Ricardo Vélez Rodríguez

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Ricardo Vélez Rodríguez
Ricardo Vélez Rodríguez em 2019.
53º Ministro da Educação do Brasil
Período 1 de janeiro de 2019
até a atualidade
Presidente Jair Bolsonaro
Antecessor Rossieli Soares
Dados pessoais
Nome completo Ricardo Vélez Rodríguez
Nascimento 15 de novembro de 1943 (75 anos)
Bogotá, Colômbia
Nacionalidade brasileiro
colombiano
Alma mater Pontifícia Universidade Javeriana
Religião católico
Ocupação teólogo
filósofo
professor universitário
ensaísta
Residência Londrina, Paraná

Ricardo Vélez Rodríguez (Bogotá, 15 de novembro de 1943)[1][2] é um teólogo, filósofo, ensaísta e professor colombiano naturalizado brasileiro.[3] É o atual Ministro da Educação do Brasil.[4][5][6][7] Suas visões políticas são descritas por algumas fontes como de extrema-direita.[6][8][9]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Ricardo Vélez Rodríguez fez seus estudos básicos no Liceu de La Salle (Bogotá) e cursou o bacharelado em Humanidades, no Instituto Tihamér Tóth, na mesma cidade. Licenciou-se em Filosofia pela Pontifícia Universidade Javeriana (Bogotá), em 1963. Entre 1965 e 1967, fez o curso de Teologia no Seminário Conciliar de Bogotá.[2]

Iniciou a sua vida docente em 1968, como professor de Literatura e Filosofia, na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade Pontifícia Bolivariana (Medellín), e Ética Empresarial, na Escuela de Administración de Empresas e Instituto Tecnológico, também na Colômbia, permanecendo em ambas as instituições até 1971. Entre 1972 e 1973, lecionou Filosofia e Humanidades na Universidade Externado de Colômbia e na Universidade do Rosário, em Bogotá. Realizou estudos de pós-graduação no Brasil, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, obtendo o título de Mestre em Filosofia, em 1974.[2]

De volta à Colômbia, exerceu o cargo de Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade de Medelim, entre 1975 e 1978.[10] A partir de janeiro de 1979, fixou residência no Brasil, inicialmente em São Paulo, onde trabalhou como pesquisador na Sociedade de Cultura Convívio, tendo sido redator da revista Convivium, publicação originalmente ligada ao Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES).[11] Entre maio de 1979 e dezembro de 1980, foi conferencista da Universidade de São Paulo (USP), no curso de Estudo de Problemas Brasileiros.

Em 1981, mudou-se para Londrina, onde se tornou professor do Departamento de Filosofia da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e criou, em 1982, o Curso de Pós-Graduação em Pensamento Político Brasileiro.[2] Ainda em 1982, obteve o título de Doutor em Filosofia pela extinta Universidade Gama Filho, com a tese Oliveira Vianna e o Papel Modernizador do Estado Brasileiro, sobre Francisco José de Oliveira Viana (1883-1951), sociólogo, jurista e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), defensor de ideias eugenistas.[12] Em 1983 vinculou-se ao Programa de Pós-Graduação em Pensamento Brasileiro da mesma universidade. É professor da Faculdade Positivo de Londrina, antiga unidade da Faculdade Arthur Thomas, instituição vinculada desde 2017 à Universidade Positivo de Curitiba[13] e pertencente ao Grupo Positivo do Paraná. Na Positivo leciona várias disciplinas, como História do Direito, Teorias da Justiça e Filosofia, nos cursos de graduação em Direito e Administração.[14] Ainda na mesma cidade, é membro da Academia de Letras de Londrina, sendo titular da cadeira de número 18.[15]

Entre 1985 e 1990 foi professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), atuando em cursos de graduação e no Mestrado em Problemas Brasileiros. Também a partir de 1985 lecionou na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), no curso de Filosofia e no Programa de Mestrado em Pensamento Brasileiro, criado por ele e pelo filósofo e professor Antônio Paim,[16] tendo sido aposentado voluntariamente como professor associado em 2013.[carece de fontes?] O Programa funcionou até 1996.[2][10]

Foi professor visitante da Universidade de Antioquia, na Colômbia (1975-1978), da Universidade Católica Portuguesa (2001 - 2002), do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (1996-2005) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1986-1989).[10]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Vélez Rodríguez chegou ao Brasil em 1979, fugindo da violência na Colômbia onde, no ano anterior, haviam sido assassinados dezoito professores. Propôs à sua primeira esposa, uma brasileira, que se mudassem para o Rio de Janeiro, onde ele poderia fazer seu doutorado, e retornassem quando a onda de violência tivesse passado. "Eu disse para minha esposa, que era brasileira, que a coisa estava ficando feia em Medellín e lhe propus que fôssemos para o Brasil. Lá, eu fazia um doutorado e retornávamos. Quase não aceita a ideia porque adorava Medellín”, conta ele.[17] Mas a violência não cessou, e Vélez Rodríguez acabou permanecendo no Brasil, obtendo a nacionalidade brasileira em 1997.[18]

