Olavo de Carvalho

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Olavo de Carvalho
Nome completo Olavo Luiz Pimentel de Carvalho
Nascimento 29 de abril de 1947 (69 anos)
Campinas, São Paulo
Residência Richmond, Virgínia, EUA
Nacionalidade Brasileiro
Cônjuge Roxane Andrade de Souza
Ocupação Conferencista, ensaísta e autor
Influências
Prêmios Medalha do Pacificador [1]
Medalha Tiradentes[2]
Medalha do Mérito Santos-Dumont[3]
Ordem Nacional do Mérito da Romênia [4]
Escola/tradição Realismo filosófico
Escolástica
Fenomenologia
Conservadorismo
Principais interesses Metafísica
Epistemologia
Política
Religião
História
Simbologia
Filosofia
Astrologia
Página oficial
www.olavodecarvalho.org/

Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (Campinas, 29 de abril de 1947)[5] é um conferencista,[3] ensaísta,[6] e autor brasileiro neoconservador.[7] Atua nas áreas do jornalismo, filosofia, astrologia [8] e ciência política,[carece de fontes?] sendo um dos principais nomes do discurso neoconservador no Brasil.[9][10]

Nasceu no município de Campinas, em São Paulo, onde viveu por volta de um ano e meio. Foi um militante comunista na juventude,[8] mas decepcionou-se com a ideologia e se tornou um anticomunista convicto.[11] Trabalhou como jornalista, profissão que exerceu até 1977 no Jornal da Tarde. Estudou no Conjunto de Pesquisa Filosófica da PUC-RJ por três anos, mas não concluiu o curso. Olavo foi um dos astrólogos que colaborou no primeiro curso de extensão universitária em astrologia da PUC-SP para os formandos em psicologia em 1979.[12]

Seu primeiro livro foi lançado em 1980. Trabalhou em revistas e periódicos tais como Planeta, Bravo!, Primeira Leitura, O Globo, Época, Zero Hora, Jornal do Brasil e Jornal da Tarde, tendo sido demitido destes cinco últimos. Seu livro "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota", lançado em 2013, vendeu mais de 150 mil exemplares.[13]

Biografia

Filho de Luiz Gonzaga de Carvalho e Nicéa Pimentel de Carvalho, nasceu em Campinas onde viveu por volta de um ano e meio.[carece de fontes?] Atualmente, é casado com Roxane Andrade de Souza e pai de oito filhos, dos quais um deles, Luiz Gonzaga de Carvalho Neto, também promove cursos de filosofia.[carece de fontes?] Olavo de Carvalho foi na juventude um militante comunista,[8] mas após sua decepção com esta ideologia, tornou-se um convicto anticomunista.[11]

Olavo de Carvalho trabalhou como jornalista, profissão que exerceu até 1977 no Jornal da Tarde.[14] Estudou no Conpefil (Conjunto de Pesquisa Filosófica) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro por três anos, sob a direção do Prof. Pe. Stanislaus Ladusãns.[carece de fontes?] Para a conclusão do curso, apresentou os trabalhos Estrutura e Sentido da Enciclopédia das Ciências Filosóficas de Mário Ferreira dos Santos e Leitura Analítica da 'Crise da Filosofia Ocidental' de Vladimir Soloviov.[15] Mas, após a morte do diretor Stanislaus Ladusãns e da posterior extinção do Confepil, Olavo não concluiu o curso.[15]

Em seguida, colaborou no primeiro curso de extensão universitária em astrologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo para os formandos em psicologia, em 1979, ministrado pelo psicólogo Juan Alfredo César Müller, que conhecia profundamente os tratamentos homeopáticos.[16] Aproximadamente na mesma época, Olavo de Carvalho realizava consultas astrológicas e lecionou na Escola Júpiter, escola de astrologia em São Paulo que chegou a receber 140 alunos.[17] A astróloga e cientista social Barbara Abramo foi uma de suas alunas nesse período.[18] Olavo de Carvalho, que foi discípulo de Gurdjieff[carece de fontes?] e dos irmãos Omar Ali-Shah e Idries Shah,[19][20] foi um dos membros fundadores da Tariqa Maryamiyya no Brasil, a primeira tariqa trazida ao Brasil por brasileiros, em 1987, que foram para Bloomington (Indiana), nos Estados Unidos, e se iniciaram com o filósofo Frithjof Schuon e com o místico inglês Martin Lings.[21]

