Marcelo Freixo

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Marcelo Freixo
Marcelo Ribeiro Freixo
Freixo em 2016
Deputado Estadual do Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 2007
até atualidade
(3 mandatos consecutivos)
Vida
Nascimento 12 de abril de 1967 (49 anos)
São Gonçalo, Rio de JaneiroRJ
Dados pessoais
Partido PT (1986 – 2005)
PSOL (2005 – atualidade)
Profissão Professor

Marcelo Ribeiro Freixo (São Gonçalo,[1] 12 de abril de 1967) é um professor e político brasileiro,[2] filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).[3][4] Marcelo Freixo foi eleito deputado estadual pelo Rio de Janeiro, tendo sido o deputado mais votado do Brasil, em 2014.

Ganhou notoriedade nacional quando presidiu a CPI das milícias no Rio de Janeiro, sendo inclusive, homenageado no filme brasileiro Tropa de Elite 2[5], do diretor José Padilha. É o atual presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da ALERJ.[6]

Freixo foi colunista na Folha de S.Paulo, até julho de 2016, onde escreveu periodicamente textos de opinião sobre a conjuntura política, econômica e as questões sociais no Rio de Janeiro, no Brasil e no mundo.[7] Também é membro da Fundação Lauro Campos, uma instituição think tank sem fins lucrativos, criada pelo PSOL, com o objetivo de ensejar um pensamento crítico comprometido com os valores do socialismo e da liberdade democrática e que busca promover discussões sobre o país e a América Latina.[8]

Foi candidato à prefeitura do Rio de Janeiro nas eleições municipais de 2016 pela coligação "Mudar é Possível" com o Partido Comunista Brasileiro e teve como vice na chapa a advogada e professora da UFRJ Luciana Boiteux,[9] ficando em segundo lugar, no segundo turno, perdendo para Marcelo Crivella do PRB.[10] Freixo conseguiu 1.163.662 votos.

Biografia

Militância em direitos humanos

Antes de se eleger deputado estadual, Marcelo trabalhou como pesquisador da organização não governamental Justiça Global e como consultor do deputado federal Chico Alencar na área de direitos humanos. De 1993 a 1995, foi diretor do Sindicato dos Professores de São Gonçalo e Niterói. Participou, como voluntário, no projeto de prevenção ao HIV - AIDS nas prisões do estado durante os anos de 1995 e 1996. Em quase 20 anos de trajetória, coordenou projetos educativos no sistema penitenciário. De 2001 a 2004, presidiu o Conselho da Comunidade da Comarca do Rio de Janeiro, onde exerceu papel fiscalizador dos direitos humanos nas carceragens e presídios do estado. Nestas gestões, legitimadas pelo voto direto, o conselho se transformou numa importante fonte de denúncias contra as arbitrariedades do governo do Rio de Janeiro.[carece de fontes?]

Foi coordenador da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, durante o mandato de Chico Alencar. De 1999 a 2002, Marcelo e Chico tiveram atuação destacada na defesa dos direitos humanos. A comissão elaborou cartilhas, fiscalizou as ações do governo, trabalhou em rede com a sociedade civil organizada e denunciou violações contra mulheres, negros, homossexuais, idosos, presos e todos os segmentos historicamente discriminados. Também sempre esteve junto ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra na luta pela reforma agrária e contra o trabalho escravo no interior do Rio de Janeiro.[carece de fontes?]

Mudança para o PSOL

Filiado ao Partido dos Trabalhadores de 1986 a 2005, Marcelo sempre se posicionou junto ao campo da esquerda política e contra a aproximação do partido a setores populistas e liberais.[11][12][13][14][15]

Em setembro de 2005, filiou-se ao recém-criado Partido Socialismo e Liberdade, pelo qual foi eleito deputado estadual para a ALERJ, em 2006, por ter sido o mais votado do partido, com 13.547 votos.[carece de fontes?]

Freixo foi militante do Partido dos Trabalhadores (PT) por duas décadas, num movimento que ajudou a construir, participando das articulações políticas, defendendo as causas sociais e direitos humanos, porém ainda não era filiado de início. Encorajado principalmente por Chico Alencar, ele atende os pedidos de amigos e ingressa oficialmente na sigla, registrando-se em 1985. Foi no PT que Marcelo Freixo conseguiu embasamento para caracterizar seu perfil político e formar uma estrutura consolidada em aspectos que o levava a conquistar os seus objetivos.[carece de fontes?]

Primeiro mandato parlamentar

Em março de 2009, assumiu a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa. O deputado atua ainda, desde o início do ano, como membro da Comissão de Cultura e como suplente da Comissão de Educação. Além disso, é vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, que apura crimes de que são acusados conselheiros e técnicos do Tribunal de Contas, assim como um deputado estadual e prefeitos do estado.[carece de fontes?]

Marcelo Freixo foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito das Milícias,[16] que visa a investigar a ligação de parlamentares com grupos paramilitares. Passou 15 dias de exílio na Europa por conta de ameaças de morte.[17] Em 2008, protocolou pedido de cassação de mandato do então deputado Álvaro Lins, que acabou cassado no dia 12 de agosto.[18]

Nas eleições de 2010, foi reeleito deputado estadual, pelo mesmo partido, com 177 253 votos[19] e por isso, foi o 2º deputado mais votado do estado, perdendo apenas para Wagner Montes. com 528 628 votos.[20]. Janira Rocha (RJ), foi eleita ajudada pela votação de Freixo[21].

Exílio na Espanha

Freixo também presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito do tráfico de armas, cujo relatório foi apresentado em 2011.[22] Nessa época, a convite da Anistia Internacional, deixou o Brasil após sofrer uma série de ameaças de morte.[23][24] Dois meses antes, a juíza Patrícia Acioli havia sido assassinada, baleada por uma arma pertencente ao Exército Brasileiro e de calibre restrito. O irmão de Marcelo Freixo, Renato, também foi assassinado a tiros, por milicianos, em julho de 2006, aos 35 anos de idade.[25]

Também em 20 de novembro de 2015, o segurança do deputado estadual Marcelo Freixo foi morto após reagir a assalto em Bento Ribeiro, zona norte do Rio. Alexandre Murta Fernandes, de 41 anos, foi baleado por criminosos. Alexandre era lotado do DGP (Diretoria Geral de Pessoal), mas atualmente trabalhava na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) para o deputado estadual Marcelo Freixo. Ele estava de folga no momento do crime. Os bandidos estavam em um carro Fiat Punto preto, quando deram três disparos em direção ao PM. Os criminosos fugiram sem levar nada da vítima. Alexandre foi para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, também na zona norte, onde chegou a passar por cirurgia. O crime será investigado pela Polícia Civil.[carece de fontes?]

Homenagem no Cinema

A história de Marcelo Freixo inspirou a criação da personagem "Diogo Fraga", um professor de história e militante dos direitos humanos que se torna deputado estadual e também preside uma CPI contra o poder das Milícias no RJ, no filme "Tropa de Elite 2", do diretor José Padilha.[26][27]

Candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro em 2012

Freixo, Wagner Moura e Marcelo Yuka, candidato a vice-prefeito

Depois de muita especulação e expectativa em torno da possível candidatura do deputado Marcelo Freixo para prefeitura do Rio de Janeiro, a Executiva Estadual do Partido Socialismo e Liberdade anunciou o nome de Freixo como candidato a prefeito na Eleição municipal do Rio de Janeiro em 2012. Na composição da chapa, Freixo teve, como vice, o músico e compositor Marcelo Yuka, ex-baterista da banda O Rappa e conhecido por escrever canções de protesto contra a desigualdade social.[28] Yuka ficou paraplégico há quase doze anos, depois de ser baleado ao tentar impedir um assalto na Tijuca.[29]

Com pouco tempo de propaganda eleitoral na TV, Marcelo Freixo apostou nas redes sociais e nos jovens eleitores, e contou com o apoio expressivo de parte da classe artística - entre eles, Chico Buarque[30], Caetano Veloso, Marcelo Serrado, José Padilha, Mano Brown[31], Wagner Moura[32], Frei Betto, Ivan Lins, Zé Renato, Luiz Eduardo Soares, Sandro Rocha, Giulia Gam, Tico Santa Cruz (líder da banda Detonautas Roque Clube), Leandra Leal, Dira Paes e Fernanda Torres. Além disso, alguns eleitores sem muito vínculo com a política, mas em busca de uma candidatura de força ética e moral reconhecida declararam o voto em Freixo. Nomes como Eduardo Galeano, Leandro Konder, Sílvio Tendler, Carlos Nelson Coutinho, Ziraldo Alves Pinto, João Luiz Duboc Pinaud, Cid Benjamin, se declararam entusiastas da campanha de Freixo para prefeito.

