Ivo Arzua Pereira
Ivo Arzua Pereira | |
|---|---|
Ivo Arzua Pereira em 2007. | |
| 39.º Prefeito de Curitiba | |
| Período | 15 de novembro de 1962 a 15 de novembro de 1966 |
| Antecessor(a) | Erondy Silvério |
| Sucessor(a) | Erondy Silvério |
| Período | 1º de dezembro de 1966 a 14 de março de 1967 |
| Antecessor(a) | Erondy Silvério |
| Sucessor(a) | Acyr Haffez José |
| Ministro da Agricultura do Brasil | |
| Período | 15 de março de 1967 a 29 de outubro de 1969 |
| Antecessor(a) | Severo Gomes |
| Sucessor(a) | Luís Fernando Cirne Lima |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 29 de abril de 1925 Palmeira, Paraná |
| Morte | 9 de setembro de 2012 (87 anos) Curitiba, Paraná |
| Prêmio(s) | |
| Partido | PDC ARENA PDS PPB |
| Profissão | engenheiro e professor |
Ivo Arzua Pereira GCIH • CIC • GOMA • GOMN • OMM (Palmeira, 29 de abril de 1925 – Curitiba, 9 de setembro de 2012[6]) foi um engenheiro, professor e político brasileiro.
Foi prefeito de Curitiba entre 1962 e 1967 e ministro da Agricultura do Brasil entre 1967 e 1969.[7] Foi um dos signatários do Ato Institucional Número Cinco.
Origem e formação
[editar | editar código]De origem étnica plural e diversa,[8] é filho de José da Silva Pereira e Maria Emília Arzua Pereira, nasceu no município de Palmeira, interior do estado do Paraná, e graduou-se em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná em 1948, onde também veio a lecionar.
Vida pública
[editar | editar código]Engenheiro do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER, assumiu a Superintendência da Portos do Paraná, em 1953, por convite do governador Bento Munhoz da Rocha Neto. No ano seguinte, tornou-se engenheiro-chefe da Comissão Especial de Obras do Centenário do Paraná, sendo responsável pela conclusão e inauguração do Palácio Iguaçu, Tribunal do Júri, Pequeno Auditório do Teatro Guaíra, da Biblioteca Pública do Paraná, da Praça 19 de Dezembro, entre outras [9].
Prefeitura de Curitiba (1962-66 e 1966-67)
[editar | editar código]Foi prefeito de Curitiba[10] de 15 de novembro de 1962 a 14 de março de 1967. Venceu a Eleição municipal de Curitiba em 1962, aos 37 anos, sendo o terceiro eleito pelo voto direto na história da cidade. Seu slogan de campanha foi "Mais Ação, Menos Conversa"[11], que refletia o perfil técnico e apartidário do candidato[12].
Apostou em uma gestão técnica e planejada, promovendo mudanças significativas na estrutura urbana e administrativa da capital paranaense. Nos primeiros anos de mandato, dedicou-se à implementação das reformas administrativa e fiscal, o que resultou no aumento da arrecadação municipal e na expansão dos serviços públicos [13].
Em abril de 1963, propôs a criação de uma companhia mista visando à modernização da infraestrutura da cidade, com atribuições que incluíam a revisão do plano diretor, ampliação do sistema viário, retificação e canalização de rios, preservação ambiental, construção de praças, parques e mercados zonais [14]. A ideia deu origem, em 21 de agosto de 1963, à "Companhia de Urbanização e Saneamento de Curitiba", que mais tarde transformou-se na Urbanização de Curitiba e na "Curitiba S/A", empresas estatais que gerenciam bens públicos na cidade.[15][16]
A rede municipal de ensino foi estabelecida, em 1963, com a criação do Grupo Escolar Papa João XXIII [17][18]. Instituiu a Fundação de Recuperação do Indigente (FREI) — atual Fundação de Ação Social (FAS)[19], "destinada a dar assistência e possibilidades de recuperação aos pobres e desajustados sociais"[20].
Criou a Companhia de Habitação Popular de Curitiba (COHAB-CT), em maio de 1965[21], para implementar a política habitacional do município. O primeiro conjunto construído pelo poder público foi a Vila Nossa Senhora da Luz[22], na Cidade Industrial. Com 2,1 mil casas, o empreendimento foi entregue para a população em 1966, com a presença do presidente da República Humberto Castelo Branco[23].
Sua administração realizou ainda um amplo conjunto de obras de mobilidade e infraestrutura urbana, como o alargamento das avenidas Marechal Deodoro, Marechal Floriano, Rua XV de Novembro, Rua Cruz Machado e outras vias menores. Também promoveu a instalação de áreas exclusivas para pedestres na Travessa Oliveira Belo e na Praça Zacarias, além da realização de obras nos cursos d’água que atravessam o centro da cidade [24].
Planejamento Urbano de Curitiba
[editar | editar código]Viabilizou a elaboração do Plano Diretor da cidade, por meio de um convênio com a Companhia de Desenvolvimento Econômico do Paraná (Codepar). O Plano Preliminar de Urbanismo (PPU) foi conduzido pela empresa Serete, sob coordenação do urbanista Jorge Wilheim.[25]
Com foco na organização do uso do solo e sistema viário, o plano previa também a criação de áreas verdes, zoneamento urbano, revitalização do centro e melhoria da circulação.[25]
Destacou-se o caráter participativo do processo: em julho de 1965, o plano foi amplamente discutido com a sociedade civil por meio do seminário Curitiba do Amanhã, que reuniu moradores, estudantes, professores, entidades de classe e representantes de bairros [26].
Para acompanhar os trabalhos, foi criada uma comissão técnica multidisciplinar, que deu origem à Assessoria de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Appuc). Em 1º de dezembro de 1965, a Appuc foi transformada no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), responsável pela implementação e acompanhamento do Plano Diretor aprovado pela Câmara Municipal de Curitiba em julho de 1966[27].
"Impulso Dois" e renúncia
[editar | editar código]Com o golpe civil-militar de 1964, as eleições para prefeitos das capitais estaduais e de municípios considerados estratégicos passaram a ser realizadas de forma indireta. Nessas localidades, os prefeitos eram indicados pelos governadores e seus nomes submetidos à aprovação das assembleias legislativas estaduais. [28][29]
O governador Paulo Pimentel indicou Ivo Arzua Pereira para um segundo mandado. [30] A eleição pela Assembleia Legislativa do Paraná ocorreu em 29 de novembro de 1966 [31] e a posse em 1º de dezembro. [32] Convidado para assumir o Ministério da Agricultura, Ivo Arzua renunciou ao cargo em 14 de março de 1967.
Ministério da Agricultura (1967–69)
[editar | editar código]Em 1967, Ivo Arzua Pereira foi nomeado Ministro da Agricultura pelo presidente Artur da Costa e Silva, durante o regime militar brasileiro. À frente da pasta, conduziu reformas e projetos voltados ao fortalecimento da agropecuária nacional. Um de seus principais legados foi a elaboração da Carta de Brasília, documento que estabeleceu as diretrizes para o planejamento estratégico do setor agrícola[33].
Durante sua gestão, promoveu a criação do Instituto de Pesquisa Agropecuária, incentivou a aviação agrícola em cooperação com o Ministério da Aeronáutica e viabilizou a construção do Centro Regional de Telecomunicações Meteorológicas da América Latina[34].
Em 1969, apresentou ao presidente Costa e Silva um plano de reforma agrária que propunha a reestruturação do IBRA e do INDA, recomendando também a criação de um grupo executivo para coordenar a reforma e a abertura de crédito adicional ao IBRA. A proposta resultou na fusão dos dois órgãos, criando o INCRA, responsável por centralizar as ações da reforma agrária no país[35].
