O Rappa
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| O Rappa | |
|---|---|
O Rappa se apresentando em 23 de maio de 2005, em São Paulo. | |
| Informações gerais | |
| Origem | Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (estado) |
| País | Brasil |
| Gênero(s) | |
| Período em atividade | 1993–2018 |
| Gravadora(s) | |
| Ex-integrantes |
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| Página oficial | orappa |
O Rappa foi uma banda de rock e reggae brasileira, formada em 1993 no Rio de Janeiro.[1] A perspectiva reggae-rock com elementos do rap, do samba, do funk e da MPB. Segundo eles dizem na música “Homem Amarelo”, “só misturando pra ver no que vai dar”.[2] Notáveis por suas letras de forte cunho social, a banda teve sucesso durante grande parte de seu período de 25 anos em atividade.[3]
Formada por músicos que acompanhavam o cantor Papa Winnie em turnê pelo Brasil (além do cantor Marcelo Falcão), a banda não obteve muito sucesso com seu álbum de estreia, mas alcançou fama nacional com seu segundo disco, Rappa Mundi, lançado em 1996.[4]
Em 2001, o baterista Marcelo Yuka foi baleado em um assalto e ficou paraplégico.[5] Com isso, o tecladista Marcelo Lobato assumiu a bateria e a banda se manteve em atividade, com o lançamento do álbum O Silêncio Q Precede O Esporro (2003) e permanecendo como uma das bandas mais aclamadas do rock brasileiro.
O Rappa já vendeu mais de 5 milhões de cópias de seus álbuns em exportações internacionais. É dito até os dias atuais que a banda seguiu no seu auge uma linha ideológica criada por Marcelo Yuka e não por Marcelo Falcão.
O Rappa anuncia pausa nas atividades por tempo indeterminado. O grupo surgiu em 1993 e já havia feito uma pausa entre os anos de 2009 e 2011.[6]
História
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Em 1993, foi montada uma banda às pressas para acompanhar o cantor Papa Winnie em suas apresentações no Brasil. Formada por Nelson Meirelles, na época, produtor do Cidade Negra e de vários programas de rádios alternativas do Rio de Janeiro; Marcelo Lobato, que havia participado da banda África Gumbe; Alexandre Menezes, o Xandão, que já havia tocado com grupos africanos na noite de Paris e Marcelo Yuka, que tocava no grupo KMD-5. Após essa série de apresentações como banda de apoio do cantor, os quatro resolveram continuar juntos e colocaram anúncio no jornal O Globo para encontrar um vocalista. Dentre extensa lista de candidatos, Marcelo Falcão foi o escolhido.[7]
Mesmo já tendo uma apresentação agendada no Circo Voador, o grupo não tinha nome. Cogitaram "Cão Careca" e "Batmacumba", e após ver no jornal a expressão "rapa", que designa o ato em que policiais interceptam camelôs, se empolgaram com o termo. Segundo Falcão, "era perfeito. Gíria de rua, coisa da rua: o que nós somos. Colocamos o artigo 'O' e mais um p, para ficar mais forte".[7] Finalmente, com Falcão na voz, Marcelo Yuka na bateria, Xandão na guitarra, Nelson Meireles no contrabaixo e Marcelo Lobato no teclado, estava formado O Rappa.
Em 1994, lançaram seu primeiro disco, que levou o nome da banda. O Rappa não obteve muito sucesso e foi o único disco com a presença de Meirelles, que abandonou a banda por motivos pessoais. Com a saída de Nelson Meireles, Lauro Farias, que tocava com Yuka no KMD-5, assumiu o contrabaixo.
Em 1996, foi lançado Rappa Mundi, que praticamente introduziu a banda no cenário nacional e quase todas as canções foram sucesso. Entre elas, "Pescador de Ilusões", "A Feira", "Eu Quero Ver Gol", "Miséria S.A.", "Ilê Ayê", "O Homem Bomba", a regravação de "Vapor Barato" que ficou conhecida na voz de Gal Costa e a versão em português para o sucesso de Jimi Hendrix, "Hey Joe".
