TV Brasília

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TV Brasília
Rádio e Televisão CV Ltda.
Logotipo da TV Brasília desde 2014
Brasília, Distrito Federal
 Brasil
Tipo Comercial
Cidade de concessão Distrito Federal (Brasil) Brasília, DF
Canais Digital: 28 UHF
Virtual: 6 PSIP
Outros canais 18 / 518 (Claro NET)
517 (Vivo TV)
ver mais
Analógico:
05 VHF (1960)
06 VHF (1960-2016)
Sede Distrito Federal (Brasil) Brasília, DF
Slogan A TV que é daqui
Rede RedeTV!
Rede(s) anterior(es)
Fundador(es) Assis Chateaubriand
Pertence a Diários Associados (50%)
Organizações Paulo Octávio (50%)
Proprietário(s) Condomínio Acionário dos Diários e Emissoras Associados
Paulo Octávio
Antigo(s) proprietário(s) Assis Chateaubriand (1960-1968)
Administração Organizações Paulo Octávio
Acionista(s) 50% Organizações Paulo Octávio

50% Diários Associados

Controlador Diários Associados
Presidente Álvaro Teixeira da Costa
Fundação 21 de abril de 1960 (61 anos)
Prefixo ZYA 506
Emissora(s) irmã(s)
Cobertura
Coord. do transmissor 15° 41' 57.3" S 47° 49' 46.6" O
Potência 2 kW
Agência reguladora ANATEL
Informação de licença
CDB
PDF
Página oficial tvbrasilia.com.br

TV Brasília é uma emissora de televisão brasileira sediada em Brasília, Distrito Federal. Opera no canal 6.1 (28 UHF digital) e é afiliada à RedeTV!. Foi fundada em 21 de abril de 1960 por Assis Chateaubriand, no mesmo dia da inauguração de Brasília, e atualmente metade das suas ações pertencem aos Diários Associados e outra metade às Organizações Paulo Octávio. Seus estúdios se localizam na sede do jornal Correio Braziliense, onde funciona toda a holding dos Diários Associados no Setor de Indústrias Gráficas, e seus transmissores estão na Torre de TV Digital de Brasília, na região administrativa do Lago Norte. É a emissora mais antiga do país fora do litoral e é considerada a afiliada mais importante da RedeTV! até hoje.

História[editar | editar código-fonte]

Primórdios (1960-1968)[editar | editar código-fonte]

Assis Chateaubriand, fundador da TV Brasília

Enquanto Brasília estava sendo construída, o Governo Federal abriu licitação de três canais, os mesmos sintonizados da então capital Rio de Janeiro: um para o governo, um para Pipa Amaral (TV Rio) e outra para os Diários Associados. Assis Chateaubriand prometera ao presidente Kubitschek, que construiria as instalações do Correio Braziliense e da TV Brasília em cem dias, para que assim as entregasse no mesmo dia da inauguração da nova capital, mas o prazo foi completado quatro dias antes.[1] O aparelho de video-tape chegara dos Estados Unidos num avião cargueiro da PanAm que o desembarcara no Rio de Janeiro, outros equipamentos e funcionários foram fornecidos pela TV Itapoan, TV Rádio Clube e a TV Piratini, todas administradas pelos Diários Associados.

A cerimônia de inauguração foi paraninfada pela socialite britânica Shelagh Parnell[2], às 20 horas do dia 20 de abril de 1960, Discursaram também João Calmon e Gilberto Chateaubriand. A TV Brasília foi fundada pelos Diários Associados de Assis Chateaubriand na noite de 21 de abril de 1960, na mesma data de inauguração da nova capital federal,[3] juntamente com a TV Alvorada e a TV Nacional[4] além do jornal Correio Braziliense, também pertence aos Diários Associados.

Para a transmissão da inauguração da nova capital, os Diários Associados resolveram linkar Belo Horizonte a Brasília, que tinha doze torres com micro-ondas e deles no último momento não operou, dai então foi usado um avião para "linkar" o elo que estava interrompido para poder assim transmitir a inauguração da cidade para as outras emissoras dos Diários Associados. A transmissão da inauguração foi narrada por Oduvaldo Cozzi e Rui Viotti, com reportagens de Carlos Pallut, Carlos Spera e José Carlos de Moraes (Tico-Tico). A TV Brasília começou com a missão de registrar todos os acontecimentos da então nova capital do Brasil. Inicialmente a TV Brasília operava no canal 5 até trocar para o canal 6 em junho de 1960, onde se encontra até os dias atuais.

João Calmon, por sua vez, declarou que o canal de televisão, compensaria a falta de teatros, cinemas, estádios ou vida noturna movimentada na cidade. Ele comenta que a TV Brasília amenizaria a monotonia da vida na nova capital em seus primeiros anos.[5] Escolhido para dirigir a TV Brasília, o jornalista Jairo Valladares atuou como gerente de obras durante os trabalhos de construção dos prédios. Em seu texto de abril de 1962, ele descreve um pouco da rotina entre 1959 e 1960: "Hospedagem, naquela época, só mesmo o Brasília Palace, e, após meia hora de sacolejo do táxi, lá chegávamos inteiramente cobertos do pó vermelho de Brasília, como convinha à época. Éramos jovens, e, depois, outros foram chegando". No mesmo ano, a escritora Sylvia Orthof chegava à TV Brasília para produzir o primeiro programa infantil da nova capital, o Teatro do Candanguinho, que permaneceu até 1964 na grade da emissora.

A TV Brasília produzia pouco mais de 60% de sua programação, ao mesmo tempo que retransmitia atrações da TV Tupi do Rio e de São Paulo junto com programas internacionais, mas só passou a se divulgar como afiliada da mesma a partir de 1973, até então, a TV Brasília divulgava e se referia às atrações da Tupi somente a TV Brasília ou em alguns casos referiam como Rêde Associada de Emissoras.

No ano de 1961, a TV Brasília, assim como a Alvorada e a Nacional, receberam muitos pedidos de desligamento em massa devido as condições da cidade na época, dentre os nomes da TV Brasília estava Moacir Ruiz, o primeiro locutor da cidade. No início dos anos 60 a TV Brasília abria uma sucursal em Taguatinga, que mais tarde serviria para produzir conteúdos para a população mais afastada. No início de tudo a programação era majoritariamente noturna e seu parque de equipamentos técnicos incluía 2 transmissores, impossibilitando que a emissora saísse do ar com facilidade, estúdio de 300 metros quadrados modular e um auditório com capacidade para 400 pessoas.

No dia 1º de agosto de 1961 é lançado o programa O Mundo é Das Mulheres, o primeiro programa da emissora que inaugurava as transmissões diurnas na grade da emissora e era apresentado pela Zélia Marcondes e Renée Nunes, dava dicas de decorações, modas, culinária, beleza, horóscopo e etiquetas. O nome do programa gerou muitas críticas machistas na época, sendo assim, tendo o nome alterado no dia seguinte para No Mundo das Mulheres.

No dia 21 de abril de 1964, durante o seu 4º aniversário repagina sua logomarca, slogan e programação devido ao novo posicionamento da emissora. Os programas ganharam junto novos cenários com novos acabamentos. O programa Flash Social não pode ser gravado na semana em que o ex-presidente Castello Branco tomara o poder durante o golpe de 1964 por ordens de Arthur Costa e Silva que obrigara o âncora a ficar com ele durante toda a semana em Belo Horizonte, porém, a programação prosseguiu normalmente. No mesmo ano o Tele-Colégio Canal 6 foi substituído pela TV Escola. Toda a arte visual da emissora, desde as vinhetas até os cenários eram baseados nos monumentos da capital, conceito que seria reaproveitado 50 anos depois, em 2014. No domingo 4 de outubro de 1964, a TV Brasília lançava um dos primeiros programas educativos de auditório do Centro-Oeste. Idealizado e apresentado por Wanderley Mattos, o Nota Dez consistia num game show para estudantes do curso elementar e contava com atrativos como prêmios.

Em 15 de janeiro de 1966, devido as enchentes do estado de Guanabara, a TV Brasília lança a campanha, Rio, Brasília está Contigo e campanhas e iniciativas para ajudar os moradores afetados. Mais tarde o Correio Braziliense e a Varig adotaram a iniciativa. O saguão da emissora fora utilizado como o centro de doações, que eram transportadas até o Rio de Janeiro. Porém, a campanha foi iniciada um dia antes devido a sobrecarga de doações, fazendo que o Isto Foi Notícia prolongasse até de madrugada e a programação excepcionalmente abrisse às 10 da manhã.[6] Ainda em 1966, a TV Brasília promoveu um concurso de grupos de Jovem Guarda, que contou com a participação de dezenas de conjuntos, e deu o primeiro lugar para Os Primitivos, abrindo o caminho para a gravação do primeiro disco do grupo e a primeira banda de rock a lançar um LP no Distrito Federal. No mesmo ano, a mesma TV Brasília, Canal 6, passou a apresentar o programa “Os Reges”, inicialmente com participação exclusiva do grupo, e posteriormente, aberto aos demais grupos jovens da cidade. Apesar da curta duração de suas carreiras, da distância dos grandes centros e do isolamento cultural, a trajetória de alguns grupos contribuiu para afirmar a identidade cultural da cidade e abrir o caminho para futuras iniciativas. Deixaram gravados apenas quatro videoteipes na emissora.

