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Fernando Holiday

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Fernando Holiday
Fernando Holiday em 2019
Vereador de São Paulo
Período1º de janeiro de 2017
até 1º de janeiro de 2025
(2 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nome completoFernando Holiday Silva Bispo
Nascimento22 de setembro de 1996 (30 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidadebrasileiro
PartidoDEM (2016–2020)
Patriota (2020–2021)
NOVO (2021–2022)
Republicanos (2022–2023)
PL (2023–presente)
Religiãocatolicismo
ProfissãoPolítico

Fernando Holiday Silva Bispo (São Paulo, 22 de setembro de 1996)[1] é um youtuber e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal (PL).[2] Foi vereador da cidade de São Paulo.[3][4] Eleito com 48.055 votos nas eleições de 2016, foi o primeiro LGBT (bissexual) assumido a ocupar tal cargo.[5][6] Reelegeu-se com 67.715 votos em 2020.[7][8]

Foi coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL).[9][10] Ficou conhecido por convocar protestos favoráveis ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.[11] Em 28 de janeiro de 2021, Fernando Holiday anunciou sua saída do Movimento Brasil Livre.[12] Segundo uma nota publicada pelo movimento no mesmo dia, o motivo da saída de Holiday foi que o vereador "escolheu seguir um caminho próprio", decidindo dar um "afinco especial" nas pautas LGBT e na causa antiabortista. Após a saída do movimento, Holiday se aproximou do bolsonarismo que antes criticava.[13]

Formação acadêmica

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Iniciou o curso de Direito no Instituto de Direito Público de São Paulo, porém não concluiu o curso.[14] Posteriormente, iniciou o curso de História na Universidade Presbiteriana Mackenzie, área na qual se formou. Segundo o próprio vereador, a sua mudança na graduação também foi responsável pela revisão de alguns de seus posicionamentos mais polêmicos, como a defesa do projeto "Escola Sem Partido".[15][16]

Atualmente é aluno de Medicina da FMSA -- Faculdade de Medicina Santo Amaro (UNISA). [17]

Carreira política

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Foi eleito, aos 20 anos, o vereador mais jovem da história do município de São Paulo, com 48.055 votos.[18]

Ao se candidatar vereador, Holiday foi apoiado pelo senador Ronaldo Caiado (DEM) ao destacar que "Holiday possui total capacidade de representar os brasileiros que nele confiar a esperança de ver a política renovada. É importante ressaltar também, que os paulistanos que tenham o real interesse em ver a diminuição dos privilégios que são concedidos a políticos, como por exemplo, os altos salários e pesados benefícios sustentados pelos eleitores, será diminuído, conforme Holiday já prometeu."[19]

Em 26 de dezembro de 2018, houve na Câmara Municipal de São Paulo uma sessão que aprovou uma reforma previdenciária na cidade. A sessão foi marcada por tumultos de manifestantes contrários à reforma, sendo Holiday o relator deste projeto.[20] Momentos após a aprovação, Holiday alegou ter sofrido uma tentativa de assassinato quando estava em seu gabinete de vereador.[20] Nesse dia Holiday postou uma foto em sua conta do Twitter em que mostra um buraco causado por um suposto disparo de arma de fogo.[21] A Polícia Civil confirmou que o buraco foi causado por um projétil de arma de fogo.[22]

Candidatou-se à reeleição, sendo apoiado pelo então candidato a prefeito Arthur do Val,[23] obtendo novo mandato ao conquistar 67.715 votos (1,32% dos votos válidos).[24] Em 2023, filiou-se ao Partido Liberal (PL), em cerimônia realizada em São Paulo, que contou com a presença de Valdemar Costa Neto, presidente do partido e do ex-Presidente Jair Bolsonaro.[25][26]

Desempenho eleitoral

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Ano Eleição Partido Cargo Votos % Resultado Ref
2016 Municipal de São Paulo DEM Vereador 48.055 0,90% Eleito [27]
2020 Municipal de São Paulo Patriota 67.715 1,32% Eleito [28]
2022 Estaduais em São Paulo NOVO Deputado Federal 38.118 0,16% Suplente [29]