Voto no AI-5 e posição posterior
[editar | editar código]Durante a reunião do Conselho de Segurança Nacional, em 13 de dezembro de 1968, o então ministro da Agricultura, Ivo Arzua Pereira, apresentou voto a favor, com ressalvas, pela adoção do Ato Institucional n.º 5. Em seu voto, declarou apoio ao presidente Artur da Costa e Silva e às Forças Armadas, defendendo que o AI-5 deveria ter vigência temporária para restaurar a ordem pública, e que fosse seguido por uma nova Constituição elaborada por uma Assembleia Constituinte específica e não vinculada ao Congresso Nacional.[36]
Segundo Arzua, a decisão foi tomada diante de relatórios dos órgãos de segurança que indicavam a iminência de atentados, sequestros e ações armadas de grupos opositores ao regime, o que, segundo ele, gerou consenso entre os ministros sobre a adoção da medida. O único voto contrário foi o do então vice-presidente Pedro Aleixo.[36]
Arzua afirmou que suas condições para apoiar o AI-5 incluíam que sua vigência fosse de curto prazo e que se convocasse uma Assembleia Constituinte para elaborar uma nova Constituição. Ele preparou um discurso escrito para expressar essas condições e sua preocupação com a gravidade do momento, referindo-se à decisão como um “encontro com a verdade nacional”.[37][38]
Anos mais tarde, desligou-se da ARENA e passou a integrar a Frente Nacional de Redemocratização, posicionando-se publicamente a favor da revogação do AI-5 e da restauração do Estado democrático de direito. Arzua afirmou não se arrepender de seu voto, mas declarou ter se sentido frustrado, da mesma forma que Costa e Silva, com os rumos autoritários que o regime assumiu após a edição do ato.[37][38]
Outras funções
[editar | editar código]Telecomunicações do Paraná (1969-71)
[editar | editar código]Assumiu a função de diretor-presidente da Telecomunicações do Paraná (TELEPAR), por indicação do governador Paulo Pimentel, em dezembro de 1969, um mês após deixar o Ministério da Agricultura. Foi responsável por iniciativas significativas para modernizar e expandir os serviços de telecomunicações no estado. Arzua teve como objetivos principais resolver problemas como a ampliação da rede urbana de Curitiba, a implantação da rede de micro-ondas, o funcionamento da Central Interurbana e a implementação do sistema de Discagem Direta à Distância (DDD). [39]
Durante sua presidência, o estado do Paraná foi um dos pioneiros na implantação do sistema de DDD no país. As cidades de Curitiba, Paranaguá e Ponta Grossa se beneficiaram do novo sistema em 1970, mesmo ano que São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, as três primeiras cidades brasileiras que receberam o DDD.[40][41] Além disso, Arzua também presidiu o Fundo Nacional de Telefones, órgão responsável pelo financiamento de projetos de infraestrutura de telecomunicações em todo o país.
Instituto de Previdência do Estado do Paraná (1982-83)
[editar | editar código]Em agosto de 1982, Ivo Arzua Pereira assumiu o cargo de superintendente do Instituto de Previdência do Paraná (IPE), por indicação do governador José Hosken de Novaes.[42] Durante sua gestão, promoveu a reorganização administrativa e financeira do instituto, ampliou a frota de ambulâncias[43] e expandiu a atuação da entidade no interior do estado, por meio da criação de coordenadorias regionais, em Apucarana, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Paranaguá e Paranavaí. [44][45]
Vida acadêmica e social
[editar | editar código]Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), entre 1961 e 1963, Ivo Arzua Pereira liderou a reforma dos estatutos da entidade, defendeu a remuneração justa dos engenheiros no Estado e impulsionou as obras da sede do Instituto. [46] Anos depois, foi eleito o "Engenheiro do Ano 2000" pela mesma entidade. [47] Em 1994, tomou posse na Academia Nacional de Engenharia (ANE), na cadeira 186.[48] Com a criação da Academia Paranaense de Engenharia, em 2019, tornou-se patrono da cadeira 20.[49] Também presidiu o Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR) no ano de 1986.[50]
Prestou serviços voluntários como associado ao Rotary Club de Curitiba Oeste, como presidente no período 1973-74[51] e Governador do Distrito 464 do Rotary International no período 1976-77.[52] Também é patrono da Academia Brasileira Rotária de Letras (ABROL), cadeira 29,[53] e da Academia Brasileira Rotária de Letras – Paraná, cadeira 6.[54]
Foi presidente do Santa Mônica Clube de Campo, entre 1979 e 1983.[55]
Provedor da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, entre 1984 e 1994 [56], foi responsável por superar uma grave crise financeira que assolava a instituição [57]. Por sua atuação, ficou conhecido como o “Grande Provedor da Reconstrução”, sendo lembrado por liderar importantes transformações no hospital. [58]
Idealizou e fundou a Academia de Cultura de Curitiba - ACCUR, em 1992, com o objetivo de congregar intelectuais e artistas que possam estimular e expandir a cultura paranaense. [59]. Foi membro do Centro de Letras do Paraná [60]e do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.
