Reinaldo Azevedo

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Reinaldo Azevedo
Reinaldo Azevedo em entrevista em 2012
Nome completo José Reinaldo Azevedo e Silva
Nascimento 19 de agosto de 1961 (55 anos)
Dois Córregos, SP
Residência São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Jornalista, radialista, escritor
Principais trabalhos Contra o Consenso
O País dos Petralhas
Máximas de Um País Mínimo
O País dos Petralhas II
Religião Catolicismo

José Reinaldo Azevedo e Silva (Dois Córregos[1], 19 de agosto de 1961) é um jornalista político brasileiro, de orientação política liberal ou, segundo ele próprio declara, inserido no campo da direita liberal e democrática.[2][3]

Foi redator-chefe das revistas Primeira Leitura[4] e Bravo!, editor-adjunto de política da Folha de S.Paulo, coordenador de política da sucursal de Brasília do mesmo jornal e redator-chefe do jornal Diário do Grande ABC, de Santo André, entre 1991 e 1993. Foi articulista da revista Veja até 7 de outubro de 2009, quando escreveu seu último artigo para a revista. É também colunista no jornal Folha de S.Paulo,[5] e atua como comentarista especial do RedeTV! News na RedeTV!.[6] Teve por 12 anos seu blog hospedado no site da revista Veja, porém, em 23 de maio de 2017 decidiu rescindir contrato com a revista.[7][8]Na mesma data, pediu demissão da rádio Jovem Pan, onde fazia intervenções no Jornal da Manhã e comandava o programa Os Pingos nos Is.[9][10][11]

Biografia

Azevedo formou-se em jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo. Ele teria frequentado o curso de letras na Universidade de São Paulo (USP). Foi trotskista durante a ditadura militar no Brasil.[2] É mencionado entre os militantes da Liberdade e Luta (Libelu) tendo participado da militância esquerdista na clandestinidade quando jovem.[2] Já adulto, tornou-se um crítico do comunismo e das ideias socialistas.

Pontos de vista

Católico, discorda de certas posições não-dogmáticas que a Igreja Católica tem adotado como: a adoção de crianças por homossexuais (sendo favorável e a Igreja contra),[12][13] o celibato sacerdotal obrigatório (sendo contrário)[14], a união civil de homossexuais (favorável)[13]. Apoia a Igreja na defesa da condenação do aborto, incluídos os ditos anencéfalos.

Azevedo afirma a existência de imprensa estatal no Brasil e o financiamento público a blogueiros "chapas-brancas" sempre alinhados ao governo, neste momento da história, do PT. Com relação às ONGs:

É crítico de Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores, chegando a afirmar que "tudo o que é bom para o Brasil é ruim para o PT".[16]

Reinaldo Azevedo afirma que já na Primeira Leitura adotava uma postura crítica em relação a governos em geral, seja ao governo Fernando Henrique Cardoso, seja ao governo Lula: "Eu ataco este governo [Lula] como ataquei o outro [FHC], o problema é que o outro aceitava ser atacado, e este não aceita ser atacado porque acha que faz tudo certo."[17]

Denuncia também a ação de patrulheiros da informação e agentes de desinformação atuantes a serviço de partidos políticos (com destaque ao PT), em todos os meios de comunicação (jornais, tv, internet, etc.), pagos com dinheiro público, Em reportagem recente:

Apoia a plena liberdade de expressão.[19] Conforme declarou em entrevista a Cristina Camargo, do Instituto Millenium, considera-se "conservador, em termos americanos ou europeus".[20] Apoiou a Lei da Anistia no Brasil, declarada irreversível pelo Supremo Tribunal Federal, como um passo pela redemocratização do país. É crítico das altas indenizações monetárias concedidas a perseguidos políticos, com fundamento na ilegalidade do enriquecimento ilícito.

Entende a política econômica iniciada por Fernando Henrique Cardoso, continuada pelo governo Lula, teria sido a responsável pela estabilidade econômica, institucional e pelo desenvolvimento econômico que o Brasil viveu durante alguns anos, e que agora, nesta segunda fase da implementação do petismo, o governo Dilma, e o próprio petismo, estaria arruinando o País.

Quanto à descriminalização da maconha, em seu artigo sobre a decisão do STF quanto à liberdade de passeatas em defesa da maconha, afirma que:

Não deixa igualmente de criticar as posições de Marina Silva não acreditando no aquecimento global.[22]

Critica professores universitários e intelectuais de esquerda, tais como: Emir Sader, Marilena Chaui, Fábio Konder Comparato, Maria Victoria Benevides, entre outros.

