Partido Socialismo e Liberdade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de PSOL)
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Partido Socialismo e Liberdade
Psol ziraldo.png
Número eleitoral 50
Presidente Juliano Medeiros
Fundação 06 de julho de 2004 (14 anos)
Registro 15 de setembro de 2005 (13 anos)[1]
Sede Brasília
Ideologia Nova Esquerda[2][ligação inativa]
Socialismo[3]
Anticapitalismo[3]
Anti-imperialismo[3]
Espectro político Esquerda[4][5]
Extrema-esquerda[6]
Membros 147 096[7]
Prefeitos (2017)[8]
2 / 5 570
Senadores (2015)
0 / 81
Deputados federais (2016)[9]
6 / 513
Deputados estaduais (2016)
13 / 1 049
Vereadores (2016)[10]
53 / 56 810
Cores      Vermelho
     Amarelo
Página oficial
Página oficial do PSOL
PSOL no Facebook
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) é um partido político brasileiro fundado em junho de 2004.[11] Obteve registro definitivo na Justiça Eleitoral no dia 15 de setembro de 2005. Seu número eleitoral é o 50,[12] suas cores são o vermelho, o amarelo e o laranja, e tem, como logotipo principal, um sol sorridente desenhado por Ziraldo. O espectro político do PSOL é definido como de esquerda à extrema-esquerda[6] e defensores do Socialismo.

Sua criação foi impulsionada por dissidências do Partido dos Trabalhadores.[13][14] (PT) que alegavam discordar das políticas do partido,[15] Luciana Genro, Heloísa Helena, Babá e João Fontes discordaram de políticas do governo Lula e, por isso, foram expulsos do PT numa reunião do diretório nacional.[16] O PSOL é tido como um partido de esquerda ampla, pois, não funcionando por centralismo democrático, agrega diversas correntes internas desde reformistas até revolucionárias.

Dentro do PSOL, há uma polarização que aumentou ao longo dos anos, fazendo as diversas correntes se organizarem em dois blocos opostos: a Unidade Socialista (US), agrupamento que dirige nacionalmente o partido e que aplica políticas mais moderadas (embora polêmicas, se comparadas ao PT), e o Bloco de Esquerda (BE), agrupamento mais radical e ainda mais à esquerda, que dirige o partido em alguns estados e que, baseando-se no programa e no estatuto do mesmo, critica fortemente a direção nacional e suas práticas. Por isso, dependendo da região do país, o espectro político do PSOL se altera, o que se manifesta no discurso, nas práticas e nas alianças. No movimento sindical, as correntes internas do PSOL atualmente se organizam na CSP-Conlutas, na Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora ou independentes de centrais. No movimento estudantil, organizam-se também em vários coletivos políticos, como o Vamos à Luta! (CST), Juntos! (MES), Manifesta (APS-CC), Pajeú (APS-NE), Enfrente (1º de Maio), Coletivo Construção (LSR), RUA - Juventude Anticapitalista (Insurgência, Subverta, Comuna e Comunismo e Liberdade),Afronte (Resistência) entre outros. Quase todos compondo a Oposição de Esquerda dentro da União Nacional dos Estudantes (UNE), entidade que há anos é dirigida pela União da Juventude Socialista (UJS), movimento juvenil do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), e por aliados desta.

As pautas incluem a legalização do aborto e da maconha, junto a uma política de conscientização e educação sobre seu consumo.[carece de fontes?] Em 2018, se apresentou pela quarta vez nas eleições presidenciais. Após as candidaturas presidenciais de Heloísa Helena (2006), Plínio de Arruda Sampaio (2010) e Luciana Genro (2014), Guilherme Boulos foi lançado candidato ao Planalto pelo partido.[17][18] Desde a eleição de 2014, o PSOL foi o terceiro partido que mais cresceu em número de filiados.[19] Através das diversas eleições, dos parlamentares do partido e dos movimentos onde atua, este faz oposição aos governos e à maior parte das políticas que se manifestam no Congresso Nacional do Brasil e nos parlamentos estaduais e municipais.[20]

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

O PSOL foi fundado em 6 de junho de 2004, após a expulsão[16] dos parlamentares Heloísa Helena,[21][22] Babá,[23] João Fontes e Luciana Genro do Partido dos Trabalhadores (PT).[24] Recebeu apoio de intelectuais socialistas famosos, como Fabio Konder Comparato, do geógrafo Aziz Ab'Saber, do jornalista e ex-deputado Milton Temer, dos sociólogos Francisco de Oliveira e Ricardo Antunes, do economista João Machado, da economista Leda Paulani, dos filósofos Leandro Konder e Paulo Arantes[25] e do cientista político Carlos Nelson Coutinho.[26]

Buscando obter registro permanente na Justiça Eleitoral, o partido obteve quase 700 mil assinaturas a favor de sua fundação, mas os cartórios eleitorais só concederam certidões a 450 mil dessas assinaturas.[27][28] Uma nova tentativa de apresentar assinaturas válidas foi realizada pelos organizadores do partido em 1 de setembro de 2005. Em 15 de setembro, o registro definitivo foi obtido, e o número eleitoral adotado foi o 50.

Crescimento do partido em 2005[editar | editar código-fonte]

Deputados lavando o Congresso Nacional durante o escândalo do Mensalão em 2005

O partido ganhou novas adesões a partir de setembro de 2005,[29] resultado da crise política causada pelas denúncias do escândalo do mensalão,[30] e também pelas mudanças ideológicas do PT.[carece de fontes?] Militantes históricos e mesmo fundadores do PT, como Plínio de Arruda Sampaio, Miguel Carvalho e Edson Albertão abandonaram o partido individualmente ou em conjunto. Um exemplo de abandono coletivo ocorreu com a então corrente petista Ação Popular Socialista.[carece de fontes?] Ingressaram no PSOL, ainda: militantes petistas oriundos de movimentos sociais, como a dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Lujan Miranda e o Secretário Nacional de Movimentos Populares do PT, Jorge Almeida; o então vereador Clécio Luis, que sete anos depois viria a se tornar o primeiro prefeito do PSOL em uma Capital de Estado; Edmilson Rodrigues, ex-prefeito de Belém do Pará e deputado federal pela sigla; os senadores Randolfe Rodrigues, na época deputado estadual; Marinor Brito, até então vereadora de Belém; José Nery, que migrou para o PSOL ainda como vereador belenense; o senador Geraldo Mesquita Júnior, oriundo do PSB; Marcelo Freixo; e os deputados federais Ivan Valente (São Paulo), Maninha (Distrito Federal), Chico Alencar (Rio de Janeiro),[31][32] João Alfredo (Ceará) e Orlando Fantazzini (São Paulo).

Conferência Nacional de 2006[editar | editar código-fonte]

Por decisão do Diretório Nacional tomada em abril de 2006, foi realizada uma Conferência Nacional do partido entre os dias 26 e 28 de maio daquele mesmo ano. Durante esta Conferência, foi oficializada a candidatura da então senadora Heloísa Helena à Presidência da República e de seu vice, o economista carioca César Benjamin, nas eleições brasileiras de 2006.[33] Foi também oficializada a formação da Frente de Esquerda com o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido Comunista Brasileiro (PCB).

O Primeiro Congresso do partido, no qual foram definidas as linhas programáticas, aconteceu no primeiro semestre de 2007.[34]

Ingressos no partido[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2015, o deputado federal fluminense Glauber Braga deixou o PSB e se filiou ao PSOL.[35] Em março de 2016, foi a vez de a ex-prefeita de São Paulo e atual deputada federal Luiza Erundina migrar para o partido, tendo sido a candidata do PSOL à prefeitura de São Paulo em 2016.[36][37][38][39][40]

Ideologia[editar | editar código-fonte]

A ideologia do partido varia entre a esquerda e a extrema-esquerda. Os elementos programáticos encontrados no partido relacionam-se ao socialismo, anticapitalismo e ao anti-imperialismo e há tendências marxistas, trotskistas, ecossocialistas e sindicalistas atuando dentro do partido. Seu programa partidário cita como objetivos a redução da jornada de trabalho, reforma agrária e urbana, aumento do gasto em saúde, educação e infraestrutura, ruptura com o Fundo Monetário Internacional, além de outros.[3] Também ingressou com ações judiciais com o objetivo de descriminalizar o aborto nas primeiras doze semanas de gravidez.[41]

Por ser um partido formado por tendências que possuam o espectro político de esquerda em comum, representam distintas divisões em questão de origem, localização geográfica e composição de suas lideranças. A formação de tendências é prevista no estatuto do partido podem se organizar livremente sem interferência direta das instâncias dirigentes do partido, permitindo autonomia dos grupos intra partidários, desde que obedeçam as prerrogativas políticas do estatuto e do programa do partido.[3]

Em 2018, o PSOL posicionou-se contra a prisão do ex-presidente Lula, considerando que o líder está sendo perseguido pela Justiça, que para o partido, age inconstitucionalmente.[42]

Atuação[editar | editar código-fonte]

Emblem-scales.svg
A neutralidade deste(a) artigo ou se(c)ção foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão. (desde dezembro de 2017)
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-lo mais imparcial.
No Salão Verde da Câmara, os deputados Ivan Valente (PSOL), Luciana Genro (PSOL), Luiza Erundina (PSB), Chico Alencar (PSOL) e Fernando Gabeira (PV) colhem assinaturas para implantação da CPI da Navalha

