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Ivo Arzua Pereira

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Ivo Arzua Pereira
Ivo Arzua Pereira em 2007.
39.º Prefeito de Curitiba
Período15 de novembro de 1962
a 15 de novembro de 1966
Antecessor(a)Erondy Silvério
Sucessor(a)Erondy Silvério
Período1º de dezembro de 1966
a 14 de março de 1967
Antecessor(a)Erondy Silvério
Sucessor(a)Acyr Haffez José
Ministro da Agricultura do Brasil
Período15 de março de 1967
a 29 de outubro de 1969
Antecessor(a)Severo Gomes
Sucessor(a)Luís Fernando Cirne Lima
Dados pessoais
Nascimento29 de abril de 1925
Palmeira, Paraná
Morte9 de setembro de 2012 (87 anos)
Curitiba, Paraná
Prêmio(s)
PartidoPDC
ARENA
PDS
PPB
Profissãoengenheiro e professor

Ivo Arzua Pereira GCIHCICGOMAGOMNOMM (Palmeira, 29 de abril de 1925Curitiba, 9 de setembro de 2012[6]) foi um engenheiro, professor e político brasileiro.

Foi prefeito de Curitiba entre 1962 e 1967 e ministro da Agricultura do Brasil entre 1967 e 1969.[7] Foi um dos signatários do Ato Institucional Número Cinco.

Origem e formação

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De origem étnica plural e diversa,[8] é filho de José da Silva Pereira e Maria Emília Arzua Pereira, nasceu no município de Palmeira, interior do estado do Paraná, e graduou-se em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná em 1948, onde também veio a lecionar.

Vida pública 

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Engenheiro do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER, assumiu a Superintendência da Portos do Paraná, em 1953, por convite do governador Bento Munhoz da Rocha Neto. No ano seguinte, tornou-se engenheiro-chefe da Comissão Especial de Obras do Centenário do Paraná, sendo responsável pela conclusão e inauguração do Palácio Iguaçu, Tribunal do Júri, Pequeno Auditório do Teatro Guaíra, da Biblioteca Pública do Paraná, da Praça 19 de Dezembro, entre outras [9].

Prefeitura de Curitiba (1962-66 e 1966-67)

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Foi prefeito de Curitiba[10] de 15 de novembro de 1962 a 14 de março de 1967. Venceu a Eleição municipal de Curitiba em 1962, aos 37 anos, sendo o terceiro eleito pelo voto direto na história da cidade. Seu slogan de campanha foi "Mais Ação, Menos Conversa"[11], que refletia o perfil técnico e apartidário do candidato[12].

Apostou em uma gestão técnica e planejada, promovendo mudanças significativas na estrutura urbana e administrativa da capital paranaense. Nos primeiros anos de mandato, dedicou-se à implementação das reformas administrativa e fiscal, o que resultou no aumento da arrecadação municipal e na expansão dos serviços públicos [13].

Em abril de 1963, propôs a criação de uma companhia mista visando à modernização da infraestrutura da cidade, com atribuições que incluíam a revisão do plano diretor, ampliação do sistema viário, retificação e canalização de rios, preservação ambiental, construção de praças, parques e mercados zonais [14]. A ideia deu origem, em 21 de agosto de 1963, à "Companhia de Urbanização e Saneamento de Curitiba", que mais tarde transformou-se na Urbanização de Curitiba e na "Curitiba S/A", empresas estatais que gerenciam bens públicos na cidade.[15][16]

A rede municipal de ensino foi estabelecida, em 1963, com a criação do Grupo Escolar Papa João XXIII [17][18]. Instituiu a Fundação de Recuperação do Indigente (FREI) — atual Fundação de Ação Social (FAS)[19], "destinada a dar assistência e possibilidades de recuperação aos pobres e desajustados sociais"[20].

Criou a Companhia de Habitação Popular de Curitiba (COHAB-CT), em maio de 1965[21], para implementar a política habitacional do município. O primeiro conjunto construído pelo poder público foi a Vila Nossa Senhora da Luz[22], na Cidade Industrial. Com 2,1 mil casas, o empreendimento foi entregue para a população em 1966, com a presença do presidente da República Humberto Castelo Branco[23].

Sua administração realizou ainda um amplo conjunto de obras de mobilidade e infraestrutura urbana, como o alargamento das avenidas Marechal Deodoro, Marechal Floriano, Rua XV de Novembro, Rua Cruz Machado e outras vias menores. Também promoveu a instalação de áreas exclusivas para pedestres na Travessa Oliveira Belo e na Praça Zacarias, além da realização de obras nos cursos d’água que atravessam o centro da cidade [24].

