Marcelo Freixo

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Marcelo Freixo
Freixo em 2017.
Deputado Federal pelo Rio de Janeiro
Período Eleito, tomará posse em
1º de fevereiro de 2019
Deputado Estadual do Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 2007
até a atualidade
(3 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nome completo Marcelo Ribeiro Freixo
Nascimento 12 de abril de 1967 (51 anos)
São Gonçalo, RJ
Nacionalidade brasileiro
Alma mater Universidade Federal Fluminense
Partido PSOL (2005 – presente)
PT (1986 – 2005)
Profissão Professor

Marcelo Ribeiro Freixo (São Gonçalo,[1] 12 de abril de 1967) é um professor e político brasileiro,[2] filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)[3][4] e atual deputado estadual do Rio de Janeiro. É presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da ALERJ.[5]

Ganhou notoriedade nacional quando presidiu a CPI das milícias no Rio de Janeiro, tendo inclusive inspirado um personagem do filme Tropa de Elite 2,[6] de José Padilha. Nas eleições de 2014, foi o deputado estadual mais votado do Brasil.

Freixo foi colunista na Folha de S.Paulo até julho de 2016, onde escreveu periodicamente textos de opinião sobre a conjuntura política, econômica e as questões sociais no Rio de Janeiro, no Brasil e no mundo.[7] Também é membro da Fundação Lauro Campos, um think tank sem fins lucrativos criado pelo PSOL, com o objetivo de ensejar um pensamento crítico comprometido com os valores do socialismo e da liberdade democrática e que busca promover discussões sobre o país e a América Latina.[8]

Foi candidato à prefeitura do Rio de Janeiro nas eleições municipais de 2016 pela coligação "Mudar é Possível", formada pelo seu partido, o PSOL, e pelo PCB, tendo como vice a advogada e professora da UFRJ Luciana Boiteux.[9] No segundo turno Freixo obteve 1.163.662 votos (40,64%), perdendo para Marcelo Crivella do PRB, que alcançou 1.700.030 votos (59,36%).[10][11] Nas eleições de 2018, foi eleito deputado federal do Rio de Janeiro com 342.491 votos, sendo o segundo mais votado do estado.[12]

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Militância em direitos humanos[editar | editar código-fonte]

Antes de se eleger deputado estadual, Marcelo trabalhou como pesquisador da ONG Justiça Global e como consultor do deputado federal Chico Alencar na área de direitos humanos. De 1993 a 1995, foi diretor do Sindicato dos Professores de São Gonçalo e Niterói. Foi voluntário no projeto de prevenção a AIDS nas prisões do estado durante os anos de 1995 e 1996, coordenou projetos educativos no sistema penitenciário e, de 2001 a 2004, presidiu o Conselho da Comunidade da Comarca do Rio de Janeiro, onde exerceu papel fiscalizador dos direitos humanos nas carceragens e presídios do estado.[13]

Foi coordenador da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, durante o mandato de Chico Alencar, onde atuaram na defesa dos direitos humanos, trabalhando na elaboração de cartilhas, na fiscalização das ações do governo e na denúncia de violações contra mulheres, negros, homossexuais, idosos e presos. Também esteve junto ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra na luta pela reforma agrária e contra o trabalho escravo no interior do Rio de Janeiro.[13]

Filiação ao PSOL[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2005, filiou-se ao recém-criado Partido Socialismo e Liberdade, pelo qual foi eleito deputado estadual para a ALERJ, em 2006.[13] Foi o mais votado do partido, com 13 547 votos.[13]

Primeiro mandato parlamentar[editar | editar código-fonte]

Em março de 2009, assumiu a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa. O deputado atua ainda, desde o início do ano, como membro da Comissão de Cultura e como suplente da Comissão de Educação. Além disso, é vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, que apura crimes de que são acusados conselheiros e técnicos do Tribunal de Contas, assim como um deputado estadual e prefeitos do estado.[carece de fontes?]

Marcelo Freixo foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito das Milícias,[14] que visa a investigar a ligação de parlamentares com grupos paramilitares. Passou 15 dias de exílio na Europa por conta de ameaças de morte.[15] Em 2008, protocolou pedido de cassação de mandato do então deputado Álvaro Lins, que acabou cassado no dia 12 de agosto.[16]

Nas eleições de 2010, foi reeleito deputado estadual, pelo mesmo partido, com 177 253 votos[17] e por isso, foi o 2º deputado mais votado do estado, perdendo apenas para Wagner Montes. com 528 628 votos.[18] Janira Rocha (RJ), foi eleita ajudada pela votação de Freixo.[19]

Exílio na Espanha[editar | editar código-fonte]

Freixo também presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito do tráfico de armas, cujo relatório foi apresentado em 2011.[20] Nessa época, a convite da Anistia Internacional, deixou o Brasil após sofrer uma série de ameaças de morte.[21][22] Dois meses antes, a juíza Patrícia Acioli havia sido assassinada, baleada por uma arma pertencente ao Exército Brasileiro e de calibre restrito. O irmão de Marcelo Freixo, Renato, também foi assassinado a tiros, por milicianos, em julho de 2006, aos 35 anos de idade.[23]

Também em 20 de novembro de 2015, o segurança do deputado estadual Marcelo Freixo foi morto após reagir a assalto em Bento Ribeiro, zona norte do Rio. Alexandre Murta Fernandes, de 41 anos, foi baleado por criminosos. Alexandre era lotado do DGP (Diretoria Geral de Pessoal), mas atualmente trabalhava na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) para o deputado estadual Marcelo Freixo. Ele estava de folga no momento do crime. Os bandidos estavam em um carro Fiat Punto preto, quando deram três disparos em direção ao PM. Os criminosos fugiram sem levar nada da vítima. Alexandre foi para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, também na zona norte, onde chegou a passar por cirurgia. O crime será investigado pela Polícia Civil.[carece de fontes?]

Candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro em 2012[editar | editar código-fonte]

Wagner Moura, Freixo e Marcelo Yuka, candidato a vice-prefeito em 2012.
Com Luis Araújo, Jorge Paz e Luciana Genro na Convenção Nacional do PSOL para as eleições de 2014.
Freixo e Luciana Boiteux, vice na chapa, durante comício em Bangu em 2016.

Depois de muita especulação e expectativa em torno da possível candidatura do deputado Marcelo Freixo para prefeitura do Rio de Janeiro, a Executiva Estadual do Partido Socialismo e Liberdade anunciou o nome de Freixo como candidato a prefeito na Eleição municipal do Rio de Janeiro em 2012. Na composição da chapa, Freixo teve, como vice, o músico e compositor Marcelo Yuka, ex-baterista da banda O Rappa e conhecido por escrever canções de protesto contra a desigualdade social.[24] Yuka ficou paraplégico há quase doze anos, depois de ser baleado ao tentar impedir um assalto na Tijuca.[25]

Com pouco tempo de propaganda eleitoral na TV, Marcelo Freixo apostou nas redes sociais e nos jovens eleitores, e contou com o apoio expressivo de parte da classe artística - entre eles Chico Buarque,[26] Mano Brown,[27] e Wagner Moura.[28]

Após ter declarado em uma entrevista a TV, que se fosse prefeito daria subvenção a escolas de samba com contrapartida cultural e criticando enredos patrocinados[29] criou uma polêmica com agremiações carnavalescas que possuíam esse tipo de enredos, como o caso do Salgueiro, que teve patrocínio da revista Caras.[30]

Após obter quase 30% dos votos válidos, 914 082 votos nominais e a segunda colocação entre 8 candidatos, Marcelo Freixo acabou fora do segundo turno, sendo reeleito o prefeito Eduardo Paes.[31]

Apesar de não ter vencido a disputa, Freixo conseguiu mobilizar e envolver milhares de jovens no debate político do futuro da cidade carioca a ponto de reunir, por exemplo, cerca de 15 mil pessoas num comício em dia de chuva nos Arcos da Lapa.[32]

O deputado Marcelo Freixo conclui a disputa como terceiro psolista mais votado da história do PSOL num único pleito eleitoral, atrás apenas das presidenciáveis Heloísa Helena[33] que em 2006 conquistou 6 575 393 votos e Luciana Genro,[33] que em 2014 obteve 1 612 186 votos nominais válidos, ficando a frente, inclusive, de Plínio de Arruda Sampaio,[33] candidato presidencial da legenda em 2010 obtendo 886 816 votos.[34]

Eleições parlamentares de 2014[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2014, veículos de imprensa, especialmente a Rede Globo,[35] associaram-no ao atentado[qual?] contra um repórter da Rede Bandeirantes. O ato causou uma grande comoção na sociedade carioca e, um ato de desagravo foi realizado em favor de Marcelo Freixo. Este fato pode ter desencadeado no eleitorado fluminense novo recall político ao deputado que foi reeleito com votação expressiva. Em 2014, Freixo se recandidatou a deputado estadual pelo PSOL, sem coligação. Conquistou, ao mesmo tempo, dois títulos: o de deputado estadual mais votado do País, oportunidade na qual ultrapassou sozinho a marca de cinco quociente eleitoral, e o de eleito com a campanha mais barata entre todos os seus pares. O município-capital, onde está assentada sua base de votos, contribuiu com 85,5% de seu eleitorado - onde recebeu um décimo dos votos válidos, dentre os postulantes ao cargo. A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro Palácio Tiradentes renovou 70 cadeiras a partir de janeiro de 2015. Marcelo Freixo (PSOL), se reelegeu com 4,5% dos votos válidos; Alcançando a maior votação em todo o País. Campeão de votos, Freixo teve 350 mil dos votos válidos.[36] Paulo Ramos,[37] Flavio Serafini,[38][39][40][41] Dr. Julianelli[42][43][44] e Eliomar Coelho[45][46][47][48][49][50][51][52][53][54], foram eleitos ajudados pela boa votação de Freixo.[55][56]