Fora, Eduardo Cunha![editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Operação Lava Jato

Durante seu mandato de presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha era investigado pela Operação Lava Jato[43] e, ato contínuo, foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal.[44] Acusado de mentir na CPI da Petrobras, teve, contra si, aberto processo em que se pedia sua cassação por quebra de decoro parlamentar.[45] Em 3 de março de 2016, o Supremo Tribunal Federal acolheu por 10 votos a 0, em unanimidade, a denúncia do Procurador-Geral da República Rodrigo Janot contra Eduardo Cunha por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.[46] Em 20 de agosto de 2015, Cunha foi denunciado pelo PSOL ao Supremo Tribunal Federal pela Procuradoria-Geral da República, por corrupção e lavagem de dinheiro, acusado de receber 5 milhões de reais em propinas.[47] Em documento institucional enviado à Câmara dos Deputados, Rodrigo Janot argumentou que Cunha buscava usar a Câmara e os parlamentares "como escudo".[48]

O depoimento de delação premiada do ex-gerente da Petrobras, Eduardo Musa, apontou Eduardo Cunha como a pessoa do PMDB que "dava a palavra final na Diretoria de Internacional da Petrobras". E em, 25 de setembro de 2015, o juiz federal Sérgio Moro, enviou, ao STF, outro pedido para denunciar o deputado.[49] Em 1º de outubro de 2015, o Ministério Público da Suíça enviou ao Brasil um processo criminal, aberto em abril do mesmo ano, por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro levantada por movimentações em contas bancárias em um banco daquele país. Essas contas, segundo o Ministério Público Suíço, seriam controladas por Cunha em seu nome ou no de familiares. Esse processo culminou no congelamento dos ativos na Suíça atribuídos ao Deputado.[50]

Através de uma nota divulgada pela assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados após a divulgação dos documentos comprovando que as contas pertenciam a Eduardo Cunha e seus familiares, com detalhes sobre a origem e destino dos recursos, cópias de passaportes e assinaturas semelhantes à sua,[51][52][53] o deputado acusou o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de usar uma "estratégia ardilosa" na divulgação dos dados enviados pelo Ministério Público Suíço.[54] Estes dados foram usados pela Procuradoria-Geral na formulação das duas denúncias contra Cunha ao STF.[55]

Em 15 de dezembro de 2015, Eduardo Cunha foi alvo da Operação Catilinárias, operação da Polícia Federal, que representou uma nova fase da Operação Lava Jato. As buscas foram autorizadas pelo ministro do STF, Teori Zavascki, a pedidos do Procurador Geral da República.[56] No mesmo dia, foi autorizado, pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, com pedido de apuração feito pelo PSOL, por votação de onze a nove, o prosseguimento das investigações sobre as alegadas contas no exterior do deputado.[45] Em 16 de dezembro, foi entregue, pelo Procurador-Geral da República (Brasil) (PGR), um pedido de afastamento de Eduardo Cunha como Presidente da Câmara dos Deputados. O pedido dizia que Cunha usara o cargo para atrapalhar as investigações contra ele. Porém, o STF decidiu deixar a decisão sobre o afastamento de Eduardo Cunha para depois do carnaval do ano 2016.[57] Em 3 de março de 2016, o STF aceitou, por unanimidade, por 10 votos a 0, a denúncia do PGR Rodrigo Janot contra Eduardo Cunha por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.[46]

Em 5 de maio de 2016, o ministro do STF Teori Zavascki determinou o afastamento de Eduardo Cunha de seu mandato de deputado federal e consequentemente do cargo de Presidente do Congresso Nacional,[58] posição que o colocava como segundo na linha sucessória da presidência da república.[59][60][61]

A liderança do PSOL "assumiu" o comando da presidência da Câmara Federal na manhã de 5 de maio de 2016, após o presidente interino, Waldir Maranhão (PP-MA), declarar cancelada a sessão que já estava marcada.[parcial?] A presidente da sessão extraoficial foi a deputada Luiza Erundina (PSOL-SP),[62] que é suplente de secretária na mesa diretora. Ela esteve a cargo da lista de oradores e também cuidou do tempo dado aos parlamentares — de três minutos para cada um.[63]

O deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ) citou o dito popular: "A justiça tarda, mas não falha. (...) desde já Cunha não é deputado federal nem presidente da Câmara. Avaliou"[parcial?].[64] Houve muita repercussão nas redes sociais.[65]

CPI das milícias[editar | editar código-fonte]

Marcelo Freixo

Em 2008, foi instalada a CPI das Milícias na Assembleia Legislativa fluminense, presidida pelo deputado estadual Marcelo Freixo do PSOL.[66] Diversos políticos foram intimados a depor diante desta CPI, sendo acusados de envolvimento com milicianos, entre os quais os vereadores/candidatos a vereador Nadinho de Rio das Pedras, Cristiano Girão, Deco e Doen, além da deputada Marina Maggessi e do deputado e ex-secretário de segurança Marcelo Itagiba.[67][68]

A história de Marcelo Freixo inspirou a criação da personagem Diogo Fraga, um professor de história e militante dos Direitos humanos que se torna deputado estadual e também preside uma CPI contra o poder das Milícias no RJ, no filme Tropa de Elite 2, diretor José Padilha.[69]

Fora Sarney[editar | editar código-fonte]

Durante todo o ano de 2009, o PSOL denunciou e fez forte pressão contra os escândalos de corrupção, em especial os do Congresso Nacional[parcial?]. O mais conhecido deles foi conhecido como "atos secretos". Na época, foi realizado um ato colhendo assinaturas para a instalação da CPI da "Máfia do Senado", proposta pelo senador José Nery, do PSOL/PA.[70] O principal alvo de denúncias era o próprio presidente da Casa. O PSOL chamou a atenção quanto à necessidade da pressão popular para o afastamento de José Sarney. Foram coletadas centenas de assinaturas a favor da CPI.[71]

Várias entidades apoiaram a iniciativa do senador José Nery de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar atos secretos praticados no Senado nos últimos 15 anos e também pelo afastamento imediato de José Sarney da presidência do Senado. O PSOL também defendeu a representação contra o senador Renan Calheiros no Conselho de Ética e a criação de uma CPI que aprofundasse as investigações contra ele.

A bancada do PSOL cobrou investigação da Fundação José Sarney, acusada de desviar 129 mil reais de um convênio com a Petrobras.[72] A Auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) comprovou que o dinheiro fora utilizado para o pagamento de despesas de custeio. O contrato previa, como destino dos recursos, a preservação do acervo e a modernização do espaço físico. Os parlamentares cobraram a investigação do senador José Sarney (PMDB-Amapá), presidente vitalício da Fundação, cargo que lhe atribui responsabilidades financeiras pela entidade.

CPI da Dívida Pública[editar | editar código-fonte]

Deputado Ivan Valente

Em 19 de agosto de 2009, o PSOL, através do deputado Ivan Valente, conseguiu a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Dívida Pública da União, estados e municípios. O deputado Ivan Valente (PSOL/SP) foi eleito segundo vice-presidente da CPI.[73]

Durante as investigações, o PSOL apresentou dados e questionou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, sobre o processo de endividamento interno e externo do Brasil em audiência pública. De acordo com o partido, o resultado da política econômica brasileira é a destinação de 380 bilhões de reais para pagamentos de juros e amortizações da dívida pública, o que representou 36% do orçamento de 2009 – recursos que, de acordo com o PSOL, deveriam ser investidos em infraestrutura, geração de emprego e renda, melhoria na saúde pública e por um sistema nacional de educação gratuito e de qualidade. O Partido apontou que a dívida pública tem um histórico de contradições e injustiças que se reflete no fato de o país ter reservas internacionais, mas que foram adquiridas com emissão de títulos públicos e juros altíssimos. Para o PSOL, o problema é que a dívida externa foi transformada em dívida interna de 2 trilhões de reais. Uma das medidas para esta transformação, afirmou, foi a liberalização dos fluxos de capitais, atropelando a Lei 4 131, de 1962.[carece de fontes?]

Outro ponto criticado por Ivan Valente foi a prevalência no Brasil de juros sobre juros, mecanismo chamado de anatocismo, condenado pelo Supremo Tribunal Federal. Sobre os juros altos, o deputado afirmou que sempre o beneficiário é o mercado. Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) da década de 1990, por exemplo, ocupam hoje cargos em bancos privados. O deputado do PSOL cobrou também o envio de documentos por parte do Ministério da Fazenda e do Banco Central à CPI, solicitados por requerimentos, com o perfil dos detentores dos títulos públicos. Ele criticou ainda a edição da Medida Provisória 435, que permitiu a emissão de títulos do tesouro, sem limites, para que o BC possa fazer política monetária.[carece de fontes?]