Olavo de Carvalho em 3 de janeiro de 1987

Seu primeiro livro foi lançado em 1980 e chama-se "A imagem do homem na astrologia". Escreveu em 1994 a obra Aristóteles em Nova Perspectiva, que seria lançada em 1996. A obra foi elogiada pelo poeta Bruno Tolentino que a definiu como “um dos estudos mais lúcidos e originais sobre a Grécia Antiga”. [22]

Em 1996, publicou o livro que o tornou conhecido, "O imbecil coletivo: atualidades inculturais brasileiras", no qual critica duramente o meio cultural e intelectual brasileiro. A obra recebeu elogios de vários intelectuais, dentre deles, o grande jornalista Paulo Francis, que a definiu como imperdível.[23]

Trabalhou em revistas e periódicos tais como Planeta, Bravo!, Primeira Leitura, Jornal do Brasil e Jornal da Tarde, O Globo, Época e Zero Hora, tendo sido demitido destes três últimos.[8] Ele atuou como diretor da Editora UniverCidade entre 1999 e 2001[24][25] e é admirador das teorias e do trabalho do educador Reuven Feuerstein.[carece de fontes?]

Olavo de Carvalho declarou em seu programa que em dezembro de 2009 teria recebido do governo dos Estados Unidos o visto de residência após um tempo de espera de aproximadamente três anos, ao final do qual passou a residir naquele país. Foi-lhe concedido o "Green Card for foreigners with extraordinary abilities."[7] [8] Desde então, além da manutenção periódica da página pessoal com novos artigos e ensaios, Carvalho ministra cursos à distância e presenciais no âmbito da filosofia bem como promove palestras e conferências. Manteve entre 2006 e 2013 um programa periódico semanal de rádio em streaming pela internet denominado "True Outspeak", que contava com a participação do público por telefone, VOIP ou correio eletrônico. Olavo é também o presidente de uma ONG chamada "Inter-american Institute".[26] Seu livro "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota" lançado em 2013 vendeu mais de 150.000 cópias.[27]

Condecorações

Olavo de Carvalho recebeu (em coautoria com Mateus Soares de Azevedo), o Prêmio no Concurso de Monografias sobre a vida do profeta Muhammad, do Centro Islâmico do Brasil (Brasília, 8 de janeiro de 1986).[28] Adicionalmente também foi agraciado com a Medalha do Pacificador (25 de agosto de 1999),[1] Medalha do Mérito Santos-Dumont (29 de Novembro de 2011),[3] distinção honorífica da Ordinul Național Pentru Merit (Ordem Nacional do Mérito da Romênia),[4] diploma como colaborador do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil (30 de março de 2004),[carece de fontes?] e, finalmente, recebeu a Medalha Tiradentes (2012),[2] através de lei de autoria do deputado Flávio Bolsonaro.[3] O deputado Marcelo Freixo deixou registrado na ata que, mesmo tendo um pensamento absolutamente oposto, defende o direito de o deputado Flávio Bolsonaro fazer a homenagem que ele quiser.[29]

Documentário

O cineasta pernambucano Josias Teófilo, dirigiu um documentário que aborda a vida doméstica, biografia e filosofia de Olavo de Carvalho, rodado na residência deste em Colonial Heights, EUA.[30] O longa-metragem, O Jardim das Aflições,[31] título retirado de um de seus livros, contou com a produção de Matheus Bazzo e direção de fotografia de Daniel Aragão. O filme foi inteiramente realizado com recursos captados através de financiamento coletivo e tem lançamento previsto para 2017.[32] Ao todo foram quase três mil doadores e arrecadação de R$ 320 mil [33] - o que, segundo os produtores, seria um recorde no que diz respeito ao crowdfunding de um filme no Brasil.[carece de fontes?] Mencionando supostas "questões ideológicas" para fundamentar seu raciocínio,[34] Josias Teófilo afirmou que optaram pelo financiamento coletivo, pois não considerava possível que um projeto desta natureza fosse aprovado pelos órgãos governamentais brasileiros no sentido de receber incentivos destinados ao desenvolvimento cultural, como a Lei Rouanet e similares.[carece de fontes?]

Posicionamentos ideológicos

De acordo com o próprio Olavo de Carvalho, a tônica de seu pensamento é "a defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva, sobretudo quando escorada numa ideologia 'científica'".[carece de fontes?]

