Ir para o conteúdo

Tarcísio de Freitas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Tarcísio Gomes de Freitas)
Tarcísio de Freitas
Retrato oficial, 2023
Governador de São Paulo
Período1.º de janeiro de 2023
até a atualidade
Vice-governadorFelicio Ramuth
Antecessor(a)Rodrigo Garcia
Ministro da Infraestrutura do Brasil
Período1.º de janeiro de 2019
até 31 de março de 2022
PresidenteJair Bolsonaro
Antecessor(a)Valter Casimiro Silveira
(como Ministro dos Transportes)
Sucessor(a)Marcelo Sampaio Cunha Filho
Diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes do Brasil
Período22 de setembro de 2014
até 16 de janeiro de 2015
PresidenteDilma Rousseff
Antecessor(a)Jorge Ernesto Pinto Fraxe
Sucessor(a)Adailton Cardoso Dias
Dados pessoais
Nome completoTarcísio Gomes de Freitas
Nascimento19 de junho de 1975 (50 anos)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Alma materAcademia Militar das Agulhas Negras
Instituto Militar de Engenharia
Prêmio(s)
CônjugeCristiane Freitas (c. 1997)
Filhos(as)2
PartidoRepublicanos (2022–atualidade)
Religiãocatólico romano[2]
Profissãoengenheiro civil
servidor público (consultor legislativo da Câmara dos Deputados)
ResidênciaPalácio dos Bandeirantes
AssinaturaAssinatura de Tarcísio de Freitas
Serviço militar
Lealdade Brasil
Serviço/ramoBrasão do Exército Brasileiro Exército Brasileiro
Anos de serviço1996-2008
Graduação capitão

Tarcísio Gomes de Freitas (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1975)[3][4] é um engenheiro, ex-militar e político brasileiro, filiado ao Republicanos e atual governador do estado de São Paulo desde 2023.[5] Foi ministro da Infraestrutura de 2019 a 2022, no governo Jair Bolsonaro,[6] bem como diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes de 2014 a 2015, durante o governo Dilma Rousseff.

É formado pela Academia Militar das Agulhas Negras e pelo Instituto Militar de Engenharia, tendo servido no Exército Brasileiro de 1996 a 2008 e chegado ao posto de capitão, antes de ingressar no serviço público federal como analista de finanças e controle da Controladoria-Geral da União (CGU), cargo que exerceu de 2008 a 2015, quando se tornou consultor legislativo da Câmara dos Deputados.[7] Elegeu-se governador de São Paulo no segundo turno das eleições de 2022. Politicamente, Tarcísio tem se apoiado no bolsonarismo e defendido anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.[8]

Seu governo no estado de São Paulo tem sido marcado pela grande implementação de pedágios rodoviários,[9][10] privatizações e leilões de empresas e do "patrimônio público paulista",[11] tais quais Sabesp, Emae e linhas da CPTM, de escolas e rodovias estaduais.[12][13] Lançou o programa Casa Paulista e regulamentou a distribuição de medicamentos à base de cannabis pelo SUS estadual.[14] Em seu governo também houve cortes na verbas direcionadas à educação em detrimento à saude[15][16] e ao combate ao crime organizado,[17] além de aumento dos números de mortes por ações policiais.[18] É igualmente marcado pela facilitação da grilagem de terras públicas paulistas ocupadas irregularmente por grandes fazendeiros.[19]

Tarcísio de Freitas é servidor público de carreira, no cargo de consultor legislativo (área de desenvolvimento urbano, trânsito e transportes) da Câmara dos Deputados desde 2015.[20]

Ingressou no Exército Brasileiro em 15 de fevereiro de 1992, na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, situada em Campinas. Em seguida, foi para a Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, onde foi declarado Aspirante a Oficial da arma de Engenharia em 30 de novembro de 1996, sendo o segundo colocado de sua turma.[21]

Foi promovido a Segundo Tenente em 31 de agosto de 1997, a Primeiro Tenente em 25 de dezembro de 1998 e a Capitão em 25 de dezembro de 2002. Entre 1999 e 2002, estudou no Instituto Militar de Engenharia, formando-se em engenharia civil,[3][20] tendo obtido a maior média histórica do curso na instituição.[22] Também pelo IME, concluiu o mestrado em engenharia de transportes em 2008.[20]

Trabalhou como engenheiro militar de 2003 a 2008, tendo sido chefe da seção técnica da Companhia de Engenharia do Brasil na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti, entre 2005 e 2006.[20]

Em 2008, deixou o serviço militar, no posto de capitão, ao ingressar no serviço público federal como analista de finanças e controle da Controladoria-Geral da União (CGU),[21] onde foi assessor do diretor de auditoria da área de infraestrutura entre 2008 e 2011, e coordenador-geral de auditoria da área de transportes em 2011,[23] ano em que foi indicado para a função de diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) pelo general Jorge Fraxe. Este assumiu o órgão em meio à "faxina ética" determinada pela então presidente Dilma Rousseff, após uma crise provocada por denúncias de corrupção. Freitas foi promovido à diretoria-geral do DNIT em 2014, tendo exercido o cargo de diretor-geral entre 22 de setembro de 2014 e 16 de janeiro de 2015,[24] quando foi nomeado consultor legislativo da Câmara dos Deputados.[21]

Durante o período, o Tribunal de Contas da União descobriu 88 contratos irregulares do Dnit com duas fundações ligadas ao Instituto Militar de Engenharia (IME) – escola onde Freitas formou-se em Engenharia Civil. Segundo o TCU, a maioria das empresas era ligada ao major Washington Luis de Paula e o prejuízo estimado ao erário foi de milhões, com os serviços não sendo realizados. Outros contratos, para cessão de funcionários de fundações do IME ao Dnit, no valor de R$ 20 milhões, também foram provados fraudulentos. Esses acordos foram assinados na gestão Tarcísio no Dnit.[25]

A justiça militar, em 2019, chegou a condenar oficiais pelo desvio de R$ 11 milhões nesse caso.[26] Posteriormente, em 2022, a Polícia Federal investigaria os acordos na Operação Burolano[27] e na Operação Círculo Fechado.[28]

Em 2015, atuou como secretário da Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), responsável pelo programa de privatizações, concessões e desestatizações.[23] Em 2016, foi secretário da Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), responsável pelo programa de privatizações, concessões e desestatizações, já no governo Michel Temer.[21]

Em novembro de 2018, foi anunciada pelo então presidente eleito Jair Bolsonaro a escolha de Freitas para assumir o Ministério da Infraestrutura.[29][30]

Ministério da Infraestrutura

[editar | editar código]

Após ser convidado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, Tarcísio Gomes de Freitas tomou posse no comando do Ministério da Infraestrutura em janeiro de 2019,[31] com a missão de finalizar obras[32] inacabadas[33] e conceder o máximo possível de ativos para a iniciativa privada.[34] Tarcísio foi responsável por pavimentar e duplicar a BR-116 Sul[35] e construir pontes[36] que reduziram a dependência das balsas[37] e conectaram regiões remotas do país.

Tarcísio com a Ordem do Mérito Naval, recebida em 2019

Ao longo do ano de 2019, o Ministério da Infraestrutura promoveu concessões em todos os modais de transporte (rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo). Foram concedidos 27 ativos,[38] com destaque para: BR-364/365 (trecho de 437 km entre Jataí-GO e Uberlândia-MG); leilão do tramo central da Ferrovia Norte-Sul;[39] 13 terminais portuários[40] e 12 terminais de aeroportos.[41] Entre as obras públicas, destaque para a conclusão da pavimentação da BR-163,[42] que liga o Mato Grosso ao Pará.

No segundo ano de mandato de Tarcísio de Freitas à frente do Ministério da Infraestrutura, a pasta entregou a nova ponte do Guaíba, no Rio Grande do Sul.[43][44][45] Também foram realizadas concessões em 12 ativos de infraestrutura, com destaque para terminais do Porto de Santos, renovação antecipada de ferrovias da Malha Paulista,[46][47] Vitória-Minas[48][49][50] e Carajás.[51]

Em 2021, o ministério empreendeu 5,5 bilhões de reais em obras[52][53] no setor de transporte, entre conclusões de obras, reformas e ampliações. Foram concedidos 39 ativos[54] à iniciativa privada.[55][56] Ganharam destaque ao longo daquele ano as autorizações ferroviárias.[57][58][59] Foram recebidos 49 pedidos e nove foram assinados, resultando em investimentos na ordem dos R$ 50 bilhões. Destaque para trecho entre Goiás e Bahia da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol)[60][61] e 13 arrendamentos portuários, além de três concessões de rodovias. Também foram realizadas 108 obras[52] públicas, com pavimentação, duplicação ou recuperação de 2.050 quilômetros de rodovias. No modal aeroviário, 22 aeroportos[62][63] da Infraero foram arrematados em leilões, com investimentos privados da ordem de R$ 6,1 bilhões.[64][65]

No primeiro semestre de 2022, o Ministério da Infraestrutura contabilizou cinco projetos concedidos[66] à iniciativa privada: a Rodovia BR-116/493/465 (RJ/MG);[67][68] os terminais portuários[69] STS11 (Santos-SP),[70] SUA07 (Suape-PE) e PAR32 (Paranaguá-PR) e a renovação de concessão de ferrovia da MRS.[71] Entre as principais realizações de 2022, destaca-se a privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).[72]

Os gastos com dispensas de licitação tiveram forte avanço na reta final da gestão de Tarcísio de Freitas como ministro da Infraestrutura de Jair Bolsonaro. Os pagamentos incluem contratos com indícios de irregularidades apontados pelo TCU e obras emperradas. Os gastos sem licitação no Dnit, autarquia ligada à pasta que cuida das rodovias, saíram em valores nominais de R$ 224 milhões, em 2019, para R$ 421 milhões, em 2020. Em 2021, atingiram R$ 1,1 bilhão, segundo o Portal da Transparência —alta de quase 400% em dois anos.[73]

Malha Nordeste da RFFSA

[editar | editar código]

No final de 2018 a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) recomendou a cassação da Ferrovia Transnordestina Logística (FTL), concessão ferroviária do grupo CSN no Nordeste (antiga malha Nordeste da RFFSA), por descumprimento de metas.[74] Em outubro de 2019 a ANTT estava prestes a declarar a caducidade da concessão da malha Nordeste sob controle da CSN.[75] Naquele momento, dos 4207 quilômetros da malha concedida, apenas 26% se encontravam em uso (localizada nos estados do Ceará, Maranhão e Piauí) enquanto o restante da malha do Nordeste se encontrava abandonado.[76] Em 2017 um estudo da Confederação Nacional da Indústria indicou que 70% da malha Nordeste se encontrava sem uso.[77] O processo de caducidade chegou a ser entregue ao ministro Freitas.[78] Apesar do descumprimento do contrato apontado pela ANTT, a concessão acabou mantida pelo ministro. Porém o presidente da FTL (empresa responsável pela malha Nordeste) foi substituído.[79]

Segundo a FTL, sua operação atual se concentra nos estados do Ceará, Maranhão e Piauí (1195 quilômetros e 28% da malha concedida) e o restante da malha ferroviária do Nordeste (3014 quilômetros e 72% da malha concedida) estão desativados e desde 2013 em processo de devolução para a ANTT.[80]

Metrô de Belo Horizonte

[editar | editar código]

Freitas anunciou em abril de 2019 que o Metrô de Belo Horizonte receberia 1 bilhão de reais para sua expansão (com a retomada das obras da Linha 2, paralisadas desde 2004), apesar do metrô ser ligado oficialmente ao Ministério do Desenvolvimento Regional. Os recursos seriam oriundos do pagamento de uma contrapartida da renovação do contrato de concessão da Ferrovia Centro-Atlântica S.A. (FCA), porém dependiam de aprovação do Tribunal de Contas da União.[81]

As negociações entre o Ministério da Infraestrutura e a FCA arrastaram-se até dezembro de 2019, quando o acordo foi assinado. O anúncio do Freitas de que a "contrapartida" seria destinada exclusivamente ao Metrô de Belo Horizonte desagradou as cidades mineiras atendidas pela FCA, que reivindicaram parte dos recursos.[82] O recurso para o metrô foi anunciado sucessivas vezes por Freitas ao longo de 2020 (em junho,[83] agosto[84] e setembro),[85] embora dependesse de aprovação do Ministério da Economia e da inclusão do valor no orçamento federal. O Ministério da Infraestrutura tentou por diversas vezes utilizar esse recurso sem a anuência do Ministério da Economia.[86]

Em dezembro de 2022, o metrô de Belo Horizonte foi concedido à iniciativa privada. Marcado por insegurança jurídica, o leilão não conseguiu atrair as principais empresas do mercado,[87] sendo vencido pela empresa Comporte com uma proposta única de pouco mais de 25 milhões de reais.[88] Pelo contrato, a empresa tornou-se responsável por construir a Linha 2 do metrô, além de expandir a linha já existente. Para isso, a empresa receberá 3,2 bilhões de reais de recursos públicos.[89]

Pró-Trilhos

[editar | editar código]

Em setembro de 2021 o ministro Freitas lançou o programa federal Pró-Trilhos. Através da Medida Provisória 1.065/2021 foi instituído o Marco Legal das Ferrovias, que prometia facilitar investimentos privados na construção de ferrovias, liberando a construção de novos projetos ferroviários por meio de permissões simples. Chamado por Freitas de "maior revolução ferroviária dos últimos 100 anos", o programa se revelou mais tarde um grande fracasso.[90] Apesar da expectativa do Pró-Trilhos ter atraído 89 propostas de construção de 22 mil quilômetros de novas ferrovias (número correspondente a 73% da malha existente) e investimentos previstos de 258 bilhões de reais,[91] o PróTrilhos praticamente ficou no papel.[92]

Em maio de 2024 enquanto o governador Freitas lançava o programa "SP nos trilhos" com expectativa de atrair 190 bilhões de reais em investimentos[93] (similar ao programa federal), o Pró-Trilhos foi relembrado pela imprensa. Até aquele momento nenhum projeto anunciado pelo "Pró-Trilhos" havia iniciado as obras (apenas dois estavam em fase de desapropriações de áreas) e muitas das propostas foram retiradas por seus proponentes. O atual ministro dos transportes Renan Filho criticou o programa e afirmou que o Pró-Trilhos havia gerado "ferrovias de papel" e causado "uma desordenada corrida de pedidos de autorizações ferroviárias" por empresas "sem necessariamente ter condições ou real intenção de levar o empreendimento adiante".[92]

Itapemirim Transportes Aéreos

[editar | editar código]

