Não-monogamia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Não-monogamia é um termo guarda-chuva para toda prática ou filosofia de relacionamento íntimo que não depende estritamente dos padrões de monogamia, não é o mesmo que bigamia e poligamia.

Especificamente, a não-monogamia refere-se a formas de relacionamento interpessoal, empreendidas intencionalmente, nas quais as exigências de exclusividade (de interação sexual ou conexão emocional, por exemplo) são atenuadas ou eliminadas.[1] Os indivíduos podem formar ligações múltiplas e simultâneas sexual ou romanticamente. Isso contrasta com a monogamia, e ainda pode surgir da mesma psicologia.[2] O termo foi criticado por implicar que a monogamia é a norma e, portanto, outras maneiras de se relacionar são desviantes e, portanto, de alguma forma insalubre ou imoral.

Ver Também[editar | editar código-fonte]


Livros[editar | editar código-fonte]

Livros que abordam o assunto da não-monogamia

Ano Título Autore(s) Notes Ref(s)
2019 Ética do amor livre Janet W. Hardy e Dossie Easton [3]


Referências

  1. «Have You Considered Non-monogamy??». www.cat-and-dragon.com. Consultado em 3 de dezembro de 2017 
  2. Barker, Meg.; Langdridge, Darren. (2010). Understanding non-monogamies. New York: Routledge. ISBN 9780203869802. OCLC 574760499 
  3. Easton, Dossie.; Hardy, Janet. (2019). Ética do amor livre, url=https://www.estantevirtual.com.br/livros/janet-w-hardy-e-dossie-easton/etica-do-amor-livre/3146040903?show_suggestion=0&busca_es=1,. São Paulo: Elefante