Planejamento Urbano de Curitiba

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Viabilizou a elaboração do Plano Diretor da cidade, por meio de um convênio com a Companhia de Desenvolvimento Econômico do Paraná (Codepar). O Plano Preliminar de Urbanismo (PPU) foi conduzido pela empresa Serete, sob coordenação do urbanista Jorge Wilheim.[25]

Com foco na organização do uso do solo e sistema viário, o plano previa também a criação de áreas verdes, zoneamento urbano, revitalização do centro e melhoria da circulação.[25]

Destacou-se o caráter participativo do processo: em julho de 1965, o plano foi amplamente discutido com a sociedade civil por meio do seminário Curitiba do Amanhã, que reuniu moradores, estudantes, professores, entidades de classe e representantes de bairros [26].

Para acompanhar os trabalhos, foi criada uma comissão técnica multidisciplinar, que deu origem à Assessoria de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Appuc). Em 1º de dezembro de 1965, a Appuc foi transformada no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), responsável pela implementação e acompanhamento do Plano Diretor aprovado pela Câmara Municipal de Curitiba em julho de 1966[27].

"Impulso Dois" e renúncia

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Com o golpe civil-militar de 1964, as eleições para prefeitos das capitais estaduais e de municípios considerados estratégicos passaram a ser realizadas de forma indireta. Nessas localidades, os prefeitos eram indicados pelos governadores e seus nomes submetidos à aprovação das assembleias legislativas estaduais. [28][29]

O governador Paulo Pimentel indicou Ivo Arzua Pereira para um segundo mandado. [30] A eleição pela Assembleia Legislativa do Paraná ocorreu em 29 de novembro de 1966 [31] e a posse em 1º de dezembro. [32] Convidado para assumir o Ministério da Agricultura, Ivo Arzua renunciou ao cargo em 14 de março de 1967.

Ministério da Agricultura (1967–69)

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Em 1967, Ivo Arzua Pereira foi nomeado Ministro da Agricultura pelo presidente Artur da Costa e Silva, durante o regime militar brasileiro. À frente da pasta, conduziu reformas e projetos voltados ao fortalecimento da agropecuária nacional. Um de seus principais legados foi a elaboração da Carta de Brasília, documento que estabeleceu as diretrizes para o planejamento estratégico do setor agrícola[33].

Durante sua gestão, promoveu a criação do Instituto de Pesquisa Agropecuária, incentivou a aviação agrícola em cooperação com o Ministério da Aeronáutica e viabilizou a construção do Centro Regional de Telecomunicações Meteorológicas da América Latina[34].

Em 1969, apresentou ao presidente Costa e Silva um plano de reforma agrária que propunha a reestruturação do IBRA e do INDA, recomendando também a criação de um grupo executivo para coordenar a reforma e a abertura de crédito adicional ao IBRA. A proposta resultou na fusão dos dois órgãos, criando o INCRA, responsável por centralizar as ações da reforma agrária no país[35].

Voto no AI-5 e posição posterior

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Durante a reunião do Conselho de Segurança Nacional, em 13 de dezembro de 1968, o então ministro da Agricultura, Ivo Arzua Pereira, apresentou voto a favor, com ressalvas, pela adoção do Ato Institucional n.º 5. Em seu voto, declarou apoio ao presidente Artur da Costa e Silva e às Forças Armadas, defendendo que o AI-5 deveria ter vigência temporária para restaurar a ordem pública, e que fosse seguido por uma nova Constituição elaborada por uma Assembleia Constituinte específica e não vinculada ao Congresso Nacional.[36]

Segundo Arzua, a decisão foi tomada diante de relatórios dos órgãos de segurança que indicavam a iminência de atentados, sequestros e ações armadas de grupos opositores ao regime, o que, segundo ele, gerou consenso entre os ministros sobre a adoção da medida. O único voto contrário foi o do então vice-presidente Pedro Aleixo.[36]

Arzua afirmou que suas condições para apoiar o AI-5 incluíam que sua vigência fosse de curto prazo e que se convocasse uma Assembleia Constituinte para elaborar uma nova Constituição. Ele preparou um discurso escrito para expressar essas condições e sua preocupação com a gravidade do momento, referindo-se à decisão como um “encontro com a verdade nacional”.[37][38]

Anos mais tarde, desligou-se da ARENA e passou a integrar a Frente Nacional de Redemocratização, posicionando-se publicamente a favor da revogação do AI-5 e da restauração do Estado democrático de direito. Arzua afirmou não se arrepender de seu voto, mas declarou ter se sentido frustrado, da mesma forma que Costa e Silva, com os rumos autoritários que o regime assumiu após a edição do ato.[37][38]

Outras funções

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Telecomunicações do Paraná (1969-71)

