Olavo de Carvalho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo necessita de referências de fontes secundárias fiáveis publicadas por terceiros (desde maio de 2016).
Por favor, melhore-o, incluindo referências mais apropriadas vindas de fontes fiáveis e independentes.
Fontes primárias, ou que possuem conflito de interesse geralmente não são suficientes para se escrever um artigo em uma enciclopédia.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Olavo de Carvalho
Nome completo Olavo Luiz Pimentel de Carvalho
Nascimento 29 de abril de 1947 (69 anos)
Campinas, São Paulo
Residência Richmond, Virgínia, EUA
Nacionalidade  brasileiro
Cônjuge Roxane Andrade de Souza
Ocupação Conferencista, ensaísta e autor
Influências
Prêmios Medalha do Pacificador [1]
Medalha Tiradentes[2]
Medalha do Mérito Santos-Dumont[3]
Ordem Nacional do Mérito da Romênia [4]
Escola/tradição Realismo filosófico
Escolástica
Fenomenologia
Conservadorismo
Principais interesses Metafísica
Epistemologia
Política
Religião
História
Simbologia
Filosofia
Página oficial
www.olavodecarvalho.org/

Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (Campinas, 29 de abril de 1947)[5] é um escritor[6], conferencista[3], jornalista,[7] filósofo[8] e ex-astrólogo[7][9][10][11] brasileiro. É um dos principais nomes do discurso neoconservador no Brasil.[12][13]

Foi militante comunista na juventude,[9][7] mas decepcionou-se com a ideologia e tornou-se anticomunista convicto.[14] Estudou no Conjunto de Pesquisa Filosófica da PUC-RJ por três anos, mas não concluiu o curso. Em seguida, foi um dos astrólogos que colaborou no primeiro curso de extensão universitária em astrologia[7] da PUC-SP, em 1979, oferecido a formandos em psicologia.[15]

Trabalhou como jornalista em revistas e periódicos, profissão que exerceu até 1977, passando por veículos como Planeta, Bravo!, Primeira Leitura, O Globo, Época, Zero Hora, Jornal do Brasil e Jornal da Tarde, tendo sido demitido destes cinco últimos.

Seu primeiro livro foi lançado em 1980 sob o título "A Imagem do Homem na Astrologia".[7] Seu livro "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota", lançado em 2013, vendeu mais de 150 mil exemplares.[16]

Biografia

Filho de Luiz Gonzaga de Carvalho e Nicéa Pimentel de Carvalho, nasceu em Campinas, São Paulo, onde viveu por volta de um ano e meio.[carece de fontes?] Atualmente, é casado com Roxane Andrade de Souza e pai de oito filhos, dos quais um deles, Luiz Gonzaga de Carvalho Neto, também promove cursos de filosofia.[carece de fontes?]

Estudou no Conpefil (Conjunto de Pesquisa Filosófica) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro por três anos, sob a direção do Prof. Pe. Stanislaus Ladusãns.[17][18] Apresentou os trabalhos Estrutura e Sentido da Enciclopédia das Ciências Filosóficas de Mário Ferreira dos Santos e Leitura Analítica da 'Crise da Filosofia Ocidental' de Vladimir Soloviov,[18] mas jamais concluiu o curso; não possuindo, portanto, nenhum título acadêmico formal.[carece de fontes?].

Em seguida, colaborou no primeiro curso de extensão universitária em astrologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo para os formandos em psicologia, em 1979, ministrado pelo psicólogo Juan Alfredo César Müller, especialista em tratamentos homeopáticos.[19] Aproximadamente na mesma época, Olavo de Carvalho realizava consultas astrológicas e lecionou na Escola Júpiter, escola de astrologia em São Paulo que chegou a receber 140 alunos.[20] A astróloga e cientista social Barbara Abramo foi uma de suas alunas nesse período.[21] Olavo de Carvalho, que foi discípulo de Gurdjieff[carece de fontes?] e dos irmãos Omar Ali-Shah e Idries Shah,[22][23] foi um dos membros fundadores da Tariqa Maryamiyya no Brasil, a primeira tariqa trazida ao Brasil por brasileiros, em 1987, que foram para Bloomington (Indiana), nos Estados Unidos, e se iniciaram com o filósofo Frithjof Schuon e com o místico inglês Martin Lings.[24]

