Frente Integralista Brasileira

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Frente Integralista Brasileira
Sigma-emblema-oficial-01.png
Datas das operações 2005 – presente
Motivos Instalação de um Estado integralista
Área de atividade Brasil Brasil
Ideologia Nacionalismo, Integralismo
Fascismo clerical

A Frente Integralista Brasileira (FIB) é um movimento político brasileiro de caráter antiliberal, anticomunista, tradicionalista e nacionalista.[1] Surge em 2004, no chamado I Congresso Integralista para o Século XXI, realizado na cidade de São Paulo, mas veio a ser fundada oficialmente em 22 de janeiro de 2005.[2]

Suas principais bandeiras incluem a contrariedade à democracia liberal, contra à legalização do aborto[3] e aos partidos políticos, mas, em especial uma radical oposição ao Partido dos Trabalhadores (PT), alvo de inúmeros artigos críticos na página da organização.[4][5] É tida por muitos como uma organização de caráter fascista,[6] apesar de ser dito o contrário por eles[7]

Origens[editar | editar código-fonte]

Após a morte de Plínio Salgado, em 1975, surgem novas agremiações integralistas responsáveis por tentar disseminar a obra política e literária do líder Integralista, as principais foram: Cruzada de Renovação Nacional, Associação Brasileira de Cultura (ABC), Associação Minuano, Centro Cultural Plínio Salgado (CCPS) e a Casa de Plínio Salgado (CPS).[8]

Durante a década de 1980, no contexto da redemocratização no país, houve novamente a tentativa de se refundar a Ação Integralista Brasileira (AIB),[9] por veteranos da primeira, segunda e terceira geração de integralistas. Esta tentativa resultou na fundação do Partido da Ação Integralista (PAI), entretanto, devido a divergências internas, a legenda não floresceu conforme esperavam seus correligionários.

Nas décadas de 1990 e 2000 novas agremiações surgiram, dentre elas o Centro de Estudos Históricos e Políticos (CEHP), localizado em Santos, o Núcleo Integralista do Rio de Janeiro (NIRJ) e a Juventude Nativista de Niterói (JNN),[8] que auxiliaram o trabalho de organizações remanescentes da década de 1980, como a Casa de Plínio Salgado e o Centro Cultural Plínio Salgado, esta última então comandada pelo ex-militante da Ação Integralista Brasileira, Arcy Lopes Estrella.[8] Estas duas últimas organizações expandiram seu raio de atuação, articulando e agrupando organizações distintas que tinham como ponto em comum a doutrina integralista.

História[editar | editar código-fonte]

Criada por jovens pertencentes a chamada quarta geração integralista e militantes históricos do movimento,[8] a FIB surge como resultado da união de diferentes agremiações integralistas existentes, que até então eram autônomas. As lideranças destas agremiações organizaram o chamado I Congresso Integralista para o Século XXI, que foi realizado nos dias 04 e 05 de dezembro de 2004, na cidade de São Paulo. Na ocasião, foi fundado o Movimento Integralista Brasileiro (MIB), cujo nome viria a ser alterado posteriormente para Frente Integralista Brasileira.[9] Segundo indica a página da organização a FIB foi fundada oficialmente no mês seguinte, em 22 de janeiro de 2005.

Ideologia[editar | editar código-fonte]

A ideologia defendida pela organização tem sido descrita por acadêmicos como chauvinista.[10] O integralismo brasileiro não aceita o capitalismo neoliberal,nem o comunismo. Defende a propriedade privada, o resgate da cultura nacional, o moralismo, valoriza o nacionalismo, os valores morais cristãos e as tradições cristãs brasileiras, o princípio da autoridade (e portanto a estrutura hierárquica da sociedade), o combate tanto ao comunismo quanto ao liberalismo econômico e o municipalismo.[11] Neste ponto a FIB é tida como radical na defesa dos princípios que nortearam a antiga AIB, mantendo intacta toda a ideologia original.[11]

Os integralistas apregoam rejeitar a democracia liberal enquanto instrumento de sustentação político e econômico do capitalismo ao identificar que esta estrutura reduz toda a atividade política a um mero formalismo eleitoral que se repete periodicamente e que é exercida unicamente por partidos políticos. Em oposição a isso, os integralistas dizem defender a democracia num caráter mais amplo e participativo através da concepção da democracia orgânica, em que cuja participação política não se restringe apenas a partidos políticos, dando voz também aos chamados grupos naturais.[12][13] Tomando em perspectiva a análise de François Furet sobre os movimentos totalitários do século XX, isto permite distinção do integralismo em relação aos movimentos fascistas e comunistas, que visam suprimir a democracia liberal por uma estrutura totalitária.[14]