Após ter declarado em uma entrevista a TV, que se fosse prefeito daria subvenção a escolas de samba com contrapartida cultural e citando enredos patrocinados [33] criou uma polêmica com agremiações carnavalescas que possuíam enredos patrocinados, como o caso do Salgueiro, que teve patrocínio da revista Caras.[34]

Após obter quase 30% dos votos válidos, 914.082 votos nominais e a segunda colocação entre 8 candidatos, Marcelo Freixo acabou fora do segundo turno, sendo reeleito o prefeito Eduardo Paes.[35]

Apesar de não ter vencido a disputa, Freixo conseguiu mobilizar e envolver milhares de jovens no debate político do futuro da cidade carioca a ponto de reunir, por exemplo, cerca de 15 mil pessoas num comício em dia de chuva nos Arcos da Lapa.[36]

O deputado Marcelo Freixo conclui a disputa como terceiro psolista mais votado da história do PSOL num único pleito eleitoral, atrás apenas das presidenciáveis Heloísa Helena[37] que em 2006 conquistou 6.575.393 votos e Luciana Genro[37], que em 2014 obteve 1.612.186 votos nominais válidos, ficando a frente, inclusive, de Plínio de Arruda Sampaio[37], candidato presidencial da legenda em 2010 obtendo 886.816 votos.[38]

Deputado mais votado do Brasil

Convenção Nacional do PSOL para as eleições de 2014. Com Luis Araújo, Jorge Paz e Luciana Genro.

Em janeiro de 2014, veículos de imprensa - de modo especial, a Rede Globo[39] -, o associou ao atentado contra um repórter da Rede Bandeirantes. O ato causou uma grande comoção na sociedade carioca e, um ato de desagravo foi realizado em favor de Marcelo Freixo. Este fato pode ter desencadeado no eleitorado fluminense novo recall político ao deputado que foi reeleito com votação expressiva. Em 2014, Freixo se recandidatou a deputado estadual pelo PSOL, sem coligação. Conquistou, ao mesmo tempo, dois títulos: o de deputado estadual mais votado do País, oportunidade na qual ultrapassou sozinho a marca de cinco quociente eleitoral, e o de eleito com a campanha mais barata entre todos os seus pares. O município-capital, onde está assentada sua base de votos, contribuiu com 85,5% de seu eleitorado - onde recebeu um décimo dos votos válidos, dentre os postulantes ao cargo. A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro Palácio Tiradentes renovou 70 cadeiras a partir de janeiro de 2015. Marcelo Freixo (PSOL), se reelegeu com 4,5% dos votos válidos; Alcançando a maior votação em todo o País. Campeão de votos, Freixo teve 350 mil dos votos válidos.[40] Paulo Ramos[41], Flavio Serafini[42][43][44][45], Dr. Julianelli[46][47][48] e Eliomar Coelho[49][50][51][52][53][54][55][56][57][58], foram eleitos ajudados pela boa votação de Freixo[59][60].

Na Câmara dos Deputados, o PSOL ainda elegeu Chico Alencar, Jean Wyllys, Luiza Erundina, Ivan Valente e Edmilson Rodrigues[61].

Nas eleição de 2016, Freixo novamente foi candidato à prefeitura do Rio; desta vez coligado ao PCB. Dispôs de 11 segundos no rádio e tv e obteve 553.424 votos (18,26% do total), credenciando-se assim a ir ao segundo turno daquelas eleições, e ajudou a eleger uma bancada de seis vereadores de seu partido, o PSOL[62]. Venceu o candidato do atual prefeito Eduardo Paes, do PMDB, após apenas 11 segundos de TV e rádio para cada programa do primeiro turno[63]. Ficou em segundo lugar na disputa pela prefeitura do Rio, após segundo turno com 1.163.662 votos, 40,64% do total[64]; em disputa com Marcelo Crivella, do PRB.

Desempenho em eleições

Ano Eleição Candidato a Partido Coligação Suplentes/Vice Votos Resultado
2006 Estadual do Rio de Janeiro Deputado estadual PSOL Frente De Esquerda
(PSOL, PSTU, PCB)
13.547 Eleito por Média[65]
2010 Estadual do Rio de Janeiro Deputado estadual PSOL sem coligação 177.253 Eleito por QP[66]
2012 Municipal do Rio de Janeiro Prefeito PSOL sem coligação Marcelo Yuka (PSOL) 914.082 2º colocado[67]
1º turno
2014 Estadual do Rio de Janeiro Deputado estadual PSOL sem coligação 350.408 Eleito por QP[68]
2016 Municipal do Rio de Janeiro Prefeito PSOL Mudar É Possível
(PSOL, PCB)
Luciana Boiteux (PSOL) 1.163.662 2º colocado[69]
2º turno

Referências

  1. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». TSE. 30 de outubro de 2016. Consultado em 2 de novembro de 2016. 
  2. Edson Sardinha (6 de novembro de 2012). «Os perfis dos melhores deputados». Congresso em Foco. Consultado em 3 de outubro de 2013. 
  3. Programa do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
  4. "Partido dos Professores" (Gonçalves, 2013)
  5. Superinteressante (1 de novembro de 2012). «Freixo o verdadeiro fraga». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  6. «ALERJ - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro». www2.alerj.rj.gov.br. Consultado em 30 de agosto de 2016. 
  7. «Marcelo Freixo». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de maio de 2016. 
  8. http://www.laurocampos.org.br/sobre-a-fundacao/
  9. «Professora Luciana Boiteux, da UFRJ, vai compor chapa do PSOL à Prefeitura». JB online. 03 de julho de 2016. Consultado em 2 de setembro de 2016. 
  10. «Marcelo Crivella é eleito prefeito do Rio de Janeiro». Resultado da Eleição 2016. Gazeta do Povo. 30 de outubro de 2016. Consultado em 30 de outubro de 2016. 
  11. «Entenda o escândalo do mensalão». R7. 8 de outubro de 2009. Consultado em 21 de outubro de 2010. 
  12. "Leia íntegra da carta de Lula para acalmar o mercado financeiro".
  13. "Lula indica Meirelles para BC, anuncia Dirceu para Casa Civil".
  14. "PMDB indica Sarney para presidir Senado".
  15. PT ajoelha aos pés da burguesia publicado pelo Mov. Marxist 5 de maio
  16. Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Relatório Final e Conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito instituída pela Resolução nº 433/2008 destinada a investigar a ação de milícias no âmbito do Estado do Rio de Janeiro.
  17. Jornal Zero Hora, 16/11/2011 . Após exílio na Europa, deputado Marcelo Freixo retoma trabalho na Assembleia do Rio.
  18. Alerj cassa o mandato do deputado Álvaro Lins. Terra 12 de agosto de 2008.
  19. UOL (03/04/2012). «Eleições 2010». Consultado em 25/08/2012. 
  20. «UOL - Eleições 2010 - Apuração - Rio de Janeiro». Consultado em 6 de outubro de 2010. 
  21. «UOL - Eleições 2010 - Apuração - Rio de Janeiro». Consultado em 8 de outubro de 2010. 
  22. Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Relatório Final da Comissão Parlamentar de Inquérito com a finalidade de investigar, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, o tráfico de armas, munições e explosivos e a consequente utilização desse arsenal, por traficantes de drogas, milicianos e outros bandos, quadrilhas ou organizações criminosas (Resolução nº 19/2011). 14 de dezembro de 2011.
  23. Deputado Marcelo Freixo, do RJ, deixará o país após ameaças de morte. G1, 31 de outubro de 2011.
  24. Documento aponta que deputado do RJ seria alvo de milicianos. G1, 18 de outubro de 2011.
  25. O estranho do ninho. Como vive e o que pensa Marcelo Freixo, o deputado na linha de tiro das milícias e candidato azarão a prefeito do Rio de Janeiro. Por Dorrit Harazim. Piauí, abril de 2012.