Posições

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Em seu primeiro mandato como vereador, comprometeu-se a doar 20 por cento do seu salário.[30] Holiday ainda assinou um termo onde se compromete a renunciar 50% dos gastos da verba de gabinete vigente, renúncia à utilização do carro oficial e motorista e renúncia de 50% da verba destinada ao custeio das despesas operacionais, indo de acordo com as reivindicações populares de que o corte deve ser para todos em momento de crise econômica.[31]

Negro e "homossexual conservador",[32][33] Holiday não vê nenhum benefício em discutir esses temas na política, ligando a homossexualidade à depravação: "Exijo que você me respeite, como qualquer outro, e dentro disso você pode ter seu parceiro, de forma que você não se renda a depravação".[32] Segundo Holiday, tais secretarias nunca ajudaram a combater o racismo ou homofobia, pelo contrário, ele as considera como secretarias para servirem de cabides de emprego e para sustentar o discurso da separação, da segregação, do ódio e do preconceito. Entretanto, Fernando é contrário a retirada de direitos de negros e LGBTs: “Não devem ter direitos a menos, mas também não devem ter direitos a mais”.[34] Holiday é contra a política de cotas raciais no Brasil,[35] por considerar que elas incentivam o racismo. "Não estou fazendo nada mais que trazer as ideias para dentro da Câmara. Uma das minhas propostas, não a principal, mas uma das que pretendo propor ao longo do próximo ano, é a revogação das cotas raciais nos concursos públicos municipais. Acredito que acaba incentivando o racismo. (…) Acredito que é uma medida prejudicial para o estado de São Paulo e prejudicial, inclusive, para os próprios negros.”, afirmou Holiday.[36]

Holiday, Kim Kataguiri (sentados, ao celular) e Joice Hasselmann (direita, de branco) em 29 de agosto de 2016 no Senado, acompanhando uma das votações do processo de impeachment.

Em entrevista ao Brasil-Post, disse ser contrário a invasões nas escolas. "Estudar é um direito garantido e não é por meia dúzia de alunos que sequer sabem contra o que estão protestando." Sobre a PEC 241, é a favor da proposta e também a favor da medida e das reformas previdenciária e trabalhistas defendidas pelo presidente Michel Temer.[36] Nesta mesma entrevista, Holiday disse que vai combater o vitimismo, e disse ser a favor das dez medidas contra a corrupção, um projeto de lei de autoria do Ministério Público Federal.[36]

Tem um posicionamento político liberal,[37] e de que todos devem ser iguais perante a lei, como diz a Constituição brasileira,[36] mesmo que admita ser uma nova figura do Conservadorismo brasileiro.[38]

Em dezembro de 2016 se posicionou publicamente contrário ao aumento dos salários dos vereadores de São Paulo, aprovado em 20 de dezembro pelos próprios, um reajuste de 26,3%, em plena crise financeira.[39] Em 25 de dezembro, o juiz Alberto Alonso Munoz através de uma liminar suspendeu o aumento salarial com argumento de que fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.[39] A liminar foi uma ação popular.[40]

Em março de 2020, o vereador Fernando Holiday se desfiliou do partido DEM e decidiu ir para o Patriota. O parlamentar rasgou sua filiação no plenário da Câmara Municipal de São Paulo durante a discussão de projeto de lei que pretende limitar o serviço de transporte por aplicativos na cidade de São Paulo.[41] Em um discurso inflamado, Holiday se disse contra um projeto de lei que limita a atividade de empresas de transporte por aplicativo na capital paulista, projeto de autoria do vereador Adilson Amadeu, também do DEM, e apoiado pelo partido. Por isso, o vereador disse que pediu a desfiliação.[42]

Em abril de 2021, o vereador Fernando Holiday foi expulso do partido Patriota, após tomar posições antagônicas as do governo do presidente Jair Bolsonaro.[43] O partido buscava, a altura, conseguir a filiação do presidente e por isso decidiu expulsar membros que não fossem aliados ao governo. Em maio de 2021, decidiu se filiar ao partido NOVO.[44]

Na eleição presidencial no Brasil em 2022, apoiou o então presidente Jair Bolsonaro, dizendo que se arrependia de suas "críticas equivocadas" ao governo e que o MBL "torcia" pela volta do PT.[45] Após o segundo turno, que terminou com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, Holiday contestou o resultado e se juntou aos caminhoneiros nas manifestações golpistas após as eleições.[46]