Em 1967 surgiria o programa Carrossel, que em em sua fase inicial, apresentado pelo artista Darlan Rosa (Titio Darlan), contava histórias para as crianças enquanto desenhava com as duas mãos simultaneamente. "Eu não sou ambidestro, mas a mão esquerda espelha a direita. Inventei isso só para homenagear a cidade espelhada".[7]

Consolidação Local (1968-1973)[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 1968, a TV Brasília lança o formato Linha Direta de programação, aonde não era mais exibido algum comercial se quer durante a programação. À pedido do diretor artístico da época, Emílio Cerri, a TV Brasília exibiu no dia 15 de junho de 1968 o Elis Especial, no qual a cantora Elis Regina se apresentara no palco da TV Brasília seu repertório musical em benefício da cultural e tradicional Festa dos Estados que ocorre no Distrito Federal.

No ano de 1969 a TV Brasília investe no Departamento Artístico lançando novos formatos como o A Caminho da Grande Chance que alcançou ótima pontuação no IBOPE[8]

No dia 1º de abril de 1970, a TV Brasília lança o programa Seis no Lance, apresentado por Nilson Nelson às 12h45, O programa era de informações diárias, com a equipe sempre presente aos principais acontecimentos, mostrando inclusive lances dos jogos, dando ao programa uma movimentação agradável, sem aquele falatório muito comum até então nas apresentações de esporte nas televisões.[9]

No dia 1º de setembro de 1972, a emissora inaugura novos equipamentos para transmissão de imagens em cores, sendo a primeira emissora a cores no Distrito Federal. Dois anos depois foi responsável por transmitir em rede nacional o concurso da Miss Brasil.

Formação da Rede Tupi (1973-1980)[editar | editar código-fonte]

Durante meados de 1973, a TV Brasília gravou capítulos da telenovela Mulheres de Areia, de acordo com Ivani Ribeiro, a solidão do mar e o fustigante vento do litoral devem ter forçado a autora a pensar numa viagem de seus personagens centrais ao Planalto. A diferença de paisagem deveria certamente fazer bem a quantos precisavam fugir de um drama que iria ter por cenário o litoral paulista com seu inverno violento e apavorante.[10]

No dia 17 de setembro de 1973, a TV Brasília passou a contar com mais um programa esportivo em sua programação, era o Raça e Técnica, às segundas-feiras, a partir das 23h30. O departamento especializado da TV Brasília era, então dirigido por Nilson Nelson e contando com a participação de Jorge Martins, como comentarista, Marcus Vinícius, repórter de campo, e Joaquim Santos e Hélio Nunes como cinegrafistas. O novo programa reunia um punhado de novidades no esporte e com a chamada chuva de gols que o torcedor sempre gosta de ver. No primeiro dia os convidados foram o goleiro Rogério e o diretor do CEUB, Jesus Peres, além de Sílvio de Carvalho, do Departamento de Árbitros da FDB. Como jornalista convidado participou Otávio Bariloche. Uma semana depois, o jogador Jairzinho, do Botafogo, foi o entrevistado. A partir do início desse programa, os torcedores do futebol brasiliense puderam acompanhar todos os jogos do CEUB no Campeonato Brasileiro, fora e dentro do DF. Também no ano de 1973, Nilson Nelson e Jorge Martins fizeram o programa Comandando a Loteca, dando as dicas para as apostas na Loteria Esportiva. A novidade do programa foi uma astróloga que falava sobre os signos dos clubes e suas influências.[9]

Entre 1973 a 1985 a TV Brasília organizou no Ginásio de Esportes Presidente Médici o concurso Miss Brasil e o transmitiu em rede pela Rede Tupi e pelo SBT. A mudança do evento do Rio para Brasília foi motivada pela queda de público que vinha sendo constante no Maracanãzinho.

Para evitar a extinção da TV Brasília e da Rede Tupi, seus funcionários fizeram greve de fome em 1980. Até 1980, foi uma das emissoras da Rede Tupi e uma das poucas que escaparam da cassação de concessão promovida pela ditadura militar nas estações da Tupi em São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre e Recife. Pertencia a diversas pessoas ligadas aos Diários Associados. No dia da extinção da Rede Tupi, a TV Brasília seguiu sua programação normalmente, porém em faixa nacional foram reprisados programas da Tupi e séries que não haviam sido anunciadas anteriormente na grade.

Devido à extinção da Rede Tupi, juntamente com outras emissoras, até então ligadas à rede extinta, passa a transmitir a programação da REI (Rede de Emissoras Independentes), lideradas pela TV Record e também pela TVS do Rio, ambas ligadas ao apresentador Silvio Santos, futuro dono do Sistema Brasileiro de Televisão.

TV Brasília após Tupi (1980-1993)[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 1980, com o tom mais crítico, a emissora estreou o Brasília Urgente, sendo um programa com significativo histórico de realizações, tendo ocupado durante seis anos — de 1980 a 1986 — sucessivas vezes o posto de líder de audiência na capital federal. A TV Brasília já revelou diversos jornalistas, dentre eles, Ana Paula Padrão, Álvaro Costa, Giuliana Morrone, Liliane Cardoso e outros. Nesse período, produziu o infantil Carrossel juntamente com a TV Goyá de Goiânia, da qual operava em conjunto. Seus picos de audiência passavam dos 90 pontos de acordo com o IBOPE. Nos finais de semana o Carrossel era gravado ao ar livre.

Com o surgimento do SBT, a TV Brasília passa a ser uma de suas principais afiliadas por cinco anos de 1981 até 1985, quando a emissora paulista consegue uma concessão para o canal doze, que foi publicada no Diário Oficial da União. Com isso, a TV Brasília se afiliou à antiga Rede Manchete, tornando-se a principal afiliada daquela rede. A afiliação com a Rede Manchete foi oficialmente concretizada a partir do dia 1º de julho de 1985, no mesmo ano dos 25 anos da emissora com a transmissão do primeiro capítulo da telenovela Antônio Maria. E com a mudança de rede, houve também outro reposicionamento para que a TV Brasília se adequasse ao estilo jornalístico da Manchete, foi largado o formato policial do Brasília Urgente, que passou a ter um formato mais político e foi reduzido, mas, manteve as entrevistas. Ainda no ano de 1985 a emissora completou 25 anos, mas a comemoração foi esfriada devido à morte do presidente Tancredo Neves no dia do aniversário da emissora.

Em 1986, o Brasília Urgente foi extinto devido a candidatura do Álvaro Costa para senador.

Em meados de maio de 1987, por ordens presidenciais, foi determinado a retirada do programa Jogo de Carta do ar, após uma entrevista ao ex-governador Leonel Brizola.[11] No dia 11 de novembro de 1987, a TV Brasília forma parceria com a agência Makro Publicidade, formando a Rede Manchete Centro, com geradora em Brasília, pelo canal seis e uma repetidora em Goiânia, pelo canal 11 VHF. A mudança duplicou o alcance da cobertura da TV Brasília, passando a cobrir um mercado potencial de 4 milhões de espectadores. A partir de então havia na capital goiana um pequeno núcleo comercial e jornalístico. Porém, cerca de dez anos mais tarde, a parceria foi desfeita, quando os Associados relançaram a emissora como TV Goiânia, agora afiliada à Rede Bandeirantes.[12]

No ano de 1988, a TV Brasília firma parceria com a Universidade de Brasília para a produção do Estação Ciência, que também seria retransmitido nacionalmente pela Rede Manchete. O Estação Ciência funcionava em duas vertentes: o programa-documentário e o jornalístico propriamente dito.

No dia 29 de novembro de 1989, ocorreu um incêndio na sede da emissora iniciado em um curto-circuito que acredita-se que tenha iniciado nos aparelhos de ar-condicionado[carece de fontes?], às 15h, na parte térrea da TV Brasília, estourando os vidros e destruindo as salas de administração, secretaria e o CEDOC. Apenas bens materiais foram destruídos com o incidente, outrora, não houveram feridos. Com isso, grande parte do seu acervo se perdeu, desde quando era ainda afiliada da Rede Tupi, SBT e da Rede Manchete. O incêndio foi controlado em 15 minutos pelo Corpo de Bombeiros e apoio da parte técnica da emissora. Por meia hora a emissora manteve-se fora do ar, pois, com o início do incêndio, a chave geral do gerador de energia elétrica foi desligada. [13]

Por conta do incidente, no ano seguinte, iniciaram as obras para a construção da nova sede da TV Brasília, que agora se encontraria no mesmo lote do Correio Braziliense.[14]

A sede da emissora estabeleceu-se, de 1991 até 2004, no Setor de Indústrias Gráficas, quadra 2, lote 340, no prédio anexo do Correio Braziliense, sede dos Diários Associados em Brasília. Como afiliada a rede carioca, produziu telejornais de rede, como o Brasil 7:30, que tempos depois foi batizado como Telemanhã, além do Telemanchete, jornal local exibido às 19h apresentado pelo Luciano Barroso.