Em outubro de 2020 o Grupo Itapemirim, controlado pelo empresário Sidnei Piva de Jesus, apresentou ao Ministério de Infraestrutura uma proposta para retornar ao mercado de aviação.[94] Apesar de o Grupo Itapemirim estar em um processo de recuperação judicial, a proposta foi recebida com grande entusiasmo por Freitas ao ponto do ministro gravar um vídeo sobre o encontro com representantes da empresa e anunciar a proposta com destaque em uma live do presidente Jair Bolsonaro (onde levou uma miniatura de ônibus ofertada pelo Grupo Itapemirim).[95]

A Agência Nacional de Aviação Civil, ligada ao Ministério da Infraestrutura, aprovou a proposta da Itapemirim em maio de 2021.[96] Após realizar seu voo inaugural em fins de junho, a Itapemirim Transportes Aéreos passou a sofrer problemas financeiros e gestão que culminaram com uma abrupta suspensão de operações em 17 de dezembro de 2021. A suspensão prejudicou cerca de quarenta mil passageiros, com parte se dirigindo aos aeroportos e protestando contra a medida.[97][98]

Freitas permaneceu em silêncio durante três dias enquanto críticas se avolumavam em relação a sua atuação no caso, com os vídeos do ministro entusiasmado com representantes da Itapemirim e da live com o presidente sendo relembrados na imprensa e nas redes sociais.[95][99] Em 20 de dezembro Freitas deu suas primeiras declarações sobre a Itapemirim. Questionado sobre o porquê seu ministério avalizou a proposta de abertura de uma empresa aérea a um grupo em recuperação judicial, Freitas alegou que a Itapemirim possuía todas as certidões negativas e certificados que garantiam a operação da empresa. Ainda assim, Freitas lamentou o caso e que se tratava de “um problema muito grave”.[100]

Carreira política

[editar | editar código]

Tarcísio de Freitas teve seu nome cogitado para concorrer a um cargo público pela primeira vez em fevereiro de 2021 quando o jornalista Claudio Magnavita do "Correio da Manhã" informou ter apurado movimentações de políticos a respeito de uma suposta candidatura de Tarcísio ao governo do Rio de Janeiro.[101]

Em 26 de abril de 2021 o presidente Bolsonaro sugeriu que Tarcísio de Freitas poderia concorrer ao governo do estado de São Paulo.[102] No dia 23 de maio, Tarcísio participou da "motociata" promovida por Bolsonaro em algumas cidades do país, durante a pandemia de COVID-19 no Brasil, mesmo quando a calamidade já havia vitimado mais de 450 mil brasileiros.[103] O ato teria causado aglomerações e agravado a crise sanitária naquele momento.

A foto de Tarcísio na garupa de Bolsonaro, particularmente, foi destaque no jornal britânico The Guardian, que classificou o evento como "obsceno".[104] Foi comparado ao formato dos passeios de moto promovidos pelo líder fascista italiano Benito Mussolini em 1933 pelo jornal O Estado de S. Paulo (Estadão).[105]

Candidatura a Governador de São Paulo em 2022

[editar | editar código]
Logomarca da Campanha de Tarcísio Gomes de Freitas ao Governo de São Paulo em 2022

Em março de 2022, filiou-se ao partido Republicanos para concorrer ao governo de São Paulo.[106] A partir do segundo semestre de 2021, Tarcísio intensificou sua agenda com vistas ao pleito de 2022.[107] O nome de Tarcísio de Freitas foi confirmado como candidato ao governo de São Paulo em 30 de julho de 2022 durante a convenção do partido Republicanos, tendo o ex-prefeito de São José dos Campos, Felício Ramuth, como seu vice.[108] A coligação de Tarcísio para o pleito foi nomeada de "São Paulo pode mais", e contou com o apoio de seis partidos: Republicanos, PSD, PL, PTB, PSC e PMN. A convenção que oficializou o nome de Tarcísio de Freitas como candidato ao Governo de São Paulo contou com a presença do então Presidente da República, Jair Bolsonaro.[109] Bolsonaro desempenhou papel fundamental na campanha de Tarcísio, que até então era desconhecido no estado.

Plataforma e Campanha eleitoral

[editar | editar código]

Tarcísio, durante sua campanha eleitoral, destacou uma plataforma centrada na expansão de concessões e parcerias com o setor privado, fortalecimento da segurança pública e compromissos para reduzir ou revisar impostos estaduais, como IPVA e ICMS. Sua retórica de campanha buscou diferenciar sua agenda das gestões anteriores do PSDB, enfatizando forte alinhamento com a base política do ex-presidente Jair Bolsonaro.[110] Resumos midiáticos das propostas registradas no tribunal eleitoral apontaram menções amplas a investimentos privados e infraestrutura, com projetos específicos discutidos em debates e fóruns televisionados.

No primeiro turno, Tarcísio obteve 9.881.786 votos, 42,32% do total, avançando para o segundo turno contra Fernando Haddad (PT), o que fez com que o PSDB não chegasse ao segundo turno em São Paulo pela primeira vez em 28 anos.

Em 30 de outubro de 2022 foi eleito com 13 480 643 votos válidos,[111] 55,27% do total, derrotando o antigo prefeito paulistano Fernando Haddad (PT).[112]

Suposto atentado durante campanha eleitoral

[editar | editar código]

Enquanto candidato ao governo do Estado de São Paulo, Tarcísio afirmou ter sido alvo de um atentado na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul da capital paulista, quando se preparava para a coletiva de imprensa. Um tiroteio aconteceu numa proximidade de 50 a 100 metros do local em que estava Tarcísio e sua equipe. Apesar da campanha e de aliados de Tarcísio terem classificado o ocorrido como "atentado",[113] a Polícia Militar do Estado de São Paulo afirmou não ter provas suficientes para sustentar essa classificação.[114]

Uma investigação do jornal Folha de S.Paulo revelou um áudio onde um integrante da campanha da Tarcísio ordena a um cinegrafista da Jovem Pan a exclusão das imagens que este havia filmado sobre o tiroteio.[115] Segundo reportagem do portal The Intercept, quatro testemunhas afirmaram que viram o mesmo integrante da campanha de Tarcísio atirando contra um morador da favela, que estava desarmado.[116] O fato levantou suspeitas e acusações de armação por parte da equipe de Fernando Haddad (PT), seu rival no segundo turno.[117]

Em outubro de 2023, a Polícia Federal do Brasil abriu um inquérito para investigar se a campanha de Tarcísio forjou um suposto atentado para favorecê-lo na eleição de 2022. De acordo com apuração, na portaria que originou o inquérito, o delegado Eduardo Hiroshi Yamanaka apontou para a possível violação do Código Eleitoral e “outras que porventura forem constatadas no curso da investigação”.[118][119][120] Secretários da gestão Tarcísio acusaram a PF de uso político da investigação.[121]

Governo de São Paulo

[editar | editar código]

Em um dos primeiros anúncios de sua gestão, ainda durante a transição, Tarcísio de Freitas confirmou a extinção da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência 14 anos após sua criação, pretendendo integrá-la na estrutura de Justiça e Cidadania, que passaria a ser comandada pelo juiz federal Fábio Prieto.[122] Uma semana depois ele recuou da decisão frente a fortes críticas de grupos organizados em defesa dos direitos humanos.[123]

Tarcísio de Freitas tomou posse no cargo de governador em cerimônias na Assembleia Legislativa e no Palácio dos Bandeirantes, com discursos de pacificação, diálogo com o governo federal e gratidão ao ex-presidente e amigo Jair Bolsonaro. Tarcísio agradeceu a sua família, aos eleitores que lhe confiaram o voto e disse que apostou em “técnicos” para compor sua equipe, assim como em 2019, na gestão Bolsonaro. Tarcísio reconheceu a responsabilidade enorme de governar o Estado de São Paulo e afirmou que a motivação de fazer a diferença é ainda maior. O 64º governador de São Paulo assumiu depois de um ciclo de 28 anos do PSDB no poder.[124][125][126]

Tarcísio de Freitas é empossado Governador de São Paulo

Nomeações

[editar | editar código]

Desde o início de seu governo, Tarcísio de Freitas foi criticado e questionado por nomeações para diversos cargos, em especial de aliados ligados ao Bolsonarismo.[127][128][129] Houve uma polêmica considerável em torno da nomeação de Diego Torres Dourado, irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, para o cargo de assessor especial do governo, bem como o marido da irmã de sua esposa, Mauricio Pozzobon Martins.[130][131] Esse último teve a nomeação cancelada 24 horas depois das polêmicas, fato que levou a uma manifestação do governador, dizendo que "achei que pudesse".[132][133] Posteriormente, ainda, o governador mudou o decreto sobre nepotismo e incluiu concunhados como "parentes por afinidade" e tendo nomeação vetada por padrão.[134] Mas, a nomeação do irmão de Michelle Bolsonaro foi mantida.

Ainda em janeiro de 2023, as trocas na Polícia Civil também receberam acusações de ingerência política por delegados,[135] e o governo Tarcísio nomeou o Coronel Sérgio de Souza Merlo, um dos PMs acusados pelo Massacre do Carandiru, para trabalhar na pasta que cuida de presídios.[136]

Em abril de 2023, e depois em setembro, o secretário-geral da Casa Civil do governo de Tarcísio de Freitas, Arthur Lima, indicou seu sócio, o advogado Carlos Augusto Duque Estrada, para 2 cargos em conselhos de administração de estatais paulistas. Lima ocupa o cargo no governo paulista desde janeiro de 2023. Questionada, a Casa Civil disse que as indicações ocorreram dentro da lei.[137]

Em fevereiro de 2024, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) afastou o major da reserva Angelo Martins Denicoli do cargo de assessor especial da Prodesp, empresa de tecnologia da gestão estadual. O militar foi um dos alvos da operação da Polícia Federal que mira suposta tentativa de golpe para manter Jair Bolsonaro (PL) na Presidência.[138]

São Sebastião

[editar | editar código]

O primeiro grande desafio da gestão Tarcísio de Freitas em São Paulo aconteceu em fevereiro, com um volume de chuvas jamais registrado pela Defesa Civil do Estado atingindo o Litoral Norte, em meio ao feriado de Carnaval de 2023. Ao todo, 65 pessoas morreram.[139]

Imediatamente na manhã seguinte ao temporal,[140] o governador já estava em São Sebastião para acompanhar de perto as ações envolvendo o resgate de vítimas, os locais mais afetados, os bloqueios das estradas da região em decorrência dos deslizamentos e as dificuldades de comunicação por conta da interrupção do fornecimento de alguns serviços.[141]

Reunião do Secretariado em São Sebastião, durante as fortes chuvas do Carnaval de 2023.

Ao todo, Tarcísio ficou cerca de 10 dias no Litoral Norte,[142] transferindo inclusive o seu gabinete para a região e reunindo todo o secretariado na busca por soluções para atender a quem necessitava.[143][144] O Exército, junto da Defesa Civil, e demais organizações também contribuíram diretamente no apoio. A população do Estado foi chamada a participar com doações e a iniciativa privada também reforçou o movimento com mantimentos e até mesmo equipamentos no enfrentamento da tragédia.[145]

O Governo de São Paulo atuou em inúmeras frentes em suporte aos empresários locais, donos de hotéis e pousadas, e na preocupação em acolher quem morava em áreas de riscos. Novas moradias, em locais seguros, estão sendo construídas e uma vila de passagem foi feita pelo Estado para abrigar emergencialmente quem aguarda por um local definitivo para viver daqui em diante.[146][147]

Contratos com empresa ligada a seu secretário

[editar | editar código]

Desde o início de seu governo, Tarcísio de Freitas foi criticado pela sua escolha de Renato Feder como secretário da Educação pelo fato de este ser acionista da principal fornecedora de equipamentos de informática da pasta que ele comanda, a Multilaser, por meio de uma offshore, a Dragon Gem.[148] Apesar da controvérisa, o governador afirmou não ver conflito de interesses no fato.[149]

O governo Tarcísio, através de Feder, procurou substituir os livros didáticos por materiais inteiramente digitais em escolas da rede pública, mas acabou impedido pela reação à medida – uma liminar da 4ª Vara da Fazenda Pública proibiu o Estado de dispensar os livros físicos distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Educação. Em seguida, o governo estadual cancelou a compra sem licitação por R$ 15 milhões de obras literárias em formato digital, que também podem ser fornecidas pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD).[150][151][152][153]

A Multilaser firmou três contratos no valor de 243 mil reais com o governo estadual desde janeiro de 2023 em Pastas comandadas por colegas de Feder no governo. O maior deles, de R$ 226 mil, foi de venda de materiais hospitalares para o Instituto de Atenção Médica do Servidor Estadual (Iamspe). Ao se tornar titular da Educação paulista, Feder tornou-se ainda responsável por fiscalizar o cumprimento de três contratos de sua própria empresa com o governo, que somados chegam a R$ 200 milhões. O último deles foi assinado em 21 de dezembro de 2022, ainda no governo de Rodrigo Garcia (PSDB), dez dias antes de Feder tomar posse, mas depois de já ter sido anunciado como futuro titular da secretaria por Tarcísio. No valor de R$ 76 milhões, ele prevê o fornecimento de notebooks para alunos.[154][155]

A Multilaser deixou de cumprir o cronograma de entrega dos equipamentos — que deveria começar em fevereiro — e recebeu de Feder, ao lado de outras empresas, o direito de quitar sua obrigação até o próximo dia 31 sem que nenhuma sanção fosse aplicada. Pela mesma infração em contrato de venda de notebooks para a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Multilaser foi punida e ficou de 1.º a 15 de agosto proibida de contratar com o poder público, entrando para o cadastro da Controladoria Geral da União (CGU). Tarcísio defendeu que os contratos foram feitos "dentro da regra do jogo", mas proibiu novas contratações com a empresa.[156]

Multas do período de pandemia de COVID-19

[editar | editar código]

Ficou para a gestão de Tarcísio de Freitas a necessidade de cobrança de certas multas do período da Pandemia de COVID-19. Ainda no começo de 2023, a gestão de Tarcísio cobrou R$113 mil de Eduardo Bolsonaro por não usar máscara durante a pandemia,[157] e eventualmente a Justiça determinou que pagasse a multa.[158]

Jair Bolsonaro também foi multado diversas vezes durante a gestão João Doria,[159] e em um primeiro momento do governo Tarcísio, a cobrança foi mantida.[160] Em novembro de 2023, porém, Tarcísio sancionou um projeto de lei que anistiou aqueles que receberam multas por descumprir regras sanitárias, perdoando mais de um milhão de reais em multas do ex-presidente.[161]

A decisão foi em seguida questionada por Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal, que enxergou inconstitucionalidade na lei.[162] O governador negou que tivesse qualquer desvio de finalidade, e afirmou que, não havendo mais a emergência da pandemia, gerariam mais ônus do que benefícios.[163] A Advocacia-Geral da União defendeu, em seguida, no âmbito de uma ação apresentada pelo Partido dos Trabalhadores, que o STF declarasse a lei inconstitucional.[164]

Em janeiro de 2024, Tarcísio de Freitas sancionou a lei que perdoou cerca de 10 mil autuações considerando o não uso de máscara e a proibição de aglomerações em estabelecimentos comerciais, estabelecimento informais, festas clandestinas, entre outros, e 579 transeuntes autuados pela não utilização de máscaras de proteção facial.[165] O total arrecadado incluiria pouco mais de R$72,1 milhões. A medida beneficiou também 7 políticos bolsonaristas,[166] incluindo Jair Bolsonaro[167][168] e Eduardo Bolsonaro.[169]

Em maio de 2024, o assunto voltou quando a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a derrubada da lei que anistia multas aplicadas em São Paulo durante a pandemia. O parecer foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em uma ação movida pelo PT.[170]

Privatização e leilão de empresas paulistas

[editar | editar código]

O governo Tarcísio de Freitas tem como principais feitos a privatização e leilões de empresas paulistas,[11][171] muitas vendidas abaixo do valor de mercado, causando, consequentemente, prejuizo aos cofres estaduais.[172]

"Tarcísio segue entregando o patrimônio público paulista, especialmente nos serviços essenciais como transporte, infraestrutura, água e saneamento, e agora na educação. Ao invés de investir na melhoria da educação pública, na construção de novas escolas, o governador se esquiva das suas responsabilidades, terceirizando essa tarefa para a iniciativa privada, que prioriza lucro, e não um bom serviço para a população".