Atualmente reside em Londrina, no norte do Paraná, com sua segunda mulher, Paula Prux, com quem tem um filho, nascido em 2012.[19] Ela, natural de Apucarana, também no Paraná, é filha do ex-tenente do Exército, advogado e professor Oscar Ivan Prux.[20][21]

Em seu blog pessoal Páginas Para os Meus Filhos (atualmente removido), Vélez Rodríguez declara apreciar música clássica, especialmente Bach, Beethoven, Chopin, Vivaldi, Haydn e Haendel, bem como canções românticas latino-americanas.[22]

Posicionamentos[editar | editar código-fonte]

Em um programa exposto em seu blog, intitulado Um roteiro para o MEC, dia 7 de novembro de 2018, defende a descentralização do sistema educacional.[23] Vélez Rodríguez é anticomunista[24][25] e estudioso do liberalismo clássico.[23] Em seu blog Rocinante (nome do cavalo de Dom Quixote de La Mancha), ele critica o que considera a influência marxista sobre a educação brasileira. Para ele, é necessário limpar todo o "entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais de não poucos funcionários alojados no Ministério da Educação".[26] Afirma que, durante a ditadura, os militares deram a grupos da extrema esquerda guerrilheira diretorias da CAPES e do CNPq, esperando que depusessem as armas, e assim, esses grupos puderam criar a atual hegemonia cultural e alijaram do debate a direita conservadora, durante o governo militar e também depois dele.[27] Por outro lado, Ricardo Vélez enaltece as instituições militares de ensino, onde, segundo ele, há "patriotismo, disciplina, valorização dos docentes e amor pelo Brasil".

Vélez Rodríguez defende o movimento político Escola Sem Partido.[28] "Esta é uma providência fundamental. O mundo de hoje está submetido, todos sabemos, à tentação totalitária, decorrente de o Estado ocupar todos os espaços, o que tornaria praticamente impossível o exercício da liberdade por parte dos indivíduos", escreve ele em texto divulgado em 5 de setembro de 2017.[4][29] Afirmou que: [os brasileiros estão] "reféns de um sistema de ensino alheio às suas vidas e afinado com a tentativa de impor, à sociedade, uma doutrinação de índole cientificista e enquistada na ideologia marxista, travestida de 'revolução cultural gramsciana', com toda a corte de invenções deletérias em matéria pedagógica como a educação de gênero". [Para ele, essa educação atual estaria] "destinada a desmontar os valores tradicionais da nossa sociedade, no que tange à preservação da vida, da família, da religião, da cidadania, em soma, do patriotismo."[28]

Assim como Ernesto Araújo, Vélez manifesta-se "contra o globalismo politicamente correto". Em seu blog, afirma que a vitória de Bolsonaro virou mais uma página da História do Brasil e trouxe uma "imensa carga de esperança, com o intenso desejo de que os últimos resquícios do socialismo sejam escoimados dentre nós".[30] Atualmente, o acesso ao blog é restrito a "convidados".[31]

Defende o regime militar instaurado em 1964 no Brasil e, segundo ele, o dia 31 de março de 1964, que marca o golpe militar no Brasil (que ele chama de revolução, comparando-a à Revolução Gloriosa de 1688, na Inglaterra), é "uma data para lembrar e comemorar" porque "nos livrou do comunismo". No mesmo texto, de 2017, Vélez escreve: "A malfadada ‘Comissão da Verdade’ que, a meu ver, consistiu mais numa encenação para ‘omissão da verdade’, foi a iniciativa mais absurda que os petralhas tentaram impor". Ele também ironiza o conceito de direitos humanos e louva o "patriótico papel" desempenhado pelos militares no período em que estiveram no poder.[32][33] Também fez críticas ao regime, como em seu livro, Republicanismo Brasileiro: "O regime militar tinha um propósito, em que pese o viés autoritário evidentemente criticável".[34]

Católico por formação, é crítico da Teologia da Libertação.[35]