Em 1999, é lançado Lado B Lado A, bastante elogiado pelas letras de Yuka em canções como "Minha Alma (a paz que eu não quero)", "O Que Sobrou do Céu", "Me Deixa" e "Lado B Lado A". Os videoclipe das duas primeiras canções foram premiadíssimos no Video Music Brasil, tornando-se sucesso nacional.
Em 2000, O Rappa causou "comoção pública e muita indignação" entre diversas bandas no Rock in Rio III, que ocorreria no ano seguinte, protestando contra a organização em especial com o horário de show, antes do Deftones.[8] Foram retaliados com exclusão, e cinco bandas brasileiras saíram do festival em protesto (Charlie Brown Jr., Cidade Negra, Jota Quest, Raimundos e Skank).[9][10]

Em novembro de 2000, o baterista Marcelo Yuka foi vítima direta da violência urbana, ao ser baleado durante tentativa de assalto, ficando paraplégico e assim impossibilitado de tocar bateria. Lobato assumiu o instrumento (deixando para seu irmão Marcos Lobato, contribuinte do O Rappa, os teclados, este não entrou oficialmente para a banda) e O Rappa voltou a tocar. Mesmo debilitado, o baterista voltou ao grupo e no mesmo ano lançaram o disco Instinto Coletivo,[11] com um show gravado em 2000, ainda com Yuka na bateria e três inéditas de sua autoria. Yuka desligou-se da banda deixando inimizade com os outros companheiros, alegando ter sido expulso por não concordar com o novo rumo que a banda vinha seguindo. Yuka fundou outro grupo, F.ur.t.o (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), que faz parte de um projeto social homônimo, que, segundo Yuka, era algo maior do que O Rappa o possibilitava. A dedicação de Yuka ao projeto F.ur.t.o. pode ser vista mesmo durante sua estadia no Rappa: ele aparece com uma camiseta preta com o nome F.ur.t.o. em branco durante o videoclipe "Minha Alma (A paz que eu não quero)", vídeo clipe que deu toda a projeção ao O Rappa como movimento social e não somente uma banda de rock.
A banda decidiu seguir sem Yuka, com Lobato se tornando o baterista titular, e seu irmão Marcos se tornou músico de apoio nos teclados. Após cogitarem o poeta Waly Salomão como letrista, a morte deste fez Marcos Lobato assumir as letras. O primeiro disco reformulado foi O Silêncio Q Precede O Esporro , lançado em 2003[12], com diversas canções de sucesso como "Reza Vela", "Rodo Cotidiano" e "O Salto".
Em 2004, é lançado o primeiro DVD do grupo, também chamado O Silêncio Q Precede O Esporro, divido em três partes: um pocket-show no estúdio Toca do Bandido, um documentário sobre as gravações do álbum e um show no Olimpo, Rio de Janeiro, além de três faixas bônus gravadas em um show feito pela banda no Complexo do Alemão.
Em 2005, atendendo a convite por parte da MTV Brasil, a banda gravou o especial Acústico MTV: O Rappa, com a participação de Maria Rita (que havia gravado "A Minha Alma" em um de seus discos) em "O que sobrou do céu" e "Rodo Cotidiano", e Siba, do Mestre Ambrósio, na rabeca em algumas canções.
No dia 7 de julho de 2007, O Rappa realizou um concerto na etapa brasileira do festival Live Earth no Rio de Janeiro.
Em 2008, é lançado o álbum 7 Vezes.[13] A faixa escolhida para primeiro single, "Monstro Invisível"[14], chegou as rádios no dia 8 de julho e fez muito sucesso, sendo bastante executada. Destaque também para o segundo single, "Meu Mundo é o Barro" e o terceiro single "Hóstia". Em 2008, Marcelo Lobato voltou a assumir os teclados, Cleber Sena, que já tocava com a banda na percussão, assume a bateria até sua saída em 2013. Após a saída deste, Felipe Boquinha assumiu as baquetas.