Eleições para prefeito do Rio de Janeiro em 2016[editar | editar código-fonte]

Nas eleições de 2016, Freixo novamente foi candidato à prefeitura do Rio, tendo como vice a advogada e professora da UFRJ Luciana Boiteux, coligados ao PCB.[57][9] Dispôs de 11 segundos no rádio e na televisão e obteve 553.424 votos (18,26% do total) no primeiro turno, mais do que o candidato Pedro Paulo, apoiado pelo então prefeito Eduardo Paes, do PMDB, e prosseguiu ao segundo turno daquelas eleições.[58][59]

A campanha de arrecadação para a chapa se tornou o maior crowdfunding do país.[60] Segundo dados oficiais, arrecadaram R$2.342.778,75 para recursos de campanha.[61] No segundo turno, conquistaram 1.163.662 votos, 40,64% do total, sendo vencidos por Marcelo Crivella (PRB).[62][63][64]

Deputado federal[editar | editar código-fonte]

Nas eleições de 2018, foi eleito deputado federal do Rio de Janeiro com 342.491 votos, sendo o segundo mais votado do estado.[12]

Referências na cultura popular[editar | editar código-fonte]

No filme Tropa de Elite 2, de José Padilha, a história de Marcelo Freixo inspirou a criação do personagem "Diogo Fraga", um professor de história e militante dos direitos humanos que se torna deputado estadual e também preside uma CPI contra o poder das milícias no Rio de Janeiro.[65][6]

Desempenho em eleições[editar | editar código-fonte]

Ano Eleição Candidato a Partido Coligação Suplentes/Vice Votos Resultado
2006 Estadual do Rio de Janeiro Deputado estadual PSOL Frente De Esquerda
(PSOL, PSTU, PCB)
13.547 Eleito por Média[66]
2010 Estadual do Rio de Janeiro Deputado estadual PSOL sem coligação 177.253 Eleito por QP[67]
2012 Municipal do Rio de Janeiro Prefeito PSOL sem coligação Marcelo Yuka (PSOL) 914.082 2º colocado[68]
1º turno
2014 Estadual do Rio de Janeiro Deputado estadual PSOL sem coligação 350.408 Eleito por QP[69]
2016 Municipal do Rio de Janeiro Prefeito PSOL Mudar É Possível
(PSOL, PCB)
Luciana Boiteux (PSOL) 1.163.662 2º colocado[70]
2º turno
2018 Estadual do Rio de Janeiro Deputado federal PSOL Mudar É Possível
(PSOL, PCB)
342.491 Eleito por QP[71]

