 90.363 | 46,80% | 59.690 | 30,91% | 26.909 | 13,93% | 16.119 | 8,30% | 33.673 | 15,89% | 193.081 |
| Alagoas | 394.873 | 54,79% | 161.584 | 22,42% | 146.729 | 20,36% | 17.467 | 2,39% | 233.289 | 32,37% | 720.653 |
| Amazonas | 452.076 | 54,67% | 211.507 | 25,58% | 128.811 | 15,57% | 34.416 | 4,13% | 240.569 | 29,09% | 826.810 |
| Amapá | 68.277 | 42,32% | 62.394 | 38,67% | 25.349 | 15,71% | 5.298 | 3,25% | 5.883 | 3,65% | 161.318 |
| Bahia | 1.977.643 | 50,91% | 1.372.790 | 35,34% | 327.920 | 8,44% | 205.655 | 5,26% | 604.853 | 15,57% | 3.884.008 |
| Ceará | 804.969 | 30,30% | 872.290 | 32,84% | 909.402 | 34,23% | 37.112 | 1,39% | 69.442 | 2,57% | 2.623.773 |
| Distrito Federal | 391.201 | 40,44% | 287.579 | 29,73% | 265.838 | 27,48% | 22.524 | 2,30% | 103.622 | 10,71% | 967.142 |
| Espírito Santo | 814.535 | 64,74% | 263.636 | 20,95% | 134.675 | 10,70% | 45.165 | 3,54% | 550.899 | 43,79% | 1.258.011 |
| Goiás | 1.247.510 | 65,95% | 371.175 | 19,62% | 195.851 | 10,35% | 76.865 | 4,02% | 876.335 | 46,33% | 1.891.401 |
| Maranhão | 736.042 | 48,62% | 444.912 | 29,39% | 246.268 | 16,26% | 86.487 | 5,67% | 291.130 | 19,23% | 1.513.709 |
| Minas Gerais | 4.225.240 | 55,67% | 2.129.100 | 28,05% | 883.377 | 11,64% | 351.080 | 4,58% | 2.096.140 | 27,62% | 7.588.797 |
| Mato Grosso | 663.773 | 73,09% | 149.462 | 16,46% | 67.668 | 7,45% | 27.150 | 2,95% | 514.311 | 56,63% | 908.053 |
| Mato Grosso do Sul | 520.471 | 61,25% | 210.120 | 24,73% | 89.951 | 10,58% | 29.128 | 3,39% | 310.351 | 36,52% | 849.670 |
| Pará | 1.020.868 | 56,81% | 530.722 | 29,53% | 165.670 | 9,22% | 79.578 | 4,39% | 490.146 | 27,28% | 1.796.838 |
| Paraíba | 541.067 | 45,25% | 402.293 | 33,65% | 191.878 | 16,05% | 60.242 | 5% | 138.774 | 11,60% | 1.195.480 |
| Pernambuco | 1.637.394 | 57,22% | 890.971 | 31,13% | 212.168 | 7,41% | 120.819 | 4,19% | 746.424 | 26,09% | 2.861.352 |
| Piauí | 482.649 | 48,09% | 270.465 | 26,94% | 185.997 | 18,53% | 64.523 | 6,39% | 212.184 | 21,15% | 1.003.634 |
| Paraná | 2.492.531 | 59,24% | 1.168.853 | 27,78% | 400.966 | 9,53% | 144.558 | 3,41% | 1.323.678 | 31,46% | 4.206.908 |
| Rio de Janeiro | 2.848.277 | 42,27% | 2.851.274 | 42,32% | 708.279 | 10,51% | 329.558 | 4,85% | 2.997 | 0,05% | 6.737.388 |
| Rio Grande do Norte | 525.842 | 50,71% | 267.883 | 25,83% | 193.496 | 18,33% | 49.560 | 4,75% | 257.959 | 24,88% | 1.036.781 |
| Rio Grande do Sul | 2.036.805 | 40,59% | 2.460.551 | 49,04% | 277.866 | 5,53% | 241.684 | 4,77% | 423.746 | 8,45% | 5.016.906 |
| Rondônia | 323.743 | 66,40% | 103.927 | 21,31% | 39.398 | 8,08% | 20.461 | 4,15% | 219.816 | 45,09% | 487.529 |
| Roraima | 71.768 | 61,92% | 20.601 | 17,77% | 20.138 | 17,37% | 3.389 | 2,89% | 51.167 | 44,15% | 115.896 |
| Santa Catarina | 1.255.253 | 49,42% | 929.698 | 36,60% | 252.659 | 9,94% | 101.982 | 3,98% | 325.555 | 12,82% | 2.539.592 |
| Sergipe | 297.243 | 47,37% | 221.565 | 35,31% | 71.233 | 11,35% | 37.448 | 5,93% | 75.678 | 12,06% | 627.489 |
| São Paulo | 9.736.728 | 59,88% | 4.688.677 | 28,83% | 1.208.718 | 7,43% | 624.695 | 3,79% | 5.048.051 | 31,05% | 16.258.818 |
| Tocantins | 265.393 | 66,67% | 66.607 | 16,73% | 47.566 | 11,95% | 18.454 | 4,60% | 198.786 | 49,94% | 398.020 |
Fonte: Resultado da eleição de 1998, Tribunal Superior Eleitoral.