Olavo de Carvalho em 3 de janeiro de 1987

Seu primeiro livro foi lançado em 1980 e chama-se "A imagem do homem na astrologia". Escreveu em 1994 a obra "Aristóteles em Nova Perspectiva", que seria lançada em 1996. A obra foi elogiada pelo poeta Bruno Tolentino, que a definiu como “um dos estudos mais lúcidos e originais sobre a Grécia Antiga”.[25]

Em 1996, publicou o livro que o tornou conhecido, "O imbecil coletivo: atualidades inculturais brasileiras", no qual critica duramente o meio cultural e intelectual brasileiro. A obra recebeu elogios de vários intelectuais, dentre deles o jornalista Paulo Francis, que a definiu como imperdível.[26]

Trabalhou em revistas e periódicos tais como Planeta, Bravo!, Primeira Leitura, Jornal do Brasil e Jornal da Tarde, O Globo, Época e Zero Hora, tendo sido demitido destes três últimos.[9] Ele atuou como diretor da Editora UniverCidade entre 1999 e 2001[27][28] e é admirador das teorias e do trabalho do educador Reuven Feuerstein.[carece de fontes?]

Olavo de Carvalho declarou em seu programa que em dezembro de 2009 teria recebido do governo dos Estados Unidos o visto de residência após um tempo de espera de aproximadamente três anos, ao final do qual passou a residir naquele país. Foi-lhe concedido o "Green Card for foreigners with extraordinary abilities."[9] Desde então, além da manutenção periódica da página pessoal com novos artigos e ensaios, Carvalho ministra cursos à distância e presenciais no âmbito da filosofia, bem como promove palestras e conferências. Manteve entre 2006 e 2013 um programa periódico semanal de rádio em streaming pela internet denominado "True Outspeak", que contava com a participação do público por telefone, VOIP ou correio eletrônico. Olavo é também o presidente de uma ONG chamada "Inter-american Institute".[29] Seu livro "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota" foi lançado em 2013 e vendeu mais de 150.000 cópias.[30]

Condecorações

Monitorul Oficial (Diário Oficial da Romênia) de 12 de Dezembro de 2000, indicando na página 3, Olavo de Carvalho como recebedor da Ordinul Național Pentru Merit.[4]

Olavo de Carvalho recebeu (em coautoria com Mateus Soares de Azevedo), o Prêmio no Concurso de Monografias sobre a vida do profeta Muhammad, do Centro Islâmico do Brasil (Brasília, 8 de janeiro de 1986).[31] Adicionalmente também foi agraciado com a Medalha do Pacificador (25 de agosto de 1999),[1] Medalha do Mérito Santos-Dumont (29 de Novembro de 2011),[3] a distinção honorífica da Ordinul Național Pentru Merit (Ordem Nacional do Mérito da Romênia),[4] diploma como colaborador do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil (30 de março de 2004),[carece de fontes?] e, finalmente, recebeu a Medalha Tiradentes (2012),[2] através de lei de autoria do deputado Flávio Bolsonaro.[3] O deputado Marcelo Freixo deixou registrado na ata que, mesmo tendo um pensamento absolutamente oposto, defende o direito de o deputado Flávio Bolsonaro fazer a homenagem que ele quiser.[32]

Documentário

O cineasta pernambucano Josias Teófilo, dirigiu um documentário que aborda a vida doméstica, biografia e filosofia de Olavo de Carvalho, rodado na residência deste em Colonial Heights, EUA.[33] O longa-metragem O Jardim das Aflições,[34] título retirado de um de seus livros, contou com a produção de Matheus Bazzo e direção de fotografia de Daniel Aragão. O filme foi inteiramente realizado com recursos captados através de financiamento coletivo e tem lançamento previsto para 2017.[35] Ao todo foram quase três mil doadores e arrecadação de R$ 320 mil [36] - o que, segundo os produtores, seria um recorde no que diz respeito ao crowdfunding de um filme no Brasil.[carece de fontes?] Mencionando supostas "questões ideológicas" para fundamentar seu raciocínio,[37] Josias Teófilo afirmou que optaram pelo financiamento coletivo, pois não considerava possível que um projeto desta natureza fosse aprovado pelos órgãos governamentais brasileiros no sentido de receber incentivos destinados ao desenvolvimento cultural, como a Lei Rouanet e similares.[carece de fontes?]

Posicionamentos ideológicos

De acordo com o próprio Olavo de Carvalho, a tônica de seu pensamento é "a defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva, sobretudo quando escorada numa ideologia 'científica'".[carece de fontes?]