Nova fase dos Associados em Brasília (1993-1997)[editar | editar código-fonte]

Em 1993, juntamente com o resto dos Diários Associados em Brasília, a TV Brasília também foi padronizada visualmente e em seus serviços. Houve novamente outro reposicionamento na emissora, que agora voltaria a tomar uma postura mais comunitária e menos formal.

Em novembro de 1995, os Diários Associados chegaram a vender a emissora para o então ministro da Agricultura e dono do extinto Banco Bamerindus, José Eduardo de Andrade Vieira, que possuía 49% das ações da Central Nacional de Televisão (CNT). Na mesma época, o empresário, já em crise que logo mais o levaria à falência, vende suas ações na CNT e a TV Brasília volta aos Associados, sem ter trocado de bandeira. Com a venda da TV Brasília, quem sai perdendo com a troca de dono é a Rede Manchete, que tinha a TV Brasília como afiliada e passava a cogitar a TV Nacional para assumir o papel.[15]

A parceria com a Manchete quase foi abalada em 1995, mas acabou durando até 1999, com a falência da Manchete. Por falta de opção, já que todas as outras redes possuem emissoras próprias na cidade, e a CNT/Gazeta já enfrentava um processo de enfraquecimento, a TV Brasília acaba seguindo a transição para TV!, depois RedeTV!, até junho de 2003.

Tentativa de rejuvenescimento e crise (1997-2001)[editar | editar código-fonte]

Capa do folder de divulgação da nova programação em 1997

No início de 1997 a TV Brasília lança a sua nova programação, Na ocasião houve uma grande festa Black Tie na Academia de Tênis para apresentar a a nova imagem ao mercado publicitário. A imagem de emissora comunitária foi deixada de lado para se apresentar uma imagem mais jovem. Programas como o Repórter da Cidade (que virou Brasília Notícias) e o Telemanhã foram trocados e/ou renovados na busca de trazer mais dinamismo aos mesmos e programas de auditório foram lançados como o BSB Radical e o Cor da Cidade apresentado por Marta Morosini, que era destaque de audiência na época. A mudança era de extrema necessidade, levando-se em conta que a TV Brasília se encontrava ultrapassada visualmente em relação à concorrência e perdia a cada ano força na audiência, pois, segundo a Folha de São Paulo, no ano de 1995 a TV Brasília se encontrava em 4ª posição na audiência do DF, atrás de Globo, SBT e Bandeirantes e na frente da Record, Nacional e Apoio.[16] Com investimento de US$ 600 mil, a emissora ganhava novos cenários, logomarcas, vinhetas e programas, além de aumentar sua grade local de 7% para 28% da programação total.[17] A nova programação da emissora foi divulgada ao público durante a VII Meia Maratona de Brasília, do seu jornal irmão Correio Braziliense. Ainda no ano de 1997, o jornalista Ricardo Medina estreia a revista eletrônica Brasília Black-Tie, mostrando o que as personalidades de Brasília têm feito, semelhante ao que Otávio Mesquita e Amaury Jr. faziam na época. O jornalista foi convidado pela emissora devido o seu sucesso em audiência enquanto apresentava o programa Almanaque na extinta VTV Brasília (emissora de TV fechada) desde 1996.[18]

Em 1998 o programa Cor da Cidade foi bem avaliado pela ANDI, sendo considerado o melhor programa regional para o público jovem se destacando em frente às produções nacionais consideradas baratas e sensacionaistas, o Cor da Cidade da TV Brasília e o Teen da TV Guanandi demonstraram sensibilidade ao discutir assuntos sociais e matérias ligadas à realidade adolescente.

No início de 1999, a TV Brasília acaba sendo afetada pela crise da TV Manchete, que havia sido vendida para a Renascer em Cristo, assim, fazendo com que a TV Brasília tenha a sua programação local reduzida e horários ocupados por programas independentes. Em fevereiro de 1999, Ricardo Noronha leva o programa Ricardo Noronha Show da Rádio OK para a TV Brasília, O programa foi renomeado para Domingo é o Show e meses depois para Brasília é o Show, que permaneceu até 2002 quando Ricardo Noronha saiu da emissora e retornaria dez anos depois em 2012 com o Ricardo Noronha Show até ser extinto por definitivo em 2015, em seu lugar entrou o S.O.S Brasília, produção independente que permaneceu até 2020 após a morte do apresentador provocada por um câncer no pulmão.

Com o lançamento da RedeTV!, a TV Brasília renova seus programas, alterando formato, grafismo, horário e cenário de seus programas, na época exibindo programas como o Brasília Alerta, Brasília Notícias, Clip 105, Mais que emergente, Ponto de Encontro, Programa @, Brasília Black-Tie, Humanidades, Vida Atual e outros. A mudança logo trouxe resultados positivos, porém, a situação econômica em que os Diários Associados se encontravam logo se intensificou na TV Brasília, que se viu obrigada a encerrar sua programação local, passando a somente retransmitir a RedeTV!. Ainda no final de 1999, Geraldo Naves é contratado pela TV Brasília, levando o Barra Pesada da TV Bandeirantes junto. Junto com o lançamento da RedeTV!, Ricardo Medina extingue o Brasília Black-Tie e decide investir em um formato mais político, inspirado no Show Business, de João Dória, foi lançado o Medina Entrevista, que durante seus 2 anos de exibição, ficou marcado pelas discussões e polêmicas no talk-show.

Fase Paulo Octávio (2001-2008)[editar | editar código-fonte]

Em 21 de junho de 2001, a emissora foi comprada pelo político e empresário Paulo Octávio.[19] A negociação à época foi possível porque a emissora era um dos poucos veículos ativos dos Diários Associados que ficou livre do bloqueio judicial movido por Gilberto Chateaubriand.[20] Na época contava com 15 funcionários e não exibia nenhum programa próprio. O segundo semestre daquele ano foi dedicado a capacitar a empresa para enfrentar seus desafios futuros. o jornalismo da emissora foi reativado e assim surgiu o Jornal Local em duas edições ao meio dia e ás 19h apresentado pela jornalista Sandra Amaral que apresentava o telejornal em pé, sem alguma bancada. Aos poucos novos programas foram introduzidos e o primeiro deles foi o Agenda Brasília, um programa de entrevistas e voltado para assuntos gerais que estreou em 10 de setembro, tempos depois o programa foi para o horário do fim da manhã. O programa foi apresentado por Adeline Delgado e ficou no ar até o começo de 2003. Foi lançado em 4 de dezembro de 2001 o Emprego e Educação, aonde Paulo Octávio conversava com empresários da capital mas foi retirado do ar no início de 2010 por conta do agravamento da crise política. No dia 27 de abril de 2002 estreou o Oficina Mix, um programa que ficou menos de um ano no ar e era apresentado por Carolina Monte Rosa. O Oficina Mix trazia entrevistas, musicais e reportagens variadas. Ainda em abril do mesmo ano com o Canal 6 Notícias que estreou na emissora. Antes em janeiro o Barra Pesada voltou a ser exibido depois de um ano fora do ar e no mesmo ano a TV Brasília lança o Auto Giro, que se tornou um formato de sucesso na emissora por 12 anos seguidos, e sendo a primeira revista eletrônica do setor automobilístico no Distrito Federal.

Em junho de 2003, surpreendendo o mercado publicitário, a emissora deixa a RedeTV!, e passa a ser a primeira afiliada da recém-criada Rede 21 do Grupo Bandeirantes de Comunicação, até então focada apenas na Grande São Paulo. A parceria resultou em uma programação mais qualificada, porém com menor retorno comercial. O objetivo da televisão era se tornar referência no jornalismo local, procurando ser o veículo do brasiliense por excelência, desta forma, eram exibidos quatro noticiários diários. O Acorda Brasília, às 8h da manhã o Jornalocal - 1ª Edição, às 12h30 o Jornalocal às 19h e o Jornalocal - Edição da Noite a 01h30 da madrugada. Além disso a emissora trabalhava junto com a Rede 21, no Jornal 21, noticiário em rede nacional. A TV Brasília exibia ainda o Manchete da Hora - nove inserções diárias com as notícias que acabaram de acontecer na capital.

