Hezbollah

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Hezbollah
(حزب الله)
Presidente Hassan Nasrallah
Fundação 1985 (oficialmente)
Sede Beirute, Líbano
Ideologia
Espectro político Social: Centro-direita
Económico: Centro-esquerda
Religião Islão xiita
Parlamento do Líbano
12 / 128
Gabinete do Libano
2 / 30
Cores Amarelo e Verde
www.moqawama.org

Hezbollah ou Hizbollah[7] (em árabe: حزب الله, transl. ḥizbu-'llāh(i),[8] "partido de Deus") é uma organização com atuação política e paramilitar fundamentalista islâmica xiita sediada no Líbano.[9] É uma força significativa na política libanesa, responsável por diversos serviços sociais, além de operar escolas, hospitais e serviços agriculturais para milhares de xiitas libaneses na divisa com a Síria.[10][11]

É considerado um movimento de resistência legítimo por grande parte do mundo islâmico e árabe.[9] O grupo, no entanto, é considerado uma organização terrorista pelos Estados Unidos, Argentina,[12] Israel, Canadá e pelos Países Baixos. O Reino Unido colocou a sua ala militar na lista de organizações terroristas banidas no país,[13] enquanto a Austrália considera parte de sua estrutura militar, a Organização de Segurança Externa, uma organização terrorista.[14][15][16][17] Em 2013, a União Europeia adicionou o braço armado do Hezbollah a lista de organizações que considera como terroristas, deixando de fora porém o partido político em si.[18]

Situação do Líbano em 9 de Junho, 2017:
  Territórios controlados pelo governo libanês
  Territórios controlados pelo Hezbollah
  Territórios controlados pelo Estado Islâmico (EI)
  Territórios controlados por grupos sunitas insurgentes

Mais recentemente, o bloco de seis países árabes do Golfo, liderado pela Arábia Saudita, também decidiu classificar o Hizbollah uma organização terrorista.[19][20]

O Hizbollah surgiu inicialmente como uma milícia, em resposta à invasão israelense do Líbano de 1982, também conhecida como Operação Paz para a Galileia, e continuou a resistir contra a ocupação israelense do Líbano por toda a Guerra Civil Libanesa.[9][5] Seus líderes se inspiraram nas ideias do aiatolá Khomeini, e suas forças foram treinadas e organizadas por um contingente da Guarda Revolucionária Iraniana.[21] O manifesto de 1985 publicado pelo Hizbollah listava suas três metas principais como "colocar um fim a qualquer entidade colonialista" no Líbano, levar os Falangistas à justiça "pelos crimes que perpetraram", e estabelecer um regime islâmico no país.[22][23] Recentemente, no entanto, o Hizbollah vem fazendo poucas menções a respeito da fundação de um Estado islâmico, e não tem mais feito alianças seguindo tendências religiosas.[21] Os líderes do partido são responsáveis, no entanto, por diversas declarações pedindo o fim do Estado de Israel como "entidade sionista", "construída sobre terras arrancadas das mãos de seus proprietários."[22][23]

O partido, que começou apenas como uma pequena milícia, já se transformou numa organização que tem assentos no parlamento libanês, uma rádio e uma estação de televisão via satélite, além de diversos programas de desenvolvimento social.[24] O Hizbollah mantém um forte apoio entre a população xiita do Líbano, e conquistou algum apoio entre o resto da população do país, incluindo sunitas, drusos e cristãos, na sequência da Guerra do Líbano de 2006,[25] e conseguiu mobilizar protestos de centenas de milhares de pessoas[26] Juntamente com outros grupos políticos do país, o Hizbollah iniciou os protestos políticos do Líbano de 2006-2008, em oposição ao governo do primeiro-ministro Fuad Siniora.[27] Disputas posteriores envolvendo a manutenção pelo Hizbollah de sua rede de telecomunicações levaram a disputas, e militantes da oposição, liderados pelo partido, tomaram o controle de diversos bairros de Beirute Ocidental, anteriormente ocupados por milicianos do Movimento do Futuro, leais a Siniora; as áreas foram entregues então ao exército libanês.[28] Finalmente, com base no Acordo de Doha, o Hizbollah recebeu o poder de veto no parlamento libanês; além disto, formou-se um governo de unidade nacional, no qual o partido tem um ministro, e controla onze dos trinta assentos existentes.[10][29]

O Hizbollah recebe ajuda financeira do Irã e da Síria, além de doações de libaneses e de outros xiitas pelo mundo.[30][31] O partido também ganhou uma força militar significante nos últimos anos.[32] Apesar de uma certificação de junho de 2008, pelas Nações Unidas, de que Israel havia se retirado de todo o território libanês,[33] em agosto daquele ano o novo gabinete de governo do Líbano aprovou uma proposta que assegura a existência do partido como uma organização armada, e garante o seu direito de "liberar ou recuperar terras ocupadas." Desde 1992 a organização é chefiada por Hassan Nasrallah, seu secretário-geral.