Entre indivíduos já criticados por Olavo estão Barack Obama (ver: Teorias da conspiração envolvendo Barack Obama).[9] Poder-se-ia citar ainda entidades como o Foro de São Paulo,[9] o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Partido dos Trabalhadores e a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.[9]

Direita ideológica

O comunismo e suas variantes são alvos recorrentes das críticas filosóficas de Olavo de Carvalho – aqui o autor aparece sentado sobre uma estátua de Vladimir Lênin no Leste Europeu.

Olavo define o conservadorismo como a uma política formada pela união das ideias supostamente "inseparáveis" como a economia de livre mercado, democracia parlamentar, lei e ordem, moral judaico-cristã e predomínio da cultura clássica na educação.[carece de fontes?] O autor ainda nega que nazismo e fascismo sejam ideologias de extrema-direita, afirmando que tais ideologias pertencem ao centro do espectro político.[carece de fontes?]

Olavo afirma que durante a Guerra Fria, os serviços de inteligência dos países do bloco comunista atuaram intensamente no Brasil. Baseado nos relatos de Ladislav Bittman,[38] Olavo também sustenta que os serviços de inteligência norte-americanos raramente interferiram no país, estando completamente ausentes na maior parte do tempo. Na visão do autor, a KGB em conjunto com o serviço secreto da Tchecoslováquia (StB), estariam infiltrados e atuantes em todos os escalões do poder, incluindo ministérios, empresas estatais, Forças Armadas, instituições científicas e educacionais, além da grande mídia. Ele sustenta que a "ameaça comunista" não seria uma teoria da conspiração, mas sim uma presença intrusiva e avassaladora.[carece de fontes?] Em um artigo jornalístico produzido em dezembro de 2010 para a revista Época, o autor sugeriu que Ladislav Bittman teria, na posição agente da StB, conduzido operações de bandeira falsa e desinformação, fazendo com que as agências de inteligência norte-americanas levassem a culpa pelo golpe de 1964 no âmbito das escolas e da mídia brasileira.[39] A presença ativa de espiões da KGB no Brasil, como o casal Anna e Mikhail Filonenko, confirmada por fontes russas,[40][41][42] poderia dar peso às afirmações de Carvalho.

Ciência

Carvalho criticou fortemente diversas figuras que ocupam lugar destacado na história das ciências, como por exemplo Isaac Newton, a quem acusa de ter disseminado o "o vírus da burrice na Terra."[9] A crítica estende-se ainda Giordano Bruno, que segundo ele "não fez nenhuma descoberta (...). Nem sequer estudou as ciências modernas, física, astronomia, biologia ou matemática. Ele não foi condenado por defender teorias científicas, mas por prática de feitiçaria, que na época era crime",[43] e a Galileu:

Um fundo de charlatanismo parece já ter sido introduzido na física por Galileu, quando proclamou ter superado a noção da ciência antiga, segundo a qual um objeto não impelido por uma força externa permanece parado — uma ilusão dos sentidos, segundo ele. Na realidade, pontificava, um objeto em tais condições permanece parado ou em movimento retilíneo e uniforme. E, após ter assim derrubado a física antiga, esclarecia discretamente que o movimento retilíneo e uniforme não existe realmente, mas é uma ficção concebida pela mente para facilitar as medições. Ora, se o objeto não movido de fora permanece parado ou tem um movimento fictício, isto significa, rigorosamente, que ele permanece parado em todos os casos, exatamente como o dizia a física antiga, e que Galileu, mediante um novo sistema de medições, conseguiu apenas explicar por que ele permanece parado. Ou seja, Galileu não contestou a física antiga, apenas inventou um modo melhor de provar que ela tinha razão, e que o testemunho dos sentidos, sendo verídico o bastante, não tem em si a prova da sua veracidade — coisa que já era arroz-com-feijão desde o tempo de Aristóteles. Foi este episódio que inaugurou a mania dos cientistas modernos de tomarem simples mudanças de métodos como se fossem “provas” de uma nova constituição da realidade.[43]

Ele também faz críticas ao heliocentrismo e à teoria da relatividade. Segundo ele o heliocentrismo não seria uma teoria científica superior ao geocentrismo: "No confronto entre geocentrismo e heliocentrismo não existe nenhuma prova definitiva de um lado nem do outro". A experiência de Michelson-Morley, na visão de Olavo, não trata-se de um forte indício da constância da velocidade da luz, e sim de uma evidência em favor do geocentrismo: estando a Terra parada em relação ao éter, não seria esperada variação na velocidade da luz. A teoria da relatividade seria uma teoria com "noções estranhas" e que "nunca foram provadas", mas "intelectualmente elegantes", feita justamente para "salvar as aparências" do heliocentrismo. "O cidadão chamado Albert Einstein achou que era preferível modificar a física inteira só para não admitir que não havia provas do heliocentrismo".[44]