Entre indivíduos já criticados por Olavo estão Barack Obama [8] (ver: Teorias da conspiração envolvendo Barack Obama), George Soros,[carece de fontes?] Al Gore, Bill Clinton,[carece de fontes?] Che Guevara,[carece de fontes?] Leandro Konder,[carece de fontes?] e Chico Buarque,[carece de fontes?] além de Marilena Chauí[carece de fontes?] e Emir Sader.[carece de fontes?] Poder-se-ia citar ainda entidades como o Foro de São Paulo,[8] o MST, o Partido dos Trabalhadores, partido da atual Presidente da República;[8] a CNBB (como divulgadora nacional da teologia da libertação). Tece críticas severas contra o sistema de ensino brasileiro e a pedagogia socioconstrutivista adotada por este.[carece de fontes?] Também critica duramente o ateísmo antirreligioso radical que, segundo ele, foi a maior causa de violência ao longo da história do mundo.[carece de fontes?]

Marxismo e capitalismo

Olavo de Carvalho afirma que o capitalismo foi criado por religiosos protestantes, baseados na ideia da prática coletiva de valores cristãos no comércio.[carece de fontes?]

Afirma ainda que o marxismo não surgiu de nenhum estudo econômico científico e que a maior parte da obra de Karl Marx, incluindo os conceitos de luta de classes, revolução, ditadura do proletariado, socialização dos meios de produção e missão da vanguarda revolucionária, já teriam sido antecipados pelas mesmas doutrinas protestantes e reformistas. Afirma também que as ideias de Lênin e de Gramsci foram originadas por John Wyclif, John Huss, Thomas Münzer, entre outros.[carece de fontes?]

Globalismo e socialismo

O comunismo e suas variantes são alvos recorrentes das críticas filosóficas de Olavo de Carvalho – aqui o autor aparece sentado sobre uma estátua de Vladimir Lênin no Leste Europeu.

Olavo critica fortemente o chamado movimento globalista. Em sua visão, não se trata apenas da simples defesa de abertura de mercados, mas sim da "introdução de regulamentações em escala mundial, que transferem a soberania das nações para organismos internacionais", procurando o estabelecimento de uma "Nova Ordem Global". Tal ordem estaria associada a uma "uniformização econômica do planeta", e traria em seu âmago uma nova espécie de religião "meio ecológica, meio ocultista", cuja implantação resultaria na destruição completa do cristianismo e do judaísmo. Os principais agentes do globalismo seriam as fundações Ford, Rockefeller e MacArthur, como também George Soros e seus associados, o Clube Bilderberg, o Council on Foreign Relations, a Comissão Trilateral, como também, politicamente, o "Partido Democrata, Diálogo Interamericano, os Clintons, os Kennedys e uma multidão de Carters". Segundo Olavo, esses supostos agentes globalistas financiariam a esquerda política latino-americana e usariam esses grupos como ferramenta para enfraquecer a "resistência americana" e facilitar a implantação de um governo mundial através da ONU.[carece de fontes?]

Afirma ainda que essa elite globalista nada tem a ver com o capitalismo liberal, e que meramente promovem variantes socialistas como "o socialismo fabiano na Europa Ocidental e nos EUA, o socialismo marxista na URSS, na Europa Oriental e na China e o nacional-socialismo na Europa central". O autor sustenta que esses liberais são responsáveis por essas espécies de socialismo, através de suposto financiamento para a construção do parque industrial soviético nos tempos de Stálin, da indústria bélica da Alemanha Nazista e, mais recentemente, da emergência da China como potência econômica e militar.[carece de fontes?]

Olavo aponta que o chamado socialismo fabiano (um termo que usa para abarcar posições de terceira via, keynesianos e sociais-democratas), apenas diferem do marxismo no sentido de que apelam para as elites, ao invés de de organizar movimentos de massa, sob a justificativa de salvar o capitalismo, quando na realidade, segundo o autor, teriam o obejetivo de enfraquecer a liberdade de mercado, substituindo-a por uma burocracia estatal infestada de "comunistas".[carece de fontes?] No que tange aos Fabianos, Olavo sustenta que subsidiam a recuperação do socialismo revolucionário e utilizam seu poder político para avançar uma agenda socialista, promovendo a intromissão da burocracia em todos os setores da vida para disfarçar uma gradual instauração do socialismo.[carece de fontes?] Também considera o fabianismo como aliado do socialismo marxista, pois este sistema econômico supostamente providenciaria os fabianos com mercados submissos - enquanto os comunistas tentariam usar o socialismo fabiano para infiltrar os partidos socialistas democráticos do mundo ocidental.[carece de fontes?]

