Eleição presidencial no Brasil em 2014

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Eleição presidencial no Brasil em 2014
  2010 ← Brasil → 2018
26 de outubro de 2014
segundo turno
Dilma Aécio
Candidato Dilma Rousseff Aécio Neves
Partido PT PSDB
Natural de Minas Gerais Minas Gerais
Companheiro de chapa Michel Temer
(PMDB)
Aloysio Nunes
(PSDB)
Vencedor em 15 estados 11 estados + DF
Votos 54 501 118 51 041 155
Porcentagem 51,64% 48,36%
2014 Brazilian presidential election map - Municipalities (Round 2).svg
Candidato mais votado no segundo turno por município.
  Aécio Neves
  Dilma Rousseff

Uma eleição presidencial foi realizada em 2014 para eleger o presidente da República Federativa do Brasil, por um período de quatro anos. A então presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi reeleita, com mais de 54 milhões de votos. A candidata petista venceu o segundo turno com 51,64% dos votos válidos, fazendo com que esta seja considerada a eleição mais disputada no Brasil após a redemocratização.[1][2]

Além de Dilma, outros dez candidatos disputaram o primeiro turno da eleição no dia 5 de outubro.[3] Destes, três eram filiados a coligações de partidos, enquanto os restantes tinham apoio apenas de seu partido. Como nenhum dos candidatos atingiu maioria absoluta dos votos, um segundo turno foi convocado, entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).[4]

A eleição foi marcada pela morte do candidato Eduardo Campos, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), em um acidente aéreo no dia 13 de agosto de 2014, enquanto o mesmo fazia campanha eleitoral nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.[5] Cinco dias após, o PSB anunciou que Marina Silva substituiria Eduardo na disputa pela presidência.[6] A eleição também foi marcada por uma instabilidade no Brasil, devido às manifestações de 2013 e as crises política e econômica que afetavam o país.

Contexto[editar | editar código-fonte]

Eleição de 2010[editar | editar código-fonte]

Em 31 de outubro de 2010, no segundo turno das eleições de 2010, Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores (PT), ex-ministra chefe da Casa Civil do governo Lula, se tornou a primeira mulher eleita para a presidência da República do Brasil após derrotar o então candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) José Serra.[7] A campanha foi dominada por temas morais e religiosos, sendo a candidata petista atacada por grupos religiosos conservadores onde era acusada de apoiar o terrorismo, o aborto e a corrupção.[8]

A abstenção foi alta, superando a marca de 20 milhões de eleitores.[7] No primeiro turno, a polarização entre PT e PSDB, presente na política nacional desde 1994, foi ameaçada pela votação expressiva em Marina Silva, ex-ministra do meio ambiente do governo Lula, então no Partido Verde, que obteve cerca de 19,6 milhões de votos.[9] O segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva foi encerrado, em dezembro de 2010, com uma aprovação de 87%.[10]

Primeiros anos do governo Dilma[editar | editar código-fonte]

Cerimônia de lançamento da Comissão Nacional da Verdade
Ver artigo principal: Governo Dilma Rousseff

O crescimento da economia nos dois primeiros anos do Governo Dilma ficou aquém do esperado, devido aos reflexos da crise mundial iniciada em 2008, com 2,7% de crescimento em 2011 e 1% em 2012.[11] Em 2013, a economia brasileira cresceu 2,5%, índice influenciado principalmente pela agropecuária e pelo aumento da taxa de investimento.[12][13]

A inflação foi mantida dentro dos limites previstos, mas sempre acima do centro da meta, o que gerou críticas à política econômica da presidente.[11][14] Neste período, a taxa de desemprego também foi reduzida, onde muitas capitais atingiram o status de pleno emprego.[11] A taxa de desemprego em 2013 caiu a 5,4%, menor patamar histórico.[15]

Apesar dos avanços no combate à miséria, com o lançamento do Plano Brasil Sem Miséria, e ao desmatamento, o governo Dilma encontrou dificuldades em áreas como reforma agrária, reforma política, reforma tributária, e no diálogo com as centrais sindicais, todas bandeiras históricas do Partido dos Trabalhadores, o que geraram críticas à presidente dentro do seu próprio partido.[16] Na área educacional, apesar do ritmo lento de expansão de creches, institutos federais de tecnologia e universidades federais, o governo logrou êxito com os programas Ciência sem Fronteiras e Pronatec.[11][17] Outros êxitos do governo incluem a aprovação do Vale Cultura e a ampliação do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e dos programas Farmácia Popular e Brasil Sorridente.[11] Teve destaque ainda a implantação da Comissão Nacional da Verdade, que teve por finalidade apurar graves violações de direitos humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988, o que inclui o período da ditadura militar.[18]

Protestos de junho de 2013[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Protestos no Brasil em 2013
Manifestantes no Congresso Nacional em 17 de junho de 2013.

No final de junho de 2013, os governos municipais, estaduais e federal enfrentaram uma das maiores manifestações populares da história do Brasil.[19] Motivados inicialmente pelo aumento do preço das passagens do transporte coletivo nas capitais, os manifestantes posteriormente voltaram sua pauta de reivindicações para outros temas após o cancelamento do aumento dos preços das passagens em várias cidades.[20] Os protestos se voltaram em especial contra a Copa das Confederações FIFA de 2013, cuja realização coincidiu com as manifestações.[20] Os protestos chegaram a reunir mais de um milhão de pessoas simultaneamente nas ruas de 80 cidades e se transformaram nas maiores manifestações de rua do país em mais de duas décadas. Segundo o pesquisador francês Frédéric Louault, o governo Dilma foi pego de surpresa pelos protestos, pois não percebeu o distanciamento que estava tomando dos movimentos sociais, tradicionais aliados do Partido dos Trabalhadores.[21]

Pronunciamento de Dilma Rousseff em 21 de junho de 2013, quando apresentou os cinco pactos.

À época, Dilma possuía altos índices de popularidade, alcançando 79% de aprovação pessoal.[19] Durante e após os protestos, a popularidade da presidente caiu acentuadamente, assim como a de boa parte dos governadores e prefeitos.[19] Dilma chegou a empatar com Marina Silva em uma das simulações de segundo turno.[22] No entanto, ao contrário de governadores e prefeitos, que preferiram manter distância das reivindicações para evitar maiores desgastes, Dilma apresentou na televisão um plano de cinco pactos em resposta às principais reivindicações das ruas – a defesa de uma maior responsabilidade fiscal para evitar o avanço da inflação, a proposta de criar uma assembleia constituinte para promover a reforma política, maiores investimentos em mobilidade urbana, a destinação de 100% dos royalties do pré-sal para a educação e ações voltadas para a melhoria da saúde pública.[22]

Segundo avaliação do secretário-geral da presidência da República, Gilberto Carvalho, os protestos tiveram origem na insatisfação da população brasileira com os serviços públicos medianos que lhe são ofertados.[20] Visão semelhante foi expressa pelo cientista político francês Olivier Dabène, pelo correspondente do El País Juan Arias e pelo ex-presidente Lula em sua coluna no New York Times.[21][23][24] Segundo a AFP, os protestos também foram motivados pelo baixo crescimento econômico e inflação em alta no país, e foram organizados por jovens apolíticos de classe média,visão da qual tanto Lula quanto Arias discordam; segundo eles, os protestos ocorreram justamente devido ao fato de que as pessoas estão mais atentas à política nacional.[20][23][24] Para Louault, os protestos de junho deixaram claro que o Partido dos Trabalhadores se distanciou da juventude, o que poderia futuramente lhe trazer problemas de renovação interna do partido.[21] Conforme as manifestações foram se tornando cada vez mais violentas a partir de julho, a participação popular nos protestos acabou se arrefecendo.[25][26] Segundo Marcia Cavallari, diretora do Ibope Inteligência, o foco das manifestações se perdeu quando começaram a ação dos black blocs, do vandalismo e do quebra-quebra, fazendo com que a grande maioria das pessoas queriam se manifestar por causas legítimas se inibissem.[27]

Após os protestos[editar | editar código-fonte]

A proposta de Dilma de convocar uma nova constituinte, segundo Paulo Moreira Leite, "não sobreviveu a 30 minutos de conversa".[19] Segundo o pesquisador francês Frédéric Louault, ao tentar apresentar uma resposta à população, os governantes se viram bloqueados pelos partidos que sustentam a base aliada do governo no Congresso.[21] Por outro lado, o pacto pela responsabilidade fiscal foi celebrado, assim como a destinação dos royalties do pré-sal para a educação, com mudanças da Câmara dos Deputados para favorecer também a saúde pública. e o anúncio de novos investimentos em Mobilidade Urbana.[28][29] Os programas de Mobilidade Urbana do PAC 2 têm investidos recursos em metrôs, Bus Rapid Transit (BRTs), corredores de ônibus, veículos leves sobre trilhos, entre outros. Quanto à saúde, o governo implantou o programa Mais Médicos, que consiste na vinda de médicos estrangeiros para o país para suprir a carência de profissionais nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades.[25] Apoiado por 84,3% da população, o programa é considerado o principal trunfo do governo Dilma e o principal fator que impulsionou a recuperação de sua popularidade após os protestos.[30] Também teria contribuído para a recuperação da popularidade da presidente sua postura incisiva após as denúncias de que o governo dos Estados Unidos teria espionado o governo brasileiro.[19]

No início de outubro de 2013, Marina Silva, que teria sido a candidata mais beneficiada pelos protestos de junho segundo as pesquisas de intenção de voto,[31] teve o registro de seu partido, o Rede Sustentabilidade, negado pelo Tribunal Superior Eleitoral por não ter apresentado o número mínimo de assinaturas exigido pela legislação até o prazo de 5 de outubro de 2013, correspondendo um ano antes da eleição, ficando assim impossibilitada de concorrer à presidência em 2014 pela agremiação.[32][33] Após reuniões com representantes do Partido Popular Socialista (PPS) e do Partido Socialista Brasileiro, sendo que este último havia rompido com o governo em 18 de setembro para lançar a candidatura do então governador de Pernambuco Eduardo Campos à presidência, Marina decidiu filiar-se ao PSB.[34][35] Especulava-se que ela pudesse ser candidata a vice-presidente numa chapa encabeçada por Campos, o que mais tarde veio a se concretizar de fato.[35][36]

Em 15 de novembro de 2013, foram presos os condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da ação penal do mensalão.[37] O julgamento começou em 2 de agosto de 2012 e foi concluído em 17 de dezembro do mesmo ano. Figuravam entre os 25 réus condenados figuras históricas do Partido dos Trabalhadores como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares.[37] Dilma evitou fazer comentários sobre as prisões dos colegas de partido, afirmando que não analisar as sentenças do STF é um procedimento exigido dos presidentes.[38] Segundo os cientistas políticos Pedro Fassoni Arruda e Luciano Dias, o mensalão não deveria impactar a campanha de reeleição da presidente.[39] De fato, a popularidade de Dilma cresceu após as prisões dos condenados, ao mesmo tempo em que grande maioria dos eleitores do Partido dos Trabalhadores (87%) declararam apoio às prisões.[40][41] Um fato novo que especulava-se que poderia surgir do julgamento era a candidatura do relator da ação penal, o juiz Joaquim Barbosa, à presidência ou vice-presidência; como magistrado, ele tinha um prazo maior para se desincompatibilizar e disputar a eleição.[42] No entanto, Barbosa preferiu não se lançar a cargo eletivo algum.[43]

Morte de Eduardo Campos[editar | editar código-fonte]

Eduardo Campos e Marina Silva durante a campanha presidencial.

