Movimento Brasil Livre

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Movimento Brasil Livre
(MBL)
Fundação 1 de novembro de 2014 (3 anos)
Tipo movimento político
Estado legal Ativo
Propósito Divulgação do liberalismo [1]
Sede São Paulo,  São Paulo
Línguas oficiais Português
Organização Kim Kataguiri[2]
Renan Santos[3]
Fernando Holiday
Sítio oficial mbl.org.br

O Movimento Brasil Livre (MBL) é um movimento político brasileiro que defende o liberalismo econômico e o republicanismo, ativo desde 2014. Em seu manifesto, cita cinco objetivos: "imprensa livre e independente, liberdade econômica, separação de poderes, eleições livres e idôneas e fim de subsídios diretos e indiretos para ditaduras".[4] De acordo com o jornal The Economist, o grupo é composto por aderentes do thatcherismo e foi fundado "para promover respostas do livre mercado aos problemas do país".[5] Para o jornal El País, apesar de sua aparência, a ação do movimento é eminentemente anti-petista,[6] aspecto que vem sendo repetidamente notado.[7][8][9][10] O movimento está posicionado à direita do espectro político.[11][12]

O MBL surgiu ao final de 2014 com a organização de duas manifestações nos estados brasileiros de São Paulo e Rio Grande do Sul em apoio às investigações da Operação Lava Jato e por mais liberdade de imprensa.[1] Em 2016, combinou forças com as bancadas evangélica e ruralista do Congresso por uma agenda de Estado mínimo, reforma trabalhista, ajuste fiscal e redução da maioridade penal.[13] Com sede nacional em São Paulo, o movimento realizou frequentes protestos a favor do impeachment de Dilma Rousseff e ações políticas em todo país. Inicialmente, a estratégia política do MBL foi pela convocação das manifestações dos dias 15 de março e 12 de abril de 2015,[14] embora esse aspecto tenha sido posteriormente minimizado,[15] a fim de auxiliar o governo na promoção de estratégias impopulares relacionadas às reformas trabalhistas e previdenciárias.[16][17]

Formado em sua maioria por jovens com menos de trinta anos, seus integrantes são conhecidos pelo gosto pelo rock, pelo estilo de suas roupas e por seus discursos incisivos, sendo comparados pela revista Exame a uma startup que nasceu para fazer protestos.[18] Segundo a revista Época, nos protestos de 16 de agosto de 2015, Kim Kataguiri e Fernando Holiday, duas lideranças do movimento, foram recebidos pela população participante como estrelas da política brasileira.[19]

História

Fundação

O MBL surgiu em 1º de novembro de 2014, quando promoveu sua primeira manifestação, reunindo cerca de 5.000 pessoas no Museu de arte de São Paulo (Masp) pela investigação e punição dos envolvidos no escândalo apurado pela Operação Lava Jato, e pela liberdade de imprensa, depois da sede do Grupo Abril ter sido vandalizada em outubro do mesmo ano.[20]

Manifestações contra o governo Dilma Rousseff

Protestos que o MBL ajudou a convocar e nos quais esteve presente.

O MBL participou das manifestações populares que ocorreram em diversas regiões do Brasil e que tiveram como principais objetivos protestar contra o Governo Dilma Rousseff e a corrupção.[21][22][23] Essas manifestações reuniram centenas de milhares de pessoas nos dias 15 de março, 12 de abril e 16 de Agosto[24] e, segundo algumas estimativas, foram a maior mobilização popular no país desde o início da Nova República.[25][26] No dia 15 de março, ocorreram protestos em todos os estados brasileiros, em ao menos 160 cidades.[27] Os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro registraram as maiores adesões, enquanto os estados do Norte e do Nordeste tiveram menor índice de participação.[25] Em Palmas, por exemplo, não houve protestos.[28] Também foram registrados protestos em seis cidades do exterior: Buenos Aires, Londres, Lisboa, Miami, Montreal e Nova York.[29][30][31] As estimativas totais de participantes variam. Enquanto as polícias militares estimam entre 1 400 000 e 2 400 000, outras fontes afirmam que estiveram presentes 3.600.000 pessoas.[27]