Quando da invasão da reitoria da USP, em 2007, escreveu:

Em seu blog, Azevedo escreve sobre política mas também sobre literatura, religião, economia e os assuntos mais diversos. Lançou, em 2005, o livro denominado Contra o Consenso – Ensaios e Resenhas, que reúne 43 ensaios e resenhas, originalmente publicados entre 1998 e 2005 nas revistas Bravo! e Primeira Leitura, e no site desta última. Também publicou O país dos petralhas, em setembro de 2008. Perguntado, em entrevista concedida a Edney Silvestre na Globo News, em 3 de outubro de 2008, se esse seria um livro contra o Partido dos Trabalhadores, declarou que não, mas sim contra certos setores do PT.

Críticas e controvérsias

Em entrevista ao blogue de Paulo Henrique Amorim no iG, o cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira afirmou que obteve na Justiça o direito de cobrar uma multa de R$ 134 mil da revista Primeira Leitura e de seu editor, Reinaldo Azevedo, em função da não publicação do direito de resposta pela acusação de antissemitismo num artigo assinado pelo filósofo Roberto Romano. A revista foi fechada antes da decisão judicial.[24]

Reinaldo Azevedo, que costuma mediar os comentários em seu blogue, censurou três comentários de Renato Pacca, colunista do jornal O Globo, numa questão envolvendo Mario Sabino, ex-redator-chefe da revista Veja, e o escritor Paulo Coelho. O colunista do Globo, que afirma ter escrito comentários ponderados, ficou indignado com tal atitude ao mesmo tempo que agressões desqualificando Paulo Coelho foram publicadas sem qualquer restrição.

No caso Cesare Battisti, Celso Lungaretti, jornalista e ativista de esquerda radical, porta-voz do Comitê de Solidariedade a Cesare Battisti, acusou Reinaldo de movimentar jornais e revistas em defesa das pessoas assassinadas por Battisti e de apoiar a iniciativa do italiano Alberto Torregiani delas serem ouvidas pelo Supremo, o que é impossível já que tradicionalmente o tribunal não prevê depoimentos.[25]

A notar que segundo Reinaldo Azevedo, muitos de seus textos seriam distorcidos pelos seus detratores: Meus textos são copiados, copidescados pela ideologia, fragmentados, distorcidos, retirados do contexto, mutilados. Uma verdadeira festa de celebração paranóide.(...)Até que não me atribuam o que eu não disse e não usem o meu nome para causas particularistas, que não são as minhas, meus textos estão no mundo.(...)A minha praia é a liberdade.[26]

Foi alvo de críticas da jornalista Miriam Leitão que publicou um artigo sobre a "miséria do debate” brasileiro. Miriam afirma que “Pensamentos rasteiros, argumentos desqualificadores, ofensas pessoais, de nada servem. São lixo, mas muito rentável para quem o produz”, se referindo a Azevedo e ao colunista Rodrigo Constantino. A jornalista comentou que já foi alvo das "latidas" de Reinaldo Azevedo quando este escreveu um artigo em seu blog "Desculpe-se com o senador, Miriam", O senador ao qual Leitão devia um pedido de desculpas, na opinião de Azevedo, era Demóstenes Torres, aquele que renunciou ao mandato por envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.[27]

Olavo de Carvalho acionou judicialmente em 2016 a Editora Abril devido a comentários feitos por Reinaldo em blog mantido na página da Revista Veja, mas em primeira instância teve seu pedido de direito de resposta negado em duas ações.[28][29] Uma terceira ação tramita na Vara Criminal de Barueri, por injúria, contra o próprio jornalista.[30]

Em 12 de maio de 2017, o fundador do O Antagonista, Diogo Mainardi, publicou em seu Twitter a frase "Vai dar a bunda, Reinaldo", em resposta a uma publicação do Reinaldo Azevedo em seu blog na Veja, onde Mainardi era criticado. A hashtag criada a partir da frase entrou para os trending topics mundiais na rede de microblog.[31][32][33]