Seu nome foi sugerido, ao presidente Jair Bolsonaro, para dirigir Ministério da Educação, pelo Olavo de Carvalho.[36] Em 2 de Janeiro de 2019, durante sua posse no ministério, declarou: "Combateremos o marxismo cultural, hoje presente em instituições de educação básica e superior. Trata-se de uma ideologia materialista alheia aos nossos mais caros valores de patriotismo e de visão religiosa do mundo."[37] Em 17 de maio de 2014 durante o governo Dilma Rousseff o Ricardo Vélez Rodríguez se mostrou favorável ao regime monárquico, na sua conta no facebook disse: "Nunca votei no PT nem apostei que a tal sigla moralizaria o Brasil. No restante do artigo, concordo com Dom Bertrand de Orleans e Bragança. Ele é uma brava voz que se levanta contra a podridão em que a petralhada ajudou a afundar o Brasil. Tivéssemos monarquia, não estaríamos às voltas com todas estas lambanças. O monarca, de há muito, teria dissolvido o parlamento e convocado a novas eleições para renovação do elenco!"[38]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Em entrevista à revista Veja, Vélez disse: “O brasileiro viajando é um canibal. Rouba coisa dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião, ele acha que pode sair de casa e carregar tudo. Esse é o tipo de coisa que tem de ser revertido na escola”.[39] Defendeu também a volta ao currículo do ensino fundamental brasileiro, da disciplina educação moral e cívica, como forma de mostrar ao adolescente que viaja para o exterior, "que há contextos sociais diferentes e que as leis de outros países devem ser respeitadas".[40] Em resposta, o deputado federal Alessandro Molon anunciou um requerimento de convocação para que o ministro explique suas declarações supostamente difamatórias para com os brasileiros.[41]

Publicações[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

Alguns artigos disponíveis on-line[editar | editar código-fonte]

Além dos artigos mencionados a seguir, encontra-se, no currículo Lattes de Ricardo Vélez Rodríguez, uma lista completa, com mais de 700 títulos de sua autoria, muitos dos quais disponíveis on-line, no site UFJF/Defesa.