Marcha pela Liberdade

Após as últimas manifestações, o MBL iniciou uma marcha de São Paulo até Brasília, pleiteando o impeachment de Dilma Rousseff. Chamada de "Marcha pela Liberdade", saiu de São Paulo no dia 24 de abril e percorreu três estados e mais de mil quilômetros, ao longo de 33 dias, chegando a Brasília em 27 de maio.[32] No Congresso Nacional, ingressaram com um pedido de impeachment contra a presidente.[32] Os manifestantes foram recebidos por líderes da oposição no Congresso Nacional e, em seguida, se reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Durante a marcha, Kim Kataguiri, um dos líderes do MBL sofreu um acidente quando um motorista embriagado atingiu o carro que dava apoio ao grupo na estrada.[32]

Posicionamentos

O MBL se define como um movimento liberal e republicano.[33][34][35][36] Em seu manifesto, o MBL cita cinco objetivos: "imprensa livre e independente, liberdade econômica, separação de poderes, eleições livres e idôneas e fim de subsídios diretos e indiretos para ditaduras".[37] Posiciona-se em diversas áreas conforme:

Educação

O movimento apoia a Escola sem Partido, a nível estadual e municipal; a legalização do ensino domiciliar; a redução de impostos para escolas privadas; entre outras propostas.[38]

Saúde

Extinção de todos os tributos sobre medicamentos ou aparelhos médicos, abertura do mercado hospitalar a empresas estrangeiras, desburocratização de operadoras de plano de saúde, entre outros.[38]

Reforma Política

A reforma política defendida pelo MBL inclui, entre outros, os seguinte itens:[38][39]

  • Proibição de publicidade de empresas públicas e economia mista monopolistas.
  • Revogação da Lei Rouanet
  • Voto distrital misto
  • Fim do voto obrigatório
  • Fim do fundo partidário
  • Diminuição no número de deputados
  • Eleição para suplente de Senador
  • Fortalecimento do federalismo
  • Fim da reeleição
  • Mandato de 5 anos para o Executivo
  • Fim do alistamento militar obrigatório

Sistema Econômico

O MBL defende a eliminação dos controles de salários, preços, aluguéis, lucros, produção e juros; fim do favorecimento público a setores privados da economia; plena liberdade econômica; fim dos monopólios estatais; privatização das empresas públicas e sociedades de economia mista; fim da interferência governamental nas relações trabalhistas com total liberdade entre as partes; liberdade de organização sindical; livre mercado com circulação de bens, produtos e serviços."[40]

Ideologia

Em seu manual, o movimento cita como referências teóricas o liberalismo conservador de Meira Penna, a doutrina econômica de Friedrich Hayek e Ludwig von Mises, a defesa do império da lei de Frédéric Bastiat e a ciência política de Eric Voegelin, Edmund Burke, Russell Kirk e de Ortega y Gasset.[41]

Pautas

Antigas (ou alcançadas)

2014-atualidade

Fixa

Congressos

O movimento realiza no final de cada ano um Congresso.

1º Congresso

O movimento realizou o seu primeiro Congresso nos dias 28 e 29 de novembro de 2015, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. O Congresso teve apenas caráter deliberativo, e não decisivo. Se debateu lançou as pautas do movimento no evento.[55]

2º Congresso

O Congresso ocorreu em novembro de 2016, contando com uma platéia de mais de 400. Algumas das personalidades que participaram foram o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, o deputado federal Darcísio Perondi (PMDB-RJ), o ministro da educação Mendonça Filho, o prefeito eleito de São Paulo, João Doria, a advogada Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, e o humorista Danilo Gentili. O dinheiro arrecadado em uma vaquinha online para financiar o evento arrecadou apenas 13% da meta.[56][55]

3º Congresso

O 3º Congresso do MBL ocorreu nos dias 11 e 12 de novembro de 2017. Entre os palestrantes se destaca os senadores Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e José Medeiros (PSD-MT), os deputados da bancada evangélica Marco Feliciano (PSC-SP) e Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), o vereador Fernando Holiday (DEM-SP), o filósofo Luiz Felipe Pondé e o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha. Também participaram os prefeitos de São Paulo e Porto Alegre, respectivamente, João Doria e Nelson Marchezan Jr.[57]