Em 13 de agosto de 2014, o então candidato a presidência Eduardo Campos embarcou em um avião modelo Cessna Citation Excel que saiu do Rio de Janeiro em direção ao município de Guarujá para cumprir agenda de campanha. Por volta das 10hs, o avião, após arremeter devido ao mau tempo, caiu em cima de um quintal em Santos, no bairro do Boqueirão, matando os sete ocupantes e ferindo 6 pessoas em solo.[44] A morte de Eduardo Campos fez com que todo o rumo das eleições fosse alterado.[45]

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), partido ao qual Eduardo Campos pertencia, teve dez dias para apresentar um novo candidato à presidência.[46] A expectativa de um nome para suceder Campos gerou muitas especulações e repercutiu internacionalmente.[47] A coligação "Unidos pelo Brasil" decidiu aguardar as cerimônias fúnebres e o enterro das vítimas para discutir se Marina Silva assumiria a cabeça de chapa ou se então um novo nome seria divulgado.[48] Entretanto, já no terceiro dia foi dito como certo a escolha de Marina.[49] O irmão de Eduardo, Antônio Campos, também defendeu que Marina devesse encabeçar a chapa de disputa à presidência.[50]

Marina Silva, que era vice de Eduardo Campos e passou a ser a presidenciável.[51]

Na primeira pesquisa de intenções de votos após a morte de Eduardo Campos, realizada pelo Datafolha durante os dias 14 e 15 de agosto, incluíram Marina como substituta de Campos, e ela obteve cerca de 21% dos votos, contra 8% que ele havia conseguido na última pesquisa; desse modo, superou o Aécio Neves e estaria válida para um segundo turno.[52][53] Na simulação de primeiro turno, os demais candidatos não tiveram perdas de voto, porém o índice de indecisos e nulos foi bastante reduzido.[52][53] Na simulação de segundo turno, houve empate técnico entre Marina e Dilma.[52][53]

No dia 16 de agosto, o PSB escolheu a ex-senadora e candidata a vice de Campos para ser a nova candidata do partido à presidência.[54] Quando Marina Silva foi oficializada como substituta de Eduardo Campos, os partidos membros da coligação Partido Social Liberal (PSL) e PHS expressaram crítica pela indicação dela, alegando a falta de diálogo e confiança se ela manteria as promessas firmadas com Campos.[55] O PSB já havia buscado evitar esses problemas, indicando como vice-presidente Beto Albuquerque, um político de confiança de Campos.[51] Marina afirmou que as alianças seriam mantidas, afirmando: "Essa foi a construção que fizemos e obviamente é a construção que está mantida", porém, iria se preservar, deixando de participar de palanques da qual discorda, sendo substituída pelo vice.[56]

No dia 22 de agosto, Marina Silva e Beto Albuquerque foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como candidata à presidência e vice, respectivamente.[49] Apesar dos atritos e ameaças, nenhum partido deixou a coligação.[49] Porém, o coordenador-geral da campanha deixou o cargo por desacordo com a escolha da Marina.[49]

Na segunda pesquisa de intenções de votos com Marina Silva como candidata à presidência, feita pelo Ibope entre os dias 23 e 25 de agosto, não houve empates.[57][58] No primeiro turno, Dilma teria 34% dos votos, Marina 29%, e Aécio 19%. No segundo turno, Marina ganharia de Dilma com uma diferença de 9%. Na pesquisa anterior foram feitas entrevistas apenas em São Paulo, o que difere desta, na qual foram feita pesquisas em diversos estados.[57][58] Também fora constatado que a rejeição de Marina era muito menor do que a de Aécio e Dilma, sendo, respectivamente, 10%, 18% e 36%.[57]

Porém, com o passar do tempo e a cada nova pesquisa de opinião, o índice de votos dela se reduzia, chegando até a 21%, contra 23% de Aécio Neves, na última pesquisa realizada pelo Ibope.[59] Marina ficou em terceiro lugar no primeiro turno com 21% dos votos, contra 35% de Aécio e 41% de Dilma.[59] Conseguiu a maioria de votos de dois estados: Acre, com 41%, e Pernambuco, com 48%.[60] Com a derrota, decidiu apoiar Aécio no segundo turno.[61]

Pré-candidaturas[editar | editar código-fonte]

As candidaturas só foram oficializadas pelos partidos entre 10 e 30 de junho de 2014, mas os partidos políticos do país começaram a definir seus candidatos à presidência antes do período.[62][43]

No 14º Encontro Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado no início de maio de 2014, foi oficializada a pré-candidatura de Dilma Rousseff à reeleição, pondo fim às especulações de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia vir a disputar novamente a presidência da República.[63] Uma semana depois, dirigentes do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) se reuniram na capital federal e chegaram à conclusão de que o vice-presidente Michel Temer deveria continuar como companheiro de chapa de Dilma.[64]

Em 10 de outubro de 2013, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) definiu que o ex-governador de Pernambuco, e ex-aliado do PT, Eduardo Campos seria o candidato à presidência pela legenda, após ter deixado os cargos no governo federal em 18 de setembro daquele ano.[65][34] Em 28 de novembro, a ex-ministra do meio ambiente Marina Silva, que não conseguiu legalizar seu partido, a Rede Sustentabilidade, a tempo para as eleições de 2014 e acabou se filiando ao PSB, anunciou que Campos seria o candidato do PSB à presidência, pondo fim às especulações de que ela poderia encabeçar a chapa do partido.[66] No dia 14 de abril de 2014, Marina foi confirmada como candidata a vice-presidente na chapa do ex-governador pernambucano.[67]

Em 19 de novembro de 2013, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) definiu que o senador por Minas Gerais, Aécio Neves, seria o candidato à presidência da sigla.[68] O ex-governador de São Paulo e candidato derrotado em 2010 José Serra tentou se firmar como candidato pelo partido mas não conseguiu apoio suficiente dentro do partido.[68] Em 16 de dezembro de 2013, Serra publicou um curto comunicado em sua conta no Facebook desistindo da indicação do partido.[69]

Convenção Eleitoral do Partido Socialismo e Liberdade de 2014, com a presença de Luiz Araújo, Jorge Paz, Luciana Genro e Marcelo Freixo.

Em 1° de dezembro de 2013, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) havia escolhido o senador pelo Amapá, Randolfe Rodrigues, como candidato do partido para a presidência.[70] Ele havia derrotado a pré-candidata Luciana Genro em votação promovida no 4° Congresso Nacional do partido.[70] Porém, em 13 de junho de 2014, o PSOL anunciou que o senador desistiu da candidatura a presidente pelo partido e que ele seria substituído por Luciana. Na nota em que divulgou a desistência de Randolfe, o PSOL afirmou que o senador saiu da disputa para "construir uma alternativa política contra o retorno das forças conservadoras no estado do Amapá" e que a opção "representa um prejuízo na construção de uma alternativa de esquerda nestas eleições".[71]

Em 22 de março de 2014, o Partido Verde divulgou nota oficializando a candidatura de Eduardo Jorge à presidência da República pela sigla.[72] Durante evento realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo no mesmo dia, o pré-candidato apresentou o documento "Viver bem, viver verde", com as diretrizes para a elaboração de um programa do PV para uma eventual gestão à frente do Governo Federal.[72]

O deputado Pastor Everaldo do Partido Social Cristão (PSC) também colocou seu nome como pré-candidato à presidência da República,[73][74] assim como o ex-deputado federal e três vezes candidato a presidente José Maria Eymael do Partido Social Democrata Cristão (PSDC)[75] e o presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Levy Fidelix, que disputou a presidência em 2010.[76] Outros candidatos de 2010 que anunciaram que concorrerão novamente foram José Maria de Almeida do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e Rui Costa Pimenta do Partido da Causa Operária (PCO).[76][77] Por fim, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) anunciou que escolheu Mauro Iasi para representar a sigla na disputa à presidência.[78]

A advogada Denise Abreu lançou sua pré-candidatura pelo recém-criado Partido Ecológico Nacional (PEN), porém encontrou resistência dentro do partido, dificuldades de estrutura de campanha e falta de planejamento. No último dia para a realização de convenções partidárias, o PEN comunicou ao PSDB seu apoio formal à candidatura de Aécio.[79]

Convenções partidárias[editar | editar código-fonte]

O dia 30 de junho de 2014 foi o marco final para os partidos políticos definirem seus candidatos e coligações para as eleições. A decisão é oficializada durante as convenções partidárias, que ocorreram entre 10 a 30 de junho, período definido no artigo oitavo da Lei Eleitoral (Lei nº 9 504 de 1997). Válido para todos os partidos políticos, o prazo garante a isonomia entre as legendas.[80] É no período de convenções que os partidos decidem quais filiados podem pedir registro de candidatura e se as siglas disputarão o pleito coligadas ou não com outras legendas.[80] Ainda de acordo com o caput do artigo oitavo da Lei nº 9 504 de 1997, a ata com o registro dos candidatos e coligações escolhidos por cada partido deve ser lavrada em livro aberto e rubricado pela Justiça Eleitoral.[80]