Fora, Yeda![editar | editar código-fonte]

Luciana Genro em 2007

O PSOL já havia protocolado pedido de impeachment contra a governadora Yeda Crusius (PSDB/RS), em junho de 2008, diante das denúncias de sua participação na fraude do Detran[74] e da compra de sua mansão por valor muito inferior à sua avaliação – e ainda assim superior aos rendimentos da então governadora eleita e seu marido, o professor universitário Carlos Crusius. O requerimento do partido foi arquivado pelo ex-presidente da Assembleia, Alceu Moreira, da situação. Recurso pela sua reabertura tramitou na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. O fato levou a público, de acordo com o partido, a existência de provas cabais da participação de Yeda em esquemas de corrupção, posteriormente confirmada pelo Ministério Público Federal. O partido também realizou uma campanha de abaixo-assinado, que coletou milhares de assinaturas em defesa da apreciação do impeachment da governadora pela Casa.[carece de fontes?]

A mobilização levou o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Ivar Pavan, a acatar o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius feito pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais do Rio Grande do Sul, alegando crime de responsabilidade enquadrado na Lei Federal nº 1.079/50, artigo 9º, nos itens 3, 4, 6 e 7[75][76]

Movimento Ficha Limpa[editar | editar código-fonte]

O PSOL participou do ato público organizado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), em Brasília. O movimento trabalhou mais de um ano para coletar 1,3 milhão de assinaturas (1% do eleitorado nacional) nos 26 estados da federação e no Distrito Federal. A campanha visava a enviar, à Câmara dos Deputados, um projeto de lei de iniciativa popular. Os manifestantes entregaram, ao presidente da Câmara Michel Temer, um documento que contou com 1,5 milhão de assinaturas em apoio a esse projeto. O Projeto de Lei, de iniciativa Popular, conhecido como "Ficha Limpa" (PLP 518/09), torna inelegíveis candidatos que tiveram condenação por crimes graves. A proposta estabelece novos parâmetros de inelegibilidade, visando a maior qualificação no quadro de candidatos nas eleições.[carece de fontes?]

Reconduzido ao cargo de líder do PSOL, o deputado Ivan Valente (São Paulo) apresentou uma emenda ao projeto para evitar que integrantes de movimentos sociais condenados na Justiça se tornem inelegíveis.[77][78]

Manifestações contra a Usina em Belo Monte[editar | editar código-fonte]

O PSOL, junto com mais de 500 integrantes de organizações não governamentais e movimentos sociais, realizou manifestação em frente à sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) contra o leilão da Usina Hidrelétrica de Belo Monte realizado em 20 de abril de 2010. O projeto da usina visa a erguer a terceira maior hidrelétrica do mundo, no coração da Amazônia e, de acordo com os parlamentares do PSOL, promete devastar a mata e comunidades e reduzir a corrente do rio Xingu. Na ocasião, três liminares contrárias ao leilão foram derrubadas.[carece de fontes?]

Contra o Mensalão no Distrito Federal[editar | editar código-fonte]

O PSOL protocolou pedido de impeachment na Câmara Legislativa do Distrito Federal em 30 de setembro de 2009 contra o então governador do DF, José Roberto Arruda, o vice Paulo Octávio e o ex-governador Joaquim Roriz. Todos, envolvidos no Escândalo do Mensalão no Distrito Federal.[79]

A legenda também propôs o afastamento de todos os deputados distritais envolvidos no esquema de corrupção denunciado pela Operação Caixa de Pandora - oito parlamentares, do total de 24 da casa.[carece de fontes?] No dia 4 de março de 2011, o jornal Estado de São Paulo divulgou um vídeo que mostrava a deputada Jaqueline Roriz ao lado do marido Manuel Neto recebendo maço de dinheiro (50 mil reais) das mãos do ex-secretário de Relações Institucionais do Governo Arruda, Durval Barbosa.[80] O PSOL entrou então com pedido de afastamento da comissão de reforma política e investigação de Jaqueline Roriz na Câmara dos Deputados,[81][82] e posteriormente com pedido de cassação por quebra de decoro parlamentar.[83]

O DEM também foi o partido de Demóstenes Torres até que o mesmo fosse denunciado pelo PSOL no Conselho de Ética do Senado. Em 11 de julho de 2012, Demóstenes Torres foi cassado do cargo de senador por 56 votos a favor, 19 contra e 5 abstenções.[84]

Contra o trabalho escravo[editar | editar código-fonte]

Em 5 de fevereiro de 2009, o presidente da Subcomissão Temporária de Combate ao Trabalho Escravo, senador José Nery (PSOL-PA),[85][86] solicitou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, prioridade na tramitação da proposta de emenda à Constituição do Trabalho Escravo (PEC 438/01). Senadores integrantes da subcomissão, que funciona no âmbito da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), bem como deputados que defendem a causa e representantes da Frente Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, acompanharam José Nery. O senador disse que, em 2008, esteve com o então presidente da Câmara Arlindo Chinaglia em duas oportunidades, quando pediu o empenho daquela Casa na aprovação da PEC.

Em 2009, ressaltou ainda o senador, os parlamentares que defendem a erradicação do trabalho escravo criaram a Comissão Parlamentar Mista de Erradicação do Trabalho Escravo para fortalecer os esforços feitos pelas organizações e entidades da sociedade civil. Para dar encaminhamento a essa proposta, as assinaturas necessárias foram coletadas.

A PEC 438/01, que prevê confisco de terras em que sejam encontrados trabalhadores em condição comparável à de escravo, já foi aprovada pelo Senado em dois turnos de votação e encaminhada à Câmara dos Deputados. Naquela casa, a matéria foi aprovada em primeiro turno e aguarda o segundo turno desde 2004.

Em 16 de abril de 2010, foi realizada audiência pública sobre o tema na cidade de Campos dos Goytacazes. Os participantes da cerimônia, presidida por Marcelo Freixo (PSOL), formaram um Grupo de Trabalho e listaram os próximos encaminhamentos. Entre eles, a realização de audiência pública em Brasília, solicitada pelo deputado federal Chico Alencar. Campos é a cidade recordista no Brasil em incidência de trabalho escravo.

Em 26 de maio de 2010, a Frente Parlamentar Mista pela Erradicação do Trabalho Escravo, presidida pelo senador José Nery (PSOL-PA), entregou ao Presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), abaixo-assinado pela aprovação da PEC 438. O projeto prevê o confisco de áreas urbanas ou rurais onde for comprovada a prática de trabalho análogo à escravidão. Na comitiva, estavam o Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o Secretário Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, a relatora da Organização das Nações Unidas sobre Formas Contemporâneas de Escravidão, Gulnara Shahinian, os atores Wagner Moura e Sérgio Mamberti, representantes de movimentos sociais e outros parlamentares.

Mais de 280 mil assinaturas foram coletadas em favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 438/01).[87]

Em sua primeira reunião do ano, a Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo definiu em 11 de janeiro de 2011 uma agenda de ações destinadas a impulsionar a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 438/01, que prevê o confisco de terras onde for explorado trabalho escravo.

Presidente da Frente, o senador José Nery (PSOL-PA) reuniu em seu gabinete os senadores eleitos Marinor Brito (PSOL-PA) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e integrantes das entidades que formam o grupo. Entre elas, estão associações de magistrados, procuradores, atletas, trabalhadores, além de organismos que lutam pelo respeito aos direitos humanos.

Imposto sobre grandes fortunas[editar | editar código-fonte]

Em 9 de junho de 2010, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 277/08, que institui o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) para taxar todo patrimônio acima de 2 milhões de reais.[88] O IGF está previsto na Constituição Federal de 1988, apesar de não haver qualquer lei a respeito, tornando-o inaplicável. O texto foi votado no plenário da Câmara dos Deputados e, em seguida, no Senado Federal. O PLP 277, de autoria da deputada Luciana Genro e dos deputados Ivan Valente e Chico Alencar, propõe alíquotas entre 1% e 5%, dependendo do tamanho da riqueza, não sendo permitida a dedução no Imposto de Renda anual dos valores recolhidos ao novo tributo. Para o patrimônio de 2 milhões a 5 milhões de reais, a taxação será de 1%. Entre 5 milhões e 10 milhões de reais, ela será de 2%. De 10 milhões a 20 milhões de reais, de 3%. De 20 milhões a 50 milhões de reais, de 4%; e de 5% para fortunas superiores a 50 milhões de reais.[89]

Participação e desempenho eleitorais[editar | editar código-fonte]

Eleições em 2006[editar | editar código-fonte]

Heloísa Helena

Heloísa Helena, senadora eleita em 1998 pelo PT de Alagoas, disputou o cargo de presidente da república em 2006. A candidata, que havia aberto mão de concorrer novamente ao cargo de senadora, não aceitou o apoio financeiro de empresários, pois de acordo com ela, esta seria a origem da corrupção dos candidatos depois de eleitos.

Durante a candidatura de Heloísa Helena, o partido obteve o apoio de personalidades como o cartunista Ziraldo (criador do slogan e do símbolo do partido). A candidatura foi apoiada também por um grupo de mais de 250 intelectuais do mundo inteiro, entre os quais o linguista estadunidense Noam Chomsky, o sociólogo franco-brasileiro Michael Löwy, o cineasta britânico Ken Loach e o filósofo esloveno Slavoj Zizek.[90]

Heloísa Helena terminou as eleições presidenciais de 2006 em terceiro lugar. Obteve 6,5 milhões de votos (6,85% do total),[91][92] ficando à frente de Cristovam Buarque, candidato do tradicional Partido Democrático Trabalhista (PDT). Ao término de seu mandato como senadora, reassumiu profissão como professora de enfermagem na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) até ser eleita vereadora de Maceió dois anos mais tarde.[93]

O PSOL manteve uma cadeira no Senado Federal, não pela eleição de um candidato do partido, mas sim pela eleição da então senadora Ana Júlia Carepa (PT) ao governo do Pará. Carepa deixou depois de 4 anos e 1 mês de mandato para seu primeiro suplente, o então vereador José Nery, que migrou do PT para o PSOL em setembro de 2005 junto com a Ação Popular Socialista.