O congresso ocorreu em um salão para 600 pessoas do World Trade Center, em São Paulo.[58]

Foi debatido sobre o que chamam de "patrulhamento" do politicamente correto e sobre o excesso de leis no Brasil. As pautas giravam em torno da defesa do liberalismo econômico, das críticas ao PT e à esquerda e do apoio às reformas conduzidas pelo governo Michel Temer.[59]

O MBL resslantou durante o Congresso algumas conquistas, tais como a aprovação da reforma trabalhista e o fim do imposto sindical[58] Não foi definido o candidato que o movimento vai apioiar para as eleições presidenciais de 2018.[60]

Coordenadores

Kim Patroca Kataguiri

Ver artigo principal: Kim Kataguiri
Kim, durante a defesa da então presidente afastada Dilma Rousseff em sua sessão de julgamento do impeachment.

Nascido em 28 de janeiro de 1996, é um ativista brasileiro e um dos fundadores e líderes do MBL, forte opositor ao Partido Dos Trabalhadores. Kataguiri é neto de imigrantes Japoneses. Seu pai é um ex-serralheiro.[61]

Em outubro de 2015, a revistaTIME classifica Kataguiri como um dos adolescentes mais influentes do mundo naquele ano.[62] É ex-colunista do jornal Folha de S.Paulo[63] e do The Huffington Post Brasil.[64]

Holiday, kataguiri, Bia Kicis, Carla Zambelli e Joice Hasselmann no Senado Federal.

Fernando Holiday

Ver artigo principal: Fernando Holiday

Fernando Silva Bispo, mais conhecido como Fernando Holiday, é um dos coordenadores do MBL e foi eleito para vereador de São Paulo nas eleições municipais de 2016 pelo DEM. Ele é o mais jovem vereador que a cidade já teve.[65]

Conhecido por defender bandeiras como o fim das cotas raciais, o fim do Dia da Consciência Negra e o fim da Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial de São Paulo,[66][67] Fernando Silva Bispo, eleito vereador em São Paulo, foi chamado por Rui Costa Pimenta de "fascista"[68] e por Tico Santa Cruz de "capitão do mato".[69] Fernando acusa seus detratores de racismo e defende o engajamento político de negros e pobres no Brasil.

Renan Antônio Ferreira dos Santos

Empresário, coordenador nacional do Movimento Brasil livre,[70] foi filiado ao PSDB de 2010 a 2015. Segundo o UOL, Renan é réu em mais de 60 processos de ações cíveis e trabalhistas[55] e vem sendo alvo de complicações legais desde 1998, quando tinha apenas 14 anos de idade. Responde por fechamento fraudulento de empresas, dívidas fiscais, fraude contra credores, calote em pagamento de dívidas trabalhistas e ações de danos morais, que totalizam um montante de R$ 4,9 milhões. Em entrevista ao UOL, Renan admite que deve, mas afirma que essas pendências provém de sua atuação como empresário, e são geradas "pela dificuldade que existe na atividade empresarial no Brasil". Boa parte dos processos foi julgada à revelia do réu, isto é, o tempo para a empresa se defender passou sem que eles se manifestassem e a cobrança realizada na Justiça não obteve sucesso porque os tribunais não encontram valores nem nas contas das empresas, nem nas de seus proprietários.[55]

Controvérsias

Durante a discussão do processo de impeachment pela Câmara dos Deputados, em 16 de abril de 2016, quando o acesso à Câmara estava restrito, os líderes Kim Kataguiri, Renan Santos e Rubens Nunes entraram no plenário com crachás fornecidos irregularmente pelos deputados oposicionistas Darcísio Perondi (PMDB-RS) e Pauderney Avelino, líder do DEM.[71]