— Neiva Ribeiro, presidente do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.[11]

Leilão do Rodoanel

[editar | editar código]

Em março de 2023, o governo de São Paulo promoveu o primeiro leilão da gestão de Tarcísio de Freitas: o do trecho norte do Rodoanel,[173] uma obra bastante aguardada para ser finalizada no Estado.[174] O fundo de investimento Via Appia Infraestrutura foi o vencedor do leilão.[175][176] Estavam previstos investimentos de 3,4 bilhões de reais para terminar o último segmento restante do Rodoanel, previsto para ser entregue em 2026.[177]

Em 9 de fevereiro daquele ano, Tarcísio havia feito uma série de vetos legislativos, barrando leis anteriormente aprovadas pela Assembleia: vetou a redução da alíquota do ITCMD, o imposto de heranças, uma lei que ampliava a distribuição pública de absorventes, e um projeto que dava validade indeterminada à laudos médicos atestando o transtorno do espectro autista.[178][179] No dia seguinte, o governo recuou do veto ao projeto de validade dos laudos.[180] Em Setembro de 2023, o Governador Tarcísio já havia se reunido com prefeitos dos municípios abastecidos pela SABESP em um Bloco para discutir a privatização, ocorrida no ano seguinte.[181]

Privatização da Sabesp abaixo do valor de mercado e aumento das tarifas

[editar | editar código]

Outra privatização feita pelo governo Tarcísio foi a da Sabesp. Em julho de 2023, Tarcísio anunciou que a empresa passará por uma oferta pública de ações no modelo de follow-on, atraindo acionistas de referência e mantendo o Estado com participação minoritária na empresa. Inicialmente, Tarcísio estimava que a operação permitiria a redução imediata da tarifa de água e esgoto, informação contestada por especialistas que afirmam que esse valor só poderá ser sustentado através de subsídios do governo.[182][183] O governo do estado afirmou, também, que além da suposta redução, a privatização asseguraria 66 bilhões de reais em novos investimentos para universalizar o acesso à água e esgoto coletado e tratado dentro dos 375 municípios atendidos pela companhia, incluindo áreas urbanas irregulares e rurais hoje não contempladas, atendendo cerca de 10 milhões de pessoas e contribuindo para a antecipação da meta de universalização do saneamento para 2029.[184][185][186][187] Posteriormente, Tarcísio admitiu que conta de água vai subir mesmo com privatização da Sabesp.[188]

Em abril de 2024, antes da privatização, o governo Tarcísio de Freitas anunciou que o desconto tarifário prometido com a privatização da Sabesp seria de 10%, direcionado para a população de baixa renda. Além da redução para os mais vulneráveis, a gestão previa ainda desconto de 1% da tarifa residencial para consumidores com renda acima de meio salário e a redução de 0,5% para comércios e indústrias.[189][190] No entanto, no meio do processo de privatização, houve uma votação cancelada e um aumento de tarifa.[191][192][193]

Em julho, a Sabesp foi vendida por 14,8 bilhões de reais, um preço de 22% abaixo do mercado, o que gerou um perdas de 4,5 bilhões de reais aos cofres do estado de São Paulo. As ações da empresa estavam avaliadas em 87 reais, porém Tarcísio as vendeu por 67 reais cada, abrindo mão de cerca de 8 bilhões de reais.[172][194] Posteriormente, a empresa rompeu contratos que previam descontos para grandes consumidores. A decisão atingiu hospitais, indústrias, supermercados, hotéis, shoppings e museus. Algumas empresas antecipam impacto de até 200% na conta de água para 2025.[195][196] A empresa também começou a cobrar tarifa de esgoto mesmo para imóveis que ainda não têm coleta no estado.[197] Justificando o aumento de tarifa Carlos Piani, CEO da Sabesp, afirmou:

A Sabesp tem 51 anos, ao longo desse período, por sua própria conta, ela dava desconto para alguns clientes. Fazia política pública, não era uma questão regulatória. A Sabesp não é mais controlada pelo Estado. Quem tem que fazer essa política pública é o Estado.[198]

Em dezembro de 2025, a empresa anunciou um aumento de 6,11% nas contas de água.[199]

Entrega de escolas públicas para a iniciativa privada

[editar | editar código]

Seguindo seu método de leiloar o "patrimônio público paulista", nas palavras de Neiva Ribeiro, presidente do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região,[11] Tarcísio começou a privatizar escolas estaduais. Em outubro de 2024, realizou um leilão para privatizar construção de 17 escolas estaduais em 14 cidades.[200] No mês seguinte, realizou o segundo leilão de novo lote.[201]

Em 2025, o Governo Tarcísio de Freitas autorizou início da privatização de mais 143 escolas estaduais.[202] O Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceu que as privatizações da educação "compromete o serviço público de educação" e determinou a anulação de dois leilões realizados por Tarcísio e suspendeu o processo de privatização das escolas públicas estaduais. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) comemorou a decisão.[203]

Leilão de linhas da CPTM

[editar | editar código]
Tarcísio visitando as obras da nova Linha 6 do Metrô de São Paulo em julho de 2025.

Em fevereiro de 2023, após sucessivas falhas nas operações da ViaMobilidade nas linhas 8 e 9 dos trens metropolitanos na Grande São Paulo, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) pressionou Tarcísio para que houvesse o rompimento do contrato de concessão de ambas as linhas e a devolução das operações à Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), devido às falhas e riscos aos quais os passageiros e ferroviários vêm sendo submetidos. No entanto, após uma reunião à portas fechadas com executivos da concessionária, o mesmo descartou rompê-los, recusando-se pessoalmente a cumprir com a decisão homologada pelo MP-SP.[204]

Em 2025, Tarcísio leiloou mais três linhas de trens da CPTM: as linhas 11-Coral, 12-Safira, 13-Jade e a operação do Expresso Aeroporto, incluídos no chamado "Lote Alto Tietê".[205]

Segurança pública

[editar | editar código]

Em seu primeiro ano de governo, 2023, houve um corte de ao menos 37,3 milhões de reais no programa de câmeras corporais nos policiais do Estado[206] e o número de pessoas mortas pela Polícia Militar aumentou em 34%.[207] A SSP registrou ainda número recorde de estupros e feminicídios no Estado, mas ainda assim gastou apenas 3% do valor previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) para a implantação de Delegacias de Defesa da Mulher 24 horas (DDM).[208] Para 2024, Tarcísio congelou os investimentos de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher. Os 5 milhões de reais do programa deveriam sair dos cofres da Secretaria de Políticas para a Mulher, mas a verba foi congelada por um decreto assinado pelo governador em 18 de janeiro.[209]

Também em 2024, com a Operação Escudo, Tarcísio foi denunciado formalmente à ONU devido à letalidade da operação. Ainda que o governo paulista já tenha sido denunciado anteriormente, foi a primeira vez que o governador foi implicado diretamente.[210] Tarcísio ironizou a denúncia, dizendo não estar "nem aí".[211]

Na noite do dia 6 de dezembro, Tarcísio afirmou durante um evento sobre os desafios da segurança pública no Brasil, que se arrepende da "postura reativa" que teve sobre o uso das câmeras corporais em policiais. A declaração ocorreu após vários casos de violência policial terem sido divulgados na imprensa.[212] Ainda em dezembro, mais de 60 organizações da sociedade civil, grupos de familiares e mães das vítimas da violência policial denunciaram nesta sexta-feira 20 à Organização dos Estados Americanos (OEA) o governador de São Paulo, Tarcísio e o secretário da segurança pública, Guilherme Derrite, pelo aumento da violência policial no estado. O documento pede também à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) o acompanhamento dos casos e recomendações oficiais ao estado brasileiro para agir pela diminuição da violência policial em todo país. O texto foi protocolado ao secretário de Segurança Multidimensional da OEA, Ivan Marques. O texto conta com assinaturas de movimentos negros como UNEafro Brasil, MNU, Instituto de Referência Negra Peregum, Geledes – Instituto da Mulher Negra, Casa Sueli Carneiro e a Rede de Proteção Contra o Genocidio.[213]

Câmeras policiais

[editar | editar código]

Desde as eleições de 2022, Tarcísio adotou uma postura crítica quanto à utilização de câmeras policiais,[214][215] rendendo-lhe críticas,[216] além de limiares visando a manutenção do programa das câmeras, que acabaram suspensas.[217][218]

Apesar de por vezes ter defendido a manutenção do programa,[219][220][221] esse foi eventualmente congelado,[222] passando por cortes de verba diversos.[223][224][225][226][227] Um estudo feito pela Fundação Getulio Vargas a pedido do governo de São Paulo na gestão Rodrigo Garcia havia indicado melhora no desempenho de batalhões que usam câmeras, mas a continuidade do estudo foi também descartada pela gestão Tarcísio, afirmando que seu papel havia sido cumprido.[228] Já um levantamento da GloboNews apontou que câmeras corporais coibiriam crimes cometidos por policiais.[229] No fim de outubro de 2023, questionado sobre a compra de novas câmeras, frente ao aumento da letalidade policial no estado,[230] o governador afirmou que não o faria, por ter outras prioridades.[231][232]

Liminares que obrigavam o governo a instalar câmeras em todos os policiais militares do estado foram derrubadas pelo judiciário do estado,[217][233] uma durando apenas um dia.[218][234] Pedidos da Defensoria Pública foram igualmente negados pelo poder judiciário.[235][236] O deputado Emídio de Souza (PT) protocolou uma representação junto ao procurador-Geral de Justiça de São Paulo, Mario Sarrubbo, questionando o posicionamento do MPSP sobre as declarações de Tarcísio.[237]

A não renovação do contrato dos equipamentos foi criticada por algumas entidades como Conectas Direitos Humanos e Instituto Sou da Paz, além do Núcleo de Estudos da Violência da USP.[216] Em janeiro de 2024, o contrato das câmeras policiais havia sido renovado por apenas 6 meses.[238] Ainda no mesmo mês, poucos dias depois de questionar abertamente a eficácia das câmeras, o governador falou em uma possível ampliação do programa.[239][240]

Em março em 2024, o governador confirmou o lançamento de um edital até maio para a atualização de 3.125 das câmeras, sem ampliação do montante total.[241] Mais tarde, em maio, um novo edital aumentou o número total de câmeras de 10.000 para 12.000,[242] mas em vez de gravação contínua, o equipamento pode ser ativado ou desativado a critério do policial que estiver usando, gerando crítica de especialistas.[243][244] O governador defendeu a medida, afirmando que ela adiciona mais governança ao processo de filmagem,[245] e posteriormente que não quer um "policial vigiado". O STF deu 72 horas para que o governo de São Paulo se manifeste sobre as mudanças no programa de câmeras, previstas em novo edital para a contratação de 12 mil novos equipamentos.[246] O TCE chegou a acolher uma denúncia contra o edital aperto pelo governo do estado,[247] mas rejeitou o pedido de suspensão depois de esclarecimentos da gestão.[248] No dia 10 de junho, atendendo pedido feito pelo PGR,[249] o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, determinou que o Governo de São Paulo seguisse as diretrizes do governo Lula para a instalação de câmeras corporais na Polícia Militar do estado.[250]

Corte de recursos de combate ao crime organizado

[editar | editar código]

Em 2025, Tarcísio encaminhou a proposta orçamentária para 2026 que prevê a redução dos recursos destinados ao combate ao crime organizado num valor (325,8 milhões de reais) que corresponde menos da metade daquele reservado para 2025 (666,4 milhões de reais).[17]

Facilitação da grilagem de terras paulista a fazendeiros ilegais

[editar | editar código]

A regularização fundiária em São Paulo durante o governo de Tarcísio de Freitas ganhou destaque a partir da aplicação da Lei Estadual nº 17.557, de 2022, que regulamentou a venda de terras devolutas a ocupantes irregulares. A medida, proposta ainda no governo anterior, foi ampliada pela atual gestão e passou a ser alvo de controvérsias políticas, jurídicas e sociais. A norma permite a legalização da posse de áreas públicas ocupadas por grandes fazendeiros, especialmente no Pontal do Paranapanema, região marcada historicamente por disputas de terra entre latifundiários, comunidades tradicionais e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).[251][252]

Segundo dados divulgados pela imprensa, em 2023 foram protocolados ao menos dez processos de regularização envolvendo mais de 4 mil hectares de terras, com valor de mercado estimado em cerca de 64 milhões de reais, mas vendidos por aproximadamente 14 milhões de reais, em razão de descontos previstos em lei que podem chegar a 90%. O governo estadual argumenta que a regularização supostamente evitaria litígios, reduzia custos com indenizações e promoveria maior arrecadação e formalização de propriedades, ao mesmo tempo em que estabelece limites de até 2 500 hectares por beneficiário.[251][253]

A medida, no entanto, enfrenta contestação no Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto a Advocacia-Geral da União quanto a Procuradoria-Geral da República manifestaram-se contrárias à lei, sustentando que a alienação de terras devolutas ocupadas irregularmente pode estimular a grilagem e comprometer princípios constitucionais ligados à indisponibilidade de bens públicos e à função social da terra. Críticos também apontam que o programa privilegia grandes proprietários rurais e reduz a possibilidade de destinação de áreas a projetos de reforma agrária, além de suscitar preocupações ambientais quanto ao uso de terras degradadas.[19][252][253][254]