Com essa linha de raciocínio, afirma que a Guerra Fria foi "fingimento", uma vez que na sua opinião a elite ocidental jamais se comprometeu a destruir o comunismo, mas sim a ajudar os países que adotavam tal sistema político-econômico. Olavo considera que a concorrência entre “capitalismo” e “socialismo” foi puramente fictícia, enquanto a verdadeira "luta" estaria ocorrendo entre Oriente e Ocidente.[carece de fontes?] Nesse sentido Olavo enxerga como atuantes três grandes "projetos de dominação global":[carece de fontes?] além do movimento acima mencionado (globalismo stricto sensu ou ocidental), estariam em ação os "globalistas islâmicos" que visariam a unificação de Estados muçulmanos em um "grande projeto do Califado Universal", como também um bloco russo-chinês cuja classe dominante seria oriunda da "Nomenklatura comunista" e composta "essencialmente de burocratas, agentes dos serviços de inteligência e oficiais militares", classe essa que, assim que teriam admitido a derrota do comunismo, reagiram supostamente criando uma estratégia independente na forma do eurasianismo, que Olavo considera "mais hostil a todo o Ocidente do que o comunismo jamais foi".[carece de fontes?]

Direita ideológica

Olavo define o conservadorismo como a uma política formada pela união das ideias supostamente "inseparáveis" como a economia de livre mercado, democracia parlamentar, lei e ordem, moral judaico-cristã e predomínio da cultura clássica na educação.[carece de fontes?] O autor ainda nega que nazismo e fascismo sejam ideologias de extrema-direita, afirmando que tais ideologias pertencem ao centro do espectro político. Também se opõe a ideia de que a democracia liberal estaria no centro e portanto "mais próxima do socialismo", pois de acordo com sua visão, a democracia liberal seria a verdadeira extrema-direita uma vez que ideologicamente seria "a única que assume o compromisso sagrado de jamais se acumpliciar com o socialismo".[carece de fontes?]

Sobre o golpe militar de 1964, Olavo afirma que os militares não eram conservadores, mas sim positivistas que abominariam o livre movimento das idéias na sociedade e acreditariam que o melhor governo possível seria uma ditadura tecnocrática. O autor defende que o positivismo "nada tem de conservador", mas sim que seria uma doutrina introdutória do movimento revolucionário, e que compartilharia com o marxismo a ideia de reconstruir a sociedade de forma aristocrática, onde as elites tirariam o protagonismo do povo na arena política.[carece de fontes?] Olavo critica a ditadura militar por terem eliminado alguns políticos de direita, como Carlos Lacerda. Afirma ainda que o partido ARENA era ideologicamente inofensivo, composto por uma maioria direitista que teria sido "marginalizada", deixando um vácuo representativo que foi preenchido pelos políticos de esquerda que voltavam do exílio, levando à uma suposta hegemonia da esquerda no cenário nacional na época que foi instituída a Constituição de 1988.[carece de fontes?]

Nesse mesmo sentido, diz que o governo militar deu ênfase ao combate da guerrilha, mas falhou em "combater o comunismo na esfera cultural, social e moral". De acordo com Olavo, com o advento do Golpe de 1964, uma parte da esquerda teria ido para a guerrilha, enquanto a maior parte teria se dedicado a promover uma "revolução cultural" através de uma penetração lenta e gradual em todas as instituições de cultura e mídia, supostamente baseados nas ideias do intelectual italiano Antonio Gramsci. Nesse sentido, Olavo argumenta que a ditadura militar brasileira foi um período de grande progresso para a "indústria editorial de esquerda", uma vez que a instauração da ditadura teria supostamente potencializado e incentivado a publicação de "livros de esquerda".[carece de fontes?]