Também é crítico do trabalho de Georg Cantor a respeito de números transfinitos, acusando-o de confundir "números com seus meros signos", vendo seu trabalho como um "jogo de palavras" e uma "falsa lógica".[43]

Para fundamentar tais afirmações, Olavo utiliza o episódio que ficou conhecido como Climategate, ocorrido nas vésperas da Conferência de Copenhague (COP-15), em que hackers invadiram o servidor da Universidade de East Anglia e disseminaram milhares de e-mails trocados entre climatologistas daquela instituição. Na época, os e-mails foram utilizados como parte de uma campanha difamatória para minar a credibilidade da conferência,[45] uma vez que os cientistas envolvidos na troca de e-mails foram acusados de manipular e ocultar dados, supostamente distorcendo a ciência relacionada ao problema do aquecimento global.[46] Muito embora a hipótese de fraude tenha sido amplamente refutada pela comunidade científica.[47]

Controvérsias

Miguel Reale ao centro, à esquerda Bruno Tolentino, e à direita Olavo de Carvalho

Olavo é alvo de várias críticas, como, por exemplo, quando debateu com o ativista russo Aleksandr Dugin.[14] Outros opositores foram Janer Cristaldo,[48] jornalista e ex-colaborador de seu website Mídia Sem Máscara, e Rodrigo Constantino,[carece de fontes?] economista liberal que no artigo A Vaidade de Olavo afirmou que "Olavo foi alçado ao patamar de “líder iluminado” por seus seguidores, e isso o cegou".[49] Nessa lista poderia incluir-se também o engenheiro José Colucci Jr.[50] e os jornalistas Mário Augusto Jakobskind[51] e Sebastião Nery. Este último afirmou notar a falta de formação acadêmica em filosofia de Olavo, o que o impediria de lecionar a matéria em âmbito acadêmico, dizendo ainda que "isso tem nome: falsidade ideológica. E está no Código Penal".[52][53]

Em virtude de críticas realizadas em seus artigos e talk show, Olavo foi acionado judicialmente em 2007 pelo professor aposentado de filosofia da Unicamp João Carlos Kfouri Quartim de Moraes,[54][55] em conjunto com a Editora J.B. S/A (Jornal do Brasil) e a Associação Comercial de São Paulo, por afirmações que fez sobre o assassinato do oficial do exército norte-americano Charles Chandler, em 1968.[carece de fontes?] Em sentença de 28 de novembro de 2012 somente as empresas foram condenadas a indenizar Quartim por danos morais, constando ainda que Olavo deixou de fazer parte do processo, em virtude da desistência posterior do autor do prosseguimento da ação em relação a ele, por este residir em local incerto, fora do país. A decisão ainda não transitou em julgado.[56]

Em abril de 2016, a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (Abia) condenou as declarações de Olavo de Carvalho sobre o episódio envolvendo os deputados federais Jean Wyllys (PSOL) e Jair Bolsonaro (PSC) durante votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no plenário da Câmara dos Deputados do Brasil. O parlamentar socialista cuspiu contra o ultraconservador Bolsonaro depois de supostamente ouvir ofensas homofóbicas.[57][58] Nas redes sociais, Olavo afirmou que Jean, como "membro de um grupo de risco", deveria se submeter a um exame para verificar "se sua saliva não transmite o vírus da Aids". Em nota, a Abia lamentou as "doses vergonhosas de desinformação e desrespeito" do filósofo, em relação às mais de 780 mil pessoas que hoje vivem com HIV/AIDS no Brasil.[59]