  26. Entrevista com Marcelo Freixo . Roda Viva, 14 de maio de 2012.
  27. Freixo, o verdadeiro Fraga.
  28. Freixo terá Marcelo Yuka como vice na chapa. O Globo.
  29. Folha Online. «Baterista da banda O Rappa tenta impedir assalto e acaba baleado». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de maio de 2016. 
  30. Chico Buarque declara apoio a Marcelo Freixo, do PSOL, para a prefeitura do Rio. O Estado de S. Paulo
  31. Marcelo Freixo no Instagram.
  32. Wagner Moura declara seu voto em Marcelo Freixo.
  33. O Globo (22/08/12). «Marcelo Freixo promete mudar regras do carnaval carioca». 23h10. Consultado em 26/08/2012. 
  34. «Salgueiro reage a declarações de Freixo sobre enredo de 2013». Terra. 23 de agosto de 2012. Consultado em 26 de agosto de 2012. 
  35. «Marcelo Freixo colhe bom capital político mesmo se não chegar ao 2o turno no Rio». Terra. 04 de outubro de 2012. Consultado em 24 de fevereiro de 2016. 
  36. [1]. O Globo
  37. a b c «Presidenciáveis». Portal Político. Arquivado desde o original em 31 de janeiro de 2015. Consultado em 31 de janeiro de 2015. 
  38. «Marcelo Freixo colhe bom capital político mesmo se não chegar ao 2o turno no Rio». Terra. 4 de outubro de 2012. Consultado em 24 de fevereiro de 2016. 
  39. Barrocal, André (13 de novembro de 2013). "A batalha da TV". CartaCapital. p. 28-33.
  40. «Freixo é eleito Deputado Estadual com mais de 340.000 votos». 
  41. «Deputado estadual do Rio formaliza filiação ao PSOL». PSOL. 05 de outubro de 2013. Consultado em 14 de outubro de 2014. 
  42. «Eleições 2014». 
  43. «EPSJV/Fiocruz». 
  44. «Criação da Comissão Especial da Baía da Guanabara». 
  45. «Criação da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aquaviário». 
  46. «Depois de 8 anos, Resende tem um deputado». Jornal Beira-Rio. Consultado em 2016-04-18. 
  47. «A Voz da Cidade». Consultado em 2016-04-18. 
  48. «Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro». www.alerj.rj.gov.br. Consultado em 2016-04-18. 
  49. «Tribunal do Rio bloqueia plano de construção de museu Guggenheim». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de agosto de 2014. 
  50. «Cesar Maia admite desistir do Guggenheim». O Estado de S. Paulo. Consultado em 2 de agosto de 2014. 
  51. «Aumento salarial de 62% gera ação na Justiça contra vereadores do Rio». Universo Online. Consultado em 2 de agosto de 2014. 
  52. «Rio lança guia dos blocos carnavalescos com homenagem a Mário Lago». R7. Consultado em 2 de agosto de 2014. 
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  58. «Justiça mantem suspensão da CPI dos Ônibus na Câmara do Rio». O Estado de S. Paulo. Consultado em 2 de agosto de 2014. 
  59. «Marcelo Freixo colhe bom capital político mesmo se não chegar ao 2o turno no Rio». UOL. 04 de outubro de 2012. Consultado em 24 de fevereiro de 2016. 
  60. «UOL - Eleições 2014 - Apuração - Rio de Janeiro». Consultado em 14 de outubro de 2014. 
  61. Parlamentares, acesso em 09 de abril de 2016.
  62. «UOL Eleições 2016, Apuração 2º turno». Consultado em 2016-10-30. 
  63. «Apuração do 1º Turno». Gazeta do Povo. 02 de outubro de 2016. Consultado em 02 de outubro de 2016. 
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  65. «UOL Eleições». UOL. Consultado em 27 de julho de 2016. 
  66. «Apuração de votos e candidatos eleitos (1º turno)». UOL. Consultado em 20 de julho de 2016. 
  67. «Marcelo Freixo PSOL». Eleições 2012. Consultado em 27 de julho de 2016. 
  68. «Estatísticas eleitorais 2014». TSE. Consultado em 20 de julho de 2016. 
  69. «UOL Eleições 2016 Rio de Janeiro/RJ». UOL. Consultado em 31 de outubro de 2016. 

Ligações externas