Financiamento por capital estrangeiro

O financiamento do MBL tem sido repetidamente questionado, uma vez que o grupo não revela de forma transparente a origem de seus recursos.[72] A deputada federal Jandira Feghali acusou, em entrevistas, o movimento de receber financiamento internacional.[73] O financiamento do MBL é supostamente ligado aos irmãos Koch (David e Charles Koch).[74][75] Por outro lado, os responsáveis pelo MBL afirmam que ele é mantido pela contribuição financeira de seus seguidores, por recursos pessoais e por doações de empresários, para promover seus atos e divulgá-los nas redes sociais.[76] Entretanto, Kim Kataguiri confirma que coordenadores do MBL receberam treinamento no Students for Liberty, organização que é financiada pelos irmãos Koch.[77]

MBL e partidos políticos

Na época de sua fundação o movimento se declarava apartidário, mas gravações de áudio reveladas em 2016 pelo portal UOL em matéria assinada pelo jornalista Vinicius Segalla mostram o líder do MBL afirmando que receberam ajuda de partidos políticos de oposição ao Governo Dilma Rousseff como DEM, PMDB, PSDB, e Solidariedade.[78] Em sua defesa o MBL afirmou que os áudios estão "fora do contexto" e "distorcidos". O colunista Reinaldo Azevedo acusou o UOL de agir com má-fé, uma vez que, de acordo com o blogueiro, o portal estaria tentando transformar "uma parceria clara, necessária e admitida numa espécie de relação escusa".[79]

O blogueiro de direita, Luciano Yan, divulgou um áudio em que o jornalista Segalla foi flagrado demonstrando que ele contatou um dos membros do MBL sem procurar informações de como o movimento realmente funcionava. Em vez disto, buscou uma informação vinda de uma “célula dissidente”, com a qual o comando central havia tido um desentendimento na busca de pessoas que se desentenderam com o MBL.[80] O UOL atualizou a noticia e afirmou que: "no entanto, os coordenadores do movimento negociaram e pediram ajuda a partidos pelo menos a partir deste ano. Atualmente, o MBL continua com as campanhas de arrecadação nos seus canais de comunicação, mas se define como "suprapartidário"."[78]

Queermuseu e La Bête

O MBL fez críticas à exposição de arte Queermuseu e à peça teatral La Bête, acusando-os de incentivar a pedofilia e por blasfêmia. Por essa razão, o movimento foi acusado pelos críticos de tentar censurar a arte. O Santander Cultural, patrocinador do Queermuseu, se viu obrigado a recuar e fechou antecipadamente a exposição e emitiu uma nota de esclarecimento.[81][82]

