Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias

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Tereza Cristina
Ministra da Agricultura do Brasil
Período Posse pendente
Presidente Jair Bolsonaro
Antecessor(a) Blairo Maggi
Deputada federal pelo Mato Grosso do Sul
Período 1º de fevereiro de 2015
até atualidade
Secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo do Mato Grosso do Sul
Período 1º de janeiro de 2007
até 7 de abril de 2014
Antecessor(a) João Crisóstomo Mauad Cavallero
Sucessor(a) Paulo Engel
Dados pessoais
Nascimento 6 de julho de 1954 (64 anos)
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Alma mater Universidade Federal de Viçosa
Partido DEM
Profissão Engenheira Agrônoma e empresária
linkWP:PPO#Brasil

Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias ou simplesmente Tereza Cristina (Campo Grande, 6 de julho de 1954) é uma engenheira agrônoma, empresária[1] e política brasileira filiada ao DEM. Ela é deputada federal e líder da Bancada Ruralista.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Foi secretária de Desenvolvimento Agrário da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul durante o governo de André Puccinelli (MDB). Neste ano, Tereza Cristina foi uma das lideranças que defenderam a aprovação do Projeto de Lei 6.299, que flexibiliza as regras para fiscalização e aplicação de agrotóxicos no país.[3]

Nas Eleições estaduais de Mato Grosso do Sul em 2014 foi eleita deputada federal com 75.149 votos.[1]

Em janeiro de 2017 foi eleita para liderar a bancada do PSB na Câmara dos Deputados, derrotando o deputado Tadeu Alencar (PE) por 22 a 14 votos. Com isso passou a liderar um grupo de 36 deputados.[4]

Deixou em outubro de 2017 o Partido Socialista Brasileiro, por discordar da posição contrária que o partido passou a adotar frente ao Governo Temer. Foi acompanhada por outros membros do PSB que também apoiavam o governo de Michel Temer: os deputados Fabio Garcia (MT), Adilton Sachetti (MT) e Danilo Forte (CE), além do ministro Fernando Coelho Filho.[5] Em dezembro ingressou no Democratas (DEM).[carece de fontes?]

Em 2018, como líder da Bancada Ruralista, foi uma das principais responsáveis pela aprovação do projeto de lei nº 6.299/2002, que regulamenta o processo de registro de agrotóxicos no Brasil.[2]

Em 2018, o presidente eleito Jair Bolsonaro, anunciou que Tereza será a futura ministra do Ministério da Agricultura[6] e ela é a primeira mulher escolhida para integrar o novo governo que começará em janeiro de 2019.[7] Ela foi indicada por um grupo de 20 integrantes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA).[8]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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