Críticas à Operação Lava Jato

No decorrer da Operação Lava Jato, a Polícia Federal encontrou no celular de Marcelo Odebrecht a seguinte mensagem: "Armadilha Bisol/contra-infos. RA? EA/Veja?". Trata-se de uma estratégia de contra-informação de Marcelo Odebrecht para manipular informações visando seu favorecimento no processo da Lava Jato. Suspeita-se que a os termos "RA" e "Veja" refiram-se a Reinaldo Azevedo e a Revista Veja, empresa para a qual trabalha Reinaldo.[34]

Em fevereiro de 2017, Reinaldo gravou um vídeo resposta para a jornalista Joice Hasselmann. Joice havia publicado um vídeo em que questiona e cobra o apoio deste jornalista em relação aos protestos agendados pelo Movimento Brasil Livre, então liderado por Fernando Holiday e Kim Kataguiri [35] ,que focavam na defesa da Operação Lava-Jato. Reinaldo em sua réplica, publicada em seu blog e no canal do Youtube do programa “Os Pingos nos Is” da rádio Jovem Pan, rechaçou as colocações de Joice Hasselmann, em que chamou a jornalista de “burra”, “xucra”, “plagiadora” e disse que sempre tinha vergonha de ficar ao lado dela.[36] Também a chamou de “Loira do Banheiro” e de a “(...) mais ignorante da extrema direita”. Ainda colocou em dúvida a credibilidade da jornalista ao invocar as acusações de plágio motivas pelo Conselho de Ética do Paraná, ligado ao Sindijor-PR, e também teceu críticas a sua atuação quando contratada da revista VEJA. O vídeo resposta de Reinaldo Azevedo, obteve mais de 200 mil visualizações e muitas negativas entre os internautas. Em vídeo tréplica, a jornalista prometeu processar criminalmente por injúria e difamação o colunista da Veja.[37][38][39]

O jornalista tem tecido reiteradas críticas a forma com que a Operação Lava Jato tem sido conduzida. Em seu blog no site da revista VEJA e em seu programa na Jovem Pan, Os Pingo nos Is, ele tem criticado as medidas aplicadas pelo juiz Sérgio Moro e sua conduta no processo judicial; tem criticado a atuação dos procuradores do Ministério Publico Federal (MPF), entre os quais, Deltan Dallagnol; e ainda criticas aos delegados da Polícia Federal associados nessa operação. No dia 11 de maio de 2017, em relação ao depoimento do ex-presidente Lula na 13.ª Vara Criminal Federal, em Curitiba, disse: "(...)Sem poder apresentar as provas, que deveriam ter sido fornecidas pelo Ministério Público Federal, de que o triplex pertence a Lula, Moro optou por uma condução da audiência que fez picadinho do processo legal.(...) Moro optou por um comportamento lamentável, que agride o devido processo legal."[40]Na mesma data, no programa Pânico na Pan, da rádio Jovem Pan, em relação ao magistrado: "Sérgio Moro, sabe o que ele é? Ele é viciado em si mesmo. É o solipsismo em português. Ele é viciado nos próprios critérios".[41]Em 24 de outubro de 2016, disse exaltado em seu programa na mesma rádio: "Vá catar coquinho, Sérgio Moro!" e "Vá plantar batata, cara!" em que criticava o juiz paranaense por ter defendido o projeto das 10 medidas contra corrupção, o qual o jornalista é contrário.[42][43]

Em relação a Deltan Dallagnol e demais procuradores federais da Operação Lava Jato, Reinaldo Azevedo tem acusado eles de não apresentarem provas relativas as suas acusações ao ex-presidente Lula e de buscarem antecipar a condenação do ex-presidente.[44]O jornalista também tem criticado o que ele entende ser uma atuação "espetaculosa" do MPF[45] e apontando que Dallagnol e os demais procuradores federais da Lava Jato abusam de sua autoridade em relação aos investigados. Além disso, ele tem se manifestado contrário ao instituto da delação premiada, previsto na lei nº 12.850 de 2013,[46] ao argumentar que a aplicação desse instrumento nas investigações da Lava Jato tornou o crime compensador para os respectivos criminosos.[47][48][49]Por fim, ele tem defendido que Sérgio Moro e os procuradores do MPF interferem indevidamente no processo legislativo, acusando eles de tentar constranger os parlamentares para a aprovação do projeto de lei das 10 medidas contra corrupção e para a rejeição ao projeto de lei de abuso de autoridade, ambos ainda em tramitação no Congresso Nacional.[50][51]