Ver também

Referências

  1. a b Frederico Vitor (16 de maio de 2015). «O que querem os jovens de direita que marcham rumo a Brasília?». Jornal Opção. Consultado em 29 de julho de 2017 
  2. Zalis, Pieter; Gonçalves, Eduardo (11 de março de 2015). «Quais são e como pensam os movimentos que vão para a rua contra Dilma no domingo». Veja. Abril. Consultado em 16 de março de 2015 
  3. Gonzato, Marcelo (13 de março de 2015). «Quais são e como pensam os movimentos que vão para a rua contra Dilma no domingo». Veja. Consultado em 18 de março de 2015 
  4. «CPI dos Crimes Cibernéticos vai ouvir Movimento Brasil Livre». JusBrasil. Consultado em 17 de dezembro de 2016 
  5. «Niche no Longer». The Economist. 28 de fevereiro de 2015. Consultado em 19 de junho de 2015 
  6. País, Ediciones El (12 de dezembro de 2014). «Não é uma banda de indie-rock, é a vanguarda anti-Dilma». EL PAÍS 
  7. «Movimentos anti-PT atacam Rodrigo Maia | Panorama Político - O Globo». Panorama Político - O Globo. Consultado em 5 de dezembro de 2016 
  8. «Anti-PT, movimento Brasil Livre deve lançar candidatos pelo DEM em 2016» 
  9. «Em carro do MBL, João Dória diz que sentimento no país é anti-PT». Valor Econômico 
  10. HOLIDAY, Fernando. Palestra "O Brasil pós-impeachment" proferida na Universidade Livre UFABC no dia 18 de outubro de 2016. 2016.
  11. Amaral, Marina (23 de junho de 2015). «A nova roupa da direita». Pública: Agência de reportagem e jornalismo investigativo. Consultado em 23 de julho de 2017 
  12. Phillips, Dom (26 de julho de 2017). «Brazil's right on the rise as anger grows over scandal and corruption». the Guardian 
  13. «MBL, ruralistas e evangélicos se unem por agenda liberal». Folha de S.Paulo. Uol. Consultado em 18 de novembro de 2016 
  14. Gonzatto, Marcelo (14 de março de 2015). «Quem são os articuladores nacionais do protesto contra Dilma». Zero Hora. RBS. Consultado em 16 de março de 2015 
  15. http://brasileiros.com.br/2016/07/baixa-adesao-popular-une-mbl-e-vem-pra-rua-em-manifestacao-menor-pelo-impeachment/
  16. «Governo e MBL discutem estratégias para tornar medidas impopulares palatáveis». Congresso em Foco. Uol. 24 de setembro de 2016 
  17. «A direita abraça a rede». Pública. 22 de junho de 2015 
  18. Azevedo, Rita. «Conheça a startup que surgiu para fazer protestos». Exame. Abril. Consultado em 18 de agosto de 2015 
  19. «Líderes do Movimento Brasil Livre são recebidos como estrelas». Época. Globo. Consultado em 18 de agosto de 2015 
  20. Uribe, Gustavo; Lima, Daniela (1 de novembro de 2014). «Ato em São Paulo Pede Impeachment de Dilma». Folha de S.Paulo. Folha da manhã. Consultado em 13 de Julho de 2015 
  21. «Manifestações favoráveis ao impeachment de Dilma tomam conta de capitais e chegam na PB». PB Agora. 15 de março de 2015. Consultado em 15 de março de 2015 
  22. «Panorama das manifestações de 15 de março no Brasil». Agência Brasil. EBC. 15 de março de 2015. Consultado em 15 de março de 2015 
  23. «Protestos testam força do movimento anti-Dilma». DW. 14 de março de 2015. Consultado em 15 de março de 2015 
  24. Pellegrini, Marcelo. "Manifestações contra o governo encolhem em todo Brasil". Carta Capital. 12 de abril de 2015. Página visitada em 2 de junho de 2015.
  25. a b Coronato, Marcos; Vergotti, Marco (15 de março de 2015). «Manifestação anti-Dilma entra para a história». Época. Globo. Consultado em 15 de março de 2015 
  26. «Paulista reúne maior ato político desde as Diretas-Já, diz Datafolha». Folha de S.Paulo. Folha da manhã. 15 de março de 2015. Consultado em 15 de março de 2015 
  27. a b «Manifestantes protestam contra Dilma em todos os estados, DF e exterior». G1. Globo. 15 de março de 2015. Consultado em 15 de março de 2015 
  28. Sobrinho, Wanderley Preite. "Número de manifestantes no 15 de março causa polêmica". Carta Capital. 17 de março de 2015. Página visitada em 2 de junho de 2015.