Atualmente goza de certa popularidade no mundo muçulmano xiita por ter assumido a responsabilidade de levar Israel a deixar o sul do Líbano em Junho de 2000. Sendo porém duramente criticado por governos sunitas e da irmandade muçulmana de diversos países por estar envolvido na guerra civil Síria. Em Bahrain, o ministro do Exterior descreveu o chefe da Hezbollah como terrorista[34] e o ex-presidente do Egito Mohamed Morsi pediu que o Hezbollah pare sua agressão ao povo sirio.[35]

O Hezbollah parece estar se espalhando pelo mundo, sendo inclusive acusado pelos EUA de ter membros venezuelanos.[36]

Atividades militares[editar | editar código-fonte]

Atuação do Hezbollah[editar | editar código-fonte]

O Hezbollah constitui-se em um dos principais movimentos de combate à presença israelense no Oriente Médio, utilizando de ataques de guerrilha.

Desenvolve também uma série de atividades em cinco áreas: ajuda a familiares de mártires, saúde, educação religiosa xiita, reconstrução e agricultura.[30]

O Hizbollah conta com cinco hospitais, 42 clínicas e duas escolas de enfermagem. Segundo a ONU, ao menos 220 mil pessoas em 130 cidades libanesas se tratam nesses locais. O Hizbollah possui 12 escolas com sete mil alunos e setecentos professores e centros culturais franceses auxiliam no aperfeiçoamento do corpo docente.[carece de fontes?]

Na reconstrução, existe uma instituição exclusiva para reparar danos causados por ataques israelenses, enquanto que na agricultura engenheiros agrônomos formados em Beirute, na Síria, no Irã e na Alemanha, desenvolvem projetos agrícolas para garantir a base da economia de subsistência do sul do país.

Em 23 de Outubro de 1983, dois atentados suicidas contra a força multinacional de interposição fizeram 248 mortes de soldados americanos e 58 mortes de soldados franceses.

Em 2006, combatentes do Hizbollah e militares israelenses travaram uma guerra total, de um mês, pelo controle do sul do Líbano. O conflito só terminou com um cessar-fogo mediado pela ONU. 1287 libaneses (pelo menos 1140 civis, entre os quais 30% de crianças com menos de 12 anos) e 4 obsevadores da ONU foram mortos pelos ataques israelenses. Mais de 800 000 cidadãos libaneses perderam suas casas durante os bombardeios israelenses. 117 militares[37] e 43 civis israelenses foram mortos.[38]

Conflito com Israel[editar | editar código-fonte]

Conflito no Sul do Líbano[editar | editar código-fonte]

Hezbollah esteve envolvido em vários casos de conflito armado com Israel:

  • Durante o conflito no sul do Líbano (1982–2000), o Hezbollah travou uma campanha de guerrilha contra as forças israelenses que ocupavam o sul do Líbano. Em 1982, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) estava baseada no sul do Líbano e estava disparando foguetes Katyusha no norte de Israel, vindos do Líbano. Israel invadiu o Líbano para expulsar a OLP, e o Hezbollah se tornou uma organização armada para expulsar os israelenses.[39] A força do Hezbollah foi reforçada pelo envio de um mil a dois mil membros da Guarda Revolucionária Iraniana e pelo apoio financeiro do Irã.[40][41][42] Os clérigos iranianos, mais notavelmente o Fzlollah Mahallati, supervisionaram esta atividade.[43] Tornou-se a principal força político-militar entre a comunidade xiita no Líbano e o braço principal do que ficou conhecido mais tarde como a Resistência Islâmica no Líbano. Com o colapso do ESL e o rápido avanço das forças do Hezbollah, Israel retirou-se em 24 de maio de 2000, seis semanas antes da anunciada data de 7 de julho."[44] Hezbollah realizou um desfile de vitória e sua popularidade no Líbano aumentou.[45] Israel retirou-se em conformidade com a Resolução 425 do Conselho de Segurança das Nações Unidas de 1978.[33] Hezbollah e muitos analistas consideraram isso uma vitória do movimento, e desde então sua popularidade aumentou no Líbano.[45]
  • Em 25 de julho de 1993, após o Hezbollah ter matado sete soldados israelenses no sul do Líbano, Israel lançou a Operação Prestação de Contas (conhecida no Líbano como a Guerra dos Sete Dias), durante a qual as FDI realizaram seus mais pesados ataques de artilharias e aéreos contra alvos no sul do Líbano desde 1982. O objetivo da operação era erradicar a ameaça representada pelo Hezbollah e forçar a população civil ao norte de Beirute, a fim de pressionar o governo libanês a restringir o Hezbollah.[46] A luta terminou quando um entendimento não escrito foi aceito pelas partes em conflito. Aparentemente, o entendimento de 1993 previa que os combatentes do Hezbollah não disparariam foguetes contra o norte de Israel, enquanto Israel não atacaria civis ou alvos civis no Líbano.[47]
  • Em abril de 1996, após contínuos ataques com foguetes do Hezbollah contra civis israelenses,[48] as forças armadas israelenses lançaram a Operação Uvas da Ira, que pretendia acabar com a base do Hezbollah no sul do Líbano. Mais de 100 refugiados libaneses foram mortos pelo bombardeio de uma base da ONU em Qana, no que o Exército israelense disse ser um erro.[49] Finalmente, após vários dias de negociações, os dois lados assinaram o Uvas de Entendimentos da Ira em 26 de abril de 1996. Um acordo de cessar-fogo foi acordado entre Israel e o Hezbollah, que entraria em vigor em 27 de abril de 1996.[50] Ambos os lados concordaram que os civis não deveriam ser alvejados, o que significava que o Hezbollah teria permissão para continuar suas atividades militares contra as forças FDI dentro do Líbano.[50]

Incursão transfronteiriça do Hezbollah em 2000[editar | editar código-fonte]

Em 7 de outubro de 2000, três soldados israelenses – Adi Avitan, sargento da equipe. Benyamin Avraham e sargento da equipe, Omar Sawaidwere - foram sequestrados pelo Hezbollah enquanto patrulhavam o lado israelense da fronteira israelo-libanesa.[51] Os soldados foram mortos durante o ataque ou em suas consequências imediatas.[52] O ministro da Defesa de Israel, Shaul Mofaz, disse, no entanto, que o Hezbollah sequestrou os soldados e depois os matou.[53] Os corpos dos soldados mortos foram trocados por prisioneiros libaneses em 2004.[54]

Ataque de 2011 em Istambul[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2011, o jornal italiano Corierre della Sera relatou, com base em fontes americanas e turcas,[55] que o Hezbollah estava por trás de um atentado a bomba em Istambul, em maio de 2011, que feriu oito civis turcos. O relatório disse que o ataque foi uma tentativa de assassinato do cônsul israelense Moshe Kimchi na Turquia. Fontes da inteligência turca negaram o relatório e disseram que "Israel tem o hábito de criar campanhas de desinformação usando documentos diferentes".[55]

Ataque planejado para 2012 no Chipre[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2012, um homem libanês foi detido pela polícia do Chipre em possíveis acusações relacionadas a leis de terrorismo por planejar ataques contra turistas israelenses. De acordo com autoridades de segurança, o homem estava planejando ataques para o Hezbollah no Chipre e admitiu isso após interrogatório. A polícia foi alertada sobre o homem devido a uma mensagem urgente da inteligência israelense. O libanês estava de posse de fotografias de alvos israelenses e tinha informações sobre companhias aéreas israelenses que voavam de ida e volta do Chipre, e planejava explodir um avião ou um ônibus de turismo.[56] O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o Irã ajudou o libanês a planejar os ataques.[57]

Ataque na Bulgária em 2012[editar | editar código-fonte]

Após uma investigação sobre o atentado terrorista no ônibus que transportava cidadãos israelenses na Bulgária, o governo búlgaro acusou oficialmente o movimento libanês Hezbollah de cometer o ataque.[58] Cinco cidadãos israelenses, o motorista búlgaro e o atacante foram mortos. A bomba explodiu quando os turistas israelenses embarcaram em um ônibus do aeroporto para o hotel.

Tsvetan Tsvetanov, o ministro do Interior da Bulgária informou que os dois responsáveis eram membros da ala militante do Hezbollah, ele disse que os suspeitos de terrorismo entraram na Bulgária em 28 de junho e permaneceram até 18 de julho. Israel já se suspeitava anteriormente do Hezbollah pelo ataque. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu chamou o relatório de "corroboração do que já se sabe: que o Hezbollah e seus iranianos patronos estão orquestrando uma campanha mundial de terror que está abrangendo países e continentes".[59] Netanyahu disse que o ataque foi na Bulgária apenas um dos muitos que o Hezbollah e o Irã têm planejado e executado, incluindo ataques na Tailândia, Quênia, Turquia, Índia, Azerbaijão, Chipre e Geórgia.[58]

John Brennan, diretor da Agência Central de Inteligência, disse que a investigação da Bulgária expõe Hezbollah pelo que ele é - um grupo terrorista que está disposto a atacar de forma imprudente inocentes homens, mulheres e crianças, e que representa uma ameaça real e crescente, não só para Europa, mas para o resto do mundo.”[60] O resultado da investigação búlgara vem num momento em que Israel vem tentando convencer a União Europeia a unir-se aos Estados Unidos para designar o Hezbollah como uma organização terrorista mas ainda não conseguiram .[60]

Incidente nas fazendas de Shebaa em 2015[editar | editar código-fonte]

Em resposta a um ataque contra um comboio militar que compreende o Hezbollah e oficiais iranianos no dia 18 de janeiro de 2015 em Quneitra no sul da Síria, o Hezbollah lançou uma emboscada em 28 de janeiro contra um comboio militar israelense nas Fazendas de Shebaa ocupadas por Israel com mísseis antitanques contra dois veículos israelenses que patrulhavam a fronteira,[61] matando 2 e ferindo 7 soldados e oficiais israelenses, como confirmado pelos militares israelenses.

Assassinato de Rafik Hariri[editar | editar código-fonte]

Em 14 de fevereiro de 2005, o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri foi morto, junto com outras 21 pessoas, quando seu comboio foi atingido por uma bomba em Beirute. Ele havia sido PM de 1992 a 1998 e de 2000 a 2004. Em 2009, o tribunal especial das Nações Unidas para investigar o assassinato de Hariri teria encontrado evidências ligando Hezbollah ao assassinato.[62] Em 30 de junho de 2011, o Tribunal Especial para o Líbano, criada para investigar a morte de Hariri, emitiu mandados de prisão contra quatro altos membros do Hezbollah, incluindo Mustafa Badr Al Din.[63]

Em 3 de julho, o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, rejeitou a acusação e denunciou o tribunal como uma conspiração contra o partido, prometendo que as pessoas nomeadas não seriam presas sob quaisquer circunstâncias.[64]

Envolvimento na guerra civil da Síria[editar | editar código-fonte]

Hezbollah
Participante na Guerra Civil Libanesa
Conflito no sul do Líbano (1982–2000)
Guerra do Líbano de 2006
Conflito no Líbano em 2008
Guerra Civil Síria
Guerra Civil Iraquiana (2011-presente)
Datas 1985 - presente
Ideologia Nacionalismo libanês
Nacionalismo islâmico
Anti-Israel
Anti-americanismo
Anti-imperialismo
Objetivos Impedir o avanço de Israel sobre o Líbano
Derrotar e expulsar o Estado Islâmico e a Al-Qaeda do Líbano e da Síria
Organização
Líder Hassan Nasrallah
Orientação
religiosa
Xiismo (maioria)
Cristianismo
Sunismo
Sede Líbano
Área de
operações
Líbano
 Síria
 Iraque
Efetivos 120.000 a 150.000
Relação com outros grupos
Aliados Países:
 Irão
 Síria
Líbano
 Iraque
 Palestina
 Argélia
 Rússia
 China
 Cuba
 Coreia do Norte
 Venezuela
 Armênia
Grupos:
Shiism arabic blue.PNG Forças de Mobilização Popular
Houthis
Flag of the Syrian Social Nationalist Party.svg Partido Social Nacionalista Sírio
Flag of the Amal Movement.svg Movimento Amal
Flag of the Lebanese Communist Party.svg Partido Comunista Libanês
Flag of the Ba'ath Party.svg Brigadas Baath
Flag of Hamas.svg Hamas
Inimigos Países:
 Israel
 Estados Unidos
Arábia Saudita
 Canadá
 Reino Unido
 Alemanha
 França
 Austrália
 Emirados Árabes Unidos
Sudão
Kuwait
Jordânia
 Bahrein
Grupos:
AQMI Flag asymmetric.svg Estado Islâmico do Iraque e da Síria
Flag of Jihad.svg Al-Qaeda
Flag of Hayat Tahrir al-Sham.svg Tahrir al-Sham
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Exército Livre da Síria
Conflitos
Guerra Civil Libanesa
Conflito no sul do Líbano (1982–2000)
Guerra do Líbano de 2006
Guerra Civil Síria
Guerra Civil Iraquiana (2011-presente)