Nome e sigla do partido Bancada
Federal
Data da convenção Posicionamento oficial
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) 73 10 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição. Candidatura de Michel Temer a vice-presidente.[81]
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) 17 27 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[82]
Partido Democrático Trabalhista (PDT) 18 10 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[83]
Partido dos Trabalhadores (PT) 88 21 de junho de 2014 Candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República.[84]
Democratas (DEM) 28 30 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[85]
Partido Comunista do Brasil (PCdoB) 15 27 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[86]
Partido Socialista Brasileiro (PSB) 25 28 de junho de 2014 Candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República e Marina Silva a vice-presidente.[87] Com a morte de Campos, formou-se a nova chapa composta por Marina Silva e Beto Albuquerque.[49]
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) 44 14 de junho de 2014 Candidatura de Aécio Neves à Presidência da República[88] e Aloysio Nunes a vice-presidência (decisão tomada no dia 30 de junho de 2014).[89]
Partido Trabalhista Cristão (PTC) 28 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[90]
Partido Social Cristão (PSC) 12 14 de junho de 2014 Candidatura de Everaldo Pereira à Presidência da República[91] e Leonardo Gadelha a vice-presidente (decisão tomada no dia 30 de junho).[92]
Partido da Mobilização Nacional (PMN) 3 15 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[93]
Partido Republicano Progressista (PRP) 2 26 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB). Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.[94]
Partido Popular Socialista (PPS) 6 28 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB). Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.[87]
Partido Verde (PV) 8 14 de junho de 2014 Candidatura de Eduardo Jorge à Presidência da República e Célia Sacramento a vice-presidente.[95]
Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB) 3 10 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[96]
Partido Progressista (PP) 39 25 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[97]
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) 14 de junho de 2014 Candidatura de José Maria de Almeida à Presidência da República e Cláudia Durans à vice-presidente.[98]
Partido Comunista Brasileiro (PCB) 21 de junho de 2014 Candidatura de Mauro Iasi à Presidência da República e Sofia Manzano a vice-presidente.[78]
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) 15 de junho de 2014 Candidatura de Levy Fidelix à Presidência da República.[99]
Partido Humanista da Solidariedade (PHS) 27 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB). Decisão referendada no dia 30 de junho de 2014. Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.[100]
Partido Social Democrata Cristão (PSDC) 1 29 de junho de 2014 Candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República e Roberto Lopes à vice-presidente.[101]
Partido da Causa Operária (PCO) 30 de junho de 2014 Candidatura de Rui Costa Pimenta à Presidência da República e Ricardo Machado a vice-presidente.[77]
Partido Trabalhista Nacional (PTN) 15 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[102]
Partido Social Liberal (PSL) 29 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB). Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.[55]
Partido Republicano Brasileiro (PRB) 10 30 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[103]
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) 3 22 de junho de 2014 Candidatura de Luciana Genro à Presidência da República e Jorge Paz a vice-presidente.[104]
Partido da República (PR) 32 21 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição. Decisão referendada no dia 30 de junho de 2014.[105]
Partido Pátria Livre (PPL) 28 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB). Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.[87]
Partido Republicano da Ordem Social (PROS) 20 24 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[106]
Partido Social Democrático (PSD) 45 25 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[107]
Partido Ecológico Nacional (PEN) 1 30 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[79]
Solidariedade (SD) 21 21 de junho de 2014 Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[108]

Candidatos e coligações[editar | editar código-fonte]

Coligação é o nome que se dá à união de dois ou mais partidos políticos que apresentam conjuntamente seus candidatos para determinada eleição. As coligações podem ser formadas para eleições majoritárias (escolha de prefeitos, governadores, senadores e presidente da república), proporcionais (vereadores, deputados estaduais, distritais e federais) ou ambas.[109] Nas eleições majoritárias, a coligação é responsável por definir o tempo do horário eleitoral gratuito de cada candidato, já que o tamanho da bancada parlamentar na Câmara dos Deputados é utilizado como base do cálculo. Quanto mais deputados uma coligação tiver, maior o seu tempo na televisão.[109]

Nota: a tabela a seguir está organizada por ordem alfabética de candidatos.

Presidente[3] Vice-presidente[3] Coligação[3] Número eleitoral[3] Cargo político anterior Tempo de horário eleitoral[110]
Candidato Partido Candidato Partido
Aécio Neves PSDB Aloysio Nunes PSDB "Muda Brasil"
(PSDB, SD, PMN, PEN, PTN, PTC, DEM, PTdoB, PTB)
45 Senador por Minas Gerais
(2011–atual)
4 minutos e 35 segundos
Dilma Rousseff PT Michel Temer PMDB "Com a Força do Povo"
(PT, PMDB, PSD, PP, PR, PDT, PRB, PROS, PCdoB)
13 Presidente do Brasil
(2011–2016)
10 minutos e 24 segundos
Eduardo Jorge PV Célia Sacramento PV Independente 43 Deputado federal por São Paulo
(1987–2003)
1 minuto e 4 segundos
José Maria de Almeida PSTU Cláudia Durans PSTU Independente 16 45 segundos
José Maria Eymael PSDC Roberto Lopes PSDC Independente 27 Deputado federal por São Paulo
(1986–1995)
45 segundos
Levy Fidelix PRTB José Alves de Oliveira PRTB Independente 28 45 segundos
Luciana Genro PSOL Jorge Paz PSOL Independente 50 Deputada federal pelo Rio Grande do Sul
(2003–2011)
51 segundos
Marina Silva PSB Beto Albuquerque PSB "Unidos pelo Brasil"
(PSB, PPS, PSL, PHS, PPL, PRP)
40 Senadora pelo Acre
(1995–2011)
2 minutos e 3 segundos
Mauro Iasi PCB Sofia Manzano PCB Independente 21 45 segundos
Pastor Everaldo PSC Leonardo Gadelha PSC Independente 20 Subsecretário da Casa Civil do Rio de Janeiro 1 minutos e 10 segundos
Rui Costa Pimenta PCO Ricardo Machado PCO Independente 29 45 segundos

Programa eleitoral[editar | editar código-fonte]

Caricatura dos principais candidatos na entrada do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com a lei eleitoral, todas as redes de acesso gratuito de televisão e rádio devem reservar dois programas de 50 minutos por dia. O tempo reservado a cada um dos candidatos é determinado com base no número de assentos ocupados pelos partidos que correspondem a sua coligação na Câmara dos Deputados. Apenas 1/3 do tempo é dividido de forma igualitária entre todos.[111] O horário eleitoral gratuito também inclui candidatos concorrendo a cargos de Governador, Deputados Estadual e Federal, e Senador.[111]

Primeiro turno[editar | editar código-fonte]

A propaganda no rádio e na televisão no primeiro turno foi exibida no período de 19 de agosto a 2 de outubro. Para a eleição presidencial, as propagandas foram transmitidas pelo rádio às terças, quintas e sábados das 7h25 às 7h50 e das 12h25 às 12h50. Na televisão, foram exibidas nas mesmas datas, das 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55. A divisão dos 25 minutos disponíveis é feita com base nos critérios previstos na Lei das Eleições, sendo que um terço é dividido igualmente entre todos e o restante leva em conta o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.[110]

A propaganda para deputado federal também foi ao ar nas mesmas datas da presidência. Para senador, governador e deputado estadual ou distrital, a propaganda foi exibida às segundas, quartas e sextas.[110]

Segundo turno[editar | editar código-fonte]

No segundo turno, as propagandas no rádio e na televisão foram ao ar de 9 à 24 de outubro, das 7h às 7h20 e das 12h às 12h20, no rádio; das 13h às 13h20 e das 20h30 às 20h50, na televisão. Dilma Rousseff e Aécio Neves tinham dez minutos cada.[112]

Os estados que elegeram um governador diretamente no primeiro turno (Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins) tiveram somente o horário político presidencial.[113][114] Já os estados que não elegeram seu governador no primeiro turno (Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima) tiveram, além do tempo dos presidenciáveis, o tempo da propaganda eleitoral dos candidatos ao governo que foram ao segundo turno. Cada um teve dez minutos, assim como os presidenciáveis. O horário político dos candidatos desses estados foi ao ar das 7h20 às 7h40 e das 12h20 às 12h40, no rádio; das 13h20 às 13h40 e das 20h50 às 21h10, na televisão.[113][114]

Pesquisas de opinião[editar | editar código-fonte]

Os institutos de pesquisa começaram a testar o cenário mais provável da eleição, com Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos como candidatos, a partir da segunda semana de outubro de 2013, após a decisão de Marina Silva de se filiar ao PSB depois do Tribunal Superior Eleitoral ter negado o registro da Rede Sustentabilidade. Assim sendo, as pesquisas realizadas a partir de 11 de outubro de 2013 não podem ser comparadas com as anteriores, que apresentam Marina Silva e Eduardo Campos como adversários entre si.[62] Em todas as pesquisas divulgadas desde então, Dilma Rousseff venceria a disputa no primeiro turno, já que atingiria a maioria absoluta dos votos nas pesquisas, porém a vantagem diminui ao longo dos meses.[62]

Desde 1º de janeiro de 2014, os institutos de pesquisa são obrigados a registrar suas pesquisas perante a Justiça Eleitoral.[62]

Primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Nota: a tabela a seguir está compactada de modo a despoluir o aspecto geral do artigo.

Segundo turno[editar | editar código-fonte]

Nota: a tabela a seguir está compactada de modo a despoluir o aspecto geral do artigo.