Entre os beneficiários identificados em processos de regularização figuram fazendeiros e empresários, incluindo um advogado que realizou doações à campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro, fato que gerou debates sobre potenciais favorecimentos políticos. A política de regularização, por sua vez, é defendida por autoridades estaduais como um instrumento para consolidar a propriedade privada e incentivar investimentos produtivos.[19]

O programa foi apelidado de "passar a boiada", expressão associada à aceleração de medidas de flexibilização ambiental e fundiária, e permanece em debate tanto no campo político quanto no jurídico. A decisão do STF sobre a constitucionalidade da lei deverá definir os limites da aplicação dessa política, que envolve questões de governança fundiária, justiça social, preservação ambiental e arrecadação pública.[19]

Da esquerda para a direita: Ronaldo Caiado, Benjamin Netanyahu e Tarcísio de Freitas

Viagem a Israel

[editar | editar código]

Durante o governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas tem buscado manter o apoio de eleitores de Bolsonaro, ao mesmo tempo em que tenta agradar opositores - enquanto declarava alinhamento ao bolsonarismo, apareceu ao lado de Lula e ministros, em particular em apoio à reforma tributária, rendendo-lhe atritos com bolsonaristas.[255] Na contramão do governo Lula, que condenou o genocídio promovidas por Israel na Faixa de Gaza,[256][257][258] Tarcísio assumiu uma postura de defesa do governo de Benjamin Netanyahu, o qual tem promovido uma aproximação deliberada com lideranças de oposição ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.[259][260]

Em 11 de março, o governador de São Paulo anunciou que faria uma viagem oficial de cinco dias a Israel, juntamente com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, por convite expresso do primeiro-ministro israelense.[261] Em entrevista à CNN Brasil, Freitas declarou que

A gente tem uma excelente relação, estamos aceitando um convite e pronto. Sem ideologia e sem política.[261]

Ainda segundo o Portal do Governo paulista, a viagem teria como objetivo "além de estreitar as relações com o país", também "trocar experiências para o desenvolvimento de novas tecnologias no Estado", particularmente nos campos de aviação civil e militar, indústria eletrônica e tratamento de água e esgotos.[262]

A natureza oficial da viagem precisou ser confirmada pelo Palácio dos Bandeirantes, após a Embaixada de Israel no Brasil ter negado o que aparentava ser mais uma tentativa de associar o governo Natanyahu à lideranças bolsonaristas. Para que não restasse qualquer dúvida, em 13 de março o governo paulista divulgou o convite recebido dos israelenses e assinado pelo embaixador Yossi Shelley, o qual diz:[263]

É com grande honra e satisfação que o Governo de Israel convida V. Exa. para uma importante visita em Israel, na próxima semana. Durante a sua estadia, teremos o prazer de convidá-lo a reunir-se com o Primeiro Ministro, bem como a visitar empresas inovadoras, que podem proporcionar experiências enriquecedoras para promover o diálogo e a colaboração entre as nossas regiões sobre tecnologia, economia de Israel, segurança pública e recursos hídricos.[263]


A viagem foi encarada por setores à esquerda e à direita no espectro político brasileiro como uma provocação à política externa do governo Lula.[264][265][266]

PEC de flexibilização da verba de educação do estado

[editar | editar código]

Em 2024, Tarcísio apresentou a PEC 9/2023, que alteraria o texto constitucional estadual para permitir a flexibilização do investimento na educação pública. Segundo o texto da PEC, o percentual flexibilizado ainda poderá ser utilizado em ambas pastas. Pela legislação até então, o executivo paulista tinha a obrigação de investir, no mínimo, 30% da receita advinda de impostos para a manutenção e desenvolvimento do ensino público, desde o básico até o superior.[267]

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou a PEC em segunda e definitiva votação, do dia 27 de novembro de 2024, abrindo a possibilidade de o governo destinar parte dos recursos obrigatórios da educação para a saúde. O percentual da educação passou a ser de 25%, flexibilizando a destinação dos 5% restantes, que equivalem a cerca de R$ 11 bilhões por ano.[268][269]

Conflitos e corte de verba da Fundação Padre Anchieta

[editar | editar código]

Em 2024, se acirraram uma série de conflitos entre o governo do estado de São Paulo e a Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Rádio e TV Cultura, entre outras iniciativas. Em abril, o governo fez um contingenciamento de 13 milhões do orçamento, sob protestos da fundação.[270] No mesmo mês, a base do governador protocolou uma CPI para apurar eleição para o Conselho Curador e analisar gastos da Fundação, que foi vista pela direção como um ataque político.[271][272][273]

Os atritos seguiram por meses até que, em uma reunião em novembro, Tarcísio enfatizou que queria eficiência e que "não tem orçamento hoje" para aumentar a receita da fundação. O governador teria dito ainda que contava com a Fundação para obter recursos junto a terceiros, setor privado, Lei Rouanet e "outras coisas mais".[274][275]

No mesmo período, foram relatadas demissões e a suspensão de gravação de programas.[276] A oposição, especialmente frente à sugestão de busca de recursos externos, acusa Tarcísio de sucatear a empresa para privatizá-la.[277] Mesmo funcionários apresentaram oposição a essas medidas, argumentando que o orçamento do estado permitiria tais esforços.[278]

As tensões da relação entre o governo e a Fundação seguiram se acirrando. Em novembro, a Fundação passou a buscar apoio para mudar a proposta de orçamento sem custeio de Tarcísio.[279] Em dezembro, o deputado estadual bolsonarista Lucas Bove foi eleito nesta terça-feira para o conselho da Fundação Padre Anchieta, responsável por administrar a TV Cultura. O mandato é de dois anos. Ele foi escolhido pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, que tem direito a um assento na instância.[280]

Incêndios florestais e corte no combate às queimadas

[editar | editar código]

Em 2024, o estado de São Paulo teve 2 meses seguidos de recorde de focos de incêndios. Apesar disso, o governo Tarcísio previu para 2025 uma redução de verba do combate às queimadas. O orçamento foi entregue à Alesp no dia 30 de setembro, no mesmo período em que o estado completava dois meses consecutivos de recorde de focos de incêndio: foram 3 612 em agosto e 2 522 em setembro, os maiores valores para os respectivos meses desde 1998.[281]

Em dezembro do mesmo ano, o ministro Flávio Dino, do STF, deu 30 dias para que a Secretaria do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do governo de Tarcísio de Freitas apresentar um relatório sobre investimentos da gestão paulista em programas de proteção ao meio ambiente nos anos de 2023 e 2024. Segundo o despacho desta quinta, o documento deverá detalhar, em especial, as causas da não execução de recursos em atividades que visam a prevenção de queimadas. Dino também enviou sua decisão ao Plenário Virtual do STF, para que os demais ministros analisem a questão. A liminar acatou pedido formulado numa ação apresentada pelo PSOL. O partido alega que, em um momento de emergência climática, o governo paulista estaria omitindo-se nos deveres de proteção ambiental. Entre outros pontos, o partido pede que seja determinado o aumento do valor previsto para combate a incêndios, que foram reduzidos no orçamento estadual, e que seja intensificada a proteção em áreas dos biomas Cerrado e Mata Atlântica.[282]

Fim do regime especial de ICMS para bares e restaurantes

[editar | editar código]

Em dezembro de 2024, o governo Tarcísio decretou o fim do regime especial com que reduz o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do setor de bares e restaurantes. Representantes do segmento se mostraram preocupados e criticaram abertamente a medida, estimando um aumento de 7% ou mais nos valores de refeições já em janeiro, afirmando que isso poderia comprometer diversos negócios.[283][284][285]

Intervenção na Favela do Moinho

[editar | editar código]

Em maio de 2025, o governo Tarcísio, em parceria com o Governo Federal, iniciou uma intervenção na Favela do Moinho, localizada nos Campos Elíseos da Capital Paulista.[286] A decisão de deslocar para outros lugares os residentes na favela é acompanhada pelo governo federal. A área, que pertence à União, está em processo de cessão para a administração de Tarcísio de Freitas. O governador quer utilizar o espaço como parte do projeto Parque do Moinho.[287]

Em maio de 2025, conflitos eclodiram na favela devido ao projeto da gestão Tarcísio de Freitas de deslocar definitivamente a favela para transformar o terreno em um parque. O Governo Federal, proprietário do terreno onde está localizada a favela, condicionou a transferência da propriedade, mediante garantia de reassentamento de todos os moradores de maneira pacífica, razão pela qual a cessão do terreno foi suspensa devido aos protestos de moradores contra a atuação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que passou a demolir casas e hostilizar moradores.[288]

Apesar dos conflitos, o governo estadual oferece um auxílio aluguel e um financiamento para a compra de novas residências para as famílias. O governo estadual e o federal chegaram a um acordo para uma transição mais suave e que deverá garantir moradias no valor de até 250 mil reais para os afetados.[289] As famílias também serão atendidas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.[290]

Programa "SuperAção SP"

[editar | editar código]

Em maio de 2025, o governo Tarcísio lançou um programa de inclusão socioprodutiva. Batizado de SuperAção SP, o programa é voltado à superação da pobreza com foco na autonomia por meio da inclusão produtiva de famílias em situação de vulnerabilidade. A ideia do governo Tarcísio é integrar 29 políticas públicas setoriais, envolvendo diretamente nove secretarias, e adotar novas ações inspiradas em cerca de 60 programas mundo afora. A principal referência vem do Chile: o programa Puente, criado há duas décadas e considerado uma das mais bem-sucedidas ações de superação da pobreza. Com investimento inicial de R$ 500 milhões, o programa será executado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS).

Dentro do pacote de ações, estão medidas em áreas tradicionalmente ligadas às políticas de assistência social, como transferência de renda, educação e saúde, mas também medidas de outras pastas, como a de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística e a de Desenvolvimento Econômico. Um exemplo é a criação de uma nova faixa de desconto na tarifa social da Sabesp, em núcleos urbanos informais que sejam passíveis de regularização. Neste caso, não será necessário, por exemplo, que a família esteja no Cadastro Único - ao viver numa área elegível, os moradores já serão contemplados. Essa medida, por exemplo, pode estender o desconto a 300 mil novas famílias, ou cerca de 1 milhão de pessoas.[291]

No dia 24 de junho de 2025, o programa foi aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Apesar da aprovação, deputados estaduais de oposição ao governo Tarcísio argumentaram que "não há detalhamento suficiente no texto para estabelecer continuidade ao programa", além de não terem sido apresentados "recursos financeiros suficientes".[292]

Programa Casa Paulista

[editar | editar código]

Em 2023, foi lançado o Programa Casa Paulista. Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH) em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), o programa tem como objetivo reduzir o déficit habitacional, estimado em 1,16 milhão de moradias, e promover o acesso à moradia digna para famílias de baixa renda.[293]

Política Estadual e Alianças municipais

[editar | editar código]
Tarcísio e Ricardo Nunes na cerimônia de Solenidade de Diplomação das Eleitas e Eleitos nos Pleitos de Outubro de 2024, 19 de dezembro de 2024.

Como governador, Tarcísio buscou consolidar uma coalizão estadual de centro-direita ancorada em seu partido, Republicanos, no Partido Social Democrático (PSD) de Gilberto Kassab e, onde os interesses convergiam, no Movimento Democrático Brasileiro (MDB), enquanto mantinha um engajamento seletivo com o Partido Liberal (PL) de Jair Bolsonaro. Análises do ciclo municipal de 2024 descreveram uma guinada à direita entre os eleitorados urbanos, sem uma adesão completa ao bolsonarismo mais radical, um padrão visto por comentaristas como vantajoso para o posicionamento pragmático de Tarcísio na direita brasileira.[294]

Tarcísio priorizou a construção partidária em torno do Republicanos, enquanto aproveitava a máquina municipal do PSD, frequentemente se apresentando como um cabo eleitoral para candidaturas favoráveis aos negócios e focadas em segurança. O arranjo produziu chapas cooperativas em várias cidades, mas também expôs rachas com candidatos apoiados pelo PL, com algumas disputas sendo enquadradas pela imprensa como confrontos indiretos entre a rede de Gilberto Kassab (PSD) e a de Bolsonaro. Em vários segundos turnos, o governador adotou neutralidade ou posturas discretas para evitar rupturas abertas na direita.[295][296]

Os resultados pós-eleitorais creditaram ao Republicanos ganhos significativos em prefeituras, enquanto observaram que candidatos alinhados ao PL, de linha mais dura, tiveram desempenho abaixo do esperado em vários grandes centros urbanos; esses resultados foram interpretados como um fortalecimento da posição de Tarcísio como articulador de coalizões no estado.[297][298]

Atuação na Campanha de Ricardo Nunes em São Paulo

[editar | editar código]

Tarcísio desempenhou um papel central na campanha de reeleição de Ricardo Nunes (MDB) na Eleição municipal de São Paulo em 2024, articulando uma coligação de 12 partidos, incluindo MDB, Republicanos e PL, que garantiu o maior tempo de propaganda eleitoral, e convencendo Jair Bolsonaro a apoiar Nunes com a escolha do Coronel Ricardo Mello Araújo (PL) como vice, enquanto desincentivava o apoio a Pablo Marçal (PRTB), o que fez ele enfrentar muitas críticas por parte de apoiadores de Marçal.[299][300] Participou ativamente de agendas públicas, como caminhadas no Mercado Municipal e no Capão Redondo, intensificando sua presença no primeiro turno, adiando um procedimento médico, e marcando eventos como a “Arrancada para a Vitória” com 8 mil apoiadores; foi figura central na propaganda de TV e rádio, sugerindo ajustes estratégicos, como a contratação do marqueteiro Pablo Nobel, e destacou obras conjuntas, como o Piscinão Casa Verde/Ponte Baixa e habitação no centro, reforçando a parceria estado-município; mediou tensões com bolsonaristas, atraindo parte desse eleitorado.[301]

Sua atuação foi decisiva para a vitória de Nunes com 59,87% dos votos no segundo turno, consolidando Tarcísio como um líder influente da centro-direita e projetando-o para 2026.[302][303]

Conflitos e coordenação com o PL

[editar | editar código]

As relações com candidatos do PL variaram por cidade. Em algumas disputas, candidatos do Republicanos e do PSD competiram diretamente contra figuras apoiadas pelo PL; em outros casos, Tarcísio apoiou ou posteriormente convergiu com campanhas do PL no segundo turno. Essa coordenação seletiva refletiu afinidades políticas em temas como segurança e infraestrutura, além de diferenças táticas em relação à identidade partidária e perfis dos candidatos.