Olavo afirma que durante a Guerra Fria, os serviços de inteligência dos países do bloco comunista atuaram intensamente no Brasil. Baseado nos relatos de Ladislav Bittman,[35] Olavo também sustenta que os serviços de inteligência norte-americanos raramente interferiram no país, estando completamente ausentes na maior parte do tempo. Na visão do autor, a KGB em conjunto com o serviço secreto da Tchecoslováquia (StB), estariam infiltrados e atuantes em todos os escalões do poder, incluindo ministérios, empresas estatais, Forças Armadas, instituições científicas e educacionais, além da grande mídia. Ele sustenta que a "ameaça comunista" não seria uma teoria da conspiração, mas sim uma presença intrusiva e avassaladora.[carece de fontes?] Em um artigo jornalístico produzido em dezembro de 2010 para a revista Época, o autor sugeriu que Ladislav Bittman teria, na posição agente da StB, conduzido operações de bandeira falsa e desinformação, fazendo com que as agências de inteligência norte-americanas levassem a culpa pelo golpe de 1964 no âmbito das escolas e da mídia brasileira.[36]

Ele defende que o povo brasileiro é profundamente conservador (sobretudo no aspecto social), que é maciçamente contra o aborto, o feminismo radical, as cotas raciais, e as pautas LGBT. No entanto, o autor acredita que o povo brasileiro careça de representatividade política. Ele afirma que o Brasil não tem uma direita política há muito tempo, em virtude da uniformização dos discursos dos candidatos presidenciais, chegando a comparar o Partido Democratas do Brasil com o Partido Democrata dos Estados Unidos, a quem define como a "esquerda política" norte-americana.[carece de fontes?] De acordo com Olavo, o PSDB seria um partido da Internacional Socialista que está comprometido com o globalismo de esquerda, sendo uma espécie de "direita da esquerda".[carece de fontes?]

Olavo também é crítico do liberalismo, que define como inferior ao conservadorismo por sua incapacidade de expandir e fortalecer a aplicação dos "princípios morais e humanitários tradicionais", uma vez que na visão do autor, o liberalismo submete tudo aos critérios da economia de mercado - inclusive os valores morais - e que através desta prática estaria dissolvendo no mercado a herança da civilização judaico-cristã e o Estado de direito.[carece de fontes?]

Ciência

Olavo criticou fortemente a figura de Isaac Newton, acusando-o de disseminar o "o vírus da burrice na Terra.",[8] e procurou refutar aspectos da mecânica newtoniana com argumentos filosóficos.[carece de fontes?] Segundo ele, ainda, "a ciência de Galileu e Newton fazia pouco caso da observação da natureza, preferindo a construção de modelos matemáticos sem equivalência na realidade sensível".[carece de fontes?]

Acrescenta, ainda, que "um fundo de charlatanismo parece já ter sido introduzido na física por Galileu, quando proclamou ter superado a noção da ciência antiga, segundo a qual um objeto não impelido por uma força externa permanece parado — uma ilusão dos sentidos, segundo ele. Na realidade, pontificava, um objeto em tais condições, permanece parado ou em movimento retilíneo e uniforme. E, após ter assim derrubado a física antiga, esclarecia discretamente que o movimento retilíneo e uniforme não existe realmente, mas é uma ficção concebida pela mente para facilitar as medições. Ora, se o objeto não movido de fora permanece parado ou tem um movimento fictício, isto significa, rigorosamente, que ele permanece parado em todos os casos, exatamente como o dizia a física antiga, e que Galileu, mediante um novo sistema de medições, conseguiu apenas explicar por que ele permanece parado. Ou seja, Galileu não contestou a física antiga, apenas inventou um modo melhor de provar que ela tinha razão, e que o testemunho dos sentidos, sendo verídico o bastante, não tem em si a prova da sua veracidade — coisa que já era arroz-com-feijão desde o tempo de Aristóteles. Foi este episódio que inaugurou a mania dos cientistas modernos de tomarem simples mudanças de métodos como se fossem “provas” de uma nova constituição da realidade".[37]

Olavo defende que a Inquisição não promoveu um atraso no desenvolvimento científico. "Basta examinar o Index Librorum Prohibitorum para verificar que nele não consta nenhuma das obras de Copérnico, Kepler, Newton, Descartes, Galileu, Bacon, Harvey e tutti quanti. A Inquisição examinava apenas livros de interesse teológico direto, que nada poderiam acrescentar ao desenvolvimento da ciência moderna". O processo de Galileu teria sido uma "farsa concebida pelo Papa, padrinho de Galileu, para que seu protegido se livrasse de um grupo de inquisidores fanáticos mediante uma simples declaração oral sem efeitos práticos, após a qual ele pôde continuar divulgando suas ideias sem que ninguém voltasse a incomodá-lo". "Giordano Bruno não fez nenhuma descoberta (...). Nem sequer estudou as ciências modernas, física, astronomia, biologia ou matemática. Ele não foi condenado por defender teorias científicas, mas por prática de feitiçaria, que na época era crime".[37]

