Político sem partido

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa


Searchtool.svg
Esta página foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo.
O primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, é um político independente.

Na política, um político sem partido ou independente[1] [2] é aquele que não está afiliado a nenhum partido político. Os independentes podem ter pontos de vista centristas entre aqueles de grandes partidos políticos, ou podem ter pontos de vista baseados em assuntos os quais eles não sentem que recebem muita atenção de um partido grande.

Outros candidatos independentes são associados a um partido político e podem ser antigos membros destes, mas não são capazes de representar sua legenda. Uma terceira categoria de independentes são aqueles que podem pertencer ou apoiar um partido político, mas acreditam que não deviam formalmente representá-lo e então ser sujeito as suas políticas.

Dependendo da realidade política e da legislação eleitoral de cada região, seguir uma carreira política sem filiação partidária pode ter muita, pouca ou quase nenhuma consequência. Em algumas situações pode haver até mesmo impedimento formal de candidaturas independentes. Em outras, como é o caso de Niue desde 2003, pode inclusive acontecer de todos os candidatos serem na prática independentes. Todos os presidentes da Rússia, por exemplo, foram independentes.

De um ponto de vista pragmático, independentes teoricamente teriam mais liberdade para defender posições sem necessariamente fazer concessões a um programa de governo ou plataforma política de aliados. Na prática, é difícil mensurar até que ponto essa liberdade realmente existe. No Brasil, a desfiliação acontece com bastante frequência quando algum político se vê envolvido em escândalos particularmente sérios e corre o risco de se ver repreendido ou expulso por seu partido político, pois supostamente o desgaste político da desfiliação é menor e menos visível.

Referências

  1. Sem partido, Marina defende candidaturas independentes, por Cristiane Agostine, em 17 de julho de 2013. Disponível em http://www.valor.com.br/politica/3201804/sem-partido-marina-defende-candidaturas-independentes. Acesso em 29 de março de 2015.
  2. Cristovam diz que o Brasil deveria permitir candidaturas sem partido político, da Agência Senado, em 23 de setembro de 2013. Disponível em http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2013/09/23/cristovam-diz-que-o-brasil-deveria-permitir-candidaturas-sem-partido-politico. Acesso em 29 de março de 2015.