Títulos e honrarias[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Ricardo Vélez Rodrígues - Membro do conselho acadêmico». Instituto de Humanidades 
  2. a b c d e «Ricardo Vélez Rodríguez». www.ensayistas.org. Consultado em 23 de novembro de 2018 
  3. Talita Fernandes, Ricardo Hiar e Gabriela Sá Pessoa (22 de novembro de 2018). «Bolsonaro anuncia Ricardo Vélez Rodríguez como ministro da Educação». Folha de S.Paulo. Consultado em 23 de novembro de 2018 
  4. a b Vélez Rodríguez: indicado por guru dos Bolsonaro e pró-Escola sem Partido. Por João Pedroso de Campos. Veja, 22 de novembro de 2018
  5. Veja - Bolsonaro anuncia Ricardo Vélez Rodríguez como ministro da Educação. João Pedroso de Campos, 22 de Novembro de 2018. Acessado em 22/11/2018
  6. a b Venturini, Lilian (23 de novembro de 2018). «Este é o futuro ministro da Educação. E estas são suas ideias». Nexo Jornal. Consultado em 18 de dezembro de 2018 
  7. Audi, Amanda (23 de novembro de 2018). «Equipe de Bolsonaro lucra com mudanças na educação». The Intercept. Consultado em 18 de dezembro de 2018 
  8. «Próximo ministro da Educação diz que presidente pode ver Enem antes da aplicação». Consultado em 18 de dezembro de 2018 
  9. «Vélez Rodríguez quer educação a serviço da segurança, afirma especialista». Folha de S.Paulo. 16 de dezembro de 2018. Consultado em 18 de dezembro de 2018 
  10. a b c Currículo Lattes
  11. Gonçalves, Rodrigo Jurucê Mattos.História fetichista: o aparelho de hegemonia filosófico Instituto Brasileiro de Filosofia/Convivium (1964-1985)
  12. Doutor em filosofia, futuro ministro escreveu sobre Dom Quixote, MST e tráfico. Por Flávia Faria e Sérgio Rangel. Folha de S. Paulo, 23 de novembro de 2018.
  13. «Grupo Positivo compra faculdade em Londrina». Gazeta do Povo. 5 de setembro de 2017. Consultado em 18 de janeiro de 2019 
  14. Celso Nascimento (23 de novembro de 2018). «Novo ministro da Educação é professor no Positivo». Contra Ponto. Consultado em 18 de janeiro de 2019 
  15. «Professor em Londrina será o ministro da Educação». Folha de Londrina. 23 de novembro de 2018. Consultado em 18 de janeiro de 2019 
  16. Antonio Ferreira Paim Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
  17. Um colombiano no ministério de Bolsonaro. Revista IHU ON-LINE, 27 de novembro de 2018.
  18. «Ricardo Vélez Rodríguez, ministro de Bolsonaro: el filósofo colombiano enemigo de la "izquierda rabiosa" y elegido para la cartera de Educación en Brasil». News. BBC News. 27 de fevereiro de 2018. Consultado em 1º de dezembro de 2018 
  19. «Carnaval nos anos 80 no Londrina Country Clube». 10 de fevereiro de 2018. Consultado em 23 de novembro de 2018 
  20. «Ministro da Educação escolhido por Bolsonaro reside em Londrina e é casado com uma apucaranense». TN Online. 23 de novembro de 2018. Consultado em 24 de novembro de 2018 
  21. «Futuro ministro da Educação é casado com mulher 40 anos mais nova». Jornal Extra. 24 de novembro de 2018. Consultado em 24 de novembro de 2018 
  22. «Páginas para meus filhos». Consultado em 23 de novembro de 2018. Arquivado do original em 23 de novembro de 2018 
  23. a b «O que pensa Ricardo Vélez-Rodriguez, o novo Ministro da Educação». Nova Escola. Consultado em 17 de dezembro de 2018 
  24. http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/MEC2018.pdf Um roteiro para o MEC]. Por Ricardo Vélez Rodríguez. UFJF/Defesa
  25. O marxismo gramsciano, pano de fundo ideológico da reforma educacional petista. Por Ricardo Vélez Rodríguez. UFJF/Defesa (originalmente publicado em Ibérica – Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos, pelo Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos – UFJF Ano I, Nº 1, Juiz de Fora, set.-nov./2006)
  26. Struck, Jean-Philip (23 de novembro de 2018). «Bolsonaro escolhe colombiano antipetista para chefiar Educação». Deutsche Welle. Consultado em 17 de dezembro de 2018 
  27. Quem tem medo da filosofia brasileira? Título não preenchido, favor adicionar. UFJF/Defesa
  28. a b Renata Cafardo (22 de novembro de 2018). «Após bancada evangélica vetar educador, Bolsonaro anuncia colombiano para Educação». O Estado de S.Paulo. Consultado em 12 de janeiro de 2019 
  29. Independência:Escola sem Partido, República sem Bambu. UFJF/Defesa, 7 de setembro de 2017.
  30. O novo ministro da Educação contra os moinhos de Marx e Gramsci. Por Caroline Oliveira. Justificando, 23 de novembro de 2018.
  31. Rocinante - um espaço para defesa da Liberdade, da forma incondicional em que Dom Quixote fazia nas suas heróicas empreitadas! (blog de acesso restrito)
  32. 31 de março de 1964: É patriótico e necessário recordar essa data. UFJF/Defesa, 2017
  33. Novo ministro da Educação disse que golpe de 1964 deve ser comemorado. Folha de S. Paulo, 23 de novembro de 2018.
  34. «Em obra, Ricardo Vélez Rodríguez criticou autoritarismo dos militares». GaúchaZH. 27 de novembro de 2018. Consultado em 17 de dezembro de 2018 
  35. Teologia da Libertação, marxismo e messianismo político. UFJF/Defesa, 20 de setembro de 2018.]
  36. Castro, Grasielle (23 de novembro de 2018). «O que pensa Ricardo Vélez-Rodríguez, futuro ministro da Educação». Huffpost Brasil. Consultado em 17 de janeiro de 2019 
  37. Cerione, Clara (9 de janeiro de 2019). «MEC libera que livros didáticos usem dado sem fonte e ignorem diversidade». Exame. Consultado em 17 de janeiro de 2019 
  38. https://www.bemparana.com.br/noticia/3-indicado-para-a-educacao-e-simpatico-a-monarquia-e-ao-golpe-anti-pt-e-ex-marxista%7Ctitulo=São Paulo, SP (FOLHAPRESS) O Ministro da educação simpático a monarquia. Publicação em 23 de novembro de 2018 às 12:20 Atualizado às 15:25.
  39. Franco, Bernardo Mello. «Por qué no te callas, Vélez?». Bernardo Mello Franco - O Globo. Consultado em 6 de fevereiro de 2019 
  40. «Declarações do ministro da Educação causam polêmica e provocam reações no Congresso». G1. Consultado em 6 de fevereiro de 2019 
  41. «Oposição quer que Vélez explique declarações contra brasileiros». Veja. Consultado em 8 de fevereiro de 2019 
  42. a b c Carvalho, José Maurício de (2000). «El hombre y su obra». Ricardo Vélez Rodríguez. Ensayistas.org. Consultado em 23 de novembro de 2018 
  43. Os sessenta anos do Instituto Brasileiro de Filosofia. Por Ricardo Vélez Rodríguez. UFJF /Defesa, 2009
  44. Instituto Brasilerio de Filosofia: uma tentativa de construção de uma hegemonia conservadora. Por Rodrigo Jurucê Mattos Gonçalves e Pedro Leão da Costa Neto. Germinal: Marxismo e Educação em Debate, Salvador, v. 7, n. 2, p. 107-115, dez. 2015. ISSN: 2175-5604

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Rossieli Soares
Ministro da Educação do Brasil
2019 – atualidade
Sucedido por