Olavo opõe-se a astrônomos e cientistas em geral que recusam a possibilidade da astrologia de tornar-se um ramo de estudo científico, vendo isto como uma postura partidária. "Existe uma correspondência estrutural entre a figura dos astros no céu na hora do nascimento e o caráter do indivíduo. Isso é comprovável".[38] Olavo enxerga como referência na área o trabalho de Michel Gauquelin, cuja obra principal residiu na proposição e análise do suposto efeito Marte.[carece de fontes?]

Ele também faz críticas ao heliocentrismo e à teoria da relatividade. Segundo ele o heliocentrismo não seria uma teoria científica superior ao geocentrismo: "No confronto entre geocentrismo e heliocentrismo não existe nenhuma prova definitiva de um lado nem do outro". A experiência de Michelson-Morley, na visão de Olavo, não trata-se de um forte indício da constância da velocidade da luz, e sim de uma evidência em favor do geocentrismo: estando a Terra parada em relação ao éter, não seria esperada variação na velocidade da luz. A teoria da relatividade seria uma teoria com "noções estranhas" e que "nunca foram provadas", mas "intelectualmente elegantes", feita justamente para "salvar as aparências" do heliocentrismo. "O cidadão chamado Albert Einstein achou que era preferível modificar a física inteira só para não admitir que não havia provas do heliocentrismo".[39].

Outro alvo de crítica é o darwinismo. Segundo Olavo, "tudo o que ele (Darwin) fez foi arriscar uma nova explicação para essa teoria (teoria da evolução) – e a explicação estava errada. Ninguém mais, entre os autoproclamados discípulos de Darwin, acredita em 'seleção natural'. A teoria da moda, o chamado 'neodarwinismo', proclama que, em vez de uma seleção misteriosamente orientada ao melhoramento das espécies, tudo o que houve foram mudanças aleatórias. (...) O 'design inteligente' não é apenas um complemento final da teoria darwinista, mas a sua premissa fundamental, espalhada discretamente por todo edifício argumentativo de A Origem das Espécies". Adiciona, ainda, que "o darwinismo é genocida em si mesmo, desde a sua própria raiz. Ele não teve de ser deformado por discípulos infiéis para tornar-se algo que não era".[carece de fontes?].

Também é crítico do trabalho de Georg Cantor a respeito de números transfinitos, acusando-o de confundir "números com seus meros signos", vendo seu trabalho como um "jogo de palavras" e uma "falsa lógica"[37].

Discorda que o aquecimento global seria causado pela ação humana, expressando que tal ideia seria um "crime intelectual hediondo" e a "mãe de todas as fraudes".[carece de fontes?] Para fundamentar tais afirmações, Olavo utiliza o episódio que ficous conhecido como Climategate, ocorrido nas vésperas da Conferência de Copenhague (COP-15), em que hackers invadiram o servidor da Universidade de East Anglia e disseminaram milhares de e-mails trocados entre climatologistas daquela instituição. Na época, os e-mails foram utilizados como parte de uma campanha difamatória para minar a credibilidade da conferência,[40] uma vez que os cientistas envolvidos na troca de e-mails foram acusados de manipular e ocultar dados, supostamente distorcendo a ciência relacionada ao problema do aquecimento global.[41] Muito embora a hipótese de fraude tenha sido amplamente refutada pela comunidade científica,[42] Olavo segue afirmando que os objetivos dos cientistas que defendem a teoria do aquecimento global seria orquestrar ataques a todos os cientistas adversários, questionando suas credenciais acadêmicas e boicotar sistematicamente as revistas científicas que publicassem estudos que contrariem aquilo que define como "causa aquecimentista". Olavo respondeu os cientistas que criticaram sua postura taxando-os como "fanáticos irracionais" que atuariam de forma semelhante a "adeptos de teorias científicas".[carece de fontes?]

