Datafolha

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Datafolha é um instituto de pesquisas do Grupo Folha, conjunto de empresas coligadas do qual o jornal Folha de S. Paulo faz parte. Fundado em 1983,[1] como departamento de pesquisas da Empresa Folha da Manhã. O Datafolha se estabeleceu com estrutura independente para atender a clientes externos em 1990 e em 1995, foi transformado em unidade de negócios do Grupo Folha.

O Datafolha realiza levantamentos estatísticos, pesquisas eleitorais, de opinião e de mercado, atendendo ao próprio Grupo Folha e a clientes externos. O instituto não faz pesquisas eleitorais e avaliações de administrações públicas exclusivas para governos, partidos, candidatos e políticos. Em fevereiro de 2016, havia realizado mais de 6 mil pesquisas, totalizando mais de 9 milhões de entrevistas.[2]

Controvérsia sobre contagem de multidões[editar | editar código-fonte]

Nos Protestos antigovernamentais no Brasil em 2016, do dia 13 de março, o Datafolha contabilizou 500 mil pessoas no ato da Avenida Paulista[3] , em São Paulo, usando metodologia de amostragem em solo adotada desde 2011 para estimar o tamanho de multidões móveis em eventos como a Parada Gay e os protestos ocorridos a partir de 2013 [4] .

Organizadores de protestos rotineiramente manifestam seu desagrado com os números, por considerá-los baixos. A convite dos organizadores do protesto do dia 13, um levantamento da empresa israelense StoreSmarts afirmou ter contabilizado 1,48 milhão de pessoas na manifestação da Avenida Paulista, pela contagem de IPs de smartphones detectados na região.[5]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Pinto, Ana Estela de Sousa (2012). «A História». In: Alcino Leite Neto. Folha 1 ed. (São Paulo: Publifolha). ISBN 978-85-7914-371-7. 
  2. Friedlander, David. (28 de fevereiro de 2016). "A Alma do Negócio". Folha de S.Paulo (31.742) p. 95 Anos - 50. Visitado em 28 de fevereiro de 2016.
  3. Época. «Datafolha: 500 mil foram à Paulista em ato contra governo Dilma». Época. Consultado em 15 de março de 2016. 
  4. Datafolha. «Entenda a metodologia de contagem». Datafolha. Consultado em 15 de março de 2016. 
  5. Reinaldo Azevedo (13 de março de 2016). «Meio eletrônico de medição de público contratado pelo MBL aponta: 1,4 milhão de pessoas na Paulista, mesma quantidade apontada pela PM». VEJA. Consultado em 15 de março de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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