2º turno - Dilma x Aécio - Votos Válidos - Ibope (20 de outubro)[174]
Dilma Rousseff
  
53%
Aécio Neves
  
47%
2º turno - Dilma x Aécio - Votos Válidos - Ibope (22 de outubro)[164]
Dilma Rousseff
  
54%
Aécio Neves
  
46%
2º turno - Dilma x Aécio - Votos Válidos - Vox Populi (25 de outubro)[159]
Dilma Rousseff
  
48%
Aécio Neves
  
41%

Debates[editar | editar código-fonte]

Os debates nestas edições foram realizados de 26 de agosto até o dia 24 de outubro.[175] Para a eleição de 2014, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou cinco debates televisivos para o primeiro turno e quatro para o segundo.[175] De acordo com as diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral, os candidatos cujos partidos não estão representados na Câmara dos Deputados não são convidados obrigatoriamente pelos organizadores dos debates.[176] O primeiro debate televisionado ocorreu em 26 de agosto, realizado pela Rede Bandeirantes.[176]

Primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Data Organizadores Mediador Dilma Rousseff (PT) Marina Silva (PSB) Aécio Neves (PSDB) Pastor Everaldo (PSC) Luciana Genro (PSOL) Eduardo Jorge (PV) Levy Fidelix (PRTB) Eymael (PSDC) Zé Maria (PSTU) Mauro Iasi (PCB) Rui Pimenta (PCO)
26 de agosto de 2014[177] Rede Bandeirantes Ricardo Boechat Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado Não convidado
1 de setembro de 2014[178] SBT, Folha de S.Paulo,
Jovem Pan, UOL
Carlos Nascimento Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado Não convidado
16 de setembro de 2014[179] TV Aparecida, CNBB Rodolpho Gamberini Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado
28 de setembro de 2014[180] Rede Record, R7 Celso Freitas e Adriana Araújo Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado Não convidado
2 de outubro de 2014[181] Rede Globo, G1 William Bonner Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado Não convidado

Segundo turno[editar | editar código-fonte]

Debate entre os presidenciáveis Aécio Neves e Dilma Rousseff no SBT.
Data Organizadores Mediador Dilma Rousseff (PT) Aécio Neves (PSDB)
14 de outubro de 2014[182] Rede Bandeirantes Ricardo Boechat Presente Presente
16 de outubro de 2014[183] SBT, Jovem Pan e UOL Carlos Nascimento Presente Presente
19 de outubro de 2014[184] Record e R7 Celso Freitas e Adriana Araújo Presente Presente
24 de outubro de 2014[185] Rede Globo, G1 William Bonner Presente Presente

Resultados[editar | editar código-fonte]

Dilma Rousseff discursa após o anúncio de sua reeleição.
Aécio Neves reconhece sua derrota após a divulgação dos primeiros resultados pelo TSE.

A contagem dos votos foi iniciada às 17 horas, no horário local de cada estado. Os primeiros resultados eram divulgados nos estados das regiões Sul e Sudeste, além do estado de Goiás e o Distrito Federal, que estavam na área de abrangência do horário de verão.[186] Logo em seguida, o restante da região Centro-Oeste (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), a região Nordeste, além dos estados do Amapá, Pará e Tocantins iniciaram a apuração dos votos.[186] Em outro fuso horário, os estados de Rondônia, Roraima e parte do Amazonas também iniciaram a apuração logo depois.[186] Por último, parte do estado do Amazonas e o Acre iniciaram a apuração.[186] Entre o momento do início da computação dos votos, até o encerramento em definitivo dos resultados, foram sete horas de diferença ao total nos dois turnos.[187]

Nos dois turnos da eleição, o pleito iniciou-se às 8 horas e foi até as 17 horas, cada localidade no seu fuso horário. Só poderiam participar do pleito as pessoas físicas brasileiras, com idade a partir de dezesseis anos completos, que estivessem devidamente registradas e regularizadas no banco de dados do Justiça Eleitoral do Brasil, com posse do seu título eleitoral.[188] Para pessoas entre dezesseis e dezoito anos, maiores de setenta anos e analfabetos, o voto é facultativo.[189]

No primeiro turno, realizado no dia 5 de outubro, a então presidente Dilma Rousseff ficou na primeira posição, com 41,59% dos votos válidos, enquanto Aécio Neves atingiu 33,55% dos votos válidos e Marina Silva atingiu 21,32% dos votos válidos.[190] Luciana Genro atingiu 1,55% dos votos válidos, enquanto os outros candidatos (Pastor Everaldo, Eduardo Jorge, Levy Fidélix, José Maria de Almeida, José Maria Eymael, Mauro Iasi e Rui Costa Pimenta) atingiram menos de 1% dos votos válidos.[190] Os votos em branco e nulos somaram 9,64% dos votos.[190] A taxa de abstenção foi considerada elevada pelo governo, atingindo 19,39% dos votantes aptos, considerando que o voto é obrigatório no Brasil.[191] Por não atingir maioria absoluta dos votos, foi necessária a realização de um segundo turno entre os dois candidatos mais votados, ou seja, Dilma e Aécio.[192]

No segundo turno, o pleito seguiu as mesmas regras.[188] A então presidente da República, Dilma Rousseff, foi reeleita para o cargo, no período original de 2015 a 2018, após acumular mais de 54 milhões de votos, correspondendo a 51,64% dos votos válidos.[193] Aécio Neves, ficou na segunda colocação, com mais de 51 milhões de votos, correspondendo a 48,36% dos votos válidos.[193] Os votos brancos e nulos neste turno somaram 6,34%, número bastante inferior comparando-se com o primeiro turno.[193] Ao contrários dos votos brancos e nulos, a abstenção aumentou consideravelmente no segundo turno, atingindo a marca de 21,1%, ou seja, mais de 30 milhões de eleitores aptos a votar não compareceram no dia 26 de outubro.[194]

Candidato(a) Vice 1º turno
5 de outubro de 2014
2º turno
26 de outubro de 2014
Votação
Total[190] Percentagem[190] Total[193] Percentagem[193]
Dilma Rousseff (PT) Michel Temer (PMDB) 43 267 668 41,59% 54 501 118 51,64%
Aécio Neves (PSDB) Aloysio Nunes (PSDB) 34 897 211 33,55% 51 041 155 48,36%
Marina Silva (PSB) Beto Albuquerque (PSB) 22 176 619 21,32% Não participou
Luciana Genro (PSOL) Jorge Paz (PSOL) 1 612 186 1,55%
Pastor Everaldo (PSC) Leonardo Gadelha (PSC) 780 513 0,75%
Eduardo Jorge (PV) Célia Sacramento (PV) 630 099 0,61%
Levy Fidélix (PRTB) José Alves de Oliveira (PRTB) 446 878 0,43%
José Maria de Almeida (PSTU) Cláudia Durans (PSTU) 91 209 0,09%
José Maria Eymael (PSDC) Roberto Lopes (PSDC) 61 250 0,06%
Mauro Iasi (PCB) Sofia Manzano (PCB) 47 845 0,05%
Rui Costa Pimenta (PCO) Ricardo Machado (PCO) 12 324 0,01%
Total de votos válidos 104 023 543 90,36% 105 542 273 93,66%
Votos em branco 6 678 580 5,80% 1 921 819 1,71%
Votos nulos 4 420 488 3,84% 5 219 787 4,63%
Total 115 122 611 80,61% 112 683 879 78,90%
Abstenções 27 699 435 19,39% 30 137 479 21,10%
Eleitores aptos a votar 142 822 046 100,00% 142 822 046 100,00%
  Eleita

Por unidade federativa[editar | editar código-fonte]