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Assumiu a função de diretor-presidente da Telecomunicações do Paraná (TELEPAR), por indicação do governador Paulo Pimentel, em dezembro de 1969, um mês após deixar o Ministério da Agricultura. Foi responsável por iniciativas significativas para modernizar e expandir os serviços de telecomunicações no estado. Arzua teve como objetivos principais resolver problemas como a ampliação da rede urbana de Curitiba, a implantação da rede de micro-ondas, o funcionamento da Central Interurbana e a implementação do sistema de Discagem Direta à Distância (DDD). [39]

Durante sua presidência, o estado do Paraná foi um dos pioneiros na implantação do sistema de DDD no país. As cidades de Curitiba, Paranaguá e Ponta Grossa se beneficiaram do novo sistema em 1970, mesmo ano que São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, as três primeiras cidades brasileiras que receberam o DDD.[40][41] Além disso, Arzua também presidiu o Fundo Nacional de Telefones, órgão responsável pelo financiamento de projetos de infraestrutura de telecomunicações em todo o país.

Instituto de Previdência do Estado do Paraná (1982-83)

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Em agosto de 1982, Ivo Arzua Pereira assumiu o cargo de superintendente do Instituto de Previdência do Paraná (IPE), por indicação do governador José Hosken de Novaes.[42] Durante sua gestão, promoveu a reorganização administrativa e financeira do instituto, ampliou a frota de ambulâncias[43] e expandiu a atuação da entidade no interior do estado, por meio da criação de coordenadorias regionais, em Apucarana, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Paranaguá e Paranavaí. [44][45]

Vida acadêmica e social

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Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), entre 1961 e 1963, Ivo Arzua Pereira liderou a reforma dos estatutos da entidade, defendeu a remuneração justa dos engenheiros no Estado e impulsionou as obras da sede do Instituto. [46] Anos depois, foi eleito o "Engenheiro do Ano 2000" pela mesma entidade. [47] Em 1994, tomou posse na Academia Nacional de Engenharia (ANE), na cadeira 186.[48] Com a criação da Academia Paranaense de Engenharia, em 2019, tornou-se patrono da cadeira 20.[49] Também presidiu o Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR) no ano de 1986.[50]

Prestou serviços voluntários como associado ao Rotary Club de Curitiba Oeste, como presidente no período 1973-74[51] e Governador do Distrito 464 do Rotary International no período 1976-77.[52] Também é patrono da Academia Brasileira Rotária de Letras (ABROL), cadeira 29,[53] e da Academia Brasileira Rotária de Letras – Paraná, cadeira 6.[54]

Foi presidente do Santa Mônica Clube de Campo, entre 1979 e 1983.[55]

Provedor da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, entre 1984 e 1994 [56], foi responsável por superar uma grave crise financeira que assolava a instituição [57]. Por sua atuação, ficou conhecido como o “Grande Provedor da Reconstrução”, sendo lembrado por liderar importantes transformações no hospital. [58]

Idealizou e fundou a Academia de Cultura de Curitiba - ACCUR, em 1992, com o objetivo de congregar intelectuais e artistas que possam estimular e expandir a cultura paranaense. [59]. Foi membro do Centro de Letras do Paraná [60]e do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.

Foi também fundador e diretor do Movimento Pró-Paraná, entidade sem fins lucrativos criada em 2001, voltada à integração de interesses da sociedade paranaense junto aos poderes públicos e à promoção do desenvolvimento social, cultural e econômico do estado.[61]

Obras publicadas

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  • Moradia ... Esperança e Desafio: 1965
  • A Estratégia do Grande Impulso: 1970
  • Com Licença , Senhor Candidato: 1983
  • Há que Continuar Semeando: 1983
  • A Epopeia das Misericórdias: 1993 - 1a Ed; 1994 - 2a Ed; 2000 - 3a Ed
  • Um Sopro da Eternidade: 1995 et Arnaldo Arzua Pereira
  • O Jubileu Cristianismo Ano 2000 e a Bula Inter Gravíssimas: 1999
  • No Século XXI e no III Milênio, Há Que Continuar Semeando...: 2001