Foi também fundador e diretor do Movimento Pró-Paraná, entidade sem fins lucrativos criada em 2001, voltada à integração de interesses da sociedade paranaense junto aos poderes públicos e à promoção do desenvolvimento social, cultural e econômico do estado.[61]
Obras publicadas
[editar | editar código]- Moradia ... Esperança e Desafio: 1965
- A Estratégia do Grande Impulso: 1970
- Com Licença , Senhor Candidato: 1983
- Há que Continuar Semeando: 1983
- A Epopeia das Misericórdias: 1993 - 1a Ed; 1994 - 2a Ed; 2000 - 3a Ed
- Um Sopro da Eternidade: 1995 et Arnaldo Arzua Pereira
- O Jubileu Cristianismo Ano 2000 e a Bula Inter Gravíssimas: 1999
- No Século XXI e no III Milênio, Há Que Continuar Semeando...: 2001
Referências
- ↑ «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Presidência da República Portuguesa. Consultado em 25 de abril de 2025
- ↑ «Prefeito receberá comenda da Espanha». Diário da Tarde. Consultado em 5 de maio de 2025
- ↑ «Ordem do Mérito Aeronáutico - Relação de Agraciados» (PDF). Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira (pdf). Consultado em 5 de setembro de 2023
- ↑ «Ordem do Mérito Naval». Correio da Manhã. Consultado em 5 de maio de 2025
- ↑ «Ordem do Mérito Militar». Secretaria-Geral do Exército. Consultado em 25 de abril de 2025
- ↑ Morre o ex-prefeito de Curitiba Ivo Arzua Pereira Jornal Gazeta do Povo - acesso em 9 de setembro de 2012
- ↑ Gazeta do Povo (29 de março de 2011). «O Ippuc precisa ouvir o povo - Ivo Arzua Pereira, engenheiro civil, administrador e ex-prefeito de Curitiba». Consultado em 21 de junho de 2012
- ↑ Wille, José. «O ex-ministro Ivo Arzua relembrava os bastidores do período militar». jws.com.br. Consultado em 27 de janeiro de 2022
- ↑ Wille, José (maio de 1997). «Memórias do ex-ministro Ivo Arzua sobre a política nacional». Memória Paranaense. Consultado em 15 de maio de 2025
- ↑ Jornal Comunicação (23 de setembro de 2009). «Série Ex-Prefeitos: Entre a ditadura e a democracia». Consultado em 21 de junho de 2012. Arquivado do original em 19 de abril de 2009
- ↑ «Família Arzua aguarda eleição com confiança». Curitiba. Última Hora: capa. 3 de outubro de 1962. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ Ary de Carvalho (31 de março de 1962). «Indicação acertada [opinião]». Curitiba. Última Hora: capa. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ «Ivo Arzua: o Prefeito que idealizou a Curitiba que você conhece hoje». Gazeta do Povo. 14 de outubro de 2020. Consultado em 15 de maio de 2025
- ↑ «Arzua anuncia novos métodos de governo: companhia mista para saneamento e obras». Curitiba. Última Hora: capa. 18 de abril de 1963. Consultado em 15 de maio de 2025
- ↑ Curitiba S/A (ed.). «Curitiba S.A. foi criada em 21 de agosto de 1963, inicialmente chamada de Companhia de Urbanização e Saneamento de Curitiba». Consultado em 4 de outubro de 2021
- ↑ Portal Leis Municipais (ed.). «INSTITUI O FUNDO DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO, CRIA A COMPANHIA DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO DE CURITIBA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS, NA FORMA QUE ESPECIFICA». Consultado em 4 de outubro de 2021