Luciana Genro recebendo o Prêmio Congresso em Foco de Melhor deputada federal

Eleições em 2008[editar | editar código-fonte]

Nas eleições municipais de 2008, o PSOL repetiu a Frente de Esquerda com o PSTU e/ou o PCB em onze capitais. O melhor desempenho da Frente em capitais se deu em Fortaleza, onde o candidato Renato Roseno de Oliveira obteve mais de 67 mil votos (5,7% do total).[94] O segundo melhor desempenho foi do deputado federal Chico Alencar no Rio de Janeiro, obtendo quase 60 mil votos (1,8% do total).[94] Em Salvador, o candidato da Frente Esquerda Socialista (PSOL/PSTU/PCB) Hilton Coelho obteve 51 196 votos, alcançando 3% dos votos no Município.[95]

O melhor desempenho do PSOL fora da Frente se deu em Porto Alegre, onde a deputada federal Luciana Genro obteve quase 73 mil votos (9,2% do total).[94] Em Macapá, o PSOL foi para o segundo turno com Randolfe Rodrigues, candidato a vice de Camilo Capiberibe do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Entretanto, Capiberibe perdeu para Roberto Góes do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em Santa Maria, 5ª maior cidade do Rio Grande do Sul, a candidata Sandra Feltrin obteve 10 360 votos, ficando com mais de 6% dos votos válidos.

Na Eleição municipal de São Paulo (2008), o PSOL teve Ivan Valente como candidato a prefeito.[96] O deputado obteve 42 616 votos (0,67% dos válidos), ficando em sexto lugar.[97] Em Sorocaba, no interior de São Paulo, o PSOL também obteve um resultado expressivo. O candidato do partido, o deputado estadual Raul Marcelo, obteve mais de 24 mil votos (quase 8% do total).[94] Na Capital, o deputado federal Ivan Valente, um dos mais atuantes do Congresso, teve considerável número de votos. Foram 42 mil (0,62% do total). Mas o PSOL não conseguiu eleger um vereador. Isto se deveu, principalmente, ao pouco tempo de propaganda no rádio e TV.

O partido obteve pouco mais de 795 mil votos e conseguiu eleger 30 vereadores em diversas cidades brasileiras e em algumas capitais. O partido obteve ainda os vereadores mais votados de Maceió e Fortaleza: Heloísa Helena (que, com quase trinta mil votos, se tornou a vereadora mais votada da história de Alagoas)[94][98] e João Alfredo (com quase quinze mil votos), respectivamente. O PSOL também elegeu um vice-prefeito: Messias Furtado, em Manacapuru (Amazonas), assumiu no início de 2010, após o afastamento do prefeito eleito no pleito de 2008, Edson Bessa.

Eleições em 2010[editar | editar código-fonte]

Plínio de Arruda Sampaio, candidato do PSOL à presidência nas eleições de 2010.

O PSOL apresentou Plínio de Arruda Sampaio como candidato a presidente.[99][100] Plínio teve como vice o pedagogo Hamilton Assis, do PSOL baiano.[101] A demora na definição de seu nome para a candidatura à presidência, porém, dificultou a formação da Frente de Esquerda entre PSOL, PSTU e PCB, cada um dos partidos lançando seus próprios nomes para as eleições presidenciais.[102]

Durante a campanha, o PSOL defendeu os seguintes temas: auditoria da dívida pública, financiamento público de campanhas,[103] reforma agrária e reforma urbana.

Já na campanha eleitoral, o candidato à presidência pelo partido, Plínio de Arruda Sampaio, obteve destaque na imprensa e na rede social Twitter por conta de seu desempenho no primeiro debate eleitoral entre os postulantes à cadeira de Lula, realizado pela TV Bandeirantes em 5 de agosto de 2010.[104][105] Fora do debate promovido em 18 de agosto de 2010 pela Folha/UOL, Plínio convocou um "tuitaço" e chegou pela segunda vez ao trending topics, expressão usada para classificar o número um do ranking da rede Twitter.[106]

Em 12 de agosto, durante entrevista concedida ao Jornal Nacional,[107] Plínio de Arruda Sampaio foi interrompido em sua fala após fazer um protesto sobre o tempo que lhe foi oferecido de participação.[108] O presidenciável reclamou do tempo de três minutos dado a ele, enquanto Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB) tiveram 12 minutos, durante a resposta da primeira pergunta. Plínio contou que "sempre viajou de classe econômica e nunca viu problema nisso", mas não aceitava que a emissora "criasse uma classe executiva para os candidatos chapa branca" ("chapa branca" refere-se à cor branca das placas de veículos governamentais no Brasil).[109] Pela crítica, Plínio foi impedido de participar de entrevistas de outros telejornais da Rede Globo como Bom Dia Brasil, o que reacendeu a polêmica sobre a censura no país e várias teorias sobre esse tipo de ação dentro das Organizações Globo ao longo da história.[110][111]

Em São Paulo, o PSOL veiculou o primeiro beijo homossexual da história do horário eleitoral gratuito brasileiro.[112] No segundo turno das eleições, Plínio de Arruda Sampaio[113] e Heloisa Helena declararam voto nulo.[114]

Plínio[115][ligação inativa] foi o quarto candidato à presidência mais votado, tendo recebido 886 800 votos (0,87% dos votos válidos). Diante da popularidade do presidenciável, a legenda se mobilizou para 2012.[116]

Toninho do PSOL foi o candidato melhor sucedido no âmbito do Executivo; obteve cerca de 200 mil votos (14% dos votos válidos) na disputa para o governo distrital, na qual terminou em terceiro lugar.[117]

Randolfe foi o senador mais votado do estado do Amapá, com 203 259 votos, tornando-se o mais jovem integrante do Senado Federal da sua legislatura. No primeiro dia como senador, concorreu ao cargo de presidente do Senado contra o atual presidente José Sarney e foi derrotado por 70 votos a 8, com dois votos em branco e um nulo.[118][119][120]

Marinor Brito foi eleita senadora pelo Pará, com mais de 727 mil votos (27% dos votos válidos). Ela ocupou a cadeira no Congresso que foi de seu correligionário, o ex-senador José Nery, que não disputou reeleição ao senado federal[121] até 23 de março de 2011, após a decisão em que o Supremo Tribunal Federal (STF) jogou para 2012 a aplicação da Lei da Ficha Limpa. A decisão da não aplicação da lei beneficiou diretamente vários candidatos cuja elegibilidade havia sido barrada por causa de processos na Justiça, como João Capiberibe e Jader Barbalho.[122] A Lei da Ficha Limpa passou a valer apenas a partir das eleições municipais de 2012,[123] o que gerou protestos por parte da sociedade e de alguns políticos, como as senadoras Marinor Brito[124] e Heloísa Helena[125] e o senador Pedro Simon.[126][127]

Em 19 de julho de 2011, a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) argumentando que diversos recursos e ações sobre as eleições para o Senado no Pará aguardam julgamento no Supremo, envolvendo entre outros, inelegibilidades dos candidatos que ficaram em segundo e terceiro lugar no pleito de 2010 - Barbalho e Rocha. Para a senadora, qualquer decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) acerca das eleições de 2010 feriria a competência do STF. Em razão da disputa nas eleições no Estado aberta no STF, a competência para resolver as eleições senatoriais do Pará é do STF, diz Marinor.

No dia 14 de dezembro de 2011, com o voto de Minerva do presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso,[128] o candidato barrado pela lei da Ficha Limpa Jader Barbalho obteve o direito de assumir o mandato. Ele foi empossado como senador da república em 28 de dezembro de 2011, em uma cerimônia discreta.