Na guerra civil síria, o Hizbollah está participando ativamente na luta, combatendo ao lado das forças do governo do presidente Bashar al-Assad.[65][66][67]

Em 27 de maio, forças da milícia Hezbollah estariam encabeçando uma ofensiva do governo sírio ao leste da área de Ghouta. A milícia libanesa, que apoia o regime de Bashar al-Assad, teria tomado nove cidades na área de Al-Murj, perto do bairro de Ghouta.[68] Em junho, tropas de elite do Hezbollah ajudaram as forças do regime sírio a conquistar a cidade estratégica de al-Qusair.[69] O numero estimado de combatentes do braço armado do Hezbollah varia de 3 a 5 mil homens, e cerca de 1400 baixas na guerra civil síria, até o final de 2016.

Os líderes sunitas da aliança 14 de Março e outras figuras libaneses proeminentes pediram ao Hezbollah para acabar com o seu envolvimento na Síria e disse que estão colocando o Líbano em risco.[70] Subhi al-Tufayli, disse que "o Hizbollah não deve ser a defesa do regime criminoso que mata o seu próprio povo e que nunca disparou um tiro em defesa dos palestinos ". Ele disse que "os combatentes do Hezbollah que estão matando crianças e aterrorizando as pessoas e destruindo casas na Síria irão para o inferno".[71]

Envolvimento na intervenção liderada pelo Irã no Iraque[editar | editar código-fonte]

A partir de julho de 2014, o Hezbollah enviou um número não revelado de consultores técnicos e analistas de inteligência para Bagdá em apoio à intervenção iraniana no Iraque (2014-presente). Pouco tempo depois, o comandante do Hezbollah Ibrahim al-Hajj foi morto em ação perto de Mosul.[72]

Outros[editar | editar código-fonte]

Em 2010, membros do Ahbash e do Hezbollah estiveram envolvidos em uma batalha de rua que foi vista como um problema de estacionamento, ambos os grupos se reuniram para formar um fundo de compensação conjunto para as vítimas do conflito.[73] Hezbollah foi acusado de se infiltrar na América do Sul e de ter ligações com cartéis de drogas latino-americanos.[74]

Política de segmentação[editar | editar código-fonte]

Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o Hezbollah condenou a al-Qaeda por atacar civis no World Trade Center,[75][76] mas permaneceu em silêncio sobre o ataque ao Pentágono.[21][77] Hezbollah também denunciou os massacres na Argélia por grupos islâmicos armados, ataques do Al-Gama'a al-Islamiyya à turistas no Egito,[78] o assassinato de Nick Berg,[79] e os ataques EIIL em Paris.[80]

Embora o Hezbollah tenha denunciado certos ataques contra civis, algumas pessoas acusam a organização do atentado a bomba contra uma sinagoga argentina em 1994. O promotor argentino Alberto Nisman, Marcelo Martinez Burgos e sua "equipe de cerca de 45 pessoas"[81] disseram que o Hezbollah e seus contatos no Irã foram responsáveis pelo atentado de 1994 contra um centro cultural judaico na Argentina, no qual "[o]itenta e cinco pessoas foram mortas e mais de 200 outras ficaram feridas".[82] Em junho de 2002, pouco depois de o governo israelense lançar a Operação Escudo Defensivo, Nasrallah fez um discurso em que defendeu e elogiou os atentados suicidas de alvos israelenses por membros de grupos palestinos por "criar um medo de dissuasão e equalização". Nasrallah afirmou que "na Palestina ocupada, não há diferença entre um soldado e um civil, pois eles são todos invasores, ocupantes e usurpadores da terra".[83]