Controvérsias

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No 13 de março de 2017, foi acusado pelo site de notícias BuzzFeed pelo uso de caixa dois (crime que criticou fortemente enquanto militante do Movimento Brasil Livre) em sua campanha para vereador do município de São Paulo. Holiday negou as acusações, e em contrarresposta protocolou um pedido de investigação a sua própria candidatura. O Ministério Público Eleitoral (MPE) iniciou uma análise do caso a seu próprio pedido[47] e do Partido dos Trabalhadores.[48]

Em uma nova denúncia no jornal El País, em matéria no dia 3 de novembro de 2017, trouxe uma reportagem com o ex-advogado da campanha de Fernando Holiday, Cleber Teixeira, acusando o vereador de ter feito caixa dois, além de afirmar ter "sido ameaçado de morte por pessoas ligadas ao MBL" apesar de não apresentar boletim de ocorrência do fato.[49] Em entrevista, Holiday se defendeu dizendo que o ex-advogado mentiu após não ser escolhido como chefe de gabinete.[50] Cleber Teixeira rompeu com o vereador do DEM e entrou com ação para comprovar o que diz. Na denúncia, segundo ele, teria se recusado a assinar a prestação de contas apresentada à Justiça, ainda que o Tribunal Superior Eleitoral tenha recebido o documento[51] e aprovado as contas de campanha. Em 2017 o jornal Folha de S.Paulo noticiou que a Polícia Civil do Estado de São Paulo abriu inquérito para investigar Cléber Teixeira por estelionato e formação de quadrilha,[52] a pedido do Movimento Brasil Livre (MBL).

Ataques raciais

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Em novembro de 2016, o redator do Sensacionalista, Marcelo Zorzanelli, escreveu um artigo com tom irônico sobre Fernando Holiday, intitulado Vereador do MBL quer que negros tenham cota para capitão do mato. Desde então Fernando Holiday foi alvo de afirmações do gênero nas redes sociais por outros grupos de esquerda. Em tom de brincadeira, colocando a fotografia de Holiday ao lado de um retrato de um capitão do mato, o portal escreveu:

[…] Holiday anunciou, hoje, novas medidas. Ele quer que outros negros como ele tenham o direito de atuar a sua semelhança. Ele vai propor um sistema de cotas para capitão do mato, negros libertos que eram usados pelos proprietários de escravos para capturar os negros fugitivos. Ele também quer passar um projeto de lei que ajude negros a adotarem não apenas um discurso de ódio à própria cor, mas também que a abandonem de vez. O projeto prevê um tratamento gratuito que embranquece a pele, alisa o cabelo e faz cirurgia nos lábios e narinas, tendo como objetivo a transformação total do negro no branco.[53]

Em ocasião posterior a esta publicação, Fernando Holiday participou de um pequeno debate promovido na rádio Jovem Pan com Thiago Pará, membro do Levante Popular da Juventude; na pauta, as primeiras ações do governo Temer. Em dado momento, depois que Holiday falou sobre como partidos de esquerda veem os negros (sempre como integrantes de grupos de rap e de hip hop, ou, nas palavras do próprio Holiday, "como ratos, como animais, como sub-humanos"), Thiago respondeu:

É compreensível que você tenha essa postura. Afinal de contas, quando a gente ainda vivia a escravidão no país, nós tínhamos os capitães do mato. Nós tínhamos aqueles negros alforriados pelos seus senhores que iam atrás dos negros fujões, valentes, ousados, que lutaram contra a escravidão. Então é compreensível que hoje tenham pessoas que defendam esse tipo de postura.

— Thiago Pará[54]

O jornalista e escritor Alexandre Versignassi argumentou que Fernando Holiday é ostensivamente chamado de "fantoche" pela esquerda branca e rica, e por todas as outras esquerdas, por ser negro, de origem pobre, de direita e primeiro vereador bissexual assumido em São Paulo.[55] Versignassi sustenta sua argumentação equiparando Holiday com Kim Kataguiri, que apesar de defender a mesma ideologia, o mesmo discurso, de ter a mesma idade que Holiday, sendo igualmente articulado, enquanto Kim é chamado, por quem não gosta dele de "imbecil", Holiday é chamado de "manipulado", "fantoche" e "capitão do mato" – termo que designava o escravo carcereiro dos outros escravos. Embora Kim e Holiday sejam, ideologicamente, equiparáveis, somente Kim tem o direito de pensar por conta própria.[56] O portal Esquerda Diário publicou um artigo argumentando sobre um vídeo em que Holiday criticou as cotas raciais. O portal o apresentou como "um dos participantes do pró-impeachment que atuam de forma assídua a favor do sistema capitalista, sendo o seu discurso o favorito da Casa Grande".

