Correio Braziliense

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Disambig grey.svg Nota: Para o jornal do século XIX, veja Correio Braziliense (1808).
Correio Braziliense.svg
Capa correiobraziliense.jpg
S/A Correio Braziliense
Periodicidade Diário
Formato 6 col × 52cm
Sede SIG/Sul, Quadra 2, Lote 340, Setor de Indústrias Gráficas, Brasília, DF
Preço R$ 2,50 (segunda a sábado)
R$ 4,00 (domingo)
Assinatura Sim
Slogan Você à frente de tudo
Fundação 21 de abril de 1960 (60 anos)
Fundador(es) Assis Chateaubriand
Presidente Álvaro Teixeira da Costa
Diretor Josemar Gimenez Resende
Editor Ana Dubeux

Correio Braziliense é um jornal brasileiro com sede em Brasília, Distrito Federal, pertencente aos Diários Associados, do qual faz parte outro jornal (Aqui DF), além da rádio Clube FM, a TV Brasília e os portais Correio Braziliense e Correio Web.

Ao lado de Folha de S. Paulo, Estado de Minas, Zero Hora, O Globo e O Estado de S. Paulo, entre outros, forma o grupo dos principais jornais de referência do Brasil.[1][2]

História[editar | editar código-fonte]

Fundado no dia 21 de abril de 1960 por Assis Chateaubriand, juntamente com a inauguração da cidade e a da TV Brasília. O nome veio do histórico Correio Braziliense ou Armazém Literário, editado em Londres a partir de 1808 por Hipólito José da Costa.[3]

Em 1960, aceitando um desafio do presidente Juscelino Kubitschek, os Diários Associados, então maior conglomerado de mídia no Brasil, se propuseram a lançar um jornal na nova capital federal, Brasília. Descobrindo nos escritos de Hipólito José da Costa ideias favoráveis à transferência da capital do Rio de Janeiro para o interior, o então diretor dos Diários Associados Assis Chateaubriand decidiu retomar o título, aproveitando o termo brasiliense que começava a ser empregado como adjetivo pátrio de Brasília. No entanto, para manter a fidelidade ao título de Costa, decidiu-se por conservar a grafia arcaica Braziliense, no lugar da grafia atual do gentílico, brasiliense.[carece de fontes?]

Mesmo após a morte de Assis Chateaubriand, o Correio, diferentemente da TV Brasília que foi vendida em 2001[4], continuou a pertencer aos Diários Associados, sendo o principal jornal da Capital Federal.[carece de fontes?]

Design gráfico[editar | editar código-fonte]

O presidente do Correio Braziliense, Álvaro Teixeira da Costa, discursando durante o jantar comemorativo dos 50 anos do jornal. Foto:Renato Araujo/ABr.

Na gestão do editor executivo Ricardo Noblat, o Correio Braziliense foi o jornal brasileiro com o design gráfico mais premiado pela "Society for News Design" (SND), a mais importante sociedade internacional de design de jornais. O então editor executivo de arte, Francisco Amaral, foi o profissional que arquitetou as mudanças de design do jornal. O projeto gráfico criado por Amaral também foi premiado pela SND.[carece de fontes?]

Da década de 1990 até 2003, o Correio Braziliense liderou no design de jornais brasileiros, seguindo o conceito de um jornal aberto às mudanças de linguagem nas publicações editoriais. O exemplo mais claro dessa visão está no projeto da primeira página do jornal, valorizando um ou dois temas principais e utilizando uma sofisticada hierarquia tipográfica para as chamadas e manchetes.[carece de fontes?]

Internet[editar | editar código-fonte]

Em 21 de abril de 2008, o site do Correio Braziliense foi totalmente reformulado visando torná-lo mais interativo. Além do telejornal "Correio Notícias", outros programas da grade são o "Grita Geral", o "Bate-Pronto", e o "Correio Debate". Complementarmente, o internauta também poderá participar de enquetes.[5]

No dia 21 de junho de 2009, o jornal lançou seu novo projeto gráfico e editorial[6]

No dia 15 de janeiro de 2011, o Correio lançou sua versão para iPad.[7]

Cadernos[editar | editar código-fonte]