Fora da cidade de São Paulo, candidatos alinhados com Tarcísio também obtiveram vitórias em municípios importantes. Em Campinas, Dário Saadi foi reeleito no primeiro turno; em Sorocaba, Rodrigo Manga também garantiu vitória no primeiro turno; e em Santos, Rogério Santos conquistou a reeleição no segundo turno. Todos os três candidatos pertenciam ao partido de Tarcísio, o Republicanos.[304][305][306]

Em São José dos Campos, Anderson Farias (PSD) derrotou seu adversário do PL no segundo turno; em Guarulhos, após a derrota do candidato do Republicanos, Tarcísio endossou Lucas Sanches (PL), que venceu o segundo turno.[307][308]

Acusações durante eleições municipais

[editar | editar código]

Na manhã do dia 27 de outubro de 2024, o governador Tarcísio de Freitas do Republicanos disse, sem apresentar provas, que a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) orientou aos seus membros criminosos que votassem em Guilherme Boulos do PSOL para a prefeitura de São Paulo. Ele estava ao lado do candidato à reeleição Ricardo Nunes do MDB durante coletiva de imprensa no Morumbi, na Zona Sul da capital. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) afirmou que não recebeu relatório. Em coletiva de imprensa, Boulos afirmou que a fala de Tarcísio é "irresponsável", '"mentirosa" e "crime eleitoral".[309] Em resposta, a campanha de Boulos entrou com notícia-crime no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o governador de São Paulo e o seu adversário no segundo turno da capital paulista, Ricardo Nunes do MDB.[310] Em 7 de março de 2025, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) absolveu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito Ricardo Nunes de crime eleitoral ligando PCC a Guilherme Boulos, no 2° turno da eleição de 2024.[311]

Vida pessoal

[editar | editar código]

Nascido no Rio de Janeiro, filho de Amaury Vieira Freitas, que trabalhou no comércio e no Banco do Brasil, e Maria Alice Gomes Freitas, empregada doméstica. De origem humilde, mudou-se aos três anos com a família para Águas Claras, cidade-satélite de Brasília.[312]

Ele saiu de casa aos 19 anos para ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas, e seguiu uma trajetória marcada por disciplina militar e dedicação acadêmica.

Tarcísio e Cristiane Freitas em março de 2025

Tarcísio é casado desde 1997 com Cristiane Freitas, natural de Parnamirim, Rio Grande do Norte. Eles se conheceram quando Tarcísio era aspirante do Exército em Natal, onde Cristiane trabalhava como vendedora e depois gerente de loja. O casal tem dois filhos, Matheus e Letícia. Tarcísio frequentemente destaca o papel de Cristiane como pilar de sua família, descrevendo-a como sua "fortaleza" em postagens públicas.

Antes de se estabelecer em São Paulo, a família viveu em diversas cidades, incluindo Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Jardim (PE), devido às demandas da carreira militar de Tarcísio.[313][314]

Religião

[editar | editar código]

Tarcísio é católico praticante e menciona sua fé como um guia em sua vida, creditando a Deus decisões importantes, como seu casamento. Nas redes sociais, Tarcísio têm fotos publicadas em missas, entre elas, as que participaram como autoridades, como a celebração da festa de São Paulo Apóstolo.[315]

Apesar de ser católico, Tarcísio mantém um bom trânsito entre todas as religiões. Como Governador de São Paulo, sancionou o projeto de lei que declara a Marcha para Jesus como patrimônio cultural imaterial de São Paulo.[316] Ele também é apoiador e participante do evento, organizado pelo apóstolo Estevam Hermandes, líder da Igreja Apostólica Renascer em Cristo. Tarcísio também teve direito a discursar em todas as edições do evento na capital.

Tarcísio também foi um dos convidados da 55ª Conib (Convenção Anual da Confederação Israelita do Brasil), que ocorreu em novembro de 2024 na sede do clube A Hebraica, na capital paulista.[317]

Durante sua formação no Instituto Militar de Engenharia (IME), enfrentou um câncer testicular, diagnosticado precocemente e tratado com sucesso, o que ele considera uma "bênção". Ele e Cristiane compartilharam publicamente esse episódio, destacando a importância do tratamento rápido.

Em 2025, Tarcísio passou por um processo de emagrecimento, no qual perdeu mais de 22kg por meio de um tratamento com remédios para diabetes tipo 2 e mudanças nos hábitos alimentares e de exercícios físicos.[318]

Desempenho eleitoral

[editar | editar código]
Ano Eleição Cargo Partido Votos % Resultado Ref.
2022 Estaduais em São Paulo Governador Republicanos 9.881.786

(1º Turno)

42,32% Segundo Turno [319]
13.480.643

(2º Turno)

