Supremacia branca

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Supremacia branca é uma forma de racismo centrada na crença (e na promoção desta crença) de que os brancos são superiores a pessoas de outras origens raciais e que, portanto, os brancos devem governar politicamente, economicamente e socialmente os não-brancos. O termo também é tipicamente usado para descrever uma ideologia política que perpetua e mantém a dominação social, política, histórica e ou industrial por pessoas brancas (como evidenciado pelas estruturas sociopolíticas históricas e contemporâneas, como a comércio atlântico de escravos, as leis de Jim Crow no Estados Unidos e o apartheid, na África do Sul).[1]

Diferentes formas de supremacia branca estenderam diferentes concepções do que é considerado branco e diferentes supremacistas brancos identificam vários grupos raciais e culturais, como seu principal inimigo.[2] Grupos supremacistas brancos normalmente perseguem e se opõem a negros, imigrantes, judeus e católicos.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Wildman, Stephanie M. (1996). Privilege Revealed: How Invisible Preference Undermines America NYU Press [S.l.] p. 87. ISBN 0-8147-9303-7. 
  2. Flint, Colin (2004). Spaces of Hate: Geographies of Discrimination and Intolerance in the U.S.A. Routledge [S.l.] p. 53. ISBN 0-415-93586-5. 
  3. McVeigh, Rory (2009). The Rise of the Ku Klux Klan: Right-wing Movements and National Politics U of Minnesota Press [S.l.] ISBN 0816656193. 
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