Chico Alencar

Para a Câmara dos Deputados, foram reeleitos Chico Alencar, pelo Rio de Janeiro e Ivan Valente, por São Paulo. Ivan recebeu cerca de 189 mil votos,[129] os quais, somados aos demais votos em candidatos e na legenda, atingiram 319 mil votos, ultrapassando o quociente eleitoral de 315 mil votos.[130] Jean Wyllys também foi eleito deputado pelo Rio de Janeiro, ajudado pelos 240 mil votos de Chico Alencar.[131]

Eleições 2012[editar | editar código-fonte]

Nas eleições municipais de 2012, o PSOL teve candidaturas de destaque em pelo menos cem cidades brasileiras. Em 2012, o PSOL foi o partido com maior número de candidatos a prefeito nas capitais brasileiras.[132]

Em duas outras capitais, Macapá (AP) e Belém (PA), Edmilson Rodrigues[133] e Clécio Luis[134] chegaram, respectivamente, a 32% e 27% dos votos e disputaram o segundo turno. Elegeu Gelsimar Gonzaga, primeiro prefeito do partido, na cidade de Itaocara[135][136] e Clécio Luis em Macapá com 50,59% dos votos válidos, tornando-se o primeiro prefeito da história do PSOL em uma capital.[137][138]

O PSOL de João Pessoa (PB) apresentou como candidato o professor Renan Palmeira, homossexual e militante LGBT. João Pessoa foi a primeira capital brasileira com um candidato a prefeito militante dos grupos de defesa de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (LGBT).[139]

Na cidade de São Paulo, o PSOL elegeu seu primeiro vereador: Toninho Vespoli, que obteve 0,15% do total de votos, expressivos 8 722 votos.[140] Em Salvador, o PSOL também elegeu seu primeiro vereador: Hilton Coelho, que foi o segundo mais votado, com 16 408 votos.[141] Em Fortaleza, no Ceará, o PSOL também elegeu o segundo mais votado: João Alfredo, que reelegeu-se vereador da capital cearense. O PSOL contabilizou 49 vereadores eleitos no Brasil, 21 deles em capitais.[142][143] E elegeu os vereadores mais votados em Belém-PA,[144] Maceió-AL[145] e Porto Alegre.[146][147]

Eleições em 2014[editar | editar código-fonte]

Convenção Eleitoral do PSOL de 2014 - Luiz Araújo, Jorge Paz, Luciana Genro e Marcelo Freixo

Em 1° de dezembro de 2013, o Partido Socialismo e Liberdade havia escolhido o senador pelo Amapá,[148] Randolfe Rodrigues,[149] como candidato do partido para a presidência.[150] Ele havia derrotado a pré-candidata Luciana Genro em votação promovida no 4° Congresso Nacional do partido.[150] Porém, em 13 de junho de 2014, o PSOL anunciou que o senador desistiu da candidatura a presidente pelo partido e que ele seria substituído por Genro.[151][152]

O PSOL decidiu, em convenção realizada no dia 22 de junho de 2014, lançar Luciana Genro, como candidata do partido para a Presidência da República na eleição presidencial em 2014.[153] O partido lançou também o nome de Jorge Paz, membro da diretoria paulista do PSOL,[154] para concorrer como vice-presidente na chapa de Luciana.

Entre suas propostas apresentadas em campanha, estavam a auditoria da dívida pública e a reforma do sistema tributário, além de temas considerados polêmicos e evitados pelos principais candidatos, tais como: descriminalização da maconha, garantia dos direitos LGBT[155] e legalização do aborto como política pública de saúde.[156] Dispôs de 51 segundos na propaganda eleitoral gratuita de rádio e televisão.[157]

O PSOL elegeu 5 deputados federais[158] e 12 deputados estaduais.[159] Marcelo Freixo (RJ) recebeu a maior votação de um deputado estadual no Brasil, com 350 408 votos. Carlos Giannazi[160] foi o 12º deputado estadual mais votado em São Paulo, com 164 929 votos.

No debate eleitoral promovido pela Rede Record[161] no dia 29 de setembro entre os presidenciáveis de 2014, ao ser questionado pela candidata Luciana Genro (PSOL) sobre por que a "defesa da família" não inclui aquelas formadas por pessoas do mesmo sexo, Levy Fidelix (PRTB) proferiu uma fala[162][163] e que foi classificada por diversas entidades, entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como um discurso de ódio.[164][165]

Luciana perguntou: "Por que as pessoas que defendem tanto a família se recusam a defender como família um casal do mesmo sexo?" Em resposta, Fidelix disse: "[...] Pelo que eu vi na vida, dois iguais não fazem filho [...] aparelho excretor não reproduz".[nota 1][166][167] Ao prosseguir, Fidelix fez uma associação entre homossexualidade e pedofilia ao dizer que "vi agora o [...] o papa expurgar – fez muito bem – do Vaticano um pedófilo. Está certo. Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar." Ao encerrar a declaração, disse para que os homossexuais "façam um bom proveito se querem continuar como estão", mas que jamais "estimularia" a união homoafetiva.[166]

Houve forte comoção nas redes sociais sobre o assunto.[168] No Twitter, a hashtag #LevyVoceENojento chegou ao topo dos Trending Topics do Brasil.[169] Houve inclusive repercussão internacional, quando o jornal britânico The Guardian também criticou, em uma reportagem, as afirmações do candidato sobre os homossexuais durante o debate.[170][171]

No segundo turno das eleições, não apoiaram nenhum dos candidatos, mas repudiaram o voto a Aécio Neves, e sugeriram, à militância, votar branco, nulo, ou em Dilma Rousseff (PT).[172] Um ano e meio após a reeleição de Dilma, enquanto estava sendo votado no Congresso Nacional um pedido de impedimento contra seu mandato, o PSOL se posicionou contra o afastamento de Dilma.[173][174] Foi do PSOL também o deputado estadual mais votado do Brasil: Marcelo Freixo, pré-candidato a prefeitura do Rio de Janeiro.[175]

Eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Ano Imagem Candidata a Presidente Candidata a Vice-Presidente Coligação Votos % Colocação
2006
Heloisa Helena.jpg
Heloísa Helena César Benjamin PSOL, PSTU e PCB 6.575.393
6,85 / 100
2010
Plínio Sampaio 2008.jpg
Plínio de Arruda Sampaio Hamilton Assis sem coligação 886.816
0,87 / 100
2014
Luciana Genro, 2015 (cropped).jpg
Luciana Genro Jorge Paz sem coligação 1.612.186
1,55 / 100
2018
Guilherme Boulos em São Paulo (cropped).jpg
Guilherme Boulos Sônia Guajajara PSOL e PCB a definir a definir a definir

Organização[editar | editar código-fonte]


Filiações democráticas[editar | editar código-fonte]

Algumas organizações e partidos políticos sem registro no TSE têm filiação democrática com o PSOL, ou seja, podem, através da sigla, lançar candidatos nas eleições e obter mandatos mas não podem participar dos congressos do partido.

Setoriais[editar | editar código-fonte]

  • Setorial de Comunicação e Cultura
  • Setorial Ecossocialista
  • Setorial de Educação
  • Setorial de Direitos Humanos
  • Setorial LGBT
  • Setorial de Mulheres
  • Setorial de Negras e Negros
  • Setorial de Políticas sobre Drogas
  • Setorial de Saúde

Presidência do partido[editar | editar código-fonte]

Heloisa Helena, fundadora do PSOL

Fundadora do PSOL, Heloisa Helena foi presidente do partido entre 6 de junho de 2004 (data de fundação da legenda), até 20 de outubro de 2010, quando anunciou renúncia ao cargo, logo após sua derrota na disputa pelo senado em Alagoas.[180] Desde então, o partido vinha funcionando como um colegiado. A cadeira de presidente deixou de estar vaga após uma decisão do Supremo Tribunal Federal. O PSOL propôs uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), pedindo a regulamentação de artigos da constituição no campo da comunicação social, em especial, o direito de resposta. A ministra Ellen Gracie se negou a aceitar a Adin porque ela não era assinada pelo presidente do PSOL, mas sim, pelo seu secretário-geral, no caso, Afrânio.[181] Após o fato, uma reunião da Executiva Nacional do PSOL elegeu o economista Afrânio Boppré como novo presidente do partido. O nome foi escolhido por unanimidade.

Em 4 de dezembro de 2011, o deputado federal Ivan Valente (São Paulo) foi eleito para ocupar a presidência do PSOL nos próximos dois anos. A decisão foi tomada durante o Congresso Nacional da sigla, realizado em São Paulo. O parlamentar sucedeu Afrânio Boppré, que era o secretário-geral do partido e assumira a função depois que Heloísa Helena renunciara ao posto. A ex-senadora e atual vereadora de Maceió não compareceu ao congresso. Durante o evento, o PSOL decidiu ainda regulamentar as prévias e definir diretrizes para a costura de alianças nas próximas eleições. O partido estabeleceu que as alianças fora da chamada Frente de Esquerda (PSTU e Partido Comunista Brasileiro) teriam de ser canceladas pelo Diretório Nacional. O PSOL também sinalizou que fortaleceria a presença do partido no meio sindical, impulsionando a criação de uma nova central.[182]

Em dezembro de 2013, Luiz Araújo, professor da faculdade de Educação da Universidade de Brasília, foi eleito novo presidente nacional do Partido Socialismo e Liberdade – Psol. O novo presidente do PSOL fora deputado estadual no Pará pelo PT. Em 2005, com a crise dos mensaleiros, rompeu com o partido e ingressou no PSOL.

Em dezembro de 2017, durante seu 6º Congresso, o PSOL elegeu o historiador Juliano Medeiros, ex-dirigente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e até então presidente da Fundação Lauro Campos, para a presidência nacional do partido.[183] Medeiros coordenava a Liderança do PSOL na Câmara dos Deputados até o fim de 2017 e pertence à Ação Popular Socialista - Corrente Comunista, grupo que compõe o campo Unidade Socialista.