Organização[editar | editar código-fonte]

A FIB organiza-se em núcleos estaduais (frequentemente tratados como provinciais) e municipais, cujo objetivo é realizar ações sociais, estudos e propaganda.[15] Segundo o pesquisador Jefferson Rodrigues Barbosa: “a FIB está organizada em aproximadamente vinte estados da federação, com mais de trinta núcleos espalhados pelo Brasil“.[10] Estes núcleos estão subdivididos geograficamente e suas atividades orientadas por cinco Coordenadorias Regionais: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Atuação[editar | editar código-fonte]

Militantes da FIB fazem panfletagem no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP).

Os integralistas atuam nos mais diversos canais, difundindo panfletos, informativos, atuando em manifestações, em partidos políticos, meios acadêmicos e mesmo mantendo contato com organizações similares em âmbito nacional e internacional.[11]

Internet[editar | editar código-fonte]

Sendo a internet o meio mais rápido de comunicação, os integralistas na atualidade utilizam-na como meio de difusão dos ideais, buscando propagar a sua ideologia e atraindo novos adeptos. Diante dessas considerações pode-se considerar que uma grande parcela dos novos militantes conhece e entra em contato com o movimento a partir do contato com a internet.[11]

Analisando a página da FIB percebe-se que a propaganda é destinada tanto ao público já integrado ao movimento quanto aos que não são adeptos. Trazem textos informativos, imagens de encontros e passeatas, alguns textos exaltando a figura de Plínio Salgado e os objetivos do movimento. É possível encontrar também textos que fazem crítica à política atual. Nesse sentido a internet é uma ferramenta fundamental na propagação das ideias da organização.[11]

As redes sociais são outra importante fonte de divulgação. No Facebook é possível verificar a presença da militância integralista em diferentes grupos ou comunidades. Nesta última rede, por exemplo, a página oficial da FIB possui quase 7000 inscritos,[16] enquanto no grupo oficial participam mais de 1.600 pessoas em trocas de mensagens.[17] Embora com menos interações, a organização mantém também presença oficial no YouTube,[18] no Flickr,[19] no Google+[20] e no Twitter.[21]

Partidos políticos[editar | editar código-fonte]

A FIB oficialmente alega não pretender ser um partido político e nem possuir vínculos com qualquer dos partidos existentes,[22] mas não se posiciona contrária à uma futura investida neste âmbito, no que aparenta ser provavelmente uma das menores reivindicações da organização.[23]

Embora esse seja o discurso, na prática a história é um pouco diferente. Para CALDEIRA NETO (2008), a FIB, dentre os vários grupos nacionalistas que analisou, foi a organização que estabeleceu contato mais próximo com partidos políticos, “especificamente o Partido de Reedificação da Ordem Nacional (PRONA), fundado por Enéas Ferreira Carneiro, que, de acordo com Victor (2004), chegou inclusive a manifestar apreço pelos integralistas (‘Todos os nacionalistas amam igualmente seu país’), em entrevista veiculada no jornal The New York Times.[24] Não por acaso, a Frente Integralista Brasileira chegou a direcionar os votos de seus militantes para o PRONA, tido pela FIB como “única legenda digna de votos pelos brasileiros conscientes”, ao fato que o PRONA teria absorvido grande parte dos ideais sociais e nacionalistas do integralismo”.[23]

Nos últimos anos, a FIB tem submetido aos seus membros listas de apoio a candidatos em diversas partes do Brasil.[25] Algumas destas candidaturas são próprias, mas ancoradas em legendas diversas, como a de um integralista que, em 2010 e em 2014, se candidatou a deputado federal pelo Distrito Federal e recebeu, respectivamente, 13.750 votos na primeira tentativa e 27.444 votos na segunda, número considerável, mas insuficiente para garantir a vaga no Congresso Nacional.[26][27]

Em ocasião mais recente, os integralistas também foram considerados como força política na refundação da Aliança Renovadora Nacional (ARENA), partido criado para dar sustentação ao regime militar, cuja campanha de reorganização busca o total de assinaturas exigido para o registro junto ao TSE.[28]