Referências

  1. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». TSE. 30 de outubro de 2016. Consultado em 2 de novembro de 2016. 
  2. Edson Sardinha (6 de novembro de 2012). «Os perfis dos melhores deputados». Congresso em Foco. Consultado em 3 de outubro de 2013. 
  3. «Programa do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)». Consultado em 6 de fevereiro de 2016.. Arquivado do original em 23 de setembro de 2015 
  4. «Partido dos Professores». Justiça Eleitoral. 2013. Consultado em 27 de outubro de 2018. 
  5. «ALERJ - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro». www2.alerj.rj.gov.br. Consultado em 30 de agosto de 2016. 
  6. a b Superinteressante (1 de novembro de 2012). «Freixo, o verdadeiro Fraga». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  7. «Marcelo Freixo». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de maio de 2016. 
  8. «Sobre a fundação». Lauro Campos. Consultado em 27 de outubro de 2018. 
  9. a b «Professora Luciana Boiteux, da UFRJ, vai compor chapa do PSOL à Prefeitura». JB online. 3 de julho de 2016. Consultado em 2 de setembro de 2016. 
  10. «Resultado da apuração das Eleições 2016 em Rio de Janeiro para prefeito e vereador». G1. Consultado em 12 de outubro de 2018. 
  11. «Marcelo Crivella é eleito prefeito do Rio de Janeiro». Resultado da Eleição 2016. Gazeta do Povo. 30 de outubro de 2016. Consultado em 30 de outubro de 2016. 
  12. a b «Deputados federais eleitos no RJ; veja lista». G1. 7 de outubro de 2018. Consultado em 10 de outubro de 2018. 
  13. a b c d «Deputado Marcelo Freixo - Biografia». Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Consultado em 8 de outubro de 2018. 
  14. Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Relatório Final e Conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito instituída pela Resolução nº 433/2008 destinada a investigar a ação de milícias no âmbito do Estado do Rio de Janeiro.
  15. Jornal Zero Hora, 16/11/2011 . Após exílio na Europa, deputado Marcelo Freixo retoma trabalho na Assembleia do Rio.
  16. Alerj cassa o mandato do deputado Álvaro Lins. Terra 12 de agosto de 2008.
  17. UOL (3 de abril de 2012). «Eleições 2010». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  18. «UOL - Eleições 2010 - Apuração - Rio de Janeiro». Consultado em 6 de outubro de 2010. 
  19. «UOL - Eleições 2010 - Apuração - Rio de Janeiro». Consultado em 8 de outubro de 2010. 
  20. Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Relatório Final da Comissão Parlamentar de Inquérito com a finalidade de investigar, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, o tráfico de armas, munições e explosivos e a consequente utilização desse arsenal, por traficantes de drogas, milicianos e outros bandos, quadrilhas ou organizações criminosas[ligação inativa] (Resolução nº 19/2011). 14 de dezembro de 2011.
  21. Deputado Marcelo Freixo, do RJ, deixará o país após ameaças de morte. G1, 31 de outubro de 2011.
  22. Documento aponta que deputado do RJ seria alvo de milicianos. G1, 18 de outubro de 2011.
  23. O estranho do ninho. Como vive e o que pensa Marcelo Freixo, o deputado na linha de tiro das milícias e candidato azarão a prefeito do Rio de Janeiro. Por Dorrit Harazim. Piauí, abril de 2012.
  24. Freixo terá Marcelo Yuka como vice na chapa. O Globo.
  25. Folha Online. «Baterista da banda O Rappa tenta impedir assalto e acaba baleado». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de maio de 2016. 
  26. Chico Buarque declara apoio a Marcelo Freixo, do PSOL, para a prefeitura do Rio. O Estado de S. Paulo
  27. Marcelo Freixo no Instagram
  28. «Wagner Moura declara seu voto em Marcelo Freixo». Consultado em 10 de julho de 2012.. Arquivado do original em 19 de setembro de 2012 
  29. O Globo (22 de agosto de 2012). «Marcelo Freixo promete mudar regras do carnaval carioca». 23h10. Consultado em 26 de agosto de 2012. 
  30. «Salgueiro reage a declarações de Freixo sobre enredo de 2013». Terra. 23 de agosto de 2012. Consultado em 26 de agosto de 2012.. Arquivado do original em 26 de agosto de 2012 
  31. «Marcelo Freixo colhe bom capital político mesmo se não chegar ao 2o turno no Rio». Terra. 4 de outubro de 2012. Consultado em 24 de fevereiro de 2016. 
  32. [1]. O Globo
  33. a b c «Presidenciáveis». Portal Político. Consultado em 31 de janeiro de 2015.. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2015 
  34. «Marcelo Freixo colhe bom capital político mesmo se não chegar ao 2o turno no Rio». Terra. 4 de outubro de 2012. Consultado em 24 de fevereiro de 2016. 
  35. Barrocal, André (13 de novembro de 2013). "A batalha da TV". CartaCapital. p. 28-33.
  36. «Freixo é eleito Deputado Estadual com mais de 340.000 votos» 
  37. «Deputado estadual do Rio formaliza filiação ao PSOL». PSOL. 5 de outubro de 2013. Consultado em 14 de outubro de 2014.. Arquivado do original em 18 de outubro de 2014 
  38. «Eleições 2014» 
  39. «EPSJV/Fiocruz» 
  40. «Criação da Comissão Especial da Baía da Guanabara» 
  41. «Criação da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aquaviário». Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  42. «Depois de 8 anos, Resende tem um deputado». Jornal Beira-Rio. Consultado em 18 de abril de 2016. 
  43. «A Voz da Cidade». Consultado em 18 de abril de 2016.. Arquivado do original em 27 de abril de 2016 
  44. «Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro». www.alerj.rj.gov.br. Consultado em 18 de abril de 2016. 
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  48. «Rio lança guia dos blocos carnavalescos com homenagem a Mário Lago». R7. Consultado em 2 de agosto de 2014.. Arquivado do original em 9 de agosto de 2014 
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  62. «Marcelo Crivella é eleito prefeito do Rio e diz que venceu 'onda de preconceito'». Eleições 2016 no Rio de Janeiro. G1. 30 de outubro de 2016. Consultado em 12 de outubro de 2018. 
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  71. «Marcelo Freixo 5050 - Eleições 2018». Eleições 2018. Consultado em 8 de outubro de 2018. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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