Segundo turno
  Estados onde Dilma Rousseff venceu
  Estados onde Aécio Neves venceu
Estado[195] Eleitorado Abstenção % Dilma % Aécio % Votos brancos % Votos nulos %
 Acre 506 520 112 365 22,18% 138 922 36,32% 243 530 63,68% 3 478 0,88% 8 227 2,09%
 Alagoas 1 995 153 391 592 19,63% 941 286 62,12% 574 012 37,88% 24 998 1,56% 63 293 3,95%
 Amapá 455 368 66 288 14,53% 227 414 61,45% 142 664 38,55% 3 182 0,82% 15 820 4,07%
 Amazonas 2 225 630 503 405 22,62% 1 033 090 65,02% 555 810 34,98% 27 145 1,58% 106 241 6,17%
Bahia Bahia 10 179 390 2 525 443 24,81% 5 059 228 70,16% 2 151 922 29,84% 109 102 1,43% 333 948 4,36%
 Ceará 6 268 909 1 363 558 21,75% 3 522 225 76,75% 1 067 096 23,25% 69 307 1,41% 246 851 5,03%
 Distrito Federal 1 895 697 239 633 12,64% 580 581 38,10% 943 275 61,90% 29 137 1,76% 103 368 6,24%
 Espírito Santo 2 651 621 575 959 21,72% 911 906 46,15% 1 064 067 53,82% 36 408 1,75% 63 384 3,05%
 Goiás 4 329 834 932 427 21,53% 1 365 658 42,89% 1 818 087 57,11% 56 025 1,65% 157 735 4,64%
 Maranhão 4 495 864 1 230 596 27,37% 2 475 762 78,76% 667 517 21,24% 34 448 1,06% 87 579 2,68%
 Mato Grosso 2 188 283 556 522 25,43% 717 230 45,33% 864 999 54,67% 14 723 0,90% 34 872 2,14%
 Mato Grosso do Sul 1 817 511 420 367 23,13% 590 835 43,67% 762 233 56,33% 15 633 1,12% 28 479 2,04%
 Minas Gerais 15 236 578 3 225 049 21,17% 5 979 422 52,41% 5 428 821 47,59% 176 025 1,47% 427 782 3,56%
Pará Pará 5 185 950 1 308 042 25,22% 2 103 829 57,41% 1 560 470 42,59% 42 600 1,10% 171 090 4,41%
 Paraíba 2 834 782 510 208 17,99% 1 380 988 64,26% 767 916 35,74% 43 718 1,88% 132 050 5,68%
 Pernambuco 6 353 859 510 208 17,99% 3 438 165 70,20% 1 459 226 29,80% 43 718 1,88% 132 050 5,68%
 Paraná 7 861 171 1 448 941 18,43% 2 408 740 39,02% 3 765 025 60,98% 81 325 1,27% 157 481 2,46%
 Piauí 2 344 476 498 273 21,25% 1 385 096 78,30% 383 884 21,70% 15 918 0,86% 61 334 3,32%
 Rio de Janeiro 12 134 443 2 713 771 22,36% 4 488 183 54,94% 3 681 088 45,06% 261 599 2,78% 990 320 10,51%
 Rio Grande do Norte 2 326 583 410 927 17,66% 1 201 576 69,96% 516 011 30,04% 34 825 1,82% 163 320 8,53%
 Rio Grande do Sul 8 385 229 1 525 358 18,19% 2 997 360 46,47% 3 452 455 53,53% 146 565 2,14% 263 918 3,85%
 Rondônia 1 126 502 274 325 24,35% 364 055 45,15% 442 349 54,85% 10 003 1,17% 35 810 4,20%
 Roraima 299 411 49 191 16,43% 97 329 41,10% 139 477 58,90% 2 269 0,91% 11 153 4,46%
 Santa Catarina 4 855 732 867 106 17,86% 1 353 808 35,41% 2 469 079 64,59% 50 922 1,28% 115 036 2,88%
 São Paulo 31 979 717 6 558 345 20,51% 8 488 383 35,69% 15 296 289 64,31% 500 950 1,97% 1 136 874 4,47%
 Sergipe 1 453 601 231 229 15,91% 772 253 67,01% 380 222 32,99% 19 088 1,56% 50 841 4,16%
 Tocantins 996 379 246 386 24,73% 428 662 59,49% 291 848 40,51% 6 854 0,91% 22 640 3,02%
Total 142 822 046 30 137 479 21,10% 54 501 118 51,64% 51 041 155 48,36% 1 921 819 1,71% 5 219 787 4,63%
Primeiro turno
  Estados onde Dilma Rousseff venceu
  Estados onde Aécio Neves venceu
  Estados onde Marina Silva venceu
Estado[196] Eleitorado Abstenção % Dilma % Aécio % Marina % Outros % Votos brancos % Votos nulos %
 Acre 506 520 87 748 17,32% 111 610 27,98% 116 015 29,08% 167 499 41,99% 3 767 0,94% 4 343 1,04% 15 538 3,71%
 Alagoas 1 995 153 382 657 19,18% 703 674 49,94% 311 576 22,11% 356 632 25,31% 37 071 2,62% 71 609 4,44% 131 934 8,18%
 Amapá 455 368 47 522 10,44% 198 939 51,10% 99 046 25,44% 77 702 19,96% 13 651 3,51% 5 042 1,24% 13 466 3,30%
 Amazonas 2 225 630 433 813 19,49% 915 030 54,54% 325 734 19,41% 361 234 21,53% 75 857 4,52% 36 064 2,01% 77 898 4,35%
Bahia Bahia 10 179 390 2 360 558 23,19% 4 292 325 61,44% 1 276 603 18,27% 1 284 185 18,38% 132 782 1,90% 252 749 3,23% 580 188 7,42%
 Ceará 6 268 909 1 261 344 20,12% 3 087 115 68,30% 676 743 14,97% 638 115 14,12% 118 259 2,61% 158 501 3,17% 328 832 6,57%
 Distrito Federal 1 895 697 221 189 11,67% 362 511 23,02% 568 371 36,10% 563 830 35,81% 79 802 5,07% 38 439 2,30% 61 555 3,68%
 Espírito Santo 2 651 621 501 374 18,91% 653 469 33,12% 692 952 35,12% 567 421 28,76% 59 377 3,02% 81 546 3,79% 95 482 4,44%
 Goiás 4 329 834 815 396 18,83% 1 035 673 32,10% 1 340 441 41,54% 771 157 23,90% 79 281 2,45% 116 419 3,31% 171 467 4,88%
 Maranhão 4 495 864 1 062 192 23,63% 2 187 668 69,56% 365 443 11,62% 534 824 17,01% 56 994 1,82% 76 761 2,24% 211 982 6,17%
 Mato Grosso 2 188 283 501 407 22,91% 616 265 39,53% 693 251 44,47% 219 908 14,11% 29 363 1,89% 45 578 2,70% 82 511 4,89%
 Mato Grosso do Sul 1 817 511 373 191 20,53% 506 951 37,51% 558 331 41,31% 257 805 19,08% 28 318 2,10% 40 124 2,78% 52 791 3,66%
 Minas Gerais 15 236 578 3 050 396 20,02% 4 829 513 43,48% 4 414 452 39,75% 1 554 511 14,00% 308 407 2,78% 467 144 3,83% 612 155 5,02%
Pará Pará 5 185 950 1 094 107 21,10% 2 040 696 53,18% 1 057 860 27,57% 627 012 16,34% 112 106 2,92% 84 927 2,08% 169 242 4,14%
 Paraíba 2 834 782 500 260 17,65% 1 166 632 55,61% 490 516 23,38% 393 390 18,75% 47 274 2,25% 95 337 4,08% 141 373 6,06%
 Pernambuco 6 353 859 1 049 479 16,52% 2 126 491 44,22% 284 771 5,92% 2 310 700 48,05% 87 002 1,83% 219 837 4,14% 275 579 5,20%
 Paraná 7 861 171 1 324 960 16,85% 1 972 761 32,54% 3 018 548 49,79% 860 685 14,20% 210 318 3,47% 221 614 3,39% 252 325 3,86%
 Piauí 2 344 476 443 062 18,90% 1 235 203 70,61% 242 069 13,84% 246 121 14,07% 25 989 1,48% 37 303 1,96% 114 729 6,03%
 Rio de Janeiro 12 134 443 2 440 581 20,11% 2 970 486 35,62% 2 242 363 26,93% 2 590 871 31,07% 532 408 6,37% 466 867 4,82% 886 867 9,15%
 Rio Grande do Norte 2 326 583 391 478 16,83% 999 452 60,06% 329 866 19,82% 286 061 17,19% 48 691 2,93% 84 976 4,39% 186 059 9,61%
 Rio Grande do Sul 8 385 229 1 408 386 16,80% 2 751 098 43,21% 2 637 238 41,42% 732 148 11,50% 246 900 3,86% 313 623 4,50% 295 836 4,24%
 Rondônia 1 126 502 240 573 21,36% 345 167 41,70% 371 692 44,91% 86 148 10,41% 24 675 2,99% 20 624 2,33% 37 623 4,25%
 Roraima 299 411 37 217 12,43% 82 857 33,20% 108 903 43,63% 46 936 18,81% 10 894 4,37% 3 749 1,43% 8 855 3,38%
 Santa Catarina 4 855 732 796 820 16,41% 1 140 432 30,76% 1 961 224 52,89% 475 599 12,83% 130 665 3,53% 150 765 3,71% 200 227 4,93%
 São Paulo 31 979 717 6 242 936 19,52% 5 927 503 25,82% 10 152 688 44,22% 5 761 174 25,09% 1 117 145 4,86% 1 252 960 4,87% 1 525 311 5,93%
 Sergipe 1 453 601 213 706 14,70% 601 578 54,93% 248 424 22,68% 203 188 18,55% 42 026 3,86% 54 099 4,36% 90 576 7,31%
 Tocantins 996 379 195 295 19,60% 368 348 50,23% 202 882 27,67% 150 568 20,53% 11 462 1,57% 14 279 1,78% 53 545 6,68%
Total 142 822 046 27 699 435 19,39% 43 267 668 41,59% 34 897 211 33,55% 22 176 619 21,32% 3 682 304 3,55% 4 420 489 3,84% 6 678 592 5,80%

Gráficos[editar | editar código-fonte]

Mapas[editar | editar código-fonte]

Resultados eleitorais no primeiro turno por unidade da federação.
Resultados eleitorais no primeiro turno por município.
Resultados eleitorais no segundo turno por unidade da federação.
Resultados eleitorais no segundo turno por município.
Treemap com os resultados do segundo turno.

Apoios no segundo turno[editar | editar código-fonte]

Com o resultado oficial do primeiro turno da Eleição, as figuras e partidos políticos já começaram a definir quem iriam apoiar no segundo turno, optando entre Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), ou pela neutralidade.

Logo após o resultado final do primeiro turno ser divulgado, a terceira colocada, Marina Silva, sinalizou apoio a Aécio,[197] mas nada foi oficializado, e dois dias depois, a candidata impôs condições para o apoio dela à Aécio, que não aceitou mudar seu programa de governo apenas para obter o apoio dela.[198] Aécio recebeu o apoio do responsável pela área econômica do programa de governo de Marina Silva, Eduardo Giannetti da Fonseca.[199] No dia 12 de outubro, a candidata Marina Silva declarou seu apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[199]

Os principais partidos da coligação de Marina Silva oficializaram apoio a Aécio Neves. O Partido Popular Socialista (PPS) formalizou o apoio à Aécio no dia 7 de outubro de 2014 por decisão unânime do Partido.[200] O Partido Socialista Brasileiro (PSB) definiu apoio a Aécio no dia 8 de outubro, em uma reunião da Executiva Nacional do partido, onde 21 integrantes votaram a favor do apoio à Aécio, enquanto 6 integrantes votaram pela neutralidade.[201]

O Partido Verde (PV) e seu candidato a presidência, Eduardo Jorge, oficializaram no dia 8 de outubro, por 33 votos a favor e 6 contra, o apoio a Aécio,[202] e a mesma posição foi tomada no mesmo dia pelo Partido Social Cristão (PSC), e seu candidato a presidência, Pastor Everaldo.[203] O Partido Social Democrata Cristão (PSDC) também anunciou apoio a Aécio.[204]

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e sua candidata a presidência, Luciana Genro, optaram pela neutralidade, mas repudiaram o voto em Aécio, sugerindo à militância votar branco, nulo, ou em Dilma.[205] O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) optou pela neutralidade, e recomendou somente o voto nulo.[206]

No dia 15 de outubro, Levy Fidelix anunciou o apoio dele e de seu partido, o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), a Aécio.[207]

Consequências[editar | editar código-fonte]

Cerimônia de posse de Dilma Rousseff, em 2015.