Manifestações[editar | editar código-fonte]

A FIB incentiva que seus núcleos organizem periodicamente manifestações públicas com o objetivo de prestar homenagem cívica, propagar os ideais integralistas ou a opinião da organização sobre determinado tema.[29] Tendo como norte estes três eixos orientadores, tornou-se comum para os pesquisadores avistar as bandeiras azuis do integralismo em feriados importantes, como o da Independência do Brasil e o da Revolução Constitucionalista (em São Paulo), em panfletagens e reuniões públicas nas grandes cidades ou na defesa de questões pontuais, como manifestações contra o aborto ou contra projetos de lei que busquem a descriminalização das drogas, por exemplo.[30][31][32]

Protestos no Brasil em 2013[editar | editar código-fonte]

Os integralistas foram acusados oficialmente por inúmeras organizações de esquerda, dentre elas o Partido da Causa Operária (PCO), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), de terem cooptado e redirecionado a pauta das manifestações, inicialmente comandadas pelo Movimento Passe Livre (MPL).[33][34][35][36]

De fato, a partir do dia 17 de junho, no auge da adesão popular aos protestos, passaram a ocorrer manifestações generalizadas de repúdio à presença de bandeiras de partidos políticos nas manifestações.[37] Os militantes de partidos, que portavam bandeiras, por outro lado, imediatamente qualificaram a intolerância às bandeiras partidárias como fascismo.[37]