Lista com os presidentes nacionais do PSOL:

Foto Nome Mandato Referências
Início Fim
CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (20161054760).jpg Heloisa Helena 6 de junho de 2004 20 de outubro de 2010 [184]
Afrânio Boppré 10 de dezembro de 2010 4 de dezembro de 2011 [185]
CMMPV - MP 653-2014 (15830618502).jpg Ivan Valente 4 de dezembro de 2011 1º de dezembro de 2013 [186]
CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (18846723083).jpg Luiz Araújo 1º de dezembro de 2013 10 de janeiro de 2018 [187]
Juliano and Ivan.jpg Juliano Medeiros 10 de janeiro de 2018 atual [188]

Notas

  1. Em referência ao ânus, que na verdade faz parte do aparelho digestivo.

Referências

  1. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015. 
  2. Philips, Tom (5 de Março de 2010). «Working class hero». The Guardian 
  3. a b c d e Heythor Santana de Oliveira (2017). «PSOL Relação da Origem no desenvolvimento de sua Organização, Participação Eleitoral e Atuação Parlamentar» (PDF). Consultado em 21 de fevereiro de 2018. 
  4. «Como as eleições municipais desidrataram os partidos de esquerda». BBC. 31 de Outubro de 2016 
  5. «Saiba como surgiu e o que defende cada partido». Rede Brasil Sul (RBS). 2 de Outubro de 2014 
  6. a b «Partidos de Extrema Esquerda lideram ações na USP». Globo. 10 de Junho de 2007 
  7. «Estatísticas de eleitorados - Filiados». Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Maio de 2016. Consultado em 17 de Julho de 2016. 
  8. «PSDB e PSD crescem em nº de prefeituras; PT encolhe». G1. 2 de outubro de 2016. Consultado em 28 de dezembro de 2017. 
  9. «Bancada Atual da Câmara dos Deputados». Câmara dos Deputados. Consultado em 3 de fevereiro de 2015. 
  10. «Vereadores Eleitos no País em 2016». G1 
  11. Tribunal Superior Eleitoral (5 de julho de 2012). «Partido Socialismo e Liberdade - Estatuto». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  12. Tribunal Superior Eleitoral (8 de agosto de 2012). «Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  13. O PT e a crise, por Valter Pomar por Luiz Antônio Magalhães, editor de Política do Observatório da Imprensa. publicado no "Correio da Cidadania"
  14. [“Somos oposição ao governo Dilma e não nos aliamos com os demo-tucanos”, afirma novo presidente do PSOL] pela Equipe da Secretaria de Comunicação Nacional (2013)
  15. «Ibope indica aumento da rejeição ao PT - Política - Estadão». Estadão. Consultado em 26 de novembro de 2015. 
  16. a b «PT expulsa radicais do partido» 
  17. «Saiba de quais partidos candidatos a presidente terão apoio na campanha». G1. 30 de junho de 2014. Consultado em 25 de abril de 2015. 
  18. «Boulos registra no TSE a candidatura à presidência.». G1. 6 de agosto de 2018. Consultado em 29 de agosto de 2018. 
  19. «Dados do TSE apontam PSOL como o terceiro partido que mais cresceu depois das eleições». PSOL 
  20. «"Partido dos Professores" (Gonçalves, 2013)» 
  21. Portal Terra.com (17 de outubro de 2003). «Heloísa Helena vota contra reforma da previdência». Consultado em 17 de outubro de 2003. 
  22. «Expulsa do PT, Heloísa Helena diz que "não chora mais"». Folha de S.Paulo. 14 de dezembro de 2003. Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  23. «Baba reforca novo partido em mt». GazetaDigital. Consultado em 12 de maio de 2014. 
  24. Folha.com (14 de dezembro de 2003). «Deputados expulsos do PT devem criar novo partido». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  25. Para ver a desilusão de Paulo Arantes quanto à democracia representativa capitalista antinegocial (a ponto de levá-lo a afirmar: "Votar, nem pensar"), cf. ARANTES, Paulo Eduardo. Entrevista: "Hoje a Filosofia se encontra em Estado de Sítio". Entrevistado por Márcia Tiburi. In: Cult – Revista Brasileira de Cultura, n.118, outubro de 2007, p.8-12.
  26. Terra.com (24 de junho de 2006). «Saiba mais sobre a história do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  27. Site do PSOL (15 de setembro de 2005). «TSE concede registro definitivo ao PSOL». Consultado em 28 de agosto de 2012. 
  28. Site do PSOL (28 de agosto de 2012). «Cartilha de Filiação ao PSOL» (PDF). Consultado em 28 de agosto de 2012. 
  29. Folha.com (26 de setembro de 2005). «Petistas históricos anunciam saída do partido e filiação ao PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  30. «Entenda o escândalo do mensalão». R7. 8 de outubro de 2009. Consultado em 21 de outubro de 2010. 
  31. Fundação Lauro Campos (4 de maio de 2008). «Chico Alencar: O PT se aliou à direita». Consultado em 4 de maio de 2008. 
  32. Mandato Deputado Federal Chico Alencar PSOL/RJ (3 de outubro de 2005). «Governo Lula é aposta perdida». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  33. Carta Maior (30 de maio de 2006). «Heloísa Helena é lançada pelo PSol com apoio do PSTU e do PCB». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  34. Partido Socialismo e Liberdade (3 de junho de 2007). «PSOL realiza o seu I Congresso Nacional». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  35. Joranal Opção (23 de junho de 2014). «Deputado Glauber Braga deixa PSB e se filia ao PSOL». Consultado em 23 de setembro de 2015. 
  36. «Erundina anuncia filiação ao PSOL». G1. 13 de março de 2016 
  37. «Erundina deixa PSB para fundar um novo partido». UOL. 9 de março de 2016. Consultado em 4 de abril de 2016.. Luiza Erundina (PSB-SP) informou nesta quarta-feira (9), à bancada do PSB na Câmara que deixará a legenda para se dedicar a criação de um novo partido, o Raiz. (...) Como o processo de formação da legenda ainda está no início, ela deve se filiar temporariamente ao PSOL. 
  38. Rovai, Renato (3 de abril de 2016). «Erundina será candidata a prefeita de São Paulo pelo PSOL». Revista Fórum. Consultado em 4 de abril de 2016.. Recém-filiada ao PSOL, a deputada federal Luíza Erundina foi publicamente convidada pelo presidente nacional da sigla a ser candidata a prefeita de São Paulo. (...) quando foi a vez de Erundina, ela disse que topava o desafio. 
  39. «Luiza Erundina disputará Prefeitura de SP pelo PSOL; Ivan Valente será o vice». Folha de S.Paulo. 4 de abril de 2016. Consultado em 4 de abril de 2016.. Luiza Erundina será a candidata do PSOL à Prefeitura de São Paulo, com o deputado Ivan Valente, do mesmo partido, de vice. 
  40. «PSOL deve lançar Erundina na disputa pela prefeitura de São Paulo». Diário de Pernambuco. 3 de abril de 2016. Após deixar o PSB em março, a deputada federal e ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina deve disputar a prefeitura da Capital pelo PSOL 
  41. Patrícia Cagni (7 de março de 2017). «Psol vai ao STF pela descriminalização do aborto». Congresso em foco. Consultado em 21 de fevereiro de 2018. 
  42. http://www.psol50.org.br/prisao-de-lula-nota-da-presidencia-do-psol/
  43. Ranier Bragon (13 de outubro de 2015). «Com apoio de metade do PT, PSOL e Rede pedem cassação de Cunha». Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de maio de 2016. 
  44. «Janot apresenta ao STF denúncia por corrupção contra Cunha e Collor». Operação lava jato. Consultado em 15 de dezembro de 2015. 
  45. a b «Conselho de Ética decide continuar investigação sobre Cunha». Política. Consultado em 15 de dezembro de 2015. 
  46. a b Nathalia Passarinho e Renan Ramalho (3 de março de 2016). «Por 10 votos a 0, STF decide aceitar denúncia, e Eduardo Cunha vira réu». G1 Política. Consultado em 4 de março de 2016. 
  47. «Janot apresenta ao STF denúncia por corrupção contra Cunha e Collor». Consultado em 21 de agosto de 2015. 
  48. «Em ofício, Janot diz que Cunha tenta usar Câmara e deputados como escudo». Folha de S.Paulo/Uol. Consultado em 21 de outubro de 2015. 
  49. «Moro envia ao STF mais uma suspeita contra Cunha na Lava Jato». Estadão. Consultado em 26 de setembro de 2015. 
  50. Chade, Jamil. «Banco usado por Cunha na Suíça o denunciou por lavagem de dinheiro». Estadão. Consultado em 7 de Outubro de 2015. 
  51. «Documentos desmentem Eduardo Cunha sobre contas na Suíça». Jornal Nacional. Consultado em 18 de outubro de 2015. 
  52. «Cunha usou laranjas em negócios no exterior - 17/10/2015 - Poder - Folha de S.Paulo». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 18 de outubro de 2015. 
  53. «E-mail de Cunha para propina era 'sacocheio@'». O Globo. Consultado em 18 de outubro de 2015. 
  54. «Cunha acusa Janot de "estratégia ardilosa" ao vazar informações sobre contas». Agência Brasil. Consultado em 18 de outubro de 2015. 
  55. «STF abre novo inquérito contra Eduardo Cunha, a mulher e a filha». Gazeta online. Consultado em 18 de outubro de 2015. 
  56. TV Globo (15 de dezembro de 2015). «Polícia Federal cumpre mandados de busca na casa de Cunha e na Câmara». G1 Política. Consultado em 15 de dezembro de 2015. 
  57. «Decisão sobre o afastamento de Cunha fica para depois do carnaval». Consultado em 18 de dezembro de 2015. 
  58. «Maioria do STF suspende mandato e tira Cunha da presidência da Câmara». Operação lava jato. 5 de maio de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  59. «Teori afasta Eduardo Cunha do mandato na Câmara - 05/05/2016 - Poder - Folha de S.Paulo». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  60. «STF julga nesta quinta pedido para afastar Cunha do comando da Câmara». Política. 5 de maio de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  61. «Lava Jato: Suíça desbloqueia US$ 70 milhões para serem repatriados ao Brasil». Olhar Direto. 17 de março de 2016. Consultado em 18 de março de 2016. 
