Marcelo Yuka

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Marcelo Yuka
Informação geral
Nome completo Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana
Também conhecido(a) como Yuka
Nascimento 31 de dezembro de 1965 (52 anos)
Rio de Janeiro
País  Brasil
Gênero(s) Reggae, reggae rock, rap rock, funk rock, dub, rock alternativo, drum and bass, eletrônica
Ocupação(ões) Baterista, compositor, ativista, palestrante
Instrumento(s) Bateria
Período em atividade 1993 – presente
Gravadora(s) Warner Music, Sony BMG, Independente
Afiliação(ões) KMD-5
O Rappa
F.UR.T.O
Página oficial www.marceloyuka.com.br

Marcelo Yuka, nome artístico de Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana (Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1965), é um músico, compositor, ativista e palestrante brasileiro. Foi um dos fundadores da banda O Rappa e, posterior e atualmente, do grupo F.UR.T.O. Era baterista até ser baleado em um assalto na noite do dia 9 de novembro de 2000[1], fato que o deixou paraplégico e o impossibilitou de tocar bateria. Notabilizou-se como um dos principais compositores dos anos 90, sendo o autor da maioria das canções do Rappa no período em que esteve na banda, com letras carregadas de intenso teor social e crítico. Nos dias atuais é líder de uma ONG, de nome homônimo à sua atual banda, e luta por maior realização de pesquisas com células tronco, para que estas possibilitem que ele e outros deficientes voltem a andar.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Do Rappa ao F.UR.T.O[editar | editar código-fonte]

Marcelo Yuka foi um dos fundadores do O Rappa. Seguiu na banda até o ano de 2001. O rumo que a banda seguia era dirigido por ele. Com suas letras bem elaboradas e socio-políticas, como Pescador de Ilusões, A Feira, Minha Alma (A paz que eu não quero), O que sobrou do céu, entre outras canções. Após ficar paraplégico, por causa do tiro levado de um assaltante, e as divergências que se criaram entre ele e o resto dos integrantes, acabou saindo da banda. Depois disso, criou o F.UR.T.O, que faz parte de um projeto social homônimo, que, segundo Yuka, era algo maior do que O Rappa lhe possibilitava. É dito até hoje que O Rappa segue uma linha ideológica, a qual fora criada por Marcelo Yuka, e não por Falcão, vocalista da banda. A história sempre segue o fio condutor desde seu início

Novos Caminhos[editar | editar código-fonte]

Agora, ele passa por uma nova fase: o discurso, sempre politizado, vem carregado de esperança. Yuka atualmente trabalha em um álbum com o produtor Apollo 9, Canções para depois do ódio, que ressalta sua depressão, tratada com ioga e meditação após um período com consumo excessivo de remédios antidepressivos. A banda A Entidade faz a parte instrumental, e as cantoras Céu e Cibelle estão entre as participações especiais. Paralelamente, Yuka também produz Mestiço, um projeto de "Eletro-indígena-hardcore, com guitarras distorcidas e base eletrônica. As letras são todas sobre a questão indígena". Fora da música, prepara um talk show na PlayTV, Hoje eu desafio o mundo sem sair da minha casa.[2]

Política[editar | editar código-fonte]

Filiado ao PSOL desde 2010, foi convidado por Marcelo Freixo, candidato do partido para o cargo de prefeito nas eleições municipais do Rio de Janeiro, para integrar a chapa como candidato a vice-prefeito[3].

Discografia[editar | editar código-fonte]

Com O Rappa[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio
Ao vivo

Com F.U.R.T.O.[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio

Carreira Solo[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio
  • 2017 - Canções para Depois do Ódio

Referências


Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Marcelo Yuka