Embora a FIB admita ter participado dos protestos, a organização nega qualquer responsabilidade em atos de vandalismo ou violência contra integrantes de partidos políticos e centrais sindicais.[38][39] Do mesmo modo, apesar da presença integralista nas manifestações, a grande maioria das pessoas não possuía um posicionamento político claro.[40]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «SALGADO, Plínio. Manifesto de Outubro de 1932.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 10 de maio de 2014 
  2. «Apresentação. Portal Nacional - Frente Integralista Brasileira.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 12 de maio de 2014 
  3. «Em defesa da Vida e das Tradições Cristãs do Brasil». www.integralismo.org.br. Consultado em 26 de agosto de 2016 
  4. «BARBOSA, Jefferson Rodrigues. Intelectuais do sigma e o integralismo contemporâneo: os herdeiros de Plínio Salgado.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 10 de maio de 2014 
  5. «BARBUY, Victor Emanuel Vilela. Uma síntese recente do movimento integralista.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 1 de março de 2014 
  6. TRINDADE, Hélgio (1974). Integralismo (O fascismo brasileiro na década de 30). [S.l.]: Difusão Européia do Livro 
  7. «Perguntas e Respostas | - Integralismo | Frente Integralista Brasileira». www.integralismo.org.br. Consultado em 6 de março de 2017 
  8. a b c d «CARNEIRO, Márcia Regina da Silva Ramos. Alguns temas delicados - o "novo" integralismo e a interpretação do passado e do presente a partir do Alerta.» (PDF). 2 de agosto de 2014. Consultado em 29 de maio de 2014 
  9. a b «CARNEIRO, Márcia Regina da Silva Ramos. Uma velha novidade, o integralismo no século xxi». 2 de agosto de 2014. Consultado em 3 de janeiro de 2014 
  10. a b «BARBOSA, Jefferson Rodrigues. Organizações chauvinistas no Brasil (1ª parte). Frente Integralista Brasileira (FIB): estruturas organizacionais, localização dos núcleos e principais dirigentes.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 16 de abril de 2014 
  11. a b c d e «CAMARGO, Camila. Camisas–verdes na internet: a ideologia integralista do século XXI» (PDF). 2 de agosto de 2014. Consultado em 21 de abril de 2014 
  12. DOREA, Augusta Garcia Rocha (1988). O Pensamento Revolucionário de Plínio Salgado. [S.l.]: Voz do Oeste 
  13. REALE, Miguel (1983). Obras Politicas 1ª Fase -1931 / 1937. [S.l.]: Universidade de Brasília 
  14. FURET, François (1995). Le Passe Dune Illusion. [S.l.]: Robert Laffont 
  15. «Presença: Núcleos em todo Brasil. Portal Nacional - Frente Integralista Brasileira.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 2 de agosto de 2014 
  16. «FACEBOOK. Frente Integralista Brasileira.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 2 de agosto de 2014 
  17. «FACEBOOK. Frente Integralista Brasileira.». 14 de fevereiro de 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2014 
  18. «YOUTUBE. Integralismobrasil.». 14 de fevereiro de 2015. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  19. «FLICKR. Integralismo.». 14 de fevereiro de 2015. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  20. «GOOGLE+. Frente Integralista Brasileira.». 14 de fevereiro de 2015. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  21. «TWITTER. FIB - Integralismo!». 14 de fevereiro de 2015. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  22. «Perguntas e Respostas. Portal Nacional - Frente Integralista Brasileira.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 2 de junho de 2014 
  23. a b «CALDEIRA NETO, Odilon. O Neointegralismo e a questão da organização partidária. Revista Eletrônica Boletim do TEMPO, Ano 6, Nº18, Rio, 2011 [ISSN 1981-3384].». 2 de agosto de 2014. Consultado em 1 de junho de 2014 
  24. «ROHTER, Larry. Long Treated as a Joke, Brazilian Neofascist May Have the Last Laugh. New York Times. 2002.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 1 de junho de 2014 
  25. «GALINDO, Rogério. Os integralistas, quem diria, têm um candidato. Caixa Zero. 2010.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 28 de maio de 2014 
  26. «BARBOSA, Jefferson Rodrigues. Contribuições gramscianas para a investigação dos intelectuais chauvinistas no Brasil: guerra de posição e aparelhos privados de hegemonia. 2013.» (PDF). 2 de agosto de 2014. Consultado em 31 de maio de 2014 
  27. «ELEIÇÕES 2014. Paulo Fernando 4555». 14 de fevereiro de 2015. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  28. «SETTI, Ricardo. Conversa com Cibele Baginski: A direita de piercing quer refundar a Arena, partido de sustentação da ditadura. Veja. 2012.». 2 de agosto de 2014. Consultado em 28 de maio de 2014 
  29. «FRENTE INTEGRALISTA BRASILEIRA. Calendário Nacional.». Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  30. «FIB-SP participou de evento que marcou o 9 de Julho.». NOVA OFFENSIVA. 14 de julho de 2009. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  31. FIGUEIRA, Jorge. (11 de agosto de 2009). «Panfletagem na Tijuca chama atenção de moradores.». NOVA OFFENSIVA. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  32. «Integralistas se mobilizam contra o PNDH-3.». NOVA OFFENSIVA. 9 de fevereiro de 2010. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  33. «Ex-integralista mostra fatos da infiltração de direita nas manifestações.». CAUSA OPERÁRIA. 24 de junho de 2013. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  34. MARIA, Zé. (27 de junho de 2013). «Sobre as bandeiras do PSTU nas manifestações e os anarquistas.». PSTU. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  35. Hanrrikson de Andrade e Julia Affonso (20 de junho de 2013). «Militantes da CUT são agredidos e expulsos de protesto no Rio de Janeiro.». UOL. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  36. KONRAD, Diorge. (20 de junho de 2014). «O movimento sindical após um ano das Jornadas de Junho.». PORTAL VERMELHO. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  37. a b WILHAN SANTIN, AGUIRRE TALENTO, PAULO PEIXOTO, WILLIAM DE LUCCA, JEFFERSON BERTOLINI e MARIO BITTENCOURT (21 de junho de 2013). «Movimento Passe Livre repudia violência contra partidos políticos.». FOLHA DE S. PAULO. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  38. FERRAZ, Eduardo. (23 de junho de 2013). «Resposta a uma crise.». NOVA OFFENSIVA. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  39. BARBUY, Victor Emanuel Vilela. (23 de julho de 2013). «Um fantasma ronda o Brasil». NOVA OFFENSIVA. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 
  40. Beatriz Ramires e Carolina Carvalho (16 de fevereiro de 2014). «Sem liderança clara e com pauta difusa, manifestantes tomam as ruas.». Portal Jornalismo ESPM. Consultado em 14 de fevereiro de 2015 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • SALGADO, Plínio (1937). O que é o Integralismo. [S.l.]: Schmidt 
  • TRINDADE, Hélgio (1974). Integralismo (O fascismo brasileiro na década de 30). [S.l.]: Difusão Européia do Livro 
  • CALIL, Gilberto (2001). O Integralismo no Pós-Guerra. A Formação do PRP (1945-1950). [S.l.]: EDIPUCRS 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]