Conservadorismo social

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Conservadorismo social é uma ideologia política ou moral que acredita que o governo e/ou a sociedade possui um papel em encorajar ou estimular os valores ou comportamentos que consideram tradicionais. Uma segunda definição do termo conservadorismo social desenvolveu-se nos países nórdicos e na Europa continental, lá se refere aos conservadores liberais que suportam o estado de bem-estar social europeu. Conservadorismo social é diferente do conservadorismo nacional, no qual se foca em aspectos culturais, como proteger os valores e a cultura de um país, embora guardem algumas semelhanças.

O significado aceito de moralidade tradicional às vezes difere de grupo para grupo dentro do conservadorismo social. Logo, não há políticas ou posições que poderiam ser consideradas universais. Existem, no entanto, princípios os quais pelo menos a maioria dos conservadores sociais aderem. Conservadores sociais em vários países geralmente são: Veementemente Contra o aborto, opõem-se à Eugenia (modificação do código genético humano)[1], suportam a definição de casamento como sendo entre um homem e uma mulher (seguindo a "fórmula": número-2, sexo-masculino e feminino e espécie-humana), veem o modelo de família nuclear como a unidade fundadora da sociedade, se opõem à expansão do casamento civil e dos direitos de adoção para casais homossexuais; promovem a moralidade pública e valores familiares tradicionais e são favoráveis, de forma geral, ao repúdio à pornografia e à prostituição. [carece de fontes?]

Referências


Bibliografia[editar | editar código-fonte]