Após a reforma gráfica do jornal, ocorrida em 2009, a classificação dos cadernos ficou assim:[8]

Cadernos diários
  • Primeiro caderno: Capa, Política, Brasil, Economia, Opinião, Mundo, Saúde e Ciência, Superesportes
  • Caderno cidades: Cidades, Política & Economia no DF
  • Diversão & Arte
  • Classificados
Editorias não-diárias do jornal
  • Tecnologia: segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras
  • Saber Viver: terças-feiras
  • Gastronomia: quintas-feiras e sábados
  • Pensar: Sábado
Suplementos semanais
  • Segunda-feira: Direito & Justiça
  • Quarta-feira: Turismo
  • Quinta-feira: Veículos (Vrum)
  • Sexta-feira: Divirta-se Mais
  • Domingo: Revista do Correio e Trabalho&Formação Profissional

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Prêmio Esso de Jornalismo[editar | editar código-fonte]

Concedido pela Exxon Mobil do Brasil, o Prêmio Esso de Jornalismo é a Máxima Honraria do jornalismo brasileiro, conhecida popularmente como o "Óscar do jornalismo". Em 1994 e 2000 o jornal venceu o Prêmio Honorário, dado à Melhor Contribuição à Imprensa, de alguma instituição, pessoa ou produto, ao mercado jornalístico.

  • Esso Regional Centro-Oeste 1995, concedido a Antônio Vital, Ana Beatriz Magno, Anamaria Rossi, Luis Turiba, Orlando Pontes e Jailton de Carvalho, pela obra "A MÁFIA DO CONDOMÍNIO"[9]
  • Prêmio Esso de Jornalismo 2000 - Melhor Contribuição à Imprensa: "Pela coragem e ineditismo demonstrados ao editar a manchete "O Correio Errou", reconhecendo a incorreção da informação veiculadas também em manchete do dia anterior"[10]
  • Prêmio Esso de Jornalismo 1994 - Melhor Contribuição à Imprensa: "Cuja reforma comprova a viabilidade da imprensa independente no centro do poder, movimenta o mercado jornalístico e fortalece a estrutura dos Diários Associados"[11]
  • 2002: Esso Regional Centro-Oeste, concedido a Tina Evaristo e Equipe, pela reportagem "Grilagem em Brasília"[12]
  • 2003: Esso Regional Centro-Oeste, concedido a Eumano Silva, Thiago Vitale, Matheus Leitão e Rodrigo Rangel, pela reportagem "Guerrilha no Araguaia"[13]
  • 2005: Esso Especial de Primeira Página, concedido a João Bosco A. de Almeida, Carlos Marcelo, Cristine Gentil, Alexandre Botão e Luis Tajes, pela reportagem "Mais Quatro Anos..."[14]
  • 2008: Esso de Reportagem, concedido a Ana Beatriz Magno e José Varella, pela reportagem "Os Brinquedos dos Anjos"[15]
  • 2009: Esso de Informação Econômica, concedido a Vicente Nunes, Ricardo Allan, Vânia Cristino, Karla Mendes, Letícia Nobre, Luciano Pires, Luciana Navarro, Mariana Flores e Edna Simão, pela reportagem "O Brasil que Emergirá da Crise"[16]

Prêmio Engenho de Comunicação[editar | editar código-fonte]

Concedido pela Engenho Criatividade em Comunicação, é o principal prêmio dado à veículos e jornalistas locados em Brasília. Foi dado ao Correio Braziliense por sete vezes.

  • 2011 - Melhor Veículo Impresso: Caderno Cidades (Correio Braziliense).
  • 2011 - Melhor Inovação Jornalística: Pacote iPad do Correio Braziliense.[17]
  • 2010 - Melhor Veículo Impresso: Caderno Super Esportes (Correio Braziliense).[18]
  • 2009 - Melhor Cobertura de Brasília: Correio Braziliense.[19]
  • 2008 - Melhor Veículo Impresso: Correio Braziliense.[20]
  • 2007 - Melhor Veículo Impresso: Correio Braziliense.[21]
  • 2006 - Melhor Veículo Impresso: Revista do Correio (Correio Braziliense).[22]

Prêmio Vladimir Herzog[editar | editar código-fonte]

Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Jornal
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2014 "Mapa da Ditadura em Brasília" Jornal Correio Braziliense – Brasília Ana Pompeu Venceu[23]
Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Texto
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2017 “Brasília Confidencial” Correio Braziliense – Brasília/DF Adriana Bernardes e Renato Alves Venceu[24]
Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Arte
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2003 Charge "Convivência Atroz" Jornal Correio Braziliense/DF Fernando de Castro Lopes Venceu[25]

Articulistas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Media and Communications: Brazil» (em inglês). Biblioteca do Congresso. 30 de novembro de 2006. Consultado em 23 de julho de 2010 
  2. «Maiores jornais do Brasil». Associação Nacional de Jornais. Consultado em 3 de outubro de 2016. Arquivado do original em 11 de outubro de 2015 
  3. «Correio Braziliense». Consultado em 4 de novembro de 2009. Arquivado do original em 8 de outubro de 2011 
  4. «Associados adquirem TV Brasília», BR, Portal da propaganda .
  5. «Correio Braziliense faz nova aposta no Jornalismo Multimídia», Comunique‐se, BR, consultado em 7 de abril de 2019, cópia arquivada em |arquivourl= requer |arquivodata= (ajuda) 🔗  Parâmetro desconhecido |fechaarchivo= ignorado (|arquivodata=) sugerido (ajuda)
  6. «Correio Braziliense lança novo projeto gráfico e editorial», Ad News, BR .
  7. «Correio Braziliense lança versão para iPad», Lazer Tecnologia, 2011‐1‐17, arquivado do original em |arquivourl= requer |arquivodata= (ajuda)  Parâmetro desconhecido |dataacceso= ignorado (|acessodata=) sugerido (ajuda); Parâmetro desconhecido |dataarquivo= ignorado (ajuda); Verifique data em: |data= (ajuda).
  8. «|Página do Correio Braziliense no portal dos Diários Associados». Consultado em 4 de novembro de 2009. Arquivado do original em 8 de outubro de 2011 
  9. «Prêmio Esso de Jornalismo 1995». Prêmio Esso. Consultado em 26 de março de 2020. Arquivado do original em 26 de julho de 2010 
  10. «|Página Oficial Esso 2000». Consultado em 23 de abril de 2012. Arquivado do original em 14 de fevereiro de 2012 
  11. «|Página Oficial Esso 1994». Consultado em 23 de abril de 2012. Arquivado do original em 14 de fevereiro de 2012 
  12. «Prêmio Esso de Jornalismo 2002». Prêmio Esso. Consultado em 23 de março de 2020. Arquivado do original em 21 de julho de 2010 
  13. «Prêmio Esso de Jornalismo 2003». Prêmio Esso. Consultado em 23 de março de 2020. Arquivado do original em 11 de agosto de 2010 
  14. «Prêmio Esso de Jornalismo 2005». Prêmio Esso. Consultado em 24 de março de 2020. Arquivado do original em 12 de agosto de 2010 
  15. «Prêmio Esso de Jornalismo 2008». Prêmio Esso. Consultado em 25 de março de 2020. Arquivado do original em 11 de agosto de 2010 
  16. «Prêmio Esso de Jornalismo 2009». Prêmio Esso. Consultado em 25 de março de 2020. Arquivado do original em 10 de agosto de 2010 
  17. Engenho - Edição 2011
  18. Engenho - Edição 2010
  19. Engenho - Edição 2009
  20. Engenho - Edição 2008
  21. Engenho - Edição 2007
  22. Engenho - Edição 2006
  23. IVH Julio (29 de outubro de 2014). «36º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos». Vladimir Herzog. Consultado em 1 de abril de 2020. Cópia arquivada em 1 de abril de 2020 
  24. Giuliano Galli (10 de outubro de 2017). «Confira a lista com todos os vencedores e menções honrosas do 39º Prêmio Vladimir Herzog». Vladimir. Consultado em 28 de março de 2020. Cópia arquivada em 29 de março de 2020 
  25. «Prêmio Vladimir Herzog será entregue nesta segunda». Oboré. 23 de outubro de 2003. Consultado em 3 de abril de 2020. Cópia arquivada em 3 de abril de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]