Sede da TV Brasília no Setor Hoteleiro Norte, que funcionou de 2004 a 2014

No dia 21 de abril de 2004 a TV Brasília inaugura sua nova sede no Setor Hoteleiro Norte em Brasília, ao lado do Manhattan Plaza, também do Paulo Octávio, que funcionou até fevereiro de 2014. “Incentivar a produção local não só é importante para toda a comunidade, como também para toda a classe jornalística”, destacou o apresentador do programa Barra Pesada, Geraldo Naves. Além dos três telejornais, a TV Brasília estreou nesse ano o telejornal Acorda Brasília apresentado por Camila Bonfim nas manhãs e o Conteúdo com Arthur Luís, apresentador que posteriormente retornaria à emissora para apresentar o Clube TV. Estavam presentes na solenidade de inauguração o governador Joaquim Roriz, o senador Paulo Octávio (PFL), dono da emissora, o presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação, João Carlos Saad, o diretor-superintendente da TV Brasília, André Gustavo Stumpf, e personalidades da cidade. [21][22][23]

No ano de 2005, a TV Brasília passa a transmitir ao vivo a sua programação e a da Rede 21 pela internet. No ano seguinte, acompanha a mudança da Rede 21, que passa a se chamar PlayTV e a ser comandada pela Gamecorp, ligada a um dos filhos do então presidente Lula, seguindo com o retorno da Rede 21 em 2008. Nos primeiros meses de 2005, a rede veiculava apenas cinco horas de programação, das 19h à meia-noite. A maior parte da grade era formada por seriados americanos e animes, diferentemente da TV Brasília, na qual os programas independentes e infomerciais não vão no ar, pois a afiliada coloca programas locais, que muitas das vezes lideravam audiência. O ano de 2005 marcou o lançamento de novos programas como o infantil Brasília Animada apresentado na época por Heloísa Bomtempo, o programa de videoclipes Turbinado com Flávia Aleixo e a Sessão das Duas com filmes que o público escolhia além de pequenos comentários apresentados pelo jornalista Sérgio de Sá e depois por Márcio Machado. Outros programas foram lançados durante o ano como o Tempos Modernos, Alta Frequência, um musical apresentado por Paloma Lopes com shows de artistas internacionais, o Art Mix, Vitrine Capital apresentado por Lana Canepa, Debate Capital com Kido Guerra e o esportivo A Grande Jogada comandado por Domingos Melo. Ainda em 2005, a Rede Transporte, canal parabólico da Confederação Nacional dos Transportes, passa a retransmitir em território nacional o Autogiro.

No dia 5 de junho de 2006, acompanha a mudança da Rede 21, que passa a se chamar PlayTV e passa a ser comandada pela Gamecorp. afiliação que dura até o ano de 2007 quando a mesma opta por não seguir a grade da PlayTV e passa a ter uma programação própria. A partir do dia 7 de maio de 2007, quando passa a exibir uma grade com programas locais, programas do canal Terra Viva, edições de noticiosos dos canais BandNews TV e BandSports, mantendo no ar apenas dois programas da PlayTV: O Jornal 10 e o bloco Otacraze; com isso, a TV Brasília passou a ser uma emissora independente ou seja, sem ter uma grade de programação nacional definida.

O retorno para os Diários Associados e a RedeTV! (2008-2014)[editar | editar código-fonte]

No dia 23 de janeiro de 2008, através da TV Alterosa,[24] os Diários Associados adquirem 50% capital acionário da TV Brasília, pertencente às Organizações Paulo Octávio.[25] Com a transação, a TV Alterosa passou a controlar a gestão do negócio e a parte comercial e editorial da emissora.[26] Com a volta da TV Brasília aos Diários Associados após sete anos,[27] o grupo completa seu "mix" de mídia no Distrito Federal, onde já mantém os jornais Correio Braziliense e o Aqui DF, o portal Correio Web, além da Rádio Planalto e da Clube FM.[28][29] A volta da TV Brasília aos Associados ocorreu com base em uma estratégia, na qual a ideia era de fazer em Brasília o mesmo que ocorria em Minas, com a integrações das empresas do grupo e a comunicação entre TV, rádios, internet e jornal impresso. A negociação[30] faz parte da estratégia de expansão dos Associados, dedicados a fazer parcerias e sociedades nos estados onde atua. Luís Eduardo Leão, gerente técnico da TV Alterosa, assume o cargo de superintendente da TV Brasília.[31] O canal continua a pertencer às Organizações Paulo Octávio, que mantêm 50% do capital acionário, sendo que os outros 50% retornam aos Diários Associados que editam o Correio Braziliense. A venda foi assinada na tarde do dia 23 de janeiro, pela representante da Paulo Octavio, Anna Christina Kubitschek Pereira e pelo presidente do Correio, Álvaro Teixeira da Costa. No dia 29 de maio, foi assinado na presença do presidente da rede, Amílcare Jr., o presidente do Correio Braziliense, Álvaro Teixeira e o vice-governador do DF, Octávio Frias, o acordo de afiliação da RedeTV! com a TV Brasília, na sede do jornal Correio Braziliense. A assinatura que ocorreu na tarde, foi mostrado na noite nos telejornais RedeTV! News e Leitura Dinâmica. Em junho de 2008 a emissora voltou a ser afiliada da RedeTV!, após cinco anos.[32] Nesse período, a RedeTV! foi representada pela filial brasiliense da Rede União, pelo canal 56. Depois de 2006, ficou sem sinal aberto no Distrito Federal, com isso só foi possível sintonizar a RedeTV! pela TV por assinatura ou em antena parabólica.

No dia 8 de julho, uma festa realizada no espaço Ilha das Tribos, em Brasília, marcou oficialmente o início da parceria entre a RedeTV! e a TV Brasília, que passa a retransmitir o sinal da RedeTV! em diversos horários. Com a nova grade, a programação da TV Brasília ganha uma abrangência nacional.[33] Brasília, é uma das cidades com pior desempenho em termos de regionalização da programação, atingindo uma média de 6,61% conforme o estudo do Observatório do Direito à Comunicação (2009). A única emissora da capital que ultrapassou a média nacional foi a TV Brasília, com 11% de conteúdos locais transmitidos. As demais emissoras, afiliadas das quatro maiores redes, mantêm índices bem inferiores: RecordTV (8,48%), Globo (5,75%), Band (4,76%) e SBT (3%).

Em fevereiro de 2009, a TV Brasília altera sua grade local no horário nobre e passa a exibir o Notícias das 7, que devido a sua baixa audiência, seria extinto três meses depois. Em agosto, a emissora passa a exibir o programa Antônio Roberto e Você, que também é exibido na TV Alterosa de Minas Gerais, que também pertence aos Diários Associados. No final de 2009 a TV Brasília reformulou o Esporte Show, agora apresentado por Bruno Mendes, passa a ter agora destaque maior no futebol. Usava fórmula de ''Bancada Democrática'' que é usado com sucesso nos programas Alterosa Esporte (na TV Alterosa/SBT em Minas Gerais) e no Superesportes (nas emissoras TV Borborema/SBT em Campina Grande/PB e na TV Guararapes afiliada da RecordTV em Recife/PE) dividido por comentaristas do Brasiliense e do Gama.

Em 20 de junho de 2010 a emissora lança a campanha em comemoração aos cinquenta anos com slogan A TV que enxerga a cidade do seu jeito.[34] Devido à má imagem que Paulo Octávio vinha recebendo após as acusações de corrupção no Democratas, o programa Emprego e Educação é extinto nove anos depois, em 2010.

A Capital do Estado de Goiás (Goiânia), desde julho de 2011, passou a receber o sinal da TV Brasilia pelo canal 21 UHF e também pelo canal 22 da NET.

Em setembro de 2013, devido à mudança na programação local na faixa do meio dia, o programa Bola Dividida passou a ser exibido as 18h00. Também em 2013 é estreado o programa Estilozzo, em parceria com a revista Estilozzo.

Nova sede da TV Brasília e reformulação (desde 2014)[editar | editar código-fonte]

Em 17 de fevereiro de 2014, a TV Brasília lançou sua nova programação, com a criação da "Super Faixa Local",[35][36] e seus estúdios voltaram a ser localizados na sede dos Diários Associados no Setor de Indústrias Gráficas, sendo oficialmente inaugurados em 29 de abril.[37][38][39] Os novos estúdios da emissora, com imagens que trazem referência à Brasília, vêm acompanhados de equipamentos que melhorarão as transmissões. “Será uma mudança bem visual. Foram adquiridas câmeras modernas e uma nova antena”, diz Luís Eduardo.[40] No dia 19 de fevereiro, morreu o repórter policial Raphael Britto do programa DF Alerta, vítima de insuficiência renal.[41] No dia 10 de março, estreou o programa Clube TV apresentado por Arthur Luís da Clube FM, que possui jornalismo comunitário, variedades, apresentação de artistas nacionais quando estão fazendo shows pelo Distrito Federal, sorteio de ingressos de shows musicais e exibição de clipes de hits de sucesso que tocam na Rádio Clube FM. Com o sucesso da atração, o formato do programa foi implantado na TV Guararapes, afiliada da RecordTV em Recife/PE com o programa ''Agora é Hora''. No final de novembro, a emissora atinge a liderança em audiência na faixa do almoço denominada Super Faixa Local com os programas Jornal Local, DF Alerta e Clube TV, assim disputando a audiência com a TV Globo Brasília, RecordTV Brasília e SBT Brasília na preferencia do público.[42]

Em 2015, a TV Brasília passou a transmitir a sua programação local ao vivo pelo Correio Web e por aplicativos móveis. No dia 17 de agosto, estreou o talk show político CB.Poder, em parceria com jornal Correio Braziliense, na época apresentado por Simone Souto. No dia 20 de dezembro de 2015 o programa Clube TV foi eleito o melhor programa local do Brasil pelo site Na Telinha/Uol, superando o programa A Bahia Que a Gente Gosta exibido na RecordTV Itapoan.[43]

Em 10 de janeiro de 2016, estreou o programa Vrum Brasília, apresentado por Clayton Sousa. Em abril, ocorrerem mudanças na "Super Faixa Local" da emissora, com o programa DF Alerta passando a ser exibido às 11h45 (cortando os 15 minutos finais do Melhor pra Você), e o Jornal Local às 13h10. Em julho, o Clube TV deixa de ser exibido pela emissora, e o radialista Arthur Luís passa a atuar apenas na Clube FM e na gerencia artística das rádios dos Diários Associados no Distrito Federal. No final de 2016, o programa CB.Poder recebeu a premiação de Melhor Programa de TV no Prêmio Engenho.[44]

Em fevereiro de 2017, o DF Alerta passa a ser apresentado interinamente pelo repórter Rodrigo Lemes, um dia após Fred Linhares ser contratado pela RecordTV Brasília. Um mês depois, Nikole Lima tornou-se a nova titular do programa, enquanto Wagner Relâmpago passou a fazer os comentários policiais. No dia 20 de agosto de 2017 o Capital de Prêmios deixa de ser gerado pela TV Brasília e passa a ser transmitido nos estúdios da RecordTV Brasília. Em março do ano seguinte, estreou o programa O Conciliador com Todi Moreno. O programa é um instrumento simples de resolução de conflitos em que as partes buscam resolver as suas questões com o auxílio do conciliador Todi Moreno (ex-diretor do Procon/DF)

No dia 14 de novembro de 2019, a emissora assina contrato para transmitir o Campeonato Candango de Futebol, depois de dez anos.[45] Durante este tempo vago, a TV Globo Brasília detinha os direitos do campeonato.

Em 2 de fevereiro, a emissora passa a transmitir o programa Alerta Nacional da TV A Crítica em parceria com a RedeTV!, sendo uma das afiliadas com maior participação no jornalístico. e em abril do mesmo ano, devido à pandemia do novo coronavírus, a TV Brasília optou por exibir alguns programas diretamente da casa de seus apresentadores, como Vrum, DF Alerta e outros. Alguns apresentadores gravaram vídeos nas redes sociais da emissora, incentivando os telespectadores a cumprirem o isolamento social.

No dia 21 de abril de 2020, a TV Brasília exibiu em comemoração aos seus sessenta anos, uma apresentação de Pedro Paulo e Matheus, integrado com a internet e redes sociais e no mesmo dia, mais cedo, foi exibida uma edição especial do Jornal Local em comemoração ao sexagenário da emissora e da capital. Nesse dia não houve exibição do A Tarde é Sua e do horário alugado a Igreja Universal, encerrando às 18:00 na televisão para exibição do Alerta Nacional mas na redes sociais da emissora e YouTube seguiu no ar até as 18:30. Foi cancelado a 3ª edição do TV Brasília Run, que aconteceria em maio de 2020, devido à pandemia.

Em 13 de julho de 2020, Nikole Lima deixa a TV Brasília após assinar contrato com a RecordTV Brasília.[46] No dia seguinte, o jornalista Wagner Relâmpago que estava em home office assume a apresentação do DF Alerta. Em 18 de junho de 2020 a jornalista Jéssica Nascimento, que atuava na equipe de reportagem do Jornal Local anuncia a saída da TV Brasília e segue para RecordTV Brasília. Em 21 de julho, Rachel Castro que trabalhava na direção do DF Alerta deixa a emissora rumo ao SBT Brasília. Em Outubro de 2020, a jornalista Ana Carla Mourão, que desde Abril era editora-chefe do Jornal Local, assume a direção do DF Alerta. Em agosto, o jornalista Bruno Fonseca (conhecido como Brunoso) é contratado para apresentar o DF Alerta, depois de um ano na TV A Crítica de Manaus, onde apresentava o jornalístico Alerta Nacional.[47] Ainda em 2020 a TV Brasília lança o reality show Os Infiltrados Brasília, sendo o primeiro reality show a ser feito na capital federal e o Vrum Brasília, com 4 anos no ar passa novamente a se chamar somente Vrum, como foi nos tempos de sua passagem pela TV Alterosa. E ainda em 2020 a TV Brasília encerra a produção do Momento CBV e Vitrine Gastrô.

No primeiro trimestre de 2021, o Chef Vinícius Rossignolli anunciou que irá trocar a TV Brasília pela TV Bandeirantes Brasília levando a extinção do programa em que participava na emissora, o Sabores. No dia 10 de junho de 2021, a repórter Natália Soares anuncia seu retorno à equipe do DF Alerta. Também em 2021, a TV Brasília em parceria com a Resenha Filmes e os párocos da Paróquia Imaculada Conceição de Maria, criaram o programa católico Falando com Deus, sendo a primeira vez em quase 30 anos que a emissora retorna às produções religiosas. A partir do dia 19 de setembro de 2021, o programa Hash Talk, do apresentador Fellipy Lima, irá fazer sua estreia na TV Brasília.

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

O Governo Federal na gestão Sarney passou a boicotar a TV Brasília após uma entrevista durante o jornal Programa da Cidade, feita com o ex-governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola. Desde 27 de janeiro, um dia após a entrevista, feita no Programa da Cidade, a TV Brasília não podia mais veicular mais os comerciais da Caixa Econômica Federal e da Petrobrás.[48]

Uma das razões do rompimento do contrato entre a RedeTV! e a TV Brasília em 2003, foi o incômodo do governador à época, Joaquim Roriz, com as denúncias e críticas contidas em reportagens produzidas pelo núcleo de rede da emissora paulistana, veiculadas no então Jornal da TV! e no Superpop, em horário nobre. À época, o então senador dono da emissora e hoje um dos sócios da TV Brasília, Paulo Octavio, era aliado de Roriz, que foi determinante para a eleição de Paulo Octávio para o Senado Federal. No mesmo ano do rompimento até 2006, a sucessora da extinta Rede Manchete foi representada pela filial candanga da Rede União, pelo canal 56. Depois de 2006, ficou sem sinal aberto no Distrito Federal, com isso só foi possível sintonizar a Rede TV! pela DirecTV, pelo canal 15 da NET ou em Antena Parabólica, em junho de 2008 a TV Brasília voltou a transmitir o sinal a Rede TV!.

Em janeiro de 2008 os Diários Associados e as Organizações PaulOOctávio que na época era vice governador do Distrito Federal decidem dividir as ações com 50% pra cada e o grupo de comunicação passa a ter de novo o controle da emissora. Em junho do mesmo ano a TV Brasília volta a se afiliar à Rede TV!.

Cogita-se[quem?] também que os sete anos de domínio exclusivo de Paulo Octávio haviam sido previamente estabelecidos em acordo para salvar a emissora, com exigências de ambas as partes.[carece de fontes?]

Em 2011, atendendo a protestos dos seus telespectadores, a direção da TV Brasília resolveu prestar maior fidelidade ao que é gerado pela Rede TV!, como cabeça de rede removendo anúncios excessivos da Polishop de sua programação.

Em abril de 2018 o SJPDF denunciou os atos de assédio moral e as ameaças constrangedoras contra os trabalhadores da TV Brasília, cometidas por um diretor da empresa. As denúncias apontam que os abusos já vinham de anos. Muitos não aguentaram o clima de assédio constante e acabaram pedindo demissão da empresa.

Identificação[editar | editar código-fonte]

Logotipo[editar | editar código-fonte]

Inicialmente a emissora não tinha logotipo, enquanto era sintonizada no VHF 5, pois ao mudar de canal em junho de 1960 a emissora passa a aderir o seu nome como logomarca, porém com o 6 em destaque dentro de uma tela. E no ano de 1961, já no Canal 6, ganhou uma versão do Índio da TV Tupi diferenciada das outras afiliadas, porém em 1962 passou a seguir o padrão estético de SP.

Em 1963 a TV Brasília lança uma logomarca sob a nomenclatura de Canal 6, com a íris do olho em formato de 6, era usada em conjunto com a de 1962.

Já em abril de 1964, o Índio retorna ao destaque principal, mas desta vez com um rosto quadrilátero e achatado, permaneceu na fachada da emissora até 1974. As vinhetas da emissora na época se passavam nos monumentos de Brasília.

No ano de 1968, a TV Brasília aprimora a sua logo que deixa de ser um índio criança para se tornar um "candanguinho", que agora ganha voz e interage nas peças publicitárias e vinhetas da emissora, representando em todos os detalhes a simbologia da capital federal.

Em abril de 1973, Um ano depois da formação da Rede Tupi, o seu logotipo passava a ser o mesmo da rede, composto por duas ondas senoidais entrelaçadas e três esferas nas cores: azul, vermelho e verde que permaneceu até 1977. Em 1975 foi lançada uma vinheta semelhante à da rede. Em 1977, a emissora utilizou um catavento estilizado como logotipo, mas, devido à má recepção do público, logo retornaram com a logomarca de 1973, só que com as ondas maiores e as cores reordenadas para vermelho, verde e azul. Em 1979 a TV Brasília utilizou o mesmo T estilizado da rede, porém, dentro de uma tela. E devido à extinção da Rede Tupi de Televisão, a TV Brasília permaneceu sem logotipo durante os dias 20 de julho de 1980 até o dia 8 de dezembro de 1980.

No final de 1980, a emissora ganha uma logomarca e vinhetas feitas por Cyro Del Nero, representando o número 6 estilizado nas cores RGB e com uma tipografia própria, inspirada na arquitetura diferenciada de Brasília.[49] Em 1984, com o slogan "A Televisão que o povo gosta" foi lançada uma vinheta em ambiente espacial, com corais gritando o nome da emissora, fazendo alusão aos altos índices de audiência do canal 6. Em 1985, logo após a emissora se afiliar a Rede Manchete, a logomarca anterior ganhou uma versão alternativa, ficando com as pontas arredondadas. Deixou de ser utilizada após o incêndio de 1989.

De 1987 a 1991, a Rede Manchete Centro, que era formada pela TV Brasília e TV Goiânia utilizava como logotipo o M da Manchete sobrevoando um mar com uma 6ª esfera, simbolizando o Sol refletido no mar, que fazia alusão à micro-rede.

No dia 1 de março de 1993, a TV Brasília adota a logomarca padrão dos Diários Associados, mesma também utilizada pela Rádio Planalto, 105 FM, TV Goiânia e Correio Braziliense na época. Com a padronização do conglomerado, os programas da emissora na época foram repaginados.

E no dia 20 de abril de 1997 em comemoração aos 37 anos da TV Brasília, foi utilizada uma esfera com o mapa de Brasília, em alusão ao nome da emissora. Juntamente com a nova marca, foi adotado uma nova identidade visual, completamente repaginada e de acordo com as tendências da época e o slogan que era utilizado pela emissora era "Tem que ver". A campanha de lançamento da nova logomarca demonstrava uma mulher brasiliense chegando do emprego e a TV Brasília passava a conversar com ela, iniciando um longo diálogo. Em dezembro de 1999 a logomarca sofre atualizações sutis em sua programação e identidade visual com a chegada da RedeTV!, o conceito de olho foi bastante explorado em seu branding novo, dos websites até as maiores campanhas publicitárias. a vinheta da época mostrava pessoas abrindo a lente da câmera em Brasília e fazendo gesto de olhar. Em abril de 2000, no aniversário de 40 anos da emissora, a TV Brasília lança uma campanha institucional com seus apresentadores refletidos no olhar de todas as etnias dentro e fora de casa. A logomarca foi mantida até 2002, um ano após as Organizações Paulo Octávio adquirir 100% das ações da emissora.

Em 2002, já pertencente ao Grupo Paulo Octávio, a TV Brasília passou a utilizar mais o nome "Canal 6" do que o seu próprio, com o objetivo de sinalizar para o espectador que a empresa havia mudado de proprietário e de objetivos. O número 6 passou a ser o símbolo como uma tentativa de se popularizar mais no mercado, todos os programas, marcas e sua identidade visual no geral foram atualizadas, mantendo nenhuma lembrança da época em que era administrada pelos Diários Associados, a logomarca se tornou um simples seis, trocando a tradicional cor azul por um amarelo dourado. Solução se demonstrou precária pois a TV Brasília operava em canais diferentes nas cidades mais distintas de Brasília.

No dia 12 de março de 2003, com poucos meses para ser a primeira afiliada da recém-criada Rede 21 do Grupo Bandeirantes de Comunicação, nessa nova era, foi desenvolvida uma nova identidade visual, altamente contemporânea e alinhada ao mercado da época. A solução, portanto, estava em fixar TV Brasília e não o canal. Ruth Reis, que integrou equipes de criação da Rede Globo, aceitou o desafio. A espiral que circula em torno do pólo irradiador de força. O centro que exporta informações. Ou seja, a TV Brasília e sua relação com as cidades do Distrito Federal. foram lançados novos telejornais, policiais, esportivos, entretenimento, séries e até humorísticos, a identidade visual ficou responsável por Ruth Reis, Toni Lucena e Rubens Duarte, mais posteriormente por Aguinaldo Abreu e Diego Brandão.

Em 2008 a TV Brasília voltou parcialmente aos Diários Associados, e em julho do mesmo ano, se tornou afiliada novamente à RedeTV!, portanto, em outubro de 2008, a logomarca anterior foi atualizada, ganhando um ar mais "flat" e menos 3D, buscando se atualizar as novidades do mercado. Também em 2008 a TV Brasília parou de exibir vinhetas de classificação indicativa com libras e passaram a exibir somente a classificação ao vivo durante a programação, igualmente feito pela RedeTV!. As vinhetas interprogramas, de oferecimento e de faixa independentes também foram influenciadas graficamente pelo visual da RedeTV! na mesma época. Em abril de 2010, com a comemoração dos 50 anos do canal, foi lançado uma vinheta nova, toque sonoro e um slogan novo: A TV que enxerga a cidade do seu jeito.

No dia 17 de fevereiro de 2014, a TV Brasília retorna a sede dos Diários Associados em Brasília, lança sua nova programação, completamente reformulada com novos estúdios, cenários e equipamentos, juntamente lança a sua nova logomarca que faz uma alusão a de 1997, só que agora representando o mapa de Brasília por 3 telas com as cores do Brasil que juntas formam o croqui original de Lúcio Costa. Uma versão alternativa também foi utilizada nos 60 anos durante fevereiro a julho de 2020. A vinheta comemorativa de 60 anos mostrava a capital sendo construída em um cronômetro até que chegasse o número 60, formando a logo da TV Brasília à cores.

Slogans[editar | editar código-fonte]

  • Sintonize a TV-Brasília, A melhor programação da nova capital (1960-1961)
  • A pioneira do Brasil-Central (1961-1963)
  • Cada Vez Melhor (1963-1965)
  • Programação de Vanguarda (1965-1968)
  • O Super Canal 6 (1968)
  • Cada Dia Melhor (1968-1970)
  • TV Brasília, a emissora que criou tradição na terra de Niemeyer (1970-1972)
  • A Emissôra que vale por uma Rêde. (1972)
  • TV Brasília é mais cor em sua vida (1972-1973)
  • Mais um grande nome da televisão brasileira no Canal 6 (1973)
  • Do tamanho do Brasil (1973-1975)
  • Sempre um programa diferente (1975-1977)
  • Mais calor humano (1978-1979)
  • Maior penetração na sua TV (1979)
  • Mais perto de você (1979-1980)
  • Com Brasília desde o primeiro dia (1980)
  • A Marca da Maioridade (1980-1981)
  • A Televisão que o povo gosta (1984-1985)
  • TV Brasília e Rede Manchete, juntas no canal 6 (1985)
  • Juntos na mesma emoção (1985-1986)
  • Aqui a onda é outra (1986-1987)
  • Rede Manchete Centro, Tem Algo de Novo no Ar (1987-1988)
  • Sua Grande Paixão (1988)
  • Fique com a gente (1988-1991)
  • TV Brasília, O Canal da Cidade (1993-1997)
  • TV Brasília, Tem que ver! (1997-1999)
  • TV Brasília, a TV da Nossa Cidade (1999-2001)
  • Onde Brasília se Vê (2001-2002)
  • Aqui é o seu lugar (2003-2005)
  • O Canal que Pega Bem (2005-2008)
  • TV Brasília & Rede TV! Conteúdo em dobro pra você (2008-2010)
  • A TV que enxerga a cidade do Seu Jeito (2010-2014)
  • O jeito de Brasília assistir televisão acabou de mudar (2014)
  • Amor Federal por Você (2014-2018)
  • Sintonizada com o futuro (2016)
  • A TV que é Daqui (2018-)

Comemorativos

  • TV Brasília Canal 6, 4 anos de Pioneirismo (1964)
  • Agora é Tempo de Alegria, TV Brasília Canal 6, 9 Anos (1969)
  • Em 1972, Fique na sua, Fique na TV Brasília (1971)
  • Na TV Brasília, Frente de Verão é Clima de Amor (1972-1973)
  • TV Brasília 20 Anos, com Brasília desde o primeiro dia (1980)
  • Abril, Aniversário da TV Brasília (1983)
  • Aniversário da Cidade, Abril, Aniversário da TV Brasília (1984)
  • TV Brasília e Correio Braziliense 25 anos, Viver Brasília (1985)
  • 30 Anos Ligada em Você (1990)
  • Há 40 anos a TV da Nossa Cidade (2000)
  • 45 anos no ar (2005)
  • Há 50 anos, a TV que enxerga a cidade do seu jeito (2010)
  • TV Brasília, há 51 anos, com a visão dos brasilienses (2011)
  • TV Brasília 53 Anos, uma TV de Visão (2013)
  • TV Brasília: 54 anos sintonizada com você (2014)
  • Brasília 55 anos, TV Brasília 55 anos (2015)
  • Amor Federal, Há 58 anos revelando várias faces de uma só paixão (2018)
  • Há 60 anos crescendo com Brasília (2020)
  • TV Brasília, 61 anos juntinho com você (2021)
  • Sinal digital[editar | editar código-fonte]

    Canal virtual Canal digital Proporção de tela Formato de Vídeo Programação
    6.1 28 UHF 16:9 1080i Programação principal da TV Brasília / RedeTV!

    A emissora iniciou suas transmissões digitais em caráter experimental em 25 de fevereiro de 2015, através do canal 28 UHF, passando a transmitir oficialmente em 10 de julho do mesmo ano. Em junho de 2016, o Vrum Brasília tornou-se o primeiro programa local transmitido em alta definição pela emissora, e em dezembro de 2017, os demais programas passaram a ser transmitidos no novo formato.

    Transição para o sinal digital

    Atendendo ao decreto federal de transição das emissoras de TV brasileiras do sinal analógico para o digital, a TV Brasília cessou suas transmissões pelo canal 06 VHF em 24 de setembro de 2016, dois meses antes da data prevista no cronograma oficial da ANATEL.[50]

    Programas[editar | editar código-fonte]

    Além de transmitir a programação nacional da RedeTV! e retransmitir o RedeTV! News, Encrenca e Te Peguei em horários que a rede transmite programas independentes, a emissora também produz os seguintes programas:

    • Candangão: esportivo, com Victor Gomes
    • CB.Agro: talk show agro com Vicente Nunes e jornalistas do Correio Braziliense
    • CB.Poder: talk show político com Denise Rothenburg e jornalistas do Correio Braziliense
    • CB.Saúde: talk show saúde com Jéssica Eufrásio e jornalistas do Correio Braziliense
    • DF Alerta: jornalístico policial com Brunoso
    • Falando com Deus: programa católico com o Padre Carlos Alexandre
    • Hash Talk: talk show com Fellipy Lima
    • Jornal Local: telejornal com Gláucia Guimarães
    • Os Infiltrados Brasília: reality show com Vanessa Lamarck e TJ Fernandes
    • Ofertas Vrum: Ofertas de automóveis com Clayton Sousa
    • Vitrine: programa de televendas local
    • Vrum: jornalístico sobre automobilismo com Clayton Sousa e João Fusquine

    Especiais[editar | editar código-fonte]

    • Corrida de Reis: maratona de corrida
    • Circuito Praia do Cerrado: circuito de futevôlei.
    • Campeonato Candango: cobertura de futebol narrada por Victor Gomes e Maíra Nunes
    • Live G7 Comédia: Primeira Live de Comédia da TV brasileira.
    • Muay Thai Fight Night: disputa de muay-thai
    • TV Brasília Run: maratona de corrida
    • TV Brasília Run Kids: maratona de corrida infantil [nota 1]
    • TV Brasília In Live: concerto musical

    Programas Independentes[editar | editar código-fonte]

    • Capital de Prêmios: exibição em conjunta com a RecordTV Brasília (geradora do sorteio) e Band Brasília
    • Igreja Universal: produzido pela Igreja Universal do Distrito Federal
    • Brasília na Graça: produzido pela Igreja Internacional da Graça de Deus
    • Programa Disse Jesus: produzido pela Igreja Batista Ebenézer
    • Show da Saúde: produzido pela Pillowmed
    • Autocar DF: produzido pela Agência Grão
    • Dica do Chef com Dudu Camargo
    • Igreja Cristã Maranata
    • Momento do Campo
    • Pampa e Cerrado
    • Cooperativismo em Notícia
    • Por Brasília
    • Don & Juan
    • Minuto de Paz
    • Mais Sertanejo
    • Mulher Capital Brasília
    • Líderes do Brasil

    Programas antigos[editar | editar código-fonte]

    Diversos outros programas compuseram a grade da emissora e foram descontinuados:

    • 105 FM Conteúdo
    • 105 FM TV
    • 360 Graus de solidariedade (em parceria com o Correio Braziliense)
    • 420 Minutos
    • A Caminho da Grande Chance
    • A Cidade Se Diverte
    • A Cor da Cidade
    • A Grande Jogada
    • A Turminha do Sereno
    • Acesso Livre
    • Acorda Brasília
    • Agenda Brasília
    • Agenda Sesc
    • Agora (exibido em rede com a Rede Tupi)
    • Almoço com os Amigos
    • Alô, alô, Brasília
    • Alta Freqüência
    • Anatomia de uma cidade
    • Antônio Roberto e Você
    • Ao som da Viola
    • Art Mix
    • Artigo 99 na TV
    • Atrações Pacolux
    • Atualidades
    • Auto Giro
    • Bar da Noite
    • Barra Pesada
    • Bazaar
    • Bem Mais Fácil
    • Beleza em Foco
    • Boa Noite Pra Você
    • Boas Compras
    • Boca de Forno
    • Brasil 7:30 (exibido pela Rede Manchete para toda a rede)
    • Brasil Open
    • Brasil TV (exibido pela RedeTV! para toda a rede)
    • Brasília 7:30
    • Brasília 8:00
    • Brasília 8:30
    • Brasília Animada
    • Brasília Alerta
    • Brasília Black-Tie
    • Brasília é o Show
    • Brasília em Foco
    • Brasília em Manchete
    • Brasília, Futebol e Samba
    • Brasília na Copa
    • Brasília na TV
    • Brasília Notícias
    • Brasília Olímpica
    • Brasília Opus
    • Brasília Presente e Futuro
    • Brasília S/A
    • Brasília Rural
    • Brasília Urgente
    • Brinca Carranquinha
    • BSB Esportes
    • BSB Radical
    • Café com Armildes
    • Café sem concerto
    • Canal 6 em Grande Gala
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    Jornalismo[editar | editar código-fonte]

    Anos 60

    O jornalismo na emissora nasceu ainda no dia 27 de junho em 1960, com o Informativo de Brasília no final da programação, sendo o primeiro noticiário local do país, no ano seguinte mudaria de nome para Brasília em Foco, que agora seria exibido às oito horas da noite que mais tarde seria trocado pelo Correio Braziliense na TV, com duas edições diárias. Ainda em 1961 o colunista Ari Cunha do Correio Braziliense leva o caderno Visto, Lido e Ouvido para a Televisão. O Correio Braziliense na TV deu lugar em 1963 ao Telejornal do Banco Econômico da Bahia que mais tarde seria renomeado para somente "Telejornal", também em 1963 é lançado O Repórter Servebem. A partir de outubro de 1963, o Isto Foi Notícia substituiu o Última Notícia e fechava a programação da TV Brasília.

    Em 1963 a TV Brasília lança o programa Roda Viva, apresentado pelo jornalista Wolney Milhomem, que todas as quintas entrevistava os grandes nomes do país. Décadas depois o formato do programa seria reaproveitado em rede nacional pela TV Cultura de São Paulo.

    Em janeiro de 1964 o Repórter Servebem foi substituído pelo O Repórter da Cidade, nome que seria ressuscitado em 1989 como Repórter da Cidade. No dia 2 de janeiro de 1966 o Telejornal foi substituído pelo Informativo Bancominas e em janeiro de 1968 o Repórter da Cidade foi substituído pelo Grande Telejornal BRB. Durante os primeiros anos do regime militar a TV Brasília exibiu em sua programação o boletim O Dia do Presidente.

    No dia 12 de julho de 1969 estreou o jornal Porque hoje é Sábado, às 7 da noite.

    Anos 70

    No dia 1º de abril de 1970, juntamente com a nova programação e a expansão da mesma para o meio-dia, surge o primeiro telejornal do horário na TV Brasília, o Jornal do Almoço, que durante seus 3 anos de exibição se destacou perante à concorrência pela sua praticidade e informalidade.

    No ano de 1977 foi lançado o jornal Redação, Direto apresentado por Álvaro Costa, como o próprio nome do programa indica, foi o primeiro telejornal no Centro-Oeste transmitido diretamente da redação da emissora. Três anos depois, o mesmo foi chamado para ancorar o jornalístico policial Brasília Urgente permanecendo no mesmo desde o primeiro dia do programa até o seu fim.

    Anos 80

    Enquanto era afiliada do SBT, foi responsável pela maior parte do jornalismo político da emissora e entrava em rede diversas vezes nos noticiários.

    De 1982 até 1984, a TV Brasília produziu uma edição local do Noticentro, apresentada por Antônio Carlos Caldeira.

    Durante sua afiliação com a Rede Manchete, a emissora produzia diretamente de Brasília para todo o Brasil, o Brasil 7:30. O telejornal era apresentado por Liliane Cardoso (hoje na TV Globo Brasília). Ainda na época, a emissora tinha telejornais locais como: Telemanchete e o Brasília 8:00 (que durou pouco tempo), A emissora era responsável também por fazer a cobertura politica nacional para os telejornais da Manchete. Em agosto de 1988 com a mudança de nome do Programa da Cidade para Repórter da Cidade, o telejornal passa a ter uma estrutura com mais links e menos entrevistas, a logomarca da Manchete é arrancada do estúdio e o programa ganha uma versão local no Goiás pela TV Goiânia. Com o fim da Rede Manchete Centro, o Telemanchete é extinto, dando lugar ao Repórter da Cidade 2ª Edição. No mês de julho de 1991, o Canal 11 de Goiânia, que até então, apenas retransmitia o sinal da TV Brasília por completo, até os comerciais locais, passou a ser uma geradora.[51] Em 1996, a TV Goiânia ganha independência jornalística da TV Brasília após a troca de afiliação da Manchete com a Band.