Livros

  • A imagem do homem na astrologia. São Paulo: Jvpiter. 1980.
  • O crime da Madre Agnes ou A confusão entre espiritualidade e psiquismo. São Paulo: Speculum. 1983.
  • Questões de simbolismo astrológico. São Paulo: Speculum. 1983
  • Universalidade e abstração e outros estudos. São Paulo: Speculum. 1983.
  • Astros e símbolos. São Paulo: Nova Stella. 1985.
  • Astrologia e religião. São Paulo: Nova Stella. 1986.
  • Fronteiras da tradição. São Paulo: Nova Stella. 1986.
  • Símbolos e mitos no filme "O silêncio dos inocentes". Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais. 1992.
  • Os gêneros literários: seus fundamentos metafísicos. 1993.
  • O caráter como forma pura da personalidade. 1993.
  • A nova era e a revolução cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci. Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais & Stella Caymmi. 1994.[nota 1]
  • Uma filosofia aristotélica da cultura. Rio de janeiro: Instituto de Artes Liberais. 1994.
  • O jardim das aflições: de Epicuro à ressurreição de César - Ensaio sobre o materialismo e a religião civil. Rio de Janeiro: Diadorim. 1995.
  • Aristóteles em nova perspectiva: Introdução à teoria dos quatro discursos. Rio de janeiro: Topbooks. 1996.
  • O imbecil coletivo: atualidades inculturais brasileiras. Rio de Janeiro: Faculdade da Cidade. 1996.
  • O futuro do pensamento brasileiro. Estudos sobre o nosso lugar no mundo. 1998.
  • O imbecil coletivo II: A longa marcha da vaca para o brejo e, logo atrás dela, os filhos da PUC, as quais obras juntas formam, para ensinança dos pequenos e escarmento dos grandes. Rio de Janeiro: Topbooks. 1998.
  • O Exército na História do Brasil. Edição bilíngue (português / inglês). 4 Vols. Rio de Janeiro/Salvador: Biblioteca do. Exército e Fundação Odebrecht, 1998.
  • Coleção história essencial da filosofia. São Paulo: É Realizações. 2002-2006.
  • A Dialética Simbólica - Ensaios Reunidos São Paulo: É Realizações. 2006.
  • Maquiavel ou A Confusão Demoníaca São Paulo: Vide Editorial. 2011.
  • A filosofia e seu Inverso, São Paulo: Vide Editorial. 2012.
  • Os EUA e a nova ordem mundial (coautor Alexandre Dugin), São Paulo: Vide Editorial, 2012.
  • Apoteose da vigarice, São Paulo: vide Editorial, 2013
  • Visões de Descartes entre o gênio mal e o espírito da verdade. Vide Editorial, 2013
  • O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, Felipe Moura Brasil (org.), 467 páginas, Rio de Janeiro: Record, 2013.
  • O mundo como jamais funcionou - Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume II). Vide Editorial, 2014.
  • A Fórmula para Enlouquecer o Mundo - Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume III). Vide Editorial, 2014.
Como autor secundário
  • Arthur Schopenhauer - Como vencer um debate sem precisar ter razão: em 38 estratagemas (dialética erística). Introdução, notas e comentários de Olavo de Carvalho. Rio de Janeiro: Topbooks, 1997.
  • Otto Maria Carpeaux - Ensaios reunidos, 1942-1978. Organização, introdução e notas de Olavo de Carvalho. Rio de Janeiro: UniverCidade & Topbooks. 1999.
  • Émile Boutroux - Aristóteles. Introdução e notas de Olavo de Carvalho. Rio de Janeiro: Record. 1999.
  • René Guénon - A Metafísica Oriental. Tradução de Olavo de Carvalho.
  • Mário Ferreira dos Santos - A Sabedoria das Leis Eternas. Introdução, edição de texto e notas de Olavo de Carvalho. São Paulo: É Realizações. 2001.
  • Paulo Mercadante - A coerência das incertezas: símbolos e mitos na fenomenologia histórica luso-brasileira. Introdução, edição de texto e notas de Olavo de Carvalho. É Realizações, 2001.
  • Wolfgang Smith - O Enigma Quântico. Prefácio à Edição Brasileira: Olavo de Carvalho. Vide Editorial, 2011.
  • Andrew Lobaczewski - Ponerologia: Psicopatas no Poder. Com prefácio de Olavo de Carvalho. Vide Editorial, 2014.