  29. «Brasileiros no exterior fazem protestos contra o governo e a corrupção». Fantástico. Globo. 15 de março de 2015. Consultado em 16 de março de 2015 
  30. Felipe, Leandra (15 de março de 2015). «Brasileiros protestam em cidades norte-americanas». Empresa Brasileira de Comunicação. Consultado em 16 de março de 2015 
  31. Falcão, Iara (15 de março de 2015). «Brasileiros no Canadá protestam contra a corrupção no Brasil». Empresa Brasileira de Comunicação. Consultado em 16 de março de 2015 
  32. a b c Prazeres, Leandro. "Esvaziada, marcha que saiu de SP para pedir impeachment chega ao Congresso". UOL. Folha da manhã, 27 de maio de 2015. Página visitada em 2 de junho de 2015.
  33. «O que querem os jovens de direita que marcham rumo a Brasília? - Jornal Opção». Jornal Opção. 16 de maio de 2015. Consultado em 27 de maio de 2016 
  34. «Não é uma banda de indie-rock, é a vanguarda anti-Dilma». EL PAÍS. 12 de dezembro de 2014. Consultado em 27 de maio de 2016 
  35. «Teen Libertarian Is Face of Brazil's Young Free-Market Right». The New York Times. The Associated Press. 30 de março de 2015. Consultado em 31 de março de 2015 
  36. Ney, Thiago (12 de março de 2015). «Roqueiro e ativista na web, líder anti-Dilma defende privatizar saúde e educação». Último segundo. iG São Paulo. Consultado em 16 de março de 2015 
  37. «No que acreditamos». Movimento Brasil Livre. Consultado em 16 de março de 2015 
  38. a b c «Propostas Aprovadas» (PDF). Primeiro Congresso do Movimento Brasil Livre. Consultado em 28 de janeiro de 2017 
  39. «Reforma Política» (PDF). Movimento Brasil Livre. Consultado em 10 de fevereiro de 2017 
  40. Movimento Brasil Livre (2015). Manual do Movimento Brasil Livre. [S.l.: s.n.] 
  41. Manual do Movimento Brasil Livre. [S.l.]: Movimento Brasil Livre. 2015 
  42. a b «Em São Paulo, manifestantes apoiam Lava Jato e gritam "Fora, Renan"». Agência Brasil. EBC. Consultado em 5 de dezembro de 2016 
  43. «Grito de "Fora, Renan" domina manifestações pelo Brasil em defesa da Lava Jato». EL Pais. 5 de dezembro de 2016. Consultado em 5 de dezembro de 2016 
  44. a b c d e f g h i j Brasil, Felipe Moura. «"Impeachment já!" Veja as 10 exigências do Movimento Brasil Livre na 'Marcha Pela Liberdade' até Brasília». Veja. Abril. Consultado em 6 de julho de 2015 
  45. Zalis, Pieter; Gonçalve, Eduardo (11 de março de 2015). «Quais são e como pensam os movimentos que vão para a rua contra Dilma no domingo». VEJA.com. Consultado em 18 de novembro de 2016 
  46. a b «Fernando Holiday: 'Cotas incentivam o racismo, são prejudiciais para o Estado e para os negros'». Brasilpost. 18 de novembro de 2016. Consultado em 20 de novembro de 2016 
  47. «MBL monta contraofensiva para desocupar escolas no Paraná». El Pais. Consultado em 20 de novembro de 2016 
  48. Moacir Moreira (29 de outubro de 2016). «MBL de SC promove ações para desocupação das escolas invadidas». DC. Consultado em 20 de novembro de 2016 
  49. «MBL, pais e alunos impedem invasão de escola em Florianópolis». Jornal Livre. 1 de novembro de 2016. Consultado em 20 de novembro de 2016 
  50. «Movimento Brasil Livre pede impeachment de Lewandowski». G1. Globo.com. 6 de setembro de 2016. Consultado em 20 de novembro de 2016 
  51. Fernando Rodrigues. «Depois do recesso, Câmara discutirá fim do foro privilegiado para políticos». Uol. Consultado em 24 de novembro de 2016 
  52. «MBL acerta no frame ao convocar manifestação de hoje». Ceticismo político. 22 de novembro de 2016. Consultado em 24 de novembro de 2016 
  53. Marcella Fernandes. «A hashtag #AnistiaCaixa2NAO uniu MBL, Bolsonaro e PSOL». Brasil Post. Consultado em 26 de novembro de 2016 
  54. «Juízes e procuradores vão participar de protesto na Av. Paulista». VEJA. Abri. 2 de dezembro de 2016. Consultado em 7 de maio de 2017 