Movimento antimanicomial brasileiro

Olavo de Carvalho é contrário ao movimento antimanicomial.[carece de fontes?] Segundo o autor, o movimento antimanicomial é uma estratégia psicopolítica para desestabilizar a sociedade. Ele afirma que o movimento antimanicomial teria libertado loucos perigosos, citando tragédias como o tiroteio na escola primária de Sandy Hook em 2012, como consequências diretas da atuação deste movimento.[carece de fontes?]

Admiradores

De acordo com o site pessoal de Olavo, entre seus admiradores encontram-se figuras de renome como o escritor Jorge Amado, o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony, o diplomata José Osvaldo de Meira Penna, o jornalista e escritor Herberto Salles, o crítico literário Rodrigo Gurgel, o filósofo Ângelo Monteiro, o economista Roberto Campos, o político Ciro Gomes e o cineasta Arnaldo Jabor.[carece de fontes?] Olavo também foi elogiado pelo poeta Bruno Tolentino que o definiu como “brilhante” no jornal O Globo[22] e pelo jornalista Paulo Francis, em sua coluna no mesmo periódico.[23]

Em fevereiro de 2014, o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) discursou na Câmara dos Deputados em defesa de Olavo de Carvalho, em função das críticas que o mesmo recebe através das redes sociais.[43] Em seu discurso, o deputado dirigiu-se erroneamente à Olavo sob o título de doutor e o classificou como "um dos maiores filósofos do Brasil". Feliciano utilizou seu tempo na tribuna para acusar os partidos de esquerda de supostamente mobilizarem grupos na internet com a finalidade de "criar páginas falsas" que teriam o propósito de destruir a reputação do autor. O deputado ameaçou pedir que a Polícia Federal investigasse o caso, afirmando que "a tática serve os mais rasteiros ensinamentos bolcheviques", e ainda propôs a criação de uma lei para punir aqueles que fizessem "mau uso" da internet neste sentido.[44]

Controvérsias

Olavo é alvo de várias críticas, como, por exemplo, quando debateu com o ativista russo Aleksandr Dugin.[11] Outros opositores foram Janer Cristaldo,[45] jornalista e ex-colaborador de seu website Mídia Sem Máscara, e Rodrigo Constantino,[carece de fontes?] economista e liberal, com quem se reconciliou recentemente, que afirmou que "Olavo foi alçado ao patamar de “líder iluminado” por seus seguidores, e isso o cegou". Nessa lista poderia incluir-se também os jornalistas Mário Augusto Jakobskind[46] e Sebastião Nery (que nota a falta de formação acadêmica em filosofia de Olavo, o que o impediria de lecionar a matéria em âmbito acadêmico e acrescenta que "Isso tem nome: falsidade ideológica. E está no Código Penal"),[47][48] e o engenheiro José Colucci Jr.[49]

Em virtude de críticas realizadas em seus artigos e talk show, Olavo foi acionado judicialmente em 2007 pelo professor aposentado de filosofia da Unicamp João Carlos Kfouri Quartim de Moraes,[50][51] em conjunto com a Editora J.B. S/A (Jornal do Brasil) e a Associação Comercial de São Paulo, por afirmações que fez sobre o assassinato do oficial do exército norte-americano Charles Chandler, em 1968.[carece de fontes?] Em sentença de 28 de novembro de 2012 somente as empresas foram condenadas a indenizar Quartim por danos morais, constando ainda que Olavo deixou de fazer parte do processo, em virtude da desistência posterior do autor do prosseguimento da ação em relação a ele, por este residir em local incerto, fora do país. A decisão ainda não transitou em julgado.[52]

Em abril de 2016, a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (Abia) condenou as declarações de Olavo de Carvalho sobre o episódio envolvendo os deputados federais Jean Wyllys (PSOL) e Jair Bolsonaro (PSC) durante votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no plenário da Câmara dos Deputados do Brasil. O parlamentar socialista cuspiu contra o ultraconservador Bolsonaro depois de supostamente ouvir ofensas homofóbicas.[53][54] Nas redes sociais, Olavo afirmou que Jean, como "membro de um grupo de risco", deveria se submeter a um exame para verificar "se sua saliva não transmite o vírus da Aids". Em nota, a Abia lamentou as "doses vergonhosas de desinformação e desrespeito" por parte do filósofo às mais de 780 mil pessoas que hoje vivem com HIV/AIDS no Brasil.[55]