Ver também

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Olavo de Carvalho

Referências

  1. a b Secretaria-Geral do Exército - PORTARIA Nº 391, DE 21 DE JULHO DE 1999. Medalha do Pacificador - outorga. Ministério da Defesa, Exército Brasileiro, Secretaria-Geral do Exército. Acessado em 22/07/2016.
  2. a b Alerj - PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 536/2011. EMENTA: CONCEDE A MEDALHA TIRADENTES E O RESPECTIVO DIPLOMA AO FILÓSOFO, ESCRITOR, JORNALISTA E CONFERENCISTA OLAVO LUIZ PIMENTEL DE CARVALHO. Autor(es): Deputado FLAVIO BOLSONARO. Acessado em 22/07/2016.
  3. a b c d Poder Legislativo; Dep. Flávio Bolsonaro (30/11/2011). «Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro (DOERJ)». Projeto de Resolução Nº 536/2011. JusBrasil. p. 3. Consultado em 18-06-2013. «Projeto de Resolução Nº 536/2011 concede a Medalha Tiradentes e o respectivo diploma ao filósofo, escritor, jornalista e conferencista Olavo Luiz Pimentel de Carvalho. (...) Foi homenageado com a Medalha do Pacificador, Medalha Mérito Santos Dumont, Comendador da (Ordem Nacional do Mérito da Romênia) e Primeiro Prêmio em concurso de ensaios sobre história islâmica instituído pela Embaixada do Reino da Arábia Saudita.» 
  4. a b c Camera Deputatilor - DECRET nr.581 din 5 decembrie 2000, privind conferirea Ordinului naţional Pentru Merit. (em romeno) Acessado em 22/07/2016.
  5. Roxane Andrade de Souza. «Dados Biográficos». Olavo de Carvalho. Consultado em 17-06-2013. 
  6. Giron, Luís Antônio (5 de setembro de 2013). «Tente ser menos idiota com Olavo de Carvalho». ÉPOCA. Consultado em 11 de setembro de 2016. 
  7. a b c d e «Olavo de Carvalho». Livraria Cultura. Consultado em 2016-09-07. 
  8. Borges, Rodolfo (1 de agosto de 2015). «A direita brasileira que saiu do armário não para de vender livros». El País Brasil. Consultado em 11 de setembro de 2016. 
  9. a b c d e f g h Jornal Opção - O enigma Olavo de Carvalho - Wilson Espíndola. Edição 1949 de 11 a 17 de novembro de 2012. Acessado em 22/07/2016.
  10. «O mapa astral do "filósofo"». rodrigoconstantino.blogspot.fr. Consultado em 2016-09-12. 
  11. «Renato Janine Ribeiro, que ironiza Olavo de Carvalho como “astrólogo”, contratou um como assessor! VEJA.com». Consultado em 2016-09-12. 
  12. Folha de S. Paulo, : (8 de setembro de 2013). «Cruzada anti-idiotas - Entrevista com Olavo de Carvalho». Consultado em 8 de maio de 2016. 
  13. Breno Altman (06/08/2013). «Neoconservadores são vanguarda liberal-fascista». Brasil 247. Consultado em 31/03/2016. 
  14. a b AIM - Israel’s Enemies in America and Russia. Cliff Kincaid, 2 de Março de 2015, (em inglês) Acessado em 22/07/2016.
  15. «Juan Alfredo César Müller - Central Nacional de Astrologia». Central Nacional de Astrologia. 27/01/2010. Consultado em 19/07/2017. 
  16. Rodolfo Borges (1 de agosto de 2015). «A direita brasileira que saiu do armário não para de vender livros». El País. Arquivado desde o original em 3 de agosto de 2015. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  17. A análise social filosófico-cristã. Autor: Stanislaus Ladusãns. Editora Presença, 1988, pág. 17, ISBN 9788525200327 Adicionado em 09/08/2016.
  18. a b 1964, 31 de março: Rio de Janeiro e Minas Gerais. Volume 3: o movimento revolucionário e a sua história Autor: Aricildes de Moraes Motta. Biblioteca do Exército, 2003, pág. 101, ISBN 9788570113283 Adicionado em 09/08/2016.
  19. Dados biográficos e da obra de Juan Alfredo César Müller
  20. Revista VEJA, Alto astral, Edição 605, 9 de abril de 1980, p. 68
  21. TPM Magazine, Novembro de 2005. Vol. 4, Nº 49. ISSN 1519-4035. Trip.
  22. «Astrólogo diz que recebe ameaças por ter denunciado atividade de seita». Folha de S. Paulo. 11 de janeiro de 1986. Consultado em 4 de janeiro de 2015. 
  23. Tradição, a seita que extorque em dólares, agora caso de polícia O Estado de S. Paulo, 10 de janeiro de 1986
  24. A Mística Islâmica em Terræ Brasilis: o Sufismo e as Ordens Sufis em São Paulo. Mário Alves da Silva Filho. Dissertação apresentada à Banca Examinadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2012.
  25. O Globo, Segundo Caderno, 27 de Dezembro de 1994, Matutina, Segundo Caderno, página 1