No dia 22 de agosto de 2009, a banda gravou o terceiro DVD da carreira na maior favela do país, a Rocinha, intitulado apenas de Ao Vivo.[15]
Seguiram-se dois anos de pausa, entre 2009 e 2011[16], explicados pelos músicos como necessidade de descansar após 15 anos na estrada. O Rappa voltou a tocar junto com shows na Marina da Glória em 22 de outubro de 2011.[17][18] Xandão declararia que ele sugeriu o hiato, após um confronto com Falcão que começou quando o cantor fez críticas a Lobato após um show. Durante a pausa, Falcão reviveu o projeto Loucomotivos, com uma turnê gerida pelo empresário Ricardo Chantilly, que decidiu trazer para O Rappa e, sob Chantilly, a banda aumentou seu número de shows e subsequentemente o faturamento.[19]
Em 2013, é lançado o álbum Nunca Tem Fim..., com músicas como "Anjos (Pra Quem Tem Fé)"[20][21], “Fronteira (D.U.C.A.)” e "Auto-Reverse"[22], com o qual 3 meses após lançamento, certificado de Disco de Ouro é atribuído ao novo álbum.
No dia 3 de maio de 2017, o grupo anuncia no Facebook que após o termino da turnê, em 2018, fará uma pausa 'sem previsão de volta'.[23][24] A relação entre os músicos já estava se desgastando após décadas juntos, e Falcão também se voltou contra Chantilly em 2016, quando o grupo foi fechar uma turnê europeia em Portugal, a companhia aérea perdeu uma mala do cantor, e o empresário estava ausente porque tinha ido se casar na Itália.
No dia 5 de outubro de 2017 é lançado a música Pesadão da cantora Iza com a participação de Marcelo Falcão.[25] Em novembro de 2017, lançam o quinto e último DVD da carreira, Marco Zero, gravado durante a apresentação da banda no Carnaval do Recife em 2016 na Praça Rio Branco, ponto turístico do centro histórico do Recife.[26][27]
Durante os últimos shows, os músicos nem se falavam fora do palco.[16] As últimas apresentações do grupo foram na Jeunesse Arena, no Rio, em 13 e 14 de abril, reunindo 22 mil espectadores.[19]
Marcelo Falcão [1993 - 2018]
[editar | editar código]Marcelo Falcão lançou seu primeiro álbum solo no ano de 2019.[28] Mesmo em sua nova carreira musical, o artista que foi a voz principal, violão, guitarra rítmica (1993-2018) de O Rappa enfatiza o sentimento de gratidão pelo tempo na banda. Além de lançar o álbum solo com temática sobre fé, vida e paz realizou a primeira turnê sozinho pela gravadora Warner Music. O disco tem 66 minutos de duração intitulado Viver (Mais leve que o ar).[29] Perspectiva mais plural em contraste com a discografia de O Rappa relata o artista.[30]
Integrantes
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Linha do tempo
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Discografia
[editar | editar código]Álbuns de estúdio
[editar | editar código]- (1994) O Rappa
- (1996) Rappa Mundi
- (1999) Lado B Lado A
- (2003) O Silêncio Q Precede O Esporro
- (2008) 7 Vezes
- (2013) Nunca Tem Fim...
Álbuns ao vivo
[editar | editar código]- (2001) Instinto Coletivo
- (2005) Acústico MTV: O Rappa
- (2010) Ao Vivo na Rocinha
- (2016) Acústico Oficina Francisco Brennand
- (2017) Marco Zero
Álbuns de vídeo
[editar | editar código]- (2004) O Silêncio Q Precede O Esporro (Toca do Bandido + Documentário + Show no Olimpo)
- (2005) Acústico MTV: O Rappa
- (2010) Ao Vivo na Rocinha
- (2016) Acústico Oficina Francisco Brennand
- (2017) Marco Zero
Singles