A baixa diferença de votos entre os dois candidatos, cerca de 3,5 milhões, fez com que esta fosse a eleição mais disputada do Brasil, após a redemocratização.[2] Dilma foi empossada como 36ª Presidente do Brasil no dia 1 de janeiro de 2015, através de uma cerimônia conduzida por Renan Calheiros, no plenário do Senado Federal.[208]

O governo Dilma foi marcado pelo processo de impeachment, aberto oficialmente no dia 2 de dezembro de 2015, pelo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.[209] As acusações versaram sobre desrespeito à lei orçamentária e à lei de improbidade administrativa por parte da presidente, além de lançarem suspeitas de envolvimento da mesma em atos de corrupção na Petrobras, que eram objeto de investigação pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Lava Jato.[210] Havia, no entanto, juristas que contestavam a denúncia dos três advogados, afirmando que as chamadas "pedaladas fiscais" não caracterizaram improbidade administrativa e que não existia qualquer prova de envolvimento da presidente em crime doloso que pudesse justificar o impeachment.[211]

O relatório da comissão foi favorável ao impedimento da presidente Dilma: 38 deputados aprovaram o relatório e 27 se manifestaram contrários.[212] Em 17 de abril, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o relatório com 367 votos favoráveis e 137 contrários. O parecer da Câmara foi imediatamente enviado ao Senado, que também formou a sua comissão especial de admissibilidade, cujo relatório foi aprovado por 15 votos favoráveis e 5 contrários.[213] Em 12 de maio o Senado aprovou por 55 votos a 22 a abertura do processo, afastando Dilma da presidência até que o processo fosse concluído. Neste momento, o vice-presidente Michel Temer assumiu interinamente o cargo de presidente.[214] Em 31 de agosto de 2016, Dilma Rousseff perdeu o cargo de Presidente da República após três meses de tramitação do processo iniciado no Senado, que culminou com uma votação em plenário resultando em 61 votos a favor e 20 contra o impedimento.[215]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Na disputa mais acirrada da história, Dilma é reeleita presidente do Brasil». Folha de S. Paulo. 26 de outubro de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 8 de janeiro de 2018 
  2. a b «Eleição mais disputada da redemocratização chega ao fim». Folha de S. Paulo. 26 de janeiro de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 29 de março de 2015 
  3. a b c d e «Conheça o perfil dos 11 candidatos à Presidência da República». Empresa Brasil de Comunicação. 16 de julho de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2017 
  4. «Dilma e Aécio decidirão eleição para presidente no segundo turno». G1. 5 de outubro de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 8 de julho de 2017 
  5. «Eduardo Campos morre em Santos após queda do avião em que viajava». G1. 13 de agosto de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 9 de julho de 2017 
  6. «PSB escolhe Marina Silva para ser candidata no lugar de Campos». G1. 16 de agosto de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2017 
  7. a b «Dilma é eleita primeira mulher presidente do Brasil». Universo Online. 31 de outubro de 2010. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2016 
  8. «Os santinhos de uma guerra suja». ISTOÉ. 22 de outubro de 2010. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 18 de julho de 2017 
  9. «Marina diz que não quer 'destruir' Dilma nem Aécio». G1. 15 de outubro de 2013. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2018 
  10. «Popularidade de Lula bate recorde e chega a 87%, diz Ibope». G1. 16 de dezembro de 2010. Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 23 de julho de 2017 
  11. a b c d e «As promessas de Dilma, dois anos depois». O Globo. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 7 de abril de 2015 
  12. «Investimento reage e é destaque do PIB em 2013». Folha de S. Paulo. 27 de fevereiro de 2014. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 5 de março de 2016 
  13. «Com revisão, PIB tem crescimento de 2,5% em 2013». Empresa Brasil de Comunicação. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 28 de dezembro de 2016 
  14. «Aécio: inflação e baixo crescimento derrubam índices de Dilma». Terra. 27 de março de 2014. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 30 de junho de 2017 
  15. «Taxa de desemprego em 2013 cai a 5,4%, menor patamar histórico». Jornal Estado de Minas. 30 de janeiro de 2014. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 27 de junho de 2017 
  16. «Vice do PT : "falta de diálogo" de Dilma Rousseff com a população e movimentos sociais». Portal Fórum. 13 de junho de 2013. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 15 de outubro de 2014 
  17. «Governo lança nesta quarta-feira segunda etapa do Pronatec». G1. 18 de junho de 2014. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  18. «Após cinco anos, Comissão da Verdade finaliza relatório sobre crimes cometidos pela ditadura militar no Paraná». G1. 27 de novembro de 2017. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2018 
  19. a b c d e «Gestão Pública: Dilma Rousseff». IstoÉ. 29 de novembro de 2013. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  20. a b c d «Governo brasileiro é pressionado por históricos protestos». Terra. 21 de junho de 2013. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2017 
  21. a b c d «Estudo mostra que protestos evidenciam fragilidade do governo do PT». RFI em Português. 10 de janeiro de 2014. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  22. a b «Pesquisa Ibope aponta Dilma com 38% e Marina Silva com 16%». G1. 26 de setembro de 2013. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 30 de maio de 2016 
  23. a b «Manifestantes são 'filhos rebeldes' de Lula e Dilma, diz 'El País'». British Broadcasting Corporation. 19 de junho de 2013. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 20 de abril de 2014 
  24. a b Júnior, Altamiro Silva (16 de julho de 2013). «Protestos são resultado de 'sucesso' do País, diz Lula». O Estado de S. Paulo. Consultado em 4 de fevereiro de 2018 
  25. a b Alencar, Kennedy (7 de setembro de 2013). «Protestos perdem força no 7 de Setembro». Blog do Kennedy. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2018 
  26. Campos, Fábio (1 de dezembro de 2013). «A cerveja, o tira-gosto e um corpo». O Povo. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de abril de 2016 
  27. Jiménez, Carla (15 de fevereiro de 2014). «"Os brasileiros desejam mudança, mas não a veem representada na oposição"». El País. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2016 
  28. «Câmara aprova projeto que destina 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% para saúde». UOL. 26 de junho de 2013. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2016 
  29. Rousseff, Dilma (3 de novembro de 2014). «Presidenta Dilma Rousseff conversa em sua coluna semanal sobre investimentos em mobilidade urbana». Planalto - Blog da Presidência da República. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  30. Diniz, Fernando (7 de novembro de 2013). «Mais Médicos é aprovado por 84,3%; 66,8% confiam em estrangeiros». Terra. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 18 de março de 2017 
  31. Prates, Marco (13 de setembro de 2016). «Os vencedores (e os perdedores) da semana no país – 20/07». Exame. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 1 de abril de 2017 
  32. «Marina se reúne com PPS e PSB neste sábado para discutir 2014». G1. 5 de outubro de 2013. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2017 
  33. Oliveira, Mariana (6 de fevereiro de 2014). «TSE arquiva pedido de registro da Rede, partido de Marina Silva». G1. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  34. a b Martins, Caroline (25 de setembro de 2013). «Entrega de cargos do PSB confirma Eduardo Campos como candidato nas eleições, diz cientista político». R7. Consultado em 13 de fevereiro de 2018 
  35. a b Costa, Fabiano (5 de outubro de 2013). «Marina Silva se filia ao PSB e diz que apoia candidatura de Campos». G1. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 8 de julho de 2017 
  36. «Mapa eleitoral 2014: possíveis candidatos e coligações». Terra. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2017 
  37. a b «Reeleição de Dilma será a resposta do PT às prisões do mensalão, diz Lula». Terra. 22 de novembro de 2013. Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  38. «Dilma Rousseff evita comentar prisões dos réus do mensalão». Jornal NH. 20 de novembro de 2013. Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 11 de dezembro de 2013 
  39. Alessi, Gil (14 de novembro de 2013). «Análise: Condenação de réus do mensalão não prejudica projeto de reeleição de Dilma». UOL. Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  40. Rodrigues, Fernando (1 de dezembro de 2013). «Prisão de condenados pelo mensalão é aprovada por 87% dos adeptos do PT». Folha de S. Paulo. Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 11 de março de 2017 
  41. Talento, Biaggio (3 de dezembro de 2013). «Eleição de 2014 vai ser difícil, diz Carvalho». A Tarde. Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2015 
  42. Lima, Wilson (18 de novembro de 2013). «Aécio Neves sonha com ministro Joaquim Barbosa em eventual governo tucano Fonte: Último Segundo». Internet Group. Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2016 
  43. a b «Ministros devem sair do governo até abril para disputar eleições». R7. 1 de janeiro de 2014. Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  44. «Presidenciável Eduardo Campos morre em acidente aéreo em Santos (SP)». Folha de S.Paulo. UOL. 13 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2018 
  45. «Queda de aeronave em Santos preocupa equipe de Eduardo Campos». O Povo. 13 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de abril de 2016 
  46. «PSB poderá escolher novo candidato à Presidência em até dez dias». G1. 13 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2017 
  47. «Imprensa internacional repercute morte de Eduardo Campos». G1. 13 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de julho de 2017 
  48. «Coligação afirma que substituição de Campos será discutida após enterro». G1. 14 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  49. a b c d e Priscila Mendes (22 de agosto de 2014). «PSB registra no TSE candidatura de Marina Silva e Beto Albuquerque». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  50. «Em carta, irmão de Campos defende candidatura de Marina Silva». G1. 14 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 13 de março de 2017 
  51. a b «PSB oficializa chapa presidencial com Marina Silva e Beto Albuquerque». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 11 de outubro de 2014 
  52. a b c «Dilma tem 36%, Marina, 21%, e Aécio, 20%, diz pesquisa Datafolha». G1. 18 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2017 
  53. a b c «Com 21% no 1° turno, Marina empataria no 2°». Folha de S.Paulo. 18 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  54. «PSB escolhe Marina Silva para ser candidata no lugar de Campos». G1. 16 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2018 
  55. a b «Presidente do PSL diz que partido deixará coligação de Marina Silva». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 11 de julho de 2016 
  56. «Marina diz que alianças estaduais estão mantidas, mas vai se preservar». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 5 de setembro de 2017 
  57. a b c «Dilma tem 34%, Marina, 29%, e Aécio, 19%, aponta pesquisa Ibope». G1. 26 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2016 
  58. a b «Dez pontos à frente de Aécio, Marina venceria Dilma em 2° turno, diz Ibope». Folha de S.Paulo. 26 de agosto de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  59. a b «Ibope: Dilma tem 46%, Aécio, 27%, e Marina, 24% dos votos válidos». G1. 4 de outubro de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de julho de 2017 
  60. «Apuração por estado». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 30 de maio de 2016 
  61. «Marina Silva declara apoio a Aécio Neves no segundo turno». G1. 12 de outubro de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 9 de julho de 2017 