Estados vencidos com menor diferença
[editar | editar código]Em azul são os estados vencidos por Fernando Henrique Cardoso, em vermelho são os estados vencidos por Luiz Inácio Lula da Silva e em amarelo são os estados vencidos por Ciro Gomes.
Estados onde a margem de vitória foi por menos de 5%:
- Rio de Janeiro 0,05%
- Ceará 2,57%
- Amapá 3,65%
Estados vencidos com maior diferença
[editar | editar código]Estados onde a margem de vitória foi por mais de 30%:
- Mato Grosso 56,63%
- Tocantins 49,94%
- Goiás 46,33%
- Rondônia 45,09%
- Roraima 44,15%
- Espírito Santo 43,79%
- Mato Grosso do Sul 36,52%
- Alagoas 32,37%
- Paraná 31,46%
- São Paulo 31,05%
Referências
- ↑ MACHADO, Ivan. Inconstitucionalidade da emenda da reeleição. Jus Navigandi. Teresina, ano 2, n. 21, nov. 1997. Acesso em: 28 de junho de 2022.
- ↑ RODRIGUES, Fernando. "Deputado diz que vendeu seu voto a favor da reeleição por R$ 200 mil". Folha de S.Paulo. 13 de maio de 1997. Acesso em: 28 de junho de 2010.
- ↑ Capa da Folha de S.Paulo de 13/05/1997. Acesso em: 17 de outubro de 2012.
- ↑ "O Caso Collor - A tentativa de retorno". Tribunal Superior Eleitoral. 19 de dezembro de 2008. Acesso em: 28 de junho de 2010.
- ↑ MENEZES, Ana Cláudia. "Candidatos passam o Dia dos Pais com as famílias" Arquivado em 2 de outubro de 2011, no Wayback Machine.. A Notícia. 10 de agosto de 1998. Acesso em: 28 de junho de 2010.
- ↑ LARANJEIRA, Leandro. "Mulheres podem fazer história nas eleições de 2010" Arquivado em 8 de março de 2012, no Wayback Machine.. Diário do Grande ABC. 10 de agosto de 2009. Acesso em: 28 de junho de 2010.
- ↑ «Quem foi o único candidato à Presidência do Brasil que venceu uma eleição em primeiro turno?». Valor Econômico. 22 de setembro de 2022. Consultado em 3 de janeiro de 2024
- 1 2 3 4 5 6 7 8 MASON, Anthony. Memórias do Século XX - Vol. 6: Tempos Modernos, 1970-1999. Tradução de Maria Clara de Mello Motta. Rio de Janeiro: Reader's Digest, 2004. ISBN 85-7645-016-X
- 1 2 Alan Marques (17 de setembro de 2002). «Coalizão de FHC começou e terminou com o Plano Real». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2015
- ↑ «Eleições presidenciais - 1998: porque não houve debate». Memória Globo. Consultado em 7 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 8 de janeiro de 2015
- ↑ Fábio Vasconcellos. «Debates presidenciais na TV como dispositivos complementares de informação política no Brasil: Características e estratégias» (PDF). Escola Superior de Propaganda e Marketing. Consultado em 7 de janeiro de 2015[ligação inativa]
- ↑ «Folha de S.Paulo - Collor tira votos do presidente - 03/05/98». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 20 de fevereiro de 2026
- ↑ «UOL - Brasil Online - STF recusa pedido de Collor de disputar eleições em 98 - 03/12/97 20h01». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 20 de fevereiro de 2026
- ↑ «Folha de S.Paulo - Collor afirma na Europa que disputa Presidência já em 98 - 18/03/97». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 20 de fevereiro de 2026
- ↑ Radamés (8 de outubro de 2014). «Que fim levaram os candidatos a presidente da Nova República?». radamés manosso . ideias. Consultado em 20 de fevereiro de 2026
- ↑ Paraná, Redação Bem (29 de agosto de 2018). «Brasil teve 44 partidos nos últimos 17 anos. Confira as siglas que já ´morreram´ou trocaram de nome». Bem Paraná. Consultado em 20 de fevereiro de 2026
- ↑ «Folha de S.Paulo - FHC quer 4 anos para vencer desemprego - 16/08/98». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 20 de fevereiro de 2026
- 1 2 «Folha de S.Paulo - Ciro usará metáforas - 16/08/98». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 20 de fevereiro de 2026
- ↑ «Comparecimento e Votação». Tribunal Superior Eleitoral. 30 de dezembro de 2025. Consultado em 20 de fevereiro de 2026
- ↑ «Votação nominal». Tribunal Superior Eleitoral. 30 de dezembro de 2025. Consultado em 20 de fevereiro de 2026