55,27% Eleito

Referências

  1. «DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO - Seção 1 | Edição Extra | Nº 82-B, terça-feira, 30 de abril de 2019». Imprensa Nacional. 30 de abril de 2019. p. 8. Consultado em 15 de fevereiro de 2024 
  2. «Saiba quem é Tarcísio de Freitas, pré-candidato ao governo de São Paulo». Uol. 27 de junho de 2022. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
  3. a b «Perfil do ministro Tarcísio Gomes de Freitas no portal do Governo Federal». Secom - Governo Federal. 1 de janeiro de 2019. Consultado em 2 de janeiro de 2019 
  4. «Twitter oficial do ministro Tarcísio Gomes de Freitas». Twitter.com. Dezembro de 2018. Consultado em 13 de janeiro de 2018 
  5. «Tarcísio de Freitas dá como certa ida ao PL e já pensa em nomes para vice em SP». Folha de S.Paulo. 11 de fevereiro de 2022. Consultado em 14 de fevereiro de 2022 
  6. «Decretos de 30 de março de 2022». Diário Oficial da União. 31 de março de 2022. Consultado em 31 de março de 2022 
  7. «Saiba quem é Tarcísio de Freitas, que disputa o segundo turno em São Paulo». CNN Brasil. 2 de outubro de 2022. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
  8. «Com sinais à base bolsonarista, Tarcísio esquenta guerra da sucessão na direita». VEJA. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  9. «São Paulo anuncia 58 novos pedágios free flow em todo estado». Quatro Rodas. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  10. «Rejeitado nas redes e criticado até por aliados, pedágio free flow vira desgaste para Tarcísio em SP». Estadão. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  11. a b c d «Tarcísio inicia privatização das escolas paulistas. Vem aí a "Enel da educação"». Sindicato dos Bancários de SP. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  12. «Governo de SP faz nesta segunda leilão de novo lote para privatizar construção de escolas estaduais». G1. 4 de novembro de 2024. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  13. «Governo de SP reduz verba para ampliar o combate ao crime organizado». Metropoles. 3 de outubro de 2025. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  14. «Em SP, Tarcísio regulamenta cannabis medicinal no SUS». VEJA. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  15. «Deputados de São Paulo aprovam PEC de Tarcísio que pode tirar R$ 11 bilhões da educação». O Globo. 27 de novembro de 2024. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  16. Moreira, Valentina (9 de outubro de 2025). «Inversão histórica: verba da Educação encolhe e Saúde lidera gastos em SP». Metrópoles. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  17. a b «Tarcísio de Freitas corta pela metade recursos de combate ao crime organizado». Terra. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  18. «SP tem o maior crescimento de mortes cometidas por policiais do país em 2024». G1. 24 de julho de 2025. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  19. a b c d Ribeiro, Bruno (26 de maio de 2023). «"Passando a boiada em SP": Tarcísio turbina regularização de fazendas». Metropoles. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  20. a b c d «Tarcísio Gomes de Freitas». Ministério da Infraestrutura. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
  21. a b c d «Saiba quem é Tarcísio de Freitas, que disputa o segundo turno em São Paulo». CNN Brasil. 2 de outubro de 2022. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
  22. Rothenburg, Denise (28 de novembro de 2018). «Bolsonaro aumenta número de ministérios para atender núcleos econômico, militar e político». Correio Braziliense. Consultado em 13 de janeiro de 2019 
  23. a b «Site Governamental da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (SPPI)». Governo Federal. 2016. Consultado em 29 de dezembro de 2018 
  24. Livro 20 anos DNIT. Brasília: DNIT. 2021. p. 7 
  25. Mundo, Diario do Centro do (23 de dezembro de 2024). «À frente do DNIT, Tarcísio sabia de problemas em ponte que caiu entre MA e TO e nada fez». Diário do Centro do Mundo. Consultado em 25 de dezembro de 2024 
  26. Nassif, Luis (20 de março de 2024). «Luís Nassif : Mal feitos de Tarcisio no DNIT começam a vir à tona». Jornal GGN. Consultado em 25 de dezembro de 2024 
  27. Bentes, Vianey. «Polícia Federal investiga fraudes em licitações no DNIT». CNN Brasil. Consultado em 25 de dezembro de 2024 
  28. «Contratos assinados por Tarcísio no Dnit durante gestão Dilma entram na mira da PF». Estadão. Consultado em 25 de dezembro de 2024 
  29. Pedro Rafael Vilela (27 de novembro de 2018). «Bolsonaro indica ex-diretor do Dnit para Ministério da Infraestrutura». Agência Brasil. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  30. Guilherme Mazui (27 de novembro de 2018). «Bolsonaro anuncia ex-diretor do Dnit Tarcísio Gomes de Freitas para ministro da Infraestrutura». G1. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  31. «Tarcísio Gomes de Freitas toma posse como ministro da Infraestrutura». Ministério da Infraestrutura. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  32. Barros, Rafaella (20 de dezembro de 2021). «Infraestrutura fecha 2021 com R$ 5,5 bilhões em obras». Poder360. Consultado em 16 de janeiro de 2023 
  33. «Balanço da Infraestrutura registra 108 obras públicas entregues no ano». Agência Brasil. 20 de dezembro de 2021. Consultado em 16 de janeiro de 2023 
  34. «Freitas defende melhoria na regulacao para tornar ambiente de negocios mais facil». Estado de Minas. 23 de abril de 2020. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  35. Comunello, Patrícia (18 de julho de 2022). «Ministro de Infraestrutura diz que duplicação da BR-116 Sul termina no fim de 2022». Jornal do Comércio. Consultado em 16 de janeiro de 2023 
  36. «Jair Bolsonaro participa da inauguração da ponte do Abunã». Poder360. Consultado em 16 de janeiro de 2023 
  37. «Bolsonaro inaugura ponte entre Piauí e Maranhão». Poder360. 20 de maio de 2021. Consultado em 16 de janeiro de 2023 
  38. «Somente neste ano concedemos para o setor privado 27 ativos, diz ministro». Exame. 11 de outubro de 2019. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  39. «Rumo vence trecho de 1,5 mil quilômetros da Ferrovia Norte-Sul». G1. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  40. «Leilão de terminais portuários arrecada R$ 148 milhões». Folha de S.Paulo. 13 de agosto de 2019. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  41. «Governo arrecada R$ 2,377 bilhões à vista com leilão de 12 aeroportos». G1. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  42. «Governo Federal conclui asfaltamento da BR-163/PA». Ministério da Infraestrutura. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  43. «Informativo dos Portos». Informativo dos Portos. 10 de dezembro de 2020. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  44. Redação. «Nova ponte do Guaíba inaugura nesta quinta-feira com a presença de Bolsonaro». Jornal O Lourenciano. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  45. «Leite e Bolsonaro inauguram a nova ponte do Guaíba». Portal do Estado do Rio Grande do Sul. 10 de dezembro de 2020. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  46. Carboni, Nivaldo (27 de maio de 2020). «Governo renova contrato da ferrovia Malha Paulista com empresa Rumo». Poder360. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  47. «"Novo contrato da Malha Paulista é marco histórico para a Infraestrutura do País", afirma ministro Tarcísio». Ministério da Infraestrutura. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  48. «Portal Goiás - Renovação de contrato viabiliza construção de ferrovia e garante empregos para Goiás». Governo de Goiás. Consultado em 17 de janeiro de 2023. Arquivado do original em 17 de janeiro de 2023 
  49. «TCU autoriza renovação de concessão de estradas de ferro com a Vale». Agência Brasil. 30 de julho de 2020. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  50. «Renovação de ferrovias da Vale ajudará a concluir Fiol e Transnordestina, diz Tarcísio». Valor Econômico. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  51. Rocha, Ludmylla (18 de dezembro de 2020). «Governo assina renovação antecipada das ferrovias de Carajás e Vitória-Minas». Poder360. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  52. a b «Balanço da Infraestrutura registra 108 obras públicas entregues no ano». Agência Brasil. 20 de dezembro de 2021. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  53. Barros, Rafaella (20 de dezembro de 2021). «Infraestrutura fecha 2021 com R$ 5,5 bilhões em obras». Poder360. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  54. Malar, João Pedro. «Governo leiloará 50 ativos em 2022, com R$ 165 bi em investimentos, diz ministro». CNN Brasil. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  55. Barbosa, Marina (4 de outubro de 2021). «Em NY, Tarcísio apresenta programa de concessões e tenta atrair investidores». Poder360. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  56. «Maior programa de concessões do mundo é destaque no roadshow do ministro Tarcísio Freitas». Ministério da Infraestrutura. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  57. «Governo já recebeu 80 pedidos para construção de novas ferrovias, diz ministro». Valor Econômico. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  58. «Brasil vai dobrar malha ferroviária em 15 anos, diz Tarcísio». Exame. 22 de fevereiro de 2022. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  59. «Tarcísio: ampliação de ferrovias na matriz de transportes dará vantagem competitiva ao Brasil». Ministério da Infraestrutura. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  60. «Assinatura da concessão da Fiol representa o futuro do setor ferroviário, diz Tarcísio». Ministério da Infraestrutura. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  61. «'Leilão da Fiol é muito atrativo para dono do minério', diz Tarcísio». A Gazeta. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  62. «Governo arrecada R$ 3,3 bilhões com leilão de 22 aeroportos; veja os vencedores». G1. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  63. Rocha, Ludmylla (7 de abril de 2021). «Governo abre "Infra Week" com leilão de 22 aeroportos nesta 4ª feira». Poder360. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  64. «Governo vai cumprir plano de R$ 250 bi em investimentos até 2022, diz ministro». CNN Brasil. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  65. «'Superou as expectativas', diz ministro sobre leilão de aeroportos». UOL. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  66. Poder360 (30 de outubro de 2021). «Tarcísio de Freitas viraliza ao bater martelo com força em leilão». Poder360. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  67. Forbes (20 de maio de 2022). «Ecorodovias apresenta única oferta e vence sozinha leilão de sistema Rio-Valadares». Forbes Brasil. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  68. Comércio, Diário do (21 de maio de 2022). «Ecorodovias vence leilão de Sistema Rio-Valadares». Diário do Comércio. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  69. Gonzaga, Bernardo (30 de março de 2022). «Governo arrecada R$ 40 mi com leilões de terminais portuários». Poder360. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  70. «Empresa chinesa arremata terminal para granéis vegetais no Porto de Santos e investirá mais de R$ 760 milhões». G1. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  71. «ANTT aprova prorrogação antecipada de concessão da MRS por mais 30 anos». Diário do Transporte. 28 de julho de 2022. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  72. «'Processo é irreversível', diz Tarcísio de Freitas, sobre privatizações portuárias». Valor Econômico. Consultado em 17 de janeiro de 2023 
  73. «Gestão Tarcísio teve disparada de obras sem licitação, atraso e indício de irregularidade». Folha de S.Paulo. 11 de setembro de 2022. Consultado em 25 de dezembro de 2024 
  74. Alex Rodrigues (4 de dezembro de 2018). «ANTT e governo não descartam revogar concessão da Transnordestina». Agência Brasil. Consultado em 23 de abril de 2022 
  75. Luciano Nascimento (23 de outubro de 2019). «ANTT propõe declarar caducidade de contrato da Transnordestina». Agência Brasil. Consultado em 23 de abril de 2022 
  76. Angela Fernanda Belfort (5 de julho de 2016). «Malha ferroviária sofreu desmonte:Linha férrea que interligava oito capitais do Nordeste foi encolhendo aos poucos e quase desapareceu». Jornal do Commércio (PE). Consultado em 23 de abril de 2022 
  77. Confederação Nacional da Indústria (2018). «Tabela 2 – Percentagem da malha ferroviária que não é objeto de exploração comercial em 2017» (PDF). Transporte Ferroviário: colocando a competitividade nos trilhos, página 23. Consultado em 23 de abril de 2022 
  78. Robson Bonin (15 de dezembro de 2019). «Processo para retirar CSN da Transnordestina chega à mesa de ministro». Veja. Consultado em 23 de abril de 2022 
  79. Sérgio Ripardo (19 de outubro de 2021). «Presidente da Ferrovia Transnordestina, da CSN, renuncia ao cargo». Bloomberg Línea. Consultado em 23 de abril de 2022 
  80. Ferrovia Transnordestina Logística (2021). «Notas Explicativas-Contrato de concessão» (PDF). Relatório da Administração para 2020, página 20. Consultado em 23 de abril de 2022 
  81. «Ministro anuncia R$ 1 bilhão para expansão do metrô de BH para o Barreiro e Contagem». Itatiaia. 11 de abril de 2019. Consultado em 13 de março de 2022 
  82. Matheus Muratori (3 de dezembro de 2019). «Destinação exclusiva de multa ao metrô de BH desagrada a cidades do interior». Estado de Minas. Consultado em 13 de março de 2022 
  83. Via Trolebus (17 de junho de 2020). «Ministro da Infraestrutura promete recursos para a Linha 2 do Metrô de Belo Horizonte». ANPTrilhos. Consultado em 13 de março de 2022 
  84. «Ministro da Infraestrutura garante repasse de R$1,2 bilhão para a ampliação do metrô de BH». Hoje em Dia. 4 de agosto de 2020. Consultado em 13 de março de 2022 
  85. Thais Mota (2 de setembro de 2020). «Ministro Tarcísio de Freitas confirma repasses de recursos para metrô de BH». O Tempo. Consultado em 13 de março de 2022 
  86. Idiana Tomazelli e Amanda Pupo (3 de setembro de 2020). «Recursos para obra do metrô em BH precisam passar pelo Orçamento, diz Economia». Estadão. Consultado em 13 de março de 2022 
  87. Arthur Lage (22 de dezembro de 2022). «Zema diz que polêmica gerada pela privatização do metrô de BH teria afastado empresas do leilão». Hoje em Dia. Consultado em 21 de dezembro de 2024 
  88. Leonardo Godim (22 de dezembro de 2022). «Metrô de BH: empresa paulista vence leilão com lance único de R$ 25,7 mi». Estado de Minas. Consultado em 21 de dezembro de 2022 
  89. «Metrô de BH é concedido à iniciativa privada em leilão; empresa terá que construir nova linha e 8 estações». G1. 22 de dezembro de 2022. Consultado em 21 de outubro de 2024 
  90. «"Maior revolução ferroviária dos últimos 100 anos", diz Tarcísio durante lançamento do Pro Trilhos». Ministério dos Transportes. 2 de setembro de 2021. Consultado em 21 de dezembro de 2024 
  91. «Pro Trilhos chega a 89 propostas e R$ 258 bilhões de investimentos projetados em um ano». Ministério dos Transportes. 30 de agosto de 2021. Consultado em 21 de dezembro de 2024 
  92. a b Folhapress (1 de junho de 2024). «Com novo plano para SP, Tarcísio é cobrado por 'ferrovias de papel' no governo Bolsonaro». Jornal de Brasília. Consultado em 21 de dezembro de 2024 
  93. «Governo lança programa SP nos trilhos com investimento estimado em R$ 190 bilhões». Secretaria de Parcerias em Investimentos do estado de São Paulo. 29 de maio de 2024. Consultado em 21 de dezembro de 2024 
  94. «Itapemirim apresenta ao MInfra projeto para atuar na aviação comercial». Ministério da Infraestrutura. 22 de outubro de 2020. Consultado em 13 de março de 2022 
  95. a b Suzana Petropouleas (20 de dezembro de 2021). «Ministro é criticado por live com Bolsonaro sobre Itapemirim e defende licença dada à empresa». Folha de S.Paulo. Consultado em 13 de março de 2022 
  96. «ANAC aprova a concessão da Itapemirim Transportes Aéreos». Agência Nacional de Aviação Civil. 20 de maio de 2021. Consultado em 13 de março de 2022 
  97. «Sem conseguir embarcar após Itapemirim suspender operação, passageiros protestam no aeroporto de Guarulhos». G1. 17 de dezembro de 2021. Consultado em 13 de março de 2022 
  98. Luisa Farias, Estadão Conteúdo e Agência Brasil (18 de dezembro de 2021). «Com suspensão de voos da Itapemirim, 40 mil passageiros podem sair prejudicados no fim do ano». Jornal do Commércio (PE). Consultado em 13 de março de 2022 
  99. André Augusto Stumpf (4 de janeiro de 2022). «Ilhéus, sul de Minas». Correio Braziliense. Consultado em 13 de março de 2022 
  100. Mariana Costa (20 de dezembro de 2021). «Tarcísio sobre Itapemirim: "Empresa aérea tinha certidões negativas"». Metrópoles. Consultado em 13 de março de 2022 
  101. Quintino Gomes Freire (27 de fevereiro de 2021). «Tarcísio Freitas candidato a governador do Rio?». Diário do Rio. Consultado em 9 de novembro de 2022 
  102. «Bolsonaro sugere que ministro Tarcísio pode disputar eleição em SP em 2022». UOL. 26 de abril de 2021. Consultado em 9 de novembro de 2022 
  103. * «Bolsonaro provoca aglomeração em passeio de moto com apoiadores no Rio de Janeiro». G1. Consultado em 25 de maio de 2021 
  104. «Thousands rally at 'obscene' motorcade for Jair Bolsonaro». the Guardian (em inglês). 23 de maio de 2021. Consultado em 25 de maio de 2021 
  105. «Mussolini e Bolsonaro, de moto contra a lei». José Nêumanne. Consultado em 25 de maio de 2021 
  106. «Ministros Tarcísio de Freitas e Damares Alves se filiam ao Republicanos e devem disputar eleições». Portal g1. 28 de março de 2022 