  26. Segundo Caderno, 28 de Julho de 1996, Matutina, Segundo Caderno, página 5
  27. PATSCHIKI, Lucas. Os litores de nossa burguesia: Mídia Sem Máscara em atuação partidária (2002-2011). Marechal Cândido Rondon: Programa de Pós-Graduação em História UNIOESTE, 2012.
  28. http://carassonet.org/Sergio/www.oindividuo.org/wp-content/uploads/2010/01/1997.12.03-Veja-Rio-Individuo-Polemico.jpg
  29. The Inter-american Institute
  30. Rodolfo Borges (1 de agosto de 2015). «A direita brasileira que saiu do armário não para de vender livros». El País. Arquivado desde o original em 3 de agosto de 2015. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  31. [1], páginas 281 e 282.
  32. Alerj - ORDEM DO DIA. Projeto De Resolução 537/2011.
  33. Portal AZ - Documentário sobre Olavo de Carvalho ganha primeiro teaser. 2 de Janeiro de 2016. Acessado em 21/02/2016.
  34. Cruzeiro do Sul - Guto Brinholi faz música para filme sobre Olavo de Carvalho. Daniela Jacinto, 11 de Março de 2016. Acessado em 22/07/2016.
  35. Omelete - O que esperar do cinema brasileiro em 2016. Rodrigo Fonseca, 11 de Janeiro de 2016. Acessado em 21/02/2016.
  36. Correio Braziliense - Cineasta cria documentário baseado na obra filosófica de Olavo de Carvalho. (postado em 19/07/2016 13:30 / atualizado em 20/07/2016 08:46) Acessado em 22/07/2016.
  37. Diario de Pernambuco - Curtas, longas e vídeos pernambucanos buscam ajuda na internet para sair do papel O financiamento colaborativo, ou crowdfunding, permite que qualquer pessoa ajude os filmes em troca de recompensas e nomes nos créditos. Publicado em: 30/06/2015 09:57 Atualizado em: 30/06/2015 16:40. Acessado em 22/07/2016.
  38. A KGB e a Desinformação Soviética. Autor: Ladislav Bittman. Editora Libertar,(LINK), 2015, ISBN 9788569892021 Adicionado em 12/07/2016.
  39. Sugestão aos colegas: Por que ninguém entrevista Ladislav Bittman, o ex-espião tcheco que sabe tudo sobre 1964?. Olavo de Carvalho, revista Época, (publicado originalmente em 17 de Fevereiro de 2001). Acessado em 26/06/2016.
  40. SVR (Serviço de Inteligência Estrangeiro) - Михаил Иванович Филоненко (Mikhail Filonenko). (em russo) Acessado em 13/09/2016.
  41. Ruspred - ЛЮДИ ИЗ ЧИСТОЙ СТАЛИ ("Pessoas de puro aço"). Vladimir Antonov, Fevereiro de 2003, (em russo) Acessado em 13/09/2016.
  42. X-Libri (em russo) Acessado em 13/09/2016.
  43. a b c Olavo de Carvalho (2000). O jardim das aflições. de Epicuro à ressurreição de César (ensaio sobre o materialismo e a religião civil) 2ª ed. É Realizações [S.l.] p. 335. ISBN 8588062011. 
  44. Seminário em evento do lançamento do livro "O Enigma Quântico", de Wolfgang Smith
  45. Winter, Brian (25 November 2009) "Scientist: Leaked climate e-mails a distraction". USA Today. Retrieved 12 May 2011. "A controversy over leaked e-mails exchanged among global warming scientists is part of a 'smear campaign' to derail next month's United Nations climate summit in Copenhagen, one of the scientists, meteorologist Michael Mann, said Tuesday...Climate change skeptics 'don't have the science on their side any more, so they've resorted to a smear campaign to distract the public from the reality of the problem and the need to confront it head-on in Copenhagen' said Mann"; Feldman, Stacy (25 November 2009). "Hacked climate emails called a "smear campaign". Reuters. Retrieved 15 May 2011. "Three leading scientists who on Tuesday released a report documenting the accelerating pace of climate change said the scandal that erupted last week over hacked emails from climate scientists is nothing more than a "smear campaign" aimed at sabotaging December climate talks in Copenhagen"; Carrington, Damian; Suzanne Goldenberg (4 December 2009). "Gordon Brown attacks 'flat-earth' climate change sceptics". guardian.co.uk. Retrieved 15 May 2011. "On the eve of the Copenhagen summit, Saudi Arabia and Republican members of the US Congress have used the emails to claim the need for urgent action to cut carbon emissions has been undermined...The concern for some of those attempting to drive through a global deal is that the sceptics will delay critical