Em agosto de 2012, o coordenador de contraterrorismo do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Daniel Benjamin, advertiu que o Hezbollah pode atacar a Europa a qualquer momento sem qualquer aviso. Benjamin disse: "O Hezbollah mantém uma presença na Europa e suas atividades recentes demonstram que ele não é limitado por preocupações sobre danos colaterais ou consequências políticas que poderiam resultar da realização de operações lá ... Avaliamos que o Hezbollah poderia atacar na Europa ou em outro lugar a qualquer hora com pouco ou nenhum aviso "e que o Hezbollah" intensificou campanhas terroristas em todo o mundo."[84][85][86]

Resultados eleitorais[editar | editar código-fonte]

Legislativas[editar | editar código-fonte]

Data Votos % Deputados +/- Aliança
1992 N/D N/D
12 / 128
1996 N/D N/D
9 / 128
Baixa3
2000 N/D N/D
12 / 128
Aumento3
2005 N/D N/D
14 / 128
Aumento2 Aliança 8 de Março
2009 N/D N/D
12 / 128
Baixa2 Aliança 8 de Março

Referências

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    An International History of Terrorism: Western and Non-Western Experiences. [S.l.: s.n.] p. 267. Based upon these beliefs, Hezbollah became vehemently anti-West and anti-Israel. 
    Criminology: Theories, Patterns & Typology. [S.l.: s.n.] p. 396. Hezbollah is anti-West and anti-Israel and has engaged in a series of terrorist actions including kidnappings, car bombings, and airline hijackings. 
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    «Analysis: Hezbollah's lethal anti-Semitism». The Jerusalem Post – JPost.com 
  7. Outras transliterações incluem Hezbollah, Hezbullah, Hezballah, Hizballah, Hisbollah, e Hizb Allah.
  8. Em português a sílaba tônica da palavra costuma ser a sílaba final (hizbolá), seguindo a pronúncia persa iraniana. No teatro de operações árabe do próprio Hizbollah, a sílaba tônica costuma ser colocada na segunda sílaba. Hizb ("partido") é a pronúncia do árabe moderno padrão, e hezb é a forma mais parecida ao persa e ao dialeto libanês. O nome vem do ayat (verso) corânico, que se refere àqueles que pertencem e seguem o "partido de Deus".[1].
    حزب الله, ḥezbu-'llāh(i), -u - marcador de caso nominativo em iḍāfa, "a" inicial (escrito como o alif: ا) em Allāh (الله) é mudo.
    O alif inicial (ا) costuma desaparecer nesta situação, em expressões como bi-'llaah(i), wa-'llaah(i), etc. O i final ("kasra") (frequentemente eliminado - é o marcador do caso genitivo). A primeira palavra termina em -u (ḍamma não-escrito) no caso nominativo, -a no acusativo, -i no genitivo.
    ḥizbu-'llāh(i) - nominativo
    ḥizbi-'llāh(i) - genitivo
    ḥizba-'llāh(i) - acusativo
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Leitura adicional[editar | editar código-fonte]

Livros
Artigos

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Sites oficiais[editar | editar código-fonte]

Resoluções da ONU relacionadas ao Hizbollah[editar | editar código-fonte]

Outros links[editar | editar código-fonte]

  • Hezbollah: Financing Terror through Criminal Enterprise, Testemunho de Matthew Levitt, Audiência do Comitê sobre Segurança Nacional e Assuntos Governamentais, Senado dos Estados Unidos
  • Hizbullah's two republics, Mohammed Ben Jelloun, Al-Ahram, 15–21 de fevereiro de 2007
  • Inside Hezbollah, documentário e informação do programa Frontline/World, do canal PBS.
  • An Open Letter: The Hezbollah Program – cinco páginas extraídas do manifesto de 1985 do Hizbollah traduzidas para o inglês. O documento completo contém 20 páginas impressas, traduzidas para o inglês em Norton, Augustus (1987). Amal and the Shi'a: Struggle for the Soul of Lebanon. Austin: University of Texas Press. ISBN 0-292-73039-X  Especificamente: "Nass al-risala al-maftuha allati wajjaha hizb allah ila al-mustad'afin fi lubnan wa al-'alam [Text of an Open Letter Addressed by Hizballah to the Downtrodden in Lebanon and in the World]", apêndice B, p. 167–187.
  • Hizbullah – the 'Party of God'Ynetnews