Monossexismo

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O monossexismo é uma crença que a monossexualidade (qualquer pessoa com uma orientação sexual exclusiva por um sexo ou género) é superior a uma orientação bissexual.[1][2][3] Algumas pessoas, apesar da sua própria orientação, se desfazem de bissexuais como simplesmente promíscuos.

Especificamente, o monossexismo promove exclusivamente ginefilia e androfilia, podendo ser extensão do heterossexismo. O monossexismo inclui a bifobia.[4]

Algumas pessoas heterossexuais definem bissesexualidade tão moralmente mal, como pecador ou como perigoso, enquanto alguns vão além disso, descrevendo que todas as orientações outras que não são heterossexual como tal. Alguns homens homossexuais se desfazem das pessoas que se autoidentificam bissexuais como necessitados de autoaceitação, e insistem que tais homens são de fato gays mas estão na negativa. As lésbicas que fazem reclamações desdenhosas sobre o comportamento de mulheres bissexuais afirmam que tais mulheres são de fato heterossexuais, e estão se ocupando sexualmente com outras mulheres para obter atenção dos homens, ou algo do tipo.

Nem todas as lésbicas e os gays mantêm essas visões. Muitos estão aceitando as pessoas bissexuais, e falam alto contra aqueles que exprimem visões negativas aos bissexuais.

Enquanto ele descreve uma visão da superioridade de heterossexualidade e homossexualidade, ele não é o mesmo como heterossexismo ou homossexismo que são visões que incluem a superioridade de um ao outro.

Referências

  1. Robinson, Margaret (2001-02). "Bisexuality and the Seduction by the Uncertain" Arquivado em 17 de janeiro de 2007, no Wayback Machine., Scholarly Articles: Personal Web page of Margaret Robinson.
  2. Highleyman, Liz (1995). "Identities and Ideas: Strategies for Bisexuals", from the anthology Bisexual Politics: Theories, Queries, and Visions. Haworth Press. Black Rose Web Pages.
  3. Rust, Paula C Rodriguez (2002). "Bisexuality: The state of the union, Annual Review of Sex Research, 2002", BNET.
  4. «(In)visibilidade bissexual». Blogueiras Feministas. 23 de setembro de 2014. Consultado em 11 de dezembro de 2018 

Ver também[editar | editar código-fonte]