  107. Victor Irajá (5 de outubro de 2021). «Tarcísio de Freitas entre a pavimentação de rodovias e candidaturas». Veja. Consultado em 9 de dezembro de 2022 
  108. «À CNN, Tarcísio de Freitas confirma vice do PSD em disputa ao governo de SP». CNN. 6 de julho de 2022 
  109. «Republicanos oficializa candidatura de Tarcísio com presença de Bolsonaro». G1. Consultado em 9 de novembro de 2022 
  110. «Em plano de governo, Tarcísio critica gestões anteriores e promete reduzir IPVA e ICMS em SP». Gazeta do Povo. 16 de agosto de 2022 
  111. «Tarcísio de Freitas: a trajetória do novo governador de São Paulo». InfoMoney. Consultado em 16 de janeiro de 2023 
  112. «Tarcísio, do Republicanos, é eleito governador de São Paulo». G1. Consultado em 30 de outubro de 2022 
  113. «Após tiros em Paraisópolis, aliados de Tarcísio dizem que ele está bem». UOL. Consultado em 31 de outubro de 2022 
  114. «Polícia diz ser 'prematuro' afirmar que tiroteio seja atentado contra Tarcísio em Paraisópolis, mas 'não descarta nenhuma hipótese'». G1. 17 de outubro de 2022. Consultado em 4 de novembro de 2022 
  115. «Equipe de Tarcísio mandou cinegrafista apagar vídeo de tiroteio em Paraisópolis; ouça áudio». Folha de S.Paulo. 25 de outubro de 2022. Consultado em 4 de novembro de 2022 
  116. «Intercept: Segundo testemunhas, segurança de Tarcísio matou homem desarmado». UOL. 27 de outubro de 2022. Consultado em 4 de novembro de 2022 
  117. «Áudio de equipe de Tarcísio mantém caso de tiroteio vivo nas redes». Terra. 4 de novembro de 2022. Consultado em 4 de novembro de 2022 
  118. «PF investiga se campanha de Tarcísio forjou suposto atentado para favorecê-lo na eleição de 2022». Brasil de Fato. 23 de outubro de 2023. Consultado em 16 de novembro de 2023 
  119. «Do que trata a investigação da PF contra Tarcísio de Freitas». CartaCapital. 23 de outubro de 2023. Consultado em 16 de novembro de 2023 
  120. «PF investiga se campanha de Tarcísio forjou 'atentado' para favorecê-lo na eleição ao governo». Estadão. Consultado em 16 de novembro de 2023 
  121. «Governo de SP vê uso político da PF contra Tarcísio após abertura de novo inquérito». O Globo. 23 de outubro de 2023. Consultado em 16 de novembro de 2023 
  122. «Tarcísio extingue Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência 14 anos após criação». G1. 22 de dezembro de 2022. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  123. UOL (19 de dezembro de 2022). «SP: Tarcísio recua e mantém Secretaria da Pessoa com Deficiência». UOL. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  124. «Tarcísio é empossado governador de SP, cita tucanos e agradece a Bolsonaro». Folha de S.Paulo. 1 de janeiro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  125. «Tarcísio de Freitas toma posse em SP e agradece a Bolsonaro em discurso». VEJA. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  126. Buss, Gabriel (1 de janeiro de 2023). «Tarcísio toma posse em SP: "Demanda popular deve guiar ações"». Poder360. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  127. «Tarcísio dá espaço a bolsonaristas e ex-integrantes do governo federal no segundo escalão». Folha de S.Paulo. 21 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  128. «Painel: Tarcísio nomeia ex-secretário de Doria e aumenta cota de bolsonaristas». Folha de S.Paulo. 6 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  129. «Braço direito de Queiroga será número 2 da Saúde no governo Tarcísio | Metrópoles». www.metropoles.com. 5 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  130. «Tarcísio nomeia irmão de Michelle Bolsonaro como assessor especial, com salário de R$ 21,5 mil». Valor Investe. 11 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  131. «Tarcísio nomeia irmão de Michelle Bolsonaro e marido de sua cunhada para cargos de confiança no governo de SP». G1. 11 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  132. «Tarcísio cancela nomeação de marido de sua cunhada para cargo de confiança no governo de SP». G1. 12 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  133. PODER360 (13 de janeiro de 2023). «"Achei que pudesse", diz Tarcísio sobre nomeação de cunhado». Poder360. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  134. «Após polêmica, Tarcísio muda decreto sobre nepotismo e inclui concunhados como 'parentes por afinidade', que têm nomeação vetada». G1. 13 de janeiro de 2023. Consultado em 4 de dezembro de 2023 
  135. «Trocas no comando da Polícia Civil de São Paulo geram tensão no governo de Tarcísio». CartaCapital. 21 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  136. «Tarcísio nomeia PM envolvido no caso Carandiru para a Administração Penitenciária | Metrópoles». www.metropoles.com. 15 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  137. Napoli, Eric (11 de fevereiro de 2024). «Secretário de Tarcísio indicou sócio para 2 cargos em estatais». Poder360. Consultado em 14 de fevereiro de 2024 
  138. «Painel: Governo Tarcísio afasta major alvo de operação da Polícia Federal que mira trama golpista». Folha de S.Paulo. 9 de fevereiro de 2024. Consultado em 14 de fevereiro de 2024 
  139. «Em 24 horas, volume de chuva em cidades do Litoral Norte de SP ultrapassa média esperada para o mês inteiro». G1. 19 de fevereiro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  140. «Governador Tarcísio de Freitas visita às áreas afetadas pelas chuvas em São Sebastião». Tamoios News. 19 de fevereiro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  141. «Governador de SP pede que turistas ainda não peguem as estradas». Agência Brasil. 20 de fevereiro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  142. Borenstein, Carlos Eduardo Bellini (28 de fevereiro de 2023). «Tarcísio mostra eficiência no gerenciamento da tragédia de São Sebastião». O Brasilianista. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  143. «Tarcísio transfere gabinete para São Sebastião temporariamente». Exame. 20 de fevereiro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  144. «SP: Governador Tarcísio de Freitas transfere gabinete para São Sebastião». UOL 
  145. Junqueira, Caio. «Tarcísio debate "Plano de Reconstrução" com secretariado em São Sebastião». CNN Brasil. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  146. «Tarcísio de Freitas cria gerência estadual para acompanhar reconstrução de São Sebastião». Radar Litoral. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  147. Redação (17 de maio de 2023). «No Paraná, Tarcísio visita empresa que vai construir casas em São Sebastião». Blog Politicamente. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  148. «Empresa ligada a secretário de Educação firmou três novos contratos com o governo Tarcísio». Folha de S.Paulo. 11 de agosto de 2023. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  149. «Tarcísio diz não ver conflito de interesses sobre titular da Educação». Metrópoles. 5 de janeiro de 2023. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  150. «Em novo recuo, governo Tarcísio desiste de comprar livros digitais sem licitação». O Globo. 17 de agosto de 2023. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  151. «Em 2º recuo, Tarcísio cancela compra de 200 milhões de livros digitais sem licitação | Metrópoles». www.metropoles.com. 17 de agosto de 2023. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  152. Souza, Felipe. «Governo de SP recua e decide cancelar compra de livros digitais». CNN Brasil. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  153. Figueiredo, Carolina. «Governo de SP recua e diz que vai oferecer livros também impressos para alunos». CNN Brasil. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  154. «Renato Feder: o 'trainee' de Alckmin que virou o primeiro 'secretário problema' de Tarcísio». Estadão. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  155. «Sob pressão, Feder acumula recuos na Educação de SP e tem métodos questionados». O Globo. 22 de agosto de 2023. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  156. «Tarcísio diz que contratos do governo de SP com empresa ligada a secretário foram feitos 'dentro da regra do jogo', mas proíbe novas contratações». G1. 15 de agosto de 2023. Consultado em 14 de novembro de 2023 
  157. «Gestão de Tarcísio cobra R$ 113 mil de Eduardo Bolsonaro por não usar máscara durante a pandemia». G1. 6 de janeiro de 2023. Consultado em 17 de novembro de 2023 
  158. «Juíza acata ação de gestão Tarcísio e manda Eduardo Bolsonaro pagar multa | Maquiavel». VEJA. Consultado em 17 de novembro de 2023 
  159. «A multa de R$ 290.000 que Bolsonaro não quer pagar de jeito nenhum | Maquiavel». VEJA. Consultado em 17 de novembro de 2023 
  160. Luz, Yurick (14 de janeiro de 2023). «Fogo amigo? Tarcísio vai à Justiça para cobrar R$ 431 mil de Bolsonaro por ausência de máscara». Diário do Centro do Mundo. Consultado em 17 de novembro de 2023 
  161. PODER360 (10 de novembro de 2023). «Tarcísio sanciona lei que anistia multas a Bolsonaro na pandemia». Poder360. Consultado em 17 de novembro de 2023 
  162. autor, Sem (21 de novembro de 2023). «Tarcísio e Alesp devem prestar informações sobre anistia de multa». Consultor Jurídico. Consultado em 22 de novembro de 2023 
  163. «Ao STF, Tarcísio nega que lei para perdoar multas da pandemia seja benefício a aliados políticos». Valor Econômico. 5 de dezembro de 2023. Consultado em 27 de dezembro de 2023 
  164. «AGU pede que STF derrube a lei de Tarcísio que anistia multas da pandemia». CartaCapital. 11 de dezembro de 2023. Consultado em 28 de dezembro de 2023 
  165. «Tarcísio perdoa multas da pandemia, abre mão de R$ 72 milhões e beneficia Bolsonaro». CartaCapital. 9 de novembro de 2023. Consultado em 17 de janeiro de 2024 
  166. «Após lei de Tarcísio aprovada na Alesp, Justiça anula multa de R$ 357 mil de Bolsonaro por não uso de máscara na pandemia em SP». G1. 14 de janeiro de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2024 
  167. «Justiça de São Paulo livra Bolsonaro de multa de R$ 370 mil após lei de Tarcísio». CartaCapital. 12 de janeiro de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2024 
  168. estadaoconteudo. «Graças a Tarcísio, Justiça de SP anula multa de Bolsonaro por não usar máscara». Terra. Consultado em 17 de janeiro de 2024 
  169. «Lei promulgada por Tarcísio livra Eduardo Bolsonaro de R$ 100 mil em multas». CartaCapital. 11 de janeiro de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2024 
  170. Conteúdo, Do Estadão. «Gonet pede ao STF que derrube lei de Tarcísio que anistiou multas na pandemia». CNN Brasil. Consultado em 6 de junho de 2024 
  171. Ribeiro, Bruno (3 de outubro de 2023). «Como está o plano de privatizações de Tarcísio, motivo da greve em SP». Metrópoles. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  172. a b «Privatização da Sabesp gera perdas de pelo menos R$ 4,5 bilhões a SP». Sindicato dos Bancários de SP. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  173. «Tarcísio assina contrato para retomada das obras do Rodoanel em SP». Metrópoles. 8 de agosto de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  174. «Rodoanel: Tarcísio planeja antecipar entrega de trecho entre Dutra e Fernão Dias». Metrópoles. 9 de agosto de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  175. «Leilão do Rodoanel Norte é vencido pela Via Appia; obra tem previsão de entrega para 2026». Uol. 14 de março de 2023 
  176. Conteúdo, Estadão (15 de março de 2023). «Leilão do Rodoanel Norte é vencido pela Via Appia; obra tem previsão de entrega para 2026». InfoMoney. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  177. «Rodoanel Norte: novo contrato de concessão é assinado; previsão de entrega é 2026». Uol. 9 de agosto de 2023 
  178. «Tarcísio deve vetar projeto que reduz imposto sobre heranças e doações em SP». CNN Brasil. 27 de dezembro de 2022. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  179. «Tarcísio veta projeto de lei que previa ampliar distribuição de absorventes no estado de SP». G1. 10 de fevereiro de 2023. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  180. «Após críticas, gestão Tarcísio recua sobre validade para laudo de autismo, mas diz ser 'conveniente' revisão em casos de bebês até 18 meses». G1. 9 de fevereiro de 2023. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  181. «Articulação antecipada de Tarcísio garante aprovação da privatização da Sabesp no 1º ano de governo». Terra. Consultado em 2 de fevereiro de 2024 
  182. «Sabesp faz 50 anos à beira de ser privatizada; conheça os argumentos a favor e contra». Folha de S.Paulo. 1 de novembro de 2023. Consultado em 17 de novembro de 2023 
  183. «Especialista não vê justificativa para privatização da Sabesp». Agência Brasil. 17 de junho de 2023. Consultado em 17 de novembro de 2023 
  184. «Privatização da Sabesp: Tarcísio anuncia follow on e investimento de R$ 66 bilhões». Exame. 31 de julho de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  185. «Privatização da Sabesp terá acionista privado com participação relevante na empresa, diz Tarcísio». O Globo. 31 de julho de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  186. PODER360 (1 de agosto de 2023). «Governo de SP aprova modelo de privatização da Sabesp». Poder360. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  187. «Tarcísio deve confirmar hoje privatização da Sabesp». Jovem Pan. 31 de julho de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2023 
  188. «Tarcísio admite que conta de água vai subir mesmo com privatização da Sabesp». G1. 12 de dezembro de 2023. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  189. Félix, Thiago. «Sabesp terá redução de 10% em tarifa social após privatização». CNN Brasil. Consultado em 12 de dezembro de 2024 
  190. «Governo Tarcísio anuncia descontos entre 1% e 10% da tarifa da Sabesp com privatização | Exame». exame.com. Consultado em 12 de dezembro de 2024 
  191. «2ª votação da privatização da Sabesp só deveria ocorrer após audiências públicas e apresentação de laudo orçamentário, diz decisão | São Paulo». G1. 2 de maio de 2024. Consultado em 12 de dezembro de 2024 
  192. «Reajuste de 6,4% na conta de água em SP começa a valer a partir desta sexta». G1. 10 de maio de 2024. Consultado em 12 de dezembro de 2024 
  193. «Sabesp anuncia aumento de 6,4% nas tarifas a partir de maio». Agência Brasil. 9 de abril de 2024. Consultado em 12 de dezembro de 2024 
  194. «Kennedy Alencar: SP perde R$ 4 bi ao vender Sabesp sem competição e ação mais barata». UOL. Consultado em 8 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2024 
  195. PODER360 (10 de dezembro de 2024). «CEO da Sabesp suspende descontos para hospitais e shoppings». Poder360. Consultado em 12 de dezembro de 2024 
  196. «Sabesp vai cortar descontos na tarifa para clientes comerciais a partir de 2025». ICL Notícias. 12 de novembro de 2024. Consultado em 12 de dezembro de 2024 
  197. «Sabesp começa a cobrar tarifa de esgoto para imóveis que ainda não têm coleta no estado de SP». G1. 13 de junho de 2025. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  198. «Sabesp não vai mais fazer política pública, isso é papel do Estado, afirma CEO da companhia». Folha de S.Paulo. 10 de dezembro de 2024. Consultado em 12 de dezembro de 2024 
  199. «Gestão Tarcísio autoriza aumento de 6,11% nas contas da Sabesp em 2026». G1. 2 de dezembro de 2025. Consultado em 6 de dezembro de 2025 
  200. «Governo de SP faz nesta terça leilão para privatizar construção de 17 escolas estaduais em 14 cidades». G1. 28 de outubro de 2024. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  201. «Governo de SP faz nesta segunda leilão de novo lote para privatizar construção de escolas estaduais». G1. 4 de novembro de 2024. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  202. Moreira, Valentina (1 de abril de 2025). «Governo de SP autoriza edital para privatizar gestão de 143 escolas». www.metropoles.com. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  203. «Justiça anula leilões e suspende privatização de escolas estaduais em SP». CNN Brasil. 12 de março de 2025. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  204. «Apesar de falhas, Tarcísio descarta romper com ViaMobilidade». Metrópoles. 26 de janeiro de 2023. Consultado em 8 de janeiro de 2024 
  205. «Tarcísio faz leilão de concessão da CPTM em SP; duas empresas disputam as linhas 11 Coral, 12 Safira e 13 Jade». G1. 28 de março de 2025. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  206. «SP corta R$ 37 milhões do programa de câmeras corporais em policiais». Brasil de Fato. 2 de janeiro de 2024. Consultado em 8 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2024 
  207. «PM de São Paulo matou 34% a mais no primeiro ano do governo Tarcísio de Freitas». Brasil de Fato. 3 de janeiro de 2024. Consultado em 8 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2024 
  208. «Em meio a recorde de feminicídios, Tarcísio gasta 3% do previsto com delegacias da mulher 24h». Folha de S.Paulo. 18 de fevereiro de 2024. Consultado em 27 de fevereiro de 2024 
  209. «Com feminicídio em alta, Tarcísio congela verba de violência contra mulher». UOL. 4 de março de 2024. Consultado em 13 de março de 2024 
  210. «Mônica Bergamo: Tarcísio será denunciado à ONU por operações mais letais da história de SP». Folha de S.Paulo. 7 de março de 2024. Consultado em 13 de março de 2024 
  211. «Tarcísio ironiza denúncias contra abusos da PM: 'Pode ir na ONU, na Liga da Justiça, tô nem aí'». Brasil de Fato. 8 de março de 2024. Consultado em 13 de março de 2024 
  212. «'Me arrependo muito da postura reativa que tive' com câmeras corporais, afirma Tarcísio». G1. 6 de dezembro de 2024. Consultado em 10 de dezembro de 2024 
