Partido Social Liberal

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Partido Social Liberal
Número eleitoral 17
Presidente Antônio de Rueda
Fundação 30 de outubro de 1994 (23 anos)
Registro 2 de junho de 1998 (19 anos)[1]
Sede Brasília
Ideologia Liberalismo
Liberalismo social
Libertarianismo gradualista
Espectro político Centro[2][3][4]
Think tank Fundação Índigo de Políticas Públicas
Membros  (2016) 224 040[5]
Deputados federais (2017)[6]
3 / 513
Vereadores (2016)[7]
875 / 56 810
Cores      Púrpura

     Branco

Página oficial
www.psl.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

Partido Social Liberal (PSL), também conhecido como Livres[8], é um partido político brasileiro ideologicamente alinhado ao social-liberalismo e libertarianismo gradualista[9]. O partido teve seu registro deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2 de junho de 1998 e tem o número 17 como número eleitoral.[10] O PSL tem cerca de 225 mil filiados em todo o país.[11]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Foi fundado em 30 de outubro de 1994,[12] obteve registro definitivo em 2 de junho de 1998 e desde então vem disputando as eleições.

Sua ideologia é o social-liberalismo, defendendo uma menor participação do Estado na economia, mas com o direcionamento total dos recursos arrecadados pelo Estado para a saúde, a educação e a segurança. Uma de suas bandeiras é a criação do Imposto Único Federal, eliminando os demais tributos da União[13]. Tem como presidente nacional Antônio Rueda, e como presidente de honra o deputado federal e ex-dirigente esportivo Luciano Caldas Bivar.

Desde 2015, o Partido Social Liberal tem passado por uma reformulação liderada pela tendência interna liberal e libertária Livres, enfatizando posições ideológicas de cunho social-liberal, ideologia oficial do partido desde sua fundação e também, o libertarianismo. A reformulação do partido conta com a colaboração de nomes conhecidos do liberalismo no Brasil, como Fábio Ostermann, do Instituto Liberal.[14]

Desempenho eleitoral[editar | editar código-fonte]

Participação em eleições parlamentares federais[editar | editar código-fonte]

Câmara dos Deputados[15]
Legislatura Eleitos  % Var.
55.ª (2015-2019)
1 / 513
0,19 Estável 0
54.ª (2011-2015)
1 / 513
0,19 Estável 0
53.ª (2007-2011)
1 / 513
0,19 Estável 0
52.ª (2003-2007)
1 / 513
0,19 Estável 0
51.ª (1999-2003)
1 / 513
0,19 Aumento 1
Senado Federal[16]
Legislatura Eleitos  % Var.
55.ª (2015-2019)
0 / 81
sem dados Estável 0
54.ª (2011-2015)
0 / 81
sem dados Estável 0
53.ª (2007-2011)
0 / 81
sem dados Estável 0
52.ª (2003-2007)
0 / 81
sem dados Estável 0
51.ª (1999-2003)
0 / 81
sem dados Estável 0

Participação do partido em eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Nas eleições de 2006, Luciano Bivar foi lançado pelo partido como candidato à presidência da República. Obteve votação pouco expressiva (62.064 votos), ficando em último lugar entre os candidatos aptos a se eleger. Américo de Souza, vice de Bivar na eleição anterior, seria o pré-candidato a presidência da República em 2010 pelo partido. Ele, no entanto, não conseguiu ter a sua candidatura oficializada.[17]

Em 2014, o PSL apoiou a candidatura de Eduardo Campos (PSB) a presidente da república e a de Marina Silva (PSB) a vice, compondo a coligação Unidos pelo Brasil, que pretendia ser uma terceira via à tradicional polarização entre os candidatos do PT/PMDB e do PSDB/DEM.[18]

Ano Candidato a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos  % Colocação
2006 Luciano Bivar Américo de Souza sem coligação 62.064 0,06
2014 Marina Silva (PSB) Beto Albuquerque (PSB) PSB, PHS, PRP, PPS, PPL e PSL 22.176.619 21,32

Referências

  1. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015 
  2. «Saiba como surgiu e o que defende cada partido». Rede Brasil Sul (RBS). 2 de Outubro de 2014 
  3. «Maioria dos partidos se posiciona como de Centro. Veja quem sobra no campo da Direita e da Esquerda». O Globo. 29 de Março de 2016 
  4. «Eleições 2014: direita política se populariza no Brasil». Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar. 9 de Dezembro de 2014 
  5. Tribunal Superior Eleitoral (abril de 2016). «Filiados». Consultado em 08 de maio de 2016  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  6. «Lideranças partidárias». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 3 de outubro de 2017 
  7. «Vereadores Eleitos no País em 2016». G1 
  8. Amado, Guilherme. «Partido faz programa de desfiliação voluntária | Lauro Jardim - O Globo». Lauro Jardim - O Globo. Consultado em 7 de maio de 2017 
  9. «Livres renova PSL com campanha libertária». Gazeta Do Povo 
  10. Tribunal Superior Eleitoral: Partidos políticos registrados no TSE, acessado em 25 de julho de 2007
  11. TSE - Estatísticas de Filiados
  12. História do PSL
  13. «Cardápio: Imposto Único – INDIGO». indigo.org.br. Consultado em 7 de maio de 2017 
  14. PSL se renova e foca mais no "Liberal" da sigla
  15. Portal da Câmara dos Deputados - Bancada na Eleição
  16. PSB é a sigla que mais cresce no Senado
  17. Membros do PSL se preparam para a campanha eleitoral 2010, 25/2/2010
  18. TSE - Estatísticas Eleitorais 2014

Ligações externas[editar | editar código-fonte]