[...] e ele como bom capitão do mato está defendendo os interesses do seu patrão. Nós como esquerda negra devemos nos posicionar à frente nesta luta, seguindo sim exemplos de resistência como do Zumbi dos Palmares, pois práticas racistas só terão fim quando o capitalismo for abaixo. Essa falácia de democracia racial só existe para quem ainda não percebeu sua cor, [...] Devemos construir cada vez mais um pensamento crítico e libertador para nos livrar desses grilhões que ainda nos perturbam diariamente, é Holiday é um desses grilhões.[57]


O compositor Nêggo Tom, através da página de esquerda 241, publicou um artigo intitulado O capitão do mato do neoliberalismo golpista, no qual rotula Holiday como tal e dá argumentos de porque ele seria um "capitão do mato".[58] O blogger Altamiro Borges, pela página de esquerda Brasil 247, também defendeu a mesma posição, publicando um texto intitulado Vereador do DEM é um capitão do mato.[59]

O escritor e analista político Flávio Morgenstern saiu em defesa de Holiday contra os seus acusadores de esquerda. Para Morgenstern, a piada, feita inicialmente pelo portal Sensacionalista/UOL, houve porque Holiday é negro, equiparando tal racismo com os xingamentos racistas feitos por petistas contra Joaquim Barbosa.[carece de fontes]?

Em 2016, foi chamado de capitão do mato por Tico Santa Cruz.[60] Fernando acusa seus detratores de racismo e defende o engajamento político de negros e pobres no Brasil.[carece de fontes]?

Em 2018 o político Ciro Gomes chamou Fernando Holiday de capitãozinho do mato. Em entrevista para a rádio Jovem Pan, enquanto apresentava suas propostas políticas, Ciro, sem que fosse perguntado sobre Fernando Holiday, disse:

Você imagina esse Fernando Holiday, como é?... é o capitãozinho do mato, que a pior coisa que tem é o negro que é usado pelo preconceito pra estigmatizar, que era o capitão do mato no passado.[61]


Holiday afirmou em vídeo que pretende processá-lo.[62][63][64] No dia 12 de julho de 2018 foi aberto inquérito policial para investigar a natureza das alegações.[65] Em 2019, Gomes foi condenado a pagar R$38 mil em danos morais.[66]

CPI da Transfobia

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Em outubro de 2021 o vereador Fernando Holiday foi denunciado na CPI da Transfobia da Câmara Municipal de São Paulo pelo mandato coletivo Bancada Ativista (PSOL).[67] Holiday teria compartilhado um vídeo que relaciona mulheres trans a distúrbios psicológicos e estupro de mulheres cis.[68]

Internação compulsória para grávida com propensão a interrupção da gestação

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Através do PL 352/2019, apresentado na Câmara Municipal de São Paulo em maio de 2019, o vereador propôs "medidas de apoio à mulher gestante e à preservação da vida na rede municipal de saúde". O projeto de lei prevê a internação compulsória ao definir que as mulheres que se mostrarem propensas ao abortamento estarão sujeitas a ações do Município para impedir tal ato, inclusive com a possibilidade de internação psiquiátrica. A referida proposta vem sofrendo diversas críticas por entidades de proteção dos direitos humanos e juristas que apontam sua inconstitucionalidade.[69]

Pedido de indenização

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Em 8 de abril de 2026, a Justiça de São Paulo negou o pedido de indenização de 60 mil reais por danos morais feito pelo ex-vereador Fernando Holiday contra o ex-deputado estadual Arthur do Val após declarações feitas em uma transmissão ao vivo no YouTube. O pedido ocorreu após Arthur do Val chamar Holiday de 'filho negro de Bolsonaro' e 'viadinho'. A Justiça destacou que o próprio Holiday já havia utilizado expressão semelhante ao comentar sua filiação ao PL, em 2023, quando disse que Jair Bolsonaro estava filiando “um negro meio veado”.[70]