As críticas do jornalista a Operação Lava Jato também tem sido utilizadas por ele como argumentos para o seu apoio ao controverso Projeto de Lei do Senado nº 280 de 2016, que trata sobre o abuso de autoridade dos agentes públicos, cuja autoria é do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).[52][53][54]

Saída da revista Veja

Por 12 anos teve seu blog hospedado no site da revista Veja. Porém, em 23 de maio de 2017 decidiu rescindir contrato com a revista em função de gravações divulgadas de conversas entre ele e Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB/MG), em que tece críticas a reportagem da revista daquela semana e ao Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot. O jornalista, em seu post de despedida da revista, afirmou que a divulgação foi uma tentativa de intimidação do Ministério Público devido a suas reiteradas críticas as medidas da instituição aplicadas no âmbito da Operação Lava Jato. Os diálogos se tornaram públicos a partir de uma reportagem do BuzzFeed, que obteve os áudios após autorização da publicação do material pelo STF.[7][11]

Na mesma data, pediu demissão da rádio Jovem Pan, onde fazia intervenções no Jornal da Manhã e comandava o programa Os Pingos nos Is.[11]

Obras

  • Contra o Consenso - Ensaios e Críticas (2005, Editora Barracuda, São Paulo, 256 pp.) - Crítica Literária. Reúne 43 textos, dos melhores ensaios e resenhas do jornalista Reinaldo Azevedo publicados entre maio de 1998 e março 2005 na revista Bravo! e nas versões impressa e online do Primeira Leitura, cronologicamente organizados, se dividem em Só Letras, Um Pouco de Cinema e tratam, respectivamente, de literatura, cinema e política e sociedade. O autor recupera o valor da ignorada prosa de Ariano Suassuna, enaltece a genialidade de Graciliano Ramos, relativiza a unanimidade em torno de Carlos Drummond de Andrade e de Guimarães Rosa, esvazia a crescente adoração a Michael Moore, debocha do provincianismo do ambiente acadêmico e aponta a miséria do jornalismo.[55]
  • O País dos Petralhas (2008, Ed. Record, 337 pp.) - Best-seller, este livro apresenta uma crítica à sociedade brasileira, principalmente ao governo petista dos anos Lula.
  • Máximas de Um País Mínimo (2009, Ed. Record, 200 pp.) - Compilação de frases sobre os mais diversos assuntos, cultura, literatura, ecologia, política, economia, história, religião, filosofia, que compõem a agenda brasileira. Do aquecimento global até Wilson Simonal. Da análise sintática à reforma ortográfica.
  • O País dos Petralhas II – O inimigo agora é o mesmo (2012, Ed. Record, 433 pp.)
  • Objeções de um Rottweiller Amoroso (2014, Ed. Três Estrelas)

É também autor de 30 artigos para a Revista Veja (em ordem cronológica de publicação):

  • Urna não é tribunal. Não absolve ninguém[56]
  • E o feio se tornou bonito...[57]
  • Governante bom é governante chato[58]
  • É preciso civilizar os bárbaros do PT[59]
  • Sou "doente" mas sou feliz[60]
  • A seita anticapitalista e a tristeza do Jeca[61]
  • O politeísmo de um Deus só[62]
  • Crime e castigo dentro de nós[63]
  • Gramsci, o parasita do amarelão ideológico[64]
  • A Al Qaeda eletrônica[65]
  • O Movimento dos Sem-Bolsa[66]
  • Restaurar é preciso; reformar não é preciso[67]
  • Capitão Nascimento bate no Bonde do Foucault[68]
  • A crença na "cultura da periferia" é coisa de gente com miolo mole[69]
  • O pastor e o pensador[70]
  • O Foro de São Paulo não é uma fantasia[71]
  • Fidel e o golpe da revolução operada por outros meios[72]
  • Que falta faz um Voltaire[73]
  • O que eles querem é imprensa nenhuma[74]
  • As ONGs do fim do mundo[75]
  • A bolacha na telinha e a nossa liberdade[76]
  • O DIREITO SÓ PODE SER ACHADO NA LEI[77]
  • O mal-estar dos "progressistas"[78]
  • O muro caiu, mas a amoralidade da esquerda sobrevive[79]
  • Graciliano, o grande[80]
  • Que Deus é este?[81]
  • Um homem sem (certas) qualidades[82]
  • A bíblia da esquerda herbívora[83]
  • Que Goffredo não descanse em paz[84]
  • Alternância de poder e Constituição neles![85]

Referências

  1. AZEVEDO, Reinaldo (24 de agosto de 2010). «Dois Córregos, um título de "Cidadão Emérito" e memórias sentimentais». Veja. Consultado em 26 de setembro de 2016 
  2. a b c «A pedido de várias famílias». Revista Atlântico. 18 de janeiro de 2008. Cópia arquivada em 26 de outubro de 2008 
  3. Entrevista: Reinaldo Azevedo. Por Cristina Camargo. Instituto Millenium, São Paulo, 15 de outubro de 2007
  4. MAGALHÃES, Luiz Antonio. Jornalistas no timão do Primeira Leitura. Entrevista com Reinaldo Azevedo. São Paulo, Feitos & Desfeitas, Observatório da Imprensa, 19 de outubro de 2004
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  6. «RedeTV! contrata Reinaldo Azevedo como comentarista especial do RedeTV News». Redação RedeTV!. 29 jan 2016. Consultado em 30 jan 2016 
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  8. De perros y hombres. Juan Arias, correspondente do El País no Brasil.
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  10. «Págia do Programa "Os Pingos Nos Is"». Consultado em 11 mai 2015  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  11. a b c «STF divulga conversa entre jornalista e fonte em pacote de grampos da JBS». Folha de S.Paulo 
  12. Reinaldo Azevedo (28 de abril de 2010). «Não sou uma gaveta para guardar badulaques do suposto conservadorismo. Conservadores respeitam indivíduos» 
  13. a b Reinaldo Azevedo (27 de junho de 2011). «Tolerante sou eu!!!» 
  14. Reinaldo Azevedo (28 de outubro de 2007). «O desastre do celibato: São Pedro tinha sogra!» 
  15. AZEVEDO, Reinaldo. Máximas de um País Mínimo, p. 65. A citação foi expressa em Dona Ruth ou "No país da civilidade perdida"
  16. AZEVEDO, Reinaldo. O país dos petralhas São Paulo: Editora Record, 2008.
  17. Jornalista Reinaldo Azevedo no Programa do JÔ.
  18. Reinaldo Azevedo (27 de setembro de 2013). «depois de 15 anos taxa de analfabetismo volta a crescer no brasil» 
  19. Constituição brasileira não comporta a censura sob nenhum pretexto
  20. CAMARGO, Cristina. Entrevista: Reinaldo Azevedo. São Paulo, Instituto Millenium, São Paulo, 15 de outubro de 2007
  21. Reinaldo Azevedo (23 de novembro de 2011). «STF decide que é livre passeata em defesa de qualquer droga» 
  22. FIM DA FARSA! Guia espiritual da turma do “aquecimento global” confessa: “ERA ALARMISMO!” Leia, Dilma, antes de se submeter à patrulha no caso do Código Florestal! Blog Reinaldo Azevedo, 4 de maio de 2012
  23. Reinaldo Azevedo (24 de junho de 2007). «Os três tolos» 
  24. «Na Justiça: Reinaldo Azevedo é condenado por não publicar direito de resposta de Moniz Bandeira». Portal Imprensa. Consultado em 21 de março de 2012 
  25. Lungaretti, Celso. «Imprensa abaixo de qualquer suspeita». O Globo. Consultado em 21 de março de 2012 
  26. Primeira Leitura, 5 de maio de 2005. Íntegra do artigo, disponível on-line sob licença do autor pela Usina de Letras.
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  28. «Consulta de Processos do 1ºGrau». processo 1008378-36.2016.8.26.0011 (4ª Vara Cível - Foro Regional XI - Pinheiros). Portal e-SAJ – Peticionamento no TJSP - Tribunal de Justiça. 25 de fevereiro de 2017. Consultado em 25 de fevereiro de 2017 
  29. «Consulta de Processos do 1ºGrau». processo 1007813-72.2016.8.26.0011 (2ª Vara Cível - Foro Regional XI - Pinheiros). Portal e-SAJ – Peticionamento no TJSP - Tribunal de Justiça. 25 de fevereiro de 2017. Consultado em 25 de fevereiro de 2017 
  30. «Consulta de Processos do 1ºGrau». processo 1000834-74.2016.8.26.0050 (1ª Vara Criminal - Foro de Barueri). Portal e-SAJ – Peticionamento no TJSP - Tribunal de Justiça. 25 de fevereiro de 2017. Consultado em 25 de fevereiro de 2017 
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