- ↑ «Primeira escola da rede municipal de ensino de Curitiba celebra 60 anos». Prefeitura Municipal de Curitiba. 23 de março de 2023. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ Fernandes, José Carlos (10 de outubro de 2013). «O "Papa" da Vila Leão». Gazeta do Povo. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ «Histórico da Fundação de Ação Social». Fundação de Ação Social de Curitiba. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ Portal Leis Municipais (ed.). «INSTITUI A FUNDAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DO INDIGENTE.». Consultado em 23 de maio de 2025
- ↑ Portal Leis Municipais (ed.). «AUTORIZA A PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E A COMPANHIA DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO DE CURITIBA (URBS), A PARTICIPAREM DA COMPANHIA DE HABITAÇÃO DE CURITIBA (COHAB-CT), SUBSCREVENDO SUA COTA NO CAPITAL DA COMPANHIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS». Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ Milagre da vila Jornal Gazeta do Povo - edição comemorativa de n° 30.000 - acessado em 8 de dezembro de 2012
- ↑ «O abraço». Curitiba. Diário da Tarde: capa. 12 de novembro de 1966. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ «O Senhor Prefeito». Gazeta do Povo. 15 de setembro de 2012. Consultado em 15 de maio de 2025
- ↑ a b «Elaboração do Plano de Urbanismo deu origem ao IPPUC». Prefeitura de Curitiba. 18 de agosto de 2015. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ «Encerrado o Seminário do Amanhã». Curitiba. Diário do Paraná: 7. 3 de agosto de 1965. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ Portal Leis Municipais (ed.). «INSTITUI O PLANO DIRETOR DE CURITIBA E APROVA AS SUAS DIRETRIZES BÁSICAS, PARA ORIENTAÇÃO E CONTROLE DO DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO MUNICÍPIO, REVOGANDO AS LEIS Nº 1875/60; 1951/60; 1908/60; 2100/61; 2123/61; 2154/62.». Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EdUSP, 2006
- ↑ GASPARI, Elio. A ditadura envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002
- ↑ «Paulo indica Ivo para prefeito». Curitiba. Diário da Tarde: 6. 18 de novembro de 1966. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ «Assembleia aprovou indicação de Ivo Arzua para a Prefeitura Municipal». Curitiba. Diário da Tarde: 8. 30 de novembro de 1966. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ «Posse de Ivo será hoje». Curitiba. Diário da Tarde: 9. 1 de dezembro de 1966. Consultado em 16 de maio de 2025
- ↑ «TBT IEP – Eng.º Ivo Arzua Pereira (in memoriam)». Instituto de Engenharia do Paraná. 2022. Consultado em 15 de maio de 2025
- ↑ «TBT IEP – Eng.º Ivo Arzua Pereira (in memoriam)». Instituto de Engenharia do Paraná. 2022. Consultado em 15 de maio de 2025
- ↑ «Ministro da Agricultura prepara plano de reforma agrária para Costa e Silva». Folha de S.Paulo. 1969. Consultado em 15 de maio de 2025
- ↑ a b «Ex-prefeito de Curitiba Ivo Arzua foi um dos 19 que assinou o AI-5». Gazeta do Povo. 13 de dezembro de 2008. Consultado em 26 de maio de 2025
- ↑ a b «Ivo Arzua Pereira – Especial AI-5». Folha de S.Paulo. Consultado em 26 de maio de 2025
- ↑ a b Nancy Dutra e Cláudio Dantas Sequeira (14 de dezembro de 2008). «Fracasso em derrubar AI-5 levou Costa e Silva à morte, diz Ivo Arzua». Folha de S.Paulo. Consultado em 26 de maio de 2025
- ↑ «Arzua promete telefones para breve, mas sem data». Diário do Paraná. 3 de dezembro de 1969. p. 7. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Diário do Paraná: Orgao dos Diários Associados (PR) - Ano 1970\Edição 04411». memoria.bn.br. Consultado em 2 de dezembro de 2020