    Anos 2000

    Em 2002, após ser vendida para as Organizações Paulo Octávio a emissora retomou o jornalismo local criando o Canal 6 Notícias. Na noite de apuração do segundo turno das eleições de 2002, a emissora foi a única a acompanhar por oito horas consecutivas no ar o desenrolar da disputa entre os dois principais candidatos ao governo do Distrito Federal. Também em 2002 foi lançado o programa De Olho no Trânsito, que abordava temas a respeito da insegurança nas ruas do Distrito Federal, o programa foi um fiasco na audiência, durando poucos anos. Poucos meses antes de deixar a RedeTV!, em 2003, é lançado o telejornal Notícias do Brasil, ancorado pelo jornalista Jefferson Ivanicska, da TV Brasília e exibido em rede nacional pela RedeTV![52]

    No dia 12 de março de 2003, foi lançado o Jornalocal, que na época era exibido apenas as 7 da noite, no mesmo horário do antigo Brasília Notícias com a intenção de reerguer o telejornalismo da emissora. O Jornalocal foi criado com a intenção de revitalizar o jornalismo da emissora, com um formato dinâmico que exigia agilidade, caracterizado por mais links e menos cenário. No dia 2 de junho foram lançadas o Jornalocal - 1ª Edição e a Edição da Noite. Além disso, houve outras reformulações, como a volta do jornalismo nas manhãs da emissora, com a criação do Acorda Brasília, inicialmente comandado por Camila Bonfim (hoje na TV Globo). No final de 2004, o então superintendente da emissora, André Gustavo Stumpf, estreia o programa Falando Sério, retransmitido nacionalmente pela Rede 21. Também em 2004 foram lançados o Debate Capital e o De Olho no Mercado.

    Em 2005, na comemoração dos 25 anos do Brasília Urgente e com cerca de mais de cinco mil edições, o programa retorna à TV Brasília, agora não mais produzido pela TV Brasília ou pela Bandeirantes, se tornando uma produção independente, mas, mantendo o mesmo formato e os mesmos apresentadores dos anos 80. Ainda em 2005 foi lançado o Manchete da Hora, que era um boletim exibido na programação da emissora, substituindo o Últimas e foi lançado o Jornal da Madrugada, agora em tempo maior, substituindo o Edição da Noite. Em 2007 foi lançado o Revista da Noite, substituindo o Jornal da Madrugada, com formato menos formal.

    Em 2008, os Diários Associados compram de volta 50% da TV Brasília, a emissora estreou uma edição do Jornal Local que era exibida á Meia-Noite durante o Leitura Dinâmica, porém devido a baixa audiência do programa, o jornal foi retirado do ar em 2015, assim passando a transmitir novamente o Leitura Dinâmica.

    No dia 14 de novembro de 2011, a emissora estreou o programa policial DF Alerta, apresentado por Fred Linhares, sagrando-se fenômeno de audiência, atingindo sucesso absoluto segundo aferição do Ibope. O programa DF Alerta foi criado com a intenção de mostrar que um programa policial poderia exibir mais notícias do que apenas crimes. É considerado pela diretoria da emissora como uma revista eletrônica diária.

    No dia 26 de março de 2012 devido os altos índices de audiência, o DF Alerta ganhou uma segunda edição. No ano de 2015, a TV Brasília estreia em parceria com o jornal Correio Braziliense o CB.Poder.

    Em 23 de fevereiro de 2015, a emissora extinguiu o Jornal Local 2ª Edição, e o horário do Jornal Local, assim como vários outros foram abertos para serem ocupados por programas independentes, essa medida veio pelo reposicionamento da TV Brasilia com a finalidade de incentivar o conteúdo terceirizado e as produtoras regionais.

    Em 19 de setembro de 2016, a emissora relançou a 2ª edição do Jornal Local, na apresentação de João Fagundes.[53]

    No dia 29 de março de 2019, Simone Souto anuncia sua saída da TV Brasília, onde trabalhou por dezessete anos, sendo treze como apresentadora do Jornal Local e diretora de jornalismo. Durante uma semana, Paula Lobão apresentou interinamente o Jornal Local. Em abril de 2019, o editor-chefe e diretor do programa DF Alerta, Patrício de Macedo assume o cargo de gerente de jornalismo da TV Brasília.[54] Nesse mesmo dia, o DF Alerta passa a ser coordenado por Rachel Castro, que deixa a emissora em Julho de 2020 e segue para o SBT Brasília. Em Outubro do mesmo ano, a jornalista Ana Carla Mourão assume como editora-chefe do programa, após comandar o Jornal Local desde Abril de 2020. Em abril de 2019, o Jornal Local e CB.Poder passam a ser apresentado por Gláucia Guimarães, que também acumula a função coordenadora de redação na emissora, tendo Ana Carla Mourão como editora-executiva do telejornal vespertino.

    Em 2020, por conta da estreia do Alerta Nacional da RedeTV! com Sikêra Júnior, o DF Alerta 2ª Edição passa a ser exibido de manhã e é renomeado para DF Alerta 24h.

    Retransmissoras[editar | editar código-fonte]

    Lista de retransmissoras
    Cidade Digital Cidade Digital Cidade Digital Cidade Digital
    Abadia de Goiás 21 UHF Águas Lindas de Goiás 28 UHF Alexânia 28 UHF Aparecida de Goiânia 21 UHF
    Araçu 21 UHF Aragoiânia 21 UHF Avelinópolis 21 UHF Bela Vista de Goiás 21 UHF
    Bonfinópolis 21 UHF Brazabrantes 21 UHF Brazlândia 28 UHF Caldazinha 21 UHF
    Campestre de Goiás 21 UHF Caturaí 21 UHF Ceilândia 28 UHF Cidade Ocidental 28 UHF
    Gama 29 UHF Goiânia 21 UHF Goianira 21 UHF Guapó 21 UHF
    Hidrolândia 21 UHF Leopoldo de Bulhões 21 UHF Nerópolis 21 UHF Nova Fátima 21 UHF
    Nova Veneza 21 UHF Novo Gama 28 UHF Planaltina 28 UHF Professor Jamil 21 UHF
    Samambaia 28 UHF Santa Bárbara de Goiás 21 UHF Santa Maria 28 UHF Santo Antônio 21 UHF
    Senador Canedo 21 UHF Sobradinho 29 UHF Taguatinga 28 UHF Teresópolis de Goiás 21 UHF
    Trindade 21 UHF Valparaíso 28 UHF Varjão 21 UHF Vicente Pires 28 UHF

    Abrangência[editar | editar código-fonte]

    A TV Brasília abrange todas as cidades do Distrito Federal através do canal 6.1 (28 UHF), e na cidade-satélite de Sobradinho através do canal 29 UHF, além de abranger algumas cidades do estado de Goiás, algumas que ficam no Entorno de Brasília, (Valparaíso, Alexânia, Águas Lindas de Goiás, Formosa, Planaltina de Goiás, Padre Bernardo, Mimoso de Goiás), (Novo Gama),(Cristalina e Luziânia) e também conta uma repetidora em Goiânia GO no capital 21 UHF, também pode ser sintonizada em Brasília pela Claro TV no canal 18, no Goiás pela Claro TV no canal 25 e pela Vivo TV no DF, Goiás e Entorno no canal 517.

    Curiosidades[editar | editar código-fonte]

    Na segunda metade do ano 2000 todos os programas locais da emissora foram extintos e a TV Brasília ficou apenas retransmitindo a programação da RedeTV! até ser vendida para as Organizações Paulo Octávio em 2001.

    Por operar no canal seis, a emissora podia ter seu sinal analógico sintonizado na frequência 87,7 MHz FM.

    Para a reformulação jornalística que ocorreu em 2014, a equipe da TV Brasília viajou anos antes para Madrid numa visita à Antena 3 e importaram formatos e técnicas de jornalismo, assim como o cenário, que também sofreu grandes influências.

    As instalações e cenários da TV Brasília foram utilizadas para abrigar a emissora fictícia TV Cidade - Canal 5 em setembro de 2019 no longa-metragem A Cisterna, protagonizado por Lorena (Fernanda Vasconcellos) que faz faz parte da seleção oficial do New York Cinema Festival, tendo sua estreia internacional no festival em 24 de outubro. O filme também integrou a seleção oficial do Festival de Havana na edição de 2020. [55][56][57]

    Ver também[editar | editar código-fonte]

    Notas

    1. A TV Brasília Run assim como a TV Brasília Run Kids estão temporáriamente cancelados por conta das normas de segurança exigidas pela pandemia de Covid-19.

    Ligações externas[editar | editar código-fonte]

    Referências[editar | editar código-fonte]

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