  62. a b c d Oliveira, Mariana (3 de outubro de 2013). «Por 6 a 1, TSE barra partido de Marina Silva nas eleições de 2014». G1. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 8 de julho de 2017 
  63. Duarte, Neide (3 de maio de 2014). «PT oficializa a candidatura de Dilma Rousseff à reeleição presidencial». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  64. Ribeiro, Jeferson (2 de março de 2013). «Em convenção, PMDB reafirma chapa Dilma-Temer em 2014». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2018 
  65. Bragon, Ranier (10 de outubro de 2013). «PSB reage a Marina e diz que candidato em 2014 é Campos». Folha de S. Paulo. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2016 
  66. «Campos será o candidato do PSB e Rede à Presidência, diz Marina». UOL. 28 de novembro de 2013. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  67. «Marina Silva é confirmada como vice de Campos na corrida pela presidência». Correio Braziliense. 14 de abril de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 17 de abril de 2014 
  68. a b Cipriani, Juliana (19 de novembro de 2013). «Candidatura de Aécio Neves à Presidência da República é confirmada». Estado de Minas. Consultado em 13 de fevereiro de 2018 
  69. «Serra desiste e deixa PSDB livre para indicar Aécio à Presidência em 2014». G1. 16 de dezembro de 2013. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 27 de setembro de 2017 
  70. a b Macedo, Danilo (1 de dezembro de 2013). «PSOL escolhe presidente e candidato às eleições presidenciais de 2014». Empresa Brasil de Comunicação. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  71. Oliveira, Mariana (13 de junho de 2014). «Randolfe Rodrigues desiste da candidatura a presidente pelo PSOL». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2016 
  72. a b Bulla, Olívia (22 de março de 2014). «PV oficializa candidatura de Eduardo Jorge à presidência». O Estado de S. Paulo. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 5 de março de 2017 
  73. «Conservador, pastor do PSC afirma que vai chegar à Presidência». Folha de S. Paulo. 3 de novembro de 2013. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 26 de dezembro de 2017 
  74. «PSC lança pré-candidatura do pastor Everaldo Pereira para a Presidência». G1. 8 de abril de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  75. Borges, Rodolfo (2 de dezembro de 2013). «"A democracia-cristã está madura para vencer a eleição", diz Eymael». R7. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 12 de setembro de 2017 
  76. a b Rodrigues, Fernando (4 de fevereiro de 2014). «Ibope incluirá Pastor Everaldo, do PSC, nas pesquisas de intenção de voto». UOL. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  77. a b «PCO aprova Rui Costa Pimenta como candidato a presidente pela quarta vez». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  78. a b «PCB oficializa candidatura própria à presidência e ao governo de SP». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  79. a b «PEN oficializa apoio a Aécio Neves na eleição presidencial». G1. 30 de junho de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  80. a b c «Candidatos a cargos nas Eleições 2014 devem ser escolhidos em convenções partidárias». Tribunal Superior Eleitoral. 10 de julho de 2013. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  81. O Globo. «Mesmo com dissidentes, PMDB aprova apoio a Dilma nas eleições». Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 26 de setembro de 2015 
  82. Ruan Melo (27 de junho de 2014). «Convenção do PTB confirma apoio a Aécio Neves nas eleições». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  83. O Globo. «Dilma participa da convenção do PDT que oficializa apoio à sua reeleição». Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  84. «Em convenção nacional, PT oficializa Dilma para disputar a reeleição». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  85. Priscilla Mendes. «DEM oficializa apoio a Aécio Neves na eleição presidencial». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  86. Felipe Néri. «PCdoB pede regulação da mídia no programa de governo de Dilma». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  87. a b c Nathalia Passarinho (28 de junho de 2014). «PSB oficializa a candidatura de Campos para o Palácio do Planalto». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018 
  88. Globo. «Em convenção, PSDB confirma candidatura de Aécio Neves». Consultado em 13 de fevereiro de 2018 
  89. Daniela Lima. Natuza Nery. «Senador Aloysio Nunes será vice na chapa de Aécio Neves». Folha de S.Paulo. Uol. Consultado em 13 de fevereiro de 2018 
  90. «Em convenção na Bahia, PTC confirma apoio à candidatura de Aécio». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  91. «PSC oficializa candidatura do Pastor Everaldo à Presidência da República». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  92. Leonel Rocha. Felipe Patury. «Vice de Everaldo será Leonardo Gadelha». Época. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  93. «Em convenção, PMN aprova apoio à candidatura de Aécio Neves». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  94. «Em convenção, PRP aprova apoio a Eduardo Campos nas eleições». G1. 26 de junho de 2014. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  95. «PV escolhe, por aclamação, Eduardo Jorge candidato à Presidência da República». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de maio de 2017 
  96. «Convenção nacional aprova apoio do PT do B a Aécio Neves». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  97. Néri, Filipe. «Executiva do PP aprova apoio a Dilma, diz presidente do partido». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  98. UOL. «PSTU lança a candidatura de Zé Maria à Presidência». Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  99. «PRTB oficializa candidatura de Levy Fidelix à Presidência da República». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 8 de janeiro de 2018 
  100. «PHS confirma apoio à candidatura de Campos ao Palácio do Planalto». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  101. «PSDC escolhe José Maria Eymael para disputar a Presidência». Terra. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 25 de abril de 2017 
  102. «Em convenção, PTN confirma apoio a Aécio Neves nas eleições». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  103. «PRB confirma apoio à reeleição de Dilma à Presidência». R7. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de maio de 2017 
  104. «Em convenção, PSOL lança Luciana Genro para disputar a Presidência». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 17 de abril de 2016 
  105. Carolina Gonçalves. «PR supera impasses com governo e aprova apoio à reeleição de Dilma». UOL. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  106. «PROS aprova apoio a Dilma na eleição presidencial». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  107. Alcântara, Diogo. «PSD formaliza apoio à candidatura de Dilma Rousseff». Terra. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  108. «Solidariedade oficializa apoio a Aécio durante convenção nacional». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  109. a b Miguel, Luis Felipe; Bispo de Assis, Pedro Paulo Ferreira (4 de maio de 2015). «Coligações eleitorais e fragmentação das bancadas parlamentares no Brasil: simulações a partir das eleições de 2014» (PDF). Revista de Sociologia e Política. Scielo. 18 páginas. Consultado em 15 de fevereiro de 2018 
  110. a b c Mariana Oliveira (5 de agosto de 2014). «Campos abrirá primeiro programa de propaganda eleitoral no rádio e na TV». G1. Consultado em 13 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de junho de 2016 
  111. a b Piccinin Gurgel, Mônica Maria (maio de 2014). «Cálculo do tempo de propaganda no rádio e na televisão e o peso dos partidos para coligação». Jus. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 17 de abril de 2016 
  112. «Propaganda eleitoral do 2º turno pode começar 48 horas após apuração final.». 180 Graus. 6 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 17 de julho de 2017 
  113. a b Cristina Serra (8 de outubro de 2014). «TSE confirma que horário político no rádio e na TV volta na quinta-feira (9)». G1. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 21 de julho de 2017 
  114. a b «Horário eleitoral recomeça nesta quinta-feira». Veja. 9 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 17 de abril de 2016 
  115. «Ibope, votos válidos: Dilma tem 46%, Aécio, 27%, e Marina, 24%». G1. 4 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 1 de março de 2017 
  116. «Datafolha, votos válidos: Dilma tem 44%, Aécio, 26%, e Marina, 24%». G1. 4 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  117. Vox Populi/Rede Record (4 de outubro de 2014). «Vox Populi mostra Dilma na liderança, e Aécio à frente de Marina». R7. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de maio de 2017 
  118. «Pesquisa CNT/MDA: Aécio ultrapassa Marina pela primeira vez». O Globo. 4 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de maio de 2017 
  119. Datafolha (2 de outubro de 2014). «Dilma tem 40%, Marina, 24%, e Aécio, 21%, aponta pesquisa Datafolha» (PDF). Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 26 de março de 2015 
  120. «Dilma tem 40%, Marina, 24%, e Aécio, 19%, aponta pesquisa Ibope». G1. 2 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  121. «Dilma tem 40%, Marina, 25%, e Aécio, 20%, aponta pesquisa Datafolha». G1. 30 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 2 de março de 2017 
  122. «Dilma tem 39%, Marina, 25%, e Aécio, 19%, aponta pesquisa Ibope». G1. 30 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  123. Vox Populi/Rede Record (29 de setembro de 2014). «Vox Populi indica vantagem menor no 1º turno, mas Dilma venceria Marina no 2º». R7. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de maio de 2017 
  124. CNT/MDA (29 de setembro de 2014). «Intenções de voto em Dilma Rousseff crescem e petista se distancia mais de Marina Silva». CNT. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 3 de outubro de 2014 
  125. Datafolha (26 de setembro de 2014). «Dilma abre 13 pontos sobre Marina» (PDF). Consultado em 14 de fevereiro de 2018 
  126. Vox Populi/Carta Capital (25 de setembro de 2014). «VoxPopuli / CartaCapital: Dilma abre 13 pontos sobre Marina». Carta Capital. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de maio de 2017 
  127. «Dilma tem 38%, Marina, 29%, e Aécio, 19%, aponta pesquisa Ibope». G1. 23 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  128. Vox Populi/Rede Record (23 de setembro de 2014). «Dilma amplia vantagem e venceria Marina no 2º turno, diz Vox Populi». R7. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 23 de novembro de 2017 
  129. «Marina cai e 2º turno com Dilma seria mais acirrado, aponta CNT/MDA». Último Segundo. iG. 23 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  130. «Dilma tem 37%, Marina, 30%, e Aécio, 17%, diz pesquisa Datafolha». G1. 19 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2016 
  131. «Dilma tem 36%, Marina, 30%, e Aécio, 19%, aponta pesquisa Ibope». Globo.com. 16 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  132. Vox Populi/Rede Record (15 de setembro de 2014). «Vox Populi mostra Dilma 9 pontos na frente de Marina». R7. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  133. «Dilma tem 36%, Marina 33% e Aécio 15%, diz pesquisa Datafolha». G1. 10 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 28 de dezembro de 2016 
  134. Vox Populi/CartaCapital (10 de setembro de 2014). «Dilma tem oito pontos de vantagem no primeiro turno e empata com Marina no segundo». CartaCapital. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de maio de 2017 
  135. «Ibope mostra com 39%, Marina com 31% e Aécio com 15%». G1. 12 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 18 de novembro de 2017 
  136. Bruno Lima (9 de setembro de 2014). «Dilma e Marina sobem e lideram pesquisa CNT/MDA; Aécio cai». R7. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de maio de 2017 