Ver também

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Referências

  1. ↑ «Fernando Holiday». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 25 de março de 2022. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  2. ↑ «Fernando Holiday entra no PL com a benção de Bolsonaro e prepara candidatura». Estadão. Consultado em 20 de julho de 2023. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2025
  3. ↑ «Fernando Holiday». fernandoholiday. Consultado em 5 de junho de 2018. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2018[ligação inativa]
  4. ↑ «Após expulsão do Patriota, Fernando Holiday vai para o Novo | Radar». VEJA. Consultado em 26 de maio de 2021. Cópia arquivada em 26 de maio de 2021
  5. ↑ «Jovem de 20 anos é o primeiro gay assumido da Câmara de São Paulo». Uol. Consultado em 19 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 11 de agosto de 2018
  6. ↑ «'Moro cometeu um erro ao entrar no governo', diz Fernando Holiday – Jovem Pan». ‘Moro cometeu um erro ao entrar no governo’, diz Fernando Holiday – Jovem Pan. 9 de dezembro de 2021. Consultado em 25 de março de 2022. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2026
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  8. ↑ «Fernando Holiday». Eleições 2016. Consultado em 25 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 11 de agosto de 2018
  9. ↑ «Holiday/história». Site pessoal. Consultado em 26 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2018[ligação inativa]
  10. ↑ «Eleito mais jovem mora em 'cafofo' e se dividirá entre Câmara e faculdade - 04/10/2016 - Poder - Folha de S.Paulo». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 5 de junho de 2018. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2025
  11. ↑ «Eleito mais jovem mora em 'cafofo' e se dividirá entre Câmara e faculdade». Folha de S.Paulo. Uol. Consultado em 25 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2025
  12. ↑ https://saidapeladireita.blogfolha.uol.com.br/2021/01/28/vereador-paulistano-fernando-holiday-anuncia-saida-do-mbl/ | Folha de S. Paulo, acesso em 28 de janeiro de 2021
  13. ↑ «Em filiação de Holiday ao PL, Bolsonaro diz: 'Acho que errei mais que você'». UOL. 25 de julho de 2023. Consultado em 18 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2025
  14. ↑ «Holiday: o 'coxinha da periferia' e a difícil estreia parlamentar». VEJA (em inglês). Consultado em 10 de junho de 2020. Cópia arquivada em 21 de abril de 2024
  15. ↑ «Opinião: A visão universitária por trás do arrependimento de Holiday». Fala! Universidades. 1 de maio de 2019. Consultado em 10 de junho de 2020. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2021
  16. ↑ Betim, F. (2 de julho de 2019). «Holiday: "O MBL ajudou a simplificar o debate político de uma forma perigosa. Agora faz uma autocrítica"». El País. Consultado em 10 de junho de 2020. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  17. ↑ «Vereador explica saída da política para se dedicar à Medicina». Gazeta do Povo. 11 de outubro de 2024. Consultado em 7 de junho de 2026
  18. ↑ «Biografia». Câmara dos Deputados. Consultado em 18 de abril de 2017. Cópia arquivada em 30 de junho de 2018
  19. ↑ «CAIADO DECLARA APOIO A FERNANDO HOLIDAY E DIZ: "TENHO CERTEZA QUE ELE VAI ORGULHAR O SEU VOTO"». MBL. Consultado em 4 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017
  20. 1 2 «Bombas, fogo e lixo marcam aprovação da reforma da previdência em SP». noticias.uol.com.br. Consultado em 27 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2025
  21. ↑ Holiday, Fernando (26 de dezembro de 2018). «Agora pouco estava na janela do 5º andar, onde fica meu gabinete, quando fui hostilizado por baderneiros e ouvimos um barulho alto de vidro estilhaçando. Eu e minha equipe vimos esse buraco e chamamos a segurança da CMSP, a PM fará a pericia para confirmar o projetil.pic.twitter.com/8P3nFVvEvW». @FernandoHoliday. Consultado em 27 de dezembro de 2018