  213. «Mais de 60 entidades denunciam Tarcísio e Derrite na OEA por violência policial». CartaCapital. 20 de dezembro de 2024. Consultado em 23 de dezembro de 2024 
  214. «Tarcísio ao criticar câmeras: Preferem monitorar policial do que o bandido». www.uol.com.br. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  215. Martins, Victor (5 de abril de 2022). «Tarcísio quer acabar com uso de câmeras nas fardas de PMs». O Antagonista. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  216. a b «Painel: Entidades veem retrocesso em fala de Tarcísio contra câmeras corporais em PMs». Folha de S.Paulo. 3 de janeiro de 2024. Consultado em 3 de janeiro de 2024 
  217. a b Sardinha, Edson (14 de setembro de 2023). «Juiz intima Tarcísio e dá 90 dias para instalação de câmera corporal em todos os PMs de SP». Congresso em Foco. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  218. a b Dalapola, Kaique (24 de setembro de 2023). «Liminar que obrigava uso de câmeras em PMs da Operação Escudo dura um dia». Ponte Jornalismo. Consultado em 28 de dezembro de 2023 
  219. Borges, Stella (14 de outubro de 2022). «Tarcísio recua e agora diz que vai reavaliar câmeras em uniforme de PMs». UOL. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  220. «Tarcísio recua sobre câmeras corporais da PM e agora diz que vai avaliar uso». Estadão. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  221. «Tarcísio de Freitas descarta tirar câmeras em uniformes da Polícia Militar». www.band.uol.com.br. 5 de janeiro de 2023. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  222. «Governo Tarcísio congela número de câmeras corporais em uniformes da PM em SP». G1. 21 de junho de 2023. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  223. RBA, Cida de Oliveira, da (18 de agosto de 2023). «Tarcísio retira R$ 11 mi do orçamento para compra de câmeras». Rede Brasil Atual. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  224. «Tarcísio reduz orçamento de câmeras corporais da Polícia Militar». CartaCapital. 18 de agosto de 2023. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  225. «Tarcísio tira R$ 15 mi das câmeras corporais para pagar "bico" dos PMs | Metrópoles». www.metropoles.com. 5 de outubro de 2023. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  226. almapreta. «Com mais um corte, Tarcísio já tirou R$ 25,9 milhões das câmeras nas fardas de policiais». Terra. Consultado em 28 de dezembro de 2023 
  227. «Tarcísio admite que não irá investir em câmeras nas fardas de PMs e diz que equipamento não oferece segurança efetiva do cidadão». G1. 2 de janeiro de 2024. Consultado em 2 de janeiro de 2024 
  228. «Governo Tarcísio abandona estudo que avalia uso de câmeras pela PM». Folha de S.Paulo. 26 de setembro de 2023. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  229. «2,3 mil policiais militares foram presos nos últimos 10 anos em SP; detenções caíram 30% com uso de câmeras corporais». G1. 28 de dezembro de 2023. Consultado em 2 de janeiro de 2024 
  230. «Mortes cometidas por PMs em serviço aumentam 86% em SP no terceiro trimestre». G1. 26 de outubro de 2023. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  231. «Tarcísio não planeja comprar mais câmeras para PMs e diz ter outras prioridades». VEJA SÃO PAULO. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  232. «Tarcísio diz que não vai ampliar número de câmeras corporais da polícia em São Paulo». Exame. 31 de outubro de 2023. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  233. Foco, Congresso em (24 de setembro de 2023). «TJSP derruba liminar que obrigava governo Tarcísio a instalar câmeras em policiais e viaturas». Congresso em Foco. Consultado em 28 de novembro de 2023 
  234. ConJur, Redação (26 de setembro de 2023). «TJ-SP veda câmeras corporais em PMs nas operações retaliadoras». Consultor Jurídico. Consultado em 28 de dezembro de 2023 
  235. autor, Luiza Calegari, Sem (15 de dezembro de 2023). «TJ-SP decide que policiais não precisam usar câmeras em operações». Consultor Jurídico. Consultado em 28 de dezembro de 2023 
  236. «'Uso de câmeras pela PM é imposição da realidade de violência', diz advogado após TJ-SP desobrigar a medida». Brasil de Fato. 16 de dezembro de 2023. Consultado em 28 de dezembro de 2023 
  237. «Negacionismo de Tarcísio sobre uso de câmeras corporais na PM será pauta no Ministério Público». Revista Fórum. 9 de janeiro de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2024 
  238. Resk, Felipe (10 de janeiro de 2024). «Governo Tarcísio renova câmeras corporais da PM por apenas 6 meses». Metrópoles. Consultado em 17 de janeiro de 2024 
  239. «Após questionar eficácia, Tarcísio fala em possível ampliação no uso de câmeras corporais pela PM». Folha de S.Paulo. 22 de janeiro de 2024. Consultado em 23 de janeiro de 2024 
  240. «Tarcísio recua e agora diz que pode ampliar câmeras em uniformes de PMs». O Globo. 22 de janeiro de 2024. Consultado em 23 de janeiro de 2024 
  241. «Sem ampliar programa, governo Tarcísio vai trocar 3 mil câmeras da PM | Metrópoles». www.metropoles.com. 26 de março de 2024. Consultado em 10 de abril de 2024 
  242. «Após recuo, Tarcísio deve aumentar em 20% o número de câmeras nos PMs | Metrópoles». www.metropoles.com. 22 de maio de 2024. Consultado em 23 de maio de 2024 
  243. PODER360 (23 de maio de 2024). «Gestão Tarcísio quer câmeras corporais que podem ser desligadas por PMs». Poder360. Consultado em 23 de maio de 2024 
  244. «Especialistas criticam edital de câmeras corporais de Tarcísio; entenda | Blogs CNN». CNN Brasil. Consultado em 23 de maio de 2024 
  245. «Câmeras: Tarcísio defende que o acionamento remoto vai garantir mais controle sobre as gravações das ocorrências policiais». G1. 23 de maio de 2024. Consultado em 23 de maio de 2024 
  246. Brasília, Redação Jornal de (29 de maio de 2024). «'Queremos uma população segura, e não um policial vigiado', diz Tarcísio sobre câmeras corporais». Jornal de Brasília. Consultado em 31 de maio de 2024 
  247. «TCE apura denúncia contra edital de Tarcísio sobre câmeras corporais da PM». UOL. 5 de junho de 2024. Consultado em 17 de junho de 2024 
  248. «TCE-SP mantêm edital do governo Tarcísio para a aquisição de novas câmeras corporais a PMs». CartaCapital. 8 de junho de 2024. Consultado em 17 de junho de 2024 
  249. «PGR pede alterações em edital de Tarcísio sobre câmeras corporais | Metrópoles». www.metropoles.com. 5 de junho de 2024. Consultado em 17 de junho de 2024 
  250. «Mônica Bergamo: Barroso determina que Tarcísio siga normas do Ministério da Justiça para câmeras na PM». Folha de S.Paulo. 10 de junho de 2024. Consultado em 11 de junho de 2024 
  251. a b «Lei aprovada na Alesp pode dar R$ 7 bilhões em descontos a fazendeiros». Metrópoles. 27 de agosto de 2025. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  252. a b «Governo Tarcísio dá até 90% de desconto ao agro para regularizar grilagem». UOL. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  253. a b «Em vitória de Tarcísio, Alesp aprova lei que facilita regularização de terras públicas». Folha de S.Paulo. 26 de agosto de 2025. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  254. «Governo Tarcísio acelera venda de terras públicas e sofre pressão do PT no STF». O Globo. 25 de setembro de 2025. Consultado em 9 de outubro de 2025 
  255. «Os elogios de Tarcísio ao retorno de investimentos no governo Lula». O Globo. 18 de setembro de 2023. Consultado em 17 de novembro de 2023 
  256. Miazzo, Leonardo (20 de fevereiro de 2024). «Ataque contra Lula é parte do 'genocídio generalizado' imposto por Israel, diz embaixador da Palestina». Carta Capital. Consultado em 19 de março de 2024 
  257. Michelle Ventura, Helena Othman, Rafael Oliveira e Bárbara Caramuru (15 de dezembro de 2023). «O genocídio em Gaza: uma massiva operação de limpeza étnica em curso». Le Monde Diplomatique. Consultado em 19 de março de 2024 
  258. «Relatora da ONU denuncia limpeza étnica de Israel na Faixa de Gaza». O Globo. 10 de dezembro de 2023. Consultado em 19 de março de 2024 
  259. Chade, Jamil (25 de janeiro de 2024). «Espionagem aproximou israelenses ao governo Bolsonaro». UOL. Consultado em 19 de março de 2024 
  260. Montanini, Marcelo (18 de março de 2024). «Por que governadores bolsonaristas foram para Israel». Nexo. Consultado em 19 de março de 2024 
  261. a b «Viagem a Israel é sem "ideologia e política", diz Tarcísio». Poder360. 12 de março de 2024. Consultado em 19 de março de 2024 
  262. «Governador de São Paulo embarca para visita oficial a Israel». Governo de São Paulo. 18 de março de 2024. Consultado em 19 de março de 2024 ]
  263. a b «Após negativa da embaixada, governo de SP divulga convite do consulado de Israel». CNN Brasil. 13 de março de 2024. Consultado em 19 de março de 2024 
  264. Da Silva, Murilo (18 de março de 2024). «"Missão Israel" é novo aceno de Caiado e Tarcísio à extrema-direita». vermelho.org.br. Consultado em 19 de março de 2024 
  265. «Em visita a Israel, Tarcísio fará mais um contraponto político a Lula». Veja. 18 de março de 2024. Consultado em 19 de março de 2024 
  266. Fantin, Rafael (18 de março de 2024). «Tarcísio e Caiado desembarcam em Israel para visita a locais de atentado e encontro com Netanyahu». Gazeta do Povo. Consultado em 19 de março de 2024 
  267. Serpa, Verônica (28 de novembro de 2024). «PEC de Tarcísio vai reduzir em 5% verba para educação em São Paulo». AlmaPreta. Consultado em 29 de novembro de 2024 
  268. «Alesp aprova PEC que permite redução orçamento da Educação em SP | São Paulo». G1. 27 de novembro de 2024. Consultado em 29 de novembro de 2024 
  269. «Deputados de São Paulo aprovam PEC de Tarcísio que pode tirar R$ 11 bilhões da educação». O Globo. 27 de novembro de 2024. Consultado em 29 de novembro de 2024 
  270. «Painel: Secretaria da Cultura de Tarcísio rebate carta da Fundação da TV Cultura». Folha de S.Paulo. 22 de abril de 2024. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  271. estadaoconteudo. «Aliado de Tarcísio apresenta pedido de CPI para investigar fundação gestora da TV Cultura». Terra. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  272. Matos, Maria Clara. «Saiba quem assinou o pedido de criação da CPI da TV Cultura». CNN Brasil. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  273. «Com apoio da base bolsonarista, CPI para investigar TV Cultura é protocolada na Alesp». O Globo. 18 de abril de 2024. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  274. «Painel: Tarcísio diz que não tem recursos para TV Cultura e pede que emissora busque setor privado». Folha de S.Paulo. 2 de novembro de 2024. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  275. Brasil 247, Redação (2 de novembro de 2024). «Sem orçamento, Tarcísio sugere que TV Cultura recorra à iniciativa privada». Brasil 247. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  276. «Crise com Tarcísio? TV Cultura demite funcionários e suspende seis programas». Revista Fórum. 6 de setembro de 2024. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  277. Boldt, Eduardo Viné; Dobke, Estudio Dos Rios + (6 de dezembro de 2024). «Tarcísio está sucateando a TV Cultura para privatizá-la». Jacobin Brasil. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  278. «TV Cultura: funcionários cobram recomposição orçamentária e readmissão de profissionais demitidos». www.al.sp.gov.br. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  279. «Painel: TV Cultura busca apoio para mudar proposta de orçamento sem custeio de Tarcísio». Folha de S.Paulo. 24 de novembro de 2024. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  280. «Painel: Deputado bolsonarista é eleito para conselho da Fundação que gere TV Cultura». Folha de S.Paulo. 17 de dezembro de 2024. Consultado em 20 de dezembro de 2024 
  281. Arreguy, Juliana (5 de novembro de 2024). «Após recorde de queimadas, Tarcísio reduz verba de combate a incêndios». Metropoles. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  282. «Dino dá 30 dias para gestão Tarcísio prestar contas sobre ações ambientais | Radar». VEJA. Consultado em 23 de dezembro de 2024 
  283. Bergamo, Mônica (12 de dezembro de 2024). «Bares e restaurantes de SP dizem a Tarcísio que fim de imposto reduzido gera 'extrema preocupação'». Folha de S. Paulo. Consultado em 23 de dezembro de 2024 
  284. Calsavara, Fabio (20 de dezembro de 2024). «Reajuste no ICMS de restaurantes pode ter "efeito catastrófico", dizem entidades». Gazeta do Povo. Consultado em 23 de dezembro de 2024 
  285. Brasil 247, Redação (23 de dezembro de 2024). «Setor de bares e restaurantes se levanta contra Tarcísio: "tiro fatal no setor"». Brasil 247. Consultado em 23 de dezembro de 2024 
  286. «Governo federal e estadual firmam acordo sobre Favela do Moinho». CNN Brasil. 15 de maio de 2025. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  287. Castelani, Cleiton; Fuhrman, Leonardo; Queiroz, Claudinei (12 de maio de 2025). «Estado começa a demolir casas desocupadas na favela do Moinho, no centro de SP». Folha de S. Paulo. Consultado em 31 de maio de 2025 
  288. Carvalho, Igor (18 de abril de 2025). «Moradores da favela do Moinho acusam governo Tarcísio de 'terrorismo psicológico' com ações seguidas da PM». Brasil de Fato. Consultado em 31 de maio de 2025 
  289. «Governo de SP e União firmam acordo para ampliar auxílio-aluguel e garantir moradia a todas as famílias da favela do Moinho». Agência SP. 15 de maio de 2025. Consultado em 31 de maio de 2025 
  290. «Governo federal e estado de SP fecham acordo para dar casa a moradores da Favela do Moinho e retomam diálogo sobre cessão do terreno». G1. 15 de maio de 2025. Consultado em 30 de maio de 2025 
  291. «Tarcísio levanta bandeira social com ações integradas contra pobreza». CNN. 20 de maio de 2025. Consultado em 25 de junho de 2025 
  292. «Alesp aprova projeto de Tarcísio contra a pobreza». CNN. 24 de junho de 2025. Consultado em 25 de junho de 2025 
  293. «Casa Paulista subsidia a aquisição de 62 apartamentos em Franco da Rocha». Agência SP. Consultado em 8 de outubro de 2025 
  294. «Análise: Tarcísio substitui Bolsonaro para chamar votos; é o "Tarcisismo"». CNN. 28 de outubro de 2024 
  295. «Eleição em São José dos Campos expõe duelo de forças entre Kassab e Bolsonaro». 2 de outubro de 2024 
  296. «Santos: Neutralidade de Tarcísio me favorece, diz Rosana Valle em sabatina». 22 de outubro de 2024 
  297. «Qual o saldo para Tarcísio após o primeiro turno das eleições municipais?». Gazeta do Povo. 10 de outubro de 2024 
  298. «Tarcísio 'trava' eleição de 2026 em SP, com direita em aberto e esquerda desgastada». Folha de São Paulo. 8 de dezembro de 2024 
  299. «Tarcísio justifica apoio a Nunes: 'Marçal é a porta de entrada para Boulos'». UOL. 4 de setembro de 2024 
  300. «Tarcísio se reúne com Bolsonaro e tenta convencê-lo a se engajar na campanha de Ricardo Nunes». Valor Econômico. 5 de setembro de 2024. Consultado em 28 de agosto de 2025 
  301. «Nunes troca Bolsonaro por Tarcísio e vê Marçal ameaçar plano de reeleição contra a esquerda». Folha de São Paulo. 5 de outubro de 2024 
  302. «Vitória de Ricardo Nunes em São Paulo projeta MDB e fortalece governador Tarcísio de Freitas». Estadão. 27 de outubro de 2024 
  303. «Vitória de Nunes consagra 'direita da máquina' e cacifa Tarcísio». BBC. 27 de outubro de 2024 
  304. «Dário (Republicanos) é reeleito em Campinas em meio a dúvida sobre mandato». Uol. 6 de outubro de 2024 
  305. «Rodrigo Manga é eleito prefeito de Sorocaba (SP) no primeiro turno». CNN. 6 de outubro de 2024 
  306. «Rogério Santos é eleito prefeito de Santos (SP)». CNN. 27 de outubro de 2024 
  307. «Quem ganhou eleição em São José dos Campos? Veja resultado do 2º turno». Uol. 27 de outubro de 2024 
  308. «Lucas Sanches é eleito prefeito de Guarulhos (SP)». CNN. 27 de outubro de 2024 
  309. Paola Patriarca e Renata Bitar (27 de outubro de 2024). «Tarcísio diz que polícia interceptou mensagem de facção orientando voto em Boulos; TRE nega ter recebido relatório». G1. Consultado em 27 de outubro de 2024 
  310. Julia Duailibi (27 de outubro de 2024). «Nunes Marques será relator de notícia-crime de Boulos contra Tarcísio por declaração sobre facção». G1. Consultado em 27 de outubro de 2024 
  311. «TRE-SP absolve Tarcísio e Nunes em processo sobre 'salve do PCC' para voto em Boulos no 2° turno de 2024». G1. 7 de março de 2025. Consultado em 7 de março de 2025 
  312. «Saiba quem é Tarcísio de Freitas, governador eleito de São Paulo». CNN Brasil. 30 de outubro de 2022 
  313. «Quem é Tarcísio de Freitas: biografia, carreira e trajetória política do governador de SP». NDMais. 3 de maio de 2025 
  314. «Tarcísio de Freitas: conheça a trajetória do governador de São Paulo». InfoMoney 
  315. «Qual a religião de Tarcísio de Freitas? Entenda as crenças do governador». NDMais. 2 de maio de 2025 
  316. «Marcha para Jesus é reconhecida como Patrimônio Cultural de SP». Marcha para Jesus. 19 de junho de 2023. Consultado em 4 de julho de 2025 
  317. «Confederação Israelita do Brasil reúne autoridades e empresários em São Paulo». CNN Brasil. 24 de novembro de 2024 
  318. «Candidato em 2026, Tarcísio emagrece mais de 20kg». Metrópoles. 18 de maio de 2025 
  319. «Resultados - TSE». TSE. 2022. Consultado em 31 de outubro de 2022 

Ligações externas

[editar | editar código]
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre Tarcísio de Freitas:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Commons Categoria no Commons
Wikinotícias Categoria no Wikinotícias
Wikidata Base de dados no Wikidata

Precedido por
Valter Casimiro Silveira
Ministro da Infraestrutura do Brasil
2019 — 2022
Sucedido por
Marcelo Sampaio Cunha Filho
Precedido por
Rodrigo Garcia
64º Governador de São Paulo
2023 — presente
Sucedido por