- ↑ «Diário do Paraná: Orgao dos Diários Associados (PR) - Ano 1970\Edição 04516». memoria.bn.br. Consultado em 2 de dezembro de 2020
- ↑ «Novo Superintendente no IPE». Diário do Paraná. 20 de agosto de 1982. p. 6. Consultado em 5 de junho de 2025
- ↑ «IPE incorpora 3 ambulâncias». Diário do Paraná. 3 de dezembro de 1982. p. 9. Consultado em 5 de junho de 2025
- ↑ «Coordenadoria irá beneficiar 20 mil em Foz». Diário do Paraná. 5 de outubro de 1982. p. 9. Consultado em 5 de junho de 2025
- ↑ «IPE no Interior». Diário do Paraná. 5 de outubro de 1982. p. 2. Consultado em 5 de junho de 2025
- ↑ «Instituto de Engenharia do Paraná – Nossa História». IEP. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Ivo Arzua Pereira (Sala Exclusiva) – Política – Palmeira – Paraná». Memórias Paraná. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Academia Nacional de Engenharia – Cadeira 186». ANE Brasil. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Patronos – Academia Paranaense de Engenharia». APEPR. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Conselho Regional – CRA-PR». Conselho Regional de Administração do Paraná. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ Lista de Presidentes RC Curitiba Oeste
- ↑ Notícias Rotary Club
- ↑ «Acadêmicos – ABROL». Academia Brasileira Rotária de Letras. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Cadeira 6 – Ivo Arzua Pereira». ABROL-PR. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Presidência – Santa Mônica Clube de Campo». Santa Mônica Clube de Campo. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Santa Casa de Curitiba: presente para o futuro». Núcleo de Mídia e Conhecimento. 2019. p. 133. Consultado em 26 de maio de 2025
- ↑ «Diploma de reconhecimento». Correio de Notícias. 23 de janeiro de 1985. p. 7. Consultado em 26 de maio de 2025
- ↑ «Modernizações e ampliações da Santa Casa de Curitiba e do Hospital Psiquiátrico partem de soluções de arquitetura e engenharia que aliam a preservação do patrimônio histórico à infraestrutura para a saúde». Saúde Online. 2017. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ http://delegadorafaelvianna.blogspot.com/2012/12/rafael-vianna-toma-posse-na-academia-de.html?m=1
- ↑ «Ivo Arzua Pereira – Publicações». Curitiba Histórica. Consultado em 4 de junho de 2025
- ↑ «Mensagem de celebração dos 21 anos de criação do PROPARANÁ». PROPARANÁ. Consultado em 4 de junho de 2025
Ligações externas
[editar | editar código]
| Precedido por Severo Gomes |
Ministro da Agricultura do Brasil 1967 — 1969 |
Sucedido por Luís Fernando Cirne Lima |
- Nascidos em 1925
- Mortos em 2012
- Alunos da Universidade Federal do Paraná
- Brasileiros de ascendência austríaca
- Brasileiros de ascendência espanhola
- Brasileiros de ascendência italiana
- Brasileiros de ascendência portuguesa
- Engenheiros do Paraná
- Engenheiros civis do Brasil
- Membros da Aliança Renovadora Nacional
- Ministros da Agricultura do Brasil
- Ministros do Governo Costa e Silva
- Ministros do Governo Provisório de 1969
- Naturais de Palmeira (Paraná)
- Prefeitos de Curitiba
- Professores da Universidade Federal do Paraná
- Rotarianos do Brasil
- Signatários do Ato Institucional n.º 5
- Membros do Partido Democrático Social
- Membros do Progressistas
- Membros do Progressistas do Paraná
- Políticos do Paraná do século XX