  22. ↑ «Laudo da polícia indica tiro em gabinete de Fernando Holiday». O Estadão. 25 de fevereiro de 2019. Consultado em 4 de outubro de 2019. Cópia arquivada em 21 de junho de 2021
  23. ↑ «Cúpula do MBL em SP domina Patriota para lançar candidato à prefeitura». Notícias Uol. Consultado em 18 de novembro de 2020
  24. ↑ «Resultado das Apurações São Paulo - Eleições 2020». G1. 15 de novembro de 2020. Consultado em 18 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2026
  25. ↑ Paulo Cappelli (25 de julho de 2023). «Fernando Holiday irrita Bolsonaro no dia de sua filiação ao PL». Metrópoles. Consultado em 25 de julho de 2023. Cópia arquivada em 25 de julho de 2023
  26. ↑ «'Bolsonaro está filiando um negro meio veado', diz Holiday ao ingressar no PL». Valor Econômico. 25 de julho de 2023. Consultado em 25 de julho de 2023. Cópia arquivada em 25 de julho de 2023
  27. ↑ «MBL elegeu oito de seus 45 candidatos». Carta Capital. Consultado em 8 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 29 de maio de 2024
  28. ↑ «Eleições 2020: conheça os 55 vereadores eleitos em São Paulo». Tv Gazeta. Consultado em 8 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 28 de novembro de 2022
  29. ↑ «Veja lista de derrotas emblemáticas para o Legislativo, como Holiday, Frota e Joice». Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2024
  30. ↑ «'Vou doar 20% do meu salário para instituições de caridade', afirma o vereador Fernando Holiday». Radio Globo. Globo.com. 24 de outubro de 2016. Consultado em 4 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2025
  31. ↑ «Termo de Declaração Pública». Fernando Holiday. Consultado em 4 de janeiro de 2017
  32. 1 2 Jr., Amaury (5 de setembro de 2019). «Fernando Holiday busca parceiro em apps: "Sou um homossexual conservador"». amauryjr.blog.bol.uol.com.br. UOL. Consultado em 6 de abril de 2021
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  34. ↑ «Vereador eleito em São Paulo, Fernando Holiday, defende fim de secretarias para negros e LGBTs». Correio 24 horas. Consultado em 25 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2017
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  61. ↑ «Fernando Holiday é um capitãozinho do mato, diz Ciro Gomes». Jornal da Manhã. Junho de 2018. Cópia arquivada em 26 de julho de 2025
  62. ↑ «Ciro chama Holiday de 'capitãozinho do Mato' e vereador o acusa de racismo». Folha de S.Paulo. 18 de Junho de 2018. Cópia arquivada em 19 de abril de 2023
  63. ↑ «Ciro Gomes chama Holiday de "capitãozinho do mato" e vereador promete processá-lo». Zero Hora. 18 de Junho de 2018. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2025
  64. ↑ «Fernando Holiday afirmou que vai processar pedetista por racismo». O Globo. 18 de Junho de 2018. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2022. Fernando Holiday afirmou que vai processar pedetista por racismo
  65. ↑ «Inquérito por injúria racial contra Ciro em SP». 16 de julho de 2018. Cópia arquivada em 26 de junho de 2019
  66. ↑ «Mônica Bergamo: Ciro Gomes é condenado a indenizar Fernando Holiday por chamá-lo de 'capitãozinho do mato'». Folha de S.Paulo. 21 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2025
  67. ↑ «Bancada Feminista denuncia Fernando Holiday em CPI da Transfobia em SP». ISTOÉ Independente. 30 de outubro de 2021. Consultado em 6 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2024
  68. ↑ Dorea, Manuela (30 de outubro de 2021). «Vereador de direita é denunciado por transfobia em São Paulo». Blog da Cidadania. Consultado em 6 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2025
  69. ↑ «Holiday propõe restrições ao aborto em SP e internação psiquiátrica para grávidas». Folha de S.Paulo. 24 de junho de 2019. Consultado em 28 de julho de 2019. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2022
  70. ↑ Gustavo Honório (8 de abril de 2026). «Justiça de SP nega indenização a Holiday após Arthur do Val chamá-lo de 'filho negro de Bolsonaro' e 'viadinho'». G1. Consultado em 2 de julho de 2026

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