Capitão do mato

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O caçador de recompensas procurando por escravos fugitivos
(Rugendas,1823)

No Brasil o capitão do mato foi o serviçal de uma fazenda ou feitoria encarregado da captura de escravos fugitivos.[1][2] Na sociedade brasileira gozavam de pouquíssimo prestígio social e eram suspeitos de sequestrar escravos apanhados ao acaso, esperando vê-los declarados em fuga, para devolvê-los aos donos mediante o pagamento de recompensa.[2]

No final da escravidão, em 1887-88, quando os escravos fugiam em massa das fazendas da Província de São Paulo, os chefes do Exército, ainda gozando do prestígio de combatentes da guerra do Paraguai, recusaram assumir a desprezada função.[carece de fontes?]

Na literatura[editar | editar código-fonte]

O artista alemão Rugendas, viajando pelo Brasil (1822-1825), retratou um capitão do mato negro, montado a cavalo e puxando um cativo (também negro) com uma corda.

O autor Martins Pena, ao adaptar a figura ridícula de Pantaleone do teatro italiano para o cenário do Brasil, o colocou naquela profissão (O Capitão do Mato, 1855).[carece de fontes?]

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Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências