Partido Trabalhista Brasileiro (1981)

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Disambig grey.svg Nota: Para o antigo partido, veja Partido Trabalhista Brasileiro (1945).
Partido Trabalhista Brasileiro
Número eleitoral 14
Presidente Roberto Jefferson[1]
Fundação 3 de novembro de 1981 (39 anos)
Registro 3 de novembro de 1981 (39 anos)[2]
Sede São Paulo
Ideologia Partido pega-tudo[3]
Conservadorismo social[4]
Liberalismo econômico[5]
Histórico:
Trabalhismo[6]
Getulismo[7]
Nacionalismo de esquerda[8]
Espectro político Direita à Extrema Direita[9][10]
Histórico:
Centro-esquerda [11]
Ala jovem Juventude do PTB (JPTB)[12]
Membros (2021) 1 102 183 filiados[13]
Governadores (2021)
0 / 27
Prefeitos (2020)
212 / 5 568
Senadores (2021)
0 / 81
Deputados federais (2021)
12 / 513
Deputados estaduais (2018)
31 / 1 024
Vereadores (2020)
2 474 / 56 810
Cores      Amarelo

     Verde      Azul

Página oficial
https://ptb.org.br/
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) é um partido político brasileiro fundado em 1981 por um grupo político que reivindicou a legenda e sigla do antigo PTB, extinto pela ditadura militar em 1965.[14] Seu código eleitoral é o 14.[15] Com 1.102.183 filiados em fevereiro de 2021, é o 6º maior do país.[16]

História[editar | editar código-fonte]

Após a anistia, diversos trabalhistas históricos voltaram do exílio, de onde vinham organizando a reestruturação do partido, principalmente sob a liderança de Leonel Brizola.[17] Houve então uma acirrada disputa pelo nome, pela sigla e pela legenda do PTB, entre o grupo de Brizola e o grupo liderado pela ex-deputada Ivete Vargas, sobrinha-neta de Getúlio Vargas (seu avô materno, Viriato Dornelles Vargas, era irmão de Getúlio), e antiga presidente do PTB paulista. Tendo o Tribunal Superior Eleitoral dado ganho de causa ao grupo de Ivete em 1980, o grupo de Brizola funda então o Partido Democrático Trabalhista, PDT.[17] O registro provisório do PTB junto ao TSE ocorreu em 1980. Na época, acusou-se Golbery de Couto e Silva de tramar a cessão da sigla para Ivete, a fim de enfraquecer o grupo de Brizola. Em 1980, o PTB tinha apenas um deputado federal, Jorge Cury, do RJ, e nas eleições de 1982, o partido elegeu 13 deputados federais: 5 no RJ e 8 em SP, levados por mais de 260 mil votos de Ivete, além de ter lançado o nome do ex-presidente Jânio Quadros para a disputa do governo paulista. Ivete Vargas morreu em 3 de janeiro de 1984.

Em 1985, o PTB conquista a prefeitura da maior cidade do país, São Paulo, graças à força personalística de Jânio Quadros que, no entanto, tinha pouco compromisso com o programa do partido. Jânio demonstrou esse desinteresse ao, tão logo tomar posse em 1 de janeiro de 1986, se desfiliar do PTB, meses após. Em 1986, o partido lança o empresário Antônio Ermírio de Moraes para o Governo de São Paulo, ficando na segunda colocação perdendo para Orestes Quércia mas ficando frente de Paulo Maluf.

Ivete Vargas, fundadora do atual PTB, em 1979

Ao falecer, em 1983, Ivette Vargas foi sucedida pelo então deputado federal Ricardo Ribeiro, de Ribeirão Preto. Na Constituinte, o partido foi liderado pelo deputado federal Gastone Righi, janista de SP. De 1986 a 1991, o partido foi presidido pelo ex-deputado Luiz Gonzaga de Paiva Muniz, do RJ, e após, pelo Senador paranaense José Carlos Martinez, finalmente sucedido pelo deputado federal Roberto Jefferson, após seu falecimento.

Atualmente, seu número eleitoral é 14 e seu registro definitivo data de 3 de novembro de 1981.

Apesar do atual PTB declarar-se em seu programa como nacionalista, defensor da autonomia sindical e dos direitos trabalhistas consagrados na CLT, sua praxe política tem sido de colaboração com o governo em exercício e de defesa de políticas neoliberais [carece de fontes?]. Apoiou o governo Figueiredo no Congresso a partir de 1983, obtendo, em troca, cargos de direção em órgãos públicos. Viria a apoiar também todos os governos seguintes: os de José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

O PTB atual abrigou em suas fileiras políticos que se opunham eleitoralmente ao PTB clássico, como Jânio Quadros (embora tenha sido eleito deputado federal pelo PTB do Paraná em 1958), que se elegeu prefeito de São Paulo pelo partido em 1985, e foi também o candidato a Governador da legenda em 1982. Mais recentemente, aceitou a filiação de o também ex-presidente Fernando Collor, que em 2006 se elegeu senador por Alagoas pelo PRTB. A legenda possui força eleitoral significativa no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Mas é no Nordeste, principalmente em Pernambuco, onde o partido se destaca, pois, dos atuais[quando?] 7 senadores, 3 são desta região. Dos 23 deputados federais, 12 são nordestinos (Pernambuco possui 4), ao passo que o Rio Grande do Sul e São Paulo têm 3 deputados cada. Apesar de se declarar como independente, apoia o Governo Lula, apoiou candidatos do PT aos governos estaduais, incluindo alguns vitoriosos, como no Piauí e na Bahia.

Em 1989, o atual PTB postulou o nome do paranaense Affonso Camargo à Presidência da República, que obteve votação inexpressiva (0,5%). Sua votação para a Câmara federal em 2002 e 2006 tem oscilado entre 4 a 5% dos votos. Em 2002 incorporou o PSD (Partido Social Democrático), e em 2007 incorporou o PAN (Partido dos Aposentados da Nação).

Sua presidente nacional foi, a partir do fim de 2014, a ex-vereadora carioca e nova deputada federal Cristiane Brasil, filha do ex-deputado Roberto Jefferson, sucedendo ao ex-deputado federal Benito Gama, derrotado no pleito de 2014, que tinha sucedido a Jefferson, após sua prisão em 2012. Sua bancada federal, de 21 deputados, em 2010, saltou para 25 deputados e 3 senadores, no pleito de 2014, mantendo 4% dos votos para a Câmara dos Deputados. Em 2015, o PTB anuncia que iria ser independente do governo durante ao plenário da câmara federal.

O atual presidente nacional do Partido, desde abril de 2016, é o ex-deputado federal Roberto Jefferson, que reconquistou seus direitos políticos.

Em 2020, nas eleições municipais desse ano, o partido elege 212 prefeituras e 2474 vereadores, sem eleger nenhum prefeito nas capitais.

Organização[editar | editar código-fonte]

Parlamentares atuais[editar | editar código-fonte]

O senador Telmário Mota (RR), eleito pelo PTB em 2014, e os senadores Lucas Barreto (AP) e Nelsinho Trad (MS), eleitos pelo PTB em 2018, saíram do partido em 2019. Desde então o PTB não tem mandato no senado.

Deputados federais atuais (11)
UF Deputado(a)
e Legislaturas
Imagem
AL Nivaldo Albuquerque
55ª, 56ª
Nivaldo Albuquerque
CE Pedro Augusto Bezerra
56ª
MA Pedro Lucas Fernandes
56ª
Pedro Lucas Fernandes
MT Emanuelzinho
56ª
Emanuelzinho
PA Eduardo Costa
56ª
PA Paulo Bengtson
56ª
Paulo Bengtson
PB Wilson Santiago
52ª, 53ª, 56ª
Wilson Santiago
PR Luisa Canziani
56ª
Luisa Canziani
RS Marcelo Moraes
56ª
Marcelo Moraes
RS Maurício Dziedricki
56ª
Maurício Dziedricki
RS Ronaldo Santini
56ª

Observação: Ronaldo Santini (RS) é suplente e atualmente está empossado.

Deputados estaduais atuais (30)
UF Deputado(a) UF Deputado(a)
AC Marcus Cavalcante PE Romero Sales Filho
AL Antonio Albuquerque PI Janaina Marques
AM Saullo Vianna* PI José Nerinho
DF Jaqueline Silva PR Tião Medeiros
ES Adilson Espindula RJ Marcus Vinícius Neskau
MA Mical Damasceno RO Ezequiel Neiva
MG Arlen Santiago RR Jeferson Alves
MG Braulio Braz RS Aloísio Classmann
MG Sargento Rodrigues RS Dirceu Franciscon
MS Neno Razuk RS Elizandro Sabino
PA Angelo Ferrari RS Luís Augusto Lara
PA Delegado Toni Cunha RS Kelly Moraes
PB Doda de Tião SE Rodrigo Valadares
PB Wilson Santiago Filho SP Douglas Garcia*
PE Álvaro Porto TO Antonio Andrade*
Observações: Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos por outros partidos. Antônio Furlan (AP), Campos Machado (SP), Henrique Arantes (GO), Marcelo Cruz (RO) e Roque Barbiere (SP) foram eleitos pelo PTB mas saíram do partido.

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Desempenho eleitoral[editar | editar código-fonte]

Câmara dos Deputados[18]
Legislatura Bancada % ±
47ª (1983–1987)
13 / 479
2,71 Aumento 13
48ª (1987–1991)
16 / 494
3,23 Aumento 3
49ª (1991–1995)
37 / 503
7,35 Aumento 21
50ª (1995–1999)
31 / 513
6,04 Baixa 6
51ª (1999–2003)
31 / 513
6,04 Estável 0
52ª (2003–2007)
26 / 513
5,06 Baixa 5
53ª (2007–2011)
22 / 513
4,28 Baixa 4
54ª (2011–2015)
22 / 513
4,28 Estável 0
55ª (2015–2019)
25 / 513
4,87 Aumento 3
56ª (2019–2023)
10 / 513
1,94 Baixa 15

Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.

Eleições estaduais[editar | editar código-fonte]

Participação e desempenho do PTB nas eleições estaduais de 2018[19]
  Candidatos majoritários eleitos (10 governadores e 17 senadores).

Em negrito estão os candidatos filiados ao PTB durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PTB compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.

UF Candidatos(as) a Governador(a) e Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) — 115 Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 145
AC Gladson Cameli (PP) Sérgio Petecão (PSD) PTB / PP / PSDB / PSD / MDB / PR / PPS / PMN / SD / PTC 2 MDB, 1 PSDB, 1 DEM, 1 SD Marcus Cavalcante (PTB)
Major Rocha (PSDB) Márcio Bittar (MDB)
AL Renan Filho (MDB) Renan Calheiros (MDB) PTB / MDB / PR / PT / PCdoB / PODE / PDT / PHS / PV / DC / PSD / PRP / PMB / PPS / PRTB / PMN / Avante Nivaldo Albuquerque (PTB)
+ 1 PSD, 1 PR, 1 MDB, 1 PT
Antônio Albuquerque (PTB)
+ 6 MDB, 2 PSD, 1 SD
Luciano Barbosa (MDB) Maurício Quintella Lessa (PR)
AM Amazonino Mendes (PDT) Hissa Abrahão (PDT) PTB / PDT / PP / PR / Avante / PV / SD / PPS / PHS / PSL / PPL / PRP 1 PSL, 1 PP, 1 PR, 1 SD 2 PSD, 1 DEM, 1 PRB
Rebeca Garcia (PP) Alfredo Nascimento (PR)
AP Waldez Góes (PDT) Lucas Barreto (PTB) PTB / PDT / PROS, / MDB / DC / PRB / PCdoB / PRP / PTC / PMB 1 PRB Antônio Furlan (PTB)
+ 1 PMB
Jaime Nunes (PROS)
BA José Ronaldo (DEM) Jutahy Magalhães Júnior (PSDB) PTB / DEM / PSDB / PSC / PV / PRB / SD / PPL / Patriota ninguém 3 PSC
Mônica Bahia (PSDB) Irmão Lázaro (PSC)
CE Camilo Santana (PT) Eunício Oliveira (MDB) PTB / PT / PDT / PP / PSB / PR / DEM / PCdoB / PPS / PRP / PV / PMN / PPL / PRTB / PMB / Patriota Pedro Augusto Bezerra (PTB)
+ 6 PDT, 1 PSB
2 PCdoB
Izolda Cela (PDT) Alberto Bardawil (PODE)
DF Eliana Pedrosa (PROS) Juiz Everardo Ribeiro (PMN) PTB / PROS / PMN / PHS / PTC / PMB / Patriota ninguém Jaqueline Silva (PTB)
Alírio Neto (PTB) Walisson Nascimento (PTB)
ES Aridelmo Teixeira (PTB) Hélder Carnelli (PTB) PTB / PMB ninguém Adilson Espíndola (PTB)
Jéssica Polese (PTB) Rogério Bernardo (PMB)
GO José Eliton (PSDB) Vanderlan Cardoso (PP) PTB / PSDB / PPS / PSB / PSD / SD / PV / NOVO / REDE / Avante / Patriota 1 PSD, 1 PR, 1 SD, 1 PSB, 1 PSDB Henrique Arantes (PTB)
+ 2 PSD
Raquel Teixeira (PSDB) Marconi Perillo (PSDB)
MA Flávio Dino (PCdoB) Weverton Rocha (PDT) PTB / PCdoB / PDT / PT / PSB / PPS / PROS / PRB / PR / DEM / PP / PTC / SD / PPL / Avante / Patriota Pedro Lucas Fernandes (PTB)
+ 2 PCdoB, 1 PRB, 1 PSB, 1 DEM
Mical Damasceno (PTB)
+ 1 PROS
Carlos Brandão (PRB) Eliziane Gama (PPS)
MG Antonio Anastasia (PSDB) Rodrigo Pacheco (DEM) PTB / PSDB / PSD / DEM / SD / PPS / PMN / PSC / PP / PTC / PMB / Patriota 1 PSC, 1 PMN Arlen Santiago (PTB),
Bráulio Braz (PTB),
Sargento Rodrigues (PTB)
Marcos Montes (PSD) Dinis Pinheiro (SD)
MS Reinaldo Azambuja (PSDB) Nelsinho Trad (PTB) PTB / PSDB / DEM / PPS / PP / PMB / PSB / PSD / PSL / PROS / PMN / SD / Avante / Patriota 2 PSL Neno Razuk (PTB)
+ 2 PSL, 2 PP, 2 SD
Murilo Zauith (DEM) Marcelo Miglioli (PSDB)
MT Wellington Fagundes (PR) Adilton Sachetti (PRB) PTB / PR / PV / PRB / PCdoB / PODE / PP / PT / PMN / PROS Emanuelzinho (PTB)
+ 1 PODE, 1 PP, 1 PT
2 PV
Sirlei Theis (PV) Professora Maria Lúcia (PCdoB)
PA Helder Barbalho (MDB) Jader Barbalho (MDB) PTB / MDB / PR / PP / PSD / PRB / PODE / PROS / PSC / PSL / PHS / DC / PMB / PTC / Avante / Patriota Eduardo Costa (PTB),
Paulo Bengtson (PTB)
+ 3 PSD, 2 MDB, 1 PR, 1 PRB
Angelo Ferrari (PTB),
Delegado Toni Cunha (PTB)
+ 1 PSL
Lúcio Vale (PR) Zequinha Marinho (PSC)
PB João Azevêdo (PSB) Veneziano Vital (PSB) PTB / PSB / PDT / PT / DEM / PR / PODE / PRP / PMN / PRB / PCdoB / PPS / REDE / PROS / Avante Wilson Santiago (PTB)
+ 1 PSB, 1 PDT, 1 PRB, 1 PT, 1 DEM
Doda de Tião (PTB),
Wilson Santiago Filho (PTB)
+ 8 PSB, 3 PODE, 1 PCdoB, 1 PRB
Lígia Feliciano (PDT) Luiz Couto (PT)
PE Armando Monteiro (PTB) Mendonça Filho (DEM) PTB / PODE / PSC / PSDB / DEM / PRB / PR / PPS / PSD / PSL / PHS / DC / PMB 2 PRB, 1 PSC, 1 PPS, 1 DEM, 1 PODE Álvaro Porto (PTB),
Romero Sales Filho (PTB)
+ 3 DEM, 1 PRB, 1 PSDB
Fred Ferreira (PSC) Bruno Araújo (PSDB)
PI Wellington Dias (PT) Ciro Nogueira (PP) PTB / PT / MDB / PP / PR / PCdoB / PRTB / PDT / PSD 2 PT, 2 PP, 1 PR, 1 PDT, 1 PSD, 1 MDB Janaina Marques (PTB),
José Nerinho (PTB)
+ 6 MDB, 5 PT, 5 PP, 3 PR, 1 PSD, 1 PRTB, 1 PDT
Regina Sousa (PT) Marcelo Castro (MDB)
PR Cida Borghetti (PP) Alex Canziani (PTB) PTB / PP / PSDB / PSB / PMN / DEM / PROS / PMB Luisa Canziani (PTB)
+ 2 PP, 2 PSB, 2 PROS, 1 DEM
Tião Medeiros (PTB)
+ 5 PSB, 3 PSDB, 3 PP, 2 DEM
Coronel Malucelli (PMN) Beto Richa (PSDB)
RJ Eduardo Paes (DEM) Cesar Maia (DEM) PTB / DEM / PSDB / PP / PPS / MDB / SD / PV / DC / PHS / PMN / Avante 4 DEM, 3 MDB, 2 PP Marcus Vinícius Neskau (PTB)
+ 3 SD
Comte Bittencourt (PPS) Aspásia Camargo (PSDB)
RN Carlos Eduardo Alves (PDT) Garibaldi Alves Filho (MDB) PTB / PDT / PP / MDB / DEM / PR / PODE 1 PTC, 1 PR, 1 PSB, 1 PSD 2 PTC
Kadu Ciarlini (PP) Antônio Jácome (PODE)
RO Acir Gurgacz (PDT) Jesualdo Júnior (PSB) PTB / PDT / DC / PP / PSB / PTC / SD / Avante 1 PP, 1 PDT, 1 PSB Ezequiel Neiva (PTB),
Marcelo Cruz (PTB)
+ 1 PP
Neodi de Oliveira (DC) Carlos Magno (PP)
RR Telmário Mota (PTB) Júlio Martins (PTB) PTB / PV / PT / REDE 1 REDE Jeferson Alves (PTB)
+ 1 PT
Evandro Moreira (PTB) Rudson Leite (PV)
RS Eduardo Leite (PSDB) Luis Carlos Heinze (PP) PTB / PSDB / PPS / PP / PRB / PHS / REDE Marcelo Moraes (PTB),
Maurício Dziedricki (PTB)
+ 4 PP, 2 PSDB, 1 PRB
Aloísio Classmann (PTB),
Dirceu Franciscon (PTB),
Elizandro Sabino (PTB),
Luis Augusto Lara (PTB),
Kelly Moraes (PTB)
+ 6 PP
Ranolfo Vieira Júnior (PTB) Mário Bernd (PPS)
SC Mauro Mariani (MDB) Jorginho Mello (PR) PTB / MDB / PSDB / PR / DC / PPS / PRTB / PTC / Avante 1 PSDB, 1 PPS 3 PR
Napoleão Bernardes (PSDB) Paulo Bauer (PSDB)
SE Valadares Filho (PSB) Antônio Carlos Valadares (PSB) PTB / PSB / PDT / PPL / PROS / PRP 1 PDT Rodrigo Valadares (PTB)
Sílvia Fontes (PDT) Henry Clay (PPL)
SP Márcio França (PSB) Maurren Maggi (PSB) PTB / PSB / PR / PSC / PPS / PODE / PV / PMB / PHS / PPL / PRP / PROS / SD / Avante / Patriota 4 PSB, 2 PPS, 1 PSC Campos Machado (PTB),
Roque Barbiere (PTB)
+ 8 PSB, 2 PPS, 1 PV
Coronel Eliane Nikoluk (PR) Mário Covas Neto (PODE)
TO Márlon Reis (REDE) Irajá Abreu (PSD) PTB / REDE / PV / PSD / PCdoB / PT / PDT / PRTB ninguém 2 PV
José Geraldo (PTB) Paulo Mourão (PT)

Eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Ano Imagem Candidato a Presidente Candidato(a) a Vice-Presidente Coligação Votos Posição
1989
Institucional (15223979920).jpg
Affonso Camargo

(PTB)

Luís Gonzaga de Paiva Muniz

(PTB)

sem coligação 379.286 (0,52%) 11ª
1994
Fernando Henrique Cardoso (1999).jpg
Fernando Henrique Cardoso

(PSDB)

Marco Maciel

(PFL)

União, Trabalho e Progresso

(PSDB, PFL e PTB)

34.364.961 (54,27%)
1998
Fernando Henrique Cardoso (1999).jpg
Fernando Henrique Cardoso

(PSDB)

Marco Maciel

(PFL)

União, Trabalho e Progresso

(PSDB, PFL, PPB, PTB e PSD)

35.936.540 (53,06%)
2002
Cirogomes2006.jpg
Ciro Gomes(PPS) Paulo Pereira da Silva(PTB) Frente Trabalhista(PPS, PTB e PDT) 10.170.882 (11,97%)
2010
Serra02032007.jpg
José Serra(PSDB) Indio da Costa(DEM) O Brasil pode mais(PSDB, DEM, PPS, PMN, PTdoB e PTB) 43.711.388 (43,95%)
2014
Senador Aécio Neves-2.jpg
Aécio Neves

(PSDB)

Aloysio Nunes

(PSDB)

Muda Brasil

(PSDB, PMN, SD, DEM, PEN, PTN, PTB, PTC e PTdoB)

51.036.040 (48,36%)
2018
Geraldo Alckmin em agosto de 2017.jpg
Geraldo Alckmin

(PSDB)

Ana Amélia

(PP)

Para Unir o Brasil

(PSDB, PP, PR, PRB, PSD, Solidariedade, DEM, PTB e PPS)

5.096.349 (4,76%)

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Diferença de Ideologia[editar | editar código-fonte]

Após sua recriação, o partido foi criticado por deixar a influência de Getúlio Vargas de lado, figura histórica do antigo PTB. O partido também foi criticado durante o processo de impeachment de Collor, quando muitos políticos do partido no Congresso votaram pela absolvição de Collor.

Corrupção[editar | editar código-fonte]

Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou um balanço, em 4 de outubro de 2007, com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde o ano 2000. O PTB ocupa a quinta posição no ranking, com 24 cassações.[20]

Notas e referências

Notas

Referências

  1. «Roberto Jefferson reassume presidência nacional do PTB» 
  2. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015 
  3. Mariana Alvim (31 de janeiro de 2018). «De Getúlio Vargas a Cristiane Brasil, como o PTB passou do trabalhismo histórico aos ataques à Justiça do Trabalho». BBC Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2019 
  4. https://www.bbc.com/portuguese/brasil-42881692
  5. https://www.bbc.com/portuguese/brasil-42881692
  6. https://www.bbc.com/portuguese/brasil-42881692
  7. https://www.bbc.com/portuguese/brasil-42881692
  8. https://www.bbc.com/portuguese/brasil-42881692
  9. André Shalders (11 de setembro de 2017). «Direita ou esquerda? Análise de votações indica posição de partidos brasileiros no espectro ideológico». BBC Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2019 
  10. https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-62762006000100006&lng=en
  11. https://www.bbc.com/portuguese/brasil-42881692
  12. https://ptb.org.br/jptb/
  13. http://www.tse.jus.br/eleitor/estatisticas-de-eleitorado/filiados}}
  14. http://memorialdademocracia.com.br/card/golbery-tira-de-brizola-a-sigla-ptb
  15. Tribunal Superior Eleitoral: Partidos políticos registrados no TSE Arquivado em 17 de julho de 2007, no Wayback Machine., acessado em 25 de julho de 2007
  16. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». www.tse.jus.br. Consultado em 11 de março de 2020 
  17. a b Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome :1
  18. Bancada na Eleição Portal da Câmara dos Deputados. Acessado em 8 de março de 2021.
  19. TSE. «Repositório de Dados Eleitorais». Consultado em 8 de março de 2021 
  20. «Desde 2000, 623 políticos foram cassados. DEM lidera ranking». O Globo. Consultado em 11 de julho de 2010 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]