Flexa Ribeiro

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Disambig grey.svg Nota: Se procura o historiador, veja José Fléxa Pinto Ribeiro.
Flexa Ribeiro
Senador pelo Pará Pará
Período 11 de janeiro de 2005
até a atualidade
Dados pessoais
Nascimento 12 de setembro de 1945 (72 anos)
Belém, PA
Alma mater Universidade Federal do Pará
Partido PSDB
Profissão Engenheiro civil
Empresário
linkWP:PPO#Brasil

Fernando de Souza Flexa Ribeiro[1] (Belém, 12 de setembro de 1945) é um engenheiro civil, empresário e político brasileiro.

Carreira profissional[editar | editar código-fonte]

Flexa Ribeiro é graduado em engenharia civil pela Universidade Federal do Pará e é um empresário da construção civil, tendo sido muito influente durante os governos de Almir Gabriel/Simão Jatene.

Presidiu o Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon/PA) e a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa). Também é diretor da Confederação Nacional da Indústria.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Co-fundador do PSDB, Flexa foi candidato ao Senado em 1994 ficando em quinto lugar - com 205.714 votos. Já em 2002, foi eleito o primeiro-suplente do senador Duciomar Costa (PTB) na chapa deste, o qual tinha Everaldo Siqueira Moreira como o segundo-suplente.

Quando Duciomar foi eleito em 2004 prefeito de Belém, renunciou ao seu mandato de senador e Flexa assumiu definitivamente no dia 11 de janeiro de 2005 a vaga deixada por ele até 1 de fevereiro de 2011.

Um dos projetos mais polêmicos de Flexa como senador é o PL 6424/05, que prevê a utilização de espécies exóticas (palmáceas) na recuperação de áreas já degradadas em propriedades rurais.

Foi reeleito senador pelo PSDB nas eleições no Pará em 2010 com 1.817.644 votos (29,24% dos válidos).

Em dezembro de 2016, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[1] Em julho de 2017 votou a favor da reforma trabalhista.[2]

Em julho de 2017, votou contra a cassação de Aécio Neves no conselho de ética do Senado.[3]

Em outubro de 2017 votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.[4][5]

Prisão temporária[editar | editar código-fonte]

Pouco depois da vitória de Duciomar a prefeito de Belém, Flexa foi preso em 4 de novembro de 2004 pela Polícia Federal na chamada Operação Pororoca.[6] Havia sido acusado de participar através de sua empresa, a Engeplan, de um esquema de fraudes em concorrências públicas, desistindo de uma licitação para beneficiar outra. Foi solto 4 dias depois.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]