[editar | editar código]Singles da banda lançados nas rádios brasileiras. [31] [32]
| Ano | Single | Posição | Certificações | Álbum | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRA Hot 100 [33] [I] |
BRA Billboard[34] ("Anjos (Pra Quem Tem Fé)" e "Auto-Reverse"): [35][36] | Brasil Pop & Popular [37] ("Anjos (Pra Quem Tem Fé)" ):[38] |
HSPN [33] | ||||
| 1996 | "Pescador de Ilusões" | — | — | — | — | Rappa Mundi | |
| "A Feira" | — | — | — | — | |||
| 1997 | "Miséria S.A" | — | — | — | — | ||
| 1999 | "Me Deixa" | 50 | — | — | — | Lado B Lado A | |
| "Minha Alma" | 15 | — | — | — | |||
| 2000 | "O Que Sobrou do Céu" | 55 | — | — | — | ||
| "Lado B Lado A" | 45 | — | — | — | |||
| 2001 | "Instinto Coletivo" | 90 | — | — | — | Instinto Coletivo | |
| "Ninguém Regula a América" (part. Sepultura) |
49 | — | — | — | |||
| 2003 | "Reza Vela" | 25 | — | — | — | O Silêncio Q Precede o Esporro | |
| 2004 | "Rodo Cotidiano" | 42 | — | — | — | ||
| "O Salto" | 16 | — | — | — | |||
| 2005 | "Mar de Gente" | 29 | — | — | — | ||
| "Na Frente do Reto" | 3 | — | — | 40 |
|
Acústico MTV | |
| "Pescador de Ilusões" (acústico) | 8 | — | — | — | |||
| 2006 | "Não Perca as Crianças de Vista" (acústico) | 35 | — | — | — | ||
| "Eu Quero Ver Gol" (acústico) | 57 | — | — | — | |||
| 2008 | "Monstro Invisível" | 5 | — | — | — | 7 Vezes | |
| "Meu Mundo é o Barro" | 16 | — | — | — | |||
| 2009 | "Súplica Cearense" | 14 | — | — | — | ||
| "Hóstia" | — | — | — | — | |||
| 2010 | "7 Vezes" (ao vivo) | — | — | — | — | Ao Vivo | |
| 2013 | "Anjos (Pra Quem Tem Fé)"[40] | 25 | 26 | 3 | — | Nunca Tem Fim... | |
| "Auto-Reverse" | 23 | 72 | 36 | — | |||
não existem dados concretos da parada brasileira de singles até 1999.
Como artista convidado
[editar | editar código]- (2001) Guerra (War) - Tribo De Jah (part. Falcão - O Rappa)
- (2001) Get Up, Stand Up/Levante a Kbça – Pavilhão 9 (part. O Rappa)
- (2012) Everything Changes - SOJA (Part. Falcão - O Rappa)
Vendagens
[editar | editar código]- O Rappa - mais de 138.000 mil cópias vendidas
- Rappa Mundi - mais de 570.000 mil cópias vendidas
- Lado B Lado A - 521 mil cópias vendidas
- Instinto Coletivo Ao Vivo - 138 mil cópias vendidas
- O Silêncio Q Precede o Esporro - 453 mil cópias vendidas do cd e 138.000 do DVD
- Acústico MTV O Rappa - 250 mil cópias vendidas do cd e 162 mil copias do DVD
- 7 Vezes - 100.000 mil cópias vendidas do CD e mais de 10.000 do DVD
- O Rappa Ao Vivo - 20 mil cópias vendidas do DVD e Mais de 20.000 do CD
Prêmios
[editar | editar código]MTV Video Music Brasil
[editar | editar código]- 2000 - A Minha Alma (A paz que eu não quero), que mostrava conflitos no Rio, é, até hoje, o maior vencedor em uma única edição com seis prêmios: Escolha da Audiência, Clipe do Ano, Clipe Rock, Direção, Fotografia e Edição. E ganhou também neste mesmo ano com o clipe "Me Deixa".
- 2001 - O Que Sobrou do Céu, seguia a trilha de A Minha Alma, e venceu Clipe do Ano, Direção e Fotografia.
- 2002 - Instinto Coletivo, animação "estrelada" pelo boneco da capa do disco, venceu Direção e Direção de Arte.
- 2004 - O Salto, que contava a história de um homem prejudicado pelo governo Collor que acaba cometendo suicídio, ganhou Direção e Edição.
Prêmio Multishow
[editar | editar código]- 2000 - "Minha Alma (A paz que eu nao quero)", ganhou Melhor Clipe.
- 2005 - Melhor Show e Melhor Grupo.