  137. «Dilma tem 35%, Marina 34% e Aécio 14%, diz pesquisa Datafolha». G1. 3 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  138. «Dilma tem 37%, Marina 33% e Aécio 15%, aponta pesquisa Ibope». G1. 3 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  139. «Datafolha mostra Dilma e Marina empatadas com 34%; Aécio tem 15%». G1. 29 de agosto de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  140. «Dilma tem 34%, Marina, 29%, e Aécio, 19%, aponta pesquisa Ibope». G1. 26 de agosto de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2016 
  141. Jornal Grande Bahia (28 de agosto de 2014). «Eleições 2014 Pesquisa CNT/MDA indica Dilma Rousseff com 34,2% das intenções de voto; Marina, 28,2%; e Aécio, 16%». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 8 de março de 2016 
  142. «Dilma tem 36%, Marina, 21%, e Aécio, 20%, diz pesquisa Datafolha». G1. 18 de agosto de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2017 
  143. «Dilma tem 38%, Aécio, 23%, e Campos, 9%, diz pesquisa Ibope». G1. 7 de agosto de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2017 
  144. «Ibope mostra Dilma com 38%, Aécio com 22% e Campos com 8%». G1. 22 de julho de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 2 de março de 2017 
  145. «Com 36%, Dilma lidera após início oficial da campanha eleitoral». Datafolha. 18 de julho de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  146. «Com Copa do Mundo, humor do país melhora e Dilma cresce». Folha de S.Paulo. UOL. 3 de julho de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  147. Ibope. «Dilma Rousseff lidera disputa pela presidência». 19 de junho de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  148. A Tarde. Estadão. Letícia Sorge (10 de junho de 2014). «Ibope: Dilma atinge 38%, Aécio (22%) e Campos (13%)». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  149. Exame. Martina Cavalcanti (6 de junho de 2014). «Todos os presidenciáveis caem em nova pesquisa Datafolha». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  150. Carta Capital (11 de junho de 2014). «Vox Populi: Aécio sobe, mas Dilma ainda venceria no primeiro turno». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  151. UOL (22 de maio de 2014). «Ibope: Dilma tem 40%; Aécio, 20%; e Campos, 11%». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  152. Folha de S.Paulo (9 de maio de 2014). «Aécio sobe, e chance de Dilma ser reeleita no 1º turno diminui». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  153. «Dilma vai de 40% para 37% mas ainda ganha no primeiro turno, diz Ibope». G1. 17 de abril de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  154. Carta Capital (16 de abril de 2014). «Em cenário estável, Dilma segue favorita para vencer no 1º turno». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  155. Folha de S.Paulo (5 de abril de 2014). «Com pessimismo econômico, Dilma perde seis pontos, aponta Datafolha». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  156. Ibope (20 de março de 2014). «Dilma Rousseff lidera pesquisa de intenção de voto para presidente». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  157. Datafolha (24 de fevereiro de 2014). «Mesmo com desejo de mudança, Dilma Rousseff lidera corrida eleitoral». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  158. Carta Capital (24 de fevereiro de 2014). «Dilma é favorita para se reeleger no 1º turno». Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  159. a b «Dilma amplia vantagem sobre Aécio para 7 pontos, segundo Vox Populi». R7. 25 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de abril de 2017 
  160. «Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos, diz Datafolha». G1. 25 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2017 
  161. «Dilma tem 53%, e Aécio, 47% dos votos válidos, aponta Ibope». G1. 25 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  162. «Pesquisa CNT mostra empate técnico entre Dilma Rousseff e Aécio Neves». Portal R7. 25 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  163. Ricardo Mendonça (23 de outubro de 2014). «Dilma atinge 53% e abre 6 pontos de vantagem sobre Aécio, diz Datafolha». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 2 de março de 2017 
  164. a b «Dilma tem 54%, e Aécio, 46% dos votos válidos, diz pesquisa Ibope». G1. 23 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 21 de março de 2017 
  165. «Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos, diz pesquisa Datafolha». G1 São Paulo. 22 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 1 de abril de 2017 
  166. «Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos, aponta Datafolha». G1 São Paulo. 20 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2016 
  167. R7 (20 de outubro de 2014). «Vox Populi indica Dilma à frente de Aécio, mas empate técnico persiste». R7. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  168. Chico de Gois (20 de outubro de 2014). «Pesquisa CNT/MDA mostra empate técnico entre Dilma e Aécio». O Globo. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  169. «Aécio tem 51%, e Dilma, 49% dos votos válidos, aponta Datafolha». G1 São Paulo. 15 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  170. «Aécio tem 51%, e Dilma, 49% dos votos válidos, aponta Ibope». G1. 15 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  171. Carmen Munari (13 de outubro de 2014). «Vox Populi mostra empate técnico entre Dilma e Aécio». Valor. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  172. «Aécio tem 46% e Dilma, 44%, diz 1ª pesquisa Datafolha do 2º turno». G1. 9 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  173. «Aécio tem 46%, e Dilma, 44%, diz 1ª pesquisa Ibope do segundo turno». G1. 9 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de março de 2017 
  174. «Ibope, votos válidos: Aécio 53% e Dilma, 47%, no Rio Grande do Sul». G1. 21 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 2 de março de 2017 
  175. a b Kogut, Patrícia (26 de agosto de 2014). «Band abre a temporada de debates de candidatos à Presidência com antigo formato». O Globo. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 28 de novembro de 2014 
  176. a b Maia, Lucas de Abreu (5 de agosto de 2014). «Cinco 'nanicos' ficam de fora dos debates na TV». O Estado de S. Paulo. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 20 de setembro de 2016 
  177. «Band realiza debate para presidente hoje». Band. 26 de agosto de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 15 de agosto de 2017 
  178. «UOL, Folha, SBT e Jovem Pan fazem debate com presidenciáveis nesta segunda». UOL. 31 de agosto de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2017 
  179. «TV Aparecida realiza Hoje Debate Presidencial». O Diário. 16 de setembro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 2 de julho de 2017 
  180. R7 (28 de setembro de 2014). «Debate Presidencial – Record – 1º Turno – 2014». O Estado de S. Paulo. Consultado em 14 de fevereiro de 2018 
  181. «Acompanhe o debate presidencial». G1. 2 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 2 de julho de 2017 
  182. «Íntegra do debate entre Aécio Neves e Dilma Rousseff». Band. 15 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  183. «Dilma e Aécio transformam debate em troca-troca de "podres" e pontos fracos». UOL. 15 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2017 
  184. «Acompanhe o minuto a minuto do debate da TV Record entre Aécio e Dilma». R7. 19 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  185. «Dilma e Aécio respondem a indecisos e mantêm acusações no debate final». G1. 25 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  186. a b c d «Horário de verão atrasará anúncio do resultado da eleição presidencial». G1. 23 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2016 
  187. Maya, Juliana (26 de outubro de 2014). «Problemas e diferença de fuso horário marcam eleições no Acre». Empresa Brasil de Comunicação. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2018 
  188. a b «Quem pode e quem não pode votar no Brasil». UOL. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 5 de agosto de 2017 
  189. «Veja a quem o voto é facultativo e a quem é obrigatório». Terra. 4 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018 
  190. a b c d e «Resultados - 1º turno presidencial 2014». Folha de S. Paulo. 5 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 
  191. Passos, Anderson (7 de outubro de 2014). «Abstenções, brancos e nulos superam votação de Aécio no 1º turno». Internet Group. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2017 
  192. Studart, Paulo Henrique de Mattos. «Quando, afinal, há segundo turno em uma eleição?». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2018 
  193. a b c d e «Resultados - 2º turno presidencial 2014». Folha de S. Paulo. 26 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2017 
  194. «Abstenção aumenta, e votos em branco e nulos diminuem no segundo turno». Empresa Brasil de Comunicação. 26 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 16 de abril de 2017 
  195. D'Agostino, Rosane (26 de outubro de 2014). «Dilma vence em 15 estados; Aécio, em 11 e no DF». G1. Consultado em 14 de fevereiro de 2018 
  196. «Desempenho dos candidatos a presidente por Estado». UOL. 5 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 27 de março de 2017 
  197. Gulherme Balza (5 de Outubro de 2014). «Marina sinaliza apoio a Aécio, mas deixa decisão ao PSB e Rede». UOL. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  198. «Aécio diz que não altera 'espinha' de programa por apoio de Marina». G1. 10 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 6 de julho de 2015 
  199. a b «Após derrota de Marina, Giannetti declara apoio a Aécio». Veja. 5 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2016 
  200. «PPS anuncia apoio formal a Aécio Neves no segundo turno». G1. 7 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2017 
  201. «PSB define apoio a Aécio e abre caminho para Marina». Veja. 8 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 16 de dezembro de 2014 
  202. «PV e Eduardo Jorge anunciam apoio a Aécio Neves no segundo turno». G1. 8 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 16 de outubro de 2017 
  203. «Pastor Everaldo anuncia apoio do PSC a Aécio Neves no segundo turno». G1. 8 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 12 de março de 2017 
  204. «Assessoria diz que Eymael anunciará na próxima semana apoio a Aécio». G1. 10 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 12 de março de 2017 
  205. «Luciana Genro diz que PSOL não apoiará ninguém no segundo turno». G1. 8 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2017 
  206. «Zé Maria anuncia que PSTU não apoiará nenhum partido no 2º turno». G1. 10 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de março de 2017 
  207. «Levy Fidelix anuncia apoio a Aécio Neves no segundo turno». G1. 15 de outubro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 13 de junho de 2017 
  208. Macedo, Danilo (1 de janeiro de 2015). «Dilma Rousseff toma posse do segundo mandato na Presidência da República». Empresa Brasil de Comunicação. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2016 
  209. Mariana Schreiber (2 de dezembro de 2015). «Dilma sob ameaça: Veja como é o processo de impeachment». BBC. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2017 
  210. Felipe Amorim (2 de dezembro de 2015). «Veja 8 razões a favor e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff». UOL. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2017 
  211. Mariana Schreiber (21 de outubro de 2015). «Qual seria o curso de um eventual processo de impeachment?». BBC. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 25 de agosto de 2017 
  212. Fabiana Maranhão e Ricardo Marchesan (12 de abril de 2016). «Parecer favorável ao impeachment de Dilma é aprovado em comissão da Câmara». UOL. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2017 
  213. Felipe Amorim (6 de maio de 2016). «Por 15 votos a 5, comissão do Senado aprova relatório a favor de impeachment». UOL. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2017 
  214. «Processo de impeachment é aberto, e Dilma é afastada por até 180 dias». G1. 12 de maio de 2016. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 30 de outubro de 2017 
  215. Felipe Amorim, Leandro Prazeres e Ricardo Marchesan (30 de agosto de 2016). «Senado aprova impeachment de Dilma, e Temer será efetivado presidente do Brasil». UOL. Consultado em 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2018