Livros

  • A imagem do homem na astrologia. São Paulo: Jvpiter. 1980.
  • O crime da Madre Agnes ou A confusão entre espiritualidade e psiquismo. São Paulo: Speculum. 1983.
  • Questões de simbolismo astrológico. São Paulo: Speculum. 1983
  • Universalidade e abstração e outros estudos. São Paulo: Speculum. 1983.
  • Astros e símbolos. São Paulo: Nova Stella. 1985.
  • Astrologia e religião. São Paulo: Nova Stella. 1986.
  • Fronteiras da tradição. São Paulo: Nova Stella. 1986.
  • Símbolos e mitos no filme "O silêncio dos inocentes". Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais. 1992.
  • Os gêneros literários: seus fundamentos metafísicos. 1993.
  • O caráter como forma pura da personalidade. 1993.
  • A nova era e a revolução cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci. Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais & Stella Caymmi. 1994.[nota 1]
  • Uma filosofia aristotélica da cultura. Rio de janeiro: Instituto de Artes Liberais. 1994.
  • O jardim das aflições: de Epicuro à ressurreição de César - Ensaio sobre o materialismo e a religião civil. Rio de Janeiro: Diadorim. 1995.
  • Aristóteles em nova perspectiva: Introdução à teoria dos quatro discursos. Rio de janeiro: Topbooks. 1996.
  • O imbecil coletivo: atualidades inculturais brasileiras. Rio de Janeiro: Faculdade da Cidade. 1996.
  • O futuro do pensamento brasileiro. Estudos sobre o nosso lugar no mundo. 1998.
  • O imbecil coletivo II: A longa marcha da vaca para o brejo e, logo atrás dela, os filhos da PUC, as quais obras juntas formam, para ensinança dos pequenos e escarmento dos grandes. Rio de Janeiro: Topbooks. 1998.
  • O Exército na História do Brasil. Edição bilíngue (português / inglês). 4 Vols. Rio de Janeiro/Salvador: Biblioteca do. Exército e Fundação Odebrecht, 1998.
  • Coleção história essencial da filosofia. São Paulo: É Realizações. 2002-2006.
  • A Dialética Simbólica - Ensaios Reunidos São Paulo: É Realizações. 2006.
  • Maquiavel ou A Confusão Demoníaca São Paulo: Vide Editorial. 2011.
  • A filosofia e seu Inverso, São Paulo: Vide Editorial. 2012.
  • Os EUA e a nova ordem mundial (coautor Alexandre Dugin), São Paulo: Vide Editorial, 2012.
  • Apoteose da vigarice, São Paulo: vide Editorial, 2013
  • Visões de Descartes entre o gênio mal e o espírito da verdade. Vide Editorial, 2013
  • O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, Felipe Moura Brasil (org.), 467 páginas, Rio de Janeiro: Record, 2013.
  • O mundo como jamais funcionou - Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume II). Vide Editorial, 2014.
  • A Fórmula para Enlouquecer o Mundo - Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume III). Vide Editorial, 2014.
Como autor secundário
  • Arthur Schopenhauer - Como vencer um debate sem precisar ter razão: em 38 estratagemas (dialética erística). Introdução, notas e comentários de Olavo de Carvalho. Rio de Janeiro: Topbooks, 1997.
  • Otto Maria Carpeaux - Ensaios reunidos, 1942-1978. Organização, introdução e notas de Olavo de Carvalho. Rio de Janeiro: UniverCidade & Topbooks. 1999.
  • Émile Boutroux - Aristóteles. Introdução e notas de Olavo de Carvalho. Rio de Janeiro: Record. 1999.
  • René Guénon - A Metafísica Oriental. Tradução de Olavo de Carvalho.
  • Mário Ferreira dos Santos - A Sabedoria das Leis Eternas. Introdução, edição de texto e notas de Olavo de Carvalho. São Paulo: É Realizações. 2001.
  • Paulo Mercadante - A coerência das incertezas: símbolos e mitos na fenomenologia histórica luso-brasileira. Introdução, edição de texto e notas de Olavo de Carvalho. É Realizações, 2001.
  • Wolfgang Smith - O Enigma Quântico. Prefácio à Edição Brasileira: Olavo de Carvalho. Vide Editorial, 2011.
  • Andrew Lobaczewski - Ponerologia: Psicopatas no Poder. Com prefácio de Olavo de Carvalho. Vide Editorial, 2014.

Ver também

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Referências

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Notas

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