- 2006 - Melhor DVD de Música.[41] [42]
Referências
- ↑ F.Content (28 de janeiro de 2023). «#1 ForasDeSérie | O RAPPA: A história, formação, músicas e mais». Novabrasil. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ «O Rappa – 20 anos de Instinto Coletivo». www12.senado.leg.br. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ «Reedições em vinil lembram que O Rappa nunca foi o mesmo sem Yuka | G1 Música Blog do Mauro Ferreira». Mauro Ferreira. 19 de novembro de 2016. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ «O Rappa». Dicionário Cravo Albin. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ «O Rappa». rockdigital. Consultado em 21 de novembro de 2025
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- ↑ a b Rizek, André. "Entrevista: Falcão". Playboy, ed. 346 (maio de 2004), Editora Abril. pp. 47-60
- ↑ F.Content (29 de janeiro de 2023). «#2 ForasDeSérie | O RAPPA: Quando O Rappa protestou no Rock in Rio». Novabrasil. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ do Vale, Israel (31 de outubro de 2000). «Bandas nacionais deixam Rock in Rio 3». Folha de S.Paulo
- ↑ Cardoso, Tom (30 de outubro de 2000). «Debandada geral no Rock in Rio 3». Cliquemusic. Consultado em 26 de abril de 2007
- ↑ «Folha de S.Paulo - Música: Grupo O Rappa adere aos formatos comerciais - 20/08/2001». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ «Folha Online - Ilustrada - O Rappa resiste à saída de Yuka e morte de Waly Salomão com CD novo - 20/11/2003». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 17 de março de 2023
- ↑ «G1 > Música - NOTÍCIAS - O Rappa volta a 'pôr o dedo na ferida' em '7 vezes'». g1.globo.com. Consultado em 17 de março de 2023
- ↑ «G1 > Música - NOTÍCIAS - O Rappa lança novo single nesta terça». g1.globo.com. Consultado em 17 de março de 2023
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- ↑ a b «O Rappa encerra a carreira de 25 anos rachado». Folha de S.Paulo. 17 de abril de 2018. Consultado em 17 de março de 2023
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- ↑ «Antes do recesso, o Rappa lança DVD com show feito no Carnaval de 2016 | G1 Música Blog do Mauro Ferreira». Mauro Ferreira. Consultado em 17 de março de 2023
- ↑ F.Content (30 de janeiro de 2023). «#3 ForasDeSérie | O RAPPA: Marcelo Falcão após O Rappa». Novabrasil. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ «Marcelo Falcão exibe pouco fôlego como compositor em álbum solo de repertório leve, valorizado pela produção». G1. 15 de fevereiro de 2019. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ «Marcelo Falcão conceitua álbum solo 'mais plural' com 14 músicas geradas a partir de 620 arquivos». G1. 31 de outubro de 2018. Consultado em 21 de novembro de 2025
- ↑ «Biografia O Rappa». jovempan. Consultado em 6 de fevereiro de 2013[ligação inativa]
- ↑ «Biografia O Rappa». Consultado em 6 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 25 de outubro de 2011
- ↑ a b «O Rappa - Top 40 Charts»
- ↑ Desempenho de canções no Brasil:
- ↑ «Brasil Hot 100 Airplay». BPP. Billboard Brasil. 44. Setembro de 2013. ISSN 977-217605400-2 Verifique
|issn=(ajuda) - ↑ «Brasil Hot 100 Airplay». BPP. Billboard Brasil. 46. Novembro–dezembro de 2013. ISSN 977-217605400-2 Verifique
|issn=(ajuda) - ↑ Desempenho de canções:
- ↑ «Brasil Hot 100 Airplay». 43. Agosto de 2013. ISSN 977-217605400-2 Verifique
|issn=(ajuda) - ↑ a b c d «Certificações de O Rappa». ABPD.org.br. Consultado em 17 de novembro de 2012
- ↑ «O Rappa divulga nova música». G1. Consultado em 1 de maio de 2013
- ↑ «Cópia arquivada». Consultado em 8 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 8 de janeiro de 2014
- ↑ http://heloisatolipan.com.br/musica/show-rappa/
Ligações externas
[editar | editar código]- O Rappa
- Grupos de hip hop
- Bandas de rock do Brasil
- Bandas de reggae do Brasil
- Bandas de rap rock
- Bandas formadas em 1993
- Bandas extintas em 2018
- Bandas vencedoras do MTV Video Music Brasil
- Artistas da Warner Music Brasil
- Vencedores do Prêmio Multishow de Música Brasileira
- Bandas premiadas com o Troféu Imprensa