  55. a b c d «Congresso do MBL em São Paulo terá palestras de políticos aliados». Folha de S.Paulo  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome ":0" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  56. «Em congresso, MBL tenta ser descolado para defender direita». Folha de S.Paulo 
  57. «Moral e costumes entram em foco em congresso do MBL». Folha de S.Paulo 
  58. a b «Em fórum, MBL mira ampliação de bancada conservadora suprapartidária - 12/11/2017 - Poder - Folha de S.Paulo». m.folha.uol.com.br 
  59. «Brasil está ficando muito chato, diz senador em congresso do MBL». Folha de S.Paulo 
  60. Online, O POVO. «MBL se organiza no Ceará e pode apoiar candidatos nas eleições de 2018». www.opovo.com.br 
  61. «Meet the Teen Spearheading Brazil's Protests Against its President». Time. 27 de outubro de 2015 
  62. «The 30 Most Influential Teens of 2015: Kim Kataguiri, 19». Time. 27 de outubro de 2015 
  63. «Folha de S.Paulo anuncia seu novo colunista: Kim Kataguiri». Portal Fórum. 18 de janeiro de 2016. Consultado em 27 de janeiro de 2016 
  64. «Kim Kataguiri Coordenador Nacional do Movimento Brasil Livre». Huff Post Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2017 
  65. «Eleito mais jovem mora em 'cafofo' e se dividirá entre Câmara e faculdade». Consultado em 28 de janeiro de 2016 
  66. Diana Assunção (19 de setembro de 2016). «10 motivos para não votar em Fernando Holiday (MBL/DEM) para vereador em São Paulo» 
  67. «Vereador Fernando Holiday quer acabar com cotas raciais e revogar Dia da Consciência Negra». 5 de novembro de 2016 
  68. «Análise Política da Semana: como combater o fascismo». 19 de novembro de 2016 
  69. «Tico Santa Cruz cobra CPI para investigar contas do MBL». 27 de maio de 2016 
  70. «Renan Santos, do MBL: "A imprensa deveria parar de pedir que os lobos deem a sua opinião sobre os cordeiros" | VEJA.com». veja.abril.com.br. Consultado em 17 de maio de 2016 
  71. «Líderes do MBL entram na Câmara com crachás dados de forma irregular por oposição». UOL Notícias. Consultado em 8 de maio de 2016 
  72. Machado Da Costa; Aguirre Talento; Paula Reverbel (3 de abril de 2016). «Movimentos antigoverno não revelam origem e volume de suas receitas». Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de fevereiro de 2017 
  73. Brasil, Felipe Moura (15 de julho de 2015). «Kim Kataguiri, do MBL, rebate Jandira Feghali, do PCdoB, sobre "financiamentos" dos movimentos de rua». Veja. Abril. Consultado em 15 de agosto de 2015 
  74. El Pais (15 de março de 2015). «Três grupos organizam os atos anti-Dilma, em meio a divergências». EL PAÍS 
  75. Instituto Humanitas Unisinos. «Movimento Brasil Livre – MBL e junho de 2013. Uma franquia americana que depois do impeachment está presente no movimento Escola Sem Partido. Entrevista especial com Marina Amaral». www.ihu.unisinos.br. Consultado em 12 de dezembro de 2016 
  76. «#SalaSocial: Financiamento, remuneração e imagem: a estrutura dos grupos anti-Dilma». BBC Brasil. Consultado em 22 de abril de 2016 
  77. Don Phillips (26 de julho de 2017). «Brazil's right on the rise as anger grows over scandal and corruption» [A direita no Brasil cresce após escândalo e corrupção] (em inglês). The Guardian. Consultado em 28 de julho de 2017 
  78. a b «Áudios mostram que partidos financiaram MBL em atos pró-impeachment - Notícias - Política». Política. Consultado em 27 de maio de 2016 
  79. «Uma estupefaciente reportagem do UOL sobre o MBL: escandalização do nada». Revista Veja. 28 de maio de 2016. Consultado em 5 de julho de 2016 
  80. «Vaza ÁUDIO de jornalista do UOL conspirando para atacar MBL». Ceticismo Político. 28 de maio de 2016. Consultado em 4 de agosto de 2016 
  81. «Queermuseu: O dia em que a intolerância pegou uma exposição para Cristo». El país. Consultado em 9 de Outubro de 2017 
  82. Amauri Terto. «A resposta do Santander Cultural após cancelar exposição queer em Porto Alegre». huffpostbrasil.com 

Bibliografia

Ligações externas

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Movimento Brasil Livre