decisions by casting doubt over the science at a time when momentum has been gathering towards a historic agreement...'The sceptics have clearly seized upon this as an incident that they can use to their own ends in trying to disrupt the Copenhagen agreements,' said Bob Watson, Defra chief scientist and former head of the Intergovernmental Panel on Climate Change"; Fimrite, Peter (5 December 2009). "Hacked climate e-mail rebutted by scientists". San Francisco Chronicle. Retrieved 12 May 2011. "A group of the nation's top scientists defended research on global climate change Friday against what they called a politically motivated smear campaign designed to foster public doubt about irrefutable scientific facts...'They have engaged in this 11th-hour smear campaign where they have stolen personal e-mails from scientists, mined them for single words or phrases that can be taken out of context to twist their words and I think this is rather telling,' Mann said"; Carrington, Damian (28 October 2010). "IPCC vice-chair: Attacks on climate science echo tobacco industry tactics". The Guardian. Retrieved 13 May 2011. "The attacks on climate science that were made ahead of the Copenhagen climate change summit were "organised" to undermine efforts to tackle global warming and mirror the earlier tactics of the tobacco industry, according to the vice-chair of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC)...'It is a very similar process to what the tobacco industry was doing 30 or 40 years ago, when they wanted to delay legislation, and that is the result of research – not my subjective evaluation – by Prof Naomi Oreskes and Erik Conway.' Oreskes, a science historian at the University of California San Diego, told the Guardian she agreed with Van Ypersele's that the attacks on climate science were organised: 'Many of us were expecting something to happen in the run-up [to Copenhagen]. When it happened, the only thing that surprised me was that, compared with the events we documented in our book, the attacks had crossed the line into illegality.'
  46. «Um ano depois, "Climategate" ainda lança sombra sobre questão do aquecimento». Folha de SP. Consultado em 17-07-2016. 
  47. «FACTCHECK: CLIMATEGATE DOESN'T REFUTE GLOBAL WARMING». Newsweek. Consultado em 17-07-2016. 
  48. Quem financia o astrólogo?, artigo de Janer Cristaldo.
  49. «A Vaidade de Olavo». rodrigoconstantino.blogspot.fr. Consultado em 2016-09-13. 
  50. O fantasma de Darwin, artigo de José Colucci Jr.
  51. Olavo de Carvalho no banco dos réus, artigo de Mário Augusto Jakobskind.
  52. Tribuna (processo)
  53. O "filósofo" Olavo de Carvalho, por Sebastião Nery
  54. «Entrevista: Quartim de Moraes – Aspectos da formação do Exército desde a abolição da escravatura». A Nova Democracia. Consultado em 17-06-2013. 
  55. Ricardo Setti (29/12/2011). «João Quartim de Moraes». Veja Online (Política & Cia). Editora Abril. Consultado em 17-06-2013. 
  56. «Consulta de Processos do 1ºGrau». processo 0217565-43.2007.8.26.0100 (583.00.2007.217565). Portal e-SAJ – Peticionamento no TJSP - Tribunal de Justiça. 29/08/2007. Consultado em 17-06-2013. 
  57. Vinícius Sassine (17 de abril de 2016). O Globo, : . «Jean Wyllys admite que cuspiu ‘na cara’ de Bolsonaro». Consultado em 14 de junho de 2016. «Depois de anunciar o meu voto NÃO ao golpe de estado de Cunha, Temer e a oposição de direita, o deputado fascista viúva da ditadura me insultou, gritando 'veado', 'queima-rosca', 'boiola' e outras ofensas homofóbicas e tentou agarrar meu braço violentamente na saída.» 
  58. Zero Hora, : (17 de abril de 2016). «"Reagi cuspindo no fascista", diz Jean Wyllys sobre cuspe em Jair Bolsonaro». Consultado em 14 de junho de 2016. «De acordo com Wyllys, Bolsonaro teria provocado com palavras como "veado", "queima-rosca" e "boiola" e teria tentado segurá-lo pelo braço "violentamente".» 
  59. Brasileiros (revista), : (22 de abril de 2016). «‘Olavo de Carvalho deve verificar se sua saliva não transmite o vírus da ignorância’». Consultado em 8 de maio de 2016. 

Notas

Ligações externas

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Olavo de Carvalho