Aurora Dourada

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Aurora Dourada
Χρυσή Αυγή
Sangue, Honra, Aurora Dourada
Primeiro-secretário Nikolaos Michaloliakos
Porta voz Ilias Kasidiaris
Fundação 1 de janeiro de 1985
Sede Atenas, Ática
Alas Fronte da Juventude
Afiliação europeia Fronte Nacional Europeu
Grupo no Parlamento Europeu Grupo no Parlamento Europeu
Parlamento Helénico
18 / 300
Municipais
1 / 12 978
Parlamento Europeu
0 / 22
Espectro político Extrema-direita
Cores Preto
Site AD Nacional

Aurora Dourada (em grego Χρυσή Αυγή, transl. Chryssí Avguí) é uma organização política grega de extrema-direita liderada por Nikoláos Michaloliákos.

Em 2005 o partido encerrou suas operações políticas e foi absorvido por uma entidade política chamada Aliança Patriótica, que deixou de existir após Michaloliakos retirar seu apoio à organização. Em março de 2007, a Aurora Dourada realizou seu sexto congresso, onde os oficiais do partido anunciaram que voltariam a militar politicamente. Nas eleições municipais de novembro de 2010, a Aurora Dourada obteve 5,3% dos votos em Atenas, adquirindo uma cadeira no Conselho da Cidade (legislativo municipal). Em alguns bairros com grande presença de imigrantes o partido chegou a obter 20% dos votos. Ao entrar na câmara municipal após ser eleito em Atenas, Nikolaos Michaloliakos fez a chamada saudação romana[1] (uma saudação que já existia na Roma Antiga e que foi adoptada pelos fascistas de Mussolini e pelos nazis de Hitler).

A Aurora Dourada descreve-se como um "movimento popular nacionalista" ou como "nacionalistas descomprometidos". Michaloliakos descreveu a Aurora Dourada como um movimento oposto ao "assim chamado Iluminismo" e à Revolução Industrial. O partido também se diz opositor do marxismo e do liberalismo. O grupo, que emprega símbolos e gestos similares aos do Nacional-Socialismo (incluindo a referida saudação romana), declara-se oficialmente cristão ortodoxo.[carece de fontes?]

Imigração[editar | editar código-fonte]

A Aurora Dourada opõe-se à presença de imigrantes na Grécia. O partido defende a deportação de todos os imigrantes e o fechamento das fronteiras com o uso de minas terrestres.[2] Em 2012, o ideólogo e candidato da "Aurora Dourada" Giorgios Germenis disse que "obviamente, todos os imigrantes ilegais devem partir. Se todos os imigrantes ilegais – que são mais de três milhões – fossem embora, libertariam três milhões de postos de trabalho para os gregos".[3]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]