Antoine de Rivarol
Aparência
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| Antoine de Rivarol | |
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| Nascimento | 26 de junho de 1753 Bagnols-sur-Cèze |
| Morte | 11 de abril de 1801 (47 anos) Berlim |
| Sepultamento | Dorotheenstädtischer Friedhof |
| Cidadania | França |
| Cônjuge | Louisa Henrietta de Rivarol |
| Irmão(ã)(s) | Claude-François de Rivarol |
| Ocupação | escritor, jornalista, aforista, poeta, tradutor, moralistas franceses, pamphleteer |
| Obras destacadas | The Universality of the French Language |
Antoine de Rivarol (26 de junho de 1753, Bagnols-sur-Cèze, Gard – 11 de abril de 1801, Berlim) foi um escritor e polemista francês.
No Brasil, a obra de Rivarol foi acolhida pelo simbolista Tristão da Cunha. Em seu livro Coisas do Tempo, 1922, a ele dedica justamente o ensaio de abertura, intitulado No jardim de Rivarol.
CUNHA, Tristão da. Obras de Tristão da Cunha. Rio de Janeiro, Livraria Agir Editora; Brasília: INL, 1979, p. 28-56.