Referências

  1. «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Presidência da República Portuguesa. Consultado em 25 de abril de 2025 
  2. «Prefeito receberá comenda da Espanha». Diário da Tarde. Consultado em 5 de maio de 2025 
  3. «Ordem do Mérito Aeronáutico - Relação de Agraciados» (PDF). Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira (pdf). Consultado em 5 de setembro de 2023 
  4. «Ordem do Mérito Naval». Correio da Manhã. Consultado em 5 de maio de 2025 
  5. «Ordem do Mérito Militar». Secretaria-Geral do Exército. Consultado em 25 de abril de 2025 
  6. Morre o ex-prefeito de Curitiba Ivo Arzua Pereira Jornal Gazeta do Povo - acesso em 9 de setembro de 2012
  7. Gazeta do Povo (29 de março de 2011). «O Ippuc precisa ouvir o povo - Ivo Arzua Pereira, engenheiro civil, administrador e ex-prefeito de Curitiba». Consultado em 21 de junho de 2012 
  8. Wille, José. «O ex-ministro Ivo Arzua relembrava os bastidores do período militar». jws.com.br. Consultado em 27 de janeiro de 2022 
  9. Wille, José (maio de 1997). «Memórias do ex-ministro Ivo Arzua sobre a política nacional». Memória Paranaense. Consultado em 15 de maio de 2025 
  10. Jornal Comunicação (23 de setembro de 2009). «Série Ex-Prefeitos: Entre a ditadura e a democracia». Consultado em 21 de junho de 2012. Arquivado do original em 19 de abril de 2009 
  11. «Família Arzua aguarda eleição com confiança». Curitiba. Última Hora: capa. 3 de outubro de 1962. Consultado em 16 de maio de 2025 
  12. Ary de Carvalho (31 de março de 1962). «Indicação acertada [opinião]». Curitiba. Última Hora: capa. Consultado em 16 de maio de 2025 
  13. «Ivo Arzua: o Prefeito que idealizou a Curitiba que você conhece hoje». Gazeta do Povo. 14 de outubro de 2020. Consultado em 15 de maio de 2025 
  14. «Arzua anuncia novos métodos de governo: companhia mista para saneamento e obras». Curitiba. Última Hora: capa. 18 de abril de 1963. Consultado em 15 de maio de 2025 
  15. Curitiba S/A (ed.). «Curitiba S.A. foi criada em 21 de agosto de 1963, inicialmente chamada de Companhia de Urbanização e Saneamento de Curitiba». Consultado em 4 de outubro de 2021 
  16. Portal Leis Municipais (ed.). «INSTITUI O FUNDO DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO, CRIA A COMPANHIA DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO DE CURITIBA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS, NA FORMA QUE ESPECIFICA». Consultado em 4 de outubro de 2021 
  17. «Primeira escola da rede municipal de ensino de Curitiba celebra 60 anos». Prefeitura Municipal de Curitiba. 23 de março de 2023. Consultado em 16 de maio de 2025 
  18. Fernandes, José Carlos (10 de outubro de 2013). «O "Papa" da Vila Leão». Gazeta do Povo. Consultado em 16 de maio de 2025 
  19. «Histórico da Fundação de Ação Social». Fundação de Ação Social de Curitiba. Consultado em 16 de maio de 2025 
  20. Portal Leis Municipais (ed.). «INSTITUI A FUNDAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DO INDIGENTE.». Consultado em 23 de maio de 2025 
  21. Portal Leis Municipais (ed.). «AUTORIZA A PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E A COMPANHIA DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO DE CURITIBA (URBS), A PARTICIPAREM DA COMPANHIA DE HABITAÇÃO DE CURITIBA (COHAB-CT), SUBSCREVENDO SUA COTA NO CAPITAL DA COMPANHIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS». Consultado em 16 de maio de 2025 
  22. Milagre da vila Jornal Gazeta do Povo - edição comemorativa de n° 30.000 - acessado em 8 de dezembro de 2012
  23. «O abraço». Curitiba. Diário da Tarde: capa. 12 de novembro de 1966. Consultado em 16 de maio de 2025 
  24. «O Senhor Prefeito». Gazeta do Povo. 15 de setembro de 2012. Consultado em 15 de maio de 2025 
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  27. Portal Leis Municipais (ed.). «INSTITUI O PLANO DIRETOR DE CURITIBA E APROVA AS SUAS DIRETRIZES BÁSICAS, PARA ORIENTAÇÃO E CONTROLE DO DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO MUNICÍPIO, REVOGANDO AS LEIS Nº 1875/60; 1951/60; 1908/60; 2100/61; 2123/61; 2154/62.». Consultado em 16 de maio de 2025 
  28. FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EdUSP, 2006
  29. GASPARI, Elio. A ditadura envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002
  30. «Paulo indica Ivo para prefeito». Curitiba. Diário da Tarde: 6. 18 de novembro de 1966. Consultado em 16 de maio de 2025 
  31. «Assembleia aprovou indicação de Ivo Arzua para a Prefeitura Municipal». Curitiba. Diário da Tarde: 8. 30 de novembro de 1966. Consultado em 16 de maio de 2025 
  32. «Posse de Ivo será hoje». Curitiba. Diário da Tarde: 9. 1 de dezembro de 1966. Consultado em 16 de maio de 2025 
  33. «TBT IEP – Eng.º Ivo Arzua Pereira (in memoriam)». Instituto de Engenharia do Paraná. 2022. Consultado em 15 de maio de 2025 
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Ligações externas

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Severo Gomes
Ministro da Agricultura do Brasil
1967 — 1969
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Luís Fernando Cirne Lima