  62. «Presidida por Erundina, sessão informal tem "tchau, querido" contra Cunha». Política. 5 de maio de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  63. «PSOL "assume" presidência da Câmara após sessão ser cancelada por aliado de Cunha». JornalOpção Cassação de Eduardo Cunha. 5 de maio de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  64. «"Justiça tarda, mas não falha", avalia Chico Alencar sobre afastamento de Cunha». EBC Empresa Brasil de Comunicação 2016. 5 de maio de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  65. «Tchau, querido: os melhores memes sobre o afastamento de Eduardo Cunha». TecMundo.com Memes. 5 de maio de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016. 
  66. R7.com (3 de fevereiro de 2011). «Deputado que presidiu CPI diz que milícias estão em 300 comunidades». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  67. G1.com (16 de setembro de 2008). «Contradições marcam depoimentos à CPI das Milícias». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  68. «CPI indicia 150 pessoas por ligação com milícias no Rio». Folha de S.Paulo. 14 de novembro de 2008. Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  69. Superinteressante (1 de novembro de 2012). «Freixo o verdadeiro fraga». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  70. Folha.com (6 de agosto de 2009). «Senador do PSOL acusa Sarney de faltar com a verdade sobre nomeações». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  71. Terra.com (10 de fevereiro de 2010). «Psol protocola representação contra Sarney por suposto desvio». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  72. Folha.com (10 de fevereiro de 2010). «PSOL entra com ação contra Sarney por supostos desvios em fundação». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  73. Terra.com (19 de agosto de 2009). «Câmara instala CPI da Dívida Pública». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  74. «PSOL e PV protocolam pedido de impeachment de Yeda». Estadão. 10 de Junho de 2008. Consultado em 6 de Maio de 2017. 
  75. Folha da Produção (19 de junho de 2007). «Governo Yeda é o mais impopular dos últimos anos, diz pesquisa». Consultado em 25 de agosto de 2012. [ligação inativa] 
  76. Estadão.com (22 de outubro de 2007). «Impopular é não poder pagar a folha em dia. Isso eu já assumi». Consultado em 25 de agosto de 2012. [ligação inativa] 
  77. Planalto (4 de junho de 2010). «Lei complementar 135/2010». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  78. Estadão.com (8 de setembro de 2009). «Movimento Ficha Limpa reúne 1,1 milhão de assinaturas». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  79. R7.com (30 de novembro de 2009). «PSOL vai pedir impeachment de governador Arruda». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  80. Estadão.com (4 de março de 2011). «Vídeo flagra filha de Roriz recebendo dinheiro de pivô do 'mensalão do DEM». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  81. «PSOL quer afastamento de Jaqueline Roriz de comissão». Gazeta do Povo. 4 de Março de 2011 
  82. «PSOL formaliza denúncia contra Jaqueline Roriz». 10 de Março de 2011. O presidente do PSOL no Distrito Federal, Antonio Carlos de Andrade, o Toninho, e o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) protocolaram na Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, nesta quinta-feira, pedido de investigação contra a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF). 
  83. «PSOL pede a cassação de Jaqueline Roriz por falta de decoro parlamentar». OGlobo. 4 de Março de 2011 
  84. Senado (28 de março de 2012). «PSOL pede abertura de processo contra Demóstenes Torres». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  85. Repórter Brasil (5 de agosto de 2010). «José Nery apresenta carta-compromisso contra o trabalho escravo». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  86. Agência Senado (26 de janeiro de 2009). «José Nery: Trabalho escravo é utilizado por poucos e poderosos». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  87. Correio do Estado (12 de janeiro de 2011). «Fim do trabalho escravo mobiliza senadores do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  88. «CCJ aprova criação do Imposto sobre Grandes Fortunas». Câmara Notícias. 9 de Junho de 2010 
  89. «Projeto do Psol taxa patrimônios acima de R$ 2 milhões». Câmara Notícias. 7 de Abril de 2008 
  90. Folha.com (5 de setembro de 2006). «Chomsky, Loach e outros intelectuais apóiam Heloísa Helena». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  91. UOL Notícias (19 de julho de 2006). «Ascensão de Heloísa Helena faz PT temer 2o turno». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  92. G1.com (3 de abril de 2012). «Resultado das eleições 2006». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  93. Terra.com (28 de março de 2007). «Heloísa Helena reassume posto de professora». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  94. a b c d e UOL (6 de outubro de 2008). «Resultado das eleições 2008». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  95. «Apuração - UOL Eleições 2008». placar.eleicoes.uol.com.br 
  96. «G1 - Educação e saúde dominam segundo debate na TV em SP». Consultado em 24 de setembro de 2008. 
  97. R7.com (28 de maio de 2012). «Conheça o pré-candidato a prefeito de São Paulo Carlos Giannazi». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  98. Terra.com (5 de outubro de 2008). «Heloísa Helena é a vereadora mais votada em Maceió». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  99. Terra.com (4 de outubro de 2009). «Manifesto pede Plínio Sampaio como candidato do Psol em 2010». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  100. Folha.com (1 de março de 2010). «PSOL deve lançar Plínio de Arruda à presidência». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  101. Portal R7.com (16 de setembro de 2010). «Saiba quem é Hamilton Assis, escolhido pelo PSOL para ser vice de Plínio». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  102. Folha Online (21 de janeiro de 2010). «PSOL decide encerrar conversas com Marina Silva após aliança PV-PSDB no Rio». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  103. Folha.com (17 de agosto de 2010). «PSOL leva Dilma e Serra a nocaute no horário eleitoral». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  104. Correio do Brasil (6 de agosto de 2010). «Plínio de Arruda Sampaio vira sucesso no Twitter após debate». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  105. InfoOnline (6 de agosto de 2010). «Plínio de Arruda bomba no Twitter pós debate». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  106. Exame.com (6 de agosto de 2010). «Plínio de Arruda chama atenção no debate e vira Trending Topic no Twitter». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  107. G1.com (12 de agosto de 2010). «Plínio de Arruda Sampaio é entrevistado pelo Jornal Nacional». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  108. Estadão.com (7 de julho de 2010). «Plínio de Arruda Sampaio rechaça proposta da Globo para desistir de debate». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  109. Folha.com (12 de agosto de 2010). «Crítica de Plínio de Arruda à TV Globo interrompe gravação para o 'Jornal Nacional'». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  110. SOUSA, Helena. (3 de abril de 2012). «The re-export of the US commercial television model time-life/Globo/SIC: replicating business strategies?» (PDF). Universidade do Minho. Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  111. HERZ, Daniel. A História Secreta da Rede Globo. Porto Alegre : Ortiz, 1989. pp. 133-145.
  112. Folha.com (18 de agosto de 2010). «Candidato do PSOL em São Paulo exibe primeiro beijo gay em horário eleitoral». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  113. Globo.com (31 de outubro de 2010). «Plínio vota nulo e diz que PSOL fará oposição ao vencedor da eleição». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  114. Edson Sardinha (20 de outubro de 2010). «Heloísa Helena se afasta da presidência do Psol». Congresso em Foco. Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  115. ULTIMOSEGUNDO.com (13 de junho de 2013). «'Política é isso, é o povo nas ruas', diz Plinio de Arruda Sampaio em protesto». Consultado em 13 de junho de 2013. 
  116. Folha.com (1 de outubro de 2010). «"Saio fortalecido como uma figura política de âmbito nacional", diz Plínio». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  117. Correio Braziliense (5 de outubro de 2010). «Toninho do PSOL diz não confiar em nenhum dos concorrentes ao GDF». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  118. Senado federal. Disponível em https://www12.senado.leg.br/retrospectiva2011/senado-1/sarney-e-reeleito-presidente-do-senado. Acesso em 14 de agosto de 2017.
  119. Estadão.com (5 de outubro de 2010). «Senador do PSOL eleito no AP é o mais jovem do País». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  120. Folha.com (3 de outubro de 2010). «Amapá elege Randolfe Rodrigues e Gilvam Borges para o Senado». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  121. Feminismo.org.br (4 de outubro de 2010). «Marinor Brito eleita senadora do Pará». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  122. O Globo (23 de março de 2011). «Confira a lista de candidatos que recorreram contra a impugnação de suas candidaturas baseada na Lei da Ficha Limpa». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  123. G1.com (23 de março de 2011). «Supremo derruba validade da ficha limpa nas eleições de 2010». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  124. Folha.com (23 de março de 2011). «Senadora critica voto de Luiz Fux contra Ficha Limpa em 2010». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  125. Alagoas 24 Horas (24 de março de 2011). «Heloísa Helena critica decisão do STF sobre ficha limpa». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  126. Correio do Brasil (25 de março de 2011). «Simon: Supremo pode ter 'matado' a Ficha Limpa». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  127. Época (24 de março de 2011). «O juiz que limpou os fichas-sujas». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  128. Globo.com (14 de dezembro de 2011). «PMDB pressionou Peluso para liberar Jader ao Senado». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  129. Dados referentes aos votos em Ivan Valente do TSE http://chimera.tse.jus.br:7777/dwtse/f?p=201003:111:4146103804836126:FLOW_EXCEL_OUTPUT_R18560759100486912_pt-br
  130. Votos recebidos pelo PSOL e quociente eleitoral cf. dados do TSE http://chimera.tse.jus.br:7777/dwtse/f?p=201003:108:8474705182766158:FLOW_EXCEL_OUTPUT_R42313475248862875_pt-br
  131. Partido Socialismo e Liberdade (4 de outubro de 2010). «PSOL elege dois senadores, três deputados federais e quatro estaduais». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  132. Terra.com (17 de julho de 2012). «Psol é o partido com mais candidatos a prefeito nas capitais». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  133. G1. «Apuração das Eleições 2012 em Belém». Consultado em 8 de outubro de 2012. 
  134. VEJA.com (7 de outubro de 2012). «Macapá: prefeito preso pela PF e candidato do Psol vão ao 2° turno». Consultado em 7 de outubro de 2012. 
  135. G1.com (8 de outubro de 2012). «Sete anos após registro, PSOL elege seu 1º prefeito e disputa duas capitais». Consultado em 8 de outubro de 2012. 
  136. «Ex-cortador de cana é o 1º prefeito eleito pelo PSOL» 
  137. Yahoo.com (30 de outubro de 2012). «Vitória do PSOL em Macapá obriga partido a rediscutir seu papel». Consultado em 30 de outubro de 2012. 
  138. Clécio Luís, do PSOL, é eleito prefeito de Macapá
  139. Revista Época.com (30 de março de 2012). «ENTREVISTA COM O CANDIDATO: Renan Palmeira (PSOL)». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  140. G1. «Apuração em São Paulo». Consultado em 7 de outubro de 2012. 
  141. «Eleição marca renovação de 56% na Câmara Municipal de Salvador». 8 de outubro de 2012 
  142. G1. «Apuração geral eleições 2012». Consultado em 8 de outubro de 2012. 
  143. Terra.com (25 de outubro de 2012). «Votos na legenda do PSOL crescem nas capitais do Sudeste». Consultado em 25 de outubro de 2012. 
  144. Terra.com (15 de outubro de 2012). «Conheça os vereadores mais votados nas capitais do País». Consultado em 15 de outubro de 2012. 
  145. Terra.com (8 de outubro de 2012). «AL: pela 2ª vez, Heloísa Helena é a mais votada em Maceió». Consultado em 8 de outubro de 2012. 
  146. «Pedro Ruas é o vereador mais votado em Porto Alegre». Zero Hora. 7 de outubro de 2012. Consultado em 8 de outubro de 2012. 
  147. «Pedro Ruas é o vereador mais votado em Porto Alegre». Correio do Povo. 7 de outubro de 2012. Consultado em 8 de outubro de 2012. 
  148. "Um samba quadrado para 2014". A Gazeta. 18 de Janeiro de 2013.
  149. "Amapá ou Planalto". Veja. 04 de Janeiro de 2013.
  150. a b Macedo, Danilo. "PSOL escolhe presidente e candidato às eleições presidenciais de 2014". EBC. 1° de dezembro de 2013. Página acessada em 2 de dezembro de 2013.
  151. Oliveira, Mariana. "Randolfe Rodrigues desiste da candidatura a presidente pelo PSOL". G1. 13 de junho de 2014. Página acessada em 13 de junho de 2014.
  152. G1. «Em convenção, PSOL lança Luciana Genro para disputar a Presidência». Consultado em 22 de junho de 2014. 
  153. «Pluralidade marca ato em defesa de Luciana» 
  154. «Safatle deverá ser candidato ao governo de São Paulo, diz presidente estadual do PSOL». Folha de S.Paulo. 13 de janeiro de 2014. Consultado em 12 de março de 2014. 
  155. G1, ed. (6 de novembro de 2015). «Revista elege Jean Wyllys um dos 50 nomes que defendem diversidade». Consultado em 8 de novembro de 2015. 
  156. CRUZ, Valdo; NALON, Tai. Psol lança Luciana Genro à Presidência. Folha de S.Paulo, Poder, p. A7, 23 de junho de 2014.
  157. «TSE prevê Dilma com 11min48 de TV, Aécio com 4min31 e Campos, 1min49» 
  158. UOL (6 de outubro de 2014). «Luciana Genro fica em quarto lugar e PSOL elege 5 deputados na Câmara». Consultado em 6 de outubro de 2014. 
  159. «UOL - Eleições 2014 - Apuração - Rio de Janeiro». Consultado em 14 de outubro de 2014. 
  160. «Resultado das Apurações dos votos das eleições 2014 em SP». G1. Consultado em 6 de outubro de 2014. 
  161. R7 (28 de setembro de 2014). «Acompanhe o debate ao vivo». R7. Consultado em 28 de setembro de 2014. 
  162. Deutsche Welle, ed. (29 de setembro de 2014). «Declarações de Levy Fidelix sobre gays geram indignação» 
  163. O Globo, ed. (29 de setembro de 2014). «Levy Fidelix ofende gays em debate e causa revolta nas redes sociais» 
  164. Yahoo! Notícias, ed. (29 de setembro de 2014). «Levy Fidelix faz discurso homofóbico em debate na TV Record» 
  165. Estado de S. Paulo, ed. (30 de setembro de 2014). «Fidelix vai ser acusado de incitar o ódio». Consultado em 1 de outubro de 2014. 
  166. a b «Levy Fidelix em resposta a Luciana Genro sobre casamento gay». Record obra = R7. 28 de setembro de 2014. Consultado em 29 de setembro de 2014. 
  167. CartaCapital, ed. (29 de setembro de 2014). «Assista à declaração homofóbica de Levy Fidelix no debate da Record» 
  168. G1, ed. (29 de setembro de 2014). «Comentários de Levy Fidelix sobre gays geram indignação nas redes» 
  169. El País, ed. (29 de setembro de 2014). «Ativistas vão à Justiça contra Levy Fidelix por fala homofóbica». Consultado em 29 de setembro de 2014. 
  170. The Guardian, ed. (29 de setembro de 2014). «Brazil presidential candidate airs homophobic rant during TV debate» 
  171. Folha de S.Paulo, ed. (29 de setembro de 2014). «Site britânico destaca fala homofóbica de Levy Fidelix em debate» 
  172. «Luciana Genro diz que PSOL não apoiará ninguém no segundo turno». G1 Eleições 2014. 8 de Outubro de 2014. Consultado em 8 de Outubro de 2014. 
  173. Advocacia Geral da União (4 de abril de 2016). «Defesa de Dilma na Integra» (PDF). Câmara dos Deputados. Consultado em 4 de abril de 2016. 
  174. Felipe Amorim (4 de dezembro de 2015). «Após Rede, PSOL e PDT se posicionam contra o impeachment de Dilma». Uol. Consultado em 23 de março de 2016. 
  175. «Freixo é eleito Deputado Estadual com mais de 340.000 votos». iG. 5 de outubro de 2014. Consultado em 18 de maio de 2016. 
  176. Elson Pereira é confirmado para disputar prefeitura de Florianópolis, acesso em 17 de junho de 2018.
  177. Sede das Brigadas Populares é invadida e documentos são roubados, acesso em 17 de junho de 2018.
  178. Manifesto de Lançamento da Frente de Esquerda PSOL - PCB - Brigadas Populares-RAiZ e Mais, acesso em 17 de junho de 2018.
  179. Daniel Cristiano e Maura Gerbi vão compor chapa PCB-Psol, acesso em 17 de junho de 2018.
  180. G1.com (20 de outubro de 2010). «Em nota, Heloísa Helena comunica afastamento da presidência do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  181. Diário Liberdade (11 de dezembro de 2010). «Afrânio Boppré substitui Heloísa Helena como presidente nacional do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  182. Folha.com (5 de dezembro de 2011). «Ivan Valente é eleito presidente do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  183. IstoÉ. «Congresso do PSOL elege Juliano Medeiros como novo presidente nacional». Consultado em 3 de dezembro de 2017. 
  184. G1.com (20 de outubro de 2010). «Em nota, Heloísa Helena comunica afastamento da presidência do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  185. Diário Liberdade (11 de dezembro de 2010). «Afrânio Boppré substitui Heloísa Helena como presidente nacional do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  186. Folha.com (5 de dezembro de 2011). «Ivan Valente é eleito presidente do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  187. G1.com (20 de outubro de 2010). «Em nota, Heloísa Helena comunica afastamento da presidência do PSOL». Consultado em 25 de agosto de 2012. 
  188. IstoÉ. «Congresso do PSOL elege Juliano Medeiros como novo presidente nacional». Consultado em 3 de dezembro de 2017. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Partido Socialismo e Liberdade
~