Bruno Covas

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Bruno Covas
53.º Prefeito de São Paulo
Período 6 de abril de 2018
até 16 de maio de 2021[nota 1]
Vice-prefeito Nenhum (2018-2020)
Ricardo Nunes (2021)
Antecessor(a) João Doria
Sucessor(a) Ricardo Nunes
Vice-prefeito de São Paulo
Período 1 de janeiro de 2017
até 6 de abril de 2018
Prefeito João Doria
Antecessor(a) Nádia Campeão
Sucessor(a) Ricardo Nunes
Deputado federal por São Paulo
Período 1 de fevereiro de 2015
até 1 de janeiro de 2017
Secretário estadual de Meio Ambiente de São Paulo
Governador Geraldo Alckmin
Antecessor(a) Pedro Ubiratan de Azevedo
Sucessor(a) Patricia Faga Iglesias
Deputado estadual de São Paulo
Período 1 de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2015 (licenciado a partir de 1 de janeiro de 2011)
Dados pessoais
Nome completo Bruno Covas Lopes
Nascimento 7 de abril de 1980
Santos, SP
Morte 16 de maio de 2021 (41 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Renata Covas Lopes
Pai: Pedro Mauro Lopes
Alma mater Universidade de São Paulo
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Partido PSDB (1998-2021)
Religião católico
Profissão advogado
economista
Assinatura Assinatura de Bruno Covas
Website covas45.com.br

Bruno Covas Lopes (Santos, 7 de abril de 1980São Paulo, 16 de maio de 2021) foi um advogado, economista e político brasileiro.[1] Foi prefeito da cidade de São Paulo entre 6 de abril de 2018 e 16 de maio de 2021, quando morreu em decorrência de um câncer que o acometeu.[2]

Era formado em direito pela Universidade de São Paulo e em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Entre outros cargos, foi deputado estadual, secretário estadual de Meio Ambiente de São Paulo, presidente do Juventude do PSDB e deputado federal.[3] Em 2015, foi sub-relator da Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras e membro da Comissão Especial da Maioridade Penal. Em outubro de 2016 foi eleito vice-prefeito da cidade de São Paulo, na chapa de João Doria,[4] assumindo a prefeitura em 6 de abril de 2018, em razão da renúncia de Doria.[5][6][7] Em 2020, Covas foi reeleito prefeito de São Paulo, tendo conseguido o feito inédito de vencer em todos os distritos eleitorais da cidade no primeiro turno.[8]

Teve um filho chamado Tomás Covas Lopes, com sua ex-mulher Karen Ichiba. Tomás Covas desde pequeno participava de campanhas eleitorais de seu pai, cogitando se filiar ao PSDB.[9] Era neto do ex-governador do estado de São Paulo, Mário Covas.

Origem e formação[editar | editar código-fonte]

Neto do ex-governador de São Paulo Mário Covas, Bruno Covas foi, desde criança, ligado à política. Estudou nos colégios Carmo e Lusíada, em Santos. Em 1995, quando foi estudar em São Paulo, no Colégio Bandeirantes, teve a oportunidade de morar com o avô. Era graduado em Direito, pela Universidade de São Paulo (USP; 1998-2002), e em Economia, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP; 1998-2005).[10]

Política estudantil[editar | editar código-fonte]

Filiou-se ao PSDB em 1998 e, em 1999, foi eleito o Primeiro Secretário da Juventude do Partido. Em 2003, foi eleito presidente estadual e já foi também presidente nacional da Juventude Tucana, em 2007, permanecendo no cargo até 2011.[11]

Carreira pública[editar | editar código-fonte]

A sua carreira começou em 2004, ano que que se candidatou a vice-prefeito de Santos na chapa de Raul Christiano pelo PSDB. Nos anos de 2005 e 2006, foi assessor da liderança dos Governos de Alckmin e Cláudio Lembo na Assembleia Legislativa.[1]

Bruno Covas em escritório de Santos, 2007

Em 2006, foi candidato a deputado estadual, sendo eleito com 122 312 votos, umas das maiores votações naquela eleição.[1]

Em 2010, foi novamente candidato a Deputado Estadual agora sendo o mais votado do estado de São Paulo com 239 150 votos, sendo mais de 131 mil só na capital paulista. Bruno Covas foi convidado por Geraldo Alckmin para assumir a Secretaria do Meio Ambiente a partir do início de 2011, ocasião em que se licenciou do cargo de deputado estadual. Ficou no cargo até abril de 2014, quando foi exonerado para disputar as eleições naquele ano.[12]

Deputado estadual[editar | editar código-fonte]

Eleito deputado estadual em 2006 com 122 312 votos,[13] foi considerado pelo Movimento Voto Consciente o deputado mais atuante da legislatura (2007-2010).[14]

Foi presidente da Comissão de Finanças e Orçamento no primeiro biênio (2007-2008) e relator do Orçamento do Estado por dois anos consecutivos (2009-2010). Integrou ainda as Comissões de Direitos Humanos e de Defesa dos Direitos do Consumidor e foi presidente da Frente Parlamentar de Apoio à Comunidade Luso-Brasileira e Coordenador da Frente DST-Aids.[15]

Foi relator de mais de 180 projetos de lei, como a Nota Fiscal Paulista, que diminui a carga tributária e devolve tributo diretamente para o cidadão, e foi presidente da CPI do ECAD, relator da CPI da CDHU e membro da CPI da BANCOOP.[15]

Secretário estadual do Meio Ambiente[editar | editar código-fonte]

Em 2011, assumiu a Secretaria do Meio Ambiente no novo governo de Geraldo Alckmin.[16]

Deputado federal[editar | editar código-fonte]

Foi eleito deputado federal nas eleições em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019). Votou a favor do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[17] Já durante o governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[17]

Vice-prefeito e Secretário[editar | editar código-fonte]

Foi eleito, em primeiro turno, vice-prefeito da cidade São Paulo pelo PSDB, na chapa de João Doria.[18] No inicio do mandato de Doria, Bruno assumiu além da vice-prefeitura a Secretaria das Prefeituras Regionais e também a Secretaria da Casa Civil.[19][20][21]

Prefeito de São Paulo[editar | editar código-fonte]

Decreto, como prefeito, de luto oficial em pesar pela mortes decorrentes da Pandemia de Covid-19

Com a renúncia do então prefeito, João Doria, para concorrer ao governo do estado de São Paulo nas eleições de 2018, Bruno Covas assumiu efetivamente a prefeitura da maior cidade do Brasil.

Durante sua gestão, a cidade de São Paulo, assim como outras centenas de cidades por todo o país, enfrentou a pandemia de COVID-19 a partir de março de 2020,[22] sendo a cidade mais atingida. A primeira morte ocorreu em 16 de março e no final de abril já tinham ocorrido mais de 1 100 mortes,[23] representando então cerca de 19% do total de mortes do país, segundo dados oficiais do Ministério da Saúde, que contabilizava no final de abril 5 900 óbitos.[24] A recomendação geral era que se fizesse isolamento social. Depois de algumas semanas, o isolamento foi diminuindo, fazendo com que a prefeitura tomasse algumas medidas para reduzir a transmissão do vírus. Entre as medidas tomadas, foi decretado o bloqueio parcial de algumas avenidas principais da cidade, ação que não teve o resultado desejado, pois restringiu o deslocamento de quem precisava utilizar o carro para atividades essenciais, como os profissionais da área de saúde. O bloqueio de avenidas foi suspenso e, em seguida, o prefeito decretou um rodízio de veículos por final da placa, com abrangência em toda a cidade. Esta também foi bastante criticada, por ter feito aumentar a aglomeração de pessoas no transporte público.[25]

Em novembro de 2020, Covas foi reeleito prefeito de São Paulo com 59,38% dos votos apurados, ultrapassando Guilherme Boulos, do PSOL, com 40,62%.[26] Escrevendo para o UOL, Felipe Pereira e Nathan Lopes, questionaram os discursos tanto de Bruno quanto de Guilherme Boulos, seu principal adversário, que diziam que iriam combater a pandemia de COVID-19, mas promoveram aglomeração durante campanha eleitoral.[27]

Problemas de saúde, internação e morte[editar | editar código-fonte]

Bruno Covas em reunião de trabalho no dia 10 de fevereiro de 2020, durante o tratamento

Bruno Covas foi internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no dia 23 de outubro de 2019, para tratar uma erisipela em uma das pernas. No entanto, após a realização de alguns exames, a equipe médica constatou depois de dois dias que ele apresentava diagnóstico de trombose venosa. Foram então realizados outros procedimentos médicos, e verificou-se que havia um tumor no trato digestivo.[28][29] A partir do novo diagnóstico, deveriam ser iniciadas três sessões de quimioterapia para combater o câncer, tratamento que deveria durar alguns meses.[30]

De acordo com o médico David Uip, chefe da equipe, o prefeito poderia continuar no exercício de seu cargo enquanto fosse possível, com a possibilidade de deixar de trabalhar, se necessário. Covas despachou normalmente do hospital, utilizando assinatura eletrônica. A Prefeitura de São Paulo emitiu um comunicado oficial afirmando que o prefeito estava muito bem fisicamente, seguindo normalmente sua rotina de trabalho, despachando e assinando decretos, e em contato permanente com seus secretários, utilizando meios eletrônicos.[31]

Não tenho dúvidas de que vou vencer este desafio. Quero agradecer às centenas de mensagens que tenho recebido de inúmeras pessoas. Ajuda muito a enfrentar a tempestade.
— Bruno Covas, em sua rede social.[31]

O número de sessões de quimioterapia foi ampliado e, até o início de fevereiro de 2020, haviam sido realizadas oito sessões. Segundo a avaliação médica, depois da oitava sessão, "seu estado geral de saúde era ótimo, sem apresentar efeitos adversos".[32] Em maio, precisou ser internado por dois dias, depois de sentir desconforto abdominal. Os exames diagnosticaram uma inflamação no intestino que regrediu espontaneamente.[33]

Em junho de 2020, foi diagnosticado com COVID-19 durante a pandemia de COVID-19 no Brasil.[34] No contexto da pandemia, Covas foi alvo de críticas ao comparecer à final da Copa Libertadores da América de 2020, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, em janeiro de 2021. No dia da partida o estado e a cidade de São Paulo estavam na fase vermelha, a mais rigorosa do plano de restrições, na qual apenas serviços classificados como essenciais poderiam funcionar.[35]

O tio de Bruno, Mário Covas Neto, o governador de São Paulo, João Doria, e a primeira-dama Bia Doria acompanham o velório do prefeito no Edifício Matarazzo.

No dia 15 de abril de 2021, Covas foi internado para realização de exames de controle, que descobriram novos focos de câncer.[36] Recebeu alta no dia 27 do mesmo mês.[37] No dia 2 de maio, Covas anunciou em suas redes sociais que decidiu se licenciar por trinta dias do cargo de prefeito de São Paulo para dar continuidade ao tratamento. O ofício do pedido foi enviado à Câmara no dia seguinte e o afastamento foi publicado no Diário Oficial dois dias após o anúncio de Covas. Assim, o cargo foi assumido interinamente pelo vice-prefeito Ricardo Nunes.[2] No dia 3 de maio, depois de realizar uma endoscopia, foi revelado, na manhã seguinte, um sangramento na cárdia, onde já havia o tumor original. Covas precisou ser transferido para a UTI.[38] No dia 10, começou uma nova fase de tratamento contra o câncer, combinando imunoterapia com terapia-alvo.[39] Durante a internação, Covas recebeu visitas de familiares e políticos, como o prefeito em exercício Ricardo Nunes, o governador João Doria e o presidente da Câmara Municipal, Milton Leite. Ele também publicou uma foto ao lado do vice-governador, Rodrigo Garcia.[40]

Em 14 de maio de 2021, foi publicado boletim médico anunciando que seu quadro clínico era irreversível.[40][41][42] Políticos lamentaram a situação, como Orlando Silva, Helder Barbalho, Tabata Amaral, Eduardo Suplicy, Isa Penna, Alessandro Molon e Paulo Pimenta.[43]

Extinção do Mandato do Prefeito Bruno Covas
Nota oficial da Mesa Diretora sobre a extinção do mandato do prefeito Bruno Covas

Covas morreu às 8h20 do dia 16 de maio de 2021, segundo nota enviada pelos médicos do hospital.[44][45] Foi o primeiro prefeito da cidade de São Paulo a morrer durante o mandato. O vice Ricardo Nunes, até então prefeito interino, assumiu definitivamente o cargo.[45] Políticos, familiares e amigos lamentaram a morte de Covas.[46] Entre eles Baleia Rossi, José Serra, Flávio Bolsonaro, Guilherme Boulos, Luiza Erundina, Ciro Gomes, Dilma Rousseff, Lula, Fernando Haddad, Michel Temer, Jair Bolsonaro, Arthur Lira, João Doria dentre outros.[47][48] Também deixaram notar de pesar as equipes de futebol Santos Futebol Clube, time que Bruno era torcedor, além de Palmeiras, São Paulo e o Corinthians.[49]

O cortejo com o corpo de Bruno Covas seguiu da sede da Prefeitura até a Avenida Paulista, onde foi recebido por apoiadores.

Sepultamento[editar | editar código-fonte]

O funeral de Bruno Covas ocorreu no mesmo dia que o de sua morte, no Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura de São Paulo, em uma cerimônia restrita para os familiares. Um cortejo levou o corpo do prefeito da sede da prefeitura até a Avenida Paulista, onde foi recebido por apoiadores. O sepultamento ocorreu no cemitério do Paquetá, em Santos, o mesmo em que seu avô Mário Covas está enterrado.[50][51]

Notas

  1. Licenciado em 3 de maio de 2021 para tratamento de um câncer.

Referências

  1. a b c «Bruno Covas Lopes». Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). Consultado em 16 de maio de 2021 
  2. a b «Afastamento do prefeito Bruno Covas é publicado no Diário Oficial». G1. Consultado em 14 de maio de 2021 
  3. «Alckmin anuncia secretários do Ambiente, Turismo e Saneamento». Terra. 28 de dezembro de 2010 
  4. Câmara dos Deputados. «Deputado BRUNO COVAS». Câmara dos Deputados. Consultado em 19 de agosto de 2015 
  5. «Renúncia de Doria encerra estilo inovador e dá lugar à discrição». Jornal do Brasil. Cópia arquivada em 6 de abril de 2018 
  6. «Renúncia de Doria encerra estilo inovador e dá lugar à discrição». Diario de Pernambuco. 6 de abril de 2018 
  7. Ferraz, Adriana; Venceslau, Pedro (19 de março de 2018). «Um Covas de volta ao comando em SP». Estadão 
  8. «Covas vence em todas as zonas eleitorais e pinta mapa de SP de azul pela primeira vez». Folha de S. Paulo. 16 de novembro de 2020 
  9. «Tomás Covas: companheiro do pai desde o início da campanha - Política». Estadão. Consultado em 6 de maio de 2021 
  10. «Bruno Covas». Portal da Câmara dos Deputados. Câmara dos Deputados 
  11. Sholl, Paula (21 de novembro de 2007). «Bruno Covas é aclamado presidente da Juventude do PSDB». PSDB. Consultado em 9 de janeiro de 2017 
  12. «Alckmin confirma que Semeghini não será candidato à reeleição para deputado». Votu News. 4 de abril de 2014 
  13. «Dep. Bruno Covas». www.al.sp.gov.br. ALESP. Consultado em 2 de janeiro de 2017 
  14. «Perfil de Bruno Covas». brunocovas.com.br. 22 de dezembro de 2016. Consultado em 2 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2016 
  15. a b «De 'Clube dos Tucaninhos' a prefeito de SP: relembre a trajetória de Bruno Covas». CNN Brasil. 16 de maio de 2021. Consultado em 16 de maio de 2021 
  16. «Bruno Covas assume a Secretaria do Meio Ambiente». Governo do Estado de São Paulo. 4 de janeiro de 2011. Consultado em 9 de janeiro de 2017 
  17. a b G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». G1. Consultado em 11 de outubro de 2017 
  18. Pinho, Márcio (21 de julho de 2016). «João Doria terá Bruno Covas como vice em disputa pela Prefeitura de SP». G1. Consultado em 27 de julho de 2016 
  19. «Covas anuncia os primeiros 20 prefeitos regionais da gestão João Doria». Rede Nossa São Paulo. 21 de dezembro de 2016. Consultado em 19 de março de 2018 
  20. Soares, Will (1 de novembro de 2017). «Doria cria nova secretaria para acomodar Covas após tirá-lo do comando da zeladoria». G1. Consultado em 19 de março de 2018 
  21. Lôbo, Cristiana (31 de outubro de 2017). «Doria troca Bruno Covas por simpatizante do MBL». G1. Consultado em 19 de março de 2018 
  22. 'O pior ainda está por vir', diz Bruno Covas sobre a pandemia
  23. Com pandemia, mortes na cidade de São Paulo estão 28% acima da média histórica
  24. Painel Coronavírus
  25. Defendido pela Saúde, lockdown é questão de tempo em São Paulo
  26. Em SP Covas está à frente de Boulos na apuração
  27. Felipe Pereira e Nathan Lopes. «Covas e Boulos pregam prevenção à covid, mas promovem aglomerações». Notícias. UOL. Consultado em 26 de dezembro de 2020 
  28. «Câncer que atinge Bruno Covas aumenta entre os jovens - Saúde». Estadão. Consultado em 4 de novembro de 2019 
  29. «Conheça a erisipela, doença que fez Bruno Covas descobrir câncer». Metrópoles. 30 de outubro de 2019. Consultado em 4 de novembro de 2019 
  30. «Entenda o câncer que atingiu o prefeito Bruno Covas». G1. Consultado em 4 de novembro de 2019 
  31. a b Minas, Estado de; Minas, Estado de (29 de outubro de 2019). «Bruno Covas tem câncer no estômago com metástase». Estado de Minas. Consultado em 4 de novembro de 2019 
  32. «Bruno Covas passa bem após oitava sessão de quimioterapia, diz boletim médico». Portal G1. 6 de fevereiro de 2020 
  33. Bruno Covas recebe alta e deixa hospital após 'rápida melhora clínica'
  34. «Prefeito de São Paulo, Covas está infectado pelo coronavírus». R7. 13 de junho de 2020. Consultado em 13 de junho de 2020 
  35. «Bruno Covas se manifesta depois de críticas por ida ao Maracanã». VEJA. 31 de janeiro de 2021. Consultado em 31 de janeiro de 2021 
  36. «Exames confirmam 'novos pontos' de câncer em Bruno Covas no fígado e nos ossos». G1. 16 de abril de 2021. Consultado em 18 de abril de 2021 
  37. «Prefeito Bruno Covas tem alta; tratamento contra câncer vai continuar com sessões a cada 15 dias». G1. Consultado em 15 de maio de 2021 
  38. «Bruno Covas é extubado após sangramento no estômago ser contido». G1. 3 de maio de 2021. Consultado em 4 de maio de 2021 
  39. «Bruno Covas começa nova fase de tratamento contra o câncer, que combina imunoterapia com terapia-alvo». G1. Consultado em 14 de maio de 2021 
  40. a b «Bruno Covas tem quadro clínico irreversível, diz boletim médico». G1. Consultado em 14 de maio de 2021 
  41. «Quadro clínico de Bruno Covas é irreversível, diz boletim médico». CNN Brasil. Consultado em 14 de maio de 2021 
  42. «Bruno Covas piora e estado de saúde é considerado irreversível, diz boletim médico - Política». Estadão. Consultado em 14 de maio de 2021 
  43. «Políticos lamentam piora de Bruno Covas e quadro irreversível». UOL. Consultado em 15 de maio de 2021 
  44. «Morre Bruno Covas, prefeito de São Paulo, aos 41 anos». noticias.uol.com.br. Consultado em 16 de maio de 2021 
  45. a b «Bruno Covas, prefeito de São Paulo, morre aos 41 anos, vítima de câncer». G1. Consultado em 16 de maio de 2021 
  46. «Bruno Covas morre aos 41; veja a repercussão». G1. Consultado em 16 de maio de 2021 
  47. «Políticos lamentam morte de Bruno Covas: 'Jovem talento na política'». oglobo.globo.com. Consultado em 16 de maio de 2021 
  48. «Políticos lamentam a morte de Bruno Covas; veja repercussão». R7.com. 16 de maio de 2021. Consultado em 16 de maio de 2021 
  49. «Clubes lamentam a morte de Bruno Covas, prefeito de São Paulo». ge. Consultado em 16 de maio de 2021 
  50. «Bruno Covas será sepultado no mesmo cemitério em Santos, SP, onde seu avô Mário Covas». G1. Consultado em 16 de maio de 2021 
  51. «Velório de Bruno Covas será restrito e enterro ocorrerá em Santos». ISTOÉ DINHEIRO. 16 de maio de 2021. Consultado em 16 de maio de 2021 

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