Michael Moore

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Michael Moore
Michael Moore, setembro de 2011.
Nome completo Michael Francis Moore
Nascimento 23 de abril de 1954 (62 anos)
Flint, Michigan
 Estados Unidos
Ocupação Ator, diretor, roteirista, produtor, documentarista
Página oficial
IMDb: (inglês)

Michael Francis Moore (Flint, 23 de abril de 1954) é um cineasta documentarista e escritor americano, conhecido pela sua postura crítica, sobretudo em relação à violência armada da sociedade americana, às grandes corporações, às desigualdades econômicas e sociais,[1] [2] e à hipocrisia dos políticos, tendo sido particularmente crítico a George W. Bush e à invasão do Iraque.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Aos dezoito anos foi nomeado diretor de sua escola, convertendo-se em um dos mais jovens funcionários públicos dos Estados Unidos. Aos vinte e dois anos fundou The Flint Voice, um dos diários alternativos mais respeitados do país, de que foi editor durante dez anos. Na metade dos anos oitenta foi produtor, diretor, autor e apresentador da série de televisão premiada com um Emmy, TV Nation.

Em 1989, Michael Moore dirigiu Roger & Me, um filme que fez história e que narrava sua aventura pessoal para entrar em contato com o presidente da General Motors, Roger Smith. O assunto seria sobre os habitantes da cidade de Flint, frente ao desemprego criado depois do encerramento de unidades fabris da General Motors. Nesse filme, já são patentes algumas das características que definiriam o seu modo de filmar determinadas realidades angustiantes com uma dose de humor corrosivo que lhe cria tanto admiradores incondicionais quanto inimigos declarados.

Outro documentário, The Big One (1997), denuncia as práticas lesivas aos trabalhadores, adotadas pelas grandes empresas, e os políticos insensíveis e indiferentes aos problemas sociais. Graças à repercussão do filme, a multinacional Nike abandonou a exploração do trabalho infantil na Indonésia.

Entre os seus filmes mais famosos estão Fahrenheit 9/11, de 2004, no qual critica George Bush; Bowling for Columbine (br: Tiros em Columbine) (2002) onde aborda a obsessão por armas nos Estados Unidos, relacionando-a com o Massacre de Columbine, ocorrido numa escola.

Dirigiu o clipe Boom! da banda System of a Down. O vídeo foi feito com imagens dos protestos anti-guerra, ocorridos em 15 de fevereiro de 2003, em todo o mundo. Dirigiu também os clipes Testify e Sleep Now in the Fire da banda Rage Against the Machine. Neste último, chegou a ser detido pela polícia após tocar sem autorização de som e tentar entrar no prédio da Bolsa de Valores de Nova York.[3]

Livros[editar | editar código-fonte]

  • "Adoro Problemas" (autobiografia, 2011)
  • Cara, Cadê Meu País?
  • Cartas da Zona de Guerra: Algum Dia Voltarão a Confiar na América?
  • O Filme Fahrenheit 11 de setembro
  • Stupid White Men: uma Nação de Idiotas
  • George W. Bush, The man
  • The USA

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Premiações[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Michael Moore says 400 Americans have more wealth than half of all Americans combined. Por Tom Kertscher. March 10th, 2011 ]
  2. America Is Not Broke. Huffington Post, 3 de junho de 2011. Discurso de Michael Moore pronunciado em Madison, 5 de março de 2011 (tradução em português disponível publicada sob o título Michael Moore: O povo, unido, jamais será vencido. Viomundo, 8 de março de 2011.
  3. Rage Against The Machine Sleep Now In The Fire. 29 de maio de 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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