Márcio Bittar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Márcio Bittar
Márcio Bittar
Deputado estadual do Acre
Período 1995-1999
Deputado federal do Acre
Período 1999-2003
2011-2015
Dados pessoais
Nascimento 28 de junho de 1963 (55 anos)
Franca, SP
Partido MDB
Profissão pecuarista

Márcio Miguel Bittar (Franca, 28 de junho de 1963) é um ex-pecuarista e político brasileiro com atuação no Acre.[1], Casado com Márcia Bittar, é pai de 4 filhos e reside em Rio Branco, no Acre. Nas eleições de 2018, foi eleito ao Senado Federal pelo Acre, obtendo 185.066 votos, o que corresponde a 23,28% dos votos válidos.[2]

Dados biográficos[editar | editar código-fonte]

Filho de Mamede Bittar e Manife Miguel Bittar. Após viver a infância entre as cidades mato-grossenses de Cuiabá e Jauru[3] mudou-se para Campo Grande entrando no movimento estudantil como militante do clandestino PCB e em 1981 tornou-se secretário-geral da Juventude do PMDB e no mesmo ano assumiu a presidência da União Campograndense dos Estudantes (UCE) exercendo-a por dois anos e em 1984 fundou a União Sul-Mato-Grossense dos Estudantes (USMES).

Após mudar-se para o Acre manteve-se filiado ao PMDB elegendo-se deputado estadual em 1994 e deputado federal em 1998[4] filiando-se ao PPS no início da legislatura. Pela nova legenda perdeu a disputa para senador em 2002[5] e foi vencido por Raimundo Angelim (PT) em 2004 ao disputar a prefeitura de Rio Branco[4] disputou cargo majoritário em 2006, porém Binho Marques conquistou o governo do Acre em primeiro turno.[6]

Filiado ao PSDB conquistou seu segundo mandato de deputado federal em 2010, com a maior votação da história do Acre e a segunda maior votação proporcional do Brasil neste pleito.[6] Durante o mandato, ocupou o cargo de Primeiro Secretário da Câmara Federal.

Nas eleições de 2014, conseguiu ultrapassar os 30% dos votos válidos no primeiro turno e se classificou para a disputa do segundo turno contra o então governador Tião Viana (PT). Ao final, por uma diferença inferior a 10 mil votos, foi derrotado com 48,71% dos votos válidos[7].

Posteriormente, após divergências com membros do PSDB estadual[8], retornou ao MDB e disputou as eleições de 2018 como um dos candidatos ao Senado Federal, na mesma coligação que apresentava Gladson Cameli (PP) para governador e Sérgio Petecão (PSD) para a outra vaga de senador. Ao final da eleição, saiu vitorioso com a segunda maior votação (23,28%) ao lado de Petecão (30,71%). Com esse resultado, Márcio derrotou o então senador Jorge Viana